René Auberjonois (1940 – 2019)
O ator René Auberjonois, que participou da série “Star Trek: Deep Space Nine” e da comédia clássica “M*A*S*H”, morreu neste domingo (8/12) em sua casa, em Los Angeles, aos 79 anos. Ele tinha câncer no pulmão. Auberjonois nasceu em 1940 em Nova York e herdou seu nome do avô, um pintor pós-impressionista suíço também chamado René Auberjonois. Filho de um jornalista suíço que trabalhava como correspondente internacional, foi criado entre Nova York, Paris e Londres, e por um tempo viveu com sua família em uma colônia de artistas, cujos moradores incluíam os atores John Houseman, Helen Hayes e Burgess Meredith. Ele acabou se inspirando a seguir carreira no teatro, eventualmente conseguindo papéis na Broadway e até vencendo um Tony de Melhor Ator em 1969 – pela peça “Coco”, sobre a vida da estilista Coco Chanel, interpretada pela lendária Katharine Hepburn no palco. A carreira de Auberjonois incluiu diversos outros prêmios e indicações, pois ele trabalhou em várias eras douradas, desde o teatro dinâmico da década de 1960 ao renascimento do cinema com a Nova Hollywood da década de 1970, até o auge da programação das redes de TV, nas décadas de 1980 e 1990 e a consagração do cinema indie nos anos 2000 – e cada geração o conheceu por realizações diferentes. Os fãs de cinema o lembram mais como o padre John Mulcahy, o capelão militar que mantinha a serenidade diante das travessuras dos médicos de “M*A*S*H” (1970), a premiadíssima comédia de Robert Altman, que virou uma série ainda mais famosa. Mulcahy foi seu primeiro papel significativo no cinema e o início de uma duradoura parceria com Altman – seguiram-se “Voar É com os Pássaros” (1970), “Onde os Homens São Homens” (1971) e “Imagens” (1972). Ele também apareceu nos grandiosos “O Dirigível Hindenburg” (1975) e “King Kong” (1976), além do suspense “Os Olhos de Laura Mars” (1978), antes de se especializar nos “episódios da semana” na televisão, onde se multiplicou em participações especiais – em atrações populares como “Mulher Biônica”, “O Homem do Fundo do Mar”, “Mulher-Maravilha”, “Casal 20” e “As Panteras” – , até entrar no elenco fixo de “O Poderoso Benson”, sitcom que marcou o seu primeiro papel fixo na TV em 1980. Na série sobre o mordomo de um governador, que durou sete temporadas, Auberjonois viveu um conselheiro político aristocrata e hipocondríaco, chamado Endicott. Ao participar da dublagem da animação “O Último Unicórnio”, em 1982, o ator versátil ingressou numa nova etapa em sua carreira, passando a fazer vozes para vários desenhos de sucesso – como as versões repaginadas de “Scooby-Doo”, “Superamigos”, “Os Smurfs”, “Os Jetsons” e “Jonny Quest”, e novos lançamentos como “Batman: A Série Animada”, “DuckTales”, “Rugrats: Os Anjinhos”, “A Pequena Sereia” e “Aladdin”, entre muitos outros. Seu papel mais famoso surgiu em 1993, com sua escalação no elenco central de “Star Trek: Deep Space Nine”. Na série, Auberjonois interpretou Odo, o metamorfo responsável pela segurança da estação espacial que batizava a produção. A atração durou sete temporadas, até 1999, mas o ator continuou ligado ao personagem após o encerramento, com participações em videogames e em muitas convenções de fãs sobre o universo de “Star Trek”. Ele ainda teve um papel destacado na série “Justiça Sem Limites” (Boston Legal), de 2004 a 2008, e arcos importantes nas mais recentes “Warehouse 13” e “Madam Secretary”. Mas seus principais trabalhos ao final da carreira foram filmes de cineastas independentes excepcionalmente bem-avaliados, entre eles as obras da diretora Kelly Reichardt, que o filmou em “Certas Mulheres” (2016) e no ainda inédito “First Cow”, seu desempenho final. “Eu sou todos esses personagens e adoro isso”, disse Auberjonois em uma entrevista de 2011 ao site oficial da franquia “Star Trek”. “Mas tem vezes que eu encontro as pessoas e elas pensam que sou um primo ou o cara da lavanderia. E eu amo isso também.”
Caroll Spinney (1933 – 2019)
O ator Caroll Spinney, que por meio século deu vida aos personagens Garibaldo (Big Bird) e Gugu (Oscar Grouch) no celebrado programa de TV infantil “Vila Sésamo” (Sesame Street), morreu neste domingo (8/12) aos 85 anos. Spinney faleceu em sua casa, em Connecticut, após conviver por vários anos com um distúrbio dos movimentos conhecido como distonia, que causa contrações involuntárias nos músculos. Por conta disso, o ator deixou a atração no ano passado, tendo escolhido pessoalmente seus sucessores para interpretar Garibaldo e Gugu – personagens que ele ajudou a criar no começo do programa. Antes de entrar em “Vila Sésamo”, ele integrou o primeiro programa de alcance nacional do palhaço Bozo (“Bozo’s Big Top”), em 1966 nos Estados Unidos, aparecendo com uma fantasia de leão para entreter as crianças. Sua estreia em “Vila Sésamo” aconteceu logo depois, no lançamento da atração, em 1969. A aparência dos personagens de Spinney – uma ave amarela e altíssima e um monstro rabugento e verde que vive em uma lata de lixo – foi desenhada pelo mestre dos fantoches Jim Henson, mas foi Spinney quem lhes deu vida. Foi dele a ideia de fazer de Garibaldo uma criança grande, após Henson concebê-lo como um caipira apatetado do interior. Assim como surgiu dele a inspiração para Gugu, baseando-se num garçom de restaurante “incrivelmente rude” e num motorista de táxi nova-iorquino ainda pior. Ele recebeu cinco prêmios Emmy por suas contribuições à “Vila Sésamo”, além de um prêmio pelas realizações de sua carreira, numa homenagem da Academia da Televisão dos Estados Unidos em 2006. “Caroll era um gênio artístico, cuja visão gentil e amável do mundo ajudou a moldar e definir ‘Vila Sésamo’ dos primórdios, em 1969, até cinco décadas depois”, disse a Sesame Workshop, empresa responsável pela série clássica em um comunicado. “Seu enorme talento e coração gigante eram perfeitos para interpretar aquela ave maior que a vida, que levou alegria à gerações de crianças e incontáveis fãs de todas as idades ao redor do mundo, enquanto seu outro personagem, o adorável resmungão, lhe dava a licença de ser mal-humorado de vez em quando”, completou o texto.
Nancy Drew vai chegar ao Brasil em 2020 pela Globoplay
A Globoplay anunciou neste domingo (8/12), durante a CCXP 2019, que a série “Nancy Drew”, baseada na personagem clássica da literatura juvenil, vai chegar a sua plataforma de streaming em 2020. Produção da CBS Television exibida nos Estados Unidos pela rede The CW, a atração é inédita no Brasil. Com tom assumido de terror, numa história repleta de fantasmas e vingança do além-túmulo, a série representa a mais nova encarnação da detetive mirim, que foi criada em 1930. Em seu contexto original, Nancy era uma pré-adolescente que vivia com seu pai na cidadezinha de River Heights, resolvendo mistérios que envolviam os jovens da vizinhança. A menina só começou a crescer a partir dos anos 1980, quando uma nova franquia literária, “The Nancy Drew Files”, passou a incluir enredos românticos. E é essa fase que a produção atual aborda, com uma Nancy Drew mais velha, após sua formatura do ensino médio. Quando ela acha que vai deixar sua cidade natal para ir a faculdade, uma tragédia a detém por mais um ano, envolvendo-a em uma investigação de assassinato. Poderia lembrar “Veronica Mars”, mas o tom está mais para “Riverdale”, por se passar numa cidadezinha interiorana e envolver um clima de suspense aterrador. Popular e influente, Nancy Drew foi o protótipo de todas as detetives femininas adolescentes, incluindo Veronica Mars e até a Velma de “Scooby Doo”. Além de dezenas de livros, a personagem também já apareceu em seis filmes (o mais recente é deste ano, com Sophia Lillis no papel-título) e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), sem esquecer de games e produtos variados. A nova versão foi desenvolvida por Noga Landau (roteirista do terror tecnológico “Tau” e da série “The Magicians”) e produzia por Josh Schwartz e Stephanie Savage (dupla responsável por “Gossip Girl”, “Dinasty” e “Runaways”). Nancy é interpretada por Kennedy McMann, atriz novata que apareceu num episódio de “Law & Order: SVU” e tem sido apontada como potencial revelação da temporada. O elenco também destaca Scott Wolf (da série clássica dos anos 1990 “O Quinteto/Party of Five”) como seu pai, além de Maddison Jaizani (“Into the Badlands”), Alex Saxon (“Os Fosters”), Leah Lewis (“Charmed”), Tunji Kasim (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Riley Smith (“Frequency”) e Alvina August (“Siren”). O serviço de streaming da rede Globo também anunciou a exibição de “S.W.A.T” e “The Head”, a disponibilização integral das 11 temporadas (e a próxima) do reboot de “Doctor Who” e novos capítulos de outras séries internacionais, como “The Good Doctor”, cujo terceiro ano chega a partir de 6 de janeiro. Durante a CCXP, a Globoplay também revelou novas produções originais brasileiras para 2020, entre elas as séries “Desalma”, “Onde Está Meu Coração” e “As Five”, que foram apresentadas no evento.
Henry Cavill aparece de surpresa na CCXP
O ator Henry Cavill surpreendeu o público da CCXP 2019 com uma aparição surpresa neste domingo (8/12). A participação do ator não tinha sido anunciada no evento, causando forte reação no público durante sua entrada no palco dedicado às atrações da Netflix. Protagonista da nova série “The Witcher”, produzida pela plataforma, Cavill explicou porque a produção é importante para os dias de hoje, descrevendo-a como “uma história sobre respeitar as pessoas, independentemente de onde elas são. É muito mais fácil sentir coisas ruins porque discordamos dos outros, mas é importante respeitar as diferenças e amar uns aos outros por mais que sejamos diferentes.” O ator também elogiou a qualidade do trabalho feito na criação do universo de “The Witcher”, especialmente na materialização de suas muitas cenas de lutas. “Tem um nível técnico da lutas que nós raramente vemos na televisão”, contou Cavill. E ele explicou o motivo: o coordenador de dublês. “Conheci o Wolfgang (Stegemann, preparador físico) em ‘Missão Impossível – Efeito Fallout’ e foi incrível poder trabalhar com ele de novo em ‘The Witcher'”. Cavill acrescentou ainda que não usou dublês em nenhuma cena de ação, o que foi confirmado pela criadora da série, Lauren Schmidt Hissrich (“Os Defensores”), também presente na CCXP. Confira abaixo a reação barulhenta dos fãs à sua presença no evento paulista. SURGE UM HOMÃO DESSE NA MINHA CARA!!!!! #CCXP19 #HenryCavill #netflix pic.twitter.com/eZFIPgLOhV — Bia ⎊ (@PipocoBia) December 8, 2019
La Casa de Papel: Parte 4 ganha data de estreia e explora suspense sobre destino de Nairobi
A Netflix divulgou um novo vídeo de “La Casa de Papel” para anunciar a data de estreia da Parte 4. O teaser avisa que os novos episódios da série espanhola serão disponibilizados no dia 3 de abril. Além disso, o teaser explora o suspense em torno da personagem Nairobi, ao apresentar todos os demais personagens antes de pausar, deixando o rosto de sua intérprete, a atriz Alba Flores, por último. O destino de Nairobi tem sido motivo de angústia para os fãs da série desde o desfecho dramático da Parte 3, interrompido num cliffhanger aparentemente fatal para a personagem. “Quem gosta dela vai sofrer”, afirmou Flores, durante sua participação na CCXP 2019. “Acredito que nesta temporada os roteiristas vão contra as expectativas, assim como na anterior. Mas espero que gostem do nosso trabalho mesmo assim”, completou, sobre o destino de sua personagem, sem dar mais detalhes. A atriz veio a São Paulo ao lado de outros colegas de elenco para divulgar a série espanhola e foi uma das mais ovacionadas ao entrar no painel lotado da CCXP. Reação comparável apenas com a recepção de Pedro Alonso, intérprete de Berlim, um dos personagens mais queridos da série, que conversou com o público em português. Esther Acebo, a Estocolmo, não segurou a emoção e chegou a chorar. E Darko Peric, o Helsinki, surgiu com uma camiseta da banda Ratos de Porão, depois de um encontro com João Gordo no sábado (7/12). .
Atriz de Lucifer vira “brasileira” com bandeiras e samba no Instagram
A atriz sul-africana Lesley-Ann Brandt, de “Lucifer”, foi a estrela internacional mais entusiasmada com o Brasil durante a CCXP 2019. Ela literalmente vestiu a camisa, agitou a bandeira e sambou, como mostrou num vídeo de seu Instagram, em que apareceu de verde e amarelo ao som de “Deixa a vida me Levar”, de Zeca Pagodinho. Ela ainda estava vestindo um biquíni por cima da roupa, sem esquecer um cachecol estilizado do Brasil. A bandeira, porém, estava de cabeça para baixo. No texto, agradeceu aos “presentes” dos fãs. E disse que já estava voltado para gravar uma cena de luta da série. Em sua participação na CCXP, ela revelou que a luta é contra Tom Ellis, o próprio Lucifer, num episódio que terá direção de D. B. Woodside, o Amenadiel. Representante solitária da série “Lucifer” no evento, a intérprete do demônio Mazikeen disse que se identifica em muitos pontos com sua personagem, dentre eles o físico e a personalidade forte. E revelou que sua melhor cena ainda está por vir, além de prometer que o último episódio da série, ainda não gravado, será incrível. Em suas palavras, o novo ano será “incrível e louco”, mesmo que a ideia de chegar ao fim seja agridoce. “Todos somos gratos por trabalhar com uma equipe incrível, mas tenho medo do último dia. Não sei como a cena final de Maze será para mim, tento não pensar nisso”. Carismática, Brandt também agradeceu aos fãs que se uniram para salvar a série, cancelada pela Fox na 3ª temporada e adquirida pela Netflix em seguida, ganhando mais duas temporadas de sobrevida. A 5ª e última temporada de “Lucifer” será dividida em duas partes, com a estreia dos oito episódios iniciais prevista para maio de 2020. Ver essa foto no Instagram Take two. With a Brazilian song! Thanks for my gifts Brazilian fans. Till next time! Tchau 😘🇧🇷😘 and thank you @ccxpoficial for having me. Back to work to film a HUGe fight scene! @netflixbrasil Uma publicação compartilhada por Lesley-Ann Brandt (@lesleyannbrandt) em 7 de Dez, 2019 às 11:11 PST
Genius: Cynthia Erivo é Aretha Franklin na primeira foto da 3ª temporada
O canal pago National Geographic divulgou a primeira imagem da atriz Cynthia Erivo (“As Viúvas”) no papel de Aretha Franklin, tema da 3ª temporada da série biográfica “Genius”. “Nos últimos meses, eu me preparei para encarnar a Rainha do Soul, desde ouvir novamente suas músicas até descobrir suas raras entrevistas e ler alguns livros incríveis – tudo para realmente capturar a atitude e o espírito de Aretha”, disse Erivo em um comunicado divulgado junto com a imagem, que a retrata ao piano. “Estou me sentindo realmente humilde ao trabalhar ao lado de uma equipe muito talentosa e musical. Juntos, homenagearemos a Rainha e criaremos algo especial. ” Desenvolvida por Kenneth Biller (criador de “Perception”), Noah Pink (“Esta é sua Morte”) e Suzan-Lori Parks (“Garota 6”), “Genius: Aretha” está sendo anunciada como a única produção autorizada sobre a vida da cantora. Eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone e capa da revista Time em 1968, Aretha Franklin foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e suas inúmeras conquistas incluem 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis dos negros norte-americanos. Apesar disso, havia muitos obstáculos para a materialização de uma temporada de “Genius” centrada em Aretha Franklin, como a garantia dos direitos necessários, junto à sua família e junto às gravadoras de suas músicas. Mas os produtores, entre eles o cineasta Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), conseguiram. Ajudou muito o fato de a série de antologia “Genius” ter abordado Albert Einstein e Pablo Picasso em suas temporadas anteriores, o que permitiu aos familiares da cantora avaliarem como ela seria apresentada na produção. Além de Cynthia Erivo, o elenco de “Genius: Aretha” destaca Courtney B. Vance (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), David Cross (“Arrested Development”) e Malcolm Barrett (“Timeless”), entre outros. Aretha, que morreu em agosto de 2018, também será homenageado com uma cinebiografia. O filme, intitulado “Respect”, será estrelado por Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por “Dreamgirls”) e tem previsão de chegar aos cinemas em outubro, bem depois da estreia da série, que será lançada em maio nos Estados Unidos.
Falcão e o Soldado Invernal: Série vai girar em torno do legado do Capitão América
Primeira série do MCU (“Universo Cinematográfico da Marvel”) a entrar em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus), “Falcão e o Soldado Invernal” teve algumas fotos inéditas projetadas no telão da CCXP 2019, durante o painel comandado por Kevin Feige no sábado (7/12). O chefão da Marvel Studios também revelou a premissa da atração – o que foi bem mais informativo que as três fotos dos atores em trajes civis andando lado a lado. De acordo com Feige, a decisão do Capitão América de entregar seu escudo para o Falcão no final de “Vingadores: Ultimato” movimenta a trama da série. “A série inteira é sobre isso, sobre o Capitão entregando o escudo para Sam Wilson no final daquele filme”, explicou. “E a questão é: o que ele [Sam] faz em seguida? É uma grande responsabilidade”. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, vai incluir um novo personagem na disputa do legado do Capitão América. Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, viverá John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Além de Sam Wilson (Anthony Mackie), o Falcão, que ficou com o escudo, Buck Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal, era outro forte candidato para a vaga. A série também trará Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retomará a identidade de Barão Zemo, responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A série tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.
Série WandaVision vai batizar Wanda como a Feiticeira Escarlate
A série “WandaVision” vai marcar uma grande transformação para a personagem Wanda, vivida por Elizabeth Olsen. Em sua participação na CCXP 2019, Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, revelou que a Vingadora finalmente vai assumir o nome de Feiticeira Escarlate na produção, atualmente em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Dizendo que a série dará oportunidade para o público “ver mais do que Wanda é capaz de fazer, e mais do que faz o Visão ser o Visão”, ele confirmou que “WandaVision” vai “revelar um nome que acho que ainda não falamos no MCU, mas que damos importância na série, que é o fato de Wanda ser a Feiticeira Escarlate, e o que isso significa”. O produtor também divulgou uma foto inédita da série para o público do evento, que traz o casal central sentado num sofá, com trajes e sorrisos típicos de uma antiga sitcom em preto e branco (acima). Segundo Feige, a foto registra que a trama vai misturar vários gêneros televisivos – o que sugere uma manifestação dos poderes de Wanda para alterar a realidade. “A série é divertida, mas às vezes assustadora, e terá repercussões para todo o futuro da Fase 4 do MCU”, ele acrescentou. Após a série, Wanda vai aparecer no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que terá ligação direta com as “repercussões” de “WandaVision”. Feige deu ainda mais pistas para os fãs dos quadrinhos, ao confirmar a influência da minissérie “Visão”, de Tom King, na narrativa. “[Nos inspiramos] parcialmente. Há uma bela referência a isso. Eles viverem no subúrbio é uma inspiração, talvez vocês conheçam o cachorro deles em algum momento. Mas é apenas inspirado naqueles quadrinhos, porque é uma direção diferente do que tivemos em ‘Ultimato’”. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) interpretará “uma vizinha barulhenta”, mas detalhes adicionais não foram revelados. Continuação da narrativa de “Vingadores: Ultimato” e prólogo de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, a atração tem estreia prevista apenas para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus).
Desalma: Cássia Kis é uma bruxa no trailer da nova série de terror da Globoplay
A Globoplay divulgou as fotos primeiro trailer de “Desalma”, que traz Cássia Kis (“Redemoinho”) como bruxa e Cláudia Abreu (“Berenice Procura”) como mãe de um menino assombrado por espíritos do mal. A prévia assume o clima de terror, com ênfase em gravações noturnas em florestas da região Sul do Brasil, mas não evita alguns clichês do gênero – em especial, cenas que parecem sair da franquia “O Chamado” e dos mais recentes “A Bruxa” e “Midsommar”. A trama se passa numa comunidade rural parada no tempo, onde fenômenos sobrenaturais assombram a população de imigrantes ucranianos ao longo de décadas. Os roteiros são de Ana Paula Maia (“Deserto”) e a direção está a cargo de Carlos Manga Jr. (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”). O elenco também conta com Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”), Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei É para Todos”), Alexandra Richter (“Minha Mãe É uma Peça”), Isabel Teixeira (“Os Amigos”) e Gabriel Muglia (“Histórias Estranhas”), misturados a atores jovens. Ainda não há previsão para a estreia.
Onde Está Meu Coração: Nova série da Globoplay ganha trailer impactante
A Globoplay divulgou o primeiro trailer de “Onde Está Meu Coração”, nova série em streaming da plataforma. Tenso, dramático e realmente impactante, o vídeo resume a história de uma forma que parece mais cinema que produção serializada. A trama gira em torno da personagem de Letícia Colin (destaque das novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”), uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack, vivendo o dilema de ceder aos impulsos ou manter emprego, posição, família e marido. A série tem 10 episódios com roteiros de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). A produção também destaca Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Completam o elenco Camila Márdilla, Ana Flávia Cavalcanti, Michel Melamed, Cacá Carvalho, Rodrigo Garcia, Rodrigo dos Santos e Bárbara Colen, entre outros. A estreia vai acontecer no primeiro semestre de 2020, em data ainda não marcada.
O Mundo Sombrio de Sabrina: Parte 3 ganha data de estreia e boas-vindas do inferno
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada – ou Parte 3 – de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. A prévia mostra Sabrina (Kiernan Shipka) com visual de Chapeuzinho Vermelho, recebendo as boas-vindas do inferno – mas o orçamento só permitiu mostrar fumaça e não as chamas completas do lugar. Enfim, o vídeo serve para anunciar a data de estreia dos novos episódios. Com lançamento marcado para 24 de janeiro em streaming, o terceiro ano contará com a promoção dos atores Lachlan Watson (Susie) e Gavin Leatherwood (Nicholas) para o elenco fixo. A série já está renovada até sua Parte 4.
Crise nas Infinitas Terras: Heróis se juntam em cena inédita do crossover
A rede The CW divulgou um novo vídeo de “Crise nas Infinitas Terras”. A prévia é uma cena inédita, que reúne integrantes de todas as cinco séries que participam do megacrossover. Na trama, os heróis juntam forças para enfrentar a ameaça da destruição do multiverso – ou, pelo menos, do Arrowverso. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” vai começar a ser exibida no domingo (8/12) ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, o herói Raio Negro (Black Lightning) também vai participar da história, como demonstra o trailer. Os episódios serão acompanhados nos EUA pela exibição de um aftershow, chamado de “Crisis Aftermath”, com apresentação do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”). Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.












