The Witcher vai ganhar longa animado na Netflix
A Netflix anunciou a produção de um longa animado baseado no universo da série “The Witcher”, que foi lançada em streaming em dezembro passado. Intitulado “The Witcher: Nightmare of the Wolf”, o filme vai apresentar “uma nova ameaça ao Continente”, segundo o Twitter da plataforma. Não há outros detalhes sobre a trama. Lauren Schmidt Hissrich, a criadora e showrunner de “The Witcher”, assina a animação em parceria com Beau DeMayo, que trabalhou na 1ª temporada da série. Os atores da série também dublar a animação. A produção será animada pelo Studio Mir, produtora responsável por “Avatar: A Lenda de Korra”. Ainda não há previsão para a estreia. Toss a coin first to your faithful bard (me)💰, and then to your forthcoming animated Witcher💰 https://t.co/QrQqvKpr9a — The Witcher (@witchernetflix) January 22, 2020
Salma Hayek vai produzir série sobre o cadáver de Eva Perón
A atriz mexicana Salma Hayek (“Frida”) vai produzir uma minissérie sobre a ex-primeira dama argentina Eva Perón, que se tornou celebrada internacionalmente graças ao musical “Evita”. A grande diferença em relação à produção estrelada por Madonna é que a nova atração vai se passar após a morte de Evita. Intitulada “Santa Evita”, a atração será baseada no best-seller homônimo do escritor Tomás Eloy Martínez, que narra a intrigante história de Eva Perón depois de sua morte por câncer aos 33 anos de idade em 1952. Seu corpo foi velado por milhões de pessoas até que em 1955 a ditadura militar, que destituiu Perón do poder, sequestrou seu corpo embalsamado para que não se convertesse em objeto de culto. Reconhecida por sua luta pelos mais desfavorecidos, Evita tinha se transformado em uma figura influente na Argentina não apenas como esposa do general Perón, e por isso seu cadáver, que sofreu agressões e passou por um périplo entre Buenos Aires e o norte da Itália, assombrou literalmente a política do país por décadas. A adaptação está a cargo das autoras e atrizes argentinas Marcela Guerty e Pamela Rementería (criadoras de “O Homem da Sua Vida”, que ganhou remake brasileiro na HBO), e trará a atriz uruguaia Natalia Oreiro (“Infância Clandestina”) no papel-título, acompanhada pelo argentino Darío Grandinetti (“Vermelho Sol”) no papel do ex-presidente Juan Domingo Perón, Ernesto Alterio (“Narcos: Mexico”), Diego Velázquez (“Relatos Selvagens”) e o espanhol Francesc Orella (“Durante a Tormenta”). A série será dirigida pelo colombiano Rodrigo García (“Últimos Dias no Deserto”), filho do escritor Gabriel García Márquez, que, por curiosidade, assina os elogios publicados na capa das edições internacionais do livro. García vai dividir a direção dos episódios com o cineasta e roteirista argentino Alejandro Maci (criador da versão argentina de “Em Terapia”). Ainda não há previsão de estreia.
Piloto de série derivada rende maior audiência de Arrow na temporada
O projeto de série derivada de “Arrow” ganhou aval do público americano. Exibido como um episódio convencional da própria “Arrow”, na noite de terça-feira (21/1) nos EUA, o piloto registrou a maior audiência da 8ª e última temporada da atração – com a devida exceção do crossover “Crise nas Infinitas Terras” . O episódio foi visto ao vivo por 921 mil espectadores na rede The CW, um aumento significativo para a atração, que chegou a ser assistida por 619 mil pessoas na atual temporada. A sintonia representa a 4ª maior audiência entre as séries do canal, atrás apenas da média dos episódios de “The Flash”, “Batwoman” e “Supernatural” (que também vai acabar em 2020). Estas três são as únicas séries que atingem mais de mil telespectadores ao vivo no canal. O público também se manifestou de forma entusiasmada nas redes sociais, exigindo a confirmação da produção junto à showrunner da série. Beth Schwartz teve que pedir desculpas por não poder garantir a continuidade da história. Intitulado “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários), o piloto mostrou o encontro entre as personagens Mia Queen (Katherine McNamara), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), mais conhecidas como as Canários Negros – da Terra 2 e Terra 1. As Canários surgem no futuro (vindas de 2020) por motivos diferentes e misteriosos, e se juntam para devolver à Mia as memórias perdidas pela alteração cronológica da “Crise nas Infinitas Terras”, evitando uma tragédia que desgraçaria seu legado. A trama estabeleceu a época (2040) em que as personagens se encontram, apresentou os coadjuvantes e muitas reviravoltas, mas também deixou no ar diversos ganchos para serem explorados no spin-off, que ainda depende de aprovação dos executivos do canal para virar série. “Arrow” vai acabar na próxima semana, com o episódio intitulado “Fadeout”, que mostrará o funeral de Oliver Queen e eventos diretamente relacionados ao possível spin-off. A rede The CW deve se manifestar sobre o futuro do projeto apenas após a exibição desse capítulo.
Guerra Cultural: Séries LGBTQIA+ atacadas por Bolsonaro ficam sem verbas da Ancine
O edital público com linhas de financiamento para séries LGBTQIA+, que chegou a ser suspenso por intervenção do governo Bolsonaro e precisou de decisão judicial para ser finalizado, publicou seu resultado na terça-feira (21/1). E, sem realmente surpreender ninguém, nenhuma das quatro séries atacadas nominalmente por Bolsonaro, numa live de agosto do ano passado, foi contemplada com a verba da Ancine para sua produção. Aparentemente sem conhecimento do edital, Bolsonaro atacou os projetos de séries “Afronte”, “Transversais”, “Religare Queer” e “Sexo Reverso”, chamando-as de filmes e dizendo que não tinha cabimento produzi-las devido a seus temas, apesar do edital trazer uma linha de crédito específica para produções LGBTQIA+. “Fomos garimpar na Ancine filmes que estavam prontos para captar recurso no mercado”, disse Bolsonaro na live, passando a citar títulos e temas que considerava absurdos. “Um aqui se chama ‘Transversais”, revelou, demonstrando horror ao citar que seu tema era transexualidade. “Conseguimos abortar essa missão aqui”, acrescentou. “Outro filme aqui, ‘Sexo Reverso'”, seguiu, dizendo que o “filme” abordava sexo grupal e oral com índios, concluindo que era “um dinheiro jogado fora”. “Não tem cabimento fazer um filme com esse enredo, né?” Outro nome que ele achou ofensivo foi o do projeto baseado no curta-metragem universitário “Afronte”, de Marcus Azevedo e Bruno Victor, um docudrama sobre a realidade vivida por negros e homossexuais do Distrito Federal. “Mais um filme aí que foi para o saco”, decretou. Ele também lamentou “Religare Queer”, sobre uma “ex-freira lésbica”, que descreveu como um filme com “dez episódios”, ilustrando de forma didática o que é uma pessoa preconceituosa – aquela que ataca o que não entende. “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desses”, insistiu na famigerada live, sobre a série. “O que vai agregar?”, afirmou, considerando produções com temática LGBTQIA+ “impróprias”. “Não estou perseguindo ninguém, cada um faça o que bem entender do seu corpo para ser feliz, agora, gastar dinheiro público para fazer esse tipo de filme [sim, é uma série]…” Ao atacar as séries, Bolsonaro frisou que elas estavam prontas para captar recurso no mercado, sugerindo que estavam aprovadas e que precisou intervir para que fossem proibidas. Após esse pronunciamento, o ministro da Cidadania Osmar Terra suspendeu o edital por meio de uma portaria, ação que foi parar na Justiça. Em outubro, a 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro derrubou, em liminar, a portaria que suspendia o edital. Na decisão, a juíza Laura Bastos Carvalho afirmou que a posição do governo trazia indícios de discriminação (leia-se homofobia) e prejuízo à liberdade de expressão (censura). A União apelou e o juiz Alfredo Jara Moura, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, manteve a liminar, mandando a Ancine liberar a verba para as produções. Paralelamente, o MPF-RJ (Ministério Público Federal no Rio de Janeiro) também entrou com ação civil contra o ministro da Cidadania Osmar Terra, que assumiu a responsabilidade pela suspensão. Obrigado a cumprir o edital, o governo, porém, não contemplou nenhum dos filmes que foram alvos explícitos de ordem de censura de Bolsonaro. Censura que o ex-secretário de Cultura Roberto Alvim defendeu como “curadoria”, horas antes de publicar o polêmico vídeo em que evidenciou as “coincidências” de seus pensamentos com a ideologia nazista. “É, no mínimo, muito curioso que todos os quatro projetos que o presidente anunciou publicamente que ‘abortaria’ não estejam contemplados no edital”, disse Émerson Maranhão, diretor de “Tranversais”, ao jornal O Globo. “Ainda mais porque ele mesmo disse serem projetos prontos para captar recursos, caso ele não tivesse conseguido mandá-los ‘para o saco'”. Produtor executivo de “Transversais”, Allan Deberton completou: “É preciso deixar claro que em nenhum momento estamos dizendo que os projetos anunciados como vencedores nas categorias ‘Diversidade de Gênero’ e ‘Sexualidade’ não tenham qualidade. Apenas estranhamos a ausência de todos os projetos ‘garimpados’ por Bolsonaro na Ancine e cuja censura foi anunciada em rede social”. “Isso é uma censura associada a um crime que é a LGBTfobia”, afirmou Kiko Goifman, roteirista e produtor de “Religare Queer”, ao jornal Folha de S. Paulo. Ele afirmou que entrará na Justiça para reverter a decisão. A Ancine disse, via assessoria de imprensa, que não irá se manifestar. A EBC, co-autora do edital, buscou se isentar da decisão, dizendo que “é responsável pelas questões técnicas das produções, a partir de acordo com a Ancine. Questionamentos aos atos decisórios do processo de seleção devem ser direcionados ao órgão gestor, ou seja, à Agência Nacional do Cinema (Ancine)”. Entretanto, a comissão que determinou os contemplados tinha representante da EBC. A comissão de seleção foi composta por Leandro de Sousa Mendes (representante da Ancine), Vancarlos de Oliveira Alves (representante da EBC), Werinton Kermes (da Associação Brasileira de Canais Comunitários) e Ig Carvalho (da Associação Brasileira de Televisão Universitária). Foram contemplados, nas duas categorias, nove projetos. Na linha de “Diversidade de gênero”, entraram “Retrato Íntimo” (BA), “Desobediência de Gênero” (MT), “Destemperadas” (MT), “Tem Saída?” (RJ) e “Violadas e Segregadas” (RS), enquanto na categoria “Sexualidade” foram aprovadas “Transmutação” (PE), “Visto para amar” (TO), “Corpo a Corpo” (SP) e “Vinde Vênus” (PR). Lançado em 13 de março de 2018, o edital tinha mais 12 blocos temáticos, voltados a assuntos como “Sociedade e Meio Ambiente”, “Profissão”, “Animação Infantil” e “Qualidade de Vida”, entre outras, e selecionou mais de 70 projetos para dividir um orçamento total de quase R$ 70 milhões para a produção de séries, provenientes do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
Terry Jones (1942 – 2020)
O ator, roteirista e diretor Terry Jones, um dos membros da trupe de comédia britânica Monty Python, morreu na noite de terça (21/1) aos 77 anos. Jones lutava contra a demência desde pelo menos 2016, quando o seu filho, Bill, revelou a doença para o público. O comediante passou seus últimos anos sem conseguir falar. “Nos últimos dias, a mulher, filhos, família estendida e amigos de Terry estiveram constantemente em contato com ele. Todos nós perdemos um homem gentil, engraçado, caloroso, criativo e amoroso, cuja individualidade, intelecto e humor deram prazer a milhões durante seis décadas de carreira”, comentou a família em comunicado oficial. Nascido no País de Gales, Jones estudou na Universidade de Oxford, onde conheceu seu amigo e parceiro de longa data Michael Palin. Os dois formaram seu primeiro grupo humorístico na faculdade, o Oxford Revue, e após a formatura, estrearam juntos na TV, no programa humorístico “Twice a Fortnight”, em 1967. Dois anos depois, eles criaram “The Complete and Utter History of Britain”, que apresentava feitos históricos do passado distante como se existisse reportagem televisiva na época. No programa seguinte, “Do Not Adjust Your Set”, eles encontraram Eric Idle, que havia atuado ao lado de John Cleese e Graham Chapman no clube teatral da Universidade de Cambridge. Os cinco – junto com Terry Gilliam, que Cleese conhecera em Nova York – decidiram juntar seus talentos em um novo humorístico, o “Monty Python Flying Circus”, que foi transmitido pela BBC durante quatro temporadas, entre 1969 e 1974. O programa revolucionou a comédia britânica, a ponto de seus integrantes serem considerados os Beatles do humor – e os próprios Beatles eram fãs assumidos. Por suas inciativas inovadoras, Jones seria o equivalente ao John Lennon do grupo. Entre suas performances mais famosas da série, ele viveu um cardeal inapto da Inquisição Espanhola, um membro do Hell’s Grannies, um grupo de mulheres idosas que aterrorizam as ruas de Londres, um garçom francês excessivamente apologético e um pianista nu que frequentemente aparecia em cenas usadas para separar blocos humorísticos, mas principalmente por suas representações de donas-de-casa de meia-idade, muitas vezes com vozes histericamente falsas, marca que ele levou ao cinema ao interpretar a mãe de Brian, em “A Vida de Brian” (1979), que também dirigiu. Mais talentoso dos Python para organizar esquetes, Jones virou, ao lado de Terry Gilliam, o diretor oficial dos filmes do grupo após o fim do programa televisivo. Em “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado” (1975), também interpretou, entre outros papéis, Sir Bedevere, o Sábio, o Príncipe Herbert (“Pai, eu só quero cantar!”) e um membro dos temidos Cavaleiros que dizem “Ni”. Ele assumiu sozinho a direção de “A Vida de Brian”, considerado um dos filmes ingleses mais engraçados de todos os tempos, após Gilliam concordar que sua abordagem era mais adequada ao estilo de apresentação do grupo, mas os dois voltaram a trabalhar juntos em “O Sentido da Vida” (1983), último longa de ficção da trupe. Após a separação dos Pythons, Jones continuou dirigindo filmes, como as comédias “Serviços Íntimos” (1987), “As Aventuras de Erik, o Viking” (1989) e “Amigos para Sempre” (1996). Também trabalhou como roteirista, criando “Labirinto, a Magia do Tempo” (1986), fantasia estrelada por David Bowie, e “Ferocidade Máxima” (1995), divertida comédia em que reviveu a parceria com John Cleese, além de ter criado vários programas televisivos e iniciado uma carreira paralela como escritor. Ele publicou 20 romances de ficção infanto-juvenil e ainda se tornou um autor reconhecido de livros sobre a Idade Média. Esta parte mais séria de sua carreira levou-o a apresentar diversos programas documentais sobre o período medieval, que frequentemente ofereciam uma visão alternativa da época. Inclusive, chegou a ser indicado ao Emmy em 2004 por “Medieval Lives”, em que argumentava que a Idade Média foi um período muito mais sofisticado do que a maioria acredita. Nos últimos anos, retomou as parcerias clássicas com os Python, dirigindo o filme “Absolutamente Impossível” (2015), primeiro longa a reunir todos os membros (ainda vivos) dos Python desde “O Sentido da Vida”, e juntando-se a seus colegas no palco para um retorno que virou a despedida do grupo, durante a curta turnê de humor “Monty Python Live (Mostly)”, realizada em Londres em 2014. Ele também dirigiu e dublou a animação “Boom Bust Boom” (2015) e deixou gravada sua participação em “The Land of Sometimes”, uma fantasia animada ainda inédita, que também traz as vozes de Ewan McGregor e Helena Bonham-Carter, num esforço derradeiro que virou seu papel final, enfrentando a doença que primeiro tirou sua fala e por fim sua vida.
Família real britânica vai virar série animada na HBO Max
A HBO Max, vindouro serviço de streaming da WarnerMedia, anunciou a produção de uma série de comédia animada sobre a família real britânica. O projeto está sendo desenvolvido por Gary Janetti, produtor da animação para adultos “Uma Família da Pesada” (Family Guy). A inspiração vem do perfil do Instagram de Janetti, que faz memes com príncipe George, o primogênito de William e terceiro na fila sucessória, rindo de notícias sobre a família real. George, aliás, será o narrador da animação. Diz a sinopse: “Antes que George possa mandar na Grã-Bretanha, ele vai ditar as regras na comédia de Janetti, dando seu ponto de vista sobre como é a infância do futuro rei da Inglaterra. Como sua sucessão não vai chegar tão cedo, a cada episódio George vai descobrir os caminhos da vida de um príncipe em tempos modernos – dos 775 quartos do Palácio de Buckingham ao mar de corgis da família, até a escola com plebeus.” O próprio Janetti vai dublar George. O elenco ainda inclui Orlando Bloom (“The Hobbit”) como a voz do príncipe Harry, Iwan Rheon (o Ramsay Bolton de “Game of Thrones”) como o príncipe William, Frances De La Tour (de “Harry Potter”) no papel da rainha Elizabeth II, Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) em dupla jornada, como os príncipes Philip e Charles, sem esquecer das personagens femininas mais importantes, a “moderna tia Meghan”, dublada por Condola Rashad (“Billions”), e a mamãe Kate Middleton, com a voz de Lucy Punch (“Professora Sem Classe”). A trama não estaria completa sem um mordomo culpado, que terá voz de Alan Cumming (“Instinct”). A série, chamada “The Prince” (O príncipe, em tradução literal), ainda não tem previsão de estreia. Já a HBO Max será inaugurada em maio nos EUA e, por enquanto, não há expectativa para seu lançamento no Brasil.
I Am Not Okay with This: Série teen com astros de It – A Coisa ganha imagens e data de estreia
A Netflix divulgou 12 fotos e o pôster de “I Am Not Okay with This”, série teen estrelada por Sophia Lillis e Wyatt Oleff (a Beverly e o Stanley de “It: A Coisa”), que adapta os quadrinhos homônimos de Charles Forsman (mesmo autor de “The End of the F***ing World”). O cartaz também revela que produção chega na plataforma em 26 de fevereiro. Lillis tem o papel principal como Sydney, uma garota que está tentando passar pelo ensino médio enquanto lida com as complexidades de sua família, suas dúvidas sobre sexualidade e misteriosos superpoderes que começa a desenvolver. O elenco ainda inclui os jovens atores Sofia Bryant (“The Good Wife”), Kathleen Rose Perkins (“You’re the Worst”), Aidan Wijtak-Hissong (“Falling Water”) e Richard Ellis (“Veronica Mars”). A série terá oito episódios de meia hora em sua 1ª temporada, com direção de Jonathan Entwistle e roteiros de Christy Hall, que também comandam a adaptação de “The End of the F***ing World” e voltaram a unir forças em torno da nova adaptação de quadrinhos de Forsman.
Altered Carbon: Teaser anuncia data de estreia de 2ª temporada
A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de “Altered Carbon” para anunciar a data de estreia dos novos episódios. A 2ª temporada, que será estrelada por Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”), chegará ao serviço de streaming em 27 de fevereiro. Graças à premissa da sci-fi, os novos episódios não terão dificuldades em explicar a troca de intérprete do personagem principal. Vivido pelo ator sueco Joel Kinnaman (que entrou em “Hannah”) na 1ª temporada, Takeshi Kovacks será agora interpretado por Mackie. O personagem, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “Falling Water”) em flashbacks da temporada inaugural, que explicam como a mesma pessoa pode aparecer com aparências tão diferentes. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. Apesar da troca do protagonista, os coadjuvantes Renée Elise Goldsberry e Chris Conner vão continuar a interpretar seus personagens, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Além de Mackie, as novidades incluem Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). Your re-sleeving is now complete. 2.27.20. #AlteredCarbon pic.twitter.com/h4VtaCp6Wh — Altered Carbon (@AltCarb) January 21, 2020
Netflix mexe nos números para afirmar que The Witcher e Esquadrão 6 quebraram recordes de audiência
A série “The Witcher”, estrelada por Henry Cavill, e o filme “Esquadrão 6”, com Ryan Reynolds, teriam quebrado recordes de audiência da Netflix, segundo informação da própria plataforma. A companhia revelou o desempenho de seu último trimestre num relatório apresentado nesta terça-feira (21/1) para investidores. E ao abordar o conteúdo que justificaria seu crescimento no período, presentou números impressionantes, que jamais tinha atingido anteriormente. Para começar, o relatório afirma que 76 milhões de famílias assistiram à 1ª temporada de “The Witcher” nas primeiras quatro semanas de sua lançamento. Isso indica que 46% dos assinantes da Netflix em todo o mundo assistiram a atração, que estreou em 20 de dezembro e já se encontra renovada para sua 2ª temporada, transformando “The Witcher” na série mais vista da plataforma em todos os tempos. “Esquadrão 6”, dirigido por Michael Bay e lançado em 13 de dezembro, teria conquistado ainda mais público, visto por 83 milhões, praticamente metade do total de 167 milhões de assinantes do serviço no planeta, durante suas primeiras quatro semanas. Entretanto, estes números embutem uma pegadinha. Ao expor os recordes, a Netflix também anunciou ter mudado a maneira como realiza sua medição. E, graças à essa alteração, os resultados foram assumidamente inflados. Segundo a Netflix, uma série agora é considerada vista se alguém “escolher assistir pelo menos 2 minutos” de um episódio, “tempo suficiente para indicar que a escolha foi intencional”. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída. Vale lembrar que dois minutos é a duração de um trailer. A justificativa dada para a mudança foi o aumento na oferta de “títulos com durações muito variadas — desde episódios curtos (por exemplo, especiais com cerca de 15 minutos) até filmes muito longos” – como “O Irlandês”, de 3h30. Por isso, diz a Netflix: “acreditamos que reportar que famílias assistem a um título com base em 70% de um único episódio de uma série ou de um filme inteiro, o que estávamos fazendo, faz menos sentido. Agora estamos relatando famílias (contas) que optaram por assistir a um determinado título.” A própria Netflix assume que a nova métrica gera resultados cerca de 35% mais altos que a métrica anterior. Por exemplo, 45 milhões de assinantes “optaram por assistir” à minissérie “Nosso Planeta” – isto é, viram dois minutos de toda a produção. Enquanto que, na metodologia anterior, a visualização da produção era de 33 milhões – de pessoas que viram 70% de um episódio da série. Com esta distorção, todas as produções registraram aumento de audiência. “Você”, por exemplo, foi visto por 54 milhões de contas em sua 2ª temporada. O thriller psicológico “se originou na TV dos EUA com um público modesto”, observou a Netflix. A nova métrica é parecida com os critérios de visualizações dos vídeos do YouTube, que consideram, em sua audiência, apenas uma pequena parte do tempo de exibição de um determinado conteúdo. Mas vale observar que a maioria dos vídeos do YouTube não passam dos 4 minutos de duração – assim, 2 minutos de um clipe ou trailer podem representar 50% ou mais de toda sua visualização. O critério recém-adotado também deixa a medição da Netflix completamente distante dos relatórios de audiência da TV tradicional. Não é à toa que a Netflix pode afirmar, com certeza, que uma série “com um público modesto” na TV tem muito mais audiência em sua plataforma. Sempre terá, a não ser que seja um fracasso retumbante. O fato é que a Netflix tornou impossível a comparação dos resultados de sua audiência com as medições de outros veículos. Assim sendo, os raros números de visualizações divulgados pela empresa só servem mesmo de parâmetro para ela própria. Ninguém sabe realmente qual foi a audiência real de “The Witcher”, que deve ter sido alta, em comparação com outras produções de medição inflada da Netflix. Mas provavelmente muito menor que “Game of Thrones”, “The Walking Dead” e outros sucessos da TV convencional.
Falcão e o Soldado Invernal: Fotos flagram Agente Americano com o escudo do Capitão América
Novas fotos de bastidores da série “Falcão e o Soldado Invernal” flagraram um importante desenvolvimento da produção da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Paparazzi do site Page Six, versão online da coluna de fofocas do New York Post, flagraram a primeira aparição de Wyatt Russell (“Operação Overlord”) no set. Em cinco das seis fotos, que podem ser vistas abaixo, ele aparece com o uniforme do personagem de quadrinhos Agente Americano (U.S. Agent), segurando o escudo do Capitão América. Também há um registro que o mostra sem máscara, em trajes militares e com o braço que segurava o escudo numa tipoia. A aparição do escudo em suas mãos parece indicar como o a série vai continuar a história de “Vingadores: Ultimato”. Ao anunciar sua aposentadoria, Steve Rogers (Chris Evans), deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). As fotos indicam que sua vontade não foi respeitada. A presença do Agente Americano deve envolver ainda uma disputa pelo título de novo Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, o personagem, cuja identidade secreta é John Walker, foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, ele adotou o nome de Agente Americano, ganhando novo status após Rogers recuperar seu escudo e uniforme, e chegou até a integrar os Vingadores nas publicações da Marvel. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A previsão de lançamento na Disney+ (Disney Plus) é para o segundo semestre de 2020.
Fotos do final de Arrow revelam funeral, reencontros e reflexos da Crise nas Infinitas Terras
A rede The CW divulgou as fotos do último capítulo de “Arrow”, que vai ao ar na semana que vem nos EUA. As imagens mostram um elenco grandioso reunido para a despedida da série, que, pelo conteúdo das fotos, será marcada pelo funeral de Oliver Queen/Arqueiro Verde (Stephen Amell). Além das participações especiais, as imagens também refletem consequências do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A mudança mais visível do pós-“Crise” é a presença de Moira Queen (Susanna Thompson). Assassinada na 2ª temporada, ela aparece de luto, ao lado da filha Thea (Willa Holland) e do neto que não conhecia, William (novamente vivido por Jack Moore e não por sua versão adulta do futuro), enquanto é observada pela filha rancorosa de seu marido, Emiko Queen (Sea Shimooka). Outro encontro inesperado acontece entre Felicity (Emily Bett Rickards) e sua filha do futuro Mia (Katherine McNamara). E é especialmente curioso que Mia apareça em sua forma adulta de 2040, enquanto William é representado por sua versão adolescente de 2020. As imagens revelam ainda o retorno de Rory/Retalho (Joe Dinicol), que havia deixado a série na 5ª temporada, e o novo visual de Roy/Arsenal (Colton Haynes), agora portando um braço mecânico e tendo uma conversa definitiva com sua ex, Thea. Em clima de despedida, há até uma reunião do Team Arrow, com Roy Harper, Laurel Lance/Sereia Negra (Katie Cassidy), Lyla Michaels (Audrey Marie Anderson), Rory Reagan, Felicity, John Diggle (David Ramsey), Curtis Holt/Senhor Incrível (Echo Kellum), Rene Ramirez/Cão Raivoso (Rick Gonzalez), Thea e Dinah Drake/Canário Negro (Juliana Harkavy). Menos, claro, Oliver. Para completar, Barry Allen/Flash (Grant Gustin) e Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz) continuam em ritmo de crossover, estendendo sua participação em “Arrow” após “Crise nas Infinitas Terras” para prestar as últimas homenagens a Oliver. Intitulado “Fadeout”, o episódio que conclui “Arrow” vai ao ar no dia 28 de janeiro nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Locke & Key: Vídeo legendado destaca quadrinhos que inspiram a nova série da Netflix
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado da série “Locke & Key”, que aborda a origem da história nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. O vídeo mostra artes e depoimentos dos autores dos quadrinhos e dos produtores da atração, explicando o processo de adaptação. Mas cita apenas rapidamente que “‘Locke & Key’ teve um longo caminho até chegar às telas”. Na verdade, a estreia sobreviveu a praticamente uma maldição, que por anos a impediu de ser aprovada. A atual versão é a terceira configuração da produção, que, antes de ganhar sinal verde da Netflix, teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. A estreia, em fevereiro, vai marcar o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”), mas rejeitou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi mantido nessa terceira versão. Além dele, o elenco inclui Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. A 1ª temporada tem 10 episódios, que serão lançados em 7 de fevereiro.
Star Trek: Picard ganha pôsteres de personagens e novo trailer com cenas inéditas
A plataforma americana CBS All Access divulgou uma coleção de pôsteres de personagens e o novo trailer de “Star Trek: Picard”. As cenas inéditas mostram personagens conhecidos dos fãs do universo “Star Trek” – como Data e Sete de Nove – e o desejo do protagonista, interpretado por Patrick Stewart, de retornar à ativa para mais uma missão. A série, que foi renovada antes da estreia, vai reencontrar o ex-capitão da Enterprise Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) após quase duas décadas – sua última aparição foi no filme “Jornada Nas Estrelas: Nêmesis” (2002). Aposentado, ele é trazido de volta à ação por um pedido de ajuda de uma jovem em perigo (vivida por Isa Briones, de “Ladrões”), que chama sua atenção para uma grande ameaça. Sem contar com apoio ou consideração da Federação, Picard decide juntar uma equipe de voluntários, entre renegados e velhos conhecidos, para uma nova missão. Mas não sem antes consultar/despedir-se de seus antigos companheiros de tripulação, o que também vai permitir aos fãs descobrirem o destino dos demais personagens da série clássica “Star Trek: Nova Geração”. A novíssima geração de tripulantes de “Picard”, por sua vez, será formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), além de incluir Jeri Ryan, que retoma o papel da borg Sete de Nove (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A equipe de produção destaca Michael Chabon (roteirista de “John Carter”) como showrunner, sob supervisão executiva de Alex Kurtzman, que conduz a saga espacial desde o filme “Star Trek” (2009) e é o chefão da franquia. “Star Trek: Picard” é uma produção original da CBS All Access, mas será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video, a partir de 24 de janeiro de 2020 – um dia depois da estreia nos Estados Unidos.











