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Série

Nova Avatar é caçada no trailer de “Avatar: Os Sete Refúgios”

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Série

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23 de julho de 2026
  • Série

    Chay Suede aparece com visual de Ayrton Senna e dispara especulações sobre série

    9 de novembro de 2020 /

    O ator Chay Suede publicou uma foto casual em suas redes sociais que sugere que ele será o protagonista da minissérie sobre Ayrton Sena, atualmente em desenvolvimento na Netflix. Boatos sobre sua escalação já circulam há algum tempo e agora ele se clicou, ao sair da academia de ginástica, usando um boné do antigo banco Nacional e cabelos mais compridos, num visual muito parecido com o do ídolo do automobilismo. O boné, por sinal, é exatamente igual ao que Ayrton Senna usava – e que não é mais fabricado há pelo menos 25 anos. A foto sumiu rapidamente das redes do ator, mas não antes de se espalhar pela internet. Chay Suede, que já foi Erasmo Carlos na cinebiografia “Minha Fama de Mau” (2019), não confirma que vai estrelar a série, mas também não nega. A minissérie foi oficialmente anunciada em setembro, mas só deve ser lançada em 2022 devido à complexa produção, com locações internacionais. Terá oito episódios ao todo e conta com a participação ativa da família do campeão mundial de Fórmula 1, que morreu em 1994 numa pista de corrida, depois de um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino.

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  • Série

    Desalma vai gravar 2ª temporada no começo de 2021

    9 de novembro de 2020 /

    A Globo ainda não oficializou, mas o sucesso em streaming é tanto que “Desalma” já teria garantido 2ª temporada. Mais que isso, o retorno às gravações já estariam com data marcada. De acordo com o colunista Fefito, os produtores pediram ao elenco que deixassem a agenda aberta a partir do fim de janeiro. Para as gravações, todos os atores devem estar disponíveis para viajar novamente para o sul do país, onde ficarão por dois meses. São esperadas as voltas de Claudia Abreu, Ismael Caneppele, Cássia Kis e Camila Botelho, mas a trama deve sofrer algumas baixas por programar um retorno tão rápido aos trabalhos. Alexandra Richter, por exemplo, já estava comprometido com outros trabalhos no período. Ela teve uma rápida participação como uma freira enigmática na primeira leva de episódios, e não está claro se sua personagem será abandonada ou sofrerá troca de intérprete. De todo modo, a data exata da produção só devem ser anunciada após a finalização e aprovação dos roteiros. Ainda segundo Fefito, a autora Ana Paula Maia está bastante avançada na história, que incluirá novos personagens em Brígida, cidade fictícia onde a trama é ambientada. A previsão é que a 2ª temporada de “Desalma” estreia no final de 2021.

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  • Etc,  Série

    Bert Belasco (1982 – 2020)

    9 de novembro de 2020 /

    O ator Bert Belasco, mais conhecido por seus papéis nas séries “Let’s Stay Together” e “Pitch”, foi encontrado morto no domingo (8/11) em um hotel na Virgínia aos 38 anos. Os funcionários do hotel o acharam já falecido com sangue nos lençóis, de acordo com o site TMZ. O ator estava na Virgínia para um filme que iria estrelar. A família aguarda os resultados da autópsia antes de anunciar a causa oficial da morte, mas haveria sinais de que o ator morreu de aneurisma, assim como aconteceu recentemente com Tom Veiga, o intérprete do Louro José. Em “Let’s Stay Together”, Belasco viveu Charles, formando com a atriz Nadine Ellis o casal principal que batizava a atração. A série durou quatro temporadas no canal pago americano BET, entre 2011 e 2014. Ele também participou do elenco de “Pitch” em 2016 e “I’m Dying Up Here” em 2018, além de ter feito diversas aparições em episódios de séries como “The Mick”, “Key and Peele”, “House”, “NCIS: New Orleans”, “Justified”, “Superstore” e muitas mais.

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  • Etc,  Série

    Ken Spears (1938 – 2020)

    9 de novembro de 2020 /

    O veterano roteirista-produtor Ken Spears, co-criador do adorado personagem “Scooby-Doo” com o também recentemente falecido Joe Ruby, morreu na sexta-feira (6/11) aos 82 anos, de complicações relacionadas à demência corporal de Lewy. “Ken será para sempre lembrado por sua inteligência, sua narrativa, sua lealdade à família e sua forte ética de trabalho”, diz seu filho, Kevin Spears. “Ele não deixou só uma impressão duradoura em sua família, mas tocou a vida de muitos como co-criador de ‘Scooby-Doo’. Ken tem sido um modelo para nós ao longo de sua vida e ele continuará a viver em nossos corações”. Nascido Charles Kenneth Spears em 12 de março de 1938, o artista cresceu em Los Angeles, Califórnia, onde se tornou amigo do filho do produtor de animação William Hanna. Spears foi posteriormente contratada na empresa de Hanna, a famosa Hanna-Barbera Productions em 1959 como editor de som. Enquanto trabalhava no departamento de edição, conheceu Joe Ruby, e os dois iniciaram uma parceria frutífera como autores de diversas histórias de desenhos clássicos. Juntos, eles escreveram episódios e criaram personagens para a Hanna-Barbera, Sid e Marty Krofft Television Productions e DePatie-Freleng Enterprises. Spears e Ruby criaram séries clássicas como “Scooby-Doo, Cadê Você!”, “Dinamite, o Bionicão”, “Capitão Caverna e as Panterinhas” e “Tutubarão” para a Hanna-Barbera, além de “Os Caretas”, “Os Cometas” e “Missão Quase Imprevisível” para a DePatie-Freleng. Além disso, Spears também foi consultor da adaptação animada de “Planeta dos Macacos”, que virou um desenho cultuado pelos fãs dos filmes em 1974. Os desenhos da dupla fizeram tanto sucesso que Fred Silverman, presidente de programação infantil da CBS, contratou-os no início dos anos 1970 para supervisionar a programação infantil das manhãs de sábado do canal, e quando Silverman se mudou para a ABC, levou-os juntos. Em 1977, Spears e Ruby criaram seu próprio estúdio, Ruby-Spears Productions, pelo qual produziram várias séries de animação, incluindo “Superman”, “Alvin e os Esquilos”, “Bicudo, o Lobisomem”, “Mister T”, “O Homem Elástico” e “Thundarr, o Bárbaro”, entre outros. Em 1981, a Ruby-Spears Productions foi comprada pela Taft Entertainment, a empresa-mãe da Hanna-Barbera, e dez anos depois o catálogo foi vendido, junto com a Hanna-Barbera, para a Turner Broadcasting, que atualmente integra a WarnerMedia. Spears morreu pouco mais de dois meses após seu grande parceiro Ruby, falecido em 26 de agosto passado.

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  • Série

    Gillian Anderson só entrou em The Crown após traçar limites com o namorado – que é criador da série

    8 de novembro de 2020 /

    Em entrevista para a revista Harper’s Bazaar, a atriz Gillian Anderson contou que só aceitou participar da 4ª temporada de “The Crown” após uma conversa séria que estabeleceu limites para a convivência com seu parceiro de vida desde 2016, que por acaso é o criador da série de sucesso, Peter Morgan. “Para nossa própria sanidade e, na verdade, para o benefício do relacionamento, estabelecemos limites muito claros”, disse Anderson à publicação, ponderando porque aceitou viver a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher na produção da Netflix. Ela contou que o casal estabeleceu uma regra muito simples. “Não vou comentar sobre o roteiro, mas você não tem permissão para comentar sobre a atuação!”, explicou Anderson. “Sou muito boa em compartimentar minha vida, ponto final”, ela continuou. “Acho que aprendi isso muito jovem, sendo uma jovem mãe em uma série de TV realmente intensa [‘Arquivo X’], em que eu me alternava entre me dedicar totalmente no set e voltar ao meu trailer, fechar a porta e ser uma mãe. ” Para Anderson, que é mãe de três filhos – Piper, 26, Oscar, 14, e Felix, 12 – essa regra também se aplica à sua interpretação de Thatcher, que foi apelidada de “A Dama de Ferro” por causa de seu governo duro e muitas vezes impopular. Para viver a personagem, Anderson disse que primeiro teve que deixar suas próprias opiniões pessoais sobre Thatcher de lado para encontrar um ponto em comum, exatamente como uma mãe. O resultado, diz Anderson, é que seu retrato reflete “ela como um ser humano” e apresenta suas motivações “como política e como mãe”. Ela diz que, na vida real, é o oposto de Thatcher e se abstém de fazer comentários políticos em seu dia-a-dia, inclusive nas redes sociais, porque não se vê nesse papel. “Sou uma atriz, não sou uma política, não sou uma assistente social.” Além de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como Thatcher, a 4ª temporada destaca Emma Corrin (“Pennyworth”) no papel da princesa Diana e reúne pela última vez Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip, Josh O’Connor (“Emma.”) como o príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, antes de uma terceira troca de elenco, prevista para encerrar a série em mais dois anos de produção. A estreia dos novos episódios está marcada para o próximo domingo, dia 15 de novembro.

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  • Série

    Trailer das novas temporadas de Chicago Med, Chicago PD e Chicago Fire reflete a pandemia

    8 de novembro de 2020 /

    A rede NBC divulgou os pôsteres e o novo trailer de sua franquia “One Chicago”, exibindo cenas das estreias das próximas temporadas das séries “Chicago Med”, “Chicago PD” e “Chicago Fire”. O vídeo mostra os personagens envolvidos na luta contra a covid-19, repercutindo o slogan: “juntos somos mais fortes”. Quem dá o tom motivacional da prévia é o personagem Wallace Boden (Eamonn Walker), chefe do batalhão de bombeiros, que discursa que “quando esta comunidade se machuca, quando ela estende a mão, nós a colocamos de pé. E respondemos”. O episódio trará um grande incêndio, investigações policiais, racismo, resgates, situações médicas críticas e, para aumentar toda a confusão, tudo isso acontece durante a chegada da pandemia de coronavírus, que aumenta os riscos de todas as ações. As séries serão exibidas em sequência na quarta-feira (11/11) nos EUA, começando com a 6ª temporada de “Chicago Med”, que lidará mais diretamente com a pandemia, seguida pela 9ª temporada de “Chicago Fire” e a 8ª de “Chicago PD”. As três séries produzidas por Dick Wolf são transmitidas no Brasil pelo canal pago Universal.

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  • Série

    Luca Guadagnino negocia dirigir minissérie baseada em Retorno a Brideshead

    8 de novembro de 2020 /

    A BBC está negociando com Luca Guadagnino para que o cineasta de “Me Chame por Seu Nome” dirija sua segunda minissérie. A rede pública britânica quer que o italiano, recém-saído dos oitos episódios de “We Are Who We Are” na HBO, assuma a frente de uma nova adaptação do clássico romance “Brideshead Revisited”. Segundo o site Deadline, a negociação já se estende por dois anos, mas finalmente o acordo estaria prestes a ser concluído, devido às incertezas do mercado para projetos de cinema durante a pandemia. A produtora Mammoth está a frente do projeto e contatos com o elenco também estão em andamento. O jornal britânico Daily Mail citou alguns nomes envolvidos. São astros de Hollywood, como Ralph Fiennes, Cate Blanchett, Andrew Garfield, Rooney Mara e Joe Alwyn. A Mammoth também negocia parcerias com canais americanos – a HBO é favorita – para materializar o grande orçamento necessário para juntar estes astros e o cineasta renomado na adaptação da obra de Evelyn Waugh. Apesar de já ter sido transformado em minissérie anteriormente, o romance de 1945 só ganhou adaptação da BBC para o cinema. A versão televisiva foi produzida pela ITV em 1981, com Jeremy Irons num desempenho memorável como o protagonista Charles Ryder. A atração de 11 episódios ganhou exibição no Brasil com o título de “Memórias de Brideshead”. Já a versão em longa-metragem foi produzida pela BBC Films em 2008, com Matthew Goode, Ben Whishaw, Hailey Atwell e Emma Thompson, e com o título nacional de “Brideshead: Desejo e Poder”. Por sinal, é interessante reparar que os dois intérpretes de Ryder, Matthew Goode e Jeremy Irons, também compartilharam outro papel na carreira, como Ozymandias/Adrian Veidt em “Watchmen” – respectivamente, no filme de 2009 e na série de 2019. A nova versão traria Andrew Garfield (o Homem-Aranha de “O Espetacular Homem-Aranha”) no papel. “Brideshead Revisited” narra a história de Ryder e sua amizade com uma família aristocrática, os Flytes, que vivem no campo, no palaciano Castelo de Brideshead. Ryder viaja a Brideshead a convite de Sebastian Flyte, seu melhor amigo na Universidade de Oxford, e logo ao chegar se encanta com a irmã do rapaz, Julia Flyte. A relação se torna um triângulo ao longo de uma trama que explora temas de nostalgia aristocrática, catolicismo e homossexualidade. Veja abaixo os trailers das adaptações anteriores, que, apesar de terem o mesmo nome em inglês, chegaram ao Brasil com títulos diferentes até do lançamento literário, disponível nas livrarias brasileiras como “Retorno a Brideshead”.

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    O Jovem Wallander é renovada para 2ª temporada

    7 de novembro de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação do drama europeu “O Jovem Wallander” (Young Wallander) para sua 2ª temporada. O detetive criado por Henning Mankell (1948–2015) numa coleção de romances policiais já tinha ganhado uma série sueca (2005-2013) estrelada por Krister Henriksson (“The Fall”) e uma atração britânica (2008–2016) com Kenneth Branagh (“O Assassinato no Expresso do Oriente”) no papel principal, antes da Netflix produzir sua versão. A adaptação de streaming estreou em setembro como o ator sueco Adam Pålsson (“Avenue 5”) como uma versão bem mais jovem do detetive Kurt Wallander. A série não é um prólogo, mas uma releitura moderna do personagem, com Kurt Wallander navegando no ambiente violento da Suécia atual. Na 1ª temporada, ao não conseguir salvar um adolescente de um ataque horrível, Wallander teve que aprender a lidar com sua culpa para solucionar o crime. A 1ª temporada foi escrita por Ben Harris, que assina a maioria dos episódios da recente “Devils”, dirigida por Ole Endresen (“Bulletproof”) e Jens Jonsson (“A Espiã”), e coproduzida por Berna Levin (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”) para a produtora sueca Yellow Bird. Os parceiros de Harris em “Devils”, Chris Lunt e Michael A. Walker, vão ajudar a escrever a 2ª temporada, que deve ir ao ar em 2021. Veja abaixo o trailer original da produção.

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    Geoffrey Palmer (1927 – 2020)

    7 de novembro de 2020 /

    O ator britânico Geoffrey Palmer, conhecido pela longa série “As Time Goes By”, exibida de 1992 a 2005 na rede BBC, morreu na quinta-feira (5/11) em sua casa, enquanto dormia, aos 93 anos. Ele começou a carreira como coadjuvante de séries britânicas em 1955, interpretando personagens severos, geralmente figuras de autoridade e representantes de retidão moral, mas só foi ganhar proeminência no Reino Unido a partir dos anos 1970, graças a três produções de comédia bastante populares. Além de “As Time Goes By”, elas incluem “The Fall and Rise of Reginald Perrin” (1976-1979) e “Butterflies” (1978-1983). Esta última chegou a ganhar um especial de reencontro em 2000. Palmer estrelou sua série mais duradoura, “As Time Goes By”, ao lado de Judi Dench, e os dois chegaram a contracenar no cinema durante a auge da produção, em “007 – O Amanhã Nunca Morre” e “Sua Majestade, Mrs. Brown”, filmes que fizeram sucesso em 1997, época da 6ª temporada da atração da BBC. O ator também apareceu em várias outras séries icônicas, como os thrillers de ação “O Santo” e “Os Vingadores” nos anos 1960, além de “Colditz”, “Fawlty Towers” e “Doctor Who” nos 1970. Recentemente, voltou a aparecer em “Doctor Who”, como um novo personagem em 2007, e ainda pôde ser visto em “Ashes to Ashes” e “Rev.”. No cinema, seus papéis notáveis incluem participações em “Um Homem de Sorte” (1973), “O Cônsul Honorário” (1983), “Um Peixe Chamado Wanda” (1988), “As Loucuras do Rei George” (1994), “Anna e o Rei” (1999), “A Pantera Cor de Rosa 2” (2009), “W.E.: O Romance do Século” (2011) e “As Aventuras de Paddington” (2014). Sua último trabalho foi em “An Unquiet Life”, cinebiografia do escritor Roald Dahl, atualmente em pós-produção.

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    Star Trek introduz romance do futuro entre personagens trans e não binário

    7 de novembro de 2020 /

    Conhecida por seu pioneirismo em representatividade e inclusão desde os anos 1960, a franquia futurista “Star Trek” materializou seu primeiro casal formado por personagens não-binário e transexual. O episódio desta semana da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, intitulado “Forget Me Not”, trouxe à tona a história da nova tripulante Adira, vivida por Blu Del Barrio, com a revelação de seu relacionamento com o falecido namorado Gray Tal, vivido por Ian Alexander, que os fãs de “The OA” devem lembrar pelo papel de Buck Vu. O detalhe é que os intérpretes se identificam exatamente como os personagens, como não binário (sem identidade sexual definida) e transexual (com identidade definida após transição sexual). Disponibilizado no Brasil pela Netflix na sexta (6/11), o episódio se focou na busca das memórias perdidas de Adira e levou a nave Discovery ao planeta da raça Trill, considerada uma metáfora para a transexualidade desde que foi introduzida na franquia nos anos 1990 – em episódios de “Star Trek: A Nova Geração” e principalmente “Star Trek: Deep Space Nine”. Numa aventura que também serviu de alegoria para a aceitação dos diferentes, Adira se apresentou como a primeira pessoa humana capaz de carregar o simbionte que até então apenas os Trills eram capazes de compartilhar. Tudo graças a seu amor por Gray, que morreu em seus braços logo após receber o simbionte conhecido como Tal. Mas este não foi o fim de seu romance. Ao recuperar as memórias dos antigos hospedeiros de Tal, numa cerimônia nas grutas de Trill, a rebatizada Adira Tal retorna à Discovery sofrendo um efeito colateral inesperado, que ela esconde dos demais tripulantes: a capacidade de ver, ouvir e interagir com Gray. Em entrevista à revista Variety, o produtor executivo Alex Kurtzman disse que esta história está longe de terminar, e que Del Barrio e Alexander permanecerão na série na 4ª temporada – que recentemente iniciou sua produção em Toronto, no Canadá. “É uma longa história com eles”, garantiu Kurtzman. O produtor acrescentou que a vontade de expandir a representação da identidade de gênero no programa também coincidiu com o desejo dos roteiristas de contar “uma grande história de amor” na 3ª temporada, e as duas ideias se fundiram. “Parecia uma maneira muito interessante de fazer isso”, diz ele. Tanto Del Barrio quanto Alexander são creditados como cocriadores dos personagens. Sem roteiristas trans na equipe, os responsáveis pelas histórias pediram ajuda aos intérpretes para escolher como eles gostariam de ver os personagens retratados, desde a escolha do pronome feminino para Adira, porque Del Barrio disse que foi assim que se identificou antes de se assumir não binária – o que só ocorreu após sua escalação para o papel – até a ausência de detalhes sobre o fato de que Gray passou por uma transição sexual. “Eu acho que absolutamente deveriam haver personagens trans que simplesmente existem, e eles não precisam necessariamente se explicar ou aparecer como trans para o público”, disse Alexander para a Variety.

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    Globo vai exibir The Mandalorian na TV aberta

    7 de novembro de 2020 /

    A parceria entre Disney e Globo é maior que o acordo para oferecer um combo de assinaturas dos seus serviços de streaming, Disney+ (Disney Plus) e Globoplay. A emissora brasileira vai exibir na TV aberta “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars” e maior sucesso da Disney+ (Disney Plus), horas antes do lançamento da plataforma americana no país. A informação consta do site do Ministério da Justiça, na lista de informações sobre classificação etária dos próximos programas da TV brasileira. Pelo menos um episódio será exibido no horário de filmes do Tela Quente, na segunda-feira, dia 16 de novembro. O Disney+ (Disney Plus) chega ao Brasil na terça, dia 17. No dia 17, o canal Fox (que agora é da Disney) também fará uma exibição especial da série, apresentando os dois primeiros episódios completos na TV paga. Vencedora de 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo o troféu de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento, a série acompanha um caçador de recompensas solitário, que decide trair seu empregador após receber a encomenda de resgatar um pacote. Ao descobrir que se trata de uma criança, que os fãs do mundo inteiro batizaram de Baby Yoda, o pistoleiro durão resolve protegê-la de ex-integrantes do Império que a cobiçam para seus próprios fins, o que lhe deixa com sua própria cabeça a prêmio. Por sorte, em meio a suas batalhas, ele também faz amigos. Criada pelo cineasta Jon Favreau, diretor de “Homem de Ferro”, “Mogli, o Menino-Lobo” e “O Rei Leão”, a série destaca Pedro Pascal (“Narcos”) como a voz do mandaloriano, que nunca tira seu capacete para revelar sua verdadeira aparência, e também destaca Gina Carano (“Deadpool”) como uma guerreira rebelde foragida e Carl Weathers (“Rocky”) como o chefe dos caçadores de recompensa, entre muitos outros astros. A 2ª temporada já começou a ser exibida nos Estados Unidos, mas só estreia no Brasil com a chegada da Disney+ (Disney Plus), em 17 de novembro. A pré-venda da Disney+ (Disney Plus) já começou, com preços promocionais e também no combo com a Globoplay. Pela oferta, os dois serviços custariam juntos R$ 37,90 por mês. A promoção está disponível pelo site globoplay.com/disneyplus.

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    The Witcher: Gravações da 2ª temporada são paralisadas por casos de covid-19

    7 de novembro de 2020 /

    A Netflix interrompeu as gravações de “The Witcher” no Reino Unido após testes detectarem quatro casos positivos de covid-19 entre membros da produção. Os testes foram realizados neste sábado (7/11), de acordo com o site Deadline, e a Netflix pretende fazer uma nova rodada de testes individuais em todos os envolvidos no programa. As pessoas contaminadas já foram isoladas e, ainda segundo o Deadline, não fazem parte do elenco principal. As gravações estão acontecendo no Arborfield Studios, a oeste de Londres, e devem ser retomadas assim que a plataforma estiver confiante de que o set está totalmente seguro. Esta é a segunda vez que a produção da 2ª temporada da série precisou ser pausada por casos de coronavírus. A primeira vez aconteceu no começo da pandemia, quando o ator Kristofer Hivju revelou que seu teste deu positivo em março. Essa pausa foi ampliada por um lockdown em todo o Reino Unido, que se estendeu até meados de agosto. Recentemente, a Inglaterra enfrenta a segunda onda da pandemia, que tem resultado em números recordes de infecção. Desta vez, porém, o governo do Primeiro Ministro Boris Johnson não interrompeu as produções de cinema e filmes, por considerar que os protocolos criados para garantir a segurança dos sets e isolar casos de contaminação estão funcionando adequadamente para impedir surtos nas produções. Já os cinemas, teatros, casas de shows, bares e restaurantes foram todos fechados até o começo de dezembro. “The Witcher” é um dos maiores sucessos da Netflix, com a 1ª temporada assistida em 76 milhões de lares. A série é estrelada por Henry Cavill (o Superman dos filmes da Warner) como Geralt de Rivia, um caçador de monstros solitário, que luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas costumam ser mais perversas do que os animais. De acordo com a sinopse divulgada do segundo ano, Geralt de Rivia passa a crer que a vida de Yennefer (Anya Chalotra) foi perdida na Batalha de Sodden e aceita se tornar protetor da princesa Cirilla (Freya Allan), levando-a ao lugar mais seguro que ele conhece, sua casa de infância, Kaer Morhen. Enquanto os reis, elfos, humanos e demônios do continente lutam pela supremacia, ele deve proteger a garota de algo muito mais perigoso: o misterioso poder que ela possui em seu interior. Em seu cronograma original, a Netflix pretendia exibir os novos episódios a partir de fevereiro de 2021.

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    Virgin River: Veja o trailer da 2ª temporada

    7 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Virgin River”, drama romântico passado no interior rural dos EUA. Criada por Sue Tenney (que também criou “A Bruxa do Bem” e escreveu “Sétimo Céu”), a série conta a história de Mel Monroe (Alexandra Breckenridge, ex-“American Horror Story”), uma jovem que vai trabalhar como parteira e enfermeira na cidade-título do seriado. Em pouco tempo, ela descobre que precisa se adaptar ao novo lar e se reconciliar consigo mesma, e neste processo encontra o amor com um morador local, Jack (Martin Henderson, ex-“Grey’s Anatomy”). Mas para essa história durar mais de uma temporada, esse amor é marcado por várias idas e vindas. A próxima vinda estreia no dia 27 de novembro em streaming.

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