HBO Max desistiu de reviver “The Boondocks”
A HBO Max desistiu de reviver a série animada “The Boondocks”. A plataforma de streaming da Warner tinha encomendado duas temporadas da atração, que voltaria a ser escrita e produzida por Aaron McGruder, criador dos quadrinhos e da animação originais, e produzida pela Sony. Mas com o passar do tempo o projeto deixou de ser mencionado. Agora, Cedric Yarbrough, que dublou Tom DuBois na série original, revelou que o projeto foi abandonado. “Eu odeio dizer isso… mas a série não vai voltar. Estávamos querendo fazer a série e a Sony também… mas eles decidiram abandonar”, ele disse durante participação no podcast Geekset. “Espero que um dia possamos revisitá-la… Eu gostaria que a série voltasse.” Com quatro temporadas exibidas espaçadamente entre 2005 e 2014, a série marcou época no bloco adulto do Cartoon Network, batizado de Adult Swim, ao abordar temas complexos como o racismo e a luta de classes. A série girava em torno de dois meninos, os irmãos Huey, de dez anos, e Riley, de oito anos de idade, além de seu avô Robert Freeman, responsáveis pela perspectiva dos episódios. Além de Yarbrough, o elenco de vozes originais contava com Regina King, John Witherspoon, Gary Anthony Williams e Jill Talley.
“The Orville” retorna em prévia repleta de ação
A plataforma americana Hulu” divulgou um longo vídeo de “The Orville: New Horizons”, que mostra a cena que abre a temporada com muita ação, seguida pelos créditos da série, que será lançada em 2 de junho exclusivamente em streaming. Originalmente, “The Orville” era exibida na rede americana Fox, mas com a compra do estúdio 20th Century Fox pela Disney, a atração foi remanejada e ganhou um subtítulo para diferenciar sua nova versão das duas temporadas apresentadas na TV. O detalhe é que muita gente nem lembrava que a série tinha sido renovada, já que seu último episódio foi exibido em abril de 2019. A pandemia estourou em meio à produção dos episódios, gerando um grande atraso nos trabalhos. Em seu Twitter, o criador e astro da série, Seth MacFarlane, comentou a situação. “Para todos os fãs de ‘The Orville’: obrigado por serem tão pacientes conosco enquanto enfrentamos os desafios de produção resultantes da pandemia de covid-19”, escreveu ele. “Como acontece ocasionalmente, nosso programa sofreu com o cenário de programação da televisão em constante mudança, o que significa que a espera foi um pouco mais longa que esperávamos, mas agora estamos nos preparando para um lançamento em 2 de junho na Hulu”. Desenvolvida e estrelada por MacFarlane (que também é o criador da série animada “Uma Família da Pesada”/Family Guy), a série acompanha a tripulação da Orville, uma nave exploratória da União Planetária, em sua missão de cinco anos para homenagear todas as produções já feitas do universo “Star Trek”. MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (“Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (“Castle”) e Peter Macon (“Shameless”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), que também é um dos produtores, e a lista de diretores dos episódios inclui nada menos que Brannon Braga (roteirista de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Jonathan Frakes (intérprete de William Riker na série “Star Trek: A Nova Geração”). “The Orville” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Marg Helgenberger negocia retomar papel clássico em “CSI: Vegas”
Depois de “CSI: Vegas” sofrer baixas importantes, a rede CBS negocia com Marg Helgenberger para reprisar o seu icônico papel de Catherine Willows na 2ª temporada da atração. Revival da série clássica “CSI”, a nova série virou um grande sucesso ao ser ancorada nas voltas de William Petersen e Jorja Fox a seus papéis originais de 22 anos atrás, como o médico forense Dr. Gil Grissom e sua parceira Sara Sidle. Mas o acordo de Petersen condicionou sua participação aos 10 episódios do primeiro ano, permanecendo apenas como produtor caso a série fosse renovada, enquanto Fox garantiu uma cláusula que lhe permitiria optar por encerrar ou continuar sua participação. Com a saída de Peterson, ela também resolveu abandonar a produção. A volta de Helgenberger seria uma forma de contornar as duas ausências. Ela interpretou a investigadora Catherine Willows entre 2000 e 2012 na série original, retornando ainda no telefilme “CSI: Immortality” (2015). O papel rendeu à atriz indicações ao Emmy e ao Globo de Ouro. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Jason Tracey (“Burn Notice”), a 1ª temporada de “CSI: Vegas” juntou os personagens de Petersen e Fox com uma nova geração de investigadores forenses, interpretados por Paula Newsome (“Barry”), Matt Lauria (“Kingdom”), Mel Rodriguez (“O Último Cara da Terra”) e Mandeep Dhillon (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), para investigar a princípio um caso envolvendo seu ex-colega David Hodges (Wallace Langham). A atração, que aumentou a audiência de seu horário de exibição em 60% em relação ao desempenho da programação anterior no canal, vai continuar agora apenas com os novos integrantes apresentados na 1ª temporada. Menos Mel Rodriguez, que também decidiu sair da série. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada.
Bill Nighy viverá o papel de David Bowie na série de “O Homem que Caiu na Terra”
O canal americano Showtime anunciou a escalação de Bill Nighy (“Simplesmente Amor”) na série “The Man Who Fell to Earth”, adaptação do filme “O Homem que Caiu na Terra”. Seu papel revela que a atração será uma continuação do filme de 1976. Nighy irá interpretar Thomas Newton, personagem vivido por David Bowie na adaptação cinematográfica. Na trama, Newton está na Terra há quase 50 anos e recorre à ajuda de Faraday (Chiwetel Ejiofor, de “12 Anos de Escravidão”), o novo alienígena da trama, para completar sua missão. O elenco também destaca Naomie Harris (“007 – Sem Tempo Para Morrer”) como “uma cientista e engenheira brilhante que deve conquistar seus próprios demônios na corrida para salvar dois mundos”, de acordo com a sinopse. “Me senti honrado ao ser convidado para interpretar o papel de Thomas Jerome Newton, que o glorioso David Bowie tornou tão famoso”, afirmou Nighy em um comunicado. “Eu estava decidido a trabalhar novamente com Chiwetel e Naomie”, completou, lembrando que já tinha contracenado com Ejiofor em “Simplesmente Amor” (2003) e com Harris na franquia “Piratas do Caribe”. No clássico de 1976, dirigido por Nicolas Roeg, Bowie vivia um alienígena preso na Terra após sua nave sofrer um acidente. Disfarçado como o excêntrico Thomas Jerome Newton, ele funda uma empresa de tecnologia revolucionária, avançando as descobertas científicas da humanidade para fabricar os componentes que precisa, visando consertar sua nave, voltar para sua família e salvar seu planeta, que agoniza com a falta d’água. Mas suas invenções chamam atenção. A série, por sua vez, vai acompanhar um novo personagem alienígena, que “chega à Terra em um ponto de inflexão na evolução humana e deve enfrentar seu próprio passado para determinar nosso futuro”. “The Man Who Fell to Earth” foi criada por Alex Kurtzman, produtor responsável pelas séries do universo “Star Trek”, em parceria com Jenny Lumet (filha do cineasta Sidney Lumet). Os dois trabalharam juntos em “Star Trek: Discovery” e “A Múmia” e co-escreveram o roteiro do piloto. Kurtzman também dirige o primeiro episódio. Além deles, a produção contará com John Hlavin, criador de “O Atirador” (Shooter). Assim como outras produções do canal Showtime, a série será disponibilizada no Brasil pela nova plataforma Paramount+. Veja abaixo o trailer do filme de 1976 e o primeiro teaser da nova série.
Atriz é demitida da série “Run the World” por recusar vacinação
A atriz Andrea Bordeaux foi demitida da comédia “Run the World”, disponibilizada no Brasil pela plataforma Starzplay, por não seguir os protocolos estabelecidos pelo estúdio Lionsgate no combate ao coronavírus. Integrantes do elenco só podem trabalhar se estiverem imunizados e ela recusou-se a se vacinar. Andrea fazia parte do quarteto protagonista e, segundo o site Deadline, a personagem dela será descartada na 2ª temporada. Em postagem no Instagram, a atriz afirmou que foi realmente demitida e defendeu sua escolha. “Meu coração está com as pessoas ao redor do mundo que sentem que estão perdendo muitas coisas devido à escolha de permanecerem firmes com as próprias convicções e honrar crenças essenciais”, ela escreveu na rede social, acrescentando estar em paz com a decisão tomada. Estúdios e produtoras de Hollywood implementam políticas rígidas contra a covid-19, após vários prejuízos com adiamentos de produções por contaminação. Mas alguns atores preferiram o desemprego à vacinação, como Emilio Estevez na série “Virando o Jogo dos Campeões”, na Disney+, e Rockmond Dunbar em “9-1-1”, na rede Fox. Muitos defendem o direito a liberdade de escolha, mas essa escolha afeta a liberdade de todas as outras pessoas, que precisam continuar seguindo protocolos, como uso de máscara de proteção e distanciamento, porque ainda existem não vacinados. Além disso, a Organização Mundial de Saúde alerta que a falta de cobertura vacinal é a responsável pelo surgimento das variantes, cada vez mais efetivas na contaminação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andrea Bordeaux (@andreabordeaux)
Gary Oldman volta a viver espião nas primeiras fotos de “Slow Horses”
A Apple TV+ divulgou as primeiras fotos da minissérie de espionagem “Slow Horses”, estrelada por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017). Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista homônimo da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua em um departamento de despejo do MI5. Onze anos depois de estrelar “O Espião que Sabia Demais”, Oldman volta a ser um espião: Jackson Lamb, o brilhante, mas irascível líder que acaba na menos importante divisão da agência de espionagem por causa de erros no fim de sua carreira. O elenco premiado também inclui Kristin Scott Thomas (também de “O Destino de uma Nação”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Jack Lowden (“Dunkirk”) e Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”). Com seis episódios, a minissérie estreia em 1º de abril.
Roar: Série feminista de Nicole Kidman ganha primeiras fotos
A Apple TV+ divulgou as quatro primeiras fotos de “Roar”, série descrita como uma “antologia de fábulas feministas sombrias e cômicas”. As imagens destacam as participações das estrelas Nicole Kidman (“Big Little Lies”), Cynthia Erivo (“The Outsider”), Merritt Wever (“Inacreditável”) e Betty Gilpin (“GLOW”) no elenco. Além de estrelar, Nicole Kidman também é uma das produtoras do projeto, por meio de sua empresa Blossom Films. Inspirada pelo livro de mesmo nome, escrito por Cecelia Ahern, “Roar” ainda conta com as participações de Issa Rae (“Insecure”) e Alison Brie (também de “GLOW”). A iniciativa da produção partiu das criadoras de “GLOW”, Liz Flahive e Carly Mensch. Elas comandam oito episódios de meia hora cada, com narrativas, elencos e pontos de vista diferentes, sempre lidando com o que significa ser mulher hoje. A estreia está marcada para em 15 de abril.
Trailer de minissérie mostra Samuel L. Jackson envelhecido
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer da minissérie “The Last Days of Ptolemy Grey”, estrelada por Samuel L. Jackson. Ao contrário de “Capitã Marvel”, em que foi rejuvenescido por maquiagem, o ator surge envelhecido na produção para dar vida ao personagem-título, numa adaptação do romance homônimo de Walter Mosley (“O Diabo Veste Azul”) dirigida por Ramin Bahrani (“O Tigre Branco”). Na história apresentada em seis capítulos, Jackson encarna um homem de 91 anos que sofre de demência e foi esquecido por sua família, seus amigos e até por si mesmo. Mas tem a chance de participar de um programa revolucionário, capaz de recuperar todas as suas lembranças por um curto período. Ele decide usar este momento de lucidez para resolver a morte de um sobrinho e fazer as pazes com o passado. A série vai estrear em 11 de março, com a disponibilização dos dois primeiros episódios na plataforma de streaming da Apple. Os capítulos seguintes serão lançados semanalmente, sempre às sextas-feiras.
Série sobrenatural com Elisabeth Moss e Wagner Moura ganha primeiro teaser
A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser de “Shining Girls”, minissérie de suspense que será estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) e pelo brasileiro Wagner Moura (“Narcos”). Adaptação do romance homônimo de Lauren Beukes, lançado no Brasil com o título de “Iluminadas”, a trama gira em torno de um serial killer capaz de viajar no tempo. Para viajar pelo tempo, tudo o que ele precisa fazer é assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, que ele recebe a missão de eliminar. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa. Moss vai viver um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque, enquanto Moura interpretará um jornalista que investiga o atentado contra ela e se torna tanto um aliado quanto um possível suspeito. A adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e também destaca no elenco Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Amy Brenneman (“The Leftovers”) e Phillipa Soo (“Dopesick”). Além de atuar, Moss divide a produção executiva da atração com Leonardo DiCaprio, por meio da empresa do ator, Appian Way. A estreia está marcada para 29 de abril.
Série documental mostra Kanye West antes da fama
A Netflix divulgou o trailer de “Jeen-yuhs: A Kanye Trilogy”, documentário em três partes que narra a trajetória de Kanye West desde antes da fama. A produção mostrará mais de duas décadas de imagens nunca antes vistas, cobrindo a carreira de Kanye desde que ele surgiu na cena hip-hop de Chicago nos anos 1990 até sua candidatura presidencial fracassada em 2020, passando pela morte de sua mãe e seu casamento com Kim Kardashian, que acabou recentemente em divórcio. A direção está a cargo da dupla Clarence “Coodie” Simmons e Chike Ozah, mais conhecida como Coodie & Chike, que dirigiu e produziu vários clipes de Kanye, como “Jesus Walks (Version 3)” e “Through the Wire”. A dupla também produziu e dirigiu os documentários “Benji” (2012) e “A Kid From Coney Island” (2019) sobre antigos astros de basquete, além de clipes para Lupe Fiasco, Erykah Badu e outros. E sem maiores planejamentos, vinha filmando bastidores de shows e gravações, e momentos íntimos de Kanye há mais de 20 anos. No entanto, o controle criativo do projeto está totalmente nas mãos do rapper, famoso por centralizar as decisões de sua carreira e também por ser uma das pessoas mais difíceis de lidar na indústria musical americana, graças a surtos causados por transtorno bipolar e convicção inabalável de que é mesmo um gênio (ou “jeen-yuhs”). A chamada “trilogia de Kanye” é, na verdade, uma minissérie de três capítulos, que terá uma estratégia de divulgação diferenciada (para a Netflix, mas não para qualquer outro canal), com o lançamento de um episódio por semana, durante três sextas consecutivas a partir do dia 16 de fevereiro. Kanye, que atualmente grava sob o pseudônimo Ye, vai aproveitar esta estreia para promover também seu novo álbum de estúdio, “Donda 2”, que será lançado em 22 de fevereiro.
Teaser mostra Bill Skarsgård como criminoso que originou a “síndrome de Estocolmo”
A Netflix divulgou o teaser da minissérie “Clark”, sobre o criminoso sueco que originou o termo “síndrome de Estocolmo”, adotado pela psiquiatria. A produção de tom cômico é ambientada nos anos 1970 e estrelada pelo ator Bill Skarsgård (o palhaço Pennywise de “It: A Coisa”). Ele vive o gângster sueco Clark Olofsson, que se tornou famoso por conquistar a boa vontade de suas vítimas com seu charme e boa aparência. Para quem não conhece, a “síndrome de Estocolmo” define a simpatia das vítimas por aqueles que lhes causam mal. O termo é geralmente utilizado para explicar porque porque alguns reféns se tornam amigos e até passam a defender os criminosos que os submetem à violência. O estado mental é resultado de um bloqueio e estratégia de sobrevivência ao abuso. O termo passou a ser utilizado após Clark Olofsson e Jan-Erik Olsson manterem vários pessoas como reféns após um assalto que deu errado num banco de Estocolmo, em 1973. Ao fim do cerco policial, nenhum dos reféns quis testemunhar contra os ladrões e ainda levantaram fundos para ajudá-los em suas defesas. A minissérie tem roteiro e direção de Jonas Åkerlund, responsável por “Lords of Caos”, cinebiografia da banda de death metal Mayhem, e por vários clipes famosos – de Madonna a Lady Gaga. A estreia vai acontecer no primeiro semestre de 2022, em data ainda não revelada.
Doogie Kamealoha: Nova versão de “Tal Pai, Tal Filho” terá 2ª temporada
A Disney+ anunciou a renovação de “Doogie Kamealoha: Doutora Precoce” para sua 2ª temporada. A série é inspirada pelo sucesso juvenil dos anos 1980 “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Howser MD) e foi lançada em setembro do ano passado. Criada por Steven Bochco e David E. Kelley, a atração original de 1989 catapultou Neil Patrick Harris ao estrelato como um menino prodígio de 16 anos que se tornava o médico residente mais jovem dos EUA, trabalhando num hospital de Los Angeles ao lado de seu pai. A nova versão foi desenvolvida por Kourtney Kang, que por coincidência trabalhou com Neil Patrick Harris quando escreveu e produziu “How I Met Your Mother” entre 2005 e 2014. Sua trama faz uma inversão de gênero nos papéis principais, trazendo Peyton Elizabeth Lee como uma jovem genial de 16 anos que se torna a médica residente mais jovem num hospital do Havaí, desta vez trabalhando ao lado de sua mãe. A série explica que ela ganhou o apelido de “Doogie” justamente pela coincidência de sua trajetória com a trama da série clássica – ou seja, Doogie Howser é um personagem de ficção em “Doogie Kamealoha”. Além da troca de gêneros, o cenário havaiano é outro diferencial da produção, com direito até a pai surfista. Mas os conflitos existenciais causados por trabalhar entre adultos na época em que o melhor da vida é a diversão continuam presentes na nova atração. Peyton Elizabeth Lee já era bem conhecida do público da Disney por ter vivido o papel-título da série “Andi Mack” dos 13 aos 15 anos (de 2017 a 2019). Seus pais são interpretados por Jason Scott Lee (o vilão de “Mulan”) e Kathleen Rose Perkins (“I Am Not Ok with This”), e o elenco ainda destaca Jeffrey Bowyer-Chapman (“UnReal”), Matthew Sato (“Side Hustle: Uma Tarefa Complicada”), Alex Aiono (“Em Busca de ‘Ohana”), Mapuana Makia (também de “Em Busca de ‘Ohana”), Emma Meisel (“American Horror Story”) e o estreante Wes Tian, entre outros. Ainda não há previsão de estreia para os próximos capítulos. Mas aproveite para conhecer a atração com o trailer abaixo.
“Euphoria” explode em audiência e é renovada para 3ª temporada
A HBO anunciou a renovação de “Euphoria” para sua 3ª temporada. A decisão foi tomada após a exibição de apenas quatro episódios do segundo ano da produção e repercutida nas redes sociais da empresa. A atração retornou no começo de janeiro com o dobro de audiência de sua temporada inaugural, e ainda passou a dominar as discussões do mundo digital. Cada novo capítulo exibido tem feito “Euphoria” se destacar entre os tópicos mais discutidos do Twitter. Além disso, a série se tornou a mais assistida da HBO Max na América Latina. “Euphoria” voltou à programação após um longo hiato, o que explica a ansiedade do público. O final de sua temporada inaugural foi ao ar em agosto de 2019, e a demora de seu retorno foi apenas ligeiramente compensada pelo lançamento de dois especiais em dezembro de 2020 e janeiro de 2021 – gravados com elenco e equipe limitados em meio ao auge da pandemia de covid-19. Descrita como “brutal” por Sam Levinson, criador e showrunner da série, a nova leva de episódios volta a abordar o vício de Rue (Zendaya), mostrando como isso afeta as pessoas ao seu redor. De volta à escola, a adolescente de 17 anos reencontrou Jules (Hunter Schafer), mas também novos personagens, e precisa descobrir como equilibrar o amor, a dor, a perda e o vício. “Sam, Zendaya e todo o elenco e equipe de ‘Euphoria’ levaram a 2ª temporada a números extraordinários, desafiando o convencional e a narrativa, mantendo firme seu coração”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, ao anunciar a renovação. “Não poderíamos estar mais honrados em trabalhar com essa equipe talentosa e talentosa ou mais empolgados em continuar nossa jornada com eles na 3ª temporada”, completou a executiva. #Euphoria foi renovada para a terceira temporada. pic.twitter.com/HltGJ1oc9d — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) February 4, 2022












