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Série

“RoboCop” vira série da Prime Video

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20 de julho de 2026
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    “Meu Papai é Noel” vai virar série na Disney+

    15 de janeiro de 2022 /

    A Disney+ planeja revisitar o clássico natalino “Meu Papai é Noel”, trilogia estrelada por Tim Allen. A plataforma está desenvolvendo uma série baseada na franquia, que trará o ator novamente no papel principal. Allen voltará a interpretar Scott Calvin 15 anos após “Meu Papai é Noel 3”, lançado em 2006. Já o primeiro “Meu Papai é Noel” (The Santa Clause) é de 1994. O filme original da Walt Disney Pictures contava a história de um homem que se vê obrigado a assumir o posto de Papai Noel após causar um acidente com o Bom Velhinho real. O detalhe é que, como mostraram as continuações, a substituição foi para todos os Natais. A nova série terá produção de Jack Burditt, criador da sitcom “Last Man Standing”, que também foi estrelada por Tim Allen. Na trama, Scott Calvin pretende se aposentar e precisa encontrar um substituto à altura para assumir suas atividades como Papai Noel. As gravações vão começar em março, mas ainda não há previsão de estreia. Lembre abaixo o trailer do primeiro filme.

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  • Série

    Comentário de Pacificador sobre Batman incomodou a DC

    14 de janeiro de 2022 /

    O diretor e roteirista James Gunn se orgulha de nunca ter sofrido interferências da Marvel e da DC durante as produções de “Guardiões da Galáxia” e “O Esquadrão Suicida”. Entretanto, quase sofreu censura no lançamento da série “O Pacificador”, lançada nesta semana em streaming. Num bate-papo no podcast TV’s Top 5, do site The Hollywood Reporter, ele contou que um dos xingamentos proferidos pelo personagem vivido por John Cena deixou os executivos da DC Entertainment de cabelos em pé. Segundo o cineasta, o estúdio quase barrou uma cena em que o Pacificador xinga o Batman. “Eles não ficaram felizes com o diálogo em que ele chama o Batman de ‘bi**a'”, lembrou Gunn. “Eu disse a eles que o Pacificador falava coisas terríveis sobre vários outros heróis, muito piores do que isso. Aliás, o ponto dele sobre o Batman é o único que faz um mínimo de sentido dentro da lógica dele”. A cena acontece no quarto episódio, que será disponibilizado na próxima quinta (20/1). Nele, o Pacificador usa o insulto (em inglês, “pu**y”) para indicar que Batman é covarde por não matar os seus inimigos. “Todos os outros insultos dele são baseados em rumores que ele lê na internet, mas esse é baseado em algo de verdade, sobre o que ele tem uma opinião”, disse Gunn. Outros xingamentos do Pacificador incluem insinuar que Aquaman faz sexo com peixes e que Superman tem um fetiche com fezes. “Eu não sei porque ele chamar o Batman de ‘bi**a’ é pior do que essas coisas, você vai ter que perguntar à DC”, concluiu o diretor.

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    “Justified” vai voltar em minissérie com Timothy Olyphant

    14 de janeiro de 2022 /

    O canal pago FX oficializou a produção de um revival da série “Justified”, finalizada há sete anos. A atração vai voltar como uma minissérie chamada “Justified: City Primeval”. O projeto é uma adaptação do romance “City Primeval: High Noon in Detroit”, do escritor Elmore Leonard (1925–2013). Outra história de Leonard, “Fire in the Hole”, serviu como fonte para “Justified”, que durou seis temporadas, entre 2010 e 2015. O livro “City Primeval” gira em torno de Raymond Cruz, um detetive de homicídios de Detroit, que tenta prender o assassino de um juiz, apelidado de Oklahoma Wildman. Mas a produção televisiva terá outro protagonista, trazendo de volta o delegado federal Raylan Givens, interpretado por Timothy Olyphant. Vale notar que a presença de Givens é uma grande licença criativa em relação à trama original de Leonard, que foi publicado em 1980 – cerca de 13 anos antes da criação literária do protagonista de “Justified”. Eis a sinopse oficial da produção: “Tendo deixado o interior de Kentucky oito anos atrás, Raylan Givens agora vive em Miami, um anacronismo ambulante que equilibra sua vida como delegado federal e pai de uma menina de 14 anos. Seu cabelo está mais grisalho, seu chapéu está mais sujo e a estrada à sua frente de repente parece muito mais curta do que a estrada que ficou para trás. “Um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida acaba levando-o para Detroit, onde cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como Oklahoma Wildman, um criminoso violento e sociopata que já escorregou pelos dedos da polícia de Detroit antes e pretende fazê-lo novamente. A advogada de Mansell, a formidável Carolyn Wilder, nativa da cidade, tem toda a intenção de representar seu cliente, mesmo quando ela tem seus próprios interesses divididos entre a polícia e o criminoso.” A adaptação está a cargo de Michael Dinner e Dave Andron, que trabalharam em “Justified”. Dinner também vai dirigir episódios. Além deles, a minissérie contará com produção de Graham Yost, criador de “Justified”, em parceria com o mesmo estúdio que produziu “Justified”, a Sony Pictures TV. “‘Justified’ foi uma das séries mais aclamados pela crítica da última década, uma ótima adaptação do trabalho de Elmore Leonard que foi trazido à vida por Timothy Olyphant como Raylan Givens, Graham Yost e toda a equipe de produtores, escritores, diretores e elenco” disse Eric Schrier, presidente da FX Entertainment, em comunicado sobre a minissérie. “Ter esse grupo reunido novamente com Tim como Raylan em uma nova e diferente história de Elmore Leonard é emocionante.” “Quando ‘Justified’ foi concluído, o amor e o carinho por esta série excepcional só cresceram e deixaram o público desejando mais Raylan Givens”, acrescentaram o presidente da Sony Pictures Television Studios, Jeff Frost, e o co-presidente Jason Clodfelter. “O icônico Elmore Leonard foi um dos principais autores do nosso tempo e ninguém capturou seu tom e autenticidade tão bem quanto a equipe de ‘Justified’.” “Justified: City Primeval” ainda não tem previsão de estreia. Lembre abaixo de “Justified” com um trailer que cobre a premissa da série e ainda exibe vários momentos marcantes da produção. As seis temporadas estão disponíveis na Globoplay.

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    “Euphoria” vira série mais assistida da HBO Max na América Latina

    14 de janeiro de 2022 /

    “Euphoria” se tornou a série mais assistida da HBO Max da América Latina com a estreia de sua 2ª temporada. Sem revelar números, a plataforma divulgou em comunicado que a audiência do primeiro episódio superou o público completo de toda a temporada anterior em streaming. Parece impressionante. Mas na verdade não é. A diferença é muito fácil de explicar. A HBO Max só chegou na América Latina no dia 29 de junho de 2021. E a 1ª temporada de “Euphoria” foi originalmente exibida de junho a agosto de 2019. Quem viu pelo streaming foi quem perdeu na época do lançamento original na TV, via HBO “convencional”. De todo modo, a série também rendeu grande engajamento nas redes sociais no dia de estreia. Segundo a plataforma, foi o capítulo mais comentado de uma atração da HBO nas redes sociais desde a exibição do final de “Game of Thrones”, em 2019. Só que, de novo, a plataforma não apresentou números para corroborar a afirmação ou servir de base de comparação. Os números que existem são da audiência televisiva. Nos EUA, atraiu 2,4 milhões de espectadores na HBO americana, uma audiência recorde para o drama estrelado por Zendaya. “Euphoria” retornou após um longo hiato desde o final de sua temporada inaugural em agosto de 2019, que foi ligeiramente compensado pelo lançamento de dois especiais em dezembro de 2020 e janeiro de 2021 – gravados com elenco e equipe limitados em meio ao auge da pandemia de covid-19. Descrita como “brutal” por Sam Levinson, criador e showrunner da série, a nova leva de episódios volta a abordar o vício de Rue (Zendaya), mostrando como isso afeta as pessoas ao seu redor. De volta à escola, a adolescente de 17 anos reencontra Jules (Hunter Schafer) e precisa encontrar esperanças para conseguir equilibrar a dor, a perda, o amor e o vício. Além dos rostos já conhecidos pelo público, os novos episódios contam com três reforços: Minka Kelly, intérprete da super-heroína Columba (Dove) na série “Titãs”, entrou no elenco como uma dona de casa suburbana, cínica e viciada; o cantor Dominic Fike, do hit “3 Nights”, estreia como ator no papel de um novo amigo de Rue e Jules; e Demetrius “Lil Meech” Flemory Jr., que viveu o próprio pai, o gângster Demetrius “Big Meech” Flemory, na série biográfica “BMF” (Black Mafia Family) é um novo interesse romântico de Maddy (Alexa Demie). O segundo episódio será exibido na noite de domingo (16/1).

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    As 10 melhores séries da semana em streaming

    14 de janeiro de 2022 /

    Com opções que vão de super-heróis a documentário de MPB, a seleção de séries reflete uma semana com grandes lançamentos. A variedade de opções inclui ainda novidades de western, terror, comédia, thriller de ação, animação e até drama erótico. Confira abaixo 10 sugestões, selecionadas entre os títulos mais recentes disponibilizados pelas plataformas de streaming, para aproveitar o verão chuvoso.     PACIFICADOR | HBO MAX   A série filhote de “O Esquadrão Suicida” acompanha a nova missão do vilão sem noção vivido por John Cena, ao lado de dois personagens do filme e adições criativas do DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics). Criação do diretor de “O Esquadrão Suicida”, cada episódio tem uma ou duas reviravoltas inteligentes e cenas muito engraçadas, mas o que deve fisgar a atenção dos espectadores são os diálogos surpreendentemente profundos, que surgem sem aviso. Com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Pacificador” vai agradar em cheio os muitos fãs do humor pueril, rude e repleto de referências de quadrinhos do cineasta James Gunn, e tem tudo para se tornar o maior sucesso da HBO Max.     O CANTO LIVRE DE NARA LEÃO | GLOBOPLAY   Uma das melhores séries documentais de temática musical já feitas no Brasil e ponto alto da existência da Globoplay mostra como Nara Leão impactou a música e a cultura, desde o surgimento da bossa nova, o célebre show Opinião, de 1964, considerado primeiro protesto artístico contra a ditadura, e a fundação da MPB. A produção foi desenvolvida e dirigida por um especialista: Renato Terra, codiretor dos docs musicais “Uma Noite em 67” (2010), “Eu Sou Carlos Imperial” (2016) e “Narciso em Férias” (2020). Com imagens raras e depoimentos de Chico Buarque, Nelson Motta, Roberto Menescal, Paulinho da Viola e Maria Bethânia, entre outros, também aborda as transgressões criativas e a vida afetiva da intérprete.     1883 | PARAMOUNT+   Prólogo de “Yellowstone”, série de maior audiência da TV paga americana, a nova atração do roteirista-produtor Taylor Sheridon é um western autêntico. A história começa como uma jornada perigosa de caravana pelo Oeste selvagem, que leva os ancestrais de John Dutton (Kevin Costner) em busca de um futuro melhor na terra prometida de Montana, através das Grandes Planícies, em meio a índios e foras-da-lei. O elenco destaca dois astros famosos da música country: o casal da vida real Tim McGraw (“Um Sonho Possível”) e Faith Hill (“Dixieland”), que formam a família protagonista com os filhos vividos pela adolescente Isabel May (“Young Sheldon”) e o menino Audie Rick. Além deles, o elenco inclui Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e LaMonica Garrett (do crossover “Crise nas Infinitas Terras”) como guias e seguranças da viagem, e Billy Bob Thornton (“Goliath”) como um famoso ex-xerife texano, Jim Courtright, que em 1883 se transformou em fora-da-lei.     ARQUIVO 81 | NETFLIX   Inspirada em um podcast homônimo, o terror acompanha o personagem de Mamoudou Athie (“Ameaça Profunda”), que recebe a missão de restaurar uma coleção de fitas de vídeo danificadas num incêndio em 1994. O conteúdo é trabalho de uma documentarista que investigava fenômenos sobrenaturais e uma provável seita diabólica num antigo prédio residencial. E quanto mais ele restaura as imagens, mais envolvido se torna, a ponto de se ver passando pelas mesmas situações enfrentadas pela documentarista há 28 anos. A série foi desenvolvida por Rebecca Sonnenshine (produtora-roteirista de “The Boys” e “The Vampire Diaries”), tem direção de Rebecca Thomas (“A Fita Azul”) e produção de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”). E é daquelas que fazem o espectador maratonar noite a dentro, hipnotizado com o quebra-cabeças narrativo e torcendo por uma 2ª temporada.     RAY DONOVAN | PARAMOUNT+   Apresentado como um “filme”, o episódio mais longo tem a função de encerrar a série, cancelada em 2020 após a 7ª temporada, deixando vários ganchos e a trama sem fim. A história se concentra nos problemas de três gerações dos Donovan: o personagem-título (vivido por Liev Schreiber), seu pai (Jon Voight) e sua filha (Kerris Dorsey), mas sem esquecer do irmão mais velho (Eddie Marzan). Originalmente, “Ray Donovan” girava em torno de um especialista em limpar cenas de crime e apagar evidências comprometedoras dos ricos e famosos de Hollywood, mas logo sua família acabou ganhando proeminência, levando-o a tentar se afastar de tudo com uma mudança para Nova York, que apenas colocou seus serviços ao alcance de novos contratantes. No Brasil, a série foi exibida pelo canal pago HBO, mas quem quiser maratonar hoje vai encontrar as sete temporadas disponíveis apenas na Paramount+.     THE PREMISE | STAR+   Criada por BJ Novak, ator e roteirista da série “The Office”, “The Premise” é descrita como “uma antologia do agora”, apresentando temas relevantes do mundo contemporâneo sob a ótica do humor. O primeiro capítulo, por exemplo, trata de violência policial capturada em câmera, só que ao fundo de uma gravação altamente embaraçosa, enquanto o último reflete como as ações de um valentão da escola se voltam contra ele na vida adulta – a vingança envolve um butt plug (pesquise apenas se for maior de idade). A 1ª temporada tem cinco episódios, todos escritos por Novak, e inclui ainda abordagens sobre armamentismo, impacto negativo das redes sociais e filantropia fake de celebridades. Com um elenco diferente em cada capítulo, a produção reúne uma lista invejável de astros, como Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Boyd Holbrook (“Narcos”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Ben Platt (“The Politician”), Lucas Hedges (“Boy Erased”), Lola Kirke (“Mistress America”), Kaitlyn Dever (“Last Man Standing”), Amy Landecker (“Your Honor”), Beau Bridges (“Bloodline”) e Jermaine Fowler (“Um Príncipe em Nova York 2”).     AFTER LIFE | NETFLIX   A atração criada e estrelada por Ricky Gervais (o criador da versão original de “The Office”) chega ao fim em sua 3ª temporada com uma reviravolta comovente do protagonista Tony. Ao embarcar numa jornada para honrar o último desejo de seu pai, ele aprende a lidar com o luto e as perdas inevitáveis da vida, decidindo se tornar um homem melhor. Ou seja, trata-se de uma conclusão oposta à premissa da série, quando a morte da esposa fez Tony querer acertar as contas com o universo de outro modo, dizendo e fazendo o que quisesse a qualquer hora, lixando-se para as consequências.     OPERAÇÃO ECSTASY | NETFLIX   Boa surpresa da Netflix, a coprodução belga e holandesa (chamada “Undercover” no original) chega à 3ª temporada após ganhar até filme (o prólogo “Ferry”). A principal novidade da trama escrita por Piet Matthys (“Vermist”) é que desta vez os antigos rivais são aliados. O traficante Ferry (Frank Lammers) precisa trabalhar com o policial (Tom Waes) que o prendeu para resolver seus problemas legais, infiltrando-se numa nova organização criminosa. Apesar do nome ruim no Brasil, trata-se de uma das melhores séries policiais da plataforma.     NUA E CRUA | GLOBOPLAY   O título é um pouco enganoso. Esta curiosidade turca da Globoplay não tem nudez. Mas é bem crua, no sentido de abordar abertamente o sexo. Mesmo com as restrições de um país de maioria muçulmana, consegue ter grande apelo sensual. A produção conta a história de Eylul (Müge Bayramoglu), uma jovem que mora com a avó e ganha a vida como acompanhante sexual. Seu destino muda quando certa noite é contratada para trabalhar em uma despedida de solteiro de Cem (Mert Ramazan Demir), um rapaz que está contando os dias para se casar com uma socialite. Lógico que os dois acabam se apaixonando, mas o melodrama de novela é um truque de Can Evrenol (“O Último Guardião”), roteirista e diretor da série, que usa a premissa convencional para apaziguar os censores e atiçar o público com cenas de sexo implícito – tudo é sugerido, tudo mesmo. Não faltam fetiches…     ATTACK ON TITAN | CRUNCHYROLL   Os episódios finais da 4ª temporada concluem a adaptação do mangá de Hajime Isayama, fenômeno com mais de 76 milhões de exemplares vendidos no Japão. Exibido desde 2013, o anime é uma distopia pós-apocalíptica sobre um futuro em que a humanidade vive enclausurada em territórios cercados por imensos muros. As construções servem para proteger as pessoas dos Titãs, criaturas imensas e perigosas, que surgiram para literalmente consumir a humanidade – comer mesmo. Anteriormente feita pela Wit Studio, divisão da IG Animation, o cultuado anime se encerra com produção do Studio MAPPA, sob a direção de Jun Shishido (“A Princesa e o Piloto”) e Yūichirō Hayash (“Dorohedoro”), e depois de ganhar versão “live action” nos cinemas japoneses. Para dar noção da expectativa gerada pelo desfecho, o lançamento derrubou os serviços americanos da Chuchyroll e da Funanimation, que chegaram a ficar fora do ar com a quantidade de acessos dos fãs na estreia dos episódios no mês passado nos EUA.

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    Teaser da 3ª temporada transforma “Atlanta” em marca de produtos

    14 de janeiro de 2022 /

    O canal pago FX divulgou um novo teaser da 3ª temporada de “Atlanta”, que, para variar, não é nada convencional. Na prévia, os personagens Earn (Donald Glover), Paper Boy (Brian Tyree Henry), Darius (Lakeith Stanfield) e Van (Zazie Beetz) se vem em uma espécie de comercial bizarro de diversos produtos da “marca Atlanta”, o que os deixa confusos – e um pouco amedrontados. A 3ª temporada vai acompanhar o quarteto numa turnê pela Europa, refletindo o sucesso de Paper Boy no rap internacional. Vale lembrar que o último episódio inédito da série, o final da 2ª temporada, foi exibido nos EUA em maio de 2018. Desde então, Danny Glover tornou-se ocupadíssimo com filmes, músicas e outros projetos. Mas não só ele. Seus colegas de elenco também estouraram nesse meio tempo com participação em vários blockbusters de Hollywood – como “Brinquedo Assassino”, “Corra!” e “Coringa”, por exemplo. Lakeith Stanfield até foi indicado ao Oscar 2021 por “Judas e o Messias Negro”. A 3ª temporada estreia em 24 de março nos EUA e chegará ao Brasil pela plataforma Star+.

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    Don Cheadle desenvolve série sobre primeiro milionário negro dos EUA

    14 de janeiro de 2022 /

    O ator Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) juntou-se ao cineasta Steven Soderbergh (“Magic Mike”) para produzir uma série sobre o primeiro milionário negro dos EUA. A série vai se chamar “The Other Hamilton” e está em desenvolvimento para a HBO Max. “‘The Other Hamilton’ é a história de Jeremiah Hamilton, um imigrante haitiano que se tornou magnata de Wall Street nos anos 1800, sagrando-se um dos primeiros milionários negros da história. Usando métodos questionáveis e frequentemente ilegais para garantir sua grana, ele era um homem do seu tempo”, diz a sinopse oficial da produção, que também lembra como, “ao enganar companhias de seguros e faturar com outras perdas, ele ganhou o apelido de ‘Príncipe das Trevas'”. A série vai adaptar o livro “Prince of Darkness: The Untold Story of Jeremiah G. Hamilton, Wall Street’s First Black Millionaire”, de Shane White. A adaptação será escrita pelo trio Carlos Foglia (“The Lost Symbol”), Ashley Nicole Black (“A Black Lady Sketch Show”) e Keith Josef Adkins (“P-Valley”), que também serão produtores executivos junto de Cheadle e Soderbergh. Ator e diretor tem uma longa parceira. Cheadle e Soderbergh trabalharam juntos em vários filmes, incluindo “Irresistível Paixão” (1998), “Traffic” (2000) e na trilogia iniciada por “Onze Homens e um Segredo” (2001). O mais recente filme de Soderbergh estrelado por Cheadle foi o thriller “Nem um Passo em Falso”, lançado na HBO Max em julho passado. Não está claro se eles também vão trabalhar como ator e diretor no novo projeto. A série ainda não tem data de lançamento oficial.

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    Will Arnett fará série de comédia policial baseada em improvisos

    14 de janeiro de 2022 /

    A Netflix anunciou uma nova série de comédia estrelada por Will Arnett (“Arrested Development”), que já teve as primeiras fotos reveladas nas redes sociais. A série vai se chamar “Murderville” e será uma sátira das atrações policiais da TV aberta baseada em improvisos. Na trama, Arnett viverá um detetive policial que comandará uma investigação diferente por episódio, sempre acompanhado por um convidado famoso, que não receberá roteiro e terá de improvisar sua participação do início ao fim das gravações. A ideia é baseada numa atração britânica, “Murder in Successville”, da BBC3. O remake americano terá, entre os convidados confirmados, participações de Annie Murphy (“Schitt’s Creek”), Ken Jeong (“Se Beber Não Case”), Kumail Nanjiani (“Eternos”), Marshawn Lynch (“Westworld”), Sharon Stone (“Instinto Selvagem”) e do apresentador Conan O’Brien. “Murderville” será a quarta série estrelada por Arnett com produção da Netflix. Anteriormente, ele estrelou “Bojack Horseman”, “Flaked” e o revival de “Arrested Development” na plataforma. Além das fotos divulgadas pela Netflix, Arnett também publicou um vídeo para anunciar a produção em seu Instagram. Veja abaixo. A estreia está marcada já para 3 de fevereiro. Welcome to Murderville, a new series starring Will Arnett as a detective who, in every episode, has to solve a murder with a new celebrity guest star as his partner. The catch is: the guest star is never given a script so they have to improvise their way through the case! pic.twitter.com/B3ceg1ZREI — Netflix (@netflix) January 13, 2022 (2/2)! pic.twitter.com/XXHdw52enM — Netflix Is A Joke (@NetflixIsAJoke) January 13, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Will Arnett (@arnettwill)

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    Série clássica “Quantum Leap” pode ganhar reboot

    13 de janeiro de 2022 /

    A série clássica “Quantum Leap”, sci-fi dos anos 1980 que também é conhecida no Brasil como “Contratempos”, pode ganhar uma continuação/reboot. A rede NBC encomendou um piloto que se aprovado retomará a história da série. A sinopse do projeto diz: “Faz 30 anos desde que o Dr. Sam Beckett (Scott Bakula) entrou no acelerador Quantum Leap e desapareceu. Agora, uma nova equipe foi montada para reiniciar o projeto na esperança de entender os mistérios por trás da máquina e do homem que a criou”. A descrição faz parecer que o astro da série original, Scott Bakula, está a bordo. Nada é oficial, mas segundo fontes do site The Hollywood Reporter, o ator pode estar envolvido. A série, que durou cinco temporadas, transmitidas entre 1989 e 1993, acompanhava um cientista que involuntariamente passa a viajar no tempo ao “saltar” nos corpos de pessoas de diferentes eras. Em novembro, o ator Dean Stockwell, que compartilhava o protagonismo com Bakula dando vida a um holograma, faleceu de causas naturais aos 85 anos. Por seus papéis, os dois atores receberam indicações ao Emmy em quatro anos consecutivos. O reboot está sendo produzido por Steven Lilien (criador de “Deus Me Adicionou”), Bryan Wynbrandt (showrunner de “La Brea”) e Martin Gero (criador de “Blindspot”). O criador do “Quantum Leap” original, Don Bellisario, também está a bordo como produtor. Veja abaixo o trailer da série original.

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    “Gigantes de Aço” vai virar série da Disney+

    13 de janeiro de 2022 /

    A sci-fi “Gigantes de Aço”, estrelada por Hugh Jackman em 2011, vai virar série. A notícia foi dada em primeira mão pelo site Collider e confirmada no Twitter pelo diretor do filme, Shawn Levy (“Free Guy”), que trabalhará na adaptação. Em uma mensagem dirigida ao público do filme, Levy celebrou a produção afirmando que ela só se materializou porque os fãs “nunca esqueceram esse filme e nunca me deixam esquecer seu amor”. Desenvolvida para a plataforma Disney+, a adaptação ainda está em estágios iniciais e nem sequer definiu seu roteirista principal. Mas a premissa – com muitos pontos em comum com o primeiro volume dos mangás de “Alita: Anjo de Combate” – deve ser mantida, acompanhando um garoto, seu pai falido e um robô descoberto no lixo em lutas do campeonato de boxe robotizado do futuro. Lembre o trailer da produção abaixo. This is happening because of all you amazing people who never forgot this movie, and never let me forget the love . #yoursecretssafewithme https://t.co/NV5tko0dM5 — Shawn Levy (@ShawnLevyDirect) January 13, 2022

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    Personagem de “Arrow” vai ganhar série própria

    13 de janeiro de 2022 /

    O personagem John Diggle, introduzido no primeiro episódio de “Arrow” em 2012, vai ganhar uma série própria. O ator David Ramsey assinou contrato para estrelar e dirigir episódios da nova atração, batizada de “Justice U”, além de estender seu acordo para dirigir e aparecer nas demais séries do “Arrowverso”. Ramsey estreou como diretor na 7ª temporada de “Arrow” e agradou o chefe Greg Berlanti, responsável pela produção do “Arrowverso”, dirigindo desde então episódios de mais quatro séries desse universo compartilhado da DC Comics. “Justice U” está sendo desenvolvida para a rede The CW e trará Diggle, que tem o codinome de Espartano, como mentor de novos heróis. Depois de passar uma década lutando ao lado de heróis mascarados, ele embarca em uma nova missão para recrutar cinco jovens meta-humanos para viver disfarçados como calouros em uma universidade de prestígio. Lá, ele supervisionará sua educação e os treinará para se tornarem os heróis de amanhã. Os cinco jovens serão baseados em personagens dos quadrinhos da DC, mas suas identidades não foram reveladas. A série da Warner Bros. Television contará com roteiros e produção de Michael Narducci (“Superman and Lois”) e Zoanne Clack (“Grey’s Anatomy”), além de Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden pela Berlanti Productions. Vale lembrar que “Arrow” deveria continuar num spin-off chamado “Green Arrow and the Canaries”, centrado na filha do Arqueiro Verde e em duas Canário Negro de diferentes realidades, mas este projeto acabou não aprovado pela rede The CW, apesar da audiência recorde do episódio que apresentou a premissa. Dois anos depois desta frustração, a atriz Katherine McNamara voltou a viver Mia Queen, a nova Arqueira Verde, em dezembro passado num episódio da série “The Flash”.

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    2ª temporada de “Sombra e Ossos” terá atores de “The Witcher” e “Mortal Kombat”

    13 de janeiro de 2022 /

    A 2ª temporada de “Sombra e Ossos” contará com novidades no elenco. A Netflix revelou nesta quinta-feira (13) a chegada de Lewis Tan (“Mortal Kombat”), Anna Leong Brophy (“Traces”), Patrick Gibson (“The OA”) e o adolescente Jack Wolfe (“The Witcher”). Além de uma foto com os novos intérpretes, a plataforma divulgou um vídeo nas redes sociais para anunciar que as gravações dos novos episódios já começaram. Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo conhecida como Grishaverso, a 2ª temporada deve adaptar o segundo livro da coleção, “Sol e Tormenta”. A trilogia original se completa com “Ruína e Ascensão”, mas a trama ainda segue em novas publicações – “Six of Crows: Sangue e Mentiras” (2016) e “Crooked Kingdom: Vingança e Redenção” (2017). Todos os livros foram publicados pela Editora Gutenberg no Brasil. A série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem outras peças em movimento, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos, que também tem uma missão importante. O papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que fez sua estreia no cinema em “Noite Passada no Soho”, lançado após a série – em novembro no Brasil. O elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”), além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). Não sei se é a Alina, mas ver esse elenco juntinho iluminou a minha quinta-feira. 🤧 pic.twitter.com/qq2CmcMfBe — netflixbrasil🍿 (@NetflixBrasil) January 13, 2022

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    Premiação do Sindicato dos Roteiristas dos EUA destaca séries estreantes

    13 de janeiro de 2022 /

    O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira (13/1) os indicados às categorias televisivas de sua premiação anual. A lista chama atenção por incluir muitas séries estreantes, como “Loki”, “Only Murders in the Bulding”, “Hacks”, “The White Lotus” e “Yellowjackets”, ao lado de velhos favoritos, como “The Handmaid’s Tale”, “Curb Your Enthusiasm e “Succession”. Também demonstra que outras plataformas começam a suplantar a Netflix na temporada de premiação. O anúncio dos vencedores acontecerá numa cerimônia marcada para 20 de março em Los Angeles. Confira abaixo a lista dos indicados nas principais categorias televisivas do WGA Awards 2022. Melhor Série de Drama The Handmaid’s Tale (Paramount+) Loki (Disney+) The Morning Show (Apple TV+) Succession (HBO) Yellowjackets (Paramount+) Melhor Série de Comédia Curb Your Enthusiasm (HBO) Hacks (HBO Max) Only Murders in the Building (Star+) Ted Lasso (Apple TV+) What We Do in the Shadows (Star+) Melhor Série Estreante Hacks (HBO Max) Loki (Disney+) Only Murders in the Building (Star+) Reservation Dogs (Star+) Yellowjackets (Paramount+) Melhor Minissérie Original American Horror Story: Double Feature (Star+) Mare of Easttown (HBO) Missa da Meia-Noite/Midnight Mass (Netflix) Eles/Them (Amazon Prime Video) The White Lotus (HBO) Melhor Minissérie Adaptada Halston (Netflix) Impeachment: American Crime Story (inédita) Maid (Netflix) The Underground Railroad (Amazon Prime Video) WandaVision (Disney+) Melhor Episódio de Série de Drama “1883”, de 1883 (Paramount+) “Birth Mother”, de This Is Us (Star+) “La Amara Vita”, de The Morning Show (Apple TV+) “The New Normal”, de New Amsterdam (Globoplay) “Retired Janitors of Idaho”, de Succession (HBO Max) “Testimony”, de The Handmaid’s Tale (Paramount+) Melhor Episódio de Série de Comédia “All Sales Final”, de Superstore (Netflix) “Alone At Last”, de The Great (Starzplay) “Enlightened Dave”, de Dave (Star+) “Episode One: True Crime”, de Only Murders in the Building (Star+) “F*ckin’ Rez Dogs”, de Reservation Dogs (Star+) “Pilot”, de The Wonder Years (inédita no Brasil) Melhor Episódio de Série Animada “An Incon-Wheelie-ent Truth”, de Bob’s Burgers (Star+) “Loft in Bedslation”, de Bob’s Burgers (Star+) “Must Love Dogs”, de Uma Família da Pesada/Family Guy (Star+) “Planteau”, de Tuca & Bertie (temporada inédita no Brasil) “Portrait of a Lackey on Fire”, de Os Simpsons (Star+) “The Star of the Backstage”, de Os Simpsons (Star+) Melhor Série em Novas Mídias Calls (Apple TV+) Debunking Borat (Amazon Prime Video) The Expanse: One Ship (Amazon Prime Video) Melhor Humorístico de Esquetes How To with John Wilson (HBO Max) I Think You Should Leave with Tim Robinson (Netflix) PAUSE with Sam Jay (inédita no Brasil) Saturday Night Live (NBC) That Damn Michael Che (HBO Max)

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