Stephen Amell vira Flash e Grant Gustin é o Arqueiro Verde no pôster do crossover Elseworlds
A rede The CW divulgou o pôster do crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. E a imagem dá sentido ao título da história, “Elseworlds”. Ela mostra uma troca de identidades, com o ator Stephen Amell, protagonista de “Arrow”, vestido como Flash, e Grant Gustin, protagonista de “The Flash”, no traje do Arqueiro Verde. O título Elseworlds é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Mais uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a nova temporada de “Supergirl” já está adaptando uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. E a situação gera ainda mais curiosidade diante da escalação do ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. Ele é descrito como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama do crossover. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores estão encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” na descrição do personagem que dispara alarmes no fandom. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980 – e, segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos em todos os tempos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso da DC Comics, concebido para materializar o primeiro reboot da História dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl”. “Crise nas Infinitas Terras” ficou famosa por matar super-heróis clássicos, especialmente Flash (a versão de Barry Allen) e Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também foram resgatados nas publicações da DC. A dúvida é se o novo crossover vai seguir essa deixa para eliminar os universos alternativos ou aumentá-los ainda mais, já que também vai introduzir Batwoman, que deverá ganhar uma série própria após sua aparição. Sem esquecer que Superman estará com seu uniforme preto na produção, que vai ao ar em dezembro nos Estados Unidos. As séries “Arrow, “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Trailer da continuação do filme dos Detetives do Prédio Azul leva heróis mirins para a Itália
A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “DPA – O Filme 2: O Mistério Italiano”, segundo filme derivado da série “Detetives do Prédio Azul”. A prévia mostra que a sequência virou internacional. E também musical, com os três detetives mirins disputando um concurso de calouros, que se revela uma armadilha de bruxos. Salvos de ter o mesmo destino de outros candidatos do falso concurso graças à inveja de Berenice (Nicole Orsini), o trio formado por Pippo (Pedro Henriques Motta), Sol (Leticia Braga) e Bento (Anderson Lima) terá que viajar muito para salvar a pirralha invejosa de dois bruxos disfarçados de produtores, Máximo (Diogo Vilella) e Mínima Buongusto (Fabiana Karla), que prenderam e levaram diversas crianças para um grande evento de magia, o Expo-Bruxo, que acontece na Itália. A direção é de Vivianne Jundi, que também está à frente da série do canal pago Gloob e do spin-off “Vlog da Mila”, disponível no Gloob Play. A estreia está marcada para 20 de dezembro.
Cena de Bohemian Rhapsody revela erro na história da criação de um dos maiores sucessos da banda Queen
A Fox divulgou um cena inédita de “Bohemian Rhapsody”, que conta a história da banda Queen. A cena mostra a criação do hit “We Will Rock You”, um dos maiores sucessos do grupo musical. Olhos de fãs vão reparar num anacronismo na recriação da gravação. Rami Malek (série “Mr. Robot”) aparece com o visual que o cantor Freddie Mercury só adotou três anos depois da época da canção original. Ele não tinha bigode nem cabelo curto em 1977. Além de Malek, o elenco traz Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Gil Gomes (1940 – 2018)
O jornalista Gil Gomes, que marcou época na TV, como repórter do “Aqui Agora”, morreu nesta terça-feira (16/10) em São Paulo, aos 78 anos, em decorrência de um câncer. Ele foi encontrado desacordado em sua casa e levado às pressas ao Hospital São Paulo, que confirmou a morte. A instituição não informou qual tipo de câncer que o vitimou. Gil Gomes sofria de Mal de Parkinson e, nos últimos anos, passava a maior parte do tempo recluso em casa. Em entrevista ao UOL em 2016, ele falou sobre a doença e como se preparava para voltar à televisão pela TV Ultrafarma, programa da rede de farmácias, após mais de 10 anos afastado das câmeras. “Estou com Parkinson. Eu tremo. Parecia impossível voltar”. A participação como apresentador do programa da Ultrafarma foi seu último trabalho. O paulistano Cândido Gil Gomes Jr. nasceu no bairro da Mooca em 1940. Sofria de gagueira e para superá-la tentava imitar os locutores esportivos que ouvia pelo rádio. O método funcionou e foi convidado a ser locutor nas quermesses da igreja que frequentava. Aos 18 anos, virou locutor esportivo da Rádio Progresso. Foi girando o mercado até chegar à Rádio Marconi e, quando a rádio parou de fazer coberturas esportivas, ele passou a integrar o departamento de jornalismo da emissora, assumindo sua chefia no fim dos anos 1960. Na rádio, conheceu sua futura esposa, Ana Vitória Vieira Monteiro, com quem teve três filhos, e sua vocação. Gil realizava entrevistas pelo telefone com políticos, quando tomou conhecimento de um caso de agressão sexual que estava ocorrendo no prédio da emissora. Num impulso, resolveu fazer a cobertura do caso ao vivo. Desceu as escadas do edifício com o microfone na mão, fazendo locução e entrevistando os envolvidos e as testemunhas. A Rádio Marconi obteve uma audiência recorde com essa cobertura e Gil concluiu que um programa policial ao vivo era o caminho a seguir. Mas foi um caminho difícil, o regime militar não tolerava críticas ao trabalho da polícia. Para agravar a situação, a Rádio Marconi já era visada pelas autoridades por adotar, em seu noticiário, uma linha de oposição ao governo. O jornalista afirma que foi preso mais de 30 vezes por conta disso e a rádio retirada do ar. Mas conseguia sempre ser libertado sem maiores consequências graças à sua amizade com policiais, consequência do trabalho da cobertura de crimes. Ele também era visado por bandidos, sofrendo ameaças de morte e teve até eu gato envenenado. Mas ficou tão famoso que, em 1978, virou filme. Gil Gomes escreveu e estrelou “O Outro Lado do Crime”, filme dirigido e com roteiro final de Clery Cunha, o mais famoso representante do cinema policial da Boca do Lixo. O filme levou para a tela o estilo de jornalismo policial popularizado por Gomes, que vivia a si mesmo na produção, além de narrar a história. “O Outro Lado do Crime” virou um clássico do cinema brasileiro, ao demonstrar como o jornalismo policial era ainda mais imersivo com imagens, antecipando uma tendência da TV brasileira. A parceria entre Gil Gomes e Clery Cunha foi retomada anos depois no programa “Aqui Agora”, do qual Clery foi um dos coordenadores. O programa de jornalismo policial do SBT foi um fenômeno da década de 1990, que transformou Gil Gomes em repórter de TV e o transformou numa celebridade televisiva. Mais que isso, a adaptação do estilo de Gil Gomes para a telinha deu origem ao método de exibir reportagens com edição truncada e longa duração, que dava uma aparência nervosa e dramaticidade narrativa ao material, revolucionando o modo de se fazer televisão no país. Com microfone na mão, acompanhado por uma câmera incansável, ele adentrava cenas de crime para colher depoimentos e registrar imagens exclusivas. E até resolveu um assassinato com a confissão de um morador do prédio em que aconteceu a morte, antes da polícia considerá-lo suspeito. A influência de Gil Gomes é tão grande que a maior parte do horário vespertino da TV brasileira atual, ocupada por programas como “Cidade Alerta” e “Brasil Urgente”, deve sua existência ao jornalista pioneiro do estilo. Em termos de impacto cultural, ele foi um dos jornalistas mais importantes da História do Brasil.
Roteirista da animação Aladdin reclama do remake e da própria Disney no Twitter
O roteirista Terry Rossio, um dos escritores da animação clássica “Aladdin”, foi ao Twitter reclamar da Disney e detonar o remake, que teve sua primeira prévia divulgada na semana passada. Ele alega que o estúdio simplesmente refilmou sua história sem que ele recebesse nada por isso. “Muito estranho que as únicas palavras do trailer do novo ‘Aladdin’ são rimas que eu e meu parceiro de escrita escrevemos, e a Disney não ofereceu compensação alguma para nós (ou qualquer roteirista desses remakes live action), nem mesmo uma camiseta ou um ingresso para seu parque”. O parceiro a quem ele se refere é Ted Elliott. Os dois também criaram a bem-sucedida franquia “Piratas do Caribe” para a Disney – além de “Shrek” para a DreamWorks Animation. O roteiro do remake é creditado a John August (“Frankenweenie”) e ao diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). No filme, Will Smith viverá o Gênio da lâmpada e contracenará com o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel de Aladdin, além de Naomi Scott (“Power Rangers”), que vive a Princesa Jasmine, e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), e que tem muitas outras refilmagens em andamento. “Aladdin” tem estreia agendada para 23 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. So strange that literally the only words spoken in the new Aladdin trailer happens to be a rhyme that my writing partner and I wrote, and Disney offers zero compensation to us (or to any screenwriters on any of these live-action re-makes) not even a t-shirt or a pass to the park. — Terry Rossio (@TerryRossio) October 12, 2018
Joaquin Phoenix corre vestido de palhaço em novas fotos das filmagens de Coringa
Os paparazzi registraram filmagens de novas cenas de “Coringa”, em que Joaquin Phoenix (“Ela”) volta a aparecer com visual de palhaço. Ele foi fotografado fazendo propaganda da liquidação de uma loja e, em seguida, correndo nas ruas de Nova York, como se fugisse de alguém – ou tivesse feito algo muito errado com a placa que segurava anteriormente. Não é a primeira vez que Phoenix aparece com essa fantasia, mas ele também já foi flagrado de cara limpa e com uma maquiagem diferente de palhaço. Só não apareceu ainda como o vilão que os fãs conhecem dos quadrinhos. Isto porque o diretor pretende mostrar a história de Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de que ninguém nunca jamais deu nome para a “identidade civil” do Coringa nos quadrinhos. O que já dá mostras da “inovação” planejada por Phillips, que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). Além de Joaquin Phoenix, o elenco do longa conta com Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Brett Cullen (“Narcos”) e Shea Whigham (“Agent Carter”). Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. “Coringa” será o primeiro filme atual produzido à parte da cronologia do universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para outubro de 2019.
BBC oficializa produção da série Drácula, desenvolvida pelos criadores de Sherlock
A rede BBC e a Netflix se associaram para coproduzir uma série baseada em “Drácula”, desenvolvida pela dupla responsável por “Sherlock”, a aclamada atração que atualizou as histórias de Sherlock Holmes. Os roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat vão escrever todos os episódios e adotarão o mesmo formato de “Sherlock”. Ou seja, será uma temporada curta com episódios de longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. “Sempre existiram histórias sobre o mal. O que é especial em Drácula é que Bram Stoker deu ao mal o seu próprio herói”, dissem Gatiss e Moffat no comunicado que oficializou a produção. A série mais recente de Drácula foi uma produção americana da rede NBC, que durou uma temporada de 13 episódios entre 2013 e 2014. Aclamada pela crítica, acabou cancelada devido à baixa audiência. “Drácula” será o primeiro projeto da dupla desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e está atualmente desenvolvendo uma adaptação da sci-fi “The Time Traveler’s Wife” como série para a HBO.
Atriz de Sharknado é expulsa de avião por mau comportamento
Estrela da franquia “Sharknado”, a atriz Tara Reid provocou confusão e foi expulsa de um voo na tarde de segunda-feira (15/10), informou o site americano TMZ, especializado em celebridades O tumulto aconteceu no voo 613 da Delta Airlines, que seguia de Los Angeles com destino a Nova York. Testemunhas disseram à publicação que Tara causou confusão em dois momentos distintos: primeiro, por dizer que estava sentada no lugar errado e, mais tarde, por não ter recebido um travesseiro. O avião, que já se preparava para decolar, deu meia volta na pista para que ela fosse retirada do veículo. A atriz, que estava acompanhada de seu cachorro, precisou ser escoltada pelos funcionários da companhia aérea. O voo foi retomado assim que ela desceu.
HBO divulga primeira foto da série baseada nos quadrinhos de Watchmen
A HBO divulgou a primeira imagem de “Watchmen”, primeira série de super-heróis do canal. A foto revela um policial usando uma máscara amarela e vem acompanhada da frase: “Quem vigia os vigilantes?” (Who Watches the Watchmen?), extraída dos quadrinhos originais de Alan Moore e Dave Gibbons. Publicada originalmente em 1986, “Watchmen” é uma abordagem distópica do gênero dos super-heróis, ambientada em uma linha temporal alternativa, durante o auge da Guerra Fria entre os EUA e União Soviética. Ele gira em torno de um grupo de super-heróis americanos, a maioria aposentada, que investiga o assassinato de um deles e, no processo, descobre uma conspiração que pode mudar o curso da história tal como a conhecemos. Poucos detalhes foram revelados sobre o projeto que está sendo produzido por Damon Lindelof, mas ele já disse que não fará uma adaptação literal dos quadrinhos, preferindo contar uma nova história passada no universo da obra de Moore e Gibbons. Até agora, a única sinopse divulgada afirma que a série é “situada em uma realidade alternativa onde super-heróis são tratados como bandidos”. Além disso, “‘Watchmen’ abraça a nostalgia da graphic novel original inovadora e segue em busca de abrir novos caminhos próprios”. O elenco escalado é vasto. Inclui Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Jeremy Irons (“Liga da Justiça”), Yahya Abdul-Mateen II (“The Get Down”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A cineasta Nicole Kassell (de “O Lenhador” e das séries “Westworld” e “The Americans”) comandou o piloto e também será produtora executiva da atração, ao lado de Lindelof. A data da estreia ainda não foi anunciada. Visualizar esta foto no Instagram. Who Watches The Watchmen? #WatchmenHBO Uma publicação compartilhada por Watchmen (@watchmen) em 15 de Out, 2018 às 10:10 PDT
Trilha de Nasce uma Estrela lidera parada de discos da Billboard
Além das boas bilheterias, “Nasce uma Estrela” também está liderando as paradas de sucessos musicais. A trilha sonora do filme, com músicas cantadas por Lady Gaga e Bradley Cooper, abriu em 1ª lugar no ranking dos álbuns mais vendidos da revista Billboard, o Hot 200, publicado nesta terça (16/10). Lançado pela Interscope Records em 5 de outubro, o disco vendeu o equivalente a 231 mil cópias em sua primeira semana de comercialização. Deste total, 162 mil foram vendas de CDs físicos. O resultado é o maior lançamento de uma trilha sonora desde “Cinquenta Tons de Cinza”, que vendeu 258 mil cópias em sua primeira semana em 2013. O desempenho aumenta a façanha de Lady Gaga como cantora mais bem-sucedida da década, já que a trilha conta como seu quinto disco a abrir em 1ª lugar desde 2011. Os demais são “Born This Way” (2011), “Artpop” (2013), “Cheek to Cheek” (2014) e “Joanne” (2016). Nenhuma outra artista feminina emplacou tantos discos em 1º lugar no mesmo período. O sucesso é tanto que cinco canções da trilha sonora emplacaram posições na Billboard Hot 100, principal parada de singles dos EUA. A lista é liderada por “Shallow”, primeiro dueto de Lady Gaga e Bradley Cooper no filme, que está na 5ª posição do ranking.
Diretor de Quarteto Fantástico negocia fazer filme de Tom e Jerry com atores
A Warner está em negociações com o cineasta Tim Story (“Quarteto Fantástico”) para que ele assuma a direção de um filme de “Tom e Jerry”. O projeto pretende misturar animação com atores reais. Segundo a revista Variety, os dois personagens devem aparecer no mundo real e não vão falar, assim como no desenho original. O estúdio quer investir em produções live action de seu catálogo de animações, assim como a Disney vem fazendo com os remakes “live action” de seus desenhos clássicos. Para tanto, já encomendou um novo “Space Jam”, com o jogador de basquete LeBron James no lugar de Michael Jordan, que contracenou com a Turma do Pernalonga no longa de 1996. A Warner estaria preparando também filmes baseados nos desenhos de “Os Jetsons”, “Os Flintstones” e “Corrida Maluca”. Ainda não há previsão de estreia para nenhum desses projetos.
Marina Ruy Barbosa sofre Sequestro Relâmpago no trailer e fotos do novo filme de Tata Amaral
A Tangerina Filmes divulgou 27 fotos e o trailer de “Sequestro Relâmpago”, novo drama da cineasta Tata Amaral (“Hoje), que traz Marina Ruy Barbosa (novela “Deus Salve o Rei”) sofrendo o crime do título. Na trama apresenta, ela é abordada por dois criminosos armados no caminho para seu carro, que pretendem sacar seu dinheiro num caixa automático. O problema é que o sequestro acontece após o horário permitido para sacar dinheiro e os decidem ficar com a vítima até o amanhecer. Sidney Santiago Kuanza (série “A Vida Secreta dos Casais”) e Daniel Rocha (novela “A Lei do Amor”) vivem os bandidos e o filme ainda conta com participações especiais do rapper Projota (“Carcereiros”) e da cantora Linn da Quebrada (“Corpo Elétrico”). “Sequestro Relâmpago” integra a programação da 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e terá sua première nesta sexta-feira (19/10). A estreia em circuito comercial está marcada para 22 de novembro.
Campanha #EleNão edita filme The Wall do Pink Floyd com discursos e cenas de Bolsonoro
A campanha #EleNão aproveitou a polêmica em torno do show de Roger Waters no Brasil, onde a cenografia do espetáculo alinhou o nome de Jair Bolsonaro a outros políticos de extrema direita do mundo e ainda projetou a hashtag com destaque, para mostrar o que Pink Floyd tem a ver com política. Quem ainda não entendeu a relação precisa apenas ver o vídeo abaixo, que edita cenas do filme “The Wall” (baseado no disco homônimo composto por Waters e gravado pelo Pink Floyd em 1977) com discursos e vídeos de Jair Bolsonaro. O resultado é uma distopia de terror neofascista tropical. Waters chegou a ser vaiado pelos apoiadores do candidato militar direitista, durante show realizado na terça (9/10) em São Paulo. Sua resposta foi ampliar a crítica, projetando, em vez de #EleNão, um Nem F*dendo em letras garrafais no show extra realizado no dia seguinte. Filho de pai militar que morreu lutando contra o nazismo na 2ª Guerra Mundial, Waters sempre abordou as críticas ao fascismo em suas músicas, mas é especialmente contundente em “The Wall”, que virou um filme premiado do cineasta Alan Parker em 1982. Na montagem da campanha #EleNão, Bolsonaro é comparado ao ditador do longa, Pink, um personagem que se aproveita da sua popularidade para assumir o poder, criando uma sociedade de extrema direita com perseguição ultraviolenta à homossexuais, negros, judeus e todas as minorias. No Twitter, o candidato citado também comentou o concerto: “Como se não bastassem os artistas milionários brasileiros a defender o PT, agora temos o milionário artista estrangeiro Roger Waters fazendo campanha a favor do Haddad”. Em entrevista ao Fantástico, no domingo (14/10), Waters explicou seu posicionamento: “Eu acredito que todos os artistas, não interessa qual tipo de arte você faça, todos têm a responsabilidade de usar a arte para expressar ideias políticas e criar demandas em favor dos direitos humanos para todos”.












