Jessica Chastain aparece ensanguentada na primeira foto do novo filme do diretor de Histórias Cruzadas
A Voltage Pictures divulgou a primeira foto do thriller indie “Ava”, que traz a atriz Jessica Chastain com o rosto ensanguentado. Ela interpreta a personagem-título, uma assassina que trabalha para uma agência de espionagem, forçada a lutar por sua própria sobrevivência depois de uma missão falhar perigosamente. O impressionante elenco de apoio inclui Colin Farrell (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), Common (“Selma”), John Malkovich (“22 Milhas”) e Geena Davis (“Thelma e Louise”). O filme volta a reunir a atriz e o cineasta Tate Taylor, após trabalharem juntos em “Vidas Cruzadas” (The Help, 2011). Originalmente, a trama seria dirigida pelo australiano Matthew Newton (“From Nowhere”), responsável pelo roteiro, mas ele se demitiu após o resgate nas redes sociais de denúncias de abuso e violência doméstica que pesam contra ele. Chastain, que é produtora de “Ava”, convocou Taylor para assumir o projeto enquanto os dois discutiam planos para filmar “The Eyes of Tammy Faye”, cinebiografia de uma famosa tele-evangelista americana, planejada para o ano que vem. Jessica Chastain foi indicada a seu primeiro Oscar por seu papel em “Vidas Cruzadas”. “Ava” ainda não tem previsão de estreia.
Ator de Seinfeld vive ex-cantor de boy band dos anos 1990 em clipe musical
O ator Jason Alexander, que ficou conhecido pelo papel de George Constanza em “Seinfeld”, vive a nostalgia dos anos 1990 no clipe de “Attics”, nova música de Boyo. O vídeo traz o ator cercado de merchandising encalhado de uma boy band fictícia, vivendo entre as sobras de seus dias de glória, que acabaram no momento em que ele decidiu seguir carreira solo. Careca, gordo, envelhecido e fracassado, ele oscila entre a depressão, a frustração, o saudosismo e a raiva, assombrado por memórias do passado, que chegam a se materializar para tentar matá-lo, quando sua versão mais jovem começa a persegui-lo em seu delírio. E aí acontece uma falha de continuidade gritante, que os quatro olhos dos diretores Nathan Castiel e Patrick Jewett deixaram passar. A versão jovem do ator é vivida, justamente, por Boyo. Ou melhor, Robert Tilden, nome verdadeiro do músico pop de 22 anos. Em entrevista ao site da revista “Billboard”, ele afirmou que Jason Alexander era sua escolha ideal para interpretar a sua versão madura com “uma neurose charmosa”. “Attics” estará no próximo álbum do jovem artista, chamado “Dance Alone”.
Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson vão estrelar continuação de Dupla Explosiva
A comédia de ação “Dupla Explosiva”, estrelada por Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson, que ficou quatro semanas em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte no ano passado, vai ganhar continuação. A Lionsgate encomendou um novo roteiro aos irmãos Brandon e Phillip Murphy, que estiveram na Black List de 2014 pelo roteiro não filmado do terror “The Bringing”, e o diretor Patrick Hughes, que assinou o original, vai retornar à sua função no novo filme. Em “Dupla Explosiva”, Reynolds viveu um guarda-costas contratado para proteger uma testemunha de um crime. O detalhe é que a testemunha não é indefesa nem gosta de ser protegida. O homem desaforado (Jackson) é um matador profissional, que se tornou alvo de vários outros assassinos. O trabalho evolve sobreviver a muitos tiros, perseguições e explosões, além de piadinhas. A continuação contará com a mesma dupla. Desta vez, o personagem de Reynolds será contatado por Jackson e por sua esposa, interpretada por Salma Hayek, que também apareceu no longa original. O casal quer que o guarda-costas se junte a eles em uma missão nas praias de Amalfi, na Itália. As filmagens devem começar em março e ainda não há uma data de estreia definida.
Kurt Russell é Papai Noel divertido no trailer legendado de Crônicas de Natal
A Netflix divulgou o novo trailer legendado de “Crônicas de Natal”, fantasia natalina que traz o ator Kurt Russell (“Os Oito Odiados”) como um Papai Noel divertido. O filme conta a história de uma menina que ainda acredita em Papai Noel e decide flagrar o bom velhinho com uma câmera na noite de Natal. E, com a ajuda do irmãos mais velho, ela acaba conseguindo. Mas após comprovarem que Papai Noel existe mesmo, eles acabam pondo em risco os presentes de milhões de crianças em todo o mundo, já que causam um acidente com o trenó mágico. A solução é virar a noite trabalhando duro com o Papai Noel e seus elfos para salvar o Natal. O elenco inclui Judah Lewis (“A Babá”) e Darby Camp (“Big Little Lies”) como as crianças, Kimberly Williams-Paisley e Oliver Hudson (ambos de “Nashville”) como os pais das crianças, e Lamorne Morris (“New Girl”) e Martin Roach (“A Forma da Água”) como policiais que se envolvem na confusão. Escrito por Matt Lieberman (que também está escrevendo novos longas animados do “Scooby Doo” e da “Família Addams”) e dirigido por Clay Kaytis (“Angry Birds – O Filme”), “Crônicas de Natal” também inclui em seus créditos a produção do cineasta Chris Columbus, que ficou conhecido justamente por comandar um filme natalino clássico: “Esqueceram de Mim” (1990). A estreia está marcada para 22 de novembro em streaming.
Milla Jovovich vai estrelar adaptação dos cultuados quadrinhos de Corto Maltese
Os cultuados quadrinhos de “Corto Maltese”, do artista italiano Hugo Pratt (1927-1995), vão virar filme. Será a primeira adaptação com atores da obra premiadíssima de um dos maiores mestres da arte sequencial, após versões animadas de sucesso. Criado em 1967 por Pratt, com a célebre história da “Balada do Mar Salgado”, Corto Maltese é um aventureiro dos sete mares, que enfrenta contrabandistas, encontra figuras históricas e vive aventuras passadas nos primeiros anos do século 20. Uma de suas histórias mais famosas, “Sob o Signo de Capricórnio”, o trouxe inclusive à Bahia, onde conheceu o célebre cangaceiro Corisco (também visto no clássico “Deus e o Diabo na Terra do Sol”). O filme vai adaptar a trama de “Corto Maltese na Siberia”, iniciada em 1974, que mostra o ousado plano de roubar o tesouro real do Czar Alexandre II, transportado de trem por revolucionários bolcheviques, após o assassinato da família real russa. Para isso, Corto Maltese contará com a ajuda de uma sociedade secreta chinesa composta apenas por mulheres, mas terá que enfrentar tanto comunistas quanto monarquistas, entre eles o próprio monge louco Rasputim. A adaptação está a cargo do cineasta francês Christophe Gans (“Terror em Silent Hill” e “A Bela e a Fera”), mas a produção será falada em inglês, como confirma a escalação do britânico Tom Hughes (o Príncipe Albert da série “Victoria”) no papel principal. Além dele, o elenco terá Mark Dacascos (que trabalhou com o diretor em “Pacto dos Lobos”) e Milla Jovovich (“Resident Evil”) em papéis não revelados, embora seja fácil deduzir que Jovovich interprete a Duquesa Marina Semenova (cujos desenhos foram inspirados em Marlene Dietrich, no filme o “Expresso de Xangai”). Afinal, o outro único papel feminino importante da história é o de uma jovem revolucionária chinesa, Xangai-Li. Já Dacascos é um Rasputim em potencial. As filmagens vão começar em janeiro, nas locações em que a trama se passa, entre a China e a Europa. A produção e a distribuição está a cargo da TriPictures, do conglomerado Sony, e ainda não há previsão de estreia.
Will Smith e Martin Lawrence “oficializam” produção de Bad Boys 3
Depois de inúmeros anúncios extraoficiais, Will Smith garante que agora é oficial. Em vídeo divulgado no Instagram, ele “oficializou” que vai filmar o terceiro longa da franquia “Bad Boys” com Martin Lawrence, para lançamento em 2020. Clássico da ação dos anos 1990, “Bad Boys” trazia Smith e Martin como dois policiais durões de Miami. O primeiro longa estreou em 1995 e ajudou a transformar o ex-rapper e comediante televisivo Will Smith em astro de ação. De quebra, lançou o então diretor de comerciais Michael Bay no cinema. O sucesso se repetiu na continuação de 2003, que arrecadou mundialmente US$ 273 mil, quase o dobro do que conseguiu o primeiro. Desde então, os planos do terceiro filme são sempre mencionados pelos dois protagonistas. E a Sony até chegou a incluir a continuação em seu cronograma de lançamentos em 2015, prometendo um lançamento para fevereiro de 2017, que obviamente não aconteceu. Com o sumiço do projeto, a última notícia da franquia era relacionada à produção do spin-off televisivo “LA’s Finest”, centrado em Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” – que assim como no filme será interpretada pela atriz Gabrielle Union. Por ironia, esse piloto também quase não saiu do papel, mas acabou se materializando com encomenda de um canal canadense. Com Jessica Alba reforçando o elenco, a série deve estrear em 2019. Apesar da “oficialização” de Will Smith, pouco se sabe sobre o novo filme, que terá o mesmo produtor, Jerry Bruckheimer (“Piratas do Caribe”). O longa deve se chamar “Bad Boys For Life”, como alude Will Smith no vídeo, e o roteiro final foi assinado por Chris Bremner, responsável pela comédia “Padrinhos Ltda.”, após anos de desenvolvimento de roteiristas mais famosos e identificados com filmes de ação, como David Guggenheim (“Protegendo o Inimigo”) e Joe Carnahan (“A Perseguição”). A direção está a cargo da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (do filme “Black” e da série “Snowfall”). Visualizar esta foto no Instagram. It’s been a LOOOONG time Coming. But now it’s Here! @BadBoys For Life ? We back!! @martinlawrence Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 1 de Nov, 2018 às 10:48 PDT
Série Titans revela a Patrulha do Destino em vídeos e fotos
A plataforma DC Universe divulgou o trailer, uma cena e as fotos do episódio de “Titans” que vai introduzir a Patrulha do Destino. Pelas imagens divulgadas, eles entram na trama por sua relação com Mutano (Ryan Potter, de “Supah Ninjas”). Como os fãs dos quadrinhos sabem, Garfield Logan fazia parte da Patrulha do Destino antes de entrar nos Titãs. Ele era filho adotivo de Rita Farr e seu marido Steve Dayton, identidade dos heróis conhecidos como Mulher-Elástica e Mento. A Patrulha do Destino é considerada os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Isto porque os personagens tinham origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causavam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que aparecerão em “Titans” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. Eles vão ganhar uma série própria após essa aparição, mas o elenco vai mudar bastante. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) será mantida como Mulher-Elástica. Mulher-Elástica e o Chefe, na verdade, são os únicos que mostram seus rostos no grupo original. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titans”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série “Doom Patrol” (o título original da Patrulha do Destino). O Homem-Robô e o Homem-Negativo, vividos por figurantes em “Titans”, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks na outra série por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha ganhará novos integrantes, como Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Atualmente em produção, a série da Patrulha do Destino ainda não tem previsão de estreia. Já o próximo episódio de “Titans”, que introduzirá os personagens, será exibido nesta sexta (2/11) nos Estados Unidos. “Titans” vai chegar ao Brasil pela Netflix em 2019.
The Witcher completa seu elenco com atriz de Harry Potter no papel de Triss Marigold
Depois de revelar o primeiro vislumbre de Henry Cavill (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) como Geralt of Rivia, a Netflix anunciou os últimos nomes do elenco da série “The Witcher”. Juntando-se a Cavill e outros integrantes do elenco previamente anunciados, como Freya Allen (Ciri) e Anya Chalotra (Yennefer), destaca-se a intérprete de uma das personagens favoritas dos fãs da franquia literária e de games. E a atriz escalada para viver Triss Marigold é uma ex-bruxinha de “Harry Potter”, Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes do jovem mago). A escalação marca um novo desvio étnico em relação aos personagens originais e já rendeu protestos no Reddit. A atriz é morena e irá interpretar uma ruiva de olhos verdes. Não há informações se ela usará peruca para o papel. O resto do elenco inclui Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). Entre os anteriormente anunciados, já estavam Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, e Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, integrantes da corte da Princesa Ciri, além de MyAnna Buring (“Ripper Street”) como Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla e Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, que pertencem à academia mágica de Yennefer. É realmente um elenco vultuoso, que corresponde à escala épica da saga iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, que a Netflix pode transformar no seu “Game of Thrones”. “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval, o que a levou a ser adotada por jogadores de RPG e inspirou uma coleção de videogames baseada em suas histórias, a partir de 2007. Cavill vai interpretar o protagonista da saga, Geralt of Rivia, um caçador de monstros em um mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, enquanto a direção dos primeiros episódios estará a cargo de Alik Sakharov (de “House of Cards”, “Black Sails” e “Marco Polo”). A série ainda não está em fase de pré-produção e ainda não possui previsão de estreia.
Ewan McGregor viverá o vilão Máscara Negra no filme das Aves de Rapina
O ator Ewan McGregor (“Trainspotting”) assinou com a Warner para virar vilão dos quadrinhos da DC Comics. Ele vai viver o Máscara Negra no filme das Aves de Rapina. O personagem é mais conhecido como vilão do Batman, porém vai enfrentar um time de super-heroínas no cinema. Mas ele quase foi escalado para lutar contra supervilãs. E este detalhe é revelador sobre os bastidores das produções da DC Comics na Warner. Em fevereiro, o diretor David Ayer (“Esquadrão Suicida”) publicou um tuíte misterioso, sem texto, com um desenho do Máscara Negra, sugerindo que ele estaria em seu próximo filme, que seria uma adaptação das Sereias de Gotham City, o grupo de vilãs femininas que inclui a Arlequina, a Mulher-Gato e a Hera Venenosa. Desde então, as conversas sobre esse filme diminuíram até sumir. Em seu lugar, a Warner priorizou um longa similar, também com a Arlequina e, como se vê, com o mesmo vilão. A coincidência pode ter sido decisiva para selar o destino da outra produção. O Máscara Negra é um vilão relativamente novo, como a própria Arlequina. Ele surgiu nos gibis do Batman em 1985 e é um chefão do crime de rosto deformado, fascinado por máscaras – o que o leva a querer incluir o capuz do herói em sua coleção. Nos últimos anos, ele tem sido uma pedra na bota de cano alto da Mulher-Gato, o que justificava sua inclusão na trama das Sereias de Gotham. A sinopse do filme das Aves de Rapina ainda é desconhecida. A Warner nem definiu se “Aves de Rapina” (Birds of Prey) será realmente o título da produção. As únicas certezas são relativas ao elenco e personagens da produção. Além do Máscara Negra e da Arlequina, vivida por Margot Robbie (repetindo seu papel de “Esquadrão Suicida”), o longa também já escalou Rosie Perez (“O Conselheiro do Crime”) como a policial Renee Montoya, Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) como a Caçadora e Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), que, numa inversão de etnia em relação aos quadrinhos (e à série “Arrow”), será mais uma intérprete negra a viver uma personagem chamada Negro, a Canário Negro. Falta ainda definir a intérprete de Cassandra Cain, a Batgirl asiática da DC. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e com direção da cineasta chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), o lançamento está marcado para fevereiro de 2020.
Ridley Scott desenvolve continuação do filme Gladiador
O diretor Ridley Scott e sua produtora Scott Free estão desenvolvendo uma sequência de “Gladiador” (2000), vencedor de cinco Oscars, inclusive o de Melhor Filme. O projeto ainda está em estágio inicial, mas já atraiu a Paramount para a mesa de negociações, segundo o site da revista The Hollywood Reporter. A continuação não vai ressuscitar o personagem-título, vivido por Russell Crowe, que venceu o Oscar de Melhor Ator por sua performance. Nem mostrar sua juventude, num prólogo. Em vez disso, a trama acompanharia Lucius, fiho de Lucilla (Connie Nielsen) e sobrinho de Commodus (Joaquin Phoenix), que é salvo por Maximus (Crowe) no filme original. Peter Craig, que escreveu as duas partes de “Jogos Vorazes: A Esperança”, está desenvolvendo o roteiro. E Ridley Scott pretende voltar à cadeira de diretor para comandar as filmagens.
Zachary Levi vem promover Shazam! na Comic Con Experience
O ator Zachary Levi, que vai viver o super-herói Shazam dos cinemas, virá ao Brasil participar do painel da Warner Bros. na Comic Con Experience (CCXP), no dia 9 de dezembro. O próprio ator confirmou sua presença num vídeo divulgado nas redes sociais. “Será uma grande festa brasileira do amor, mal posso esperar”, disse o ator no vídeo. Veja abaixo. Levi vem promover o filme baseado no herói da DC Comics. E com grande antecipação, já que estreia está marcada apenas para 4 de abril de 2019. “Shazam!” tem direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) e conta como o menino Billy Batson é escolhido por um velho mago para virar um super-herói adulto e fortão ao dizer seu nome (Shazam) em voz alta. Levi é o herói fortão e seu alter-ego infantil é vivido no longa por Asher Angel (da série “Andi Mack”). A CCXP acontece entre os dias 5 e 9 de dezembro, em São Paulo. Também estão confirmados no evento o ator Michael B. Jordan e o diretor M. Night Shyamalan. Visualizar esta foto no Instagram. Braaazzziiillllllllllllllllllllllllllllll!!! ??? #warnernaccxp @shazammovie Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) em 1 de Nov, 2018 às 1:34 PDT
Penny Dreadful vai voltar em série derivada da trama original
O canal pago americano Showtime anunciou que vai voltar a produzir a série “Penny Dreadful”. O criador da atração, John Logan, teve uma ideia de como retomar a produção, mas ela se passará em outro período, avançando até os anos 1930, e ganhará nova trama, o que também vem com subtítulo e resulta, na prática, num projeto derivado. Chamada de “Penny Dreadful: City of Angels”, a nova produção será uma expansão da mitologia original e não uma sequência direta. Os novos episódios se passarão na cidade de Los Angeles, ainda bastante mergulhada na cultura mexicana em 1938. A história mostrará o embate entre personagens conectados à divindade Santa Muerte e outros que servem ao diabo. “Ficamos bastante empolgados quando John Logan chegou até nós com essa visão original da mitologia ‘Penny Dreadful’, que explora tanto o espírito humano quanto o mundo espiritual na Califórnia”, disse o presidente de programação da Showtime, Gary Levine. “‘Penny Dreadful: City of Angels’ promete ser uma extraordinária saga de amor familiar contra os terríveis monstros que estão ao nosso redor e dentro de nós.” A princípio, nenhum dos astros da série original, que durou três temporadas, participará do projeto. Mas não descartem a possibilidade de uma aparição de John Harntnett, já que seu personagem era um cowboy americano. A série original, passada na Inglaterra vitoriana, durou três temporadas entre 2014 e 2016, combinando personagens originais com criações famosas da literatura gótica, extraídos das páginas de “Frankenstein”, “Dorian Gray” e “Drácula”. Bem-sucedida, a atração acabou bruscamente por decisão do próprio John Logan, que não quis esticar a história.
Netflix altera estratégia e decide exibir filmes de prestígio nos cinemas antes do streaming
A Netflix deu o braço a torcer e lançará três de seus novos filmes originais em um número limitado de cinemas antes de estreá-los na plataforma de streaming. A nova estratégia da empresa visa cumprir qualificação para o Oscar e justificar escalações em festivais que enfrentam pressões do parque exibidor. Mas também é uma forma de atrair ainda mais diretores e astros de prestígio para seus projetos, já que muitos cineastas importantes são contra a ideia de que seus filmes sejam vistos apenas em telas pequenas. Os primeiros lançamentos que terão esta janela cinematográfica são “Roma”, de Alfonso Cuarón, “The Ballad of Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, e “Bird Box”, de Susanne Bier. Os dois primeiros foram exibidos no Festival de Veneza, por sinal vencido por “Roma”. “Há uma grande resposta aos nossos filmes na temporada de festivais, incluindo ‘Outlaw King’, que estará nos cinemas e na Netflix na semana seguinte. O plano é construir um ‘momento’”, explicou Scott Stuber, chefe do grupo de cinema da Netflix, sobre a decisão. “A prioridade da Netflix é sempre seus assinantes e produtores de filmes, e estamos constantemente inovando para os servir”. A verdade é que não é de hoje que a Netflix tenta emplacar seus filmes no cinema. Quem não quer os filmes da Netflix é o circuito exibidor, que exige uma janela mínima de três meses de exclusividade, algo que a plataforma de streaming nem cogita. O investimento da Netflix em filmes de prestígio e sua obsessão em vê-los premiados resultou numa manifestação dura da Associação Nacional dos Donos de Cinema dos Estados Unidos, durante o Festival de Toronto, sobre o esforço da plataforma para levar aos cinemas filmes disponíveis em streaming. “Esse gesto no meio do caminho vai falhar em satisfazer tanto o público quanto os cineastas e assinantes da Netflix. A Netflix tem de entender que não é cinema x streaming – tem de ser cinema e depois streaming, com a sequência correta”, afirmou o comunicado. Mas o paradigma começa a mudar. Se antes a Netflix buscava distribuir no cinema títulos que lançava no mesmo dia em streaming, agora quer dar de uma a três semanas de exclusividade para a exibição em tela grande. Ainda é pouco para o gosto dos exibidores. Na França, por exemplo, a janela é de quase um ano, o que impede essa estratégia de ganhar simpatia do Festival de Cannes, que barrou os lançamentos da Netflix de competir pela Palma de Ouro, justamente por pressão dos donos de cinema. Por outro lado, o aval dos festivais de Veneza, Toronto e até a Mostra de São Paulo aos longas da Netflix também colocam pressão sobre o circuito exibidor para refrear suas exigências. De olho nesse desenvolvimento, também está a Amazon, que produz diversos filmes de prestígio, como o premiado no Oscar “Manchete à Beira-Mar”, mas segue à risca a janela cinematográfica.












