Neil Young assume casamento com Daryl Hannah em divulgação de novo clipe
Ao divulgar um novo clipe ao vivo de “Ohio”, em apoio à luta dos estudantes americanos pelo desarmamento da população, o cantor Neil Young acabou confirmando seu casamento com a atriz Daryl Hannah (de “Sense8” e clássicos como “Blade Runner” e “Splash!”). O clipe tem direção de Daryl Hannah e registra um show do cantor. Além de mostrá-lo de guitarra em punho, o vídeo destaca uma tela do cenário com projeções de imagens de 1970, lembrando o assassinato de estudantes que inspirou a canção original de Crosby, Stills, Nash & Young, e cenas dos massacres atuais nas escolas americanas, enfatizando o protesto dos jovens contra as leis que facilitam acesso às armas de fogo. Em seu site oficial, Young aproveitou para se manifestar. “Nós estamos com eles. Eles são a gente. Nós somos eles. Isso já acontece há tempo demais. Minha esposa Daryl e eu fizemos esse vídeo para que vocês reflitam”. Desde agosto, especulava-se que Young, de 72 anos, e Hannah, de 57, que namoravam desde 2014, estavam casados. No início deste ano, Daryl Hannah estreou como diretora com “Paradox”, um faroeste pós-apocalíptico estrelado por Young e pelo também músico Willie Nelson, disponibilizado pela Netflix.
Will Smith é transformado em pombo no primeiro trailer legendado de Um Espião Animal
A Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise), animação dublada em inglês por Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A prévia mostra uma versão animada de Will Smith como um superespião, dirigindo carrões, dando golpes certeiros e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pela metade do vídeo, ele é transformado num pombo por um adolescente (voz de Holland) numa cozinha comum. São cenas tão díspares que parecem vir de filmes distintos. A explicação deve ficar para outro trailer. “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. O elenco de dubladores originais ainda inclui Rashida Jones (“Te Peguei!”), Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), Ben Mendelsohn (“O Destino de uma Nação”), Masi Oka (“Hawaii Five-0”) e DJ Khaled (“A Escolha Perfeita 3”). A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia está marcada para 25 de dezembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos.
Série documental da Anitta na Netflix ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o trailer do documentário “Vai Anitta”, que mostra os bastidores agitados do último ano da vida da cantora, quando ela passou de artista mais conhecida do funk brasileiro para estrela pop internacional. A prévia mostra gravações de clipes, shows, camarins e apuros, desde o esgotamento e as dores físicas causadas pela agenda lotada, com direito à injeções para aliviar o sofrimento que afetou seu rebolado, mas também situações engraçadas, como a súbita vontade de fazer xixi no meio da floresta amazônica. O documentário representa mais uma investida de Anitta em outros formatos de entretenimento. Este ano, ela também estreou “Anitta Entrou no Grupo”, seu novo programa no canal Multishow, após comandar o “Música Boa Ao Vivo”, e a recente série animada “Clube da Anittinha”, no canal infantil Gloob. “Vai Anitta” estreia em duas semanas (16/11) em streaming
Documentário Las Sandinistas! vence a Mostra de São Paulo 2018
O documentário “Las Sandinistas!”, da americana Jenny Murray, ganhou o Troféu Bandeira Paulista 2018 na 42ª Mostra Internacional de São Paulo, encerrada na noite de quarta (31/11). Retrato de mulheres que lutaram na Revolução Sandinista, na Nicarágua, em 1979, o filme também ganhou o Prêmio do Público na categoria de Melhor Documentário. O Prêmio de Público na categoria ficção internacional ficou com “Cafarnaum”, de Nadine Labaki, sobre um garoto libanês de 12 anos que processa os pais abusivos por lhe darem vida. O júri internacional da Competição Novos Diretores ainda concedeu menção honrosa ao longa brasileiro “Sócrates”, de Alex Moratto, sobre a via-crúcis do personagem-título, que enfrenta pobreza, violência, racismo e homofobia. Já o Prêmio Petrobras de Cinema foi para “Meio Irmão”, de Eliane Coster, e o documentário “Torre das Donzelas”, de Susanna Lira. O dinheiro da premiação – respectivamente R$ 200 mil e R$ 100 mil – deve ser aplicado na distribuição e lançamento dos títulos nacionais. “Meio Irmão”, que trata dos efeitos de uma agressão homofóbica nas redes sociais, também foi premiada pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). Mas os críticos que fizeram a cobertura local da Mostra preferiram a comédia romântica “Todas as Canções de Amor”, de Joana Mariani, e como Melhor Filme Internacional o drama “Nuestro Tiempo”, do mexicano Carlos Reygadas.
Festival do Rio enfrenta sua pior crise e quase não aconteceu em 2018
O 20º Festival do Rio, que começa nesta quinta-feira (1/11) com a exibição de “Viúvas”, de Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão”), quase não aconteceu. Ele estava previsto originalmente para o início de outubro, precisou ser adiado e, em entrevista ao jornal O Globo, a diretora do evento Ilda Santiago admitiu que chegou a considerar seu cancelamento. “Houve momentos em tive vontade de jogar a toalha. Teve gente que sugeriu fazer um festival com poucos filmes ou só com uma mostra, mas isso não é o nosso perfil”, ela revelou. Ficou claro que a parte internacional do evento estava desvalorizada pela seleção absurda da Mostra de São Paulo, que reuniu os vencedores dos festivais de Cannes, Veneza, Berlim e até Locarno, além de filmes de grande repercussão do ano, fazendo seu line-up mais impressionante dos últimos tempos. Mesmo assim, o festival carioca projetará cerca de 200 títulos de 60 países durante 11 dias — uma redução em relação aos 250 filmes da edição anterior e ainda maior em comparação aos 300 que costumavam ser a média do evento. Também há menos convidados internacionais. Graças ao apoio de consulados e produtores, ainda há a presença de nomes de destaque, como o cineasta francês Olivier Assayas, que vem apresentar “Vidas Duplas”, seu novo longa estrelado por Juliette Binoche. Além disso, mostras especiais foram canceladas. Passagens e hospedagens para equipes dos filmes, limitadas. O motivo é político. O atual prefeito do Rio não prioriza a cultura diante do estado de calamidade da cidade, causada pela corrupção e má administração generalizadas. Nem parece que o Rio foi palco de Copa do Mundo e Olimpíadas há pouco, jorrando fortunas para esses eventos. A edição passada foi a primeira sem o apoio da Prefeitura, o que já tinha causado cortes. Este ano, a situação se agravou devido às eleições, que afetou a participação de patrocinadores estatais. O fato é que o Festival do Rio, há algum tempo, é mais valorizado por sua seleção nacional que por sua vitrine internacional. O evento sempre pareceu ser dois festivais em um. O maior de todos festivais do cinema brasileiro, que perde foco por ter holofotes divididos com estrangeiros ao seu redor. O reconhecimento disso é que a Première Brasil, seção que é o “verdadeiro” Festival do Rio para os artistas nacionais, continua do mesmo tamanho. E com o encolhimento das mostras paralelas, já representa quase metade de todo o evento, com a exibição de 84 obras brasileiras (ou coproduções) – 64 longas e 20 curtas, entre ficções e documentários. Mesmo assim, o festival abriu mão de uma antiga exigência, permitindo a participação de filmes exibidos em outros eventos. Isso impediu que obras confirmadas na Mostra de São Paulo fossem excluídas automaticamente devido ao adiamento do Rio, e acabou abrindo espaço para trabalhos que passaram por outros festivais, como Brasília e Gramado. Em competição, “Domingo”, de Clara Linhart e Fellipe Barbosa, “Tinta Bruta”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher (prêmio Teddy em Berlim), e “A Sombra do Pai”, de Gabriela Amaral Almeida, já foram projetados em Brasília ou na Mostra de São Paulo. E o filme de encerramento, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, abriu Gramado. A programação também inclui projeção de quatro clássicos nacionais em versão restaurada: “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles; “Pixote: a lei do mais fraco” (1981), de Hector Babenco; e “Rio 40 graus” (1955) e “Rio Zona Norte” (1957), ambos de Nelson Pereira dos Santos. Alguns passaram antes na Mostra de São Paulo. A exclusividade também deixou de existir para a exibição de obras estrangeiras. Sem isso, o Festival do Rio perderia seus destaques internacionais, “Não me Toque”, da romena Adina Pintilie, vencedor do Urso de Ouro em Berlim, “Assunto de Família”, de Hirokazu Koreeda, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, Grande Prêmio do Júri em Cannes, e outros, exibidos na Mostra de São Paulo. Esta seleção também ajuda a explicar o adiamento do Festival do Rio. Vale lembrar que, desde 2011, a Mostra de São Paulo exige ter première nacional de todos os filmes estrangeiros que exibe. Por conta disso, longas projetados no Festival do Rio não entravam na programação paulista, o que gerava um vice-versa. Com a troca de datas, o festival carioca pôde compartilhar vários títulos da Mostra. Que, convenhamos, continuam inéditos para a população do Rio. Sem falar que essa picuinha de cariocas versus paulistas é mais antiga que o ideário conservador que venceu as últimas eleições.
Bohemian Rhapsody é destaque entre estreias que dividem opiniões
A programa de cinema desta quinta (1/11) está repleta de estreias amplas, algumas bastante esperadas e a maioria divisiva. A começar por “Bohemian Rhapsody”, que narra a trajetória da banda Queen, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, retratando a época com grande variedade de figurinos e penteados. A interpretação de Rami Malek (“Mr. Robot”) como Freddie Mercury é o grande destaque do longa, embora a versão chapa branca da biografia, produzida pelos músicos da banda, deixe as polêmicas de lado, em especial a vida desregrada do cantor, que o levou a se contaminar e morrer de Aids, e prefira destacar sua antiga relação heterossexual em vez do parceiro do final de sua vida. Em compensação, os fãs do Queen são servidos com um repertório clássico fantástico e recriações de shows marcantes da carreira da banda. Até com exagero. A certa altura, a impressão chega a ser de um documentário sobre o Live Aid, por exemplo. Não por acaso, o filme dividiu opiniões da crítica, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas tem expectativa de grande bilheteria em sua estreia na América do Norte, que também acontece neste fim de semana. Com distribuição mais ampla, “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” chega ao Brasil ainda mais cedo, uma semana antes dos Estados Unidos e Canadá. Por coincidência, tanto este quanto o filme do Queen tiveram problemas de bastidores durante sua produção. No caso de “Bohemian Rhapsody”, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) sumiu na reta final das filmagens e acabou demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o trabalho foi completado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já a produção da Disney foi originalmente realizada por Lasse Hallstrom (“Um Porto Seguro”), mas, após a produção, o estúdio convocou Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) para refilmagens extensas. Assim, os dois compartilham os créditos da adaptação da fábula encantada de E.T.A. Hoffmann e do famoso balé de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, realizada com grande elenco – Mackenzie Foy (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), Keira Knightley (“Anna Karenina”), Helen Mirren (“A Dama Dourada”), Morgan Freeman (“Truque de Mestre), etc. O detalhe é que nem esta solução emergencial impediu o filme de ser rejeitado pela crítica. Tem apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desempenho da comédia “Johnny English 3.0” também está nesse nível, com 32%. A diferença é que já fracassou diante do público em sua estreia norte-americana, no fim de semana passado – embora tenha feito sucesso no Reino Unido, seu país de origem. No filme, Rowan Atkinson vive o espião mais atrapalhado do Reino Unido pela terceira vez e precisa lidar com uma autêntica Bond Girl, a ucraniana Olga Kurylenko, estrela de “007 – Quantum of Solace” (2008), que na trama se mostra fatal demais para o eterno Mr. Bean. A nova aventura, por sinal, repete a premissa de “007 – Operação Skyfall” (2012), quando um ataque cibernético revela a identidade de todos os agentes ativos na Grã-Bretanha, deixando Johnny English como a última esperança do serviço secreto. O plágio é mais ou menos oficial, já que o personagem foi criado pelos roteiristas Neal Purvis e Robert Wade, que escreveram todos os seis últimos filmes de James Bond. Bem-feitinho, mas também divisivo, o filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador” chega aos cinemas reforçando paralelos com o clima político atual do Brasil, com apologia à violência armada, atentado contra político, denúncias de corrupção e a sensação de revolta popular que conduziu o país para a extrema direita. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para ver mais imagens de políticos corruptos com copos de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro. Entretanto, são cenas que habitam noticiários reais. E entram na trama como combustível para o surgimento de um justiceiro fictício, que nada mais é que a corporificação da raiva dos eleitores que votaram em Bolsonaro. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta generalizada da população. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem polariza opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. O último lançamento controverso da lista, “A Casa que Jack Construiu”, de Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”), recebeu vaias durante sua première no Festival de Cannes, ocasião em que pelo menos 100 pessoas abandonaram a sessão, revoltadas e enojadas. Mas enquanto parte da crítica o taxou como ofensivo, a outra parte aplaudiu, embora meio constrangida. Mais brutal que “O Anticristo” (2009), mas com estrutura narrativa similar a “Ninfomaníaca” (2013), o filme parte de uma confissão do Jack do título, um serial killer (vivido por Matt Dillon, da série “Wayward Pines”) que rememora assassinatos cometidos por mais de uma década para um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). Há quem considere as cenas de violência explícita contra mulheres menos ofensivas que a narração pretensiosa do protagonista, que aborda temas metafísicos e estéticos, julgando-se profundo, num contraste com a banalidade com que ataca suas vítimas – Uma Thurman (“Kill Bill”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), etc. Para ele, os assassinatos são obras de arte. A crítica discordou da tese. O resultado são os mesmos 58% de aprovação de “Bohemiam Rhapsody”, o que significa que o filme tem seus momentos, mas passa longe de ser uma obra prima. Completa a programação um documentário sobre a cantora Elza Soares, em circuito limitado. Confira abaixo os trailers e as sinopses das estreias da semana. Bohemian Rhapsody | EUA | Drama Musical Freddie Mercury (Rami Malek) e seus companheiros Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos | EUA | Fantasia Clara (Mackenzie Foy), jovem esperta e independente, perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho (Morgan Freeman). Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino. Johnny English 3.0 | Reino Unido | Comédia Em sua nova aventura, Johnny English (Rowan Atkinson) é a última salvação do serviço secreto quando um ataque cibernético revela as identidades de todos os agentes do país. Tirado de sua aposentadoria, ele volta à ativa com a missão de achar o hacker por trás do ataque. Com poucas habilidades e métodos analógicos, Johnny English precisa superar os desafios do mundo tecnológico para fazer da missão um sucesso. O Doutrinador | Brasil | Ação Um vigilante mascarado surge para atacar a impunidade que permite que políticos e donos de empreiteiras enriqueçam às custas da miséria e do trabalho da população brasileira. A história do homem por trás do disfarce de “Doutrinador” envolve uma jornada pessoal de vingança na qual um agente traumatizado decide fazer justiça com as próprias mãos. A Casa que Jack Construiu | Dinamarca | Suspense Um dia, durante um encontro fortuito na estrada, o arquiteto Jack (Matt Dillon) mata uma mulher. Este evento provoca um prazer inesperado no personagem, que passa a assassinar dezenas de pessoas ao longo de doze anos. Devido ao descaso das autoridades e à indiferença dos habitantes locais, o criminoso não encontra dificuldade em planejar seus crimes, executá-los ao olhar de todos e guardar os cadáveres num grande frigorífico. Tempos mais tarde, ele compartilha os seus casos mais marcantes com o sábio Virgílio (Bruno Ganz) numa jornada rumo ao inferno. My Name Is Now, Elza Soares | Brasil | Documentário Elza Soares, ícone da música brasileira, numa saga que ultrapassa o tempo, espaço, perdas e sucessos. Elza e seu espelho, cara a cara, nua e crua, ao mesmo tempo frágil e forte, real e sobrenatural, uma fênix, que com a força da natureza transcende e canta gloriosamente.
Noah Schnapp se fantasia de Eleven para celebrar o Halloween com os colegas de Stranger Things
O elenco mirim de “Stranger Things” se juntou para comemorar o Halloween deste ano nos Estados Unidos. E enquanto a maioria optou por viver personagens da franquia “Star Wars”, Noah Schnapp, o intérprete de Will, apareceu vestido de Eleven, a personagem da sua colega Millie Bobby Brown na série da Netflix. Millie, por sua vez, incorporou a Princesa Leia, enquanto a novata Sadie Sink (a Max) virou a Rey e Gaten Matarazzo (Dustin) acredita ter se fantasiado de Han Solo. Difícil é dizer quem, exatamente, Caleb McLaughlin (Lucas) está representando. Já Finn Wolfhard (Mike) superou a todos como Homem-Invisível, tão convincente que não apareceu em nenhuma foto e não foi visto pelos colegas durante todo o Halloween. Veja abaixo os registros do elenco nas redes sociais. Visualizar esta foto no Instagram. hallo 2018 Uma publicação compartilhada por ?????? (@milliebobbybrown) em 31 de Out, 2018 às 4:59 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Halloween 2018.?? #strangerthings #squad @gatenm123 @noahschnapp @sadiesink_ @milliebobbybrown #BeYourBiggestFan #EmbraceYourFace Uma publicação compartilhada por Caleb McLaughlin (@therealcalebmclaughlin) em 31 de Out, 2018 às 5:06 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Yeah Mon.? #Halloween #BeYourBiggestFan #EmbraceYourFace @gatenm123 @noahschnapp Uma publicação compartilhada por Caleb McLaughlin (@therealcalebmclaughlin) em 31 de Out, 2018 às 6:08 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Rasta. #halloween #BeYourBiggestFan #EmbraceYourFace Uma publicação compartilhada por Caleb McLaughlin (@therealcalebmclaughlin) em 31 de Out, 2018 às 7:24 PDT
Gal Gadot se fantasia de Batman no Halloween
A atriz Gal Gadot aproveitou o Halloween para vestir outro uniforme de super-herói. A intérprete da Mulher-Maravilha publicou uma foto em seu Instagram com a máscara e capa do Batman. Na legenda, escreveu “Eu sou o Batman! Feliz Halloween! Lembranças da Liga da Justiça”. Ela está atualmente filmando “Mulher-Maravilha 1984”, continuação do sucesso do ano passado, novamente com direção de Patty Jenkins, que chegará aos cinemas em junho de 2020. Visualizar esta foto no Instagram. "I'm batman" ?? Happy Halloween!! Memories from @justiceleague @clayenos #iactuallygotexcitedwearingit Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot) em 31 de Out, 2018 às 3:12 PDT
Slipknot volta à ativa no Halloween com lançamento de primeiro clipe em quatro anos
Os loucos escaparam. A banda Slipknot revelou sua primeira faixa inédita em quatro anos, que também ganhou clipe. A data escolhida para a divulgação de “All Out Life” não poderia ser mais temática: o dia do Halloween. O clipe mostra uma fuga em massa de psicopatas mascarados de um ônibus lotado, possivelmente durante o transporte para uma prisão ou hospício, e conduz os alucinados até um galpão onde ocorre, literalmente, um banho de sangue – ou de xarope de framboesa. A direção é de Shawn Crahan, o percussionista do Slipknot, que estreou como cineasta durante o hiato da banda, com a comédia sci-fi “Officer Downe” (2016), destruída pela crítica – 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. “All Out Life” deve fazer parte do próximo álbum da banda de metal pesado. Recentemente, o vocalista Corey Taylor afirmou que estava trabalhando num novo disco de músicas inéditas para 2019, e que o material deve ser seguido de uma turnê mundial. O álbum mais recente da banda é “The Gray Chapter”, lançado em 2014.
Harvey Weinstein é acusado pela primeira vez de abuso sexual de menor
Harvey Weinstein está enfrentando sua primeira acusação de abuso sexual de menor. O produtor de Hollywood, denunciado por assédio, abuso e estupro por dezenas de mulheres, vai responder à nova alegação na justiça. Uma atriz não identificada afirmou que tinha 16 anos quando foi assediada pelo produtor em 2002. Segundo os registros oficiais, Weinstein a levou para seu apartamento no SoHo, em Nova York, abaixou suas calças e obrigou a adolescente a massagear seu pênis. Ela conseguiu fugir do apartamento e anos depois conseguiu um papel em “Diário de Uma Babá” (2007), da TWC (The Weinstein Company), o que fez com continuasse em contato com o produtor. Por conta disse, em 2008, teve outra reunião com Weinstein, que se comportou de maneira semelhante. Após ser rejeitado, o produtor garantiu que ela nunca conseguiria trabalhar novamente na indústria cinematográfica, o que a teria deixado depressiva e intensificado sua anorexia. “A acusação é absurda”, disse Ben Brafman, advogado do produtor à imprensa americana. “Assim como tantas outras mulheres que já foram expostas como mentirosas, a alegação, que já tem quase 20 anos, também será comprovada como falsa”. Recentemente, Weinstein conseguiu uma vitória na judicial quando um juiz da corte de Nova York decidiu descartar uma das seis acusações de abuso sexual pelas quais ele responde na justiça. Weinstein responde por apenas uma fração das denúncias de assédio e abuso sexual que pesam contra ele, devido à prescrição dos crimes, que aconteceram ao longo de três décadas. O produtor foi citado por mais de 60 mulheres desde que o jornal The New York Times e a revista The New Yorker expuseram seu comportamento abusivo, dando origem ao movimento #MeToo e a uma onda de demissões de produtores abusivos, após a pressão das redes sociais decretar o fim do acobertamento desse tipo de atitude.
Livro de Stephen King sobre parque de diversões assombrado vai virar série
Mais um adaptação de Stephen King está a caminho da televisão. “Joyland”, livro lançado em 2013, vai virar série do canal pago americano Freeform. A trama gira em torno de um parque de diversões assombrado dos anos 1970. A emissora recrutou Chris Peña (“Jane the Virgin”) e Cyrus Nowrasteh (“O Apedrejamento de Soraya M.”) para escrever o piloto, sobre um jovem universitário desiludido que decide trabalhar em um parque de diversões nas férias de verão de 1973, mesmo local que foi cenário do assassinato não solucionado de uma menina. “Estamos honrados por trabalhar com Stephen King – um mestre contador de histórias que entende a importância de contos culturalmente relevantes que ressoam com o público em um nível profundamente pessoal”, disse Karey Burke, vice-presidente de Programação e Desenvolvimento da Freeform. “Mal podemos esperar que ‘Joyland’ se torne parte da programação da Freeform e assombre nossos espectadores como só Stephen pode.” Atualmente, há duas séries baseadas nas obras de Stephen King na televisão americana: “Mr. Mercedes”, adaptação de um trilogia literária, e “Castle Rock”, que se inspira em toda a bibliografia do escritor.
Ator de Poldark entra na série derivada de Game of Thrones
O ator Josh Whitehouse entrou no elenco da primeira série derivada de “Game of Thrones”. Astro britânico em ascensão, ele foi revelado no ótimo drama indie “Northern Soul” (2014), integra a série “Poldark” e será visto a seguir no remake musical de “Valley Girl”, no papel originalmente interpretado por Nicolas Cage no filme de 1983 (lançado no Brasil como “Sonhos Rebeldes”). Josh Whitehouse se junta a Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), primeiro nome anunciado na produção, que, segundo o escritor George R.R. Martin, vai se chamar “The Long Night”. O spin-off foi criado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “Kick-Ass”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo escritor George R. R. Martin, autor dos livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram “Game of Thrones”. A trama se passa 8 mil anos antes dos eventos da série original e pretende apresentar a Era de Ouro dos heróis e também a hora mais sombria de Westeros, com a origem dos caminhantes brancos e o surgimento dos primeiros Starks lendários. Nenhum dos atores do programa atual aparecerá na nova série, que retratará um Westeros muito diferente de “Game of Thrones”. Além desse projeto, há outros quatro roteiros sendo avaliados para virar derivados de “Game of Thrones”, desenvolvidos por Max Borenstein (“Godzilla”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Brian Helgeland (“Sobre Meninos e Lobos”, “Robin Hood”), Carly Wray (séries “Mad Man” e “The Leftovers”) e Bryan Cogman (roteirista e produtor de “Game of Thrones”). Martin também trabalhou no roteiro de Cogman. Mas, por enquanto, apenas a história desenvolvida por Jane Goldman recebeu sinal verde para produzir um piloto. Isto não significa que a produção da 1ª temporada está garantida. O piloto precisará ser aprovado pelos executivos da HBO para virar série.
Série animada Castlevania é renovada para a 3ª temporada
A animação “Castlevania” foi renovada para sua 3ª temporada pela Netflix. A novidade foi compartilhada nesta quarta (31/10) pelo produtor da série, Adi Shankar, nas redes sociais. A renovação estabeleceu um novo recorde no serviço de streaming, já que foi anunciada apenas cinco dias após a disponibilização da 2ª temporada. Mas a verdade é que a produção dos novos episódios estava definida desde muito antes da estreia do segundo ano. Afinal, já tem quatro meses que o ator Richard Armitage (de “O Hobbit”) revelou que estava voltando ao estúdio para dublar Trevor Belmont na 3ª temporada da série animada. Escrita pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), a série animada segue a trama dos games, uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Na 2ª temporada ele teve apoio do filho do vampiro, mas enfrentou um exército de criaturas das trevas sedentas. Além de Richard Armitage, o elenco de vozes inclui Graham McTavish (também de “O Hobbit”) como Drácula, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. O terceiro ano da adaptação da clássica franquia de videogames da Konami contará com 10 episódios e deve estrear em 2019. Castlevania Season 3 just got greenlit!!!! ???. Thank you to Netflix and to our wonderful fans. This is a dream come true. I’m so happy. Lots of love to go around. — Adi Shankar (@adishankarbrand) October 31, 2018












