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2 de novembro de 2026
  • Filme

    Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald estreia com pior bilheteria da franquia Harry Potter

    18 de novembro de 2018 /

    “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” estreou em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. Entretanto, a arrecadação de US$ 62 milhões ficou abaixo das expectativas ambiciosas da Warner e representa a menor abertura registrada por um título da franquia “Harry Potter”. Para completar, o filme também vem acumulando as piores críticas desse universo criado pela escritora J.K. Rowling e a cada dia vê sua aprovação desabar mais no ranking do Rotten Tomatoes. Se até a estreia era considerado medíocre, com pouco mais de 50% de aprovação, a nota desabou de vez nesse domingo (18/11), registrando no momento apenas 40%, o que lhe rende a condição de “podre” pelos critérios do site. Em compensação, tem conseguido bom desempenho no mercado internacional, onde está sendo visto por mais público que o filme anterior, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016). Isto, claro, deve-se à estratégia de distribuição, que alinhou a estreia simultânea em 79 países. Assim, a produção gerou mais US$ 191 milhões – com destaque para os países da Europa – totalizando US$ 253,2 milhões em sua estreia mundial. Vale lembrar que “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” foi filmado com um mega-orçamento de US$ 200 milhões e ainda gastou outra fortuna em marketing para sua divulgação, de modo que a expectativa do estúdio mirava uma bilheteria de no mínimo US$ 800 milhões ao todo, como o filme anterior. O detalhe é que apenas quatro lançamentos superaram esse montante em 2018. A estreia de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” ficou abaixo até do desempenho da animação “O Grinch” na semana passada. O desenho da Illumination/Universal, que agora caiu para o 2º lugar, começou sua trajetória com US$ 66 milhões e manteve o sucesso na segunda semana, com mais US$ 38,1 milhões. Em dez dias, a animação já soma US$ 126,5 milhões nos Estados Unidos e no Canadá. Porém, não tem o mesmo desempenho no resto do mundo. Isto se deve às criações de Dr. Seuss não serem tão conhecidas fora da América do Norte, mas principalmente por o lançamento internacional ter sido muito pulverizado. A maioria dos países só vai receber sua estreia entre o final de novembro e o Natal, devido à temática natalina – mas já está nos cinemas brasileiros. “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, também segue impressionante no 3º lugar em sua terceira semana de exibição. A bilheteria atingiu US$ 384,3 milhões em todo o mundo, superando o outro musical em cartaz, “Nasce uma Estrela” (US$ 340,7 milhões após sete semanas). O Top 5 se completa com duas estreias. A comédia “De Repente uma Família” fez só US$ 15,7 milhões e abriu em 4º lugar, também abaixo das expectativas da Paramount, que imaginava algo em torno das bilheterias da franquia “Pai em Dose Dupla”, com o mesmo ator (Mark Wahlberg) e temática similar – o primeiro “Pai em Dose Dupla” estreou com US$ 38,7 milhões e o segundo com US$ 29,6 milhões. A crítica, no entanto, gostou bem mais da nova comédia que das anteriores (“podres”), com 81% de aprovação. Já “As Viúvas” iniciou com US$ 12,3 milhões. Pode parecer pouco, mas é o melhor desempenho inicial de uma obra do diretor Steve McQueen, que antes de vencer o Oscar com “12 Anos de Escravidão” (2013) só fazia dramas indies pouco convencionais. O novo trabalho representa sua primeira incursão ao cinema de ação e o resultado foi aplaudidíssimo pela crítica, com 91% no Rotten Tomatoes. É também o filme mais caro do cineasta inglês. Custou US$ 42 milhões, pouco mais que o dobro de “12 Anos de Escravidão”, e teria como meta faturar US$ 150 milhões no mínimo. Isto lhe obriga a ter um desempenho internacional bem melhor. O problema é que o público não se empolgou tanto quanto a crítica, como atesta a nota B no CinemaScore, pesquisa feita com quem pagou ingresso nos Estados Unidos. Dos três filmes lançados, “As Viúvas” teve a pior avaliação do público americano, que, em franco contraste com a crítica, deu B+ para “Animais Fantásticos” e adorou “De Repente uma Família”, único a receber nota A. Tanto “As Viúvas” quanto “De Repente uma Família” estreiam no Brasil em duas semanas, no dia 29 de novembro. “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” já está em cartaz. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald Fim de semana: US$ 62,2 Total EUA e Canadá: 62,2 Total Mundo: US$ 253,2m 2. O Grinch Fim de semana: US$ 38,1m Total EUA e Canadá: US$ 126,5m Total Mundo: US$ 151,7m 3. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 15,7m Total EUA e Canadá: US$ 127,8m Total Mundo: US$ 384,3m 4. De Repente uma Família Fim de semana: US$ 14,7m Total EUA e Canadá: US$ 14,7m Total Mundo: US$ 14,7m 5. As Viúvas Fim de semana: US$ 12,3m Total EUA e Canadá: US$ 12,3m Total Mundo: US$ 19,6m 6. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos Fim de semana: US$ 4,6m Total EUA e Canadá: US$ 43,8m Total Mundo: US$ 116,2m 7. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 4,3m Total EUA e Canadá: US$ 185,8m Total Mundo: US$ 340,7m 8. Operação Overlord Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 17,7m Total Mundo: US$ 32,7m 9. Millennium: A Garota na Teia de Aranha Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 13,2m Total Mundo: US$ 26,5m 10. Nobody’s Fool Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 28,8m Total Mundo: US$ 29,1m

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  • Série

    Episódio de Legacies faz “crossover” com séries da DC e o filme Pânico

    18 de novembro de 2018 /

    A rede CW surpreendeu seus telespectadores com o episódio de “Legacies” exibido nessa semana nos Estados Unidos. Intitulado “Hope Is Not the Goal”, o episódio começou com o pesadelo de um dos personagens, MG (Quincy Fouse), que se vê caçado pelo Gorila Grodd, vilão da série “The Flash”, criando uma espécie de crossover entre o Arrowverse e o universo de “The Vampire Diaries”. A cena revela que ele estava lendo os quadrinhos de “The Flash” antes de dormir. Mas esse não foi o fim do pesadelo, pois logo em seguida o assassino mascarado Ghostface, da franquia de terror “Pânico”, irrompe da escuridão para atacá-lo, o que finalmente acorda MG para valer. A criadora de “Legacies”, Julie Plec, confirmou que o encontro com o Gorila Grodd foi “oficial”. “Nós queríamos que MG tivesse um pesadelo com algum monstro dos quadrinhos que ele estava lendo, então pedimos para Greg Berlanti e para DC se poderíamos pegar emprestado o Grodd. Eles foram muito gentis. O primeiro crossover de TVD e da DC”, escreveu a criadora da série no Twitter. Ela também compartilhou a razão a homenagem à “Pânico” na série. “Quando contei como seria a participação para Sarah Schechter (produtora de ‘The Flash’), ela disse: ‘Espero que você esteja fazendo um pesadelo dentro de um pesadelo’. E assim fizemos. Com Ghostface de ‘Pânico’. Obrigado ao Fun World por nos deixar usá-lo”. “Como muitos de vocês sabem, eu era o assistente do diretor Wes Craven em ‘Pânico’. Lembro-me do dia em que um produtor encontrou a máscara de Ghostface no quarto de uma casa que eles estavam sondando como set”. “O estúdio tentou ter uma versão diferente da máscara, com o objetivo de explorá-la como merchandising. Mas todas as versões diferentes ficaram uma droga. Wes preferiu ficar com a máscara vendidas das lojas e a Fun World manteve a posse de seus direitos”. “Fazer ‘Pânico’ foi um dos destaques da minha vida. Foi o primeiro filme em que trabalhei e foi onde me apaixonei por Kevin williamson (roteirista de ‘Pânico’ e cocriador de ‘The Vampire Diaries’ com Plec). E, anos mais tarde, Brett Matthews (roteirista de ‘The Vampire Diaries’ e autor do episódio de ‘Legacies’ com o crossover) foi contratado para ser o showrunner da 3ª temporada da série baseada no filme. Nós dois estávamos empolgados para fazer uma homenagem ao Ghostface”. Com média de 1,1 milhão de telespectadores ao vivo, “Legacies” vem mantando maior audiência que a temporada final de “The Originals” (833 mil telespectadores), da qual é derivada. A série combina personagens introduzidos ainda bebês em “The Vampire Diaries” e “The Originais”, além de personagens adultos da primeira série, para acompanhar a nova geração sobrenatural desse universo compartilhado. A trama se passa numa escola para adolescentes amaldiçoados, que tenta ensinar a jovens vampiros, lobisomens e bruxas como se defender sem que precisem virar predadores da humanidade. “Legacies” estreou em 25 de outubro nos Estados Unidos e “Hope Is Not the Goal” foi seu quarto episódio. Ainda não há previsão para o lançamento da série no Brasil. Some morning after #Legacies comments: 1) We wanted MG to have a nightmare about a monster from the comic books he was reading, so we asked @GBerlanti and @TheDCUniverse if we could 'borrow' Grodd. They were VERY gracious. The first TVDU-DCU crossover! — Julie Plec (@julieplec) November 16, 2018 When I pitched it to @SarahSoWitty, she said "I hope you're doing a nightmare within a nightmare." — and so we did. Enter, Ghostface from SCREAM. Thanks to Fun World for letting us use him. — Julie Plec (@julieplec) November 16, 2018 As many of you know, I was Wes Craven's assistant on SCREAM. I remember the day that his producer found the mask in the kid's bedroom of a house they were scouting. — Julie Plec (@julieplec) November 16, 2018 The studio tried to have a different version of the mask designed so that they could own it for merchandising. Alas, every different version sucked. Wes stuck with the store-bought mask and Fun World held on to ownership. — Julie Plec (@julieplec) November 16, 2018 Making SCREAM was one of the highlights of my life. It was the very first movie I worked on and it's where @kevwilliamson and I fell in love. And years later, @brettwmatthews was hired to be the show-runner of Scream Season 3. We were both excited to give Ghostface a shout-out. — Julie Plec (@julieplec) November 16, 2018

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  • Filme

    Homem-Aranha no Aranhaverso ganha novo trailer com legendas, dublagem e até versão estendida

    18 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou um novo trailer da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” em três versões diferentes: dublada em português, legendada e estendida. A última traz diversas cenas a mais e não tem legenda nem dublagem nacional. A divertida produção marca o primeiro encontro no cinema dos diferentes Homens-Aranha, Mulheres-Aranha e Porco-Aranha que existem nos quadrinhos. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A explicação para a convivência entre personagens de universos completamente diferentes nos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – é uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime – que ironicamente é o menos cósmico dos vilões do herói. A presença de Peter Porker é a mais absurda. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Também chama atenção a participação de Ar//nH, a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento/crossover chamado “Aranhaverso”. Este evento, que claramente inspira o desenho, originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk, que faz parte dos projetos de filmes derivados da Marvel na Sony. Apesar da variedade de personagens surgidas no período, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Apesar dessa referência, é outra criação recente – lançada numa minissérie de 2009. Miles Morales é o único da lista que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão do selo Ultimate, onde foi criado por Brian Michael Bendis em 2011. Ele foi um dos poucos sobreviventes daquele mundo, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Por fim, como todos sabem, Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função, após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Alexander Skarsgard e Eiza Gonzalez aparecem nas primeiras fotos das filmagens de Godzilla vs Kong

    18 de novembro de 2018 /

    Paparazzi conseguiram flagrar as filmagens de ”Godzilla vs Kong”, revelando as primeiras imagens da produção. Nelas, é possível ver os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”) em uniformes da organização Monarch (o logo é visível nos ombros). Outro detalhe é que o personagem de Skarsgard já surge brigando em cena. A produção não teve sinopse nem descrição de personagens divulgadas. Além dos dois atores citados, o elenco inclui Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), além do trio remanescente Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”). Os três últimos aparecerão antes em “Godzilla II: Rei dos Monstros”. “Godzilla vs Kong” será continuação desse filme. O longa tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de estreia para maio de 2020, exatamente um ano após o lançamento de “Godzilla II: Rei dos Monstros”.

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  • Filme

    Diretor informa que Godzilla II: O Rei dos Monstros já está pronto para ser exibido

    18 de novembro de 2018 /

    O diretor Mike Dougherty anunciou que ”Godzilla II: O Rei dos Monstros” foi concluído. A pós-produção estava em andamento há alguns meses. Mas, apesar das comemorações, agora começa a fase decisiva, com sessões de testes que, caso haja rejeição, podem enviar o filme de volta para a mesa de edição. Curiosamente, a finalização aconteceu quatro meses após a divulgação do primeiro trailer – que pode ser visto legendado aqui. A primeira prévia escondia as cenas sob fumaça, sem revelar muito da trama, mas trazia narração de Vera Farmiga (“Bates Motel”) avisando que a Terra está à beira de um colapso e a única salvação reside em se encontrar seus “governantes originais”. Chamados de Titãs pela protagonista, tratam-se na verdade de monstros gigantes, escondidos por milhares de anos, que precisam ser tirados de seus esconderijos naturais para impedir o apocalipse. Entretanto, a chegada das criaturas acaba causando tanta ou até mais destruição, o que faz a filha da personagem considere que sua mãe também é um monstro. A filha é vivida por Millie Bobby Brown (de “Stranger Things”) e o elenco também inclui Kyle Chandler (“Manchester à Beira-Mar”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Bradley Whitford (série “The Handmaid’s Tale”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Charles Dance (“Game of Thrones”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Aisha Hinds (“9-1-1”) e traz de volta os personagens de Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Segundo a sinopse oficial, a nova história segue os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam um levante de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco. O novos inimigos gigantes de Godzilla são kaijus conhecidos dos fãs do gênero, que entraram na cultura pop há mais de 50 anos, cada um com seu próprio filme individual no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. Godzilla já os combateu individualmente e também a todos ao mesmo tempo em vários clássicos japoneses – em particular no famoso “O Despertar dos Monstros’ (1968). Com roteiro de Zach Shields e direção de Michael Dougherty (ambos de “Krampus: O Terror do Natal”), a estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. It is done. With love and gratitude to the thousands of talented people all around the world who helped make this lifelong dream a reality. In Godzilla we trust. @GodzillaMovie pic.twitter.com/JnPoqFoXHY — Mike Dougherty ? (@Mike_Dougherty) November 16, 2018

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  • Etc,  Filme

    Mickey Mouse completa 90 anos de influência na cultura pop

    18 de novembro de 2018 /

    Neste domingo, completam-se 90 anos da primeira exibição de Mickey Mouse. Ele foi visto pelo público pela primeira vez num curta animado em preto-e-branco, “O Vapor de Willie”, que foi projetado num cinema de Nova York em 18 de novembro de 1928. O desenho de oito minutos trazia Mickey pilotando um barco a vapor e divertindo a passageira Minnie Mouse ao tornar os animais a bordo instrumentos musicais. Foi um enorme sucesso, porque também foi um dos primeiros desenhos animados sonoros. O som tinha chegado aos cinemas apenas 11 meses antes. E o rato ria, com a voz do próprio Walt Disney, e fazia música. Não era a primeira tentativa de Disney de emplacar um personagem animado. Seu predecessor tinha sido o coelho Oswald. Mas o ratinho, com seus traços simples – um grande círculo e dois círculos menores representavam sua cabeça – acabou caindo no gosto popular. O detalhe é que esses traços tão famosos não foram criados por quem você pensa e sim por Ub Iwerks. Foi o famoso animador quem criou o visual que hoje é símbolo do nome Disney, além de ter codirigido “O Vapor de Willie” com Disney, que o incentivou, batizou o personagem, dublou-o, ajudou a animá-lo e o produziu. O lançamento do Mickey foi uma vingança contra a Universal e o produtor Charles Mintz, com quem Disney tinha começado sua carreira em Hollywood. Mintz dizia que Oswald pertencia à Universal e que Disney estava sob contrato para realizar mais desenhos. Ele comprou a briga, mas perdeu a maioria de seus animadores originais, que também assinaram contrato com a Universal. Apenas Iwerks e os assistentes Les Clark e Wilfred Jackson permaneceram leais. Assim, ao se ver traído, Disney resolveu juntar os três para lançar seu próprio estúdio e ter os direitos sobre tudo o que lançasse. Por isso, com Mickey também nasceu o estúdio Disney. Embora tenha sido o primeiro desenho do Mickey exibido nos cinemas, “O Vapor de Willie” foi na verdade o terceiro curta animado desenvolvido com o personagem. Os dois anteriores simplesmente não conseguiram distribuição, porque o estúdio de Disney era independente – quem diria… Mas o desenho do ratinho no barco encontrou interessados porque era uma paródia de um filme muito bem-sucedido, “Marinheiro de Encomenda” (1928), estrelado por Buster Keaton, que tinha sido lançado seis meses antes. Como a maioria dos estúdios ainda estavam produzindo desenhos mudos, “O Vapor de Willie” logo se destacou, levando à produção de novos curtas com o ratinho orelhudo. Disney dublou todos eles, até os anos 1940. Cada novo desenho refletia a evolução do personagem. Só em 1929 ele ganhou suas luvas. Em 1931, Pluto virou seu cachorro. Em 1932, Pateta virou seu melhor amigo. Em 1935, Mickey finalmente ganhou cores e conheceu o Pato Donald. E em 1940 apareceu em seu primeiro longa, “Fantasia”, como um aprendiz de feiticeiro. A primeira grande reforma visual do personagem veio em 1939, quando o animador Fred Moore mudou os olhos do ratinho, incluindo pupilas – até então, seus olhos eram apenas dois pontos pretos – , que aumentaram sua expressividade. As mudanças continuaram nos anos 1940, com o sumiço de seu rabo, um novo guarda-roupas – ele só usava shorts vermelhos no começo – e orelhas menos estáticas. Mas o que manteve Mickey popular por tantos anos foi a exibição de seus desenhos na TV, a partir dos anos 1950, e à ideia de Disney de explorá-lo em outros meios, como quadrinhos, brinquedos, camisetas, lancheiras, etc. O personagem se tornou maior que o cinema. Logo, passou a ser visto ao vivo pelas crianças, em parques temáticos com o nome de Disney. Um império surgiu em torno de suas orelhas redondas. Não foi à toa que Walt Disney passou a chamar o Mickey de seu embaixador global. Mickey lançou não apenas a Walt Disney Pictures, mas o conceito do império Disney.

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  • Filme

    Morbius: Jared Leto posta vídeo de sua “transformação” em seu próximo vilão dos quadrinhos no cinema

    18 de novembro de 2018 /

    O ator Jared Leto (o Coringa do “Esquadrão Suicida”) postou no Twitter um vídeo em que mostra sua “transformação” em novo vilão dos quadrinhos. Acompanhado da legenda “E assim começa” e a hashtag #Morbius, o vídeo tem até música dramática, mas a preparação do ator é anticlimática, já que consiste apenas de fazer a barba. Afinal, o cabelo comprido e a pele pálida de Mórbius já fazem parte de sua persona. Morbius deve ser o próximo filme do universo estendido do Homem-Aranha, que virou prioridade da Sony após o sucesso de “Venom” nas bilheterias mundiais. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”) e a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”). Mas apesar da antecipação de Jared Leto para, digamos, assumir logo o visual do personagem, a produção ainda não anunciou nenhum outro integrante do elenco. O que significa que as gravações não vão começar em seguida, à toque de caixa. Criado por Roy Thomas e Gil Kane em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Além das aparições como vilão do Homem-Aranha, ele chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom. O filme da Sony não é a primeira tentativa de transformar Morbius em filme. Em 2000, a Marvel quase cedeu o personagem para o estúdio Artisan, especializado em terrores baratos. Felizmente, a negociação não foi concluída. Na Sony, “Morbius” se juntará a “Venom” e a outros projetos focados em coadjuvantes do Aranha, como os filmes de “Kraven, o Caçador”, que está sendo escrito pelo roteirista Richard Wenk (“O Protetor”), Nightwatch e Silk. Mas “Silver & Black”, parceria entre as heroínas/vilãs Sabre de Prata e Gata Negra, que seria dirigida por cineasta Gina Prince-Bythewood (“A Vida Secreta das Abelhas”), foi cancelado. O longa estrelado por Jared Leto ainda não tem previsão de estreia. And so it begins…#MORBIUS ✂️✂️?? pic.twitter.com/79mzOGEdOZ — JARED LETO (@JaredLeto) November 15, 2018

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    J.K. Simmons entra no revival da série Veronica Mars

    18 de novembro de 2018 /

    O ator J.K. Simmons, vencedor do Oscar por “Whiplash” (2014) e astro da série “Counterpart”, juntou-se ao elenco do revival de ”Veronica Mars”. Ele interpretará Clyde Prickett, um ex-presidiário que chega em Neptune para trabalhar com Dick Casablancas (Ryan Hansen), após passar dez anos na cadeia por extorsão. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming Hulu, novamente escrita por seu criador Rob Thomas e estrelada por Kristen Bell no papel-título. “Veronica Mars” foi originalmente exibida entre 2004 e 2007 e se tornou cultuadíssima, como uma versão irônica de “Nancy Drew”. O humor ácido e auto-referencial revolucionou as séries de adolescentes, influenciando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor. No Brasil, a série ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai detetive particular (vivido por Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ele ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Para quem não lembra, a intérprete da vítima, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. A maioria do elenco original da série voltou a se juntar num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo, que na época bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse dos fãs num resgate da série e só percebeu o entusiasmo quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. As gravações começam nas próximas semanas, e além de Kristen Bell e Ryan Hansen, também estão confirmados os retornos de Enrico Colantoni, Jason Dohring, Percy Daggs III, Max Greenfield e David Starzyk a seus personagens da série clássica. Já as novidades incluem ainda Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”), Izabela Vidovic (“iZombie”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”). Ainda não há previsão de estreia, mas é possível supor que os novos episódios sejam disponibilizados em 2019.

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    Ator de Power Rangers entra na série do herói Raio Negro

    18 de novembro de 2018 /

    O ator R.J. Cyler, que ficou conhecido como o Ranger Azul no filme de ”Power Rangers”, juntou-se ao elenco da 2ª temporada de “Black Lightning”, a série do herói Raio Negro. Ele interpretará Todd Green, gênio da tecnologia que trabalhará para o vilão Tobias Whale. Cyler terá uma participação regular na série. Ele também está escalado na 3ª temporada de “Scream”, que ainda não tem previsão de estreia. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), “Black Lightning” se diferencia das demais produções da DC não apenas por seu elenco majoritariamente negro, mas porque encontra o herói, em sua identidade de Jefferson Pierce, uma década depois dele se aposentar do combate ao crime para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. E não demora para ele descobrir que suas duas filhas também começaram a manifestar superpoderes. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, Christine Adams (série “Terra Nova”) como sua ex-esposa, Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”) como suas filhas, conhecidas nos quadrinhos pelos codinomes de Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), James Remar (série “Dexter”) como seu mentor Peter Gambi (que é um mix de Alfred e Oráculo), Damon Gupton (série “Bates Motel”) como o policial Bill Henderson e o rapper Marvin ‘Krondon’ Jones III como o vilão Tobias Whale. Embora não participe dos crossovers das outras séries de super-heróis da rede CW, a atração compartilha com “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” o mesmo produtor, Greg Berlanti. A produção é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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    Série do Monstro do Pântano completa elenco central e inicia produção

    17 de novembro de 2018 /

    A série “Swamp Thing”, que adapta os quadrinhos do Monstro do Pântano, completou seu elenco central e iniciou sua produção. O começo dos trabalhos foi anunciado pela atriz Crystal Reed (“Gotham”), que divulgou em seu Instagram uma foto do diretor Len Wiseman (“Anjos da Noite”) atrás de uma câmera, acompanhado pela hashtag #DayOne (primeiro dia). Wiseman também deu a dica ao postar um vídeo em que aparece com a equipe de produção circulando de barco pelos pântanos da Louisiana, onde a série se passa, demonstrando como a ambientação é excelente para uma história de terror. Veja abaixo. A atriz Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”, ficou com o papel principal. Ela viverá a protagonista Abby Arcane. A série pretende mudar ligeiramente a trama criada em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Alec Holland, por sua vez, será vivido por Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. A produção também confirmou três mudanças raciais em relação aos quadrinhos. A atriz Maria Sten (“Straight Outta Compton”) será Liz Tremayne, mais uma personagem ruiva da DC Comics que terá interprete negra na TV. Nos quadrinhos, Tremayne é a jornalista que investiga a morte de Alec Holland. Ela vai manter a profissão na série, mas terá jornada dupla como garçonete no bar de seu pai. Além disso, a personagem é apresentada como amiga de infância de Abby. Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), por sua vez, incorporará Madame Xanadu, que tem suas próprias aventuras na DC Comics desde 1978. A mudança racial joga por terra sua cronologia dos quadrinhos, que a apresenta como a encarnação moderna da feiticeira Nimue da lenda medieval do Rei Arthur. Já Henderson Wade (“Extant”) viverá Matt Cable, que não mudou só de etnia em relação aos quadrinhos. Introduzido na primeira edição do Monstro do Pântano em 1972 como um agente federal encarregado de proteger o cientista Alec Holland, ele passa boa parte do arco original da história perseguindo o Monstro, a quem culpa pela morte do amigo, sem saber que os dois são a mesma pessoa, e acaba se envolvendo romanticamente com Abby Arcane, num triângulo bizarro com a criatura de Louisiana, antes de ter um final terrível. Tudo isso foi abandonado na série, em que Matt Cabble é filho da xerife Lucilla Cable (criada para a atração) e foi namorado de Abby na adolescência. Já a xerife, descrita como durona, tem interpretação de ninguém menos que Jennifer Beals (das séries “Taken”, “The L Word” e do musical clássico “Flashdance”). Além destes, três vilões foram anunciados. Virginia Madsen (“Designed Survivor”) viverá Maria Sunderland, que trocou sua educação privilegiada pelos pântanos quando se casou com o magnata do comércio local Avery Sunderland, mas a obsessão da vida de Avery pelo pântano causou uma ruptura entre eles. Sua vida equilibrada é abalada ainda mais quando o retorno de Abby Arcane desperta uma tristeza profunda pela perda de sua filha, Shawna, atraindo-a para os sombrios mistérios sobrenaturais que emergem do pântano. A personagem não aparece nos quadrinhos, mas Avery Sunderland tem presença importante na trama, como um general que comanda uma grande corporação científica, interessado em caçar e estudar o Monstro do Pântano, de forma similar ao que acontece no filme vencedor do Oscar “A Forma da Água” (2017). A versão de carne e osso do personagem será vivida por Will Patton (“Falling Skies”). Um dos cientistas encarregados por Sunderland para fazer testes na criatura é Jason Woodrue, cujo nome é bem conhecido dos leitores dos quadrinhos, por se tornar o Homem Florônico. Supervilão deformado por experiências, ele costumava enfrentar super-heróis até o escritor Alan Moore recriá-lo nas páginas do Monstro do Pântano. Seu intérprete na série é Kevin Durand (da série “The Strain”). Com esta relação de personagens, é possível deduzir a trama de grande parte da temporada. Mas, curiosamente, o principal antagonista dos quadrinhos não foi escalado: Anton Arcane. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman (“Anjos da Noite”), mas não há mais informações sobre quem fará os demais capítulos, nem há previsão para a estreia. A série “Swamp Thing” será disponibilizada na plataforma DC Universe nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. Let the games begin ? #dayone @lenwiseman Uma publicação compartilhada por Crystal Marie Reed (@crystalmreed) em 14 de Nov, 2018 às 11:30 PST Visualizar esta foto no Instagram. Enjoy The Silence #LocationLocationLocation Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 5 de Nov, 2018 às 10:36 PST

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    Chloe Bennet revela novo visual de Quake na 6ª temporada de Agents of SHIELD

    17 de novembro de 2018 /

    A atriz Chloe Bennet revelou em seu Twitter o novo visual da sua personagem Quake na 6ª temporada de “Agents of SHIELD”. Ainda não há informações sobre a trama da temporada, que será menor que as anteriores, com apenas 13 episódios, e começará mais tarde, apenas em julho nos Estados Unidos. Como a série é a que mais tem relação com o universo cinematográfico da Marvel, o adiamento pode ser consequência de eventos do filme “Vingadores 4”, que estreia dois meses antes. Vale lembrar que, nos últimos episódios exibidos, “Agents of SHIELD” refletiu a chegada de Thanos na Terra, situando-se na época de “Vingadores: Guerra Infinita”. De todo modo, os fãs poderão rever um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), já em março. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará às telas grandes em “Capitã Marvel”, previsto para março, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva, que já se encontra renovada para seu sétimo ano. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. New exclusive Quake look. Come at me bad guys. @AgentsofSHIELD @Marvel pic.twitter.com/kCaXX578sw — Chloe Bennet (@chloebennet) November 17, 2018

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    Melhor série animada de super-heróis, Justiça Jovem ganha teaser e data de estreia da 3ª temporada

    17 de novembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe divulgou um teaser da nova animação “Young Justice: Outsiders”, que serve como 3ª temporada da ótima série animada da Justiça Jovem. A prévia revela a data de estreia e destaca Apokolips, o planeta natal do supervilão Darkseid. Além disso, o subtítulo Outsiders antecipa a introdução de outro grupo de heróis, conhecido no Brasil como Renegados – e que durante um período foi uma espécie de spin-off dos Titãs, liderado por Asa Noturna. O personagem faz parte da história, assim como outros Titãs clássicos e o grupo da Justiça Jovem, espécie de Titãs mirins. Oficialmente, a série ia reunir os Titãs clássicos Robin, Kid Flash, Arsenal (ex-Ricardito) e Mutano (Beast Boy), os justiceiros jovens Garota Maravilha (Wonder Girl), Besouro Azul (Blue Beetle) e Flechete (Arrowette), e três novidades: Super-Choque (Static), Salteadora (Spoiler) e Traci 13 (Thirteen). Mas os pôsteres divulgados também incluíram as participações de Superboy, Aqualad, Asa Noturna, Artemis (em novo uniforme) e dos novatos Geoforça, Forrageador (Forager, num visual mais insectóide), Halo, Metamorfo e Katana – os cinco últimos compõem os Renegados. A produção está a cargo dos responsáveis pela série original, Brando Vietti e Greg Weisman, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). E a estreia vai acontecer em 4 de janeiro na plataforma de streaming da DC.

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    Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis da DC Comics ganha pôster inspirado em quadrinhos

    17 de novembro de 2018 /

    A rede CW divulgou um novo pôster de “Elseworlds”, crossover envolvendo as séries de super-heróis do Arrowverso, batizado com o nome de uma linha editorial da DC Comics dedicada a histórias sobre universos e realidades alternativos. O cartaz é ilustrado como capa de uma publicação da DC Comics por Amy Reeder, que já desenhou quadrinhos de Batwoman e Supergirl, duas das personagens que aparecem na arte. A imagem destaca Arqueiro Verde e Flash se enfrentando, enquanto as duas heroínas citadas e Superman voam para impedi-los. Ao fundo, é possível ver o Monitor observando tudo, enquanto um novo vilão, Dr. John Deegan, ri mais que o Coringa no plano inferior. Por curiosidade, o nome do último personagem só apareceu uma vez nos quadrinhos, numa história de Batman. Foi em 1941, quando ele foi recrutado como capanga pelo Coringa – e morreu nesta única aparição. Mas a descrição oficial da DC parece transformá-lo no equivalente ao Dr. Hugo Strange de “Gotham”. “Ele é um médico do Asilo Arkham para os Criminosos Insanos de Gotham City, mas pode ser mais louco do que os presos que ele trata. Suas maquinações vão atrair Arqueiro Verde, Flash e Supergirl para Gotham City”, diz a sinopse. O vilão será interpretado por Jeremy Davies (das séries “Lost” e “Justified”), que não é novato nas adaptações dos quadrinhos da DC Comics. Ele interpretou Ritchie Simpson na série “Constantine” e reprisou o papel como dublador na animação “Liga da Justiça Sombria”, lançada no ano passado. A história também introduz a heroína Batwoman, que será vivida por Ruby Rose (“Megatubarão”) e encontrará o Arqueiro Verde (Stephen Amell), Flash (Grant Gustin) e Supergirl (Melissa Benoist) em Gotham City. O grupo de heróis do novo crossover também inclui a volta de Tyler Hoechlin ao papel de Superman, que ele já desempenhou na série “Supergirl”, e desta vez ele virá acompanhado por Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter Lois Lane – outra estreante no Arrowverso. Para completar a lista do cartaz, a presença do Monitor (interpretado por LaMonica Garrett, de “Designated Survivor”) é a mais complexa de todas. Descrito pelos responsáveis pelo crossover como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama, o personagem foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez numa das histórias mais conhecidas dos quadrinhos. O Monitor teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso de todos os tempos, concebido para materializar o primeiro reboot dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nas páginas do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da DC, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recriava uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl”. Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todos os universos paralelos, reunindo alguns poucos sobreviventes de outras dimensões na única Terra sobrevivente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime), evento tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança de outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. Ao viajar no tempo até o big bang, o homem chamado Kronas foi responsável por criar o Multiverso, dando origem também a duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simbolizava o encantamento com a criação original, o segundo visava sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para evitar a destruição que ficou conhecida como “Crise nas Infinitas Terras”, o Monitor precisa recrutar todos os super-heróis do Multiverso, que unem forças e fazem sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A história ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – mas, alguns reboots depois, também voltaram à ativa nas publicações da DC. Há grande probabilidade de os produtores estarem apenas plantando a semente de “Crise nas Infinitas Terras” no novo crossover, que, convenhamos, teria este nome se fosse realmente adaptar a história clássica. Isso significa que o próximo crossover pode já ter sido determinado: um megaevento como nunca se viu antes na TV. Dividido em três episódios, “Elsworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.

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