Scarlett Johansson volta a ficar ruiva em vídeo e fotos do set de Viúva Negra
A atriz Scarlett Johansson voltou a ser fotografada – e desta vez também gravada em vídeo – na região de Sæbø, na Noruega, onde começaram nesta semana as filmagens de “Viúva Negra”. Ao contrário das primeiras fotos, em que estava loira, ela agora aparece com o cabelo ruivo da personagem. Fora isso, as imagens não parecem associadas ao filme, mas uma simples compra da atriz, acompanhada por integrantes da produção. Mas chama atenção que, após passar num mercadinho, ela subiu num barco e entrou num navio. De todo modo, se a imagem de Scarlett loira disparou teorias – e era apenas o cabelo natural da atriz – , a versão ruiva alimentou ainda mais discussões sobre a época em que a trama se passa. Já há quem acredite em ressurreição. O filme ainda não teve sinopse oficial ou maiores detalhes revelados, mas rumores antigos sugeriam que “Viúva Negra” seria um prólogo, como “Capitão Marvel”. Isto faz sentido, diante do que acontece em “Vingadores: Ultimato”. A trama não confirmada mostraria o treinamento de Natasha Romanoff na KGB e, anos mais tarde, sua fuga para os Estados Unidos. Entretanto, essa cronologia é impossível. Se, por um lado, ela é fiel aos quadrinhos, a realidade impede que seja executada no contexto dos filmes atuais da Marvel. Isto porque a KGB acabou há quase 30 anos. Portanto, se a equipe de efeitos visuais fosse acionada para realizar a mesma mágica de rejuvenescimento de Samuel L. Jackson em Scarlett Johansson, teria que transformar a atriz num bebê espião. Além de Scarlett Johansson no papel principal, o longa também terá a atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), além de Rachel Weisz (vencedora do Oscar por “O Jardineiro Fiel” e indicada por “A Favorita”), David Harbour (o xerife Hopper de “Stranger Things” e o novo “Hellboy” do cinema) e O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e ainda não possui previsão de estreia. Detalhe: o filme ainda nem sequer foi oficialmente anunciado pela Marvel!
Boy George vai ganhar cinebiografia do diretor de Hitchcock
Depois de Freddie Mercury e Elton John, mais um ídolo do pop/rock britânico – e gay – vai ganhar filme: Boy George, o vocalista da banda Culture Club, que fez grande sucesso nos anos 1980. A cinebiografia está a cargo do roteirista e diretor Sacha Gervasi (“Hitchcock”, “Meu Jantar com Hervé”) e vai cobrir da juventude de George, que vem de uma família de trabalhadores irlandeses, até o seu sucesso com os hits “Karma Chameleon”, “Miss Me Blind” e “Do You Really Want to Hurt Me”, à frente do Culture Club. Conhecido pelo visual andrógino com o qual se apresentava, George se tornou um ícone do movimento LGBTQIA+ no Reino Unido e em todo o mundo. O cantor, que se identificava como bissexual no auge do sucesso do Culture Club, passou a se declarar abertamente gay nos anos 2000. Juntando o sucesso do Culture Club com seus álbuns solo, George já vendeu mais de 100 milhões de singles e 50 milhões de álbuns ao redor do mundo. O músico também escreveu duas autobiografias que se tornaram best-sellers, “Take It Like a Man” (1995) e “Straight” (2004). E teve uma carreira como DJ. Dos anos 1980 até recentemente, o músico também lutou contra o vício em drogas, especificamente a heroína. O filme sobre Boy George é reflexo do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, sobre Freddie Mercury e o Queen, e da grande expectativa pelo lançamento de “Rocketman”, sobre Elton John, que estreia nesta quinta-feira (30/5) no Brasil.
Scarlett Johansson aparece loira nas primeiras fotos do set do filme da Viúva Negra
As filmagens do filme solo da Viúva Negra, estrelado por Scarlett Johansson, começaram nesta semana. E as primeiras fotos já vieram à tona nas redes sociais, tiradas durante a chegada da atriz às gravações na região de Sæbø, na Noruega, que fará as vezes da Rússia na trama. Um detalhe que chamou atenção nas imagens é que Scarlett aparece loira. Isto deixou as redes sociais fervilhando de teorias sobre a trama se passar imediatamente antes de “Vingadores: Guerra Infinita”. O filme ainda não teve sinopse oficial ou maiores detalhes revelados, mas rumores antigos sugerem que “Viúva Negra” seria um prólogo, como “Capitão Marvel”. A trama não confirmada mostraria o treinamento de Natasha Romanoff na KGB e, anos mais tarde, sua fuga para os Estados Unidos. Entretanto, essa cronologia é impossível. Se, por um lado, ela é fiel aos quadrinhos, a realidade impede que seja executada no contexto dos filmes atuais da Marvel. Isto porque a KGB acabou há quase 30 anos. Portanto, se a equipe de efeitos visuais fosse acionada para realizar a mesma mágica de rejuvenescimento de Samuel L. Jackson em Scarlett Johansson, teria que transformar a atriz num bebê espião. Além de Scarlett Johansson no papel principal, o longa também terá a atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), além de Rachel Weisz (vencedora do Oscar por “O Jardineiro Fiel” e indicada por “A Favorita”), David Harbour (o xerife Hopper de “Stranger Things” e o novo “Hellboy” do cinema) e O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e ainda não possui previsão de estreia. Detalhe: o filme ainda nem sequer foi oficialmente anunciado pela Marvel! ATUALIZAÇÃO: Já surgiram novas fotos com Scarlett Johansson ruiva nas filmagens.
Grey’s Anatomy e Station 19 terão mais crossovers na próxima temporada
As séries “Grey’s Anatomy” e “Station 19” terão mais crossovers na próxima temporada, explorando ainda mais o aspecto de universo compartilhado de suas produções. A iniciativa está por trás do acúmulo de poderes da produtora Krista Vernoff. A rede ABC nomeou a showrunner de “Grey’s Anatomy” para a mesma função na série sobre os bombeiros de Seattle. Fontes do site Deadline garantem que os próximos episódios terão narrativas interlaçadas e personagens indo e vindo entre as duas séries, obrigando o público a acompanhar as duas para seguir as histórias. Algo parecido já pode ser visto na franquia de Dick Wolf passada em Chicago – as séries “Chicago PD”, “Chicago Fire” e “Chicago Med” são bastante interlaçadas. Os novos rumos são resultado do sucesso obtido pelos episódios de crossovers anteriores, que chegaram a colocar as duas produções da Shondaland na liderança da audiência das quintas-feiras na TV americana. Curiosamente, a 3ª temporada de “Station 19” ainda não previsão de estreia, mas a 16ª de “Grey’s Anatomy” está incluída na programação de outono (setembro) da ABC.
Stephen Amell diz que pode voltar como Arqueiro Verde em outras séries
O final de “Arrow”, que se encerra na vindoura 8ª temporada, pode não ser a despedida de Stephen Amell do papel de Oliver Queen/Arqueiro Verde. Durante sua participação no evento MegaCon (uma “comic-con” que aconteceu no fim de semana na Flórida), o ator afirmou que, se no futuro, for convidado a fazer uma aparição em uma das novas séries da DC, não seria capaz de dizer não. “Eu devo muito a eles. Então, se daqui a cinco anos estiverem encerrando o programa ‘X’ e perguntassem algo como: ‘sabe o que seria a cereja no topo do sundae? Você poderia voltar?’ O que eu iria dizer? Não?” Amell completou dizendo que pensaria duas vezes se fosse uma ideia fraca ou roteiro ruim, mas que estaria à disposição dos produtores para o que precisassem. Uma eventual participação futura do ator pode se resumir a um flashback, caso a previsão mórbida de sua morte, anunciada no final da 7ª temporada pelo Monitor, cumpra-se no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Graças a um trato com o Monitor, ele se ofereceu para tomar o lugar de Flash e Supergirl, que morreram na versão desta história publicada nos quadrinhos, em 1986.
Kit Harington se interna em clínica de reabilitação após final de Game of Thrones
O astro Kit Harington, intérprete de Jon Snow em “Game of Thrones”, internou-se em uma clínica de reabilitação após o final da série. A internação foi descoberta pelo site Page Six, que pertence ao jornal New York Post, e confirmada por várias publicações na tarde desta terça (28/5) com novos detalhes. Um representante do ator também divulgou um comunicado sobre o assunto. “Kit decidiu utilizar esse intervalo em sua agenda como uma oportunidade para passar um tempo num retiro saudável para lidar com alguns problemas pessoais”, diz o texto oficial, propositalmente vago. Harington se internou por volta do dia da exibição do último episódio de “Game of Thrones”, que foi ao ar em 19 de maio no canal pago HBO. Ele chegou a comentar o final da série para a revista Entertainment Weekly, especificamente a transformação de Daenerys (Emilia Clarke), mas não deu mais entrevistas desde então. Segundo o Page Six, o ator estaria com dificuldades para lidar com abuso de álcool e estresse, e o final de “Game of Thrones” teria lhe impactado “profundamente”. Uma cena do documentário “Game of Thrones: The Last Watch”, exibido no domingo (28/5) viralizou ao mostrar o ator chorando ao ler o roteiro em que seu personagem mata Daenerys. Veja abaixo. “Ele percebeu que era o fim, que era algo no qual eles trabalharam duro por muitos anos. Ele teve um momento de ‘e agora?’ Sua esposa Rose Leslie está sendo bem apoiadora. Todos querem que ele descanse um pouco. Agora, ele precisa de paz e silêncio”, disse uma fonte do site. A clínica que o recebeu fica em Connecticut, nos Estados Unidos, e é descrita como um local luxuoso, que famosos costumam usar para se tratar de vícios longe da mídia. Kit and Emilia’s reaction at the last table read #GameOfThrones #TheLastWatch pic.twitter.com/nGBHuHNrnf — Joe Weaver (@jorywea) May 27, 2019
Trailer de cinebiografia lembra músicas e polêmicas da vida do cantor Wilson Simonal
A Downtown Filmes divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Simonal”, cinebiografia do cantor Wilson Simonal (1938-2000). A prévia destaca diversas músicas de sucesso, a interpretação carismática de Fabrício Boliveira no papel-título e a reviravolta polêmica na carreira do ídolo pop, que de uma hora para outro perdeu tudo e todos lhe viraram as costas, por suposta ligação com o DOPS, a gestapo da ditadura militar brasileira. Além de Fabrício Oliveira como Simonal, a prévia destaca Ísis Valverde como sua esposa Tereza. E, curiosamente, os dois atores já tinham vivido um casal no cinema, em “Faroeste Caboclo”, também baseado no pop nacional. O resto do elenco inclui Leandro Hassum (“Não Se Aceitam Devoluções”), Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”), Mariana Lima (“Real: O Plano por Trás da História”) e Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). “Simonal” retrata o sucesso meteórico do cantor entre os anos 1960 e 1970, quando ele se tornou uma das personalidades mais populares do país para, em seguida, mergulhar no ostracismo. O longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). A estreia vai acontecer em 8 de agosto, um ano após première nacional no Festival de Gramado de 2018, quando venceu três prêmios – Direção de Arte, Fotografia e Trilha, composta pelos filhos do cantor, Simoninha e Max de Castro.
Filho de Robin Williams fala sobre perda do pai em campanha de prevenção ao suicídio
Cinco anos após a morte de Robin Williams, o filho mais velho do ator, Zak Williams, resolveu falar abertamente do suicídio de seu pai para a campanha Faces of Fortitude. Criada pela fotógrafa Mariangela Abeo, a campanha traz depoimentos de pessoas cujas famílias foram afetadas pelo suicídio de um ente querido, para servir de ajuda e prevenir tragédias similares. Além de posar para fotos da campanha, Zak descreveu como o processo de luto da família foi difícil. Conhecido por filmes como “Jumanji”, “Uma Babá Quase Perfeita”, “Gênio Indomável”, o desenho original de “Aladdin” e muitos outros sucessos, Williams cometeu suicídio em 2014, aos 63 anos. “Não existe nada em nossa educação que nos ensine a lidar com algo assim. Nada que nos mostre como equilibrar um processo de luto privado com o que fazer em público”, comentou. “Nossa família estava em luto junto com o mundo inteiro”. “Quando você está de luto e busca validação do público, é tudo passageiro. Eu busquei apoio do mundo lá fora, não da minha família. Muita gente queria passar pelo luto conosco, por vários motivos diferentes, mas o pesar público passa muito rápido”, acrescentou “Eu fiquei me sentindo mal por muito tempo. Uma vez que eu tirei de cena todos os elementos externos, e a automedicação, tudo se tornou cru para mim. Foi muito doloroso”, confessou ainda. “Eu precisei parar de pensar no quadro maior, e olhar para dentro de mim mesmo. Encontrei muita coisa lá. Eu percebi que não estava quebrado, e que eu tinha muita força dentro de mim”, completou. A fotógrafa que lançou a campanha contou também que a sessão com Zak foi “uma das mais emocionantes” do projeto.
Atores de Sense8 e Mamma Mia! vão estrelar série baseada na franquia Jason Bourne
O canal pago USA Network anunciou os primeiros nomes do elenco de “Treadstone”, série passada no mesmo universo dos filmes da franquia “Jason Bourne”. Os atores Jeremy Irvine (o jovem Sam de “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Brian J. Smith (o Will de “Sense8”) serão os protagonistas da atração. Desenvolvida por Tim Kring (criador de “Heroes”), a trama vai explorar o programa de operações secretas da CIA conhecido como Treadstone, que usa um protocolo de modificação de comportamento para transformar agentes em assassinos super-humanos praticamente imbatíveis – como Jason Bourne e Aaron Cross, personagens interpretados por Matt Damon e Jeremy Renner no cinema. A atração seguirá outros agentes “adormecidos” por todo o mundo, enquanto eles começam misteriosamente a “despertar” suas habilidades e completar suas missões fatais. Jeremy Irvine viverá J. Randolph Bentley, um espião enviado pela CIA para eliminar um alvo chave, mas que acaba se envolvendo em uma conspiração internacional. E Brian J. Smith será Doug McKenna, um operário de plataforma de petróleo que tem sua vida transformada após descobrir um segredo oculto sobre seu passado. O primeiro episódio será dirigido por Ramin Bahrani, responsável pelo recente remake de “Fahrenheit 451” na HBO. A produção ainda não tem previsão de estreia.
Kaley Cuoco divulga nova imagem da série animada da Arlequina
A atriz Kaley Cuoco já mergulhou em sua próxima série, após o fim de “The Big Bang Theory”. Ela postou uma imagem no Instagram para marcar a transição, acompanhada por uma risadinha e um aviso para os fãs se prepararem. Veja abaixo. Kaley será a responsável por dublar ninguém menos que a Arlequina na primeira série animada dedicada à personagem. Curiosamente, sua colega Melissa Rauch (intérprete de Bernadette em “The Big Bang Theory”) dublou a Arlequina no mais recente longa animado da personagem para o mercado de home video – “Batman e Arlequina” (2017). De todo modo, Cuoco vai aproveitar sua experiência como comediante para explorar o timing cômico da vilã, conforme os fãs já puderam conferir num teaser anteriormente divulgado. Outra novidade da produção diz respeito à aparência da Arlequina. Embora o close seja muito fechado, é possível reparar que, assim como a primeira arte liberada, a personagem tem cabelo multicolor e visual próximo da versão do filme “Esquadrão Suicida” – em vez do estilo clássico das animações de Bruce Timm, criador da Arlequina na série animada do Batman dos anos 1980. O novo desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também será produtora executiva da atração, que ainda terá as vozes de outros atores famosos. Lake Bell (“Childrens Hospital”), por exemplo, faz a voz depressiva de Hera Venenosa. O elenco de dubladores ainda inclui Alan Tudyk (“Doom Patrol”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”) e Christopher Meloni (“Happy!”). Com o título de “Harley Quinn” (nome da personagem em inglês), a série terá uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada. E a arte divulgada no Instagram promete uma estreia no outono norte-americano (entre setembro e novembro) na plataforma DC Universe, que por enquanto é exclusiva dos Estados Unidos. Vale lembrar que a Warner negociou a distribuição internacional de “Titãs” (Titans), outra série da DC Universe, com a Netflix. Mas não há informações sobre se o acordo incluiu outras atrações. Ver essa foto no Instagram Hehe get ready ? #yesnormanproductions @thedcuniverse Uma publicação compartilhada por Kaley Cuoco (@kaleycuoco) em 28 de Mai, 2019 às 8:29 PDT
Choro de Sophie Turner nos bastidores de Game of Thrones viraliza e emociona fãs
Muito se falou sobre o choro de Kit Harington diante do roteiro do final de “Game of Thrones”, durante a leitura coletiva do elenco, mas a exibição do documentário “The Last Watch” (A Última Vigilia) no domingo passado (26/5) na HBO acabou chamando atenção para outro choro, muito mais tocante. Um dos momentos que mais gerou comoção dos fãs foi quando a atriz Sophie Turner, intérprete de Sansa Stark, perde o controle e chora copiosamente após gravar a cena em que se despede de Theon (Alfie Allen). Ela realmente entrou no estado de espírito da perda vivida por Sansa. E a cena acabou viralizando nas redes sociais. “O fato de Sophie não conseguir parar de chorar após filmar o último adeus de Sansa a Theon parte o meu coração de todas as formas possíveis”, escreveu uma fã no Twitter. “Foi difícil de assistir, quase como se fosse uma invasão de privacidade”, ponderou outro fã. “Isto mostra como os atores da série eram unidos”, comentou um terceiro. “E ela também passou toda a emoção durante as gravações”, acrescentou mais um. “Estou chorando com ela”, envolveu-se um quinto. E assim por diante. O documentário foi dirigido pela britânica Jeane Finlay (“Orion: The Man Who Would Be King”), que registrou as lágrimas e os desafio de bastidores da última temporada da série, cujo final em 19 de maio é comentado até hoje. sophie really couldn't stop crying after filming that scene when sansa gave theon the stark pin ? pic.twitter.com/bJIXrvJMvH — asha ✪ (@queensofnorth) May 27, 2019
Novo trailer assustador explica trama da série do Monstro do Pântano
A plataforma DC Universe divulgou mais um pôster e novo trailer de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. E desta vez, além de destacar o clima assustador, que assume o tom de terror, a prévia explica a trama. Na dúvida entre adaptar a origem clássica do personagem dos quadrinhos, criado em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, ou a versão mais visceral de Alan Moore (que criou Constantine) nos anos 1980, os roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) optaram por escrever uma história diferente de ambas. A série produzida por James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”) muda perfis de personagens, contexto e até o envolvimento inicial dos protagonistas para valorizar, desde o começo, o papel de Abby Arcane como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Neste novo contexto, ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland antes dele virar a criatura dos pântanos, eliminando etapas nessa história de a bela e a fera do terror. Além disso, a trama reforça a influência da empresa Sunderland nos acontecimentos macabros do local e inclui um personagem importante da fase de Alan Moore entre os funcionários da companhia: Jason Woodrue, vilão conhecido como Homem-Florônico. Abby é vivida por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) e Holland ganha interpretação de Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), além de Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dá vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representa o Monstro do Pântano. Já o Woodrue tem interpretação de Kevin Durand (da série “The Strain”). O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação de 10 episódios. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” estreia na sexta-feira (31/5) na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos, com um episódio dirigido pelo cineasta Len Weiseman (“Anjos da Noite”).
Elton John diz que jamais permitiria um filme sobre sua vida sem sexo e drogas
No último domingo (26/5), o cantor Elton John escreveu um artigo para o jornal britânico The Guardian em que revelou detalhes sobre a produção de “Rocketman”, cinebiografia sobre sua vida e carreira que chega aos cinemas na quinta-feira (30/5). Ele confirmou que houve realmente uma tentativa de alguns produtores para fazer um filme mais leve e de classificação etária mais baixa, com o objetivo de levar um público mais amplo aos cinemas. Mas deixou claro que não permitiu. E isto não aconteceu. “Eu não queria um filme cheio de drogas e sexo, mas ao mesmo tempo, todo mundo sabe que eu aproveitei bastante essas duas coisas durante os anos 1970 e 1980, então não faria sentido um filme que me mostrasse indo quietinho para o quarto do hotel depois de um show, apenas com um copo de leite quente e uma bíblia”, ele explicou. Sóbrio há quase 30 anos, Elton John disse que não teve problemas com as cenas que retratam sua queda ao fundo do poço. “É estranho, mas não achei doloroso ver essas partes do filme”, contou. “Elas são verídicas e, diferentemente da minha infância, foram minha culpa. Ninguém me obrigou a usar drogas e beber”. Antes de chegar à Paramout, “Rocketman” passou pela Focus Features e até pela Walt Disney Studios, que não aceitaram as condições do cantor para realizar o filme. Além de querer cortar as cenas mais fortes, os estúdios queriam produzir uma cinebiografia comum, sem os elementos fantásticos que permeiam a história. Mas, para Elton, fazer isso seria deixar para trás o que mais lhe interessava na produção. Os motivos para querer um filme com fantasia são explicados ao longo do texto. “Eu vivia na minha cabeça quando era criança. E quando minha carreira decolou, decolou de tal maneira que quase não parecia real para mim”, ele explicou. “Há um momento em ‘Rocketman’, quando estou tocando no palco do clube Troubadour em Los Angeles e tudo na sala começa a levitar, inclusive eu, e, honestamente, era assim que eu me sentia”. O detalhe é que, ao listar os papéis que viveu no cinema, o cantor revelou que só gostou de um: o Pimball Wizard (mago do fliperama) de “Tommy”. E o filme de Ken Russell para a ópera rock da banda The Who era um delírio completo! “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos o filme “Bohemian Rhapsody”, e traz o ator Taron Egerton (“Kingsman: Serviço Secreto”) no papel de Elton John. O filme teve uma première aplaudidíssima no Festival de Cannes e atingiu 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – bem mais que os 61% de “Bohemian Rhapsody”, vencedor de quatro Oscars.












