Adiamento de Novos Mutantes foi motivado por necessidade de refilmagens
O novo adiamento em um ano na estreia de “Os Novos Mutantes”, o derivado dos X-Men que deveria ter chegado aos cinemas em abril… de 2018, finalmente ganhou explicação. Quem revelou os bastidores da decisão foi o produtor Simon Kinberg, que também dirige “X-Men: Fênix Negra”. “O que acontece é que faremos refilmagens neste ano e precisamos contar com uma nova data de lançamento da Disney. É apenas isso. Parte do problema foi entender o que as refilmagens seriam, quanto tempo precisaríamos, e a outra parte foi [conseguir uma data para] trazer o elenco de volta”, afirmou, em entrevista para o site britânico Digital Spy. Kinberg explicou que as refilmagens, planejadas desde 2018, ainda não aconteceram porque tem sido muito difícil juntar novamente todo o elenco. Muitos atores envolvidos estão em séries de TV, que contam com um cronograma menos flexível. “Pareceria simples [marcar as refilmagens] para ‘Os Novos Mutantes’, porque o elenco não tem estrelas do cinema como os filmes dos X-Men, mas todos estão na TV, nós temos que esperar o fim da agenda das séries deles para conseguir reunir todos no mesmo lugar”, contou. A comparação com os filmes de “X-Men” é apropriada, porque “X-Men: Fênix Negra” também teve seu lançamento original adiado para passar por refilmagens, que aconteceram normalmente. “Para todos esses filmes, a Marvel é realmente brilhante em agendar mudanças em seu orçamento e cronograma, então tudo está preparado”, acrescentou Kinberg, confirmando que a equipe da Marvel Studios assumiu a produção do filme, que até recentemente estava a cargo da Fox. Filmado há dois anos por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), “Os Novos Mutantes” seria originalmente lançado em 13 abril do ano passado. Mas as primeiras sessões de teste revelaram que o público esperava que ele fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, o que originou a decisão de refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Mas isto não levou em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”), o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. O produtor afirmou que esse elenco vai voltar a se reunir neste ano para refazer e acrescentar algumas cenas à produção, que finalmente chegará aos cinemas (espera-se) em abril de 2020.
Destino de Bran no final de Game of Thrones foi ideia de George R.R. Martin
Fãs que lamentaram a falta de livros de George R. R. Martin como base para o final de “Game of Thrones” podem ficar desolados em saber que foi o próprio escritor, autor da saga literária que inspirou a produção, quem determinou que Bran Stark fosse coroado rei dos Sete… ou Seis Reinos no desfecho da série. Em entrevista ao Making Game of Thrones, site oficial da série do canal HBO, o ator Isaac Hempstead Wright revelou que o destino de seu personagem foi influenciado pelos planos originais de Martin. “Os criadores [da série] me falaram que Martin tinha planejado duas coisas para Bran: a revelação de Hodor e que ele seria rei”, disse o ator. “Então é muito especial estar envolvido diretamente em algo que fez parte da visão de George. Foi uma ótima maneira de amarrar tudo”. Ele descobriu isso só após gravar as cenas, ao conversar com os showrunners David Benioff e Dan Weiss, que até então não tinham dado explicações sobre a produção dos últimos episódios. “Quando eu fui para a cena da coroação no último episódio e ouvi ‘E que tal o Bran?’, eu tive que levantar e comecei a caminhar pelo estúdio”, disse o ator, lembrando sua surpresa numa entrevista anterior para a entrevista à revista Entertainment Weekly. Foi só naquele instante que ele percebeu que aquilo era sério. “Eu sinceramente pensei que fosse uma piada e que [Benioff e Weiss] tivessem enviado um roteiro para cada um indicando que seus personagens tinham ficado com o Trono de Ferro. ‘Legal, mandaram bem, pessoal’. Oh, droga, isso era real?”, completou o ator. No final da série, um conselho reunindo todas as casas nobres de Westeros decidiu seguir a indicação de Tyrion (Peter Dinklage) para que Bran fosse coroado o Rei dos Seis Reinos – o sétimo virou independente, comandado pela Rainha do Norte, Sansa (Sophie Turner). Depois que soube que esse sempre foi o plano de George R.R. Matin, Wright passou a acreditar que fazia mais sentido. Mas, após gravar o final, ele confessou que sentiu dificuldade em se manter em silêncio para não entregar nenhum spoiler até a exibição, embora estivesse louco para comemorar. “Eu só queria gritar: ‘Rei, seus filhos da p****”, disse o ator. Ironicamente, após a repercussão negativa desse desfecho, George R.R. Martin deu a entender em seu blog pessoal que pretende escrever um fim diferente para a saga em seus livros. Por sinal, ele está atrasadíssimo na entrega do sexto volume das “Crônicas de Gelo e Fogo”. Para se ter noção, o último livro publicado tinha, como final, a morte de Jon Snow…
Atriz de Deadpool vira cleptomaníaca em fotos e trailer legendado da série Gatunas
A Netflix divulgou 25 fotos e primeiro trailer legendado de “Gatunas” (Trinkets), série sobre cleptomaníacas adolescentes. A prévia acompanha três garotas viciadas em furtos de lojas, que nunca foram pegas e se desafiam a ser mais ousadas. A personagem principal é vivida por Brianna Hildebrand (a Míssil Adolescente Megassônico de “Deadpool”), enquanto as outras duas são interpretadas por Kiana Madeira (a vilã Spin em “The Flash”) e a novata Quintessa Swindell. Apesar de estudarem no mesmo colégio, elas só vão se conhecer e virar amigas após ter que frequentar um grupo de apoio a cleptomaníacos, onde forjam uma amizade improvável apesar de serem de tribos completamente diferentes. O detalhe é que esse encontro não as leva a se unir para tentar superar suas tendências malignas. Ao contrário, apenas reforça nelas o pior que podem fazer. A trama é uma adaptação do best-seller homônimo de Kirsten Smith, roteirista de Sessões da Tarde clássicas, como “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999) e “Legalmente Loira” (2001). A própria escritora assina a adaptação, em parceria com Amy Andelson e Emily Meyer (ambas roteiristas de “Ela Dança, Eu Danço 3” e “Naomi & Eli e a Lista do Não Beijo”). Já a showrunner é Linda Gase (“Switched at Birth”). O elenco também inclui dois atores de “13 Reasons Why”: o brasileiro Henry Zaga e Brandon Butler, além de Larry Sullivan (“Big Little Lies”), October Moore (“Grimm”), Odiseas Georgiadis (“The Stand-In”) e Larisa Oleynik (“Mad Men”). A 1ª temporada terá 10 episódios e estreia em 14 de junho em streaming.
Série baseada no clássico infantil O Cristal Encantado ganha trailer dublado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série é um prólogo da trama do filme lançado em 1982. “O Cristal Encantado” se tornou um marco do cinema porque foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets. Na verdade, eram animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso será mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Nenhum desses atores famosos pode ser ouvido no vídeo disponibilizado pela Netflix no Brasil, já que ele é dublado em português. Para saber como a série soa originalmente, veja o segundo vídeo abaixo, em inglês e sem legendas. “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.
Trailer dos novos episódios de Dark revela que a série terá três temporadas
A Netflix divulgou seis fotos e um novo trailer legendado da 2ª temporada de “Dark”, uma das primeiras séries não americanas a fazer sucesso global na plataforma. O detalhe é que a prévia anuncia mais que os próximos episódios. Ela revela que a série alemã será uma “trilogia” com três ciclos/temporadas. E, claro, que o apocalipse está vindo. Criador de “Dark”, o cineasta suiço Baran bo Odar confirmou em seu Instagram que a produção já está renovada para seu terceiro e último ano. A renovação antecipada também é uma forma de evitar um hiato tão grande entre os capítulos, como o que separa a 1ª da 2ª temporada, lançada há um ano e meio, em dezembro de 2017. Baran bo Odar, inclusive, confirmou que as gravações vão começar em junho para a 3ª temporada chegar em 2020. “Dark” foi a primeira produção original alemã da Netflix. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. Curiosamente, tudo isso também conduz a um futuro devastador. A criação de Baran bo Odar e da roteirista alemã Jantje Friese (ambos de “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo”) retorna em 21 de junho em streaming. Ver essa foto no Instagram And it‘s official! We are working on Dark Season 3. It is the final cycle of this great journey. We always had three season in mind when we developed Dark and are happy to tell you that we will start shooting the third and final season in 4 weeks so we can deliver you guys the final chapter of Dark next year. Thank you Netflix for trusting us! Thank you to ALL THE DARK FANS AROUND THE WORLD! You are amazing! We love you! @darknetflix @netflix @louishofmann @lisa.vicari @gina.stiebitz @moritzjahnofficial @paullux1234 @andreaspietschmann @joerdis_triebel #darknetflix Uma publicação compartilhada por baranboodar (@baranboodar) em 30 de Mai, 2019 às 2:01 PDT
Rambo declara guerra ao tráfico mexicano no trailer brutal de seu quinto filme
A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Rambo: Last Blood”, em que Sylvester Stallone aparece encarnando o personagem pela quinta vez, em cenas tensas e violentas. A prévia remete ao tipo de ação vista no primeiro filme da franquia, com John Rambo cercado de inimigos e revidando com armadilhas e brutalidade, mas também assume forte pegada de western, com Rambo a cavalo, num rancho e ao som de “Old Town Road”, hit country de Billy Ray Cyrus e Lil Nas X. O trailer não explica a história, mas indica que, após anos de lutas em diferentes guerras, o personagem se “aposentou” e vive em uma fazenda. Até que chega a hora de “encarar o seu passado”, como diz ele próprio na narração. Esta frase tem mais de um sentido. O primeiro “Rambo” – que, vale lembrar, foi lançado em 1982 nos EUA com o título “First Blood” – chegou aos cinemas logo após o presidente Ronald Reagan declarar guerra às drogas. E o novo “Rambo” faz literalmente isso, ao enfrentar um cartel de traficantes. De quebra, reitera a “política” de Trump ao mostrar que do outro lado da fronteira só tem bandido. O “passado” citado também tem significado literal. Ele “adotou” a neta de uma antiga empregada do rancho de sua família, já que não possui parentes vivos, e a história envolve a descoberta da garota de seu verdadeiro pai, no México, e sua decisão de ir encontrá-lo. “Coisas ruins vão acontecer. Vai haver muita vingança neste filme. Muita gente sendo machucada”, explicou Stallone, durante o Festival de Cannes, onde foi homenageado. O roteiro foi escrito pelo próprio Stallone, com a ajuda de Matthew Cirulnick (“Absentia”), e a direção ficou a cargo de Adrien Grunberg, que dirigiu Mel Gibson em “Plano de Fuga”. O elenco ainda inclui os espanhóis Paz Vega (“Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”), Óscar Jaenada (“Escobar: A Traição”), Sergio Peris-Mencheta (“Resident Evil 4”), o mexicano Joaquín Cosio (“Narcos: México”) e a americana Jessica Madsen (“Massacre no Texas”). A estreia está marcada para 19 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Rocketman é a melhor estreia de cinema da semana
Das oito estreias desta quinta (30/5), três chegam um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. E vêm ocupar um circuito já saturado de blockbusters. Cinebiografia do cantor Elton John, “Rocketman” é disparada a melhor opção da programação. Muito diferente de “Bohemian Rhapsody”, ainda que compartilhe o diretor (Dexter Fletcher foi quem salvou o filme do Queen após a demissão de Bryan Singer), é mais musical e, mesmo com seus arroubos de fantasia poética, fiel à realidade. Taron Egerton, praticamente um menino em “Kingsman: Serviço Secreto” (2014), surpreende no papel principal. E, claro, não faltam hits. O detalhe é que o próprio ator canta os sucessos, sem fazer dublagem – ao contrário, novamente, de “Bohemian Rhapsody”. Já “Godzilla II: Rei dos Monstros” é um desastre literalmente monstruoso. Filme escuro e confuso, prova que não basta aumentar os efeitos visuais para justificar uma continuação. Sem história coerente (o diretor e roteirista Michael Dougherty assinou os roteiros fracos de “Superman, o Retorno” e “X-Men: Apocalipse”), acabou pisoteado pela crítica nos EUA, com 45% de aprovação na média do Rotten Tomatoes após a avaliação de 83 resenhas. Em menos salas, o suspense “Ma” traz Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011), como uma tiazinha aterrorizadora. O diretor Tate Taylor é o mesmo de “Histórias Cruzadas”. Mas não leva sua premissa ao extremo – o que rendeu 65% no Rotten Tomatoes, em 43 resenhas apuradas. No circuito limitado, os dois destaques têm temáticas similares. Uma das boas surpresas americanas do ano passado (80% no RT), “Anos 90” é um drama indie com skatistas, que marca a estreia do ator Jonah Hill (“Anjos da Lei”) como roteirista e diretor. O brasileiro “Dias Vazios” também acompanha jovens oprimidos com desejo de liberdade, e da mesma forma representa a estreia do roteirista e diretor Robney Bruno Almeida. Confira abaixo mais detalhes, como os trailers e as sinopses, de todas as estreias da semana. Rocketman | EUA | Cinebiografia Musical A trajetória de como o tímido Reginald Dwight (Taron Egerton) se transformou em Elton John, ícone da música pop. Desde a infância complicada, fruto do descaso do pai pela família, sua história de vida é contada através da releitura das músicas do superstar, incluindo a relação do cantor com o compositor e parceiro profissional Bernie Taupin (Jamie Bell) e o empresário e o ex-amante John Reid (Richard Madden). Godzilla II: Rei dos Monstros | EUA | Fantasia Nesta continuação que se passa cinco anos após “Godzilla” (2014), os integrantes da agência Monarch precisam lidar com a súbita aparição de vários monstros, incluindo Mothra, Rodan e Ghidorah. Enquanto buscam uma aliança com o próprio Godzilla a fim de garantir o equilíbrio da Terra, os humanos acabam fazendo parte de uma grande disputa por poder protagonizada por titãs. Ma | EUA | Suspense Maggie (Diana Silvers) e seus amigos, todos menores de idade, estão tentando descolar bebidas alcóolicas em um mercado quando conhecem Sue Ann (Octavia Spencer), uma mulher adulta que usa sua identidade para ajudá-los. Além de comprar as bebidas, ela decide oferecer sua casa para que eles organizem uma festa com o pessoal do colégio. Os eventos acabam se tornando uma rotina do grupo, até que os jovens começam a identificar um comportamento estranho da dona da casa, que se torna cada vez mais controladora e obsessiva. Anos 90 | EUA | Drama Aos 13 anos, Stevie (Sunny Suljic) é um garoto de Los Angeles tentando curtir o início da adolescência enquanto tenta relevar o relacionamento abusivo com o irmão mais velho. Em plena década de 1990, ele descobre o skate e aprende lições de vida com o seu novo grupo de amigos. Dias Vazios | Brasil | Drama Silvânia, interior de Goiás. Jean (Vinícius Queiroz) é um jovem revoltado, que não suporta a cidade onde vive. Ele namora Fabiana (Nayara Tavares) e vive contestando a freira (Carla Ribas) que coordena a escola em que estuda. Dois anos após o desaparecimento do casal, outro aluno da mesma escola decide escrever um livro sobre o assunto. Trata-se de Daniel (Arthur Ávila), também pessimista, que conversa apenas com a namorada, Alanis (Natália Dantas). Obcecado pela história de Jean e Fabiana, Daniel busca por pistas sobre o que aconteceu com eles, de forma que possa concluir seu livro. Compra-me um Revólver | México | Drama Em um mundo cheio de violência, onde as mulheres se prostituem e são mortas, uma garota usa uma máscara do Hulk e uma corrente no tornozelo para esconder seu gênero, e ajuda o pai, um viciado atormentado, a cuidar de um campo de beisebol abandonado, onde os traficantes jogam. Um dia, o pai da menina é chamado para tocar em uma festa organizada por um traficante e ele não tem escolha senão levar sua filha junto. No dia seguinte, Hulk acorda cercada pelo caos e pela morte e precisa lutar por sua liberdade. Zaatari – Memórias do Labirinto | Brasil, Argentina | Documentário No deserto de Mafrak, localizado na fronteira entre a Síria e a Jordânia, se desenvolve um dos maiores campos de refugiados do mundo, onde uma nova cartografia é estabelecida. Milhares de Famílias se arriscam diariamente para chegar no local, buscando abrigo no meio do caos de uma guerra civil que já matou mais de 400 mil pessoas. Rindo à Toa – Humor sem Limites | Brasil | Documentário Desde que a política brasileira foi considerada oficialmente reaberta em 1988, uma nova vertente do humor nacional começou a surgir. Utilizando-se de artifícios que por muitos anos foram proibidos, os humoristas da década de 1980 foram inspirados por ídolos que precisaram enfrentar a censura e cumpriram o difícil desafio de realizar humor em um país cuja criatividade era cerceada.
Ashton Kutcher testemunha em julgamento do serial killer que matou sua namorada
O ator Ashton Kutcher participou nesta quarta (29/5) do julgamento de um serial killer em Los Angeles. Ele foi testemunha da acusação contra Michael Gargiulo, suspeito de matar várias mulheres, incluindo uma namorada do ator, a estudante de moda Ashley Ellerin. Ashton é considerado uma testemunha importante, porque chegou a visitar a casa de sua então namorada logo após o assassinato, em 2001, e por isso pode estabelecer detalhes importantes do crime. O ator confirmou os detalhes que já havia fornecido para a polícia durante a investigação. Ele contou que havia marcado de sair com Ellerin na noite de 21 de fevereiro de 2001, e que falou com ela pela última vez às 8 horas da noite daquele dia, confirmando o encontro. A polícia acredita que a jovem foi morta pouco depois de desligar o telefone, e que foi surpreendida por Gargiulo quando estava saindo do banho. O acusado teria esfaqueado a vítima nada menos do que 47 vezes, antes de fugir. Por volta das 11 horas da noite, o ator chegou na casa de Ellerin e tocou a campainha. Sem conseguir resposta, Kutcher notou que as luzes estavam acesas no apartamento, e espiou pela janela para a sala de estar. O ator conseguiu observar uma mancha vermelha no carpete do cômodo, mas presumiu que ela havia sido causada por vinho tinto. “Isso não me surpreendeu, porque fui a uma festa na casa dela alguns dias antes, e estava tudo uma bagunça. Não pensei duas vezes”, comentou ele no testemunho. Na verdade, era o sangue da jovem de 22 anos. No dia seguinte, segundo Kutcher, a polícia o procurou para notificar que o corpo de Ellerin havia sido encontrado por sua colega de quarto. O ator confessou que “entrou em pânico”, achando que a polícia o considerava um suspeito. A investigação de seu assassinato só foi concluída recentemente, quando a polícia encontrou ligações entre o crime e três outros assassinatos de mulheres, graças a evidências de DNA que apontaram para Michael Gargiulo. Ele enfrenta julgamento não só pelo caso envolvendo Ellerin, mas também por esfaquear outra mulher, chamada Maria Bruno, em 2005. A polícia suspeita que o homem também seja responsável por outros crimes. Por conta da notoriedade do caso, graças ao envolvimento de Kutcher, o assassino de 43 anos foi batizado de “estripador de Hollywood” pelos tabloides.
Mandy Moore vira primeira atriz famosa a subir o monte Everest
Mandy Moore se tornou a primeira atriz famosa a visitar o Monte Everest. A estrela da série “This Is Us” e voz da princesa Rapunzel na franquia animada “Enrolados” fez história no último domingo (26/5) ao chegar ao acampamento-base do Monte Everest, no Nepal, onde as condições climáticas atuais estão ainda mais rígidas do que em outras épocas. A atriz e cantora postou várias fotos da façanha no Instagram, escrevendo numa das legendas que a experiência representou uma mudança completa de perspectiva para sua vida. “É uma conquista enorme que pretendo adaptar ao mundo real, seja como inspiração para um treino pesado na academia ou simplesmente no caso de estar tendo um dia daqueles”, disse a atriz de 35 anos do alto de um dos pontos mais elevados do planeta, a 5.395 metros acima do nível do mar. Acompanhada de dois amigos e de dois guias profissionais – inclusive a primeira americana a fazer a escalada sem tubos de oxigênio – , Moore fez sua incursão no Everest em um ano especialmente conturbado, em que 11 pessoas já morreram tentando escalar o monte. O número elevado de mortes é resultado de um recorde de autorizações concedidas pelo governo do Nepal para a escalada ao pico do mundo. Mas Moore fez questão de explicar que não fez alpinismo. Ela seguiu a trilha que existe na montanha, um exercício de trekking radical, que permite chegar à principal base de apoio aos alpinistas a pé. Ali, onde a verdadeira escalada começa, foi onde sua aventura terminou. Entretanto, seguir a trilha sinuosa montanha acima não é nada fácil e também inclui vários perigos, como quedas, falta de oxigênio, frio intenso, surpresas meteorológicas e desafio de resistência. A jornada dura dez dias de caminhada. Moore diz que subiu sem saber o que encontraria e desceu com a certeza de ter encontrado a si mesma. Ver essa foto no Instagram There is so much magic in these mountains. They represent adventure in the grandest form and in a language all their own. The idea of standing at the base of the world's tallest peak with @eddiebauer, a brand that has been outfitting record-setting climbers since the beginning – from the first American ascent in 1963 (Jim Whittaker) to our guide @melissaarnot, the first American Woman to ascend and descend Everest without oxygen, is truly beyond my wildest imagination. Traversing this terrain has its challenges. Breathing at altitude, for instance, is not easy. One of the greatest gifts/lessons that Melissa simultaneously bestowed on us during this trek was the fine art of pressure breathing. It makes all the difference as you climb higher. It’s essentially a big inhale and a sharp, forceful exhale, like you’re blowing out a candle across the room, to open up your lungs, allowing you to use more oxygen, etc… Besides hydration and staying nourished, breathing is THE vital key in the fight against altitude sickness. It’s also a major takeaway that I will be employing back to the real world whether I’m in the midst of a tough workout or a weird day. Mind blown. So as we weaved around the Himalayas from 14,400ft-16,200ft-17,600ft: this particular technique was essential in propelling us forward. Needless to say, this part of the world holds a very special place in @melissaarnot’s heart so her willingness to share it, as well as her time, knowledge and endless trove of stories were so appreciated by all of us lucky enough to walk alongside her this past week. Her belief in our abilities to keep moving and ultimately make it to the base of the Mighty, Mighty Mt. Everest was so powerful. Spoiler alert: we made it!!! It’s impossible to be lucky enough to arrive at the foot of these mammoth peaks and not be attuned to the palpable energy of all of those who came before and lost their lives in these mountains. The wave of emotion: respect, reverence, appreciation….that washed over us as we took in the prayer flags and yellow domed tents of basecamp AND sat on the rocks regarding the chortens that dot the hillside of the Tukla Pass the day before, profoundly Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 27 de Mai, 2019 às 3:15 PDT Ver essa foto no Instagram One of the reasons I’m passionate about working with @eddiebauer is due to the authenticity of their programs – they've been supporting @thejuniperfund since its inception, understanding that we must support the mountain communities that support us. Founded by two @eddiebauer guides (Melissa Arnot & David Morton), the Juniper Fund provides financial support, vocational training and small business grants to the families of local workers who are killed working in the Himalayas. This week we’ve gotten a small glimpse into the impact on the lives of the families that TJF supports with the help of Eddie Bauer and other partners. • This week over 400 people summited Everest and around HALF of them were local workers. @thejuniperfund supports families of those workers when things go wrong- to contribute or learn more see link in bio. #whyihike #ebpartner Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 24 de Mai, 2019 às 7:22 PDT Ver essa foto no Instagram Not to take away from our journey but I felt compelled to explain the difference between our trekking trip to Everest Base Camp vs the experienced and professional mountaineers and alpinists who are CLIMBING Everest. If all goes well, we will have completed what is only 1/6 of the entire trip for someone who actually climbs (8 weeks total). We stand in awe of the fortitude and training and superhuman strength it takes to attempt a feat like Everest and are deeply honored just to be here and feel the Khumbu vibes. #whyihike #everestviewtrek Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 23 de Mai, 2019 às 7:20 PDT Ver essa foto no Instagram I went into this Everest viewing trek relatively blind. Not unprepared, mind you…but I wanted to venture forward into the unknown with an open mind and heart and as free of expectations as possible. I also knew we were in extraordinary hands with our friend/ @eddiebauer alpine guide and Everest extraordinaire @melissaarnot (she’s summited 6 times and guided the Basecamp trek between 35-40 times so this isn’t her first rodeo). Once we arrived in Kathmandu and had our de-brief about what the next 10 days of our life we’re going to look like, it became abundantly clear that this experience was going to be one of physical discomfort, personal challenge AND fundamental spiritual growth. Sign me up. We also decided as a group to refer to our trip as a Everest viewing trek incase our plans deviated from the original goal of making it to base camp, placing greater importance on the journey and not the destination. In addition to living out this bucket list dream, being gently placed in this middle of this extraordinary country of Nepal and bearing witness to the customs and culture of the Sherpa people has been spellbinding. So much to take in, in every way. 3 days in, I’m writing this from 11,500 feet, tucked away in the terraced village of Namche (also known as the Sherpa center of the Khumbu Valley) as transparent clouds of mist seem to obscure our view of the hustle and bustle below and then just as quickly, glide away to reveal the towering peaks of Kongde Ri and Kwande La. We’ve been acclimatizing here for the past 2 days, taking on some day treks to help prepare our bodies and breath for the travels ahead. Not sure what awaits us on the road today but this group is in it all together (with all the snacks and milk tea one could ever want)! Stay tuned…. #whyihike #ebpartner Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 22 de Mai, 2019 às 7:43 PDT Ver essa foto no Instagram There’s no way to distill this experience down to a few sentences. There’s no way to encapsulate what coursed through our veins and brains living in the mountains this past week. It will come in time. I think I’m slowly learning that I feel most like me when I’m outdoors. It’s couldn’t be any more outside my every day realm and yet there’s something entirely refreshing about being tasked with nothing more than breathing and slowly putting one foot in front of the other. One thing I know for certain is that this trip was what it was thanks in large part to the company. Being able to adventure alongside those you love deeply (@streicherhair, @chaseweideman, @thejendaltonshow) and new friends alike (@starfire_reid, @julianapse, @tyler__reid, @sherpatseringdolker), is an absolute gamechanger. We shared everything: laughs, toilet paper, snacks, skincare, the silly songs that got stuck in our heads, milk tea, selfies, the “happy naturals”, etc…. all the makings of a quality trip to the most remarkable place any of us have ever been. I’m also left inspired by the collective perseverance this group had to help each other every step of the way and to watch as we all met this shared goal of reaching base camp together is something I’ll never forget. Thank you to our friends at @eddiebauer for making this happen! And to the true MVP of this trek, @melissaarnot: thank you for sharing such a substantial piece of yourself and this second home of yours with us. It’s every bit as magical as you described: Your expertise, your stories, your wisdom, your belief in us…. set the tone for this entire experience…. The funny thing is, Melissa kept mentioning this idea of meditating and making goals while we were in the midst of the “pain cave”. It’s easy to daydream and make big plans when you’re down at sea level but it’s a much taller order to do it while in the grips of something truly difficult. Message received. I dug deep while in the midst of all of those pressure breaths and made a mental list of things that scared me but I was anxious to tackle. Now that I’m back on solid ground, I can’t wait to home and get to it. #whyihike #ebpartner Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 29 de Mai, 2019 às 12:27 PDT
Carmine Caridi (1934 – 2019)
O ator Carmine Caridi, conhecido por seus na trilogia “O Poderoso Chefão”, morreu na terça-feira (28/5) em um hospital em Los Angeles, em decorrência das complicações de uma queda. Caridi tinha 85 anos. Caridi interpretou dois papéis diferentes nos filmes da trilogia de Francis Ford Coppola. Em “O Poderoso Chefão 2” (1974), foi o mafioso Carmine Rosato, enquanto em “O Poderoso Chefão 3” (1990) encarnou Albert Volpe. O ator teve experiências reais com a máfia durante sua juventude em Nova York e chegou a ser preso ao tentar vender cocaína a um policial disfarçado. “Eu sou sortudo de estar aqui falando com você. Todos os meus amigos foram trabalhar para a máfia, mas eu entrei em um grupo de teatro”, comentou em uma entrevista. A máfia, porém, ajudou sua carreira, pelo menos no que se refere aos tipos de papéis que conseguiu no cinema. Antes mesmo de “O Poderoso Chefão 2” ele já tinha vivido um gângster na comédia “Quase, Quase uma Máfia” (1971) e um bookmaker no drama criminal “O Jogador” (1974). Ainda viveu os famosos mafiosos Frank Costello na cinebiografia “Bugsy” (1991) e Sam Giancana em “Caso Kennedy, uma Conspiração” (1992). Mas algumas vezes esteve do outro lado da lei, como policial na comédia “O Detetive Desastrado” (1978) e no drama “O Príncipe da Cidade” (1981), e se divertiu em Sessões da Tarde clássicas dos anos 1980, como “Um Dia a Casa Cai” (1986), “Chuva de Milhões” (1986) e “Alguém Muito Especial” (1987). O ator também fez muitas séries, tendo papel fixo em “Phyllis” (spin-off de “Mary Tyler Moore”) e recorrente em “Fama” e “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue). Entretanto, seu nome ganhou maior notoriedade por conta de uma atividade digna da máfia. Em 2004, Caridi foi pego pirateando os filmes do Oscar, meses antes do lançamento oficial, que ele recebia em primeira mão como votante da premiação. O ator foi expulso da Academia, mas como bom gângster de cinema não se arrependeu. “Eu mandei cópias dos filmes que eles me deram para pessoas que não podiam pagar ingressos no cinema. Fiz a alegria de muita gente”, comentou em entrevista da época para a revista The Hollywood Reporter. Seus últimos papéis foram participações nas séries “Curb Your Enthusiasm”, no começo de 2019, e “Abby’s”, num episódio que vai ao ar na quinta-feira (30/5).
Chris Pratt e Tom Holland viram elfos nas primeiras imagens da nova animação da Pixar
A Pixar divulgou as primeiras imagens de um de seus próximos longas animados. O filme se chama “Onward” (“Avante” em tradução livre) e acompanha “dois irmãos elfos que embarcam em uma aventura para descobrir se ainda há um pouco de magia no mundo”, conforme a descrição de sua sinopse. Os irmãos serão dublados por Chris Pratt e Tom Holland na versão original, em inglês. Os dois contracenaram recentemente em “Vingadores: Ultimato”, nos papéis de Senhor das Estrelas (dos Guardiões da Galáxia) e Homem-Aranha. Em comunicado, a produtora Kori Rae acrescentou que Pratt traz “muito coração e humor” para o seu personagem, enquanto Holland “tem um charme sinceridade que faz você torcer por ele”. “Onward” tem roteiro e direção de Dan Scanlon, que também fez as duas funções em “Universidade Monstros” (2013), e disse, no mesmo comunicado, que o filme foi inspirado em seu próprio relacionamento com o irmão”. “Na Pixar, somos encorajados a contar histórias que são pessoais, em alguma dimensão”, acrescentou. Holland dubla Ian, o irmão mais novo, enquanto Pratt surge como Barley, o “extravagante” irmão mais velho. Os atores pediram para gravar várias sessões de dublagens juntos. “Eles são claramente amigos. Eles já trabalharam e saíram juntos. Foi divertido ver como eles improvisaram nas sessões, tiraram sarro um do outro”, contou o diretor e roteirista Dan Scanlon à revista People. Apesar de serem elfos, os dois vivem em um subúrbio tradicional e tem um “típico” dragão doméstico como pet. Mas tudo muda quando resolvem partir numa “aventura que prove que o mundo ainda tem um pouco de magia”. Além dos dois, o elenco de vozes do filme contará com Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) e Octavia Spencer (“A Forma da Água”). Uma das fotos, inclusive, traz a personagem da primeira, a mãe dos protagonistas. “Onward” teve sua estreia marcada para março de 2020 nos Estados Unidos. A previsão de lançamento no Brasil ainda não foi divulgada. Vale lembrar que o próximo lançamento da Pixar será “Toy Story 4”. A continuação da franquia mais bem-sucedida da empresa chega aos cinemas brasileiros em 20 de junho.
Arnold Schwarzenegger vai estrelar série animada criada por Stan Lee
O astro Arnold Schwarzenegger vai estrelar a série animada “Superhero Kindergarten”, que foi criada por Stan Lee para a POW! Entertainment antes de sua morte em novembro. Além de dublar, Schwarzenegger também inspira o visual do protagonista. A série lembra um antigo papel do ator no cinema, a comédia “Um Tira no Jardim de Infância”, cujo título original era “Kindergarten Cop” (1990). Nela, Schwarzenegger era um policial que tinha que se passar por professor de crianças. Já a animação trará o ator como um professor de educação física que descobre ter super-poderes. O super-herói também começará a encontrar crianças que, assim como ele, descobriram poderes recentemente, passando a treinar, em segredo, a próxima geração de super-heróis que protegerão o mundo do mal. Ele próprio assume o nome de Capitão Coragem – e não demora a encontrar um supervilão chamado Dr. Superior. A atração está sendo desenvolvida por Fabian Nicieza, roteirista argentino com longa ligação com a Marvel. Ele é simplesmente o cocriador de Deadpool. “É uma honra e um privilégio trabalhar nesta nova série e ajudar a carregar o legado criativo de Stan adiante”, disse Schwarzenegger em comunicado oficial do projeto. “Não só ‘Superhero Kindergarten’ tem muita comédia e ação, como também ensina lições valiosas!”. Andy Heyward, chefe da POW! Entertainment, que trabalhou por anos com Lee e vai coproduzir a série, garantiu que o quadrinista era fã de Schwarzenegger, com quem conversou para desenvolver o projeto. “Ele amava e admirava Arnold não só como um ator, mas como um herói da vida real. Ele sempre foi nossa única escolha para este papel”, contou.
Joel Kinnaman confirma retorno ao Esquadrão Suicida
O ator Joel Kinnaman confirmou que vai participar do novo “Esquadrão Suicida” com um post no Instagram, em que mostra a munição de seu treinamento de tiro para o filme. O ator interpretou Rick Flag, líder do Esquadrão, no longa de 2016. A sequência está a cargo do cineasta James Gunn (de “Guardiões da Galáxia”), que pretende mudar a formação do grupo, juntando alguns dos personagens já vistos no cinema com novos vilões dos quadrinhos. Além de Kinnaman, a continuação/reboot também contará com Margot Robbie (Arlequina) e Jai Courtney (Capitão Bumerangue), além de ser considerada praticamente certa a volta de Viola Davis como Amanda Waler, a responsável pelo projeto do Esquadrão. O filme também já escalou algumas novidades. Idris Elba (“Thor: Ragnarok”), John Cena (“Bumblebee”) e Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”) não tiveram seus papéis anunciados, mas a atriz portuguesa Daniela Melchior (“Parque Mayer”) foi apresentada como a Caça-Ratos e David Dastmalchian (“Homem-Formiga”) como o Bolinha. A continuação chegará aos cinemas em 2021. Ver essa foto no Instagram At the range with my great friend and teacher @kevinlvance and Lele the Italian stallion. Easing into that squad preppppp…. thanks @tarantactical for letting us use the range! Uma publicação compartilhada por Joel Kinnaman (@joelkinnaman) em 28 de Mai, 2019 às 9:08 PDT












