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Metrópoles acusa Estadão e Correio Braziliense de ligação com Vorcaro

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Filme

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23 de outubro de 2026
Música

Madonna pede voto em Lula a dois dias do 2º turno

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23 de outubro de 2026
TV

Globo tira Quem Ama Cuida do ar para debate de Lula e Flávio

Novela das nove não terá capítulo nesta sexta-feira, mas as tramas das seis e das sete continuam normalmente

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Série

Bruna Marquezine entra em Magnatas do Crime com astros de O Senhor dos Anéis

Brasileira vai atuar ao lado de Orlando Bloom, Elijah Wood e Robert Carlyle na 3ª temporada da série de Guy Ritchie, que já começou a ser gravada

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23 de outubro de 2026
  • Filme,  Música

    Maluma vai estrear no cinema como noivo “roqueiro” de Jennifer Lopez

    15 de julho de 2019 /

    O cantor colombiano Maluma vai fazer sua estreia em Hollywood. Ele foi escalado em “Marry Me”, comédia romântica em que vai viver um astro do rock noivo de outra cantora famosa, vivida por Jennifer Lopez (“Shades of Blue”). Fora o fato de Hollywood confundir Maluma com um roqueiro, a produção não parece apresentar muitos desafios para o artista, já que exigirá basicamente que ele cante e saia rapidamente de cena. Na trama, Lopez vai descobrir que Maluma a traiu com sua assistente e cancela o noivo, mas não o casamento, que aconteceria no meio de um show em Nova York. Em vez do “roqueiro” latino, ela escolhe um novo noivo aleatório, um professor de matemática vivido por Owen Wilson (“Extraordinário”), que está na plateia. A partir daí, a história é descrita pelo estúdio Universal como uma combinação de “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999) e “A Proposta” (2009), o que é um spoiler gigantesco de seu final feliz. “Marry Me” é inspirada por uma graphic novel de Bobby Crosby. A adaptação foi escrita por John Rogers (“Mulher-Gato”), Tami Sagher (“30 Rock”) e Harper Dill (“The Mindy Project”) e a direção está a cargo de Kat Coiro (“Um Caso de Amor”). As filmagens começam em outubro e ainda não há data de estreia definida.

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  • Filme

    Ator de As Crônicas de Shannara será Elvis Presley no cinema

    15 de julho de 2019 /

    A Warner Bros. anunciou o intérprete de Elvis Presley no novo filme sobre a lenda do rock, que o diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) está desenvolvendo no estúdio. Após testar vários candidatos, o cineasta escalou o ator Austin Butler, mais conhecido por seus papéis nas séries “The Carrie Diaries” e “As Crônicas de Shannara” (The Shannara Chronicles). No filme ainda sem título oficial, Luhrmann irá explorar a vida e a música de Presley pelo prisma da sua complicada relação com o empresário “coronel” Tom Parker, que será interpretado por Tom Hanks (“Ponte dos Espiões”). A história vai mergulhar nessa complexa dinâmica ao longo de 20 anos, desde o surgimento de Elvis até seu estrelato sem precedentes, com o pano de fundo da paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No comunicado do anúncio, Luhrmann disse: “Eu sabia que não conseguiria fazer esse filme se o elenco não fosse absolutamente certeiro. Procuramos por um ator com a habilidade de trazer o singular e natural movimento e qualidade vocais dessa inigualável estrela, mas também a vulnerabilidade interna do artista. Foi uma honra para mim encontrar um vasto conjunto de talentos ao longo do processo de seleção. Eu tinha ouvido falar de Austin Butler em seu papel na Broadway, contracenando ao lado de Denzel Washington em ‘The Iceman Cometh’. Por meio de uma longa jornada de testes de tela e workshops de música e performance, eu sabia que havia encontrado alguém que poderia incorporar o espírito de uma das figuras musicais mais emblemáticas do mundo”. Citada por Luhrmann, a nova montagem da peça de Eugene O’Neill vem conquistando ótimas críticas na imprensa, que consideram o ator uma das maiores revelações da temporada na Broadway. Butler venceu uma competição que contou com diversos atores mais famosos que ele, como Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), Miles Teller (“Whiplash”), Aaron Taylor-Johnson (que foi John Lennon em “O Garoto de Liverpool”) e até o cantor Harry Styles (“Dunkirk”). Ele também atuou recentemente nos filmes “Os Mortos Não Morrem” (2019), de Jim Jarmusch, e no vindouro “Era Uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, que estreia em 15 de agosto no Brasil. Além de dirigir, Luhrmann assina o roteiro do filme de Elvis com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Outra parceria dos dois filmes, Catherine Martin, servirá como designer de produção e figurinista. As filmagens, entretanto, começarão pecando na escolha da locação. Elas estão marcadas para o início de 2020 em Queensland, na Austrália, que obviamente não é Memphis, Tennessee. A produção recebeu incentivos do governo australiano, o que ajuda a explicar como uma das mais famosas histórias de sonho americano vai virar made in Australia.

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  • Filme

    Prólogo da franquia Kingsman ganha primeiro trailer dublado e legendado

    15 de julho de 2019 /

    A Fox divulgou o primeiro pôster e o trailer de “King’s Man: A Origem”, em versões dublada e legendada. A produção é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar. Com várias cenas impactantes, que cobrem de batalhas no front da 1ª Guerra Mundial à duelos de espada com Rasputin, o monge louco, a prévia introduz a origem da agência de espionagem britânica que funciona nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O filme é estrelado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, um dos líderes dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz. O resto do elenco inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”). Novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, “King’s Man: A Origem” estreia em 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Charles Levin (1949 – 2019)

    15 de julho de 2019 /

    O corpo de Charles Levin, que atuou em séries dos anos 1980 e 1990, foi encontrado em um lugar remoto, numa estrada afastada e com pouco uso no estado do Oregon, onde seu carro atolou. O ator de 70 anos estava desaparecido. De acordo com a CNN, Levin estava em processo de mudança de casa na última semana, quando seu filho notificou seu desaparecimento na segunda-feira passada (8/7) às autoridades. Ele estava com seu cão, um pug chamado Boo Bear, que foi encontrado morto no carro. Levin estava a alguns metros de distância do veículo em um terreno acidentado, de difícil acesso. O ator apareceu em vários sucessos do cinema, sempre em papéis pequenos, que variavam de mero figurante mudo a coadjuvante secundário. Entre os títulos de sua filmografia encontram-se dois clássicos de Woody Allen, “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977) e “Manhattan” (1979). Repleta de comédias, a lista também inclui o cultuado “Isto é Spinal Tap” (1984) e as Sessões da Tarde “O Homem do Sapato Vermelho” (1985) e “O Rapto do Menino Dourado” (1986). Ele conseguiu maior destaque na televisão, onde se alternou entre participações especiais e papéis recorrentes em diversos sucessos e audiência. Seus trabalhos mais relevantes aconteceram em produções da dupla David Milch e Steven Bochco, dois dos mais importantes criadores de séries americanas. Teve papel recorrente em “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), criação de Bochco que revolucionou as séries policiais entre 1981 e 1987, e chegou a integrar o elenco fixo de “Capital News”, sobre repórteres de Washington, lançada por Milch em 1990, que durou apenas uma temporada. Os dois produtores se juntaram famosamente para dar origem a um dos maiores fenômenos da TV, “Nova Iorque Contra o Crime” (NYPD Blue) em 1993, que contou com importante participação de Levin, no papel do promotor Maury Abrams, em suas três primeiras temporadas. Mas talvez o ator seja mais lembrado por uma curta e hilária aparição num capítulo de “Seifeld” de 1993, no qual interpretou um nervoso “mohel” – pessoa que executa a circuncisão, segundo a lei judaica. Levin deixou de atuar em 1998, após aparecer na série “Lei & Ordem” e no drama jurídico “A Qualquer Preço” (1998), estrelado por John Travolta, mudando-se para o Oregon.

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  • Filme

    Estou Me Guardando para quando o Carnaval Chegar tem dimensão reflexiva surpreendente

    15 de julho de 2019 /

    “Cinema, Aspirinas e Urubus” (2005), primeiro longa-metragem do diretor pernambucano Marcelo Gomes, está entre as melhores produções brasileiras do século 21. “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo” (2009), dirigido por Gomes e Karim Ainouz, é um filme experimental brilhante e um dos produtos mais criativos da nossa filmografia recente. O que recomenda vivamente o trabalho do cineasta. Marcelo Gomes fez ainda “Era uma Vez Eu, Verônica” (2012) e “Joaquim” (2017), e codirigiu com Cao Guimarães “O Homem das Multidões” (2013). Uma trajetória bastante sólida e consistente. Seu novo trabalho, “Estou Me Guardando para quando o Carnaval Chegar” tem título quilométrico, que remete a uma música de Chico Buarque. No entanto, é um documentário com uma abordagem simples, clara e direta, que dá conta de uma realidade bem mais complexa do que a sua aparência faria supor e alcança uma dimensão reflexiva surpreendente. Como um filme que se constrói ao caminhar sobre o tema e ao encontrar elementos novos a cada passo, a narrativa se estabelece à medida em que é capaz de ouvir o outro com atenção e, de algum modo, interagir, participar e intervir no seu objeto de estudo. O personagem do documentário é a cidade de Toritama, no Agreste de Pernambuco, que era uma localidade pacata, que Marcelo Gomes conheceu quando criança, acompanhando seu pai em visitas de trabalho. Era, não é mais. Foram justamente a agitação e as mudanças em Toritama, visíveis ao passar pelas estradas locais, que chamaram a atenção dele. Agora Toritama se define como a capital do jeans. 20% de toda a produção de jeans do Brasil vem de lá, cerca de 20 milhões de peças por ano produzidas em fábricas de fundo de quintal, que são chamadas de facções. É surpreendente que uma cidade com 40 mil habitantes tenha uma produção assim tão grande para ostentar. E por que isso acontece? Em síntese, porque tudo que se faz lá, o tempo inteiro, é trabalhar. Cada casa ou conjunto delas vira uma oficina de costura individual ou coletiva. Quase todos parecem preferir trabalhar por sua conta e risco, como e quando quiser, sem carteira assinada na fábrica. Com a certeza de que o que produzirem vai ser comprado. Ou porque já foi combinado ou porque vai ser vendido nas grandes feiras que atraem público de todos os cantos. Como mais peças ou partes de peças costuradas resultam em pequenas quantidades de dinheiro, quanto mais se faz mais se ganha. Conclusão, a maioria dos moradores/produtores da cidade trabalha continuamente desde cedo até tarde da noite. Em casa mesmo, sem horário. Ou melhor, sem horário para viver, só para trabalhar, comer e dormir, com direito a uma hora de TV, provavelmente para ver a novela. Uma espécie de escravidão não só consentida, mas buscada pela população. Que dela não se queixa, com poucas exceções. Acha que está muito bom assim, sente-se livre e dona do seu nariz. Ou melhor, do seu negócio. Muito curioso esse microcosmo do capitalismo que toma de assalto e transforma radicalmente uma pequena localidade, que já não tem espaço nem para criar galinhas ou fazer caminhar os bodes que restaram pela cidade, cruzando a rodovia. Se isso parece estranho e surpreendente, o que dizer da obsessão absoluta de toda a população em, obrigatoriamente, passar o Carnaval na praia? Custe o que custar, ninguém fica, todos saem para tomar banhos de mar, beber, fazer alguma fantasia, batucar e dançar no Carnaval. Se não tiver dinheiro, vende o que tem – fogão, geladeira – ou toma emprestado, para depois pagar ou recomprar o que vendeu. O que não pode é perder o Carnaval. Marcelo Gomes filmou a cidade nos dias de Carnaval e só então reencontrou o silêncio e as ruas vazias do seu tempo de criança. O mundo do trabalho e o do lazer (ou férias) se colocam em oposição. Oposição não é bem a palavra. Talvez espaço e tempo estanques, separados. Trabalho todo o tempo. Parada no Carnaval, fora da cidade, como obrigação incontornável. Trabalho parece ser só dinheiro e o dinheiro vira uma dependência, é só ele que importa. Prazer no período mágico do Carnaval, tratado como obrigação tanto quanto a atividade produtiva. Mas há também prazer no trabalho e nos resultados obtidos. Por que não é possível integrá-los, mesclá-los, equilibrar algumas coisas, diante da obsessão em fabricar cada vez mais e mais e obter o dinheiro desejado? Fico pensando nos mecanismos da Internet – e-mails, WhatsApp, outras redes sociais – nos tomando um tempo absurdo de trabalho não remunerado, quando a tecnologia teria de ter vindo para nos poupar tempo e permitir o ócio criativo. Parece que também nos deixamos escravizar com gosto, ou simplesmente o esquema nos engole. Isso também tem a ver com abdicar da liberdade para seguir um salvador da pátria, um mito qualquer? O ótimo documentário de Marcelo Gomes nos faz pensar em muitas coisas como essas, que não estão no filme, mas na minha cabeça, nesse momento. A música do Chico Buarque, que está no filme, e tem como estribilho “Estou Me Guardando para quando o Carnaval Chegar” fazia alusão á liberdade que o sujeito viveria com o fim da ditadura militar opressora, restritiva de todas as liberdades e que tinha como oposição o Carnaval libertador. Não é o sentido, aqui, o Carnaval, no caso, é uma liberação momentânea de um trabalho que, no fim das contas, embora não pareça, é também opressivo, mas que dura pouco e nada muda. O filme ganhou o prêmio do Júri e da Abraccine (Associação Brasileira dos Críticos de Cinema) no festival É Tudo Verdade 2019. E está sendo exibido na sessão Vitrine, com preço reduzido, em grande número de cidades brasileiras.

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  • Filme

    Memórias da Dor recria período terrível da vida de Marguerite Duras

    15 de julho de 2019 /

    Impressionante como certos diretores com uma carreira já relativamente longa permanecem praticamente desconhecidos até que certo filme chama a atenção de tal forma que coloca em questão a inabilidade das distribuidoras de darem o devido destaque aos artistas. É o caso de Emmanuel Finkiel, que teve seu longa-metragem de estreia, “Viagens” (1999), premiado em Cannes e no César (Melhor Primeiro Filme). Também alcançou prestígio internacional em diversos países, inclusive no circuito arthouse americano. Além dos filmes como diretor e roteirista, Finkiel tem em seu currículo vários trabalhos como assistente de direção de cineastas de primeiro escalão, como Jean-Luc Godard, Krzysztof Kieslowski e Bernard Tavernier. Mas o que aconteceu é que os demais filmes de Finkiel meio que passaram batidos ao longo dos anos, por mais que cinéfilos atentos tenham visto seus trabalhos em mostras. “Não Sou um Canalha (2015), seu filme anterior, ganhou algum destaque e já trazia Mélanie Thierry, que brilha neste novo e magistral “Memórias da Dor” (que é na verdade de 2017), indicado a nada menos que oito troféus César. Eis um filme que merece não só a atenção, mas uma especial reverência. O trabalho de construção da personagem, baseada na escritora Marguerite Duras, faz uma espécie de bioficção de seus livros, ao contar da dor que foi o período em que ela passou esperando o marido voltar de um campo de concentração. “Memórias da Dor” é basicamente sobre isso, embora seja rico o suficiente para ser também sobre culpa, desejo e ser carregado de uma aura de desencantamento com a vida que só encontra paralelos em situações de terrível depressão. Em determinado momento do filme, o amigo e amante vivido por Benjamin Biolay fala para que Marguerite tome banho, que está fedendo. Àquela altura, ela não estava mais conseguindo cuidar de si. Na angústia de esperar, toma a decisão de falar com um perverso colaborador do nazismo na França ocupada. Como a história se passa entre os anos de 1944 e 1945, vemos a variação no comportamento e no grau de segurança dessas pessoas que trabalhavam para os nazistas e que estavam acostumados com tortura física e psicológica – isso, claro, na posição de torturadores. Um dos aspectos que chama a atenção é o modo como o diretor trabalha as sombras e também, com frequência, coloca a protagonista como único elemento não borrado, acentuando ainda mais seu sentimento de solidão e abandono naquele mundo de pesadelo. E como a trilha sonora é usada apenas entre os espaços da cena, como para acentuar o clima de tristeza, os silêncios nas sequências dramáticas enfatizam a grande performance de Mélanie Thierry. Há também destaque para a narração em voice-over da protagonista. Uma narração pausada, que lembra e muito o estilo de “Hiroshima Meu Amor” (1959), de Alain Resnais, não por acaso uma obra roteirizada por Duras. Assim, os traços da obra literária da escritora estão explicitamente presentes, mas servindo não como muleta para a narração cinematográfica, mas para enriquecer ainda mais o trabalho visual. Por isso, ver “Memórias da Dor” é uma dessas experiências raras e recompensadoras, que só cresce na memória afetiva.

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  • Série

    BH90210: Astros de Barrados no Baile se reencontram em novo teaser do revival

    14 de julho de 2019 /

    A Fox divulgou um novo teaser de “BH90210”, série derivada de “Barrados no Baile” (Beverly Hills, 90210), que mostra o reencontro do elenco original de um dos maiores sucessos televisivos dos anos 1990. A produção será uma minissérie de seis episódios que, como mostra a prévia, tratará seu tema com metalinguagem. Ou seja, os astros não interpretarão seus personagens, mas versões de si mesmos. A trama vai acompanhar um reencontro entre Jason Priestley (Brandon), Jennie Garth (Kelly), Ian Ziering (Steve), Gabrielle Carteris (Andrea), Brian Austin Green (David), Tori Spelling (Donna) e Shannen Doherty (Brenda), quando um deles sugere um revival de “Barrados no Baile”. A história vai acompanhar o processo para tirar o projeto do papel, que promete, segundo os produtores, ser mais dramático que a ficção. Por sinal, os sete atores são creditados como produtores da atração, ao lado de Chris Alberghini e Mike Chessler, que trabalharam como roteiristas-produtores do reboot “90210” e voltarão como showrunners. Criada por Darren Star e produzida por Aaron Spelling, a série original durou uma década, de 1990 a 2000, e ajudou a definir parte dos anos 1990. Também fez parte de seu elenco histórico o ator Luke Perry, “>recém-falecido, que deverá ganhar uma homenagem da produção. Vale lembrar que a série já teve um spin-off, “90210” da rede CW, que em 2008 usou os personagens clássicos como gancho para apresentar uma nova geração mimada de Beverly Hills. A estreia de “BH90210” vai acontecer em 7 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Série

    Filme Sexy Beast vai virar série da Paramount

    14 de julho de 2019 /

    A Paramount encomendou uma temporada de 10 episódios de “Sexy Beast”, série que adapta o filme homônimo de 2000. A produção é uma parceria entre os estúdios Anonymous Content e Paramount Television, responsáveis por sucessos como “13 Reasons Why” e “The Alienist”. Estreia do cineasta Jonathan Glazer (“Reencarnação” e “Sob a Pele”), “Sexy Beast” é um filme de gângsteres que rendeu até uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Ben Kingsley. Na trama, Ray Winstone vive Gal Dove, um ladrão que resolve se aposentar da vida do crime, saindo em férias com sua mulher e amigos para a Espanha. Mas seu antigo parceiro Don Logan (papel de Kingsley) quer que ele participe de um grande assalto em Londres e se recusa a aceitar “não” como resposta. Ian McShane também está no elenco com o poderoso chefão Teddy Bass, que se beneficiaria do crime. A série será um prólogo que contará o passado criminoso desses personagens, mostrando o começo da parceria entre Gal Dove e Don Logan, na época em que começam a trabalhar para o chefão Teddy Bass e Gal conhece e se apaixona pela estrela de cinema adulto DeeDee – sua futura esposa. Gal é um ladrão brilhante e Don é um gângster cruel, e a série vai explorar o complicado relacionamento do par, em meio à loucura sedutora do mundo criminoso de Londres durante os vibrantes e voláteis anos 1990. A atração foi desenvolvida por Michael Caleo, roteirista das séries clássicas “Rescue Me” e “Os Sopranos”, além do filme “A Família”, de Luc Besson, e o primeiro episódio terá direção da cineasta Karyn Kusama (“O Peso do Passado”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Spielberg, Guillermo Del Toro e Sam Raimi vão produzir séries para nova plataforma

    14 de julho de 2019 /

    Criada especificamente para celulares, a plataforma de streaming Quibi está desenvolvendo um portfólio impressionante de séries. O nome do aplicativo vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites”. Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que tem como diferencial produzir episódios de menor duração. Seus capítulos terão de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo do público, que tem se atirado em longas maratonas de séries. A aposta é em outra característica atual: o baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. Por isso, pretende oferecer conteúdo fast, que pode ser devorado em qualquer local. O detalhe é que o recheio deste Quibi contém muitas calorias. Em outras palavras, as séries encomendadas são superproduções. Por exemplo: Steven Spielberg vai produzir uma série de terror que só poderá ser vista à noite pelo aplicativo. Outras séries em desenvolvimento são terrores de Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos. O Quibi também deve oferecer outros tipos de atrações, como programas de notícias e reality shows – já estão confirmados um reality de luta livre feminina, um programa de moda de Tyra Banks (produtora-apresentadora de “America’s Next Top Model”) e remakes de “Punk’d” e “Singled Out”, da MTV. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., Time Warner, MGM e Alibaba, e pretende oferecer 125 conteúdos semanais e 7 mil ao longo de seu primeiro ano. O interesse dos estúdios reflete uma aposta no formato, apesar da dificuldade encontrada até aqui para emplacar séries desse formato e exclusivas de dispositivos móveis – veja-se a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A conferir, em 2020.

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  • Filme

    Vingadores: Ultimato fica a apenas US$ 8 milhões do recorde mundial de Avatar

    14 de julho de 2019 /

    O lançamento internacional da “versão estendida” ajudou “Vingadores: Ultimato” a ganhar um “impulso final” em sua despedida das bilheterias, arrecadando mais US$ 2,8 milhões ao redor do mundo neste fim de semana, de acordo com dados do Exhibitor Relations Co. Com isso, a bilheteria mundial dos super-heróis atingiu US$ 2,780 bilhões, ficando a apenas US$ 8 milhões do recorde de “Avatar” (US$ 2,788 bilhões). Mas a corrida para se tornar a maior bilheteria mundial de todos os tempos ganhou agora um novo adversário: o relógio. “Vingadores: Ultimato” será lançado em VOD em duas semanas e, logo em seguida, ganha versão em Blu-ray. Assim, deve sair dos cinemas no final deste mês. O pouco tempo que resta será suficiente para a Disney/Marvel superar o recorde histórico da Disney/Fox?

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  • Filme

    Homem-Aranha: Longe de Casa mantém liderança das bilheterias na América do Norte

    14 de julho de 2019 /

    “Homem-Aranha: Longe de Casa” liderou as bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo, com mais US$ 45,3M (milhões) arrecadados nos últimos três dias. Com isso, acumula US$ 274,5M no mercado doméstico. No exterior, o faturamento dos últimos três dias rendeu mais US$ 100M, o que elevou o montante internacional a US$ 572,5M. Trata-se de um valor recorde para a franquia, superando os rendimentos estrangeiros de “Homem-Aranha 3” (US$ 555M em 2007). Somando os mercados doméstico e internacional, a parceria entre Marvel e Sony chegou a um total de US$ 847M em todo o mundo. São números impressionantes para um filme recém-lançado e já representam a terceira maior arrecadação do super-herói, atrás apenas de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (US$ 880,1M) e “Homem-Aranha 3” (US$ 890,8M). “Toy Story 4” também manteve sua posição, faturando mais US$ 20,6M em seu quarto final de semana em cartaz, na vice-liderança das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. A animação da Disney/Pixar está com US$ 771M mundiais. Já os dois filmes estreantes da semana, “Predadores Assassinos” e “Stuber”, decepcionaram com US$ 12M e US$ 8M respectivamente, valores medíocres para lançamentos que ocuparam mais de 3 mil cinemas. A crítica norte-americana reagiu de forma bem diferente em relação aos dois. Enquanto “Predadores Assassinos”, filme sobre ataques de crocodilos, rendeu elogios inesperados (88% de aprovação no Rotten Tomatoes), “Stuber”, comédia de ação com Dave Bautista, foi considerado medíocre (44%). Eles vão demorar a chegar no Brasil. “Predadores Assassinos” tem lançamento nacional marcado para 26 de setembro, enquanto “Stuber” está previsto apenas para 7 de novembro. O ranking também registrou a saída de “Rocketman” e “Vingadores: Ultimato” (novamente) do Top 10, após, respectivamente, 7 e 12 semanas em cartaz. A cinebiografia de Elton John rendeu até aqui US$ 179,1M, o suficiente para cobrir seus custos de produção, enquanto “Vingadores: Ultimato” chegou a US$ 2,78B, somente 8M atrás do recorde de “Avatar” como a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Conheça novos detalhes sobre esta disputa neste link. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 45,3M Total EUA e Canadá: US$ 274,5M Total Mundo: US$ 847M 2. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 20,6M Total EUA e Canadá: US$ 346,3M Total Mundo: US$ 771M 3. Predadores Assassinos Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 16,8M 4. Stuber Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 8M Total Mundo: US$ 11M 5. Yesterday Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 48,3M Total Mundo: US$ 80,5M 6. Aladdin Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 331,4M Total Mundo: US$ 960,1M 7. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 60,7M Total Mundo: US$ 173,5M 8. Midsommar Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 18,4M Total Mundo: US$ 18,4M 9. Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 147,1M Total Mundo: US$ 298,8M 10. MIB: Homens de Preto – Internacional Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 76,4M Total Mundo: US$ US$ 239,4M

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    Teaser de The Hunt apresenta novo terror da produtora de Corra!

    14 de julho de 2019 /

    A Universal divulgou o pôster e o primeiro teaser de “The Hunt”, novo terror da produtora Blumhouse, responsável por sucessos como “Uma Noite de Crime” (2013), “Fragmentado” (2016) e “Corra!” (2017). O vídeo foi concebido como um comercial de resort de caça, prática que é considerado um “esporte” em alguns países. Mas, em vez de animais, os milionários que vão ao local caçam seres humanos, segundo alerta uma placa – e reforça o cartaz. A premissa é velha conhecida dos fãs de terror, pelo menos desde “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). A nova abordagem foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Hilary Swank (“Trust”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”) e Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”). A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Paradise Hills: Trailer mostra Emma Roberts em escola de conto de fadas

    14 de julho de 2019 /

    A produtora Samuel Goldwyn Films divulgou o primeiro pôster, fotos e o trailer de “Paradise Hills”, que traz Emma Roberts (“American Horror Story”) confinada num espécie de internato de garotas numa ilha paradisíaca, onde as alunas vivem fantasias de contos de fada para se tornarem as filhas que todos os pais gostariam de ter. O detalhe é que, nas sombras da direção de arte de época e do figurino romântico de fábula encantada, escondem-se computadores futuristas e um clima de sci-fi distópica, além de uma “rainha má” vivida por Milla Jovovich (“Hellboy”). O elenco também conta com Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Awkwafina (“Podres de Rico”), Danielle Macdonald (“Bird Box”) e Jeremy Irvine (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”). Apesar destes atores, o filme é espanhol, escrito pelo inventivo Nacho Vilalongo (“Colossal”) e Brian DeLeeuw (“Vingança Sobrenatural”), e dirigido pela fotógrafa de moda Alice Waddington, que estreia em longa-metragem. O lançamento está marcado para 1 de novembro nos EUA e não há previsão para o Brasil.

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