Ballers: Série de Dwayne Johnson vai acabar na 5ª temporada
A HBO anunciou que a série “Ballers”, estrelada por Dwayne “The Rock” Johnson, vai acabar em sua 5ª temporada, que estreia no próximo domingo (25/8). O astro comentou o final da produção em seu Instagram. “Meu coração está cheio de gratidão a todos vocês por ficarem conosco a cada temporada. Vocês nos transformaram na comédia de maior audiência da HBO por anos e, o mais importante, ajudaram a criar e sustentar uma plataforma para que outros atores tivessem a oportunidade de trabalhar duro, crescer e se tornarem nomes familiares”, disse. “Para mim, a oportunidade que ‘Ballers’ criou para tantas outras pessoas é o verdadeiro ouro da nossa série”, completou. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, os produtores da série já imaginavam que ela não teria vida longa, por isso conceberam a 5ª temporada como uma conclusão, cuja estreia está marcada para dia 25 de agosto. Em “Ballers”, Johnson interpreta um ex-astro do futebol americano que, ao se aposentar, transforma-se em empresário de outros prodígios do esporte. John David Washington (“Infiltrado na Klan”) e Rob Corddry (“Childrens Hospital”) também fazem parte do elenco fixo da série, criada por Steve Levinson (produtor de “Entourage”). Ver essa foto no Instagram My heart ? is full of gratitude to all of you for rockin’ with us every season. You made us HBO’s highest rated comedy for years and most importantly, you helped create and sustain a platform for other actors to have the OPPORTUNITY to work hard, grow and become household names. To me, the opportunity Ballers created for so many others, is the real gold of our show. I love you, I thank you and enjoy our final season of BALLERS. This SUNDAY on @HBO. @SevenBucksProd Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 22 de Ago, 2019 às 5:21 PDT
Atriz acusa diretor do filme de Bruna Marquezine de assédio
A atriz e produtora Talita Coling, de 24 anos, acusou o fotógrafo e cineasta Klaus Mittledorf, de 66 anos, de assédio sexual. Ele está lançando seu primeiro longa, “Vou Nadar Até Você”, que também é a estreia de Bruna Marquezine no cinema, nesta semana na competição do 47º Festival de Gramado. A acusação contra o diretor do longa de Marquezine foi revelada na quinta (23/8) pelo jornal O Dia e em seguida os fãs de Bruna Marquezine começaram a atacar Talita no Twitter, onde ela também falou sobre o caso. “Na intenção de defendê-la [Marquezine], eles se põem contra mim. Dizem: ‘Está querendo aparecer’, ‘Está usando o nome da Bruna’. Não é isso. Tive que falar no momento certo. Se o filme não tivesse sido lançado, você, como repórter, ia me ouvir? Ninguém sabia do filme, agora ele existe. Há dois anos eu não ia falar nada, não tinha uma carreira. Hoje tenho coragem, mais maturidade, mas ainda fico nervosa. Falo com você tremendo”, explicou Talita à reportagem do portal Uol. Talita revelou que conheceu Mitteldorf entre 2015 e 2016, quando participou de um teste para o papel de Ophelia, que acabou sendo feito por Marquezine. Depois da filmagem, recebeu convite para trabalhar na pós-produção do filme, em 2017, quando teria ocorrido o assédio. Ela afirma que Mitteldorf tentou beijá-la à força e chegou a deixar seu rosto e seu pescoço cheios de saliva. O advogado do diretor nega as acusações. “Estudo roteiro, produção. Nessa época já tinha gravado ‘Carcereiros’ [série da Globo], mas não tinha ido ao ar ainda. Eu estava em outros trabalhos como assistente de roteiro, produção e fazendo curtas. Para mim seria muito interessante a oportunidade de trabalhar na pós-produção do filme. Tudo aconteceu na produtora dele. Tenho fotos da gente trabalhando juntos”, contou. Segundo Talita, a abordagem de Mitteldorf começou com elogios, até o dia em que ele tentou o contato físico. “Ele sempre elogiava. É desconfortável, mas ok, dá para aguentar. Estava ali, precisando da grana, fazendo meu trabalho. Mas teve esse dia em que ele tentou me beijar e fiquei toda babada. Foi o ápice. Falei para mim mesma: ‘Não volto mais’.” “Saí de lá voada. Tinha um teste, estava nervosa, foi horrível. Entrei no Uber em estado de choque. Ele babou em meu pescoço, no rosto. Eu não me limpei. Quando cheguei no teste, com cara de pânico, a maquiadora ainda brincou comigo: ‘Ih, estava na pegação’. Em pânico, dei um risinho amarelo sem entender ainda o que tinha acontecido.” Talita registrou boletim de ocorrência e entrou com uma ação trabalhista contra o diretor, já que não recebeu pelos dias trabalhados na produtora. “No processo trabalhista, citei o assédio. Não voltei mais [na produtora], e ele não queria me pagar pelo que eu tinha trabalhado, mas tinha minha rescisão para pagar. Ele sumiu, não me respondia nada. Óbvio que eu não ia pisar mais lá depois do que aconteceu”, afirma. No dia em que ocorreu o episódio, segundo Talita, ela parou para pensar em como iria provar que havia sido assediada por Mitteldorf. Ela, então, resolveu mandar uma mensagem de WhatsApp para ele. “Quando sofremos assédio, é difícil provar. Assim que saí de lá, mandei uma mensagem: ‘Klaus, nunca mais tente me beijar à força’. Ele respondeu: ´Prometo’. Pensei: ‘Vou provar o que ele fez comigo’.” Apesar de mencionar o ocorrido na ação trabalhista, ela não foi indenizada pelo assédio, apenas recebeu a rescisão a que tinha direito. “O assédio ficou ali e dói. Infelizmente, não conseguimos ser indenizadas por assédio, passa batido.” Em nota à imprensa, o produtores de “Vou Nadar Até Você”, responsáveis por toda a execução do projeto, afirmam não conhecer Talita Coling. Como atriz, não foi convidada a fazer nenhum teste para papel no filme. Também nunca trabalhou na produção, nem está ligada à obra sob qualquer tipo de vínculo ou contrato. A assessoria de imprensa do filme revela ter a informação de que ela realizou trabalhos como free lancer na produção de fotografias feitas pelo diretor Klaus Mitteldorf. O advogado do cineasta, dr. Roberto Soares Garcia, destaca que “Klaus Mitteldorf é profissional respeitado e conhecido internacionalmente. Trabalhou com inúmeros profissionais de renome, homens e mulheres que jamais tiveram motivo para reclamar de sua conduta”. Ele reforça que “Tallita Colling jamais teve relação com o filme ‘Vou Nadar Até Você'” e que, entretanto, entrou com ação trabalhista e recebeu valores por outro trabalho, relacionado à produção de fotografias. “Não é verdade também que Klaus tenha sido condenado em ação proposta por Tallita. O que de fato se deu foi que Tallita entrou com ação trabalhista, a qual terminou num acordo entre eles, no valor de R$ 5 mil. Tallita não foi forçada a fechar o acordo, mas a ele anuiu livremente”, disse Garcia. O advogado ainda afirma que “na verdade, Klaus foi vítima de crimes praticados por Tallita, que são apurados pela Polícia Civil de São Paulo desde agosto de 2017 (DIPO 3.1.2, inquérito policial nº 0089724-69.2017.8.26.0050). Nos autos do referido inquérito, fica claro que ela, que prestou serviços (não relacionados ao filme) a Klaus por curto período, praticou desvios indevidos e praticou extorsão contra Klaus”. Garcia conclui dizendo que “Klaus é vítima de condutas criminosa praticadas por Tallita, e não o contrário. A irresponsável e indigna propagação de mentiras contra Klaus Mitteldorf será objeto das ações cabíveis”.
Revival de The L Word ganha primeiro teaser
O canal pago Showtime divulgou o primeiro teaser de “The L Word: Generation Q”, revival da série “The L Word”, uma das mais famosas produções LGBTQIA+ da TV americana. A prévia revela a data de estreia, mostra o retorno de algumas personagens da série original e apresenta a “geração Q”, que batiza a nova atração. A letra Q do subtítulo se refere à “queer”, uma das palavras da sigla LGBTQIA+, que reflete a fluidez sexual da atual geração. As estrelas da série original são Jennifer Beals (Bette Porter), Katherine Moennig (Shane McCutcheon) e Leisha Hailey (Alice Pieszecki), que retomam seus papéis dez anos depois do fim de “The L Word”, em 2009. Já as novas intérpretes são Jacqueline Toboni (a Trubel da série “Grimm”), Arienne Mandi (“In the Vault”), Sepideh Moafi (“The Deuce”), Rosanny Zayas (“The Code”) e Leo Sheng (“Adam”). Elas serão acompanhadas pela criadora da série, Ilene Chaiken, que produzirá o reboot. Mas o cargo de showrunner ficou com Marja-Lewis Ryan (“The Four-Faced Liar”), devido ao comprometimento de Chaiken com a produção da série “Empire”, na Fox. Com oito episódios, o revival vai estrear em 8 de dezembro nos Estados Unidos.
Ministro da Cidadania revela que pretende acabar com cinema de arte do Brasil
O ministro da Cidadania Osmar Terra alimentou mais o fogo que queima o Brasil com ódio ao dizer que apenas filmes populares deveriam receber financiamento público. Ele foi além, revelando, ao participar de evento do grupo Voto, em São Paulo, que pretende acabar com o cinema de arte no Brasil. Para o ministro, só filmes que lotarem cinemas devem ser apoiados pelo governo. “O cinema tem que buscar o público, não pode ser uma coisa só autoral para os amigos que gostam muito do cineasta gostarem do filme”, atacou. Para o ministro, os filmes que têm recebido recursos públicos não têm apresentado resultados à altura dos investimentos. “No ano passado, foram 151 filmes totalmente financiados pelo fundo do audiovisual. A média de R$ 4,5 milhões por filme. E o público é menos de mil pessoas por filme. Metade dos filmes não teve mil espectadores”, contabilizou. A partir desse silogismo, Terra disse que é preciso haver uma revisão dos mecanismos de financiamento para o cinema, incluindo a exigência de que parte do dinheiro tenha que ser devolvida com arrecadação em bilheteria. “Nós temos que rever a forma de fazer o financiamento. Transformar em um financiamento que tem que ser devolvido. Criar uma forma de buscar o público, se não ficam filmes que ninguém assiste. É um gasto enorme com filmes que ninguém vai ver”, propôs. E para quebrar de vez a indústria cinematográfica brasileira, deu uma sugestão que permitiria a produção apenas de filmes da Igreja Universal, com pré-venda garantida: acabar com a cota de filmes nacionais. A reserva de um espaço mínimo em salas de cinema para filmes nacionais foi alvo de críticas ferozes do ministro. “Aí é obrigado a ter cota para filme nacional no cinema, também não pode durar muito. É uma lei que até ano que vem tem cota. Depois tem que rever isso”, disse, relacionando a reserva de salas para filmes brasileiros com salas de cinemas vazias. Ou seja, o ministro quer tirar o financiamento para a produção de filmes independentes e dificultar que os poucos que consigam ser produzidos sejam exibidos nas salas do circuito cinematográfico nacional. E ainda buscará transformar empresas privadas em sócias do Estado para permitir que realizem filmes com incentivos fiscais. É tanto equívoco, que só poderia vir mesmo do governo Bolsonaro. A lógica deste governo é a lei das selvas, também conhecida como lei dos mais fortes. Nesta lógica, apenas os fortes sobrevivem e os fracos devem morrer. Na teoria, parece justo: todos são tratados iguais, sem vantagens na disputa pelas mesmas vagas/emprego/tratamento/salas de cinema. Na prática, porém, se alguns tem mais condições (dinheiro, educação, contatos, etc) prosperam. Os que não tem, fracassam. E o Estado não se mete para equilibrar as desigualdades. Trata-se de pura e simples aplicação política da seleção natural das espécies, conforme estudada por Charles Darwin, e que está na base da visão de que “o governo é para a maioria e a minoria tem que se conformar”, expressada por vários integrantes da cúpula bolsonarista. Trata-se também da antítese de um conceito chamado civilização – aquilo que diferencia os homens dos animais. Ao contrário da tese defendida pelo sofisma bolsonarista, as leis existem justamente para proteger as minorias perseguidas. Senão, voltamos à barbárie. O holocausto foi uma aplicação da mesma política, que começou retirando direitos de minorias em prol dos bons costumes e boas famílias arianas, e seguiu censurando as artes que não refletiam a visão de mundo de seus líderes. O Estado, vale lembrar, tem como função ajudar os mais fracos a ter melhores condições de competir num mundo desigual, seja com assistência médica para quem não pode pagar, escola pública, segurança contra valentões armados, saneamento básico e, sim, até com incentivos específicos para produtores independentes realizarem filmes que não poderiam fazer de outra forma. É para isso que existem impostos e taxas (no caso do cinema, a Condecine). Não é para pagar corrupção. Os incentivos também alimentam a economia, pois geram empregos. O que é outra função do Estado. Enfim, em vez de adentrar nesse debate filosófico sobre “o que é o Estado”, é menos desgastante lembrar apenas o básico para um governo que não sabe o mínimo: 1) o Estado é fomentador, não investidor em Cultura, portanto não pode exigir lucro nem compartilhar dele; 2) o principal equívoco das leis de incentivo é justamente dar dinheiro a quem não precisa, pois quem é popular pode se bancar sozinho; 3) todos os países de mercado cinematográfico relevante, que não são os Estados Unidos, têm cotas de telas; 4) todos os países de mercado cinematográfico relevante, inclusive os Estados Unidos, incentivam filmes de arte, que trazem prestígio a seus países por meio de participação em festivais internacionais; 5) o Brasil acaba de vencer dois prêmios importantes no Festival de Cannes, o mais prestigioso do mundo, com filmes incentivados, que os critérios de popularidade do ministro não permitiriam que fossem feitos. O ministro ainda defendeu seu ato de censura, ao suspender um edital para a produção de séries de diversidade sexual para TVs públicas, dizendo que o governo deve decidir quais as temáticas que serão incentivadas na produção audiovisual. “Se é um recurso público, é uma exibição em rede pública, o governo pelo menos quer opinar sobre os temas. E esse governo tem proposta para a TV pública, sobre valores que são importantes de serem ressaltados”, disse, esquecendo que uma mudança de governo não pode alterar edital já publicado, com prazo vencido e inscritos que obedeceram as regras claras. O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro abriu inquérito nesta quinta (22/8) para investigar o ato de censura e homofobia do ministro e do governo Bolsonaro ao suspender o edital. Em sua manifestação, o Ministério Público deixa claro que “tal ameaça ou discriminação podem importar em inobservância das regras editalícias, de caráter vinculante para a administração pública, bem como em discriminação constitucional vedada”. O comunicado dos promotores diz que “o MPF expediu ofícios ao Ministério da Cidadania e à Ancine, requisitando informações, no prazo de dez dias, sobre a suspensão do edital, bem como sobre suposta decisão governamental de não aprovar projetos audiovisuais relacionados a temáticas LGBTQIA+”. No evento em que pregou a destruição do cinema de arte nacional, o ministro expôs seus argumentos para exercer censura em editais. “Todo mundo pode fazer o filme que quiser, mas se vai receber recurso público, nós temos direito de opinar sobre os temas que são mais importantes. Até para ter um filme que vai receber um recurso e não tem importância nenhuma para a sociedade”, disse Terra. Por filmes que “não tem importância nenhuma para a sociedade”, deve-se entender, conforme demonstrado ativamente pelo governo Bolsonaro, qualquer um que tenha tema LGBTQIA+.
Edward Norton vive detetive com síndrome de Tourette no trailer noir de Brooklyn Sem Pai Nem Mãe
A Warner divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer legendado de “Brooklyn Sem Pai Nem Mãe”, filme escrito, dirigido e estrelado por Edward Norton (“Birdman”). Com clima noir, a prévia apresenta o protagonista, um assistente de detetive com síndrome de Tourette, que acaba descobrindo um grande segredo de um político local. A trama é uma adaptação do romance homônimo de Jonathan Lethem (“Motherless Brooklyn”, em inglês), mas enquanto a história original se passa nos anos 1990, a adaptação de Norton trouxe a trama para a Nova York dos anos 1950, evocando a era do cinema noir. Norton vive Lionel Essrog, que não consegue controlar seus impulsos, falando o que lhe vêm à mente e repetindo gestos sem parar. Mas um detetive experiente, Frank Minna (papel de Bruce Willis, que já não é mais “Duro de Matar”), resolve empregar o rapaz, órfão desde a adolescência, por acreditar que o funcionamento de seu cérebro ajudaria a encontrar padrões em investigações. Quando Frank sofre um atentado, Lionel resolve assumir o caso perigoso que o detetive investigava para fazer justiça em nome do amigo. É assim que acaba se envolvendo numa sórdida intriga política. O elenco inclui também Gugu Mbatha-Raw (“Uma Dobra no Tempo”), Willem Dafoe (“Aquaman”), Alec Baldwin (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”), Ethan Suplee (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Leslie Mann (“Não Vai Dar”), Michael Kenneth Williams (“Assassin’s Creed”), Bobby Cannavale (“Mr. Robot”), Dallas Roberts (“The Walking Dead”) e Cherry Jones (“A Festa”). A première mundial está marcada para o começo de setembro no Festival de Toronto e a estreia comercial em 1 de novembro nos Estados Unidos.O lançamento no Brasil, porém, ficou para 12 de dezembro.
Veneza: Carmen Maura vive cafetina sonhadora em fotos e trailer de filme de Miguel Falabella
A Imagem Filmes divulgou 25 fotos, o pôster e o trailer de “Veneza”, dirigido por Miguel Falabella (“Polaróides Urbanas”). A prévia mostra a história de Gringa, uma cafetina que, na velhice, sonha reencontrar o único homem que amou. O título se refere à cidade italiana que seria o destino desse amor de juventude. A trama se altera entre flashbacks do romance da jovem Gringa e os planos atuais das prostitutas de seu bordel para realizar o sonho da viagem da velha senhora, que inclusive já perdeu a visão. Para isso, elas decidem se juntar a uma trupe de circo para levá-la até Veneza. A atriz espanhola Carmen Maura (“Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”) vive a versão idosa de Gringa, enquanto Macarena García (“Branca de Neve”) interpreta a Gringa jovem. O elenco nacional inclui Dira Paes (“Divino Amor”), Danielle Winits (“Até que a Sorte nos Separe”), Carol Castro (“Um Suburbano Sortudo”) e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”), entre outros. O longa é um dos destaques da mostra competitiva do 47º Festival de Gramado, que acontece até o fim de semana, e tem estreia marcada para 12 de dezembro nos cinemas brasileiros.
História de um Casamento: Divórcio de Scarlett Johansson e Adam Driver ganha trailers legendados
A Netflix divulgou as versões legendadas dos dois trailers de “Marriage Story”, novo filme de Noah Baumbach (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”), que ganhou o título nacional de “História de um Casamento”. Elas chegam no YouTube da Netflix Brasil dois dias após seu lançamento no canal da Netflix americana. Os protagonistas são Scarlett Johansson (a Viúva Negra dos “Vingadores”) e Adam Driver (Kylo Ren da franquia “Star Wars”) e as previas trazem a “visão dela” e a “visão dele” sobre o casamento. Na trama, eles vivem um casal que enfrenta um divórcio. Para complicar a separação, os dois tem um filho que amam. Segundo a sinopse oficial, o longa é “um retrato compassivo de um casamento que acaba e de uma família que permanece unida”. O elenco ainda conta com Laura Dern (“Big Little Lies), Alan Alda (“Ponte dos Espiões”), Ray Liotta (“Shades of Blue”) e Merritt Wever (“Godless”). “Marriage Story” terá première mundial no Festival de Veneza, no final de agosto, e chegará na América do Norte no Festival de Toronto, no começo de setembro. O filme será lançado nos cinemas antes de chegar ao streaming, mas a data de estreia ainda não foi revelada.
Ministério Público Federal instaura inquérito para investigar ato de censura e homofobia do governo Bolsonaro
O MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro anunciou nesta quinta-feira (22/8) que instaurou inquérito civil para apurar a suspensão do edital que previa a produção de 80 séries brasileiras, entre elas atrações de temática LGBTQIA+ que foram alvo de críticas preconceituosas do presidente Jair Bolsonaro em sua live da semana passada. Citando quatro títulos do edital, Bolsonaro afirmou que tinha vetado as produções porque não tinha “cabimento fazer filmes com esse tema”. Após esse ataque, o ministro da Cidadania Osmar Terra assinou uma portaria suspendendo o edital e prejudicando os 80 projetos que estavam aguardando a liberação de verbas para começar suas produções. Como justificativa, o ministro citou a necessidade de recomposição dos membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia), para poder liberar o financiamento. A portaria também afirma que, uma vez recomposto, o comitê revisará os critérios e diretrizes para a aplicação dos recursos do fundo, assim como os parâmetros de julgamento dos projetos e seus limites de valor. O detalhe é que a formação do comitê depende das indicações de seis integrantes do governo, vindos de diferentes ministérios. Em oito meses de governo, Bolsonaro ainda não indicou nenhum representante. O decreto assinado por Osmar Terra prevê a suspensão do edital por 180 dias, podendo prorrogar o prazo caso o comitê gestor continue sem as indicações dos membros do governo. Trata-se de uma paralisia provocada propositalmente pelo governo, com aviso prévio de prorrogação indefinida, que na prática impede qualquer financiamento de produção nacional pelo FSA. Diante da dimensão dessa paralisação, o Ministério da Cidadania afirmou que a recomposição do Comitê Gestor do FSA (CGFSA) depende da posse do Conselho Superior de Cinema (CSC), que ainda não tem data. Mesmo assim, disse não haver previsão de suspender mais editais. Entretanto, se a justificativa para suspender um edital específico não se aplicar aos demais, o caso passa a ser crime por condução arbitrária e/ou fraude na seleção de concursos públicos. Desde 2011, isto pode render pena de até oito anos de reclusão, quando o crime tiver sido cometido por funcionário público. Por enquanto, a investigação se dá na esfera civil, levando em conta apurações sobre prática de censura ou ato de homofobia, que, após recente entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal), equipara-se a crime de ódio como o racismo. Também investiga se a suspensão do edital foi uma tática para não cumpri-lo, já que é vedado mudar regras de edital após sua publicação, com inscrições feitas e regras cumpridas pelos candidatos. Em sua manifestação, o Ministério Público deixa claro que “tal ameaça ou discriminação podem importar em inobservância das regras editalícias, de caráter vinculante para a administração pública, bem como em discriminação constitucional vedada”. O comunicado dos promotores diz que “o MPF expediu ofícios ao Ministério da Cidadania e à Ancine, requisitando informações, no prazo de dez dias, sobre a suspensão do edital, bem como sobre suposta decisão governamental de não aprovar projetos audiovisuais relacionados a temáticas LGBTQIA+”. O secretário especial da Cultura do Ministério da Cidadania Henrique Pires se demitiu na quarta (21/8), acusando o governo Bolsonaro de promover a censura no Brasil. Além desse inquérito do MPF, a suspensão do edital está enfrentando processos da entidades representantes da indústria audiovisual brasileira. O ex-ministro da Cultura e deputado Marcelo Calero (Cidadania-RJ) também afirmou que vai entrar com uma ação popular com pedido de liminar para tornar nula a portaria assinada por Osmar Terra. Segundo Calero, a questão será levada para o Comitê de Cultura da Câmara e serão ainda analisadas medidas de cunho administrativo para barrar a medida.
Brad Pitt vai ao espaço em novos trailers da sci-fi Ad Astra
A Fox divulgou o pôster e o trailer do lançamento em IMAX da sci-fi “Ad Astra”, além de dois comerciais legendados em português, que trazem nova data de estreia e o inevitável subtítulo para o lançamento no Brasil. Primeira sci-fi do diretor James Gray (“Z: A Cidade Perdida”), “Ad Astra – Rumo às Estrelas” traz Brad Pitt em uma missão espacial. As prévias tem clima dramático e terminam em conflito e em desespero. No filme, Brad Pitt como um astronauta que embarca numa viagem pelo sistema solar para reencontrar seu pai, 20 anos depois dele partir em uma missão para Netuno em busca de sinais de inteligência extraterrestre e desaparecer misteriosamente. Mudanças na Terra sugerem que ele possa estar vivo e fazendo experiências com consequências catastróficas para a sobrevivência da humanidade. Tommy Lee Jones (“James Bourne”) vive o pai de Pitt e o elenco ainda inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes), Ruth Negga (“Preacher”), Liv Tyler (“The Leftovers”), Kimmy Shields (“Insatiable”), Jamie Kennedy (“Pânico”), John Ortiz (“O Paradoxo Cloverfield”) e Greg Bryk (“The Handmaid’s Tale”). O filme é uma coprodução internacional, que inclui até participação da produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (“Me Chame pelo seu Nome”). Ele é um dos produtores, junto do próprio Brad Pitt e outros. Já o roteiro é do diretor James Gray em parceria com Ethan Gross (da série “Fringe”). “Ad Astra” vai estrear em 26 de setembro no Brasil, seis dias depois do lançamento nos Estados Unidos.
Atriz de Quantico vai estrelar filme de super-heróis de Robert Rodriguez
A atriz Priyanka Chopra Jonas (“Quantico”) vai estrelar um novo filme de super-heróis, intitulado “We Can Be Heroes” (frase do refrão da música “Heroes”, de David Bowie). Ainda em fase inicial, o longa tem roteiro, direção e produção do cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) e será distribuído em streaming pela Netflix. Na trama divulgada, invasores alienígenas sequestram super-heróis da Terra, levando um grupo de crianças a se unir para salvar seus pais e o mundo. Essa sinopse lembra outro filme do diretor, “Pequenos Espiões” (2001), em que os filhos de espiões tem que se unir para salvar seus pais e o mundo. O papel da atriz indiana, que agora usa o sobrenome de seu marido americano, o cantor Nick Jonas, não foi divulgado. A produção ainda não tem previsão de estreia.
Miley Cyrus publica desabafo longo e sincero no Twitter sobre seu divórcio
A ex-estrela da Disney Miley Cyrus publicou uma série de tuítes sinceros para negar os boatos de que o final de seu casamento aconteceu porque ela estava traindo Liam Hemsworth. Os posts abordam seus erros do passado, quando era adolescente, e lembram que ela cresceu. Reforçando sua fidelidade e amor por Liam, ela concluiu dizendo que apenas está “num lugar diferente” de quando começou a relação. O desabafo foi publicado após Liam Hemsworth dar entrada nos papéis de divórcio e após Miley ser fotografada beijando a influencer Kaitlynn Carter durante uma viagem à Itália. “Eu posso aceitar que a vida que eu escolhi significa que eu devo viver completamente aberta e transparente com meus fãs que eu amo e com o público em geral 100% do tempo. O que eu não posso aceitar é dizerem que estou mentindo para encobrir um crime que não cometi, porque não tenho nada a esconder”, diz o texto que introduziu o desabafo nesta quinta-feira (22/8). “Não é nenhum segredo que eu farreei muito na minha adolescência e até o início dos meus 20 anos. Eu não só fumei, mas defendi o uso de maconha, eu experimentei drogas, minha maior música até hoje é sobre dançar louca de molly e cheirar no banheiro”, ela continuou. Miley admitiu ter traído relacionamentos quando era mais nova, contou que perdeu um contrato com o Walmart aos 17 anos por exagerar no bong e foi “expulsa do elenco de ‘Hotel Transilvânia’ por ter comprado um bolo de pênis para Liam no aniversário dele e lambê-lo”. E ainda “cantei nua numa bola de demolição”. Sem falar que “há provavelmente mais nudes meus do que de qualquer outra mulher na internet”. “Mas a verdade é que, uma vez que Liam e eu nos reconciliamos, eu realmente fiquei comprometida. Não há segredos para descobrir aqui. Eu aprendi com todas as experiências da minha vida. Eu não sou perfeita, eu não quero ser, porque é chato, e vocês sabem porque eu cresci na frente de vocês, mas o ponto principal é que eu cresci “, ela escreveu. “Eu posso admitir muitas coisas, mas eu me recuso a admitir que meu casamento acabou por causa de uma traição. Liam e eu estamos juntos há uma década. Eu já disse isso antes e continua sendo verdade, eu amo Liam e sempre o amarei.” Ela ainda explica, sem entrar em detalhes, que o final do casamento aconteceu porque precisou “tomar uma decisão saudável para deixar uma vida anterior para trás. Eu estou mais saudável e feliz que estive em um longo tempo. Você pode dizer que eu sou uma boca suja caipira, reboladora e fumadora de maconha, mas eu não sou mentirosa”. “Tenho orgulho de dizer que estou simplesmente em um lugar diferente de onde eu estava quando era mais jovem”, concluiu. O texto se encerra antes de Miley fazer mais revelações, praticamente subentendidas nas entrelinhas da “decisão saudável” que a fez abandonar “uma vida anterior” para levá-la a “um lugar diferente”. I can accept that the life I’ve chosen means I must live completely open and transparent with my fans who I love, and the public, 100% of the time. What I cannot accept is being told I’m lying to cover up a crime I haven’t committed. I have nothing to hide. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019 It is no secret that I was into partying in my teens and early 20’s. I have not only smoked, but advocated for weed, I’ve experimented with drugs, my biggest song to date is about dancing on molly and snorting lines in the bathroom. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019 I fucked up and cheated in relationships when I was young. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019 I lost a massive Walmart deal at 17 for ripping a bong. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019 I got kicked off hotel Transylvania for buying Liam a penis cake for his birthday and licking it. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019 I swung on a wrecking ball naked. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019 There are probably more nudes of me on the internet than maybe any woman in history. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019 But the truth is, once Liam & I reconciled,I meant it, & I was committed. There are NO secrets to uncover here. I’ve learned from every experience in my life. I’m not perfect, I don’t want to be, it’s boring. I’ve grown up in front of you, but the bottom line is, I HAVE GROWN UP. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019 I can admit to a lot of things but I refuse to admit that my marriage ended because of cheating. Liam and I have been together for a decade. I’ve said it before & it remains true, I love Liam and always will. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019 BUT at this point I had to make a healthy decision for myself to leave a previous life behind. I am the healthiest and happiest I have been in a long time. You can say I am a twerking, pot smoking , foul mouthed hillbilly but I am not a liar. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019 I am proud to say, I am simply in a different place from where i was when I was a younger. — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) August 22, 2019
Jeremy Renner faz apelo para a Sony deixar o Homem-Aranha na Marvel
O ator Jeremy Renner, que interpreta o Gavião Arqueiro nos filmes dos Vingadores, usou seu Instagram para protestar contra a saída do Homem-Aranha do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ele fez um apelo para a Sony deixar o herói continuar suas aventuras na Marvel. “Ei Sony Pictures, queremos que o Homem-Aranha volte para Stan Lee e a Marvel, por favor, obrigado”, Renner escreveu. Veja abaixo. O pedido foi feito após a Sony e a Disney romperem o acordo de parceria para continuar produzindo filmes juntos. A Disney teria crescido o olho diante do desempenho de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que se tornou o filme de maior bilheteria da Sony em todos os tempos. Paralelamente, a Sony quer usar o Homem-Aranha para ancorar um universo de adaptações de quadrinhos da Marvel independente da Disney. As duas posições dificultaram entendimento entre os estúdios para manter o Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Segundo apurou o site Deadline, a Disney propôs um acordo de coprodução completo, bancando 50% de todos os próximos filmes e dividindo os lucros ao meio. E além do Aranha, essa oferta se estenderia a produções como “Venom 2” e “Morbius”, atualmente em produção, que também seriam incorporadas ao MCU. A Sony recusou, pois os filmes do Aranhaverso representam seus maiores sucessos comerciais. Liderada por Tom Rothman e Tony Vinciquerra, a Sony simplesmente não quer compartilhar sua maior franquia. Em vez disso, propôs manter o acordo sob os termos atuais, em que a Marvel recebe na faixa de 5% sem precisar investir nenhum centavo e ainda fica com 100% do merchandising. A Disney recusou. Na prática, a saída do Aranha do MCU significa que os próximos filmes do herói não terão ligações com as tramas dos Vingadores e de outros personagens da Marvel. Vão acabar aparições como as de Nick Fury e Happy Hogan em “Homem-Aranha: Longe de Casa”. E o Aranha não deverá mais ser mencionado nos filmes da Marvel. Em compensação, poderá encontrar Venom, Morbius e outros personagens na construção de seu próprio Universo Cinematográfico, o Aranhaverso. Ver essa foto no Instagram Hey @sonypictures we want Spider-Man back to @therealstanlee and @marvel please, thank you #congrats #spidermanrocks #? #please Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@renner4real) em 20 de Ago, 2019 às 7:16 PDT
Liam Hemsworth dá entrada em divórcio de Miley Cyrus
Liam Hemsworth tomou o primeiro passo virar a página de seu casamento com Miley Cyrus, menos de um ano após oficializarem a união. De acordo com o site TMZ, o ator entrou com o processo de divórcio da cantora. O motivo alegado para a separação, nos documentos apresentados em Los Angeles, foi “diferenças irreconciliáveis”. Fontes próximas ao casal disseram ao TMZ que Liam e Miley fizeram um acordo pré-nupcial, mantendo seus ganhos durante o casamento separados, o que evitaria uma possível briga judicial por dinheiro. O fato de que ambos não tiveram filhos deve facilitar o processo. O casal anunciou sua separação no dia 10 de agosto. “Liam e Miley concordaram em se separar neste momento. Sempre evoluindo, mudando como parceiros e indivíduos, eles decidiram que isso é o melhor, enquanto se concentram em si mesmos e carreiras. Eles ainda são pais dedicados a todos os seus animais. Por favor, respeite o processo e a privacidade deles”, disse um representante de Miley em comunicado à revista People. Um dia depois do anúncio, Miley foi vista aos beijos com a influenciadora Kaitlynn Carter, durante suas férias na Itália.












