Lizzie McGuire: Série clássica do Disney Channel vai ganhar revival em streaming
A Disney prepara um revival da série “Lizzie McGuire”, que voltará a trazer a atriz Hilary Duff no papel-título. A notícia começou a circular antes do anúncio oficial no evento D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. Desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), a série vai continuar as histórias da personagem, que tinha 14 anos quando a série foi lançada no Disney Channel em 2001, e voltará às telas com mais de 30 anos de idade. A criadora da produção original, Terri Minsky, está à frente do projeto, que mostrará Lizzy morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras da garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação vai manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sinceros” sobre as situações da protagonista adulta. Não há previsão de estreia.
MC Jottapê canta em clipes de músicas da série Sintonia
Os canais de Kondzilla e da Netflix no YouTube divulgaram dois clipes derivados da série “Sintonia”. A música “Passei de Nave” é a primeira revelada na série como parte do repertório de MC Doni, enquanto “Te Amo Sem Compromisso” é tema da atração. Ambas estão sendo lançadas num EP com outras faixas da produção da Netflix, disponível para download e streaming em diversos serviços digitais. Em “Sintonia”, MC Doni é o filho adolescente de comerciantes de uma favela de São Paulo, que escreve músicas e sonha em se tornar um funkeiro famoso. O personagem é interpretado pelo funkeiro na vida real MC Jottapê, que canta as duas canções dos vídeos abaixo. “Sintonia” foi criada e também é dirigida por KondZilla, apelido de Konrad Cunha Dantas, paulista conhecido por fazer clipes de sucesso do funk ostentação e dono do canal mais visto do YouTube, com mais de 30 milhões de inscritos. Kondzilla desenvolveu o projeto com a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) e o roteirista Felipe Braga (série “Mandrake”), por meio da produtora da dupla, Losbragas. Felipe Braga e Guilherme Quintella (roteirista de “Meu Amigo Hindu”) também são creditados como cocriadores de “Sintonia”, ao lado do diretor de clipes. Além de MC Jottapê, o elenco central da série destaca Bruna Mascarenhas, em sua estreia como atriz, e Christian Malheiros, cuja atuação no longa “Sócrates” lhe rendeu indicação na categoria de melhor ator do Independent Spirit Awards, uma das principais premiações do cinema independente americano. Os dois aparecem no clipe de “Te Amo Sem Compromisso” com o funkeiro. Todos os seis episódios da 1ª temporada foram disponibilizados em 9 de agosto na plataforma de streaming.
Disney prepara série de Ms. Marvel, sua primeira heroína muçulmana, para plataforma de streaming
A Ms. Marvel, primeira super-heroína muçulmana da Marvel, vai ganhar uma série live-action na Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A novidade vazou durante o evento D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a Marvel vai confirmar o desenvolvimento do projeto num painel do evento. A responsável pela adaptação dos quadrinhos é a roteirista Bisha K. Ali, que faz parte da equipe de “Four Weddings and a Funeral”, série baseada no filme “Quatro Casamentos e um Funeral” (1994), atualmente exibida na plataforma Hulu, que pertence à Disney. Criada em 2013, a personagem é uma das mais novas criações da Marvel. Kamala Khan, jovem de ascendência paquistanesa, adotou o nome de Ms. Marvel inspirada em Carol Danvers – a atual Capitã Marvel, que também já foi chamada de Miss Marvel nos quadrinhos. Sua origem, porém, está associada aos Inumanos. Seus poderes destacam a habilidade de alterar seu corpo (elasticidade, tamanho e aparência) e foram despertados em contato com uma névoa terrígena, uma substância mutagênica que ativa capacidades extraordinárias em pessoas que possuam gene inumano. A série “Agents of SHIELD” já demonstrou como isso acontece na televisão.
Kit Harington vai entrar no Universo Cinematográfico da Marvel
O ator Kit Harington, intérprete de Jon Snow em “Game of Thrones”, vai entrar para o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A informação foi publicado pelo site Deadline, que nesta semana já tinha dado o furo sobre o fim da parceria entre Disney e Sony nos filmes do Homem-Aranha. Segundo o jornalista Mike Fleming Jr, o ator vai se juntar a um dos filmes da Marvel em desenvolvimento, mas ainda o estúdio ainda guarda a sete chaves qual projeto irá recebê-lo, inclusive se é alguns dos já anunciados ou se a participação vai acontecer na próxima fase. Desde o final de “Game of Thrones”, Harington não fechou contrato com nenhuma outra produção e chegou a passar um tempo em uma clínica de reabilitação para tratar do estresse causado pela produção da HBO. Entre os filmes anunciados oficialmente pela Marvel estão “Viúva Negra”, “Eternos”, “Thor: Love and Thunder”, “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” e “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. Além disso, o MCU vai se expandir em séries da plataforma Disney+ (Disney Plus). De todo modo, vale lembrar que Richard Madden, intérprete de Robb Stark em “Game of Thrones”, já tem um dos principais papéis de “Eternos”, e que o filme de Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, deve incluir diversos atores britânicos, já que a trama dos quadrinhos envolve o serviço secreto do Reino Unido.
Diretor de Bumblebee assume a atrapalhada adaptação do game Uncharted
O pastelão dos bastidores de “Uncharted” continua. Mais um diretor atrelado à produção pisou na casca de banana e caiu. E já tem novo cineasta esperando o contínuo jogar a próxima casca de banana no chão. Travis Knight, que fez sua transição da animação para o cinema live-action com “Bumblebee”, no ano passado, é o novo contratado para comandar a adaptação do videogame. Um dos projetos que mais sofre com idas e vindas do estúdio, o filme de “Uncharted” se arrasta na Sony desde 2010. Por conta disso, seu diretor mais recente, Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”), desistiu da produção há poucos dias. Ele já tinha substituído Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que deixou o projeto em dezembro por conflitos de agenda. Mas os problemas vem de muito antes. Recordar é viver. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”), jogada no lixo e substituída por novo texto do casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”), que se focaria na família do protagonista, também incinerado após “mudança de direção criativa”. Isto levou à criação de nova história por Mark Boal (“Operação Fronteira”). Nesta versão, o protagonista estaria em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defendem o local. Não rolou. E outro roteiro foi escrito pelo cineasta Joe Carnahan (“A Perseguição”). Entregue há dois anos, também precisou ser refeito após o produtor Tom Rothman ter a inspiração de fechar com Tom Holland (o Homem-Aranha) para viver o papel principal, após ver “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. É que o personagem do roteiro era um adulto veterano. De fato, fãs do jogo do PlayStation 3 podem ter dificuldades para entender a escalação, já que o protagonista é um arqueólogo de cerca de 30 anos e Holland ainda passa por estudante colegial nos filmes do Homem-Aranha. Mas pelo jeito que a coisa vai, logo logo ele terá a idade de Harrison Ford e pronto para fazer do filme uma “homenagem” à Indiana Jones. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. Com Holland a bordo, a Sony desistiu de adaptar os jogos já lançados da franquia. Em vez disso, pretende fazer um prólogo, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor. O roteiro dessa versão foi escrito por uma dupla menos conhecida do que todos os que a antecederam no projeto, Jonathan Rosenberg e Mark Walker, que não tem sequer currículo de roteiristas. Ops, esquece. Já foi pro lixo. A dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “MIB: Homens de Preto – Internacional”) juntou-se a Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”) para assinar o “novo” roteiro final. Detalhe: todo esse trabalho de pré-produção é pago. Todos os roteiros descartados custaram dinheiro. E a despesa vai entrar no orçamento final da produção. Ainda não há, óbvio que não há, previsão de estreia.
Em evento da Disney, Robert Downey Jr revela ter sido preso com maconha na Disneylândia
Robert Downey Jr. foi homenageado pela Disney nesa sexta-feira (23/8), em uma cerimônia na D23 Expo, a “Comic Con da companhia”, que acontece até domingo em Anaheim, na Califórnia. O ator recebeu o título de Disney Legend (Lenda da Disney, em tradução literal) por seu papel como o Homem de Ferro nos filmes da Marvel. Em um painel apresentado por Bob Iger, o CEO da empresa, Downey aproveitou para fazer um discurso bem-humorado, em que lembrou quando a Disney não gostava tanto assim dele. “Na primeira vez em que fui à Disney, eu fui transportado para outro lugar… minutos depois de ser preso”, brincou, arrancando risadas do público. “Estou guardando essa vergonha há muito tempo. Quero me redimir com quem me prendeu por fumar maconha na Disneylândia sem uma licença. Não que seja permitido fumar com uma licença”. Ele não deu maiores detalhes, como a época em que foi detido. Esta história nunca tinha sido mencionada antes, nem sequer pela imprensa sensacionalista, apesar da ficha corrida do ator, que chegou a passar quase um ano na prisão devido a seu vício em drogas. Ele está sóbrio há muitos anos. Downey Jr. deu vida a Tony Stark, o Homem de Ferro, ao longo de 11 anos nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), do primeiro filme solo do herói, que lançou a era Marvel nos cinemas em 2008, até encerrar sua trajetória com o personagem em “Vingadores: Ultimato”, que se tornou a maior bilheteria mundial da história do cinema em 2019. “Fazer Tony ao longo desses anos, com essa ideia de que a tecnologia pode nos guiar para a iluminação ou para a destruição, foi um grande presente, então quero agradecer aos fãs que tornaram isso possível”, continuou. O ator ainda prometeu que continuará acompanhando os filmes da Marvel como um fã. “Eu vou continuar um fã do maior e mais inclusivo universo cinematográfico que já existiu. Ao futuro!”, disse, ao se despedir. Seu discurso deixou as outras lendas da Disney com dificuldades para falar diante da platéia do evento. “É realmente difícil falar sobre sua primeira experiência na Disneylândia depois do que Robert disse”, disse a jornalista Robin Roberts, que também foi presenteado com um prêmio Disney Legend. Christina Aguilera foi outra visivelmente emocionada ao receber seu troféu, depois de cantar uma versão animada de seu “Reflection”, da trilha sonora de “Mulan”. “Isso é muito mais legal que um Grammy”, disse Aguilera, ex-integrante do Clube do Mickey e cinco vezes vencedora do Grammy. “Eu amo isso, é tão especial. Eu estou tremendo. Eu tenho segurado as lágrimas o dia todo”.
Plataforma de streaming da Disney vai chegar ao Brasil em 2020
A página oficial de “Star Wars” no Facebook revelou que o serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) vai chegar à América Latina, inclusive no Brasil, em 2020. A data complementa informação do novo pôster de “The Mandalorian”, série live-action da saga que fará parte do catálogo exclusivo da plataforma da Disney. O cartaz confirma que a série será lançada junto da plataforma, no próximo 12 de novembro, nos Estados Unidos. Veja abaixo. Além de “The Mandalorian”, a Disney+ (Disney Plus) contará com muitos outros conteúdos exclusivos, incluindo séries da Marvel, como “Loki” (com Tom Hiddleston), “WandaVision” (com Elizabeth Olsen e Paul Bettany), “Falcão e o Soldado Invernal” (com Anthony Mackie e Sebastian Stan) e “Gavião Arqueiro” (com Jeremy Renner). A plataforma também terá filmes inéditos, como o remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”, um dos maiores clássicos animados da Disney. Sem esquecer o catálogo de produções de filmes e séries da Disney, Fox (incluindo todos os episódios dos “Simpsons”), Marvel, Pixar e Lucasfilm. Mais detalhes destes e de outros projetos devem ser revelados ao longo da convenção D-23, a “Comic Con da Disney”, que começa nesta sexta (23/3) em Anaheim, na Califórnia. #TheMandalorian, primeira série live-action de Star Wars, somente no #DisneyPlus. Disney+ (Disney Plus) estará disponível na América Latina a partir de 2020. Para receber novidades, inscreva-se em disneyplus.com Publicado por Star Wars em Sexta-feira, 23 de agosto de 2019
Mostra do Filme Marginal sofre censura no Rio de Janeiro
A 3ª Mostra do Filme Marginal sofreu censura do Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro. Os organizadores do evento foram comunicados que três curtas da programação tinham sido vetados e não poderiam ser exibidos. “Após o envio da programação, a instituição nos comunicou sobre a impossibilidade de exibição de três filmes selecionados. Não concordamos com o entendimento da instituição e nos posicionamos contrário a postura da mesma”, acusaram os curadores da mostra em comunicado, destacando que sofreram censura. Os três filmes proibidos foram “Mente Aberta”, “Rebento” e “Nosso Sagrado”. Nos dois primeiros, há referências ao presidente Jair Bolsonaro. “Mente Aberta”, de Getúlio Ribeiro, cineasta de Nova Iguaçu, trata de “um sujeito que se autodenomina um ‘cidadão de bem’, tem uma relação opressora com a família e tenta nos convencer de que é a vitima”. Nele, Getúlio usa três declarações do Bolsonaro, não editadas, e de diferente momentos da carreira dele. “Não existe homofobia no Brasil”, “Nenhum pai gostaria de chegar em casa e ver seu filho brincando de boneca” e “eu sou a favor da tortura, você sabe disso. E o povo brasileiro também”. “O filme já passou em outros festivais e isso nunca aconteceu comigo. Vi coisa muito mais radical que não foi censurada. É um filme de oito minutos, que passaria, a galera ia ver e ficaria por isso”, disse o diretor Getúlio Ribeiro ao jornal O Globo. Os diretores dos outros curtas preferiram não se manifestar. Mas os curadores da mostra foram incisivos, aptando por cancelar todo o evento na CCJF por não aceitarem censura. Isso não significa que as forças obscuras venceram. Ao contrário. Toda a mostra, inclusive com os “proibidões”, será exibida na íntegra em novo local, o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Em resposta à polêmica, o Centro Cultural da Justiça Federal emitiu com um comunicado em que diz que “a restrição das temáticas propostas ao CCJF dá-se estritamente pelo dever constitucional de imparcialidade a que está submetido o Poder Judiciário Federal”. E lista: “O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) tem, dentre seus critérios estabelecidos para sediar eventos culturais e artísticos, o de não promover produções de cunho corporativo, religioso ou político-partidário, independentemente de que pessoa, instituição ou conceito ideológico esteja sendo defendido ou criticado”. O país não via um filme ter sua exibição proibida por motivo estritamente político desde “Pra Frente Brasil”, de 1982, durante a ditadura militar.
Kito Junqueira (1948 – 2019)
O ator Kito Junqueira morreu nesta sexta (23/8) aos 71 anos em Curitiba, após sofrer um infarto de madrugada. Nascido em 15 de maio de 1948, em São Paulo, Heráclito Gomes Pizano adotou o nome artístico Kito Junqueira em seus diversos trabalhos no teatro, cinema e TV. A carreira artística começou em 1973 na extinta TV Tupi, na qual participou das novelas “As Divinas & Maravilhosas”, “Vila do Arco”, “Tchan, a Grande Sacada” e “Como Salvar Meu Casamento”, todas na década de 1970. Ele também teve trabalhos na Globo (“Espelho Mágico” em 1978, “Vereda Tropical” em 1984 e “Por Amor” em 1997), na extinta Manchete (“Tudo ou Nada” em 1986 e “Pantanal” em 1990), SBT (“Jogo do Amor”, em 1985), Bandeirantes (“Cavalo Amarelo” em 1980, “Os Adolescentes” em 1981 e “Ninho da Serpente” em 1982) e Record (“Vidas Opostas” em 2007 e “Chamas da Vida” em 2008). Ele também atuou no filme “Eternamente Pagu” (1987), teve participações em programas como “Você Decide” e “Carga Pesada” (ambas na Globo), além de ter integrado os elencos centrais da minissérie “Chapadão do Bugre” (na Bandeirantes) e da série “A Lei e o Crime”, seu último trabalho nas telas, em 2009 (na Record). Fora das telas, Junqueira ainda estrelou diversas peças de teatro e se destacou na peça “Bent”, na qual recebeu prêmios da APCA, Moliére e Mambembe por sua atuação e produção. O ator também teve atuação política, sendo eleito deputado estadual em São Paulo pelo PV em 1994. Ele acabou mudando de partido, filiando-se ao PP, pelo qual concorreu ao cargo de deputado federal pelo Paraná nas Eleições de 2018, mas desta vez sem conseguir ser eleito.
Iza celebra o amor e a vida simples em clipe repleto de positividade
A cantora carioca – e jurada do “The Voice Brasil” – Iza lançou o clipe de “Meu Talismã”, dirigido por Felipe Sassi, responsável por seus principais vídeos (“Brisa”, “Dona de Mim”, “Ginga” e “Pesadão”). No vídeo, Iza anda de moto, come espetinho, usa uma câmera antiga, sempre ao lado do seu par romântico. “Você me traz sorte, é meu talismã”, diz a canção, que celebra a união de um casal diante das diferentes adversidades da vida. Há cenas de trabalho duro em um salão de beleza e de dificuldades para pagar as contas, com direito a corte de energia. “Mas se a gente tem amor /A gente tá no lucro”, diz a letra, enquanto o clipe apresenta o outro lado da moeda, com dança, cervejinha e felicidade. A positividade da canção, celebrando o amor e a vida simples nos subúrbios, é embalada por um ritmo de R&B moderno, puxado para o pop, que é novidade no repertório da cantora, e tem tudo para dar sequência ao sucesso de “Brisa” na rádios e paradas de streaming.
Taylor Swift lança clipe da faixa-título de Lover, seu novo álbum
A cantora Taylor Swift lançou o clipe da música “Lover”, terceiro single do álbum homônimo, que está sendo lançado para venda e streaming a partir desta sexta (23/8). No clipe dirigido por Drew Kirsch e pela própria cantora, Taylor contracena com Christian Owens, um dos dançarinos da sua mais recente turnê, a Reputation Stadium Tour. Diretor e cantora tinham colaborado anteriormente no vídeo de “You Need to Calm Down”, lançado em junho. A nova produção estreou durante uma transmissão ao vivo de Taylor Swift em seu canal oficial no YouTube, em que a cantora deu mais informações sobre seu novo disco e mostrou uma colaboração com a estilista Stella McCartney, inspirada em “Lover”. Sobre a faixa-título, ela falou: “Essa é uma música que escrevi para dois amigos que estavam apaixonados. É um conceito pelo qual estou muito orgulhosa”.
Ballers: Série de Dwayne Johnson vai acabar na 5ª temporada
A HBO anunciou que a série “Ballers”, estrelada por Dwayne “The Rock” Johnson, vai acabar em sua 5ª temporada, que estreia no próximo domingo (25/8). O astro comentou o final da produção em seu Instagram. “Meu coração está cheio de gratidão a todos vocês por ficarem conosco a cada temporada. Vocês nos transformaram na comédia de maior audiência da HBO por anos e, o mais importante, ajudaram a criar e sustentar uma plataforma para que outros atores tivessem a oportunidade de trabalhar duro, crescer e se tornarem nomes familiares”, disse. “Para mim, a oportunidade que ‘Ballers’ criou para tantas outras pessoas é o verdadeiro ouro da nossa série”, completou. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, os produtores da série já imaginavam que ela não teria vida longa, por isso conceberam a 5ª temporada como uma conclusão, cuja estreia está marcada para dia 25 de agosto. Em “Ballers”, Johnson interpreta um ex-astro do futebol americano que, ao se aposentar, transforma-se em empresário de outros prodígios do esporte. John David Washington (“Infiltrado na Klan”) e Rob Corddry (“Childrens Hospital”) também fazem parte do elenco fixo da série, criada por Steve Levinson (produtor de “Entourage”). Ver essa foto no Instagram My heart ? is full of gratitude to all of you for rockin’ with us every season. You made us HBO’s highest rated comedy for years and most importantly, you helped create and sustain a platform for other actors to have the OPPORTUNITY to work hard, grow and become household names. To me, the opportunity Ballers created for so many others, is the real gold of our show. I love you, I thank you and enjoy our final season of BALLERS. This SUNDAY on @HBO. @SevenBucksProd Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 22 de Ago, 2019 às 5:21 PDT
Atriz acusa diretor do filme de Bruna Marquezine de assédio
A atriz e produtora Talita Coling, de 24 anos, acusou o fotógrafo e cineasta Klaus Mittledorf, de 66 anos, de assédio sexual. Ele está lançando seu primeiro longa, “Vou Nadar Até Você”, que também é a estreia de Bruna Marquezine no cinema, nesta semana na competição do 47º Festival de Gramado. A acusação contra o diretor do longa de Marquezine foi revelada na quinta (23/8) pelo jornal O Dia e em seguida os fãs de Bruna Marquezine começaram a atacar Talita no Twitter, onde ela também falou sobre o caso. “Na intenção de defendê-la [Marquezine], eles se põem contra mim. Dizem: ‘Está querendo aparecer’, ‘Está usando o nome da Bruna’. Não é isso. Tive que falar no momento certo. Se o filme não tivesse sido lançado, você, como repórter, ia me ouvir? Ninguém sabia do filme, agora ele existe. Há dois anos eu não ia falar nada, não tinha uma carreira. Hoje tenho coragem, mais maturidade, mas ainda fico nervosa. Falo com você tremendo”, explicou Talita à reportagem do portal Uol. Talita revelou que conheceu Mitteldorf entre 2015 e 2016, quando participou de um teste para o papel de Ophelia, que acabou sendo feito por Marquezine. Depois da filmagem, recebeu convite para trabalhar na pós-produção do filme, em 2017, quando teria ocorrido o assédio. Ela afirma que Mitteldorf tentou beijá-la à força e chegou a deixar seu rosto e seu pescoço cheios de saliva. O advogado do diretor nega as acusações. “Estudo roteiro, produção. Nessa época já tinha gravado ‘Carcereiros’ [série da Globo], mas não tinha ido ao ar ainda. Eu estava em outros trabalhos como assistente de roteiro, produção e fazendo curtas. Para mim seria muito interessante a oportunidade de trabalhar na pós-produção do filme. Tudo aconteceu na produtora dele. Tenho fotos da gente trabalhando juntos”, contou. Segundo Talita, a abordagem de Mitteldorf começou com elogios, até o dia em que ele tentou o contato físico. “Ele sempre elogiava. É desconfortável, mas ok, dá para aguentar. Estava ali, precisando da grana, fazendo meu trabalho. Mas teve esse dia em que ele tentou me beijar e fiquei toda babada. Foi o ápice. Falei para mim mesma: ‘Não volto mais’.” “Saí de lá voada. Tinha um teste, estava nervosa, foi horrível. Entrei no Uber em estado de choque. Ele babou em meu pescoço, no rosto. Eu não me limpei. Quando cheguei no teste, com cara de pânico, a maquiadora ainda brincou comigo: ‘Ih, estava na pegação’. Em pânico, dei um risinho amarelo sem entender ainda o que tinha acontecido.” Talita registrou boletim de ocorrência e entrou com uma ação trabalhista contra o diretor, já que não recebeu pelos dias trabalhados na produtora. “No processo trabalhista, citei o assédio. Não voltei mais [na produtora], e ele não queria me pagar pelo que eu tinha trabalhado, mas tinha minha rescisão para pagar. Ele sumiu, não me respondia nada. Óbvio que eu não ia pisar mais lá depois do que aconteceu”, afirma. No dia em que ocorreu o episódio, segundo Talita, ela parou para pensar em como iria provar que havia sido assediada por Mitteldorf. Ela, então, resolveu mandar uma mensagem de WhatsApp para ele. “Quando sofremos assédio, é difícil provar. Assim que saí de lá, mandei uma mensagem: ‘Klaus, nunca mais tente me beijar à força’. Ele respondeu: ´Prometo’. Pensei: ‘Vou provar o que ele fez comigo’.” Apesar de mencionar o ocorrido na ação trabalhista, ela não foi indenizada pelo assédio, apenas recebeu a rescisão a que tinha direito. “O assédio ficou ali e dói. Infelizmente, não conseguimos ser indenizadas por assédio, passa batido.” Em nota à imprensa, o produtores de “Vou Nadar Até Você”, responsáveis por toda a execução do projeto, afirmam não conhecer Talita Coling. Como atriz, não foi convidada a fazer nenhum teste para papel no filme. Também nunca trabalhou na produção, nem está ligada à obra sob qualquer tipo de vínculo ou contrato. A assessoria de imprensa do filme revela ter a informação de que ela realizou trabalhos como free lancer na produção de fotografias feitas pelo diretor Klaus Mitteldorf. O advogado do cineasta, dr. Roberto Soares Garcia, destaca que “Klaus Mitteldorf é profissional respeitado e conhecido internacionalmente. Trabalhou com inúmeros profissionais de renome, homens e mulheres que jamais tiveram motivo para reclamar de sua conduta”. Ele reforça que “Tallita Colling jamais teve relação com o filme ‘Vou Nadar Até Você'” e que, entretanto, entrou com ação trabalhista e recebeu valores por outro trabalho, relacionado à produção de fotografias. “Não é verdade também que Klaus tenha sido condenado em ação proposta por Tallita. O que de fato se deu foi que Tallita entrou com ação trabalhista, a qual terminou num acordo entre eles, no valor de R$ 5 mil. Tallita não foi forçada a fechar o acordo, mas a ele anuiu livremente”, disse Garcia. O advogado ainda afirma que “na verdade, Klaus foi vítima de crimes praticados por Tallita, que são apurados pela Polícia Civil de São Paulo desde agosto de 2017 (DIPO 3.1.2, inquérito policial nº 0089724-69.2017.8.26.0050). Nos autos do referido inquérito, fica claro que ela, que prestou serviços (não relacionados ao filme) a Klaus por curto período, praticou desvios indevidos e praticou extorsão contra Klaus”. Garcia conclui dizendo que “Klaus é vítima de condutas criminosa praticadas por Tallita, e não o contrário. A irresponsável e indigna propagação de mentiras contra Klaus Mitteldorf será objeto das ações cabíveis”.












