Batwoman: Série ganha novo trailer repleto de cenas inéditas
A rede The CW divulgou um novo trailer da série “Batwoman”, repleto de cenas inéditas, que destaca a heroína vivida pela atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) e sua antagonista Alice, líder da gangue das Maravilhas, interpretada por Rachel Skarsten (a Rainha Elizabeth da série “Reign”). Lésbica assumida, Ruby Rose vai dar vida à primeira super-heroína LGBTQIA+ a encabeçar sua própria série. Já Skarsten retorna ao universo das séries da DC Comics, após encarnar a heroína Canário Negro em “Birds of Prey”, adaptação dos quadrinhos das Aves de Rapina, que foi ao entre 2002 e 2003. O elenco de “Batwoman” também conta com Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”) como o pai da heroína, Jacob Kane, Meagan Tandy (“Teen Wolf”) como a cadete militar Sophie Moore, Camrus Johnson (“Luke Cage”) como Luke, o filho de Lucius Fox, Nicole Kang (“You”) como a irmã adotiva da heroína, Mary Hamilton, e Elizabeth Anweis (“Twin Peaks”) como sua madrasta, Catherine Hamilton-Kane. Caroline Dries é a roteirista e showrunner da série. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e sua intérprete. “Batwoman” estreia já neste domingo (6/10) nos Estados Unidos.
Flash enfrenta a Crise nas Infinitas Terras em novo trailer apocalíptico da 6ª temporada
A rede americana The CW divulgou novos pôster e trailer da 6ª temporada de “The Flash”. A prévia explora a forma como a série se conecta aos eventos do crossover “Crise nas Infinitas Terras”, trazendo, inclusive, o Monitor (LaMonica Garrett), numa aparição que reforça previsões apocalípticas sobre o destino do herói. O vídeo também mostra Barry Allen (Grant Gustin) desesperado e questionando se seus amigos e família estão realmente prontos para enfrentar a iminente Crise. De quebra, introduz um novo supervilão: o Dr. Ramsey Rosso, mais conhecido como Hemoglobina (Bloodwork) nos quadrinhos da DC Comics. Ele é interpretado por Sendhil Ramamurthy (o Dr. Mohinder Suresh da série “Heroes”), com algumas mudanças em relação ao personagem dos quadrinhos. Além disso, é possível ver o novo personagem interpretado por Tom Cavanaugh, que a cada temporada vive uma versão diferente do Dr. Harrison/Harry Wells, vinda de um universo paralelo. Desta vez, ele dará vida ao Pariah, personagem importante da Crise e primeira testemunha da destruição infinita das Terras. “The Flash” volta ao ar na terça-feria (8/10) nos Estados Unidos, com o episódio intitulado “Into the Void”. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Nancy Drew: Seis vídeos destacam o tom de terror sobrenatural da nova série
A rede The CW divulgou o pôster e meia dúzia de vídeos de “Nancy Drew”. O material contém um novo trailer e uma coleção de teasers centrados nos principais personagens da série. As prévias enaltecem o clima de terror sobrenatural da atração, que trará a protagonista e seus amigos às voltas com o mistério de uma aparição assassina. A série representa a mais nova encarnação da detetive mirim, que foi criada na literatura juvenil em 1930. Em seu contexto original, Nancy era uma pré-adolescente que vivia com seu pai na cidadezinha de River Heights, resolvendo mistérios que envolviam os jovens da vizinhança. A menina só começou a crescer a partir dos anos 1980, quando uma nova franquia literária, “The Nancy Drew Files”, passou a incluir enredos românticos. A produção da rede CW vai mostrar esta Nancy Drew mais velha, após sua formatura do ensino médio. Quando ela acha que vai deixar sua cidade natal para ir a faculdade, uma tragédia a detém por mais um ano, envolvendo-a em uma investigação de assassinato. Poderia lembrar “Veronica Mars”, mas o tom está mais para “Riverdale”, por se passar numa cidadezinha interiorana e envolver um clima de suspense aterrador. Popular e influente, Nancy Drew foi o protótipo de todas as detetives femininas adolescentes, incluindo Veronica Mars e até a Velma de “Scooby Doo”. Além de dezenas de livros, a personagem também já apareceu em seis filmes (o mais recente é deste ano, com Sophia Lillis no papel-título) e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), sem esquecer de games e produtos variados. A nova versão foi desenvolvida por Noga Landau (roteirista do terror tecnológico “Tau” e da série “The Magicians”) e produzia por Josh Schwartz e Stephanie Savage (dupla responsável por “Gossip Girl”, “Dinasty” e “Runaways”). Nancy é interpretada por Kennedy McMann, atriz novata que apareceu num episódio de “Law & Order: SVU” e tem sido apontada como potencial revelação da temporada. O elenco também destaca Scott Wolf (da série clássica dos anos 1990 “O Quinteto/Party of Five”), que viverá seu pai, além de Maddison Jaizani (“Into the Badlands”), Alex Saxon (“Os Fosters”), Leah Lewis (“Charmed”), Tunji Kasim (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Riley Smith (“Frequency”) e Alvina August (“Siren”). A estreia está marcada para 9 de outubro nos Estados Unidos.
Coringa já bate recorde de bilheteria nos cinemas norte-americanos
“Coringa” bateu seu primeiro recorde de bilheteria na América do Norte. O longa da Warner se tornou na noite de quinta-feira (3/10) a maior pré-estreia de um filme lançado em outubro, com US$ 13,3 milhões arrecadados em suas primeiras sessões noturnas dos Estados Unidos e Canadá. Com o montante, o filme protagonizado por Joaquin Phoenix superou a arrecadação de “Venom” (2018), antigo recordista de outubro, que faturou US$ 10 milhões em sua pré-estreia. A expectativa é que “Coringa” consiga superar “Venom” também na arrecadação de seu fim de semana de estreia. O longa do Aranhaverso da Sony faturou US$ 80,2 milhões em seus primeiros dias de exibição na América do Norte, em outubro do ano passado. Dirigido por Todd Phillips, “Coringa” também já está em cartaz no Brasil.
Disney proíbe propagandas da Netflix em seus canais
A Disney anunciou que os anúncios da Netflix tiveram veiculação proibida em sua rede de entretenimento, que inclui os canais ABC, FX, Freeform, Disney Channel, Disney XD, National Geographic e outros. A proibição é mais uma mostra da escalada da guerra dos streamings, que está transformando as duas empresas em rivais amargas. Em comunicado, a Disney atribuiu a proibição à evolução do negócio de produtos direto ao consumidor, com várias empresas novas querendo anunciar em sua rede. “Nós reavaliamos nossa estratégia para refletir a compreensiva relação de negócios que temos com muitas dessas empresas”, disse a companhia. Amazon e Apple, que também disputam o mercado de streaming, não foram afetadas pela decisão. Elas caem na categoria de empresas com quem a Disney “tem negócios”. Já a Netflix não desenvolve mais nenhuma produção da Disney, após cancelar todas as séries da Marvel em retaliação à outra decisão dura de negócios. Para lançar sua própria plataforma, a Disney cancelou a cessão de direitos de suas obras para exibição da Netflix, tirando do catálogo do serviço várias séries e filmes populares. Apenas a ESPN está liberada para receber anúncios da plataforma, já que a Netflix não é vista como rival do canal de esportes. O veto à Netflix acontece a cerca de um mês do lançamento do Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). O serviço de streaming da Disney será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos e outros países. A previsão para a América Latina e o Brasil é apenas para o final de 2020.
Elite confirma 3ª temporada em 2020 com novos personagens
A Netflix confirmou que a 3ª temporada de “Elite” será lançada em 2020. No mesmo comunicado, publicado nas redes sociais, a plataforma de streaming também apresentou dois novos personagens: Malik e Yeray. Eles serão os primeiros alunos negros do colégio de elite Las Encinas, onde se passa a trama, com interpretação de Leïti J. Sene e Sergio Momo. “Eliters, atenção: tem aluno novo em Las Encinas pra 2020. Sergio Momo e Leïti J. Sene, favor providenciar o uniforme”, disse a Netflix na postagem. Os personagens também ganharam suas primeiras fotos. Vejam abaixo. Para completar, os novos atores ainda apareceram ao lado da atriz Ester Expósito, que interpreta Carla na série, em vídeo divulgado no Twitter da Netflix na Espanha. Na gravação, além de apresentar seus novos colegas, a atriz informa que as gravações da 3ª temporada já foram concluídas. Vale lembrar que a 3ª temporada foi oficialmente confirmada uma semana antes da estreia do segundo ano da produção. A 2ª temporada da série espanhola foi disponibilizada na plataforma no dia 6 de setembro. Eliters, atenção: tem aluno novo em Las Encinas pra 2020. Sergio Momo e Leïti J. Sene favor providenciar o uniforme. pic.twitter.com/HKWoksibgw — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) October 4, 2019 Eliters, atenção: tem aluno novo em Las Encinas pra 2020. Sergio Momo e Leïti J. Sene favor providenciar o uniforme. pic.twitter.com/HKWoksibgw — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) October 4, 2019
Martin Scorsese diz que filmes da Marvel não são cinema e recebe resposta de James Gunn
O diretor Martin Scorsese resolveu polemizar com a Marvel ao conceder entrevista para divulgar seu novo filme “O Irlandês”. Falando à revista Empire, ele disse que os filmes da Marvel “não são cinema” ao analisar o sucesso dos longas de super-heróis do estúdio. “Eu não vejo (os filmes). Eu tentei, sabe? Mas aquilo não é cinema. Honestamente, o mais próximo que consigo pensar deles, por mais bem-feitos que sejam, com os atores fazendo o melhor que podem sob as circunstâncias, são os parques temáticos. Não é o cinema de seres humanos tentando transmitir experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano”, criticou o diretor. Os comentários do cineasta causaram reação extremamente forte em todo o Twitter. E não apenas de fanboys. O diretor James Gunn, responsável por “Guardiões da Galáxia”, chamou Scorsese de um de seus cinco cineastas vivos favoritos, mas sugeriu que ele foi preconceituoso. “Fiquei indignado quando as pessoas atacaram ‘A Última Tentação de Cristo’ [dirigido por Scorsese] sem terem visto o filme”, tuitou Gunn. “Estou triste por ele estar agora julgando meus filmes da mesma maneira”. E acrescentou: “Dito isto, eu sempre amarei Scorsese, serei grato por suas contribuições ao cinema e mal posso esperar para ver ‘O Irlandês'”. O roteirista C. Robert Cargill, que escreveu “Doutor Estranho”, juntou-se ao coro, saudando Scorsese como um “gênio”, mas também usou outros adjetivos, ao declarar que “qualquer um que pense que a Marvel está apenas tentando fazer passeios em parques temáticos está sendo injusto e cínico”. Martin Scorsese is one of my 5 favorite living filmmakers. I was outraged when people picketed The Last Temptation of Christ without having seen the film. I’m saddened that he’s now judging my films in the same way. https://t.co/hzHp8x4Aj8 — James Gunn (@JamesGunn) October 4, 2019 That said, I will always love Scorsese, be grateful for his contribution to cinema, and can’t wait to see The Irishman. — James Gunn (@JamesGunn) October 4, 2019 As I tweeted last night, I take no issue with Scorsese. The man's a genius. I'm mostly taking issue today with all of the smug freelancers retweeting his quote, patting themselves on the back as if correct and vindicated, before lining up to watch and review the next one. — C. Robert Cargill (@Massawyrm) October 4, 2019
Diahann Carroll (1935 – 2019)
A atriz e cantora Diahann Carroll, primeira artista negra a protagonizar uma série americana, morreu nesta sexta (4/10), aos 84 anos, vítima de um câncer de mama. Durante três anos, entre 1968 e 1971, ela viveu Julia Baker, uma enfermeira viúva que cuidava do filho na série “Julia”, que marcou época pelo pioneirismo. A série foi especial para a atriz, porque sua mãe era enfermeira de verdade. Mas chegou após sua carreira já estar consolidada, com diversos prêmios e muitos exemplos de seu pioneirismo como estrela multitalentosa. Carol Diahann Johnson nasceu no Bronx, em Nova York, em 17 de julho de 1935, filha de uma enfermeira e de um condutor de metrô. Antes de atuar, ela foi modelo. Aos 15 anos, já era fotografada para revistas voltadas ao público afro-americano, como Ebony, Tan e Jet. Com apoio dos pais, passou a participar e vencer concursos de talentos para adolescentes, mas com a exigência que continuasse os estudos. Ela entrou na NYU (Universidade de Nova York), enquanto frequentava shows de calouros na televisão. Os prêmios foram incentivos para sua carreira e a levaram a se apresentar como cantora em casas de show famosas dos anos 1950. De Nova York, passou a cantar em Las Vegas e até em Paris. Até que decidiu virar atriz, viajando para Los Angeles para participar de um teste do filme “Carmen Jones”, uma versão negra da ópera “Carmen” (1954), com direção do renomado Otto Preminger. Ela conquistou um papel de coadjuvante, contracenando com Harry Belafonte e Dorothy Dandridge em sua estreia nas telas. A estreia na Broadway aconteceu no mesmo ano. E em seguida ela estrelou outro musical negro importantíssimo de Hollywood, a adaptação de “Porgy & Bess” em 1959, no qual cantou a música clássica “Summertime”, de George Gershwin, novamente sob direção de Preminger. Foi durante essa filmagem que Carroll começou seu relacionamento tumultuado de nove anos com o astro Sidney Poitier, com quem também contracenou em “Paris Vive à Noite” (1961). Em 1960, passou a participar de séries. E por seu papel como professora em sua segunda aparição televisiva, num episódio de “Cidade Nua” exibido em 1962, foi indicada a seu primeiro Emmy. O sucesso de Diahann Carroll tornou-se impossível de ignorar quando o célebre compositor Richard Rodgers decidiu criar um musical especialmente para ela. O resultado foi “No Strings”, uma história romântica sobre uma modelo negra (Carroll) e um tímido escritor branco (Richard Kiley), que rendeu um Tony Award para a atriz, o primeiro conquistado por uma mulher negra pelo papel de protagonista num musical. Após filmar novamente com Preminger, em “O Incerto Amanhã” (1967), ao lado de Michael Caine e Jane Fonda, ela recebeu o convite de estrelar sua própria série. Mas duvidou da coragem dos produtores. “Eu realmente não acreditava que ‘Julia’ fosse funcionar”, ela revelou durante uma entrevista de 1998 para o site The Interviews: An Oral History of Television. Ironicamente, o que mudou sua decisão foi saber que Hal Kanter, o veterano produtor-roteirista que criou o programa, a considerava muito glamourosa para o papel. Ela resolveu mostrar que era capaz de viver uma mãe trabalhadora. Mudou o penteado, postura e inflexão vocal e arrebentou no piloto, convencendo-o rapidamente de que ela era a atriz certa. Carroll se tornou a primeira mulher afro-americana a estrelar um papel não estereotipado em sua própria série no horário nobre da TV americana. Até 1968, data de estreia de “Julia”, negras só apareciam em séries no papel de empregadas domésticas. Mas o impacto da atração não ficava só nisso. Ela era viúva de um soldado que morreu lutando na guerra do Vietnã, conflito muito contestado pela juventude da época, justamente pela grande quantidade de mortos. Sua personagem era muito bem educada, tendo estudado na França, e ela só namorou homens que também eram exemplos de negros bem-sucedidos. “Estávamos dizendo ao país: ‘Vamos apresentar uma mulher negra de classe média alta criando seu filho, e o drama da história não será sobre o sofrimento no gueto'”, observou Carroll na mesma entrevista. “Muitas pessoas ficaram furiosas com isso. Eles achavam que negros não tinham tantas oportunidades para representar nossa situação como povo oprimido… Sentiam que a realidade era muito grave para que fosse trivializada por meio de uma mulher de classe média que lidava com as dificuldades de criar uma criança e trabalhar como enfermeira. Mas nós achamos que estávamos fazendo algo importante, mesmo que algumas dessas críticas fossem válidas. Acreditávamos que esse era um programa diferente e que era importante fazer essa série”. Diahann Carroll foi indicada ao Emmy e venceu o Globo de Ouro pelo papel-título em “Julia”, que durou três temporadas. Depois disso, o Oscar. Ela estrelou no cinema a comédia “Claudine” (1974), interpretando uma mulher do Harlem que criava seis filhos sozinha e se apaixonava por um coletor de lixo (James Earl Jones). Em reconhecimento ao seu desempenho, foi indicada como Melhor Atriz ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Ela seguiu sua carreira intercalando espetáculos da Broadway e participações televisivas, entre elas o famoso especial de Natal de “Star Wars” (1978), até que, pela primeira vez, resolveu que queria um papel numa série que já era sucesso. Fã de “Dinastia”, uma das atrações mais populares dos anos 1980, Carroll decidiu pressionar o produtor Aaron Spelling por um papel na atração. “Eles tinham feito tudo, incesto, homossexualidade, assassinato. Eu acho que eles estavam lentamente avançando rumo ao romance inter-racial”, ela lembrou em uma matéria de 1984 da revista People. “E eu queria ser rica e cruel… queria ser a primeira malvadona negra da televisão.” Como a sensual fashionista Dominique Deveraux, a primeira personagem afro-americana de destaque em um drama novelesco, Carroll interpretou a personagem mais ousada de “Dinastia” por três temporadas, bem como no spin-off “The Colbys”, duelando deliciosamente com a vilã Alexis Carrington Colby, vivida pela diva Joan Collins. Sua filmografia ainda acrescentou mais três clássicos, mostrando-a como cantora em “Mais e Melhores Blues” (1990), de Spike Lee, viúva de um empresário musical em “Ritmo & Blues – O Sonho do Sucesso” (1991), de Robert Townsend, e feiticeira da Louisiana em “Amores Divididos” (1997), de Kasi Lemmons. Mas nos últimos anos seus principais papéis foram na televisão. Ela teve um arco importante como mãe do Dr. Preston Burke (Isaiah Washington) em “Grey’s Anatomy”, entre 2006 e 2007, pelo qual voltou a ser indicada ao Emmy, e uma participação recorrente ainda mais destacada em “Crimes do Colarinho Branco” (White Collar), ao longo das seis temporadas da série (2009–2014), como a viúva de um golpista que aluga seu apartamento para o vigarista vivido por Matt Bomer (no papel que o projetou). Em meio às gravações da última série, ela foi introduzida no Hall da Fama da Televisão, numa cerimônia que aconteceu em 2011, quando teve a oportunidade de ser celebrada por todos os seus colegas. “Ela abriu trilhas por florestas densas e despejou diamantes elegantemente ao longo do caminho para que o resto de nós pudesse seguir”, tuitou a cineasta Ava DuVernay (“Olhos que Condenam”), refletindo sobre a importância da artista, com pesar por sua morte. “Obrigado por ajudar a abrir o caminho para mim e tantas outras. Eu tive e tenho a honra de te saudar como uma lenda no passado, no presente e para sempre”, acrescentou a atriz, apresentadora e empresária Oprah Winfrey (dona do canal pago americano OWN). “O impacto que você teve em mim, em Hollywood, nos Estados Unidos e no mundo significa que Deus existe”, completou o diretor e produtor Lee Daniels (criador da série “Empire”).
HBO Max vai exibir Sésamo e derivados em acordo válido por cinco temporadas
A HBO Max, plataforma de streaming da WarnerMedia, vai ser o novo endereço dos personagens de “Sésamo”, série clássica infantil que os mais velhos ainda chamam de “Vila Sésamo”, seu título clássico, e que desde 2016 faz parte da programação da HBO “convencional”. A produtora Sesame Workshop fechou um contrato para transferir a exibição do program para a plataforma e a HBO Max ainda renovou a atração por mais cinco temporadas. Além da série principal, produzida desde 1969, o acordo inclui novos programas: cinco especiais anuais, um talk-show comandado pelo personagem Elmo, chamado “The Not Too Late Show”, duas séries animadas, uma nova temporada de “Esme & Roy” e uma série documental que abordará assuntos difíceis na perspectiva de crianças. Com isso, os personagens de “Sésamo” vai sair da TV paga, mas apenas em 2020. O contrato começa a valer a partir da 51ª temporada de “Sésamo”, que estreará primeiro na HBO Max antes de seguir para a PBS Kids, emissora há décadas responsável pela transmissão da série na TV aberta americana.
CBS vai produzir série estrelada por Dolph Lundgren e dirigida por Sylvester Stallone
A rede CBS fechou acordo para produzir e exibir a nova série de ação “The International”, que vai juntar pela primeira vez na televisão os astros de “Rocky IV”, “Os Mercenários” e “Creed II”, Sylvester Stallone e Dolph Lundgren. Escrito pelo veterano Ken Sanzel (“Assassinos Substitutos”), a série vai trazer Lundgren como agente do Departamento de Segurança e Proteção da ONU. Ele é descrito como um hábil negociador de reféns, que vale por uma equipe SWAT inteira. A participação de Stallone se dá atrás das câmeras. Ele vai produzir e dirigir o projeto, que atraiu interesse de vários canais e plataformas de streaming quando foi anunciado em agosto passado. “Vai ser fantástico trabalhar com meu velho amigo duro de bater Dolph Lundgren!”, escreveu Stallone nas redes sociais, em comemoração ao desfecho das negociações. O acordo também marca o retorno de Sanzel para a CBS, nove após produzir a série criminal “Numbers” (2005–2010). O canal, que fez a melhor oferta, deve estrear a série apenas na temporada de outono de 2020.
1917: Filme de guerra do diretor dos últimos 007 ganha novas imagens e trailer épico legendado
A Universal divulgou o segundo pôster, novas fotos e o trailer completo legendado de “1917”, drama de guerra do cineasta Sam Mendes (“007 Contra Spectre”), que recria a tensão dos combates da 1ª Guerra Mundial. O vídeo resume a trama e dá uma mostra do trabalho virtuoso do veterano diretor de fotografia Roger Deakins (que trabalhou com Mendes em “007: Operação Skyfall”). Repleta de explosões e intensidade, a prévia de tom épico sugere as longas tomadas, travellings e panorâmicas necessárias para passar a impressão de que tudo foi filmado num take único, em tempo real. A trama acompanha dois soldados britânicos na frente de batalha, encarregados de enfrentar bombas e o tiroteio inimigo para entregar uma mensagem que pode salvar milhares de vidas, inclusive a de um irmão deles. Os soldados encarregados da missão são interpretados por George McKay (“Capitão Fantástico”) e Dean-Charles Chapman (“Game of Thrones”). Seu comandante é vivido por Colin Firth (vencedor do Oscar por “O Discurso do Rei”) e o elenco grandioso ainda inclui Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), Mark Strong (“Shazam!”) e Richard Madden (também de “Game of Thrones”). Além de dirigir, Sam Mendes também escreveu o roteiro em parceria com Krysty Wilson-Cairns (“Penny Dreadful”). De olho no Oscar 2020, a estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA, mas o longa só vai chegar em 20 de fevereiro no Brasil.
His Dark Materials: Série de fantasia da HBO ganha novo trailer legendado
A HBO divulgou o terceiro trailer legendado de “His Dark Materials”, série de fantasia que adapta a saga literária conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. Bem mais abrangente que o anterior, o vídeo destaca o elenco e os efeitos visuais que materializam um universo grandioso e arrebatador, mas que também tem recônditos sombrios. Além disso, finalmente informa a data de estreia da produção. Para quem não conhece, “Fronteiras do Universo” acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já chegou a ser levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997) e “A Luneta Âmbar” (2000). Como a série foi renovada para a 2ª temporada antes mesmo da estreia, são fortes os indícios de que, desta vez, os fãs dos livros verão uma adaptação completa. A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”). Para completar, os dois primeiros episódios tem direção do cineasta Tom Hooper (de “Os Miseráveis” e do vindouro “Cats”). Os demais estão a cargo de Jamie Childs (“Doctor Who”), Otto Bathurst (“Robin Hood”) e Dawn Shadforth (“Trust”). Com oito episódios ao todo e coprodução da rede britânica BBC, a 1ª temporada estreia em 4 de novembro.
Nova série derivada de The Walking Dead ganha primeiras fotos oficiais
O canal pago americano AMC divulgou as seis primeiras fotos da nova série derivada de “The Walking Dead”. As imagens incluem zumbis e os novos protagonistas da trama, que será focada em uma geração mais jovem, que nasceu e cresceu durante o apocalipse zumbi. “Essas crianças cresceram numa comunidade protegida com conforto e segurança, mas deixam tudo para partir numa missão perigosa, sendo perseguidas pelos adultos. Vamos ver as crianças se tornarem heróis e alguns se tornarem vilões”, descreveu o produtor Scott Gimple, ao falar sobre o novo programa na Comic-Con Internacional, em San Diego. Ainda sem título, o spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”) e o galã Nico Tortorella (da série “Younger”). A 1ª temporada terá 10 episódios e deve ser lançada em 2020, alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”.












