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Reality

“A Fazenda 18” elimina Igor com apenas 10,07% dos votos

Ator é o 4º eliminado do reality e provoca a primeira baixa na Alcateia, grupo liderado por Jottapê

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Filme

Steven Soderbergh assume filmagens de Batman: Parte II após afastamento de Matt Reeves

Diretor de “Onze Homens e um Segredo” concluirá gravações enquanto Matt Reeves enfrenta problema familiar

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15 de outubro de 2026
Série

Spin-off de Tulsa King com Samuel L. Jackson ganha teaser e data de estreia

“Frisco King” acompanha um assassino profissional que decide criar seu próprio império criminoso no Texas, com participação de Sylvester Stallone

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15 de outubro de 2026
Reality

Alfredo peita Murilo em briga por tarefa em A Fazenda 18: “Eu que mando aqui”

Novo Fazendeiro coloca namorada de Murilo para cuidar da égua Serena e provoca confronto com troca de ameaças e acusações

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15 de outubro de 2026
Etc

Vorcaro controlava Jornalismo da grande imprensa com dinheiro do Master

Mensagens revelam interferência em pautas do Metrópoles, O Globo, Valor, IstoÉ, Vogue, Brazil Journal e outros sites, com pagamentos milionários e vetos editoriais

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15 de outubro de 2026
  • Filme

    Estrelas de Aves de Rapina dão dicas para curtir o carnaval como personagens de quadrinhos

    4 de fevereiro de 2020 /

    As estrelas de “Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa” gravaram um vídeo especialmente para o Brasil, onde arriscam um pouco de português e dão dicas de como curtir o carnaval como suas personagens dos quadrinhos – com muito glitter e roupas “emprestadas”. O vídeo foi gravado por Margot Robbie (a Arlequina), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Ella Jay Basco (Cassandra Cain) e Rosie Perez (Renee Montoya). Na trama, suas personagens se aliam para enfrentar os vilões interpretados por Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz). Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), “Aves de Rapina” estreia nesta quinta (6/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Fevereiro chegou e trouxe duas coisas fantabulosas: Carnaval e #AvesDeRapina. Confira as dicas que o elenco do filme preparou para aproveitar ao máximo essa festa! #AvesDeRapina, 6 de fevereiro nos cinemas. Compre já seu ingresso. pic.twitter.com/nbHEYIxtEe — Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) February 3, 2020

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  • Série

    Sebastian Stan revela nova foto da série do Falcão e o Soldado Invernal

    3 de fevereiro de 2020 /

    O ator Sebastian Stan divulgou uma nova foto da série “Falcon and the Winter Soldier” (Falcão e Soldado Invernal) em seu Instagram. A imagem remete a uma cena vista no comercial das séries da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus), exibido no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl nos EUA (e que pode ser visto aqui também). A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Stan (Soldado Invernal), também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A principal novidade no elenco central fica por conta da participação de Wyatt Russell (“Operação Overlord”) como John Walker, o Agente Americano (U.S. Agent). A série deve ser lançada ainda este ano na Disney+ (Disney Plus), com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. Ver essa foto no Instagram #TheFalconAndTheWinterSoldier @disneyplus 📸: @chuckzlotnick Uma publicação compartilhada por Sebastian Stan (@imsebastianstan) em 3 de Fev, 2020 às 7:16 PST

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  • Série

    Spinning Out é cancelada pela Netflix

    3 de fevereiro de 2020 /

    Mais uma série foi cancelada pela Netflix. “Spinning Out” não terá 2ª temporada. A decisão se tornou pública um mês após o lançamento dos 10 episódios inaugurais – e finais – da série, que chegaram à plataforma em 1 de janeiro. A série trazia a atriz inglesa Kaya Scodelario (“Maze Runner”, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que é filha de brasileira, como uma atleta no competitivo mundo da patinação no gelo. Prestes a desistir do esporte após uma desastrosa queda, que fez com que perdesse uma competição importante, ela decide passar para a categoria de duplas, com um patinador “bad boy” que não consegue arranjar um par. O elenco ainda destacava January Jones (“Mad Men”) como a mãe da protagonista, Willow Shields (“Jogos Vorazes”) como sua irmã e Evan Roderick (“Arrow”) como o “bad boy” da patinação. “Spinning Out” foi criada por Samantha Stratton (“The Arrangement”), que teve carreira como patinadora, em coprodução com Lara Olsen (“A Bela e a Fera”). Vale destacar, ainda, que a série ganhou uma das “traduções” mais bizarras da seleção de bizarrices da Netflix Brasil. “Spinning Out” foi lançada no Brasil com o título “nacional” de “Spin Out”! É sério. Será que foi cancelada porque pesquisas de “Spinning Out” resultavam em série inexistente? Não deve ser possível.

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  • Etc

    Governo Bolsonaro acusa diretora de Democracia em Vertigem de “denegrir” o Brasil

    3 de fevereiro de 2020 /

    O governo Bolsonaro decidiu atacar a cineasta Petra Costa em seus canais oficiais. A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) acusou a cineasta do documentário “Democracia em Vertigem”, indicado ao Oscar 2020, de “denegrir uma nação” diante da mídia dos EUA. Em um série de posts do Twitter, em inglês e português, a Secom sustenta que a cineasta “assumiu o papel de militante anti-Brasil e está difamando a imagem do País no exterior”, “sem respeito por sua Pátria e seu povo”, por denunciar, em entrevistas, o perfil autoritário do governo, seus ataques a minorias, desmandos na área de meio-ambiente e os reflexos da eleição passada no aumento dramático no número de mortes em ações policiais. “É incrível que uma cineasta possa criar uma narrativa cheia de mentiras e prognósticos absurdos a fim de denegrir uma nação só porque não aceita o resultado das eleições”, diz um dos tuítes da Secom, que busca desmentir pontualmente as “fake news” da diretora, criando sua própria versão dos fatos. Leia abaixo toda a narrativa oficial – que ignora dados como recordes de desmatamentos, pressão mundial para início de trabalhos de defesa ambiental, acusação leviana do presidente contra ONGs, que envolveram ataques gratuitos até ao ator Leonardo DiCaprio, projetos para garimpagem e atividades agropecuárias em terras indígenas, sem esquecer a situação catastrófica de poluição litorânea, além das tentativas de aprovar leis que isentam de punição militares e policiais, e descriminalizar a letalidade em ação policial (autos de resistência). O vídeo que acompanha os tuítes é ainda mais parcial, chegando a afirmar que “o governo federal não fez nenhuma ação contra direitos de minorias”. O presidente só disse publicamente que “não fazia sentido” incentivar filmes e séries de temática LGBTQIA+, afirmando que ia “mandar pro pau” projetos do gênero, o que levou à derrubada de um edital. Também esteve por trás de censura explícita e demissão de quem autorizou publicidade estatal com LGBTQs+ e da notória proibição de manifestações artísticas sobre diversidade sexual em centros culturais ligados a estatais. “Nenhuma ação”? A votação do Oscar se encerra nas próximas horas (em 4/2), mas o governo brasileiro, que até então não tinha ajudado a única representante do cinema nacional que disputa a premiação, acabou prestando grande serviço, ao fazer propaganda gratuita de última hora. O ataque acaba materializando um forte motivo para os votantes optarem pelo filme de Petra Costa, em repúdio a mais uma manifestação contra o trabalho de artistas feita oficialmente pela administração de Bolsonaro. A campanha anti-Petra se dá em função de a cineasta ter ganhado grande visibilidade com a indicação ao Oscar e estar no centro da mídia americana, dando diversas entrevistas em que denuncia o crescente autoritarismo do governo. Claramente sem perceber a ironia, o ataque da Secom apenas confirma o diagnóstico da diretora para o mundo inteiro – ainda escandalizado ao descobrir que o Brasil tinha um secretário de Cultura simpatizante do nazismo. Ninguém nega, nem a própria Petra, que “Democracia em Vertigem” faz uma retrospectiva de um ponto de vista pessoal – e assumidamente petista – dos eventos recentes da política brasileira, com ênfase no impeachment de Dilma Rousseff. Trata-se de uma peça da guerra de narrativas políticas. Há outra, feita pelo MBL, chamado “Não Vai Ter Golpe”, que conta versão diferente. E democracia é exatamente isso, a convivência entre diferenças de perspectivas. Quem tem bom-senso sabe que a parcialidade faz parte desse jogo. Entretanto, não vem à lembrança outro caso em que o governo de um país democrático – a Rússia não se enquadra – tenha denunciado um cineasta como anti-patriota por conta de críticas políticas, como a Secom acaba de fazer. Vale considerar que, se criticar um presidente fosse “denegrir uma nação”, Bolsonaro seria um dos maiores anti-patriotas da história do Brasil. Não só atacou os governos petistas como votou pelo Impeachment de Dilma Rousseff. Mas ele se considera o maior patriota de todos. E tem seu direito constitucional garantido de criticar presidentes passados, porque um nação democrática não se confunde com seus governantes. Quando a crítica ao governo passa a ser considerado antipatriotismo, a declarada saudade da ditadura do presidente sai do terreno das ideologias para se materializar com a força de uma ação oficial. Nesse sentido, é interessante reparar ainda na escolha de palavras da Secom. “Denegrir” é o termo mais politicamente incorreto que poderia ter sido usado na situação. Sua inclusão ajuda a aprofundar o intertexto, num vislumbre da mente dos responsáveis pelo ataque oficial, que ainda chamam negros brasileiros de afro-americanos. Só que afro-americano é um termo que identifica exclusivamente afro-descendentes nos EUA – e não no Brasil. Ou seja, se a discussão for racismo no governo, a Secom contribuiu apenas para piorar o quadro. Para completar, ressalte-se que a Secom está atualmente envolvida num escândalo político, graças às denúncias sobre a atuação de seu chefe, Fábio Wajngarten, suspeito de peculato (subtração ou desvio, por abuso de confiança, de dinheiro público), advocacia administrativa (patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública) e quebra do princípio da impessoalidade na administração (colocar interesses pessoais acima do interesse público), que estão sendo investigadas pelo MPF (Ministério Público Federal) e pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Nos Estados Unidos, a cineasta Petra Costa assumiu o papel de militante anti-Brasil e está difamando a imagem do País no exterior. Mas estamos aqui para mostrar a realidade. Não acredite em ficção, acredite nos fatos. pic.twitter.com/NLnf8gA87c — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020 Filmmaker Petra Costa played the role of an anti-Brazil activist and tarnished the country's image abroad with a series of fake news in an interview on American television. pic.twitter.com/jRxCGqLoAo — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020 It is unbelievable that a filmmaker can create a narrative full of lies and absurd forecasts in order to denigrate a nation just because she does not accept the result of elections. — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020 Quanto ao suposto excesso de letalidade das forças policiais do Rio de Janeiro, é importante lembrar que essa é uma responsabilidade do Governo do Estado do Rio de Janeiro. — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020 O presidente @jairbolsonaro já reforçou o compromisso brasileiro com o Meio Ambiente e a preservação da Amazônia em discurso na ONU e com ações efetivas. A criação do Conselho da Amazônia e da Força Nacional Ambiental são duas delas. — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020 O @MMeioambiente lançou o Pacto pelo Ambientalismo de Resultado: incluir para preservar. O resultado: combate ao desmatamento ilegal na Amazônia e tolerância zero com os desmatadores. — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020

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  • Etc,  TV

    Pluto TV: Plataforma gratuita de filmes, séries e variedades chega à América Latina em março

    3 de fevereiro de 2020 /

    A ViacomCBS anunciou que vai lançar sua plataforma gratuita de streaming Pluto TV nos países da América Latina no final de março. O anúncio foi feito em evento para imprensa nesta segunda (3/2), um ano após o conglomerado de comunicação americano adquirir a PlutoTV por US$ 340 milhões. O Brasil, porém, terá que esperar um pouco mais. A expectativa é que o serviço seja disponibilizado em português até o final do ano. Ao contrário da franqueza da WarnerMedia em relação ao HBO Max, a ViacomCBS não cita questões relacionadas à economia e à legislação brasileira por trás de sua decisão de adiar o lançamento no país. Mas esse “atraso” também pode ter motivação política. De forma diferente dos serviços de streaming mais populares, como Amazon, Netflix, Globoplay e Apple+, o uso da PlutoTV é gratuito. Em vez de assinaturas, seu modelo de negócios é baseado na venda de anúncios, que o usuário é obrigado a assistir em seus vídeos. Atualmente, a Pluto TV tem cerca de 20 milhões de usuários mensais nos Estados Unidos e desde setembro, quando iniciou sua expansão mundial, também opera na Europa. O lançamento na América Latina vai disponibilizar 24 canais gratuitos de filmes, séries, variedades, desenhos e programação ao vivo. Mas o planejamento é chegar a quase 100 no final de 2020 – junto com a provável estreia no Brasil. O conteúdo vem, primordialmente, das empresas do conglomerado, como os estúdios de cinema Paramount e DreamWorks Animation, os canais pagos MTV, Nickelodeon, E!, Bravo, Comedy Central e as redes CBS e Sky, mas também de parcerias com terceiros, como a rede BBC, os estúdios MGM e Sony Pictures e os canais pagos NBC News e Fox Sports. Além disso, no Brasil, a Viacom é sócia do grupo Porta dos Fundos. O acesso à plataforma será disponibilizada por três meios: por aplicativo (iOS e Android), pelo site da empresa e também no menu de canais das operadoras de TV paga. Vale lembrar que a ViacomCBS também possuiu uma plataforma de streaming com modelo de assinatura, a CBS All Access, que tem programação exclusiva e, por enquanto, continua restrita ao público americano.

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  • Série

    I Am Not Okay with This: Série teen com astros de It – A Coisa ganha primeiro teaser

    3 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “I Am Not Okay with This”, série teen estrelada por Sophia Lillis e Wyatt Oleff (a Beverly e o Stanley de “It: A Coisa”). A prévia mostra justamente um encontro constrangedor dos dois a caminho da escola. De quebra, revela como os dois atores adolescentes mudaram fisicamente em três anos, mas mantém os mesmos cortes de cabelo. A série adapta os quadrinhos homônimos de Charles Forsman (autor de “The End of the F***ing World”), que giram em torno de Sydney (a personagem de Lillis), uma garota que está tentando passar pelo ensino médio enquanto lida com as complexidades de sua família, suas dúvidas sobre sexualidade e misteriosos superpoderes que começa a desenvolver. A adaptação tem roteiros de Christy Hall e direção de Jonathan Entwistle, justamente a dupla responsável pela versão live-action de “The End of the F***ing World”. O elenco ainda inclui os jovens atores Sofia Bryant (“The Good Wife”), Kathleen Rose Perkins (“You’re the Worst”), Aidan Wijtak-Hissong (“Falling Water”) e Richard Ellis (“Veronica Mars”). Com oito episódios de meia hora em sua 1ª temporada, “I Am Not Okay with This” chega na plataforma de streaming em 26 de fevereiro.

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  • Filme

    Hamilton: Disney anuncia o documentário mais caro de todos os tempos

    3 de fevereiro de 2020 /

    A Disney anunciou o lançamento de uma versão para o cinema do espetáculo da Broadway “Hamilton”, prevista para chegar às telas em outubro de 2021. Mas deixou de fora o detalhe mais importante da notícia. Segundo apurou o site Deadline, a aquisição dos direitos de exibição foi a mais cara de todos os tempos, girando em torno de US$ 75 milhões. Se esse preço for real, será mesmo um negócio nunca visto. Porque o “filme” nada mais é que um registro da peça, feito durante três noites consecutivas no final da temporada do elenco original. Trata-se, sim, de um documentário da montagem teatral no palco do Richard Rodgers Theatre, apenas incrementado por takes alternativos gravados com o teatro vazio – feitos com o objetivo de multiplicar os ângulos e dar uma aparência mais “cinematográfica” à edição de imagens – , de modo a evitar a aparência tediosa de “teatro filmado”. O custo ficou tão elevado porque os direitos foram disputados com concorrentes de peso, inflacionando o valor dos direitos da obra de Lin-Manuel Miranda, vencedora de 11 prêmios Tony em 2016, além do Prêmio Pulitzer de Drama. Entretanto, é justo constatar que, por esse orçamento, seria possível realizar uma adaptação inédita, exclusiva e superproduzida do mesmo musical. Afinal, a Universal recusou produzir a adaptação cinematográfica de “Em um Bairro de Nova York”, outra obra de Miranda, pelo orçamento chegar em US$ 30 milhões. A Warner, que acabou realizando a adaptação, pagou os direitos e a filmagem completa por cerca de US$ 20 milhões, o que incluiu o salário do próprio Miranda como ator. O filme “Em um Bairro de Nova York” – não o registro documental da peça – estreia em junho. O diretor Tommy Kail dirigiu a versão teatral e o filme de “Hamilton”, que será lançado nos cinemas em 15 de outubro de 2021 – antes de encontrar seu inevitável lar na plataforma Disney+ (Disney Plus). Disney presents: Hamilton. With The Original Broadway Cast. Filmed onstage at The Richard Rodgers Theatre. In A Theater Near You.October 15, 2021. #Hamilfilm pic.twitter.com/08YP6CTbF8 — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) February 3, 2020

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  • Filme

    Turma da Mônica: Isabelle Drummond será versão live-action da Tina

    3 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Isabelle Drummond entrou na Turma da Mônica. Apesar de não ser a mesma criança que estreou no cinema há 20 anos, em “Xuxa Popstar” (2000), ou que viveu Emília no “Sítio do Pica-Pau Amarelo” (2001-2005), ela vai interpretar uma personagem importante dos quadrinhos infantis criados por Mauricio de Sousa no próximo filme da franquia. Isabelle será Tina, a primeira adolescente a ter aventuras próprias no universo dos quadrinhos da Mônica. Quando foi criada por Mauricio de Sousa em 1964, Tina ainda era uma pré-adolescente com visual hippie e cheia de gírias, e foi a personagem que mais mudou com a passagem do tempo. Para começar, já nos anos 1970 cresceu vários centímetros e transformou-se em seu oposto, como uma adolescente vaidosa. Ela continuou crescendo, no ritmo lento dos quadrinhos, até chegar aos dias atuais como jovem adulta de 22 anos, formada em Jornalismo. Tina vai estrear em live-action em “Turma da Mônica: Lições”, a continuação de “Turma da Mônica: Laços”, filme que deu carne e osso para Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali. O segundo longa vai levar a Turma da Mônica para a escola e voltará a reunir o elenco de “Laços”, Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Assim como o anterior, a continuação também é baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Em “Lições”, os quatro amigos esquecem de fazer as lições da escola e têm que encarar as consequências, que não são poucas. A nova jornada valorizará ainda mais a amizade desta turma. O elenco também volta a trazer Monica Iozzi, como Dona Luísa, e Paulo Vilhena, vivendo Seu Cebola, além de introduzir Malu Mader (“Haja Coração”) como a professora das crianças. As filmagens acontecem até a semana que vem na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais, mas a data de estreia ainda não foi marcada.

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  • Filme

    Filmes sobre Suzane Von Richthofen ganham trailer envolvente

    3 de fevereiro de 2020 /

    A Galeria Distribuidora divulgou o trailer de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”, filmes com narrativas paralelas sobre o caso Von Richthofen. Bastante convincente e envolvente, a prévia explora a polêmica em torno do assassinato dos pais de Suzanne Von Richthofen, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos. Os dois foram condenados pelo crime. O elenco destaca a atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) como Suzane e Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, além de Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”) e Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”). Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy, criminóloga que é considerada a maior especialista em serial killers do Brasil. Ambos vão estrear no dia 2 de abril.

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  • Etc

    Veja Jason Momoa magrelo, Mulher-Maravilha contra supermanchas e outros comerciais geeks do Super Bowl

    3 de fevereiro de 2020 /

    Enquanto a maioria dos americanos – e até alguns brasileiros – sintonizam o Super Bowl para ver o jogo, a final do campeonato de futebol americano também é aguardada por geeks que não acompanham esportes por seus intervalos. Alguns dos comerciais mais caros e criativos da TV americana – sem esquecer de trailers exclusivos de filmes e séries – são apresentados entre um touchdown e outro. E o que mais chama atenção é que realmente são comerciais para geeks – e não jocks! – , com várias referências a filmes, séries e quadrinhos, além de incluírem elementos de fantasias sci-fi ou de terror, e astros de filmes de super-heróis/programas populares. Neste ano, Jason Momoa apareceu magrelo para vender hipoteca, Rick & Morty foram parar num universo paralelo de comercial de batatas fritas, Mulher-Maravilha (interpretada por Gal Gadot) lembrou que há hora certa para lutar contra o crime e outra para se lavar roupas – num comercial que é uma verdadeira minissérie sobre sabão em pó, estrelada em cinco partes por Charlie Day – , sem esquecer do turbilhão de referências espaciais de um serviço de entrega de supermercado e a volta de Bill Murray ao looping temporal de “Feitiço do Tempo”. Veja abaixo 20 vídeos (incluindo a minissérie de Charles Day e outros comerciais já antecipados) exibidos no domingo (2/2), que servem de desculpa perfeita para geeks americanos assistirem um monte de brutamontes suados disputar uma bola – que nem é redonda!

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  • Série

    Marvel revela primeiras cenas de Falcão e o Soldado Invernal, WandaVision e Loki

    3 de fevereiro de 2020 /

    A Marvel surpreendeu o público com as primeiras imagens de suas séries exclusivas da plataforma Disney+ (Disney Plus), apresentadas sem aviso durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA. O comercial com cenas inéditas de “Falcon and the Winter Soldier” (Falcão e o Soldado Invernal), “WandaVison” e “Loki” foi imediatamente disponibilizado na internet e pode ser conferido abaixo. Na prévia, é possível ver Sam/Falcão (Anthony Mackie) treinando com o escudo do Capitão América, o novo visual de cabelos curtos de Bucky/Soldado Universal (Sebastian Stan), o vilão Barão Zemo (Daniel Brühl), o Agente Americano (Wyatt Russell) em evento patriótico, a metamorfose ambulante criada por Wanda/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão (Paul Bettany) e Loki (Tom Hiddleston) prometendo incendiar tudo. Sem dúvida, a maior revelação do vídeo diz respeito ao tom de “WandaVison”, que vai alternar radicalmente de estilo entre os episódios, indo do sitcom clássico em preto e branco à comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes – Wanda aparece, finalmente, com seu traje clássico de Feiticeira Escarlate. Vale considerar que a série “Supernatural” já usou o recurso de mostrar os personagens presos num universo televisivo, em que cada sequência vinha de um programa diferente. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a direção é assinada por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. “WandaVision” é escrita por Jac Schaeffer (do vindouro filme da “Viúva Negra”) e dirigida por Matt Shakman (de “Game of Thrones”). E “Loki” tem roteiros de Michael Waldon (“Rick & Morty”) e direção de Kate Herron (“Sex Education”). As duas primeiras séries devem estrear ainda em 2020, enquanto “Loki” está prevista para 2021.

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  • Filme

    Teaser da nova animação dos Minions mostra versão infantil de Gru

    3 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou o primeiro pôster e o primeiro vídeo de “Minions: A Origem de Gru”. Exibido no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA, o teaser introduz a premissa da produção, ao mostrar o encontro dos Minions com a versão infantil de Gru, além de muitos figurinos dos anos 1970. Apesar da presença do vilão, que continua a ser dublado por Steve Carell, o filme não está sendo apresentado como uma continuação de “Meu Malvado Favorito 3”, mas sim de “Minions”. Faz sentido, não apenas porque as criaturinhas amarelas se tornaram os personagens mais populares da franquia, mas devido à ordem cronológica. “Minions” terminava com a introdução do pequeno Gru. “Minions: A Origem de Gru” é dirigido por Kyle Balda, que assinou os dois últimos filmes da franquia (justamente “Minions” e “Meu Malvado Favorito 3”), e Brad Ableson (animador de “Os Simpsons”), que estreia na produção do estúdio Illumination. Mesmo cedendo seu lugar atrás das câmeras, o diretor Pierre Coffin segue fazendo as vozes impagáveis dos Minions. A animação tem estreia marcada para 2 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    James Bond é cercado por inimigos no comercial de 007: Sem Tempo Para Morrer

    3 de fevereiro de 2020 /

    A MGM divulgou um novo pôster e o comercial de “007: Sem Tempo Para Morrer” exibido neste domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário televisivo mais valorizado dos EUA. A prévia mostra fragmentos da trama, indicando que Madeleine Swann (Léa Seydoux), paixão do agente secreto, possui um segredo devastador. A sugestão de que ele é o homem que sabe de menos é reforçada pela volta de Blofeld (Christoph Waltz) e a aparição de um novo vilão, deformado vivido por Rami Malek (vencedor do Oscar por “Bohemian Rhapsody”). O último filme de James Bond estrelado por Daniel Craig tem direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) e estreia prevista para 9 de abril no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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