Altered Carbon: Teaser da 2ª temporada destaca Anthony Mackie como novo protagonista
A Netflix divulgou um novo teaser legendado da 2ª temporada de “Altered Carbon”, destacando a participação de Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”) como protagonista. Graças à premissa da sci-fi, os novos episódios não terão dificuldades em explicar a troca de intérprete do personagem principal. Vivido pelo ator sueco Joel Kinnaman (que entrou em “Hannah”), Takeshi Kovacks será agora interpretado por Mackie. O personagem, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “The Good Doctor”) em flashbacks da temporada inaugural. E os três intérpretes aparecem na prévia, refletidos num pedaço de espelho quebrado. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. Apesar da troca do protagonista, os coadjuvantes Renée Elise Goldsberry e Chris Conner vão continuar a interpretar seus personagens, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Will Yun Lee também voltará a fazer participações especiai na trama. Além de Mackie, as novidades incluem Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). A 2ª temporada chega ao serviço de streaming em 27 de fevereiro.
Anatel revela que TV paga brasileira perdeu quase 2 milhões de assinantes em 2019
Relatório divulgado no fim da tarde de terça-feira (4/2) pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) revelou que a TV por assinatura brasileira perdeu 1,7 milhão de assinantes em 2019, fando o ano passado com 15,7 milhões de clientes em todo o Brasil. Em 2018, eram 17,3 milhões. A queda de 9,7% atingiu todas as quatro maiores operadoras do Brasil. Até a Claro/Net, líder no setor, fechou pela primeira vez na história com menos de 50% do mercado. Em 2019, a operadora recuou para 49,2%. Já a Sky continua em segundo lugar, com 29,7% do número de assinantes, seguida pela Oi, com 9,6%, e a Vivo com 8,4% dos assinantes do Brasil. Operadoras regionais e de cunho religioso complementam 3,4% do total. Desde que a Anatel começou a registrar quedas de assinantes da TV paga no Brasil em 2015, o encolhimento do setor em 2019 foi o maior registrado pelo órgão. E tendência deve aumentar, com a chegada de novas ofertas de serviços de streaming. A diferença de preços entre a TV por assinatura e as plataformas digitais é gritante, e muitos usuários estão mudando o modo como assistem suas programações favoritas. Mas também chama atenção o avanço da pirataria. Estima-se que 7 milhões de pessoas tenham acesso a TV por assinatura através de sinal pirata. Entretanto, não se trata de iniciativas pulverizadas. O crescimento da oferta ilegal se concentra no Rio de Janeiro, em áreas sob o controle de milícias.
Imprensa mundial repercute ataque do governo à Petra Costa e ela responde: “Não podemos ficar calados”
O ataque oficial do governo Bolsonaro a uma cidadã brasileira, a cineasta Petra Costa, repercutiu no mundo inteiro. A notícia foi distribuída pela agência AP a jornais tão diferentes quanto o New York Times e publicações da Ásia. Outras grifes da imprensa buscaram refletir por conta própria o que foi considerado “extraordinário” – isto é, foram do comum. “A maioria dos governos celebram quando seus cidadão são indicados para o Oscar, mas não no Brasil de Jair Bolsonaro”, escreveu o jornal inglês The Guardian, que citou a forma como o documentário “Democracia em Vertigem” e sua diretora estão sendo agredidos verbalmente por representantes do Estado brasileiro. Ao retuitar a reportagem sobre as ofensas que recebeu, a diretora se manifestou sobre o ataque. “O governo brasileiro usou sua conta oficial da Secretária de Comunicação nas mídias sociais para me atacar, chamando-me de anti-patriota. Este é mais um passo em direção ao autoritarismo, em relação ao qual não podemos permanecer calados”, ela escreveu, em inglês, falando ao mundo. A repercussão levou o Washington Post a contatá-la, dando espaço para que ela apontasse que o ataque contra ela foi também um ataque contra a liberdade de expressão. “Quando eles me chamam de ‘militante anti-Brasil’, como fazem com muitos que não concordam com eles, estão tentando censurar críticas e pensamentos divergentes, o que é garantido por nosso direito fundamental à liberdade de expressão”, Petra disse ao jornal americano. Diretora de “Democracia em Vertigem”, que disputa o Oscar de Melhor Documentário, Petra vem dando uma série de entrevistas para a imprensa americana, conforme a data da premiação se aproxima. E uma delas causou a ira do clã Bolsonaro. Um dos filhosdo presidente chegou a chamá-la de “canalha” e a comparou a um criminoso. Eduardo Bolsonaro, que queria ser embaixador do Brasil nos EUA, costuma usar essa truculência para consumo interno de seus seguidores, mas ao atacar Petra, no momento de maior visibilidade da cineasta, acabou jogando o comportamento agressivo de sua família nos holofotes da mídia internacional. Mas o que realmente motivou interesse mundial foi o fato de a Secom (Secretaria de Comunicação do governo) usar seus canais oficiais para perseguir a diretora, acusando-a de “denegrir uma nação” durante a entrevista “polêmica” ao canal americano PBS. Num série de posts publicados em inglês e português no Twitter, a Secom sustentou que a cineasta “assumiu o papel de militante anti-Brasil e está difamando a imagem do País no exterior”, “sem respeito por sua Pátria e seu povo”. O motivo? Ela denunciou justamente o perfil autoritário do governo, auto-exemplificado pela Secom. O responsável pela secretaria, Fabio Wajngarten, investigado por suspeita de corrupção (peculato e outros crimes) pela Polícia Federal, ainda foi ao Twitter defender o tom gravíssimo do ataque. “Um dos deveres da comunicação do governo é informar os fatos, sobretudo quando informações falsas são espalhadas no Brasil e no exterior. Porém, o que muitos querem, de fato, é denegrir o país sem direito a réplica por parte dos brasileiros. Isso sim é censura”, disse, repetindo a expressão “denegrir”, politicamente incorreta. Vale pausar para tentar entender o raciocínio: dar entrevistas contra o governo, fazendo uso da liberdade de expressão, “isso sim é censura”. Em seu clássico distópico “1984”, George Orwell batizou o ato de usar contradições evidentes em manifestações oficiais de “duplipensar”. A frase de Wajngarten é um dos melhores exemplos do significado desse uso político da boa e velha hipocrisia. Ouvidos pelos jornais Folha de S. Paulo e O Globo, diversos juristas consideraram o uso da Secom para atacar uma cidadã brasileira como anticonstitucional, pois fere o princípio da impessoalidade. Em outras palavras, Eduardo Bolsonaro pode chamar Petra Costa de “canalha” – e talvez responder por isso num processo por calúnia e difamação. Mas o Estado não pode perseguir nenhum cidadão, especialmente se esta pessoa não cometeu crime algum. À Folha, a advogada Mônica Sapucaia Machado, professora da Escola de Direito do Brasil, disse que os posts atropelam o artigo 37 da Constituição, que alerta para a forma de comunicação permitida ao governo, com termos como “impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, e determina ainda que a publicidade dos governos terá caráter educativo, informativo ou de orientação social”. Para Machado, a Secom se comportou “como um instrumento de opinião sobre determinada obra cultural” num país onde “a liberdade de expressão é um pilar constitucional”. Por conta da polêmica, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) já protocolou no Ministério Público Federal uma representação contra Fabio Wajngarten, que vai se acumular a seu processo criminal. “Esta importante secretaria do Poder Executivo Federal, em sua conta oficial do Twitter (@secomvc), de forma inacreditável, passou a atacar de forma pessoalizada e nada republicana a cineasta Petra Costa”, diz o texto encaminhado à Procuradoria pela equipe da deputada. Importante salientar que no exterior ninguém sabe quem é o subalterno de Bolsonaro responsável pela Secom. As reportagens internacionais simplesmente ignoram qualquer distinção entre a figura do secretário e a cabeça do governo. Todos são Bolsonaro. Como Bolsonaro costuma dizer que a imprensa brasileira tem “má vontade” contra seu governo, ele já deve saber como proceder. Após um órgão da presidência atacar a liberdade de expressão de uma artista brasileira em plenos Estados Unidos, país que considera a liberdade de expressão sagrada, ele só vai precisar estender a denúncia de “má vontade” à cobertura de toda a imprensa internacional. “Democracia em Vertigem” não era favorito ao Oscar de Melhor Documentário, mas a divulgação de última hora do governo Bolsonaro pode ter mudado a intensão de voto. A votação se encerrou nesta terça (4/2) e o resultado será conhecido no domingo (9/2), com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais Globo e TNT. The Brazilian government used its Secretary of Communication official account on social media to attack me calling me an anti-patriot. This is yet another step towards authoritarianism, in face of which we should not remain silent #TheEdgeofDemocracy https://t.co/4rJ9VmRNsy — Petra Costa (@petracostal) February 4, 2020
Making of revela como Carrie Fisher foi inserida em Star Wars: A Ascensão Skywalker
A Industrial Light & Magic, empresa de efeitos visuais da Lucasfilm, divulgou um “making of” dos efeitos digitais de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. O vídeo revela vários segredos das filmagens, além de alguns estudos visuais. O mais interessante está logo no começo. O vídeo revela como imagens antigas de Carrie Fisher, falecida em dezembro de 2016, foram tratadas para que ela pudesse ser inserida no novo filme. Um dos trechos mostra que os cabelos e as roupas da atriz foram recriados digitalmente para acompanhar as novas cenas da produção. O vídeo também revela o uso de uma montagem similar para as cenas de flashback, que mostraram Luke Skywalker (Mark Hamill) e Leia (Fisher) treinando lutas com sabre de luz. A ILM capturou imagens dos atores em “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi” para recriar seus rostos em computador. Fisher teria desempenhado um papel maior em “A Ascensão Skywalker”, mas os planos foram alterados quando a atriz morreu repentinamente durante uma viagem de avião, logo depois de terminar seu trabalho em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. “A Ascensão Skywalker” disputa a categoria de Melhores Efeitos Visuais no Oscar 2020, que acontece no domingo (9/2), em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.
Eduardo e Mônica ganha pôster e nova data de estreia
A Gávea Filmes divulgou o pôster e uma nova data de estreia de “Eduardo e Mônica”, romance estrelado por Alice Braga (“A Rainha do Sul”) e inspirado na famosa música da banda Legião Urbana. A música, escrita por Renato Russo, conta a história de amor entre dois jovens, um vestibulando de jornalismo e uma estudante de medicina, que eram tão diferentes um do outro que se completaram. Alice Braga vive a Mônica e Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) é o Eduardo do filme, casal com diferença cultural gritante, que também pertence a gerações diferentes. “O filme é uma delicada história de amor que fala, entre outras coisas, sobre como é possível amar e respeitar quem pensa muito diferente de você”, define o diretor René Sampaio, que é “especialista” em Legião Urbana. Sampaio já levou com sucesso outra música da banda para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante do novo filme inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). “Eduardo e Mônica”, que tinha previsão de estreia para abril, será lançado nos cinemas em 11 de junho.
Ray Donovan: Cancelamento na 7ª temporada deixa série sem fim
O canal pago americano Showtime decidiu cancelar a série “Ray Donovan” no final da sua 7ª temporada. “Após sete temporadas incríveis, ‘Ray Donovan’ concluiu sua exibição no Showtime”, disse o canal em um comunicado divulgado nesta terça-feira (4/20. “Estamos orgulhosos de que a série tenha terminado em meio a uma audiência tão forte e com uma nota tão poderosa. Nossos agradecimentos mais profundos aos atores Liev Schreiber, Jon Voight, ao showrunner David Hollander e todo o elenco e equipe, do passado e do presente, por seu trabalho dedicado”. O cancelamento significa que a série ficou sem final. O último episódio, exibido em 19 de janeiro, acabou num cliffhanger e deixou o destino de vários personagens em aberto. Por conta disso, centenas de fãs já estão protestando contra o canal nas redes sociais. “Foi um grande f***-se para os fãs”, resumiu no Twitter Steven Weintraub, editor do Collider, sobre a decisão. Liev Schreiber, que interpreta o personagem-título, e Eddie Marsan, seu irmão mais velho na série, já demonstravam desconfiar desse destino ao convocarem os fãs, ao final da temporada, a pressionarem por um final junto à Showtime. “A história não foi completada, a última página não foi escrita. Se vocês querem outra temporada de ‘Ray Donovan’, deixem a Showtime saber. O que quer que aconteça, foi uma honra participar da série”, escreveu Marzan em 22 de janeiro. “A verdade é que a decisão está nas mãos do canal”, ponderou Schreiber, mais pessimista, na mesma ocasião. O cancelamento de “Ray Donovan” se junta ao recente final de “The Affair” e às despedidas de “Homeland” e “Shameless”, que terão desfechos apropriados ao longo de 2020. O fato é que estas “aposentadorias” decretam o fim de uma era no canal pago americano. Graças aos cortes, “Billions”, que vai para a 5ª temporada, tornou-se a atração mais longeva ainda em exibição no Showtime. E não há notícias de encomenda de novos hits, à exceção do spin-off de “Penny Dreadful”, para substituir as grandes perdas citadas.
Sonic se revela fã de Velozes e Furiosos em cena legendada do filme
A Paramount Pictures divulgou novos pôsteres e uma cena inédita legendada de “Sonic: O Filme”, na qual o ouriço azul e seu aliado Tom (James Marsden) enfrentam um dos robôs do vilão Dr. Eggman/Robotnik (Jim Carrey). A prévia é uma cena de perseguição na estrada e inclui uma divertida referência a “Velozes e Furiosos”, em que Sonic diz se sentir como Vin Diesel atrás do volante. E, como fã assumido, ainda cita uma frase de Toretto (Diesel) no filme. Segundo a sinopse, um policial da cidade de Green Hills (James Marsden) ajudará o Sonic (voz original de Ben Schwartz) a fugir das autoridades que estão atrás dele. O filme marca a estreia de Jeff Fowler como diretor de longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004), e conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. A estreia está marcada para 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. A estreia no Brasil está marcada para 13 de fevereiro de 2020.
Chris Pratt vai voltar a estrelar uma série
Cinco anos depois de sair da sitcom “Parks and Recreation” para um bem-sucedida carreira no cinema, Chris Pratt vai voltar para o universo das séries. O astro da franquia “Guardiões da Galáxia” vai estrelar e produzir o thriller “The Terminal List”, nova série criada por David DiGilio (criador de “Traveler” e produtor-roteirista de “Strange Angel”), que tem sua história baseada no livro de mesmo nome de Jack Carr. Na trama, Pratt vai interpretar Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumatizante, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga. Conforme tenta se readaptar a uma vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas, e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo. O projeto ainda marca um reencontro entre Pratt e o diretor Antoine Fuqua, após trabalharem juntos em “Sete Homens e um Destino” (2016). Fuqua é coprodutor da série e vai assinar a direção do episódio piloto. A dupla se juntou à produtora MRC Television para oferecer a série ao mercado, visando o lançamento de várias temporadas. Por conta disso, ainda não há canal ou plataforma atrelados ao projeto, muito menos previsão de estreia.
Milla Jovovich vira mamãe pela terceira vez e compartilha fotos da nova filhinha
A atriz Milla Jovovich revelou em seu Instagram que virou mamãe pela terceira vez. Ela postou as fotos da bebê, que nasceu na manhã de domingo (2/1), depois que sua filha mais velha, Ever, de 12 anos, se adiantou e compartilhou um foto com toda a família ao redor da mamãe orgulhosa na segunda-feira (3/2). Curiosamente, todas as três filhas de Milla e do diretor Paul W. S. Anderson têm nomes masculinos. A mais nova foi batizada de Osian Lark Elliot. “Osian Lark Elliot Jovovich-Anderson nasceu! Osian é um nome de menino galês e é pronunciado O-shin”, explicou a estrela. “Agora, eu sei que o nome é longo, mas a família não entrou em acordo”, disse, revelando que ela e a filha do meio, Dashiel, de 4 anos, queriam batizar o bebê de Elliot, enquanto o marido e Ever preferiam Lark. Milla e Anderson se conheceram durante as filmagens de “Resident Evil”, em 2002, que virou franquia e praticamente outra gestação bem-sucedida da família, rendendo ao todo seis longas. A mamãe coruja disponibilizou um álbum de fotos no Instagram, revelando inclusive o rostinho da menina e da amamentação, além de imagens em que cada integrante da família se reveza para mimar a bebê. “Obviamente vou postar mais fotos mais tarde, mas estamos todos exaustos porque as últimas noites foram loucas!”, finalizou. A ucraniana mais bem famosa de Hollywood será vista a seguir nos cinemas em nova adaptação de videogame, “Monster Hunter”, novamente dirigida pelo marido – e com participação da brasileira Nanda Costa. O filme estreia em setembro. Ver essa foto no Instagram Hey Everyone!!! So without my knowledge @evergaboanderson spilled the beans on the new baby yesterday 🙄🤦🏻♀️😂 which makes this “old news” but anyway, at 8:56am on 02/02/2020 our baby girl Osian Lark Elliot Jovovich-Anderson was born! Osian is a welsh boy’s name and it’s pronounced O-shin. Now I know the name is long, but the family couldn’t agree on her middle name. Ever and my mom wanted Lark, @dashielanderson and I wanted Elliot. Then my husband Paul chimes in with another vote for Lark, so Smushy and I were out numbered 😛! At least she has many to choose from later in life if she wants to drop a few. She’s so beautiful! Her hair is lighter than the other girls was and she’s very strong. Her little hands get in the way and they’re hard to control and she’s already lifting her head up to see what’s going on! She’s our miracle baby and we’re all so grateful to have her and completely obsessed with her!! I will obviously post more pics later, but we are all exhausted because the last few nights have been crazy! I send you all so much love from the cloud I’m flying on!!! Xoxo m❤️☁️✨⚡️⭐️💥☄️ Uma publicação compartilhada por Milla Jovovich (@millajovovich) em 3 de Fev, 2020 às 10:59 PST Ver essa foto no Instagram Welcoming Baby! Welcome to the world my new sister Osian (pronounced O-shun like the body of water)! We love you!!! ♥️ Photo: @chrissbrenner Uma publicação compartilhada por Ever Gabo Anderson (@evergaboanderson) em 2 de Fev, 2020 às 1:39 PST
Stephen King deleta conta no Facebook em protesto contra fake news
O escritor Stephen King surpreendeu seus seguidores nas redes sociais ao anunciar que está deixando o Facebook. O famoso autor de clássicos do terror moderno, como “O Iluminado” e “It: A Coisa”, disse que estava se sentindo desconfortável com a quantidade de fake news espalhadas em sua timeline pela rede social de Mark Zuckerberg, bem como pela falta de segurança transmitida pelo serviço. “Estou saindo do Facebook. Não me sinto confortável com a enxurrada de informações falsas permitidas em sua política de publicidade, nem estou confiante em sua capacidade de proteger a privacidade de seus usuários. Siga-me (e Molly, também conhecida como A Coisa do Diabo) no Twitter, se quiserem”, escreveu, em sua despedida. Ao contrário do Twitter e do Spotify, que decidiram banir todo o tipo de anúncios políticos, ou do Snapchat, que faz verificação das informações transmitidas, o Facebook não anunciou medidas do tipo. Em vez disso, Mark Zuckerberg insistiu, em dezembro passado, na defesa do direito de qualquer um espalhar as mentiras que quiser. Segundo ele, “as pessoas devem ser capazes de julgar por si mesmas o caráter dos políticos”, comparando o veto aos anúncios e posts mentirosos à censura. O discurso deve mudar se outros influenciadores seguirem o gesto de Stephen King.
Kleber Mendonça Filho vai integrar o júri do Festival de Berlim 2020
O diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho, de “Aquarius” e “Bacurau”, foi convidado a integrar o júri principal do Festival de Berlim 2020, responsável por escolher os melhores do evento e entregar o troféu Urso de Ouro ao vencedor da competição cinematográfica. Ele se junta ao ator britânico Jeremy Irons, presidente do comitê, e a outros cinco jurados anunciados nesta terça (4/2): a atriz franco-argentina Bérenice Bejo (de “O Artista” e “O Passado”), a produtora alemã Bettina Brokemper (parceira dos filmes de Lars von Trier, de “Dogville” a “A Casa que Jack Construiu”), a diretora palestina Annemarie Jacir (“Wajib – Um Convite de Casamento”), o diretor e roteirista americano Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira Mar”) e o ator italiano Luca Marinelli (“Entre Tempos”). Este ano, Berlim vai deixar de entregar um prêmio, o Alfred Bauer, que reconhece o melhor filme que “abre novas perspectivas sobre a arte cinematográfica”. A decisão foi tomada após a imprensa alemã publicar acusações sobre o passado nazista de Bauer. Antes de se tornar o primeiro diretor do Festival de Berlim, de 1951 a 1976, ele teria trabalhado com Joseph Goebbels na máquina de propaganda nazista. Ainda não está claro se o prêmio será reintroduzido com um novo nome. Entre os 18 filmes que Kleber Mendonça Filho e seus colegas de júri avaliarão para a premiação está o brasileiro “Todos os Mortos”, dirigido por Marco Dutra (“As Boas Maneiras”) e Caetano Gotardo (“O que se Move”). A lista tem seis filmes dirigidos por mulheres, entre eles “First Cow”, da americana Kelly Reichardt, “The Roads Not Taken”, da inglesa Sally Potter, e “El Prófugo”, da argentina Natalia Meta. Outros candidatos de “pedigree” são “Undine”, do alemão Christian Petzold, “Siberia”, do americano Abel Ferrara, “The Woman Who Ran”, do sul-coreano Hong Sangsoo, “Irradiated”, do cambojano Rithy Panh, “There Is No Evil”, do iraniano “Mohammad Rasoulof”, e “Le Sel des Larmes” (The Salt of Tears), do veterano cineasta francês Philippe Garrel. O Festival de Berlim 2020 ocorrerá entre os dias 20 de fevereiro e 1º de março.
Shannen Doherty revela que está novamente com câncer
A atriz Shannen Doherty revelou nesta terça (4/2) que terá que lutar novamente contra um câncer. Há três anos, ela anunciou que um tumor nos seios havia entrado em remissão após tratamento. Graças a isso, chegou a voltar ao trabalho, aparecendo na série “Riverdale” e estrelando o reencontro de atores de “Barrados no Baile”, produção que a tornou conhecida nos anos 1990 pelo papel de Brenda. Em entrevista ao programa “Good Morning America”, da rede ABC, a atriz de 48 anos contou que o novo tumor está em estágio 4, e que sabe do diagnóstico desde o ano passado, mas resolveu manter o sigilo. Ela não especificou o tipo de câncer que a ataca desta vez, dizendo apenas que resolveu compartilhar a informação porque se tornaria pública em questão de dias, devido a um processo que move contra a companhia de seguros State Farm. “Vai sair em questão de dias ou uma semana que eu tenho o estágio 4. Então, meu câncer voltou e é por isso que estou aqui. Não acho que tenha assimilado ainda. É uma pílula amarga para engolir de várias maneiras. Definitivamente, tenho dias em que digo ‘Por que eu?’. E então eu digo: “Bem, por que não eu? Quem mais? Quem mais ao meu lado merece isso?'”, disse. Doherty disse que trabalhou em “BH 90210”, o reencontro de “Barrados no Baile” do ano passado, em meio a seus problemas de saúde. Chorando, ela disse que decidiu se juntar ao elenco em parte para prestar homenagem ao falecido ator Luke Perry e ser um exemplo para outros que lutam contra doenças. “Eu pensei … as pessoas podem olhar para isso e dizer: ‘Oh meu Deus, sim. Ela pode trabalhar e outras pessoas no estágio 4 também podem trabalhar.’ Nossa vida não termina no minuto em que obtemos esse diagnóstico”, acrescentou. O estágio 4 é o mais avançado dos cinco estágios diagnosticados de câncer – começa com estágio 0, um tipo de displasia, e termina no 4, com metástase, ou seja, espalhado para outros órgãos ou todo o corpo. Veja o vídeo da revelação abaixo.
José Luis Cuerda (1947 – 2020)
O cineasta José Luis Cuerda, diretor de clássicos do cinema espanhol como “Amanece Que No es Poco” (1989) e “A Língua das Mariposas” (1999), morreu nesta terça (4/2) em Mardi, aos 72 anos de idade. A notícia foi confirmada pela Academia de Cine, principal instituição cinematográfica do país europeu, mas a causa da morte não foi anunciada. Em sua carreira, Cuerda desenvolveu obras dramáticas impactantes, que por vezes adentravam o terreno do filme de gênero, com fantasias sobrenaturais, e participação constante de crianças entre os protagonistas. Foi o caso, por exemplo, de seu primeiro grande sucesso nos cinemas espanhóis, “El Bosque Animado” (1987), uma fantasia baseada no romance homônimo de Wenceslao Fernández Flórez, que ganhou cinco prêmios Goya (o “Oscar espanhol”), incluindo o de Melhor Filme, e chegou a ser indicada ao troféu de filme europeu do ano da Academia Europeia de Cinema. Já seu filme mais conhecido no mercado internacional foi um drama bastante realista, “A Língua das Mariposas”, história emocionante sobre um menino e seu professor durante a guerra civil espanhola dos anos 1930, que rendeu a Cuerda o Goya de Melhor Roteiro. O sucesso de suas obras permitiu que se lançasse como produtor e ajudasse a lançar a carreira de outro cineasta talentoso e importante do cinema espanhol fantástico. Cuerda produziu “Morte ao Vivo” (Tesis, 1996), o tenso e excelente primeiro filme de Alejandro Amenábar, e seguiu parceiro do diretor em seus dois clássicos seguintes, “Preso na Escuridão” (Abre los Ojos, 1997), que ganhou remake estrelado por Tom Cruise (“Vanilla Sky”), e o célebre terror “Os Outros” (2001), estreia em inglês de Amenábar, protagonizado por Nicole Kidman. O próprio Cuerda, porém, nunca fez a transposição de sua carreira para Hollywood. Preferiu firmar aliança com o cinema argentino, por meio de “A Educação das Fadas” (2006), estrelado por Ricardo Darín. Seus último grande filme foi “Los Girasoles Ciegos” (2008), que também lhe rendeu um Goya de Roteiro, além de um troféu de Direção no Festival de Cartagena. Ele lançou mais três longas depois disso, um deles documentário, encerrando a carreira com “Tiempo Después”, lançado em 2018.












