Dias finais de Marilyn Monroe vão virar minissérie
Os misteriosos dias finais da vida de Marilyn Monroe vão virar uma minissérie. A produtora Seven Seas Films adquiriu os direitos do livro “Os Últimos Anos de Marilyn Monroe”, de Keith Badman, e conseguiu apoio dos responsáveis pela administração do legado da atriz para a adaptação. Para o projeto, a empresa se associou ao 101 Studios, responsável pela bem-sucedida série “Yellowstone”, no canal pago Paramount. “Muitas pessoas pensam que sabem a verdade sobre os meses finais de Marilyn Monroe, mas é uma história complicada e trágica, que queremos descrever com compaixão e sensibilidade”, afirmou Dan Sefton, co-fundador da Seven Seas Films, em comunicado “A amada lenda do cinema Marilyn Monroe criou muitas memórias sobre sua vida, mas nenhuma como essa. Keith Badman descobriu jóias de detalhes nunca antes divulgados, centradas nos últimos meses de sua vida sensacionalista e de acusações feitas. A série presta homenagem à estrela brilhante cuja vida foi extinta cedo demais”, completou David Glesser, CEO da 101 Studios. Marilyn Monroe morreu em 5 de agosto de 1962, com apenas 36 anos. A famosa estrela de Hollywood sofreu uma overdose de remédios, mas sua morte repentina deu margem a inúmeras teorias da conspiração, sugerindo até assassinato a mando de aliados ou rivais do presidente John F. Kennedy, de quem ela seria supostamente amante. Em fase inicial, o projeto ainda não tem equipe nem canal definidos.
Documentário de Bárbara Paz sobre Hector Babenco vence prêmio internacional na Índia
“Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, documentário sobre os últimos dias do diretor Hector Babenco, ganhou um novo prêmio internacional. Depois de ser premiado no Festival de Veneza, o primeiro longa-metragem dirigido pela atriz Bárbara Paz conquistou o troféu de Melhor Documentário no Festival de Mumbai, um dos mais importantes evento de cinema internacional da Índia. O documentário também foi exibido nos festivais de Mar del Plata (Argentina), do Cairo (Egito), de Havana (Cuba), do Rio, no Maranhão na Tela, Fest Aruanda, mostras de Tiradentes e de São Paulo. E traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco, revelando medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou o fim de sua vida. O diretor, que nasceu na Argentina e se naturalizou brasileiro, morreu em 2016, aos 70 anos, vítima de câncer. Foi casado com Bárbara Paz de 2010 até sua morte. E deixou um legado de vários clássicos, entre eles “Pixote: A Lei do Mais Fraco” (1982) e “Carandiru” (2003). O longa chega aos cinemas brasileiros em 9 de abril. Veja o trailer da produção abaixo.
Minions: A Origem de Gru ganha trailer dublado por Leandro Hassum
A Illumination/Universal divulgou o primeiro trailer completo de “Minions: A Origem de Gru”, disponibilizado no Brasil com dublagem em português. O estúdio não produziu versão legendada, mas é possível assistir abaixo também a versão americana com as vozes originais. Tanto a versão brasileira quanto a americana mantém os mesmos dubladores de Gru. A voz do mini-vilão está a cargo, respectivamente, de Leandro Hassum e Steve Carell. Apesar da presença de Gru, o filme não é sequência de “Meu Malvado Favorito 3”, mas sim de “Minions”. Faz sentido, não apenas porque as criaturinhas amarelas se tornaram os personagens mais populares da franquia, mas devido à ordem cronológica. “Minions” terminava com a introdução do pequeno Gru. A prévia introduz a premissa da continuação, ao mostrar o desejo da versão infantil de Gru de entrar num time de supervilões. Ao ser ridicularizado, ele tenta provar que é criminoso ao roubar uma “pedra” dos vilões, o que dá início a uma perseguição e introduz a ajuda atrapalhada dos minions. “Minions: A Origem de Gru” é dirigido por Kyle Balda, que assinou os dois últimos filmes da franquia (justamente “Minions” e “Meu Malvado Favorito 3”), e Brad Ableson (animador de “Os Simpsons”), que estreia no estúdio Illumination. Mesmo cedendo seu lugar atrás das câmeras, o diretor Pierre Coffin segue fazendo as vozes macarrônicas dos Minions. A animação tem estreia marcada para 2 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Recém-falecido, Asa Branca vai virar filme
A vida do locutor de rodeio Waldemar Ruy dos Santos, mais conhecido como Asa Branca, vai virar filme. Falecido na terça-feira (4/2) em São Paulo aos 57 anos, ele era considerado uma “lenda dos rodeios” e chegou até a fazer novelas, como “Mulheres de Areia” e “Rei do Gado”, além de ter apresentado o “Som Brasil” e o especial “Amigos” na rede Globo. O filme que vai contar essa história – iniciada por acaso, depois dele não conseguir seguir a carreira de caubói por ter se acidentado com um touro – , vai se chamar “Asa Branca – A Voz da Arena” e está em fase de captação de recursos. Apesar da triste coincidência com a morte de Asa Branca, o projeto é antigo. Foi aprovado na Ancine em 2016, quando obteve autorização para captar R$ 7,3 milhões via lei do audiovisual – dois quais conseguiu levantar apenas R$ 2,2 milhões até o fim de 2019. O próprio Asa Branca foi consultado durante o tratamento do roteiro e concepção do filme, que resumirá sua vida da juventude aos últimos dias, com cenas com animais reais e rodadas em rodeios no Estado de São Paulo. E teria pedido para o filme não ser “chapa branca”. A apresentação do longa promete abordar temas polêmicos de bastidores, como o abuso de drogas, a atividade sexual desregrada que resultou em HIV e a crueldade da indústria do rodeio com os animais. O longa tem roteiro de Fernando Honesko, responsável pela série “Gigantes do Brasil”, da History Channel, e a direção está a cargo de Guga Sander, que comandou recentemente a série “Ilha de Ferro”, da Globoplay e a novela “Topíssima”, da RecordTV. Segundo o UOL, há negociações com o ator Emilio Dantas, das novelas “Verão 90” e “Todas As Mulheres do Mundo”, para assumir o papel principal. Mas nada foi fechado ainda, por conta da falta de um cronograma de produção, que busca fechar parceiros para viabilizar a filmagem. O projeto é o primeiro trabalho de ficção da produtora paulista Sentimental Filme, que tem diversos trabalhos na área da publicidade, e se juntou no projeto à Querosene Filmes, de longas como “Juan e a Bailarina” e “La Vingança”. Paralelamente, a Sentimental também desenvolve um novo documentário sobre Asa Branca, que pode ganhar lançamento simultâneo. A perspectiva é começar as filmagens ainda este ano, visando um lançamento até o fim de 2021.
Filmes sobre crime de Suzane Von Richthofen ganham pôsteres
A Galeria Distribuidora divulgou os pôsteres de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”, filmes com narrativas paralelas que exploram a polêmica em torno do assassinato dos pais de Suzanne Von Richthofen, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos. Os dois foram condenados pelo crime. O elenco destaca a atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) como Suzane e Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, além de Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”) e Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”). Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy, criminóloga que é considerada a maior especialista em serial killers do Brasil. Ambos vão estrear no dia 2 de abril.
Gene Reynolds (1923 – 2020)
Gene Reynolds, ex-astro mirim da MGM que virou co-criador das séries “M*A*S*H” e “Lou Grant”, morreu na segunda-feira (3/2) num hospital em Burbank, na Califórnia, aos 96 anos. Ele começou a carreira como ator infantil, aos 10 de idade, quando sua família se mudou de Cleveland para Los Angeles, aparecendo como figurante na comédia clássica “Era uma Vez Dois Valentes” (Babes in Toyland, 1934), da dupla o Gordo e o Magro. Fez várias figurações durante a década de 1930, inclusive no fenômeno infantil “Heidi” (1937), antes de conseguir o papel coadjuvante de Jimmy MacMahon em dois filmes de Andy Hardy, estrelados por Mickey Rooney. Reynolds seguiu como ator até os anos 1950, participando do ciclo noir e de vários filmes famosos, mas nunca conseguiu muita evidência. Tudo mudou quando decidiu explorar outro talento. Ele começou a trabalhar como diretor de casting, escalando atores de novas séries da rede NBC, e, em 1957, emplacou sua primeira criação televisiva, o western “Tales of Wells Fargo”, que durou seis temporadas até 1962. Tomou gosto pela direção após comandar vários episódios de “Wells Fargo”, passando os anos 1960 atrás das câmeras de diversas séries famosas, como “Os Monstros”, “Guerra, Sombra e Água Fresca”, “Meus 3 Filhos”, “Nós e o Fantasma” e “Room 222”, pela qual ganhou seu primeiro Emmy. Eventualmente, voltou a escrever. Sua segunda criação foi simplesmente “M*A*S*H”, uma adaptação do filme homônimo de Robert Altman, lançada em 1972 na televisão. Ele dirigiu o piloto e assinou a produção, mas os créditos da história ficaram com Larry Gelbart. A série de comédia sobre médicos americanos na Guerra da Coreia lhe rendeu três mais prêmios Emmy e durou 11 anos sem nunca perder audiência. Ao contrário, seu final em 1982 foi o episódio mais assistido de uma série de TV em todos os tempos, visto por 106 milhões de americanos. Nenhuma série chega perto desses números e apenas o Super Bowl (final do campeonato de futebol americano) de 2010 superou esse total. Diante do evidente sucesso de “M*A*S*H”, Reynolds e Gelbart tentaram repetir a dose com “Roll Out” (1973), outra comédia de guerra, mas o raio não caiu duas vezes no mesmo lugar. Foi cancelada na 1ª temporada, assim como “Karen” (1975), outra série da dupla. Mas Reynolds acabou encontrando novo sucesso com “Lou Grant”, um spin-off de “Mary Tyler Moore”, que ele desenvolveu com os criadores da série original, James L. Brooks e Allan Burns. Lançada em 1977, acompanhava o cotidiano da redação de um jornal comandado pelo personagem-título (o ex-patrão de Mary Tyler Moore), vivido por Ed Asner. A aposta em fazer uma produção de tom dramático, destoando completamente do aspecto de sitcom da série original e seus outros spin-offs (“Rhoda” e “Phyllis”), deu certo. “Lou Grant” se tornou um grande sucesso, durou cinco temporadas e rendeu mais dois Emmys para Reynolds. Como diretor, roteirista e produtor, Reynolds foi indicado a um total de 24 Emmys e também ganhou três prêmios do Sindicato dos Diretores dos EUA (DGA, na sigla em inglês), entidade da qual foi presidente nos anos 1990, quando se afastou das câmeras. Seu último trabalho foi a produção de um documentário sobre “M*A*S*H” lançado em 2002, que marcou o reencontro do elenco original após 30 anos da estreia da série. Em uma entrevista de 2009, a estrela de “M*A*S*H”, Alan Alda, apontou que Reynolds foi quem “envolveu Larry Gelbart e juntou o elenco… ele não era apenas maravilhoso com a câmera, mas também com atores. Você não consegue sempre essa combinação. Ele fazia com que os atores mostrassem o que era humano e genuíno e não apenas performances engraçadas. Ele sabia o que era engraçado, mas também o que era humano”. Na foto abaixo, ele aparece em “trajes civis” no set clássico de “M*A*S*H”, dirigindo Alda e Larry Linville.
Os Novos Mutantes: Novo pôster reforça clima de terror do filme de super-heróis
A 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou um novo pôster de “Os Novos Mutantes”, em que os personagens aparecem sombrios, reforçando o clima de terror do longa. Este é o segundo cartaz consecutivo após uma pausa de dois anos na divulgação do longa, interrompida em dezembro de 2017. Consta que, após as primeiras sessões de teste, a Fox decidiu refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Só que os planos não levaram em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos, nem a compra do estúdio pela Disney, que colocou esses planos no limbo. Até agora não se sabe se as refilmagens realmente aconteceram. A produção original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem, o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e o elenco ainda inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. A direção é de Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) e a estreia está marcada para 2 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Séries da Marvel do Disney+ ganham previsão de estreia
A Disney+ (Disney Plus) marcou as datas de estreia de suas primeiras séries da Marvel. A revelação foi feita pelo CEO Bob Iger na terça-feira (5/2), durante uma teleconferência com investidores para a apresentação do balanço financeiro trimestral da corporação Disney. “Falcon and the Winter Soldier” (Falcão e o Soldado Invernal), “WandaVison” e “Loki” vão chegar, respectivamente, em agosto, dezembro e no começo de 2021. Iger também contou que a Marvel desenvolve, atualmente, mais sete séries para a Disney+ (Disney Plus). “Existem outras sete séries da Marvel em vários estágios de desenvolvimento ou pré-produção”, disse o executivo. Entretanto, apenas cinco são conhecidas: “Hawkeye” (Gavião Arqueiro), “She-Hulk” (Mulher-Hulk), “Ms. Marvel” (Miss Marvel), “Moon Knight” (Cavaleiro da Lua) e a animação “What If?” (O que Aconteceria Se?). O CEO da Disney ainda enfatizou que esses programas estarão entrelaçados com os filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Falcon and the Winter Soldier”, por exemplo, trará os personagens vividos por Anthony Mackie e Sebastian Stan retomando eventos de “Vingadores: Ultimato”, enquanto “WandaVison” e “Loki” terão consequências para o próximo filme do Dr. Estranho, “Doctor Strange in the Multiverse of Madness”. As datas foram anunciadas dois dias após a exibição do primeiro comercial das produções, exibido no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl. Reveja abaixo.
The Mandalorian: Baby Yoda terá mais destaque na 2ª temporada e pode até ganhar série própria
Baby Yoda vai ganhar ainda mais destaque na 2ª temporada de “The Mandalorian”, que estreia em outubro. A revelação foi feita pelo CEO da Disney, Bob Iger, na terça-feira (5/2), indicando ainda a possibilidade do personagem, que virou febre nas redes sociais, estrelar sua própria série. “Ele conquistou o mundo”, causando “uma recepção sensacional”, disse Iger, durante uma teleconferência com investidores para a apresentação do balanço financeiro trimestral da Disney. “Sabemos que existem grandes expectativas para a gama de produtos Baby Yoda que serão lançados nos próximos meses”, acrescentou. Iger também garantiu que “The Mandalorian”, primeiro grande sucesso da plataforma Dysney+, terá várias temporadas, com “a possibilidade de integrar novos personagens”, que também poderão ter suas próprias séries independentes. O executivo acrescentou ainda que, sem nenhum novo filme em processo de produção, para “Star Wars”, “a prioridade são séries nos próximos anos”. Além de “The Mandalorian”, a plataforma Disney+ (Disney Plus) já tem encaminhadas um prólogo de “Rogue One” centrada em Cassian Andor, o personagem de Diego Luna, e uma série sobre Obi-Wan Kenobi, que marcará o retorno de Ewan McGregor ao papel. Durante a apresentação, o chefão da Disney também revelou que a Disney+ (Disney Plus) atingiu 28,6 milhões de assinantes, em menos de três meses desde seu lançamento.
The Walking Dead: Volta da série ganha coleção de pôsteres e novos comerciais
O canal pago americano AMC divulgou quatro pôsteres de personagens e dois novos comerciais do primeiro episódio de 2020 de “The Walking Dead”. As prévias mostram o avanço da horda numerosa de zumbis comandada por Alpha (Samantha Morton), que cercam e atacam Alexandria no vídeo mais longo. Intitulado “Squeaze”, o capítulo que abre a segunda metade da 10ª temporada será transmitido em 23 de fevereiro, após hiato de três meses. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Brooklyn Nine-Nine: Trailer da 7ª temporada homenageia Esquadrão Classe A
A rede NBC divulgou um novo trailer da 7ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine”, que repete a estética retrô da primeira prévia. Desta vez, o vídeo mostra Jake Peralta (Andy Samberg) e seus colegas numa montagem que homenageia a série clássica “Esquadrão Classe A” (The A Team), grande sucesso televisivo dos anos 1980. Compare abaixo o trailer da comédia policial com a abertura de série de ação estrelada por George Peppard e Mr. T. Os novos episódios estreiam nesta quinta (6/2) na TV americana e a atração já se encontra renovada para sua 8ª temporada. No Brasil, a série é transmitida pelo canal TNT Series.
Aubrey Plaza e Bill Murray parodiam O Farol em comercial dos Independent Spirit Awards
O Film Independent Spirit Awards 2020 divulgou um teaser de sua premiação, que traz Bill Murray (“Encontros e Desencontros”) e Aubrey Plaza (“Legion”) em uma paródia de “O Farol”. A atriz é a apresentadora oficial da cerimônia, que será realizada no sábado (8/2) em Santa Monica, nos EUA, um dia antes do Oscar. A premiação, criada em 1985, celebra anualmente os melhores filmes independentes dos EUA. Mas nunca antes sua seleção esteve tão diferente da relação dos indicados ao Oscar quanto em 2020. Se no passado recente os vencedores do Spirit e do Oscar chegavam até a coincidir (“O Artista”, “12 Anos de Escravidão”, “Birdman”, “Spotlight” e “Moonlight”), neste ano apenas um longa indicado à Melhor Filme independente foi selecionado para os troféus da Academia. Os candidatos ao troféu principal são “A Hidden Life”, “Clemency”, “A Despedida” (The Farewell), “História de um Casamento” e “Joias Brutas” (Unuct Gems). Outros filmes com destaque na premiação são “O Farol”, “Honey Boy”, “As Golpistas”, “The Mustang”, “Luce” e “Judy”. Além disso, o brasileiro “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, concorre como Melhor Filme Internacional. Veja aqui a lista completa dos indicados.
Castlevania: 3ª temporada ganha pôster e data de estreia
A Netflix divulgou um pôster e a data de estreia da 3ª temporada do anime “Castlevania”, baseado na franquia clássica de games. Pelo Twitter, a plataforma informou que a série retorna em 5 de março. Não foram divulgados maiores detalhes sobre os novos episódios, apenas que terão “mais mistério, mortes, tumulto e vampiros do que nunca”. Escrita pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), a série animada segue a trama dos games, uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Na 2ª temporada ele contou com apoio do filho do vampiro, mas enfrentou um exército de criaturas das trevas sedentas. O elenco de vozes inclui Richard Armitage (de “O Hobbit”) como o protagonista Trevor Belmont, Graham McTavish (também de “O Hobbit”) como Drácula, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. O terceiro ano da adaptação da clássica franquia de videogames da Konami contará com 10 episódios. .@Castlevania is back on March 5th, and there’s more mystery, murder, mayhem, and vampires than ever. #Castlevania pic.twitter.com/9se4mRR2K8 — NX (@NXOnNetflix) February 4, 2020












