Warner libera filme Luta por Justiça para o público aprender sobre racismo estrutural
A Warner resolveu disponibilizar de graça nos EUA a versão digital de “Luta por Justiça”, filme de 2019 que aborda o preconceito racial do sistema de justiça do país. O objetivo é oferecer uma fonte de referência sobre o racismo estrutural americano, que tem gerado situações como o assassinato de George Floyd e motivado os protestos antirracistas dos últimos dias. No longa, Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) interpreta o advogado Bryan Stevenson que assume o caso de um homem negro (Jamie Foxx, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) condenado à morte por assassinato, apesar das evidências comprovarem sua inocência. Enquanto luta pela vida de seu cliente, ele enfrenta todo tipo de obstáculo racista e manobras legais do sistema para levar o inocente à morte, apenas por ser negro. A trama é baseada em fatos reais e tem direção do cineasta Destin Daniel Cretton (“O Castelo de Vidro”), que vai dirigir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” para a Marvel. O anúncio da liberação de “Luta por Justiça” foi feito nesta terça (2/6), no Twitter oficial do filme. “Acreditamos no poder da história. Nosso filme ‘Luta por Justiça’, baseado no trabalho da vida do advogado de direitos civis Bryan Stevenson, é um recurso que podemos humildemente oferecer a quem estiver interessado em aprender mais sobre o racismo sistêmico que atormenta nossa sociedade. Durante o mês de junho, o filme estará disponível gratuitamente em plataformas digitais de VOD nos EUA”, diz o texto. “Para participar ativamente da mudança que nosso país está buscando tão desesperadamente, encorajamos vocês a aprender mais sobre o nosso passado e as inúmeras injustiças que nos levaram aonde estamos hoje. Obrigado aos artistas, equipe e advogados que ajudaram a fazer esse filme acontecer. Assista com sua família, amigos e aliados”, completa. Não há informação sobre a extensão dessa iniciativa a outros países. No Brasil, “Luta por Justiça” ainda está sendo oferecido para locação digital por R$ 14,90 nos sites de VOD. Veja abaixo o trailer legendado do filme.
Mais atores negros de Glee sugerem que Lea Michele tinha atitudes preconceituosas
Depois que Samantha Marie Ware revelou ter sido maltratada por Lea Michele nos bastidores de “Glee”, outros atores negros da série se manifestaram, sugerindo que a estrela tinha atitudes preconceituosas. Tudo começou quando Lea Michele tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee”, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário da atriz teve ampla repercussão e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram imagens que sugeriam estímulo ao confronto. Veja abaixo. Até o momento, Michele não respondeu aos comentários no Twitter. LMAO REMEMBER WHEN YOU MADE MY FIRST TELEVISON GIG A LIVING HELL?!?! CAUSE ILL NEVER FORGET. I BELIEVE YOU TOLD EVERYONE THAT IF TOU HAD THE OPPORTUNITY YOU WOULD “SHIT IN MY WIG!” AMONGST OTHER TRAUMATIC MICROAGRESSIONS THAT MADE ME QUESTION A CAREER IN HOLLYWOOD… https://t.co/RkcaMBmtDA — SAMEYAAAAAA (@Sammie_Ware) June 2, 2020 GIRL YOU WOULDNT LET ME SIT AT THE TABLE WITH THE OTHER CAST MEMBERS CAUSE “I DIDNT BELONG THERE” FUCK YOU LEA https://t.co/s4NoLdtqRs — Dabier (@OfficialDabier) June 2, 2020 https://t.co/80ohlWM4Yd pic.twitter.com/tcfQyhgiGP — Alex Newell (@thealexnewell) June 2, 2020 pic.twitter.com/mgq6Vtcmgm — Amber Patrice Riley (@MsAmberPRiley) June 2, 2020
Harvey Weinstein quis mutilar Princesa Mononoke em briga que terminou com espada samurai
Antes de ser conhecido como um predador sexual condenado, o produtor Harvey Weinstein tinha outra fama negativa na indústria cinematográfica. Ele ganhou o apelido de “Harvey Mãos de Tesoura” por mutilar filmes estrangeiros para diminuir suas durações em lançamentos nos Estados Unidos. Essa mania rendeu uma briga famosa, bastante noticiada em 2013, contra o premiado diretor Bong Joon-ho (“Parasita”), que resultou no adiamento de um ano na estreia do filme “Expresso do Amanhã” nos EUA. Tentando impedir cortes, o cineasta viu seu filme ter distribuição protelada e ainda receber lançamento limitado, apesar de ser uma superprodução. Agora, Steve Alpert, ex-chefe da divisão internacional do Studio Ghibli, revelou que Weintein também ameaçou processar a produtora japonesa por causa da duração do clássico animado “Princesa Mononoke” (1997), do mestre Hayao Miyazaki. A informação veio à tona na biografia do executivo, “Sharing a House with the Never-Ending Man: 15 Years at Studio Ghibli”. Na época, Harvey Weinstein era o chefão da Miramax, produtora que negociou os direitos de distribuição do filme nos EUA. Mesmo após a desastrosa experiência com a primeira versão americana – e reeditada – de “Nausicaä do Vale do Vento”, Weinstein exigiu que “Princesa Mononoke” tivesse sua duração original de 135 minutos reduzida para 90. Após a recusa de Hayao Miyazaki, o produtor americano teria entrado em estado de cólera. “Se você não cortar a p**** do filme você nunca vai trabalhar nessa p**** de indústria de novo! Você tá me entendendo, c******? Nunca”. Mas Miyazaki manteve sua posição e se recusou a editar o filme, que chegou aos cinemas em sua duração completa. O confronto deu origem à lenda de que a resposta de Miyazaki ao chilique de Weinstein teria sido o envio de uma espada samurai com um bilhete escrito “sem cortes” grudado na lâmina. Miyazaki, por sinal, não só continuou trabalhando “nessa p**** de indústria” como seu filme seguinte foi distribuído diretamente pela Disney. E mais: “Viagem de Chihiro” (2001) simplesmente venceu o Oscar de Melhor Animação. Já Weinstein foi condenado a 23 anos de prisão por estupro e crimes sexuais em março passado, num primeiro de muitos julgamentos sobre os abusos sexuais em série que ele cometeu contra atrizes iniciantes. O homem que se achava todo-poderoso e que recebeu mais agradecimentos que Deus nos discursos do Oscar está atualmente sob custódia na prisão Wende Correctional Facility em Erie County, no estado de Nova York.
Filmagens dos próximos Missão: Impossível devem ser retomadas em setembro
As filmagens das sequências de “Missão: Impossível” devem recomeçar em setembro, apurou a revista Variety junto ao ator Simon Pegg e ao assistente de direção Tommy Gormley. A informação acompanha a publicação de diretrizes de saúde para a retomada de filmagens no Reino Unido, onde a equipe pretende reiniciar a produção. Pegg afirmou que as primeiras cenas a serem gravadas no retorno serão em locais abertos. Mais tarde, a produção retornará aos estúdios do Reino Unido, seguindo as novas normas de distanciamento social e higiene sanitária. Apesar das dificuldades, a equipe tentará encontrar uma forma de manter o nível de ação que o público espera da franquia. “Esse é o nosso desafio, não somos um filme pequeno. Fazemos espetáculo, e é isso que as pessoas esperam de nós”, disse Gormley. “Temos protocolos e revisamos todos os procedimentos com cuidado. Vamos colocar tudo em andamento novamente. Algumas coisas são mais desafiadoras, como as cenas de ação, com bastante figurantes etc, mas não podemos fazer um ‘Missão: Impossível’ sem lutas ou carros.” Para complicar, dois longas da franquia estão sendo filmados simultaneamente. A produção tinha recém-chegado na Itália quando o país se tornou o epicentro europeu do coronavírus. Com a paralisação das filmagens, o filme ainda perdeu um dos integrantes de seu elenco. O adiamento causou conflito de agenda com outro filme que Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”) pretendia filmar. Assim, Esai Morales, que viveu o vilão Exterminador na 2ª temporada de “Titãs”, foi contratado há duas semanas para seu lugar, como antagonista das continuações. Ambos os filmes foram escritos e serão dirigidos por Christopher McQuarrie, que retorna ao posto após o sucesso dos dois últimos filmes. Tom Cruise também retoma seu papel na franquia, como o agente Ethan Hunt, ao lado de outros integrantes da saga de espionagem, como Rebecca Ferguson e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust e Benji Dunn, e Vanessa Kirby, recentemente introduzida como Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Outro retorno confirmado é o de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Para completar, as novidades ainda incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”). Devido à paralisação das filmagens, as duas sequências receberam novas previsões de estreia da Paramount. “Missão: Impossível 7” ficou para 19 de novembro de 2021, e o filme seguinte, “Missão: Impossível 8”, foi remarcado para 4 de novembro de 2022.
J.J. Abrams se compromete a doar US$ 10 milhões para organizações antirracistas
O cineasta JJ Abrams (“Star Trek”, “Star Wars: A Ascensão Skywalker”) comprometeu-se a doar US$ 10 milhões para organizações antirracistas nos Estados Unidos, por meio de sua produtora Bad Robbot e da fundação que compartilha com sua esposa, Katie McGrath. A iniciativa foi anunciada pelo Instagram da Bad Robot e acompanhada por um texto que ressalta a importância de grandes empresas lutarem por uma sociedade mais igualitária. A doação é uma forma de Abrams se alinhar à onda de protestos contra a brutalidade policial que abate cidadãos negros nos Estados Unidos. O assassinato de George Floyd por asfixia, quando detido por policiais brancos na segunda passada (25/5), foi o estopim de manifestações antirracistas que explodiram por todo o país e, uma semana depois, não tem previsão para serem encerradas. Veja a seguir a íntegra do comunicado da Bad Robot. “Chega é chega. Chega de brutalidade policial. Chega de privilégios desmedidos. Chega de falar educadamente. Chega de conforto branco. Chega de oportunidades desiguais. Chega de esgotar nossos amigos e colegas. Chega de ser indiferente. Chega de ser não intencional. Chega de injustiça. Chega de mortes. CHEGA. Nós da Bad Robot somos gratos aos vários estudiosos, ativistas, organizadores e líderes lutando nas linhas de frente da mudança em nosso país sistemicamente injusto. É essa constelação de pensadores e feitores que têm o projeto para uma união mais perfeita, justa, igualitária e gentil. Nesses tempos de fragilidade, palavras importam, ouvir é crítico e investir é necessário. Os séculos que negligenciaram e abusaram de nossos irmãos e irmãs negros só podem ser tratados por um investimento escalável. Uma revisão maciça e ponderada sobre a política tributária, uma que efetivamente reconheça as necessidades de muitos nesse país, não só dos poucos, está muito atrasada. Filantropia corporativa e privada nunca pode alcançar o impacto necessário para tratar dessas desigualdades sistêmicas, mas como empresas e indivíduos capazes, devemos fazer o que pudermos até nossos líderes políticos tomarem a frente. Entre a Bad Robot e a fundação familiar Katie McGrath e JJ Abrams, nos comprometemos à um adicional de US$ 10 milhões pelos próximos 5 anos para organizações e esforços baseados nos ideais antirracistas que preenchem os vãos, elevam os pobres e constroem uma América justa para todos. Estamos honrados em anunciar que os primeiros US$ 200 mil investidos serão destinados às seguintes organizações: Black Futures Lab, Black Lives Matter LA, Community Coalition, Equal Justice Initiative e Know Your Rights Camp.” Ver essa foto no Instagram We at Bad Robot are grateful to the many scholars, activists, organizers and leaders fighting on the frontlines of change in our systemically unjust country. #blacklivesmatter To learn more about each organization go to link in bio. Uma publicação compartilhada por Bad Robot (@bad_robot) em 1 de Jun, 2020 às 4:02 PDT
Tenet ganha primeiro comercial e reforça que será lançado nos cinemas
A Warner divulgou o primeiro comercial oficial de 30 segundos de “Tenet”, o misterioso filme de ação de Christopher Nolan, que os próprios atores tiveram dificuldades para entender. Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” deveria estrear em 23 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. E apesar da proximidade da data e de todos os cinemas estarem fechados, devido à pandemia de covid-19, o vídeo reforça que o longa será lançado “nos cinemas”, sem dar maiores explicações. A prévia também volta a mostrar cenas com efeito “rewind”, acontecendo de trás pra frente, enquanto o protagonista (John David Washington, de “Infiltrado na Klan”) descobre que alguém “fabricou” uma ameaça terrorista global “no futuro” e ele deve usar um novo processo radical de reversão do tempo para impedir a 3ª Guerra Mundial. Ou, como “explica” a sinopse: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O elenco do filme também inclui Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”).
Perry Mason volta aos anos 1930 em novo trailer do reboot da HBO
A HBO divulgou um pôster e o novo trailer de “Perry Mason”, que traz o advogado mais famoso da ficção de volta à TV, com Matthew Rhys (vencedor do Emmy por “The Americans”) no papel-título. A prévia mostra Mason nos anos 1930 e antes de se tornar o tal advogado famoso, como detetive que investiga um sequestro sórdido envolvendo políticos e religiosos. O clima é totalmente noir. Com oito episódios, a série limitada recontextualiza Perry Mason em seus primeiros anos de atividade como investigador particular durante o pós-guerra em Los Angeles. O maior diferencial do reboot é justamente sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros -os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Com isso, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. Além de Rhys, o elenco destaca a vencedora do Emmy Tatiana Maslany (“Orphan Black”) e o vencedor do Emmy John Lithgow (“The Crown”), além de Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Dirigida e coproduzida pelo também vencedor do Emmy Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), “Perry Mason” será lançada em 21 de junho.
NOS4A2: Veja o trailer da 2ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “NOS4A2” (lê-se “Nosferatu”), que se passará oito anos após os eventos da 1º temporada. De acordo com a sinopse, Vic McQueen (Ashleigh Cummings) continua ainda mais determinada em destruir Charlie Manx (Zachary Quinto), enquanto Charlie, tendo enfrentado sua própria mortalidade, está em busca de vingança. Dessa vez, ele vai atrás da pessoa mais importante para a Vic – seu filho de oito anos, Wayne. A corrida pela alma do Wayne coloca ambos em rota de colisão. Baseada no livro de mesmo nome do autor Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”), a série acompanha a luta de Vic, uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx, um vilão aparentemente imortal, que se alimenta de almas de crianças e depois joga o que sobrou delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. O elenco também inclui Olafur Darri Olafsson (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Virginia Kull (“Sneaky Pete”) e Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”). A adaptação é assinada pela produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e também é transmitida no Brasil pelo canal pago AMC. A estreia da 2ª temporada está marcada para 21 de junho.
I May Destroy You: Veja o trailer da nova série britânica da HBO
A HBO divulgou o pôster e o trailer da nova série britânica “I May Destroy You”. A provocativa série de meia hora traz sua criadora, a atriz Michaela Coel (criadora e estrela da aclamada série de comédia “Chewing Gum”), como uma escritora feminista em ascensão e segura de si que tenta reconstruir sua memória fragmentada depois de uma noite bebendo com os amigos. As coisas tomam um rumo dramático quando ela percebeu que alguém pode ter batizado sua bebida com uma droga de estupro. Em busca de saber se foi agredida sexualmente naquela noite, ela assume que, para entender os fatos, precisa reconstruir todos os elementos de sua vida. O piloto tem direção de Sam Miller, que já foi indicado ao Emmy por “Luther”, e o elenco também inclui Ann Akin (“Trigonometry”), Lewis Reeves (“Unforgotten”), Franc Ashman (“Na Companhia de Estranhos”) e Layo-Christina Akinlude (“The End of the F***ing World”). “I May Destroy You” tem estreia marcada para 7 de junho na HBO americana.
Atriz de Glee acusa Lea Michele de atormentá-la durante gravações da série
A atriz Samantha Marie Ware acusou sua ex-colega Lea Michele de tê-la atormentado durante as gravações de “Glee”, tornando sua estreia na TV um “inferno” devido a “microagressões traumáticas”. Ware ligou a declaração ao racismo, ao comentar um tuíte de Michele com a hashtag #BlackLivesMatter. Michele tuitou sobre a morte de George Floyd, sufocado por policiais brancos, durante o fim de semana. E Ware replicou ao post, ironizando a declaração (“LMAO”) e revelando que a estrela de “Glee” ameaçou “defecar” na peruca afro, que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. Ware participou de 11 episódios da 6ª temporada de “Glee”, no papel recorrente de Jane Hayward. Depois da estreia na série, ela seguiu carreira, estrelando “Margot vs. Lily” no YouTube e “Dilema” (What/If) na Netflix, e acaba de entrar em “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) da DC Universe/HBO Max. Já Michele protagonizou todas as seis temporadas de “Glee” e depois fez “Scream Queens” na rede Fox e “The Mayor” na ABC. Os representantes de Ware e Michele não retornaram imediatamente pedidos de comentários da imprensa sobre as declarações. LMAO REMEMBER WHEN YOU MADE MY FIRST TELEVISON GIG A LIVING HELL?!?! CAUSE ILL NEVER FORGET. I BELIEVE YOU TOLD EVERYONE THAT IF TOU HAD THE OPPORTUNITY YOU WOULD “SHIT IN MY WIG!” AMONGST OTHER TRAUMATIC MICROAGRESSIONS THAT MADE ME QUESTION A CAREER IN HOLLYWOOD… https://t.co/RkcaMBmtDA — SAMEYAAAAAA (@Sammie_Ware) June 2, 2020
Estado Zero: Veja trailer e fotos da série australiana criada e estrelada por Cate Blanchett
A Netflix começou a divulgação da série australiana “Estado Zero” (Stateless), criada, produzida e estrelada pela atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A promoção inclui a tradução nacional e as primeiras imagens liberadas pela plataforma. Originalmente exibida em março pela emissora australiana ABC, a série foi adquirida pela Netflix para exibição mundial em streaming, com estreia prevista para o dia 8 de julho. A trama quatro pessoas que se veem envolvidas ao terem suas vidas afetadas pelo serviço de imigração. Os personagens centrais são uma aeromoça em fuga de uma seita, um refugiado afegão buscando uma nova vida com sua família, um jovem pai de três filhos que lutam para sobreviver e um burocrata preso entre ambições profissionais e um escândalo nacional. Cada um deles enfrentam questões de proteção e controle de fronteiras de uma maneira diferente, e todos acabam se cruzando em um centro de detenção de imigrantes no meio do deserto. Além de Blanchett, o elenco conta com Yvonne Strahovski (“The Handmaid’s Tale”), Dominic West (“The Affair”), Jai Courtney (“Esquadrão Suicida”), Asher Keddie (“Em Prantos”), Fayssal Bazzi (“6 Dias”) e Marta Dusseldorp (“A Place to Call Home”). Blanchett criou a série em parceria com os roteiristas Tony Ayres (criador da atração sci-fi “Glitch”, também disponível na Netflix) e Elise McCredie (criadora de “Jack Irish”), e a direção dos episódios é dividida por Emma Freeman (“Glitch”) e a cineasta Jocelyn Moorhouse (“A Vingança Está na Moda”). Além das imagens da Netflix, veja abaixo também o trailer australiano da atração, que já terminou de ser exibida pela rede ABC, arrancando elogios rasgados da imprensa do país – 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Batman e Animais Fantásticos 3 poderão retomar filmagens em julho
Depois da Nova Zelândia, país mais bem-sucedido no combate ao coronavírus, permitir a retomada das filmagens das sequências de “Avatar”, o Reino Unido também estaria planejando liberar as atividades cinematográficas no país. Segundo o jornal The Guardian, o governo britânico aprovou o retorno das filmagens de longas como “The Batman” e “Animais Fantásticos 3”, após desenvolver um guia de segurança para prevenir a contaminação por covid-19 nos sets de produção. Mas o retorno não aconteceria de imediato. O planejamento é para julho. As diretrizes de higiene e segurança, criadas pela British Film Commission e o British Film Institute, incluem regras sobre distanciamento social, treinamento de segurança e testes consecutivos. O documento foi aprovado pelo Departamento de Cultura, Mídia e Esportes e pelo Comitê de Saúde e Segurança Pública do Reino Unido, e as produções interessadas em retomar suas filmagens precisarão seguir as determinações do guia. Segundo apurou o Guardian, a Warner pretende colocar as produções de “The Batman” e “Animais Fantásticos 3” de volta à ativa o mais rápido possível. Outros títulos que devem ser filmados no Reino Unido incluem o remake live-action de “A Pequena Sereia”, da Disney, e a 2ª temporada da série “The Witcher”, da Netflix.
Canais da ViacomCBS exibem tela preta em luto contra o racismo nos EUA
O conglomerado ViacomCBS realizou um tributo a George Floyd, assassinado por um policial branco na segunda-feira passada (25/5), e contra o racismo nos EUA. Os canais que fazem parte do conglomerado deixaram a tela preta com a exibição de um texto com a duração de 8 minutos e 46 segundos, o tempo que levou para Floyd sufocar com o joelho do policial branco sobre seu pescoço, enquanto ele repetia que não conseguia respirar, até morrer. Em um memorando interno, o presidente de marcas de entretenimento e juventude da ViacomCBS, Chris McCarthy, anunciou que todas as marcas e plataformas de entretenimento da empresa divulgariam o vídeo às 17h desta segunda-feira (1/6), que marca o horário em que George Floyd foi morto há exatamente uma semana. O momento não servirá apenas como um tributo a Floyd, mas como um tributo a todos aqueles que foram vítimas de racismo no país. Os canais que ficarão de luto incluem BET, CBS Sports, MTV, VH1, CMT, Logo Media, Comedy Central, Paramount Network, Smithsonian Channel, TV Land e Nickelodeon. Voltada ao público infantil, a Nickelodeon também exibiu o vídeo, precedido por outro com a Declaração dos Direitos da Criança, que a rede montou pela primeira vez em 7 de junho de 1990. A exibição começa com a declaração “Nickelodeon está saindo do ar por 8 minutos e 46 segundos em apoio à justiça, igualdade e direitos iguais”. A iniciativa se junta a manifestações da Netflix, Amazon, HBO, Warner, YouTube e até a Disney e suas inúmeras subdivisões, que juntaram suas indignações aos protestos antirracistas que se espalham pelos EUA desde o assassinato à sangue frio de George Floyd. Veja abaixo o vídeo de luto exibido pela ViacomCBS.












