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Filme

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Filme

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Série

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Série

BBC compra Vermelho Sangue e levará série brasileira à TV britânica

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11 de outubro de 2026
  • Etc,  Série

    Conteúdo original lidera audiência da HBO Max

    3 de junho de 2020 /

    Uma pesquisa de audiência revelou que as séries originais são o conteúdo mais assistido da nova plataforma HBO Max. O streaming da WarnerMedia foi lançado na quarta passada (2/5) nos EUA, com ênfase no catálogo de filmes e séries clássicas disponíveis para seus assinantes, tanto que “Friends”, “Game of Thrones” e filmes de super-heróis da DC Comics tiveram destaque no material de divulgação. Entretanto, os três conteúdos mais assistidos, segundo apurou a consultoria Parrot Analytics – a pedido da Bloomberg – , foram as poucas séries originais disponibilizadas no lançamento. O título mais procurado na primeira semana foi “Looney Tunes Cartoons”, nova série animada com os personagens da Turma do Pernalonga. Outro título infantil inédito ocupou a segunda posição: o “The Not-Too-Late Show with Elmo”, talk show apresentado por Elmo, personagem da “Vila Sésamo”. A comédia romântica “Love Life”, com Anna Kendrick, completou o pódio. Trata-se da primeira e até agora única série live-action original da plataforma. A pesquisa da Parrot Analyctics constatou que “Looney Tunes Cartoons” foi um verdadeiro sucesso, superando a suposta audiência dos maiores hits da Apple TV+ (“See”, com Jason Momoa) e do Quibi (“Chrissy’s Court”) na época dos seus lançamentos. Com o tempo, a Apple TV+ encontrou hits maiores de audiência, como “Dickinson” e “Em Defesa de Jacob”. O detalhe é que o sucesso inicial de Pernalonga, Patolino e Frajola passou longe da demanda gigante por “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, na época do lançamento da Disney+ (Disney Plus), no ano passado. Conteúdo original sempre foi a fórmula da Netflix para se diferenciar no mercado, inclusive na época em que era a única plataforma de streaming disponível. A HBO até encomendou muitas atrações, mas a pandemia de coronavírus suspendeu as gravações e atrapalhou os planos dos executivos da WarnerMedia. Diversos programas originais foram anunciadas nos últimos meses, incluindo novas séries de super-heróis, como “Lanterna Verde” (Green Lantern) e “Liga da Justiça Sombria” (Justice League Dark), um derivado de “O Iluminado”, uma produção sci-fi de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), “Dune: The Sisterhood”, que é derivada do universo sci-fi de “Duna”, uma série animada dos “Gremlins”, um revival de “Gossip Girl” e até um especial de reencontro do elenco de “Friends”, entre vários títulos mais, que não puderam começar a ser produzidos. Muitos outros ainda estão sendo anunciados, como a versão da “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder, oficializada há poucos dias. Ainda não há previsão para o lançamento do serviço no Brasil.

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  • Etc

    Paulo Gustavo cede seu Instagram para Djamila Ribeiro debater questões raciais do Brasil

    3 de junho de 2020 /

    O ator Paulo Gustavo anunciou que vai ceder o seu Instagram para a escritora Djamila Ribeiro durante todo o mês de junho. O objetivo do humorista é levar a seus 13,5 milhões de seguidores um debate sobre questões raciais. Djamila Ribeiro é mestra em Filosofia Política e tornou-se conhecida por seu ativismo na internet. Entre as inúmeras realizações de sua carreira, atuou como secretária-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo, recebeu o Prêmio Cidadão SP em Direitos Humanos em 2016, foi escolhida como “Personalidade do Amanhã” pelo governo francês em 2019 e está entre as 100 pessoas mais influentes do mundo abaixo de 40 anos, segundo a ONU. Atualmente, é colunista do jornal Folha de S. Paulo. “Gente, diante dessa realidade tão brutal, no mês de junho, meu Instagram será totalmente dedicado a abordar as questões raciais no Brasil! Portanto, resolvi ceder minha conta do Instagram a escritora e ativista Djamila Ribeiro, que vai trazer conteúdos muito importantes para todos nós!”, escreveu Gustavo no Instagram, ao lado de uma foto de Djamila. “Me sinto na obrigação de ajudar e o meu melhor posicionamento será de escutar e aprender!”, ele acrescentou. “Vamos visibilizar as vozes que sempre falaram, mas não foram ouvidas! Vamos aprender juntos? Essa é uma luta de todas e todos! Conhecer e entender o racismo no país é nossa responsabilidade política!”, continuou o artista. Para concluir, ele elogiou a escritora. “Já li livros e artigos dela e acho ela uma gênia! Estarei acompanhando essas aulas e voltamos a nos encontrar em julho! Obrigado Rainha Djamila, por topar entrar na minha conta e trazer histórias e conhecimentos que vão tocar e transformar milhares de pessoas”. Mais tarde, em novo post, ele afirmou ter ficado “comovido” com a repercussão positiva da iniciativa. “Isso pra mim mostra o quanto as pessoas querem ações. Precisamos sim entender o nosso lugar e visibilizar vozes importantes na luta pela igualdade racial”, escreveu. E lançou uma campanha para outros artistas famosos fazerem o mesmo. “Gostaria de convidar meus colegas e minhas colegas artistas famosas com milhões de seguidores para cederem suas contas no Instagram e abrirem alas para as vozes que estão muito tempo silenciadas. É hora do Brasil falar, mas também é hora do Brasil ouvir. Convide uma ativista, uma amiga, uma pessoa comprometida com a causa racial para ocupar seu Instagram! Tem muitas vozes incríveis que precisam ser amplificadas!”, exaltou. Ver essa foto no Instagram Gente, diante dessa realidade tão brutal, no mês de junho, meu instagram será totalmente dedicado a abordar as questão raciais no Brasil! Portanto, resolvi ceder minha conta do instagram a escritora e ativista Djamila Ribeiro, que vai trazer conteúdos muito importantes pra todos nós! Me sinto na obrigação de ajudar e o meu melhor posicionamento será de escutar e aprender! Vamos visibilizar as vozes que sempre falaram, mas não foram ouvidas! Vamos aprender juntos? Essa é uma luta de todas e todos! Conhecer e entender o racismo no país é nossa responsabilidade política! Ja li livros e artigos dela e acho ela uma genia! Estarei acompanhando essas aulas e voltamos a nos encontrar em julho! Obrigado Rainha Djamila, por topar entrar na minha conta e trazer histórias e conhecimentos que vão tocar e transformar milhares de pessoas. ❤️ @djamilaribeiro1 Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em 2 de Jun, 2020 às 5:25 PDT Ver essa foto no Instagram Gente, acordei muito comovido com a repercussão positiva em ter cedido meu Instagram para Djamila Ribeiro. Isso pra mim mostra o quanto as pessoas querem ações. Precisamos sim entender o nosso lugar e visibilizar vozes importantes na luta pela igualdade racial. Por isso, eu gostaria de convidar meus colegas e minhas colegas artistas famosas com milhões de seguidores para cederem suas contas no instagram e abrirem ala para as vozes que estão muito tempo silenciadas. É hora do Brasil falar, mas também é hora do Brasil ouvir. Convide uma ativista, uma amiga, uma pessoa comprometida com a causa racial para ocupar seu Instagram! Tem muitas vozes incríveis que precisam ser amplificadas! Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em 3 de Jun, 2020 às 1:03 PDT

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  • Etc

    Jaime King é presa durante protesto em Los Angeles

    3 de junho de 2020 /

    A atriz Jaime King foi presa na terça (2/6) durante um protesto em Los Angeles, nos Estados Unidos. No Twitter, a estrela das séries “Hart of Dixie” e “Black Summer” condenou a ação da polícia, afirmando que a manifestação pela morte de George Floyd era pacífica. “Estou escrevendo algemada na parte de trás do ônibus (da polícia). Todos estavam pacíficos. Jaime e o resto das minhas irmãs neste ônibus, indo para a 77ª delegacia”, ela escreveu em seu Twitter. Depois de um tempo, ela fez atualizações sobe o ocorrido. “Estou no ônibus há mais de quatro horas. Ele nos levou da 77ª delegacia para San Pedro. Mulheres sem acesso a remédios vitais, banheiros, sangrando pelas calças. Eles estão rindo de nós. #BlackLivesMattter”, escreveu. No fim do dia, ela apagou todos os tuítes. Mas eles foram copiados e preservados, podendo ser vistos abaixo. Além da atriz de 41 anos, Cole Sprouse, intérprete de Jughead na série “Riverdale”, também revelou ter sido preso ao protestar pela morte de George Floyd e contra o racismo estrutural dos EUA.

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  • Filme

    Festival de Cannes revela seleção oficial com filme brasileiro sobre racismo

    3 de junho de 2020 /

    A organização do Festival de Cannes divulgou nesta quarta (3/6) uma lista com 56 filmes de sua seleção oficial. Mesmo cancelado, devido ao coronavírus, o festival resolver criar um “selo de aprovação” para os títulos selecionados, para deixar claro seu apoio às obras. Alguns desses longas competirão em setembro no Festival de San Sebastian, na Espanha, que fechou uma parceria com o evento francês, e também serão exibidos em vários outros festivais ao redor do mundo. Os 56 títulos incluem longas que seriam exibidos em mostras paralelas e fora de competição em Cannes. Eles foram reunidos em uma única lista com os filmes que disputariam a Palma de Ouro. Desta relação, 16 filmes, ou 28,5% do total, foram dirigidos por mulheres, em comparação com 14 títulos (23,7%) do ano passado. A seleção oficial incluiu filmes dos EUA, Coréia do Sul, Japão e Reino Unido, mas também de territórios raramente representados em Cannes, como Bulgária, Geórgia, Congo. Mas o cinema francês, sempre destacado em Cannes, seria particularmente forte este ano, com 21 títulos na escalação oficial, em comparação com os 13 do ano passado e os 10 de 2018. O Brasil é representado por “Casa de Antiguidades”, primeiro longa de João Paulo Miranda Maria estrelado pelo veterano Antônio Pitanga (“Ganga Zumba”, “Rio Babilônia”, “Irmãos Freitas”), que retrata a vida de um operário negro em uma cidade fictícia de colonização austríaca no Brasil. A trama trata de questões como o racismo e a polarização política durante a eleição de 2018, que resultou na vitória do pior candidato. Parte do longa foi gravado em Treze Tílias, cidade catarinense que deu forte apoio ao presidente eleito. Entre os americanos, os destaques são para “The French Dispatch”, nova obra de Wes Anderson que (como sempre) reúne um elenco estrelado – Timothée Chalamet, Saoirse Ronan, Tilda Swinton, Edward Norton, Christoph Waltz, Bill Murray, etc – e “Soul”, animação da Pixar dirigida por Pete Docter (“Divertida Mente”) que seria exibida fora de competição. Outro título de grande apelo comercial, o sul-coreano “Invasão Zumbi 2” (Peninsula), de Yeon Sang-ho, deveria se tornar o principal título da Sessão da Meia-Noite do festival francês. Já o público infantil teria também uma première do Studio Ghibli, “Aya and the Witch” (Aya To Majo), de Goro Miyazaki. Além destes, novos filmes de diretores aclamados, como Steve McQueen (listado à frente dois títulos!), François Ozon, Naomi Kawase, Maïwenn e Thomas Vinterberg, também aparecem na relação, assim como “Falling”, estreia do ator Viggo Mortensen (“O Senhor dos Anéis”) na direção. Com o longa de Mortensen e João Paulo Miranda Maria, a seleção soma 15 (26,7%) filmes de diretores estreantes, apontando rumos para o cinema mundial. Confira abaixo a seleção completa. “The French Dispatch”, de Wes Anderson (EUA) “Soul”, de Pete Docter (EUA) “Summer 85”, de Francois Ozon (França) “Asa Ga Kuru”, de Naomi Kawase (Japão) “Lover’s Rock”, de Steve McQueen (Reino Unido) “Mangrove”, de Steve McQueen (Reino Unido) “Druk”, de Thomas Vinterberg (Dinamarca) “DNA”, de Maïwenn (Algéria/França) “Falling”, de Viggo Mortensen (EUA) “Ammonite”, de Francis Lee (Reino Unido) “Sweat”, de Magnus von Horn (Suécia) “Nadia, Butterfly”, de Pascal Plante (Canadá) “Limbo”, de Ben Sharrock (Reino Unido) “Invasão Zumbi 2” (Peninsula), de Sang-ho Yeon (Coreia do Sul) “Broken Keys”, de Jimmy Keyrouz (Líbano) “Truffle Hunters”, de Gregory Kershaw & Michael Dweck (EUA) “Aya and the Witch” (Aya To Majo), de Goro Miyazaki (Japão) “Heaven: To the Land of Happiness”, de Im Sang-soo (Coreia do Sul) “Last Words”, de Jonathan Nossiter (EUA) “Des Hommes”, de Lucas Belvaux (Bélgica) “Passion Simple”, de Danielle Arbid (Líbano) “A Good Man”, de Marie-Castille Mention-Schaar (França) “The Things We Say, The Things We Do”, de Emmanuel Mouret (França) “John and the Hole”, de Pascual Sisto (EUA) “Here We Are”, de Nir Bergman (Israel) “Rouge”, de Farid Bentoumi (França) “Teddy”, de Ludovic e Zoran Boukherma (França) “Une Medicine De Nuit”, de Elie Wajeman (França) “Enfant Terrible”, de Oskar Roehler (França) “Pleasure” de Ninja Thyberg (Suécia) “Slalom”, de Charléne Flavier (França) “Casa de Antiguidades”, de João Paulo Miranda (Brasil) “Ibrahim”, de Samuel Gueismi (França) “Gagarine”, de Fanny Liatard & Jérémy Trouilh (Geórgia) “16 Printemps”, de Suzanne Lindon (França) “Vaurien”, de Peter Dourountzis (França) “Garçon Chiffon”, de Nicolas Maury (França) “Si Le Vent Tombe”, de Nora Martirosyan (Armênia) “On the Route for the Billion”, de Dieudo Hamadi (Congo) “9 Days at Raqqa”, de Xavier de Lauzanne (França) “Antoinette in the Cévènnes”, de Caroline Vignal (França) “Les Deux Alfred”, de Bruno Podalydès (França) “Un Triomphe”, de Emmanuel Courcol (França) “Les Discours”, de Laurent Tirard (França) “L’Origine du Monde”, de Laurent Lafitte (França) “Flee”, de Jonas Poher Rasmussen (Dinamarca) “Septet: The Story of Hong Kong”, de Ann Hui, Johnnie To, Hark Tsui, Sammo Hung, Woo-Ping Yuen & Patrick Tam (Hong Kong) “El Olvido Que Seremos”, de Fernando Trueba (Espanha) “In the Dust”, de Sharunas Bartas (Lituânia) “The Real Thing”, de Kôji Fukada (Japão) “Souad”, de Ayten Amin (Egito) “February”, de Kamen Kalev (Bulgária) “Beginning”, de Déa Kulumbegashvili (Grécia) “Striding Into the Wind”, de Shujun Wei (China) “The Death of Cinema and My Father Too”, de Dani Rosenberg (Israel) “Josep”, de Aurel (França)

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  • Etc,  Filme,  TV

    Maria Alice Vergueiro (1935 – 2020)

    3 de junho de 2020 /

    A atriz, professora e diretora Maria Alice Vergueiro morreu nesta quarta (3/6) em São Paulo, aos 85 anos, após ser internada no Hospital das Clínicas, há uma semana, com forte insuficiência respiratória, um quadro de pneumonia e suspeita de covid-19. Considerada uma das grandes damas do teatro moderno e da contracultura brasileira, Vergueiro estrelou mais de 60 peças, filmes e produções televisivas. Além de seu trabalho em clássicos do palco brasileiro, do Teatro de Arena, sob a direção de Augusto Boal, passando pelo Oficina, de José Celso Martinez Corrêa, e até o Teatro do Ornitorrinco, do qual foi uma das fundadoras, ela ficou conhecida por viralizar num dos primeiros vídeos disseminados pela internet no Brasil, o célebre “Tapa na Pantera”, de 2006, no qual interpretava uma senhora maconheira. Feito por três estudantes de cinema — um deles, Esmir Filho, lançou-se cineasta com “Os Famosos e Os Duendes da Morte”, vencedor do Festival do Rio de 2009 – “Tapa na Pantera” foi parar no YouTube sem querer, sem a permissão dos autores, e se tornou o primeiro fenômeno brasileiro viral. Ela também participou de filmes emblemáticos do cinema nacional, dentre eles três longas de Sergio Bianchi, “Maldita Coincidência” (1979), “Romance” (1988) e “Cronicamente Inviável” (2000). Estrelou ainda a adaptação de “O Rei da Vela” (1983), clássico teatral dirigido por José Celso, além de “O Corpo” (1991) de José Antonio Garcia, “Perfume de Gardênia” (1992), de Guilherme de Almeida Prado, “A Grande Noitada” (1997) de Denoy de Oliveira, “Quanto Dura o Amor?” (2009) de Roberto Moreira, e “Topografia de Um Desnudo” (2009) de Teresa Aguiar. Maria Alice fez até novelas. Em 1987, ela interpretou Lucrécia, em “Sassaricando”. Em 2003, a atriz descobriu que sofria de Parkinson, uma doença degenerativa do sistema nervoso central. Mas não parou de atuar. Seu último trabalho na televisão foi em 2016, quando interpretou uma síndica maconheira em “Condomínio Jaqueline”, e seu último filme foi o o recente “Vergel” (2017) de Kris Niklison. Em 2018, ela ainda se tornou tema de documentário – “Górgona”, que fez um apanhado de sua vida e obra.

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  • Filme

    Nova adaptação do mangá clássico Lupin III estreia em VOD no Brasil

    3 de junho de 2020 /

    A Sato Company mudou os planos de lançamento da animação “Lupin III, O Primeiro”, devido à pandemia de covid-19. Originalmente previsto para os cinemas, o filme chega nesta quarta (3/6) diretamente nas plataformas digitais para aluguel e venda – já disponível no Now, Vivo Play, SKY Play e Looke e em seguida no iTunes, Microsoft Store, YouTube Filmes e Google Play. Trata-se da primeira animação feita em computação gráfica com o clássico personagem dos quadrinhos japoneses. Criado por Monkey Punch (pseudônimo de Kato Kazuhiko) em 1967, o mangá clássico seguia as façanhas e aventuras incríveis de Arsène Lupin III, neto de Arsène Lupin, o mais famoso ladrão da literatura francesa. Para fazer jus ao legado da família, Lupin III viaja o mundo roubando objetos de valor inestimável. Mais que isto, ele anuncia suas intenções através de telefonemas antes de realizar os assaltos, apenas para provocar a polícia. Apesar da ousadia, Lupin não está sozinho nessa empreitada. Junto com ele, agem o exímio atirador e braço direito Daisuke Jigen e o mestre espadachim Goemon Ishikawa XIII, além da femme fatale Fujiko Mine, uma eterna rival e interesse romântico do ladrão, que às vezes é aliada, mas geralmente só quer passar a perna em Lupin. Todos eles ainda são perseguidos pelo inspetor Koichi Zenigata, que tem como missão de vida pegar a quadrilha. A popularidade de Lupin III já rendeu várias adaptações, inclusive dois filmes live-action – em 1974 e outro mais recente, de 2014. Mas o personagem é mais conhecido pela série anime de 1971, que durou 23 episódios, 15 deles dirigidos por ninguém menos que Hayao Miyazaki, vencedor do Oscar de Melhor Animação por “A Viagem de Chihiro” (2001). A estreia de Miyazaki no cinema foi justamente dirigindo o primeiro longa animado de Lupin III, “O Castelo de Cagliostro” (1979). A nova animação não inova na trama, contando com a mesma configuração de personagens dos mangás e animes originais, desta vez em busca de um lendário Diário de Bresson. Segundo uma lenda, quem desvendar os segredos do Diário poderá adquirir imensa fortuna. Este teria sido o único tesouro que Arsène Lupin, o avô, não conseguiu adquirir durante sua vida, tendo sido procurado até pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial. A direção é de Takashi Yamazaki, que comandou a versão live-action do anime clássico “Patrulha Estelar”, lançada em 2010. Veja abaixo o trailer nacional de “Lupin III, O Primeiro”, produzido quando o plano ainda previa estreia nos cinemas.

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  • Etc

    Lea Michele perde contrato publicitário após denúncias de racismo de ex-colegas de Glee

    3 de junho de 2020 /

    A empresa HelloFresh, que fabrica kit de refeições, dispensou os serviços de Lea Michele como garota-propaganda depois que sua ex-colega de “Glee”, Samantha Ware, disse que ela tornou sua vida um “inferno” durante as gravações. A declaração foi seguida por outras manifestações de atores negros da série, sugerindo racismo da parte da atriz. “O HelloFresh não tolera racismo nem discriminação de qualquer tipo. Estamos descontentes e desapontados ao saber das recentes alegações relativas a Lea Michele”, postou a empresa no Twitter, respondendo a um seguidor que questionou os serviços da atriz na terça-feira (2/6). “Levamos isso muito a sério e encerramos nossa parceria com Lea Michele, com efeito imediato.” Desde o começo da polêmica, nem a atriz nem seus representantes atenderam pedidos para comentarem as acusações. Tudo começou quando a intérprete de Rachel Berry tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee” como Jane Hayward, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário teve ampla repercussão e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram imagens que sugeriam saber de podres desse confronto.

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  • Etc,  Série

    Elenco e criador de Brooklyn Nine-Nine apoiam protestos contra racismo estrutural com doação para fianças

    2 de junho de 2020 /

    O elenco e o co-criador da série de comédia policial “Brooklyn Nine-Nine” compartilharam na terça-feira (2/6) seu apoio aos protestos contra a brutalidade policial nos EUA, além de fazer uma doação de US$ 100 mil para a National Bail Fund Network (Rede Nacional de Fundos de Fiança), dedicada a pagar fianças para presos no país. “Nós encorajamos você a procurar seu fundo de fiança local: a National Bail Fund Network é uma organização que pode levá-lo a eles. #Blacklivesmatter”, diz o texto compartilhado pelo produtor Dan Goor e todos os integrantes do elenco da série no Twitter. A doação de “Brooklyn Nine-Nine” se junta a outras ações sociais de Hollywood, numa condenação coletiva do racismo estrutural que resultou no assassinato de George Floyd por policiais brancos em 25 de maio. Várias celebridades, séries, estúdios e organizações de artistas têm se manifestado sobre as morte de Floyd, bem como contra os abusos constantes e a impunidade da polícia americana ao violar direitos dos cidadãos negros. Além da doação do elenco, a estrela de “Brooklyn Nine-Nine” Stephanie Beatriz também doou US$ 11 mil por conta própria ao Community Justice Exchange, para apoiar os protestos do movimento Black Lives Matter. Sua doação seguiu a de Griffin Newman, da série “Blue Blood”, que observou em um post a importância de atores que interpretam policiais na tela doarem para organizações que lutem contra a violência policial e por mais justiça social na vida real. #JusticeForGeorgeFloyd https://t.co/mwCLtdpW0p pic.twitter.com/Z8HRCTvZD3 — Dan Goor (@djgoor) June 3, 2020

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  • Série

    Batwoman terá nova personagem principal após saída de Ruby Rose

    2 de junho de 2020 /

    Os produtores de “Batwoman” encontraram uma solução radical para substituir Ruby Rose. Em vez de trocar a intérprete de Kate Kane, a Batwoman, a série vai ter uma nova personagem principal. Depois que Rose anunciou que não voltaria para a 2ª temporada, os produtores tiveram várias discussões e chegaram à conclusão que o melhor seria criar uma nova personagem para o papel de Batwoman, em vez de apenas trocar a atriz e manter Kate Kane, que é a identidade original da heroína nos quadrinhos. A mudança veio à tona por meio de um aviso de testes para a nova personagem, cuja cópia foi postada no Reddit e confirmada por diversos sites americanos. De acordo com o anúncio, a nova personagem vai se chamar “Ryan Wilder” e seria mais jovem que Kate. Ela é descrita como uma mulher de 20 e poucos anos que “está prestes a se tornar a Batwoman”. Não está claro se Ryan Wilder é um personagem recém-criado ou um código para designar outra personagem existente da DC, mas a 2ª temporada da série da CW mostrará como ela se torna a Batwoman. Curiosamente, a identidade de Batowoman foi assumida por apenas uma personagem ao longo nas publicações da DC, enquanto Batgirl já foi seis personagens diferentes. A primeira delas, ainda chamada de “Bat-Girl”, era sobrinha de Kate Kane. O detalhe é que seu nome real, Betty/Bette Kane, é muito parecido com o escolhido pelos produtores da série para nomear a irmã gêmea de Kate, Beth Kane, mais conhecida como a vilã Alice. O nome Ryan Wilder, por outro lado, parece mais uma homenagem ao filme “Van Wilder” (2002), estrelado por Ryan Reynolds – lançado no Brasil como “O Dono da Festa”. Segundo o aviso de testes, a nova personagem “é simpática, bagunçada, um pouco pateta e indomada. Ela também não é nada como Kate Kane, a mulher que usava o traje de batalha antes dela”. A descrição acrescenta que Ryan é ex-traficante de drogas, mas está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada. Como sua antecessora, Ryan é lésbica, e o aviso pede que atrizes LGBTQIA+ se inscrevam para o papel. Quando Ruby Rose anunciou sua saída da série, a WBTV (Warner Bros. TV), que produz a atração, e a rede The CW, que a exibe, disseram em comunicado conjunto que escalariam um membro da comunidade LGBTQ no papel principal. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Apenas 20 dos 22 episódios planejados foram gravados, mas não está claro se uma transição para uma nova protagonista seria estabelecida nos dois episódios que não foram concluídos.

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  • Série

    Roteirista de Law & Order e Chicago: PD é demitido por posar armado contra manifestantes

    2 de junho de 2020 /

    O produtor Dick Wolf tomou medidas rápidas e enérgicas contra um roteirista recém-contratado para trabalhar no novo spin-off da franquia “Law & Order”, que será estrelado por Christopher Meloni. Craig Gore foi contratado no início de maio e demitido nesta terça (2/6) após publicar um post polêmico nas redes sociais. Na noite de segunda-feira (1/6), em meio a protestos antirracistas, Gore postou uma foto de si mesmo armado e com o seguinte texto: “A Sunset está sendo saqueada a dois quarteirões de mim. Você acha que eu não vou acender filhos da puta que estão tentando f**** com minha propriedade, pela qual trabalhei a vida toda? Pense de novo…” O astro Christopher Meloni foi confrontado por seguidores a respeito do post e disse que não conhecia o roteirista, passando a responsabilidade para seu showrunner. “Matt Olmstead é meu showrunner. Não recebi nenhuma informação sobre qualquer contratação, não faço ideia de quem é essa pessoa ou o que ela faz”, ele respondeu. Poucas horas depois, Dick Wolf, chefe de Olmstead, demitiu Gore, que já havia trabalhado para o prolífico produtor em “Chicago: PD”, da rede NBC. “Não vou tolerar essa conduta, especialmente durante essa hora de luto nacional. Estou demitindo Craig Gore imediatamente”, disse Wolf em comunicado. Gore também foi demitido por sua agência de talentos, Paradigm. A empresa afirmou em comunicado na tarde de terça-feira: “Craig Gore não é mais um cliente da Paradigm. Condenamos seu post nos termos mais fortes possíveis”. O spin-off ainda sem título de “Law & Order” vai girar em torno de uma unidade do crime organizado da polícia de Nova York, liderada por Eliott Stabler, antigo personagem de Meloni em “Law & Order: SVU”. Os créditos de Gore também incluem roteiros de “SWAT”, da rede CBS, que também é uma série policial. Truth: Matt Olmstead is my Showrunner I have gotten no word on ANY hirings I have no idea who this person is or what they do https://t.co/Mtik40kij7 — Chris Meloni (@Chris_Meloni) June 2, 2020 Dick Wolf’s statement regarding Craig Gore: “I will not tolerate this conduct, especially during our hour of national grief. I am terminating Craig Gore immediately.” — Wolf Entertainment (@WolfEnt) June 2, 2020

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  • Filme

    Filmes do cancelado Festival de Cannes competirão no Festival de San Sebastian

    2 de junho de 2020 /

    A pandemia de covid-19 impediu a entrega da Palma de Ouro em 2020, mas os filmes selecionados para o cancelado Festival de Cannes ainda terão a chance de vencer a Concha de Ouro, prêmio principal do Festival de San Sebatian, evento cinematográfico de maior prestígio da Espanha. Os dois festivais firmaram uma parceria e San Sebastian incluirá os títulos selecionados para a competição de Cannes em sua disputa oficial, que vai acontecer entre 18 e 26 de setembro – logo após o Festival de Veneza e simultaneamente ao Festival de Toronto. “Circunstâncias excepcionais, medidas excepcionais”, disse Thierry Frémaux, diretor artístico de Cannes, em comunicado, que revelou detalhes de sua programação cancelada, sem, entretanto, nomear nenhum dos filmes selecionados. A revelação dos títulos acontecerá posteriormente, mas já se sabe que entre eles figuram obras como “The French Dispatch” de Wes Anderson, “Comes Morning” de Naomi Kawase, “Memoria” de Apichatpong Weerasethakul, e “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round) de Thomas Vinterberg. Graças aos acordos firmados por Cannes, esses títulos também serão exibidos em outros festivais de fim de ano, ao redor do mundo. O festival físico de Cannes teve que ser cancelado por causa da pandemia de coronavírus Depois de ver seus planos de realização e posterior adiamento inviabilizados pela pandemia, a organização do Festival de Cannes decidiu que revelaria sua seleção oficial e promoveria sua exibição em festivais parceiros em todo o mundo. Além de San Sebastian, Frémaux fechou exibições nos festivais de Toronto, Pusan, Deauville, Pusan e Nova York. Ao todo, Cannes escolheu 56 filmes em sua seleção oficial de 2020. Eles incluem longas que seriam exibidos em mostras paralelas e fora de competição, mas que agora serão reunidos em uma única lista, não divididos nas categorias tradicionais do festival. Frémaux também divulgou estatísticas que mostram que 16 filmes, ou 28,5% do total, foram dirigidos por mulheres, em comparação com 14 títulos (23,7%) do ano passado. “Esse número crescente de diretoras na seleção é resultado de uma evolução observada por vários anos”, observou Frémaux. “Ela atesta, em número e em valor, a contribuição artística e humana das mulheres no cinema contemporâneo, sejam elas diretoras ou técnicas”, disse o responsável por Cannes. A seleção oficial incluiu filmes dos EUA, Coréia do Sul, Japão e Reino Unido, mas também de territórios raramente representados em Cannes, como Bulgária, Geórgia, Congo. Mas o cinema francês, sempre destacado em Cannes, seria particularmente forte este ano, com 21 títulos na escalação oficial, em comparação com os 13 do ano passado e os 10 de 2018. A Frémaux anunciará a programação completa do que seria o Festival de Cannes 2020 na quarta-feira (3/6).

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  • Etc,  Filme

    Peggy Pope (1929 – 2020)

    2 de junho de 2020 /

    Peggy Pope, atriz veterana que participou da série “Soup” e do grande sucesso de cinema “Como Eliminar seu Chefe”, morreu na quarta passada (27/5), em Fort Collins, Colorado (EUA), aos 91 anos. A causa da morte não foi revelada. Nascida em Nova Jersey, Florence Pope (seu nome real) fez sua estréia na Broadway em 1959, aos 30 anos, e teve longa carreira nos palcos de Nova York, trabalhando ao lado de astros como James Stewart e Sam Waterston. A atriz começou a fazer séries em 1966. Entre participações em atrações como “A Feiticeira”, “Rhoda”, “Barnaby Jones” e “Fama”, acabou entrando para o elenco de duas produções de curta duração da rede CBS, vivendo uma colega de trabalho de James Coco em “Calucci’s Department” (1973) e a mãe frustrada de Steve Guttenberg em “Billy” (1979). Mas ela é mais lembrada por um papel bem menor: a sra. David, que apareceu em seis episódios de “Soup” (1977–1981), onde, depois de conhecer o personagem gay de Billy Crystal, admitiu à filha que ele tinha sido seu “primeiro homo”. Seu destaque cinematográfico também foi como uma personagem secundária, a engraçada secretária Margaret, que incentivava suas colegas de trabalho (interpretadas por Dolly Parton, Lily Tomlin e Jane Fonda) a levar adiante os planos que batizaram a comédia “Como Eliminar seu Chefe” (1980). Ela até participou da série derivada do filme, em 1982. Seu currículo ainda incluiu filmes como “Tudo em Família” (1981), “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), “Procura-se Rapaz Virgem” (1985), “O Substituto” (1996) e “Choke – No Sufoco” (2008). Em 2011, Pope publicou sua autobiografia, “Atta Girl”, e dois anos depois se aposentou das telas, com a comédia “Amigas Inseparáveis” (2013).

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  • Série

    Episódio de Black-ish sobre violência policial vai ganhar reprise especial nos EUA

    2 de junho de 2020 /

    A rede americana ABC vai reprisar um episódio de 2016 de “Black-ish” que lida com a violência policial. O criador da série, Kenya Barris, disse que fica com “o coração partido” por o episódio ainda ser relevante hoje. Intitulado “Hope”, o episódio acompanha as reações da família Johnson a um caso judicial envolvendo um adolescente afro-americano que supostamente foi vítima de violência policial. Quando as crianças começam a fazer perguntas sobre isso, Dre (Anthony Anderson) e Bow (Tracee Ellis Ross) tem um conflito sobre como abordar a questão. Dre e seus pais (interpretados por Laurence Fishburne e Jenifer Lewis) querem oferecer uma visão envernizada sobre como o sistema jurídico trata os negros, enquanto Bow opta por uma mensagem mais esperançosa sobre como poderia ser. “Faz 1,562 dias desde que compartilhamos esse episódio com o mundo e fico com o coração partido por esse episódio parecer tão oportuno quanto antes e estranhamente premonitório sobre o que está acontecendo hoje com os negros neste país”, Barris disse, nas redes sociais. Quando “Hope” foi originalmente ao ar, em fevereiro de 2016, Barris dizia: “Só espero que seja bem recebido e espero que realmente inicie uma conversa, porque acho que é uma conversa que precisamos ter”. O episódio será exibido nesta terça-feira (2/6) nos EUA, junto com “Juneteenth”, a estréia da 4ª temporada da série, que apresenta números musicais sobre o feriado que marca o fim da escravidão no Texas. Ambos os capítulos ganharão tratamento de “especial” para refletir os movimentos antirracistas que eclodiram nos EUA na última semana, após o assassinato de George Floyd, sufocado por policias brancos. Vale lembrar ainda que Barris teve problemas com a própria ABC em 2018, quando a rede descartou um episódio de “Black-ish” em que Dre contava ao filho uma história de ninar que incluía diálogos e imagens consideradas anti-Trump. Barris contou à revista The Hollywood Reporter que, depois de tentar fazer cortes no capítulo, ele e a rede concordaram mutuamente em arquivá-lo, porque “o resultado não era uma representação verdadeira do que pretendíamos fazer”. O episódio censurado seria uma reação a um ataque de Donald Trump contra a série. O presidente dos EUA chamou “Black-ish” de racista, acusação que já tinha desferido contra o cineasta Spike Lee e congressistas negras. Em compensação, é bem mais difícil lembrar um tuíte de Trump que acuse algum branco de racismo. Após a polêmica, Barris acabou assinando um contrato de exclusividade com a Netflix.

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