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  • Filme

    Batman e Animais Fantásticos 3 poderão retomar filmagens em julho

    2 de junho de 2020 /

    Depois da Nova Zelândia, país mais bem-sucedido no combate ao coronavírus, permitir a retomada das filmagens das sequências de “Avatar”, o Reino Unido também estaria planejando liberar as atividades cinematográficas no país. Segundo o jornal The Guardian, o governo britânico aprovou o retorno das filmagens de longas como “The Batman” e “Animais Fantásticos 3”, após desenvolver um guia de segurança para prevenir a contaminação por covid-19 nos sets de produção. Mas o retorno não aconteceria de imediato. O planejamento é para julho. As diretrizes de higiene e segurança, criadas pela British Film Commission e o British Film Institute, incluem regras sobre distanciamento social, treinamento de segurança e testes consecutivos. O documento foi aprovado pelo Departamento de Cultura, Mídia e Esportes e pelo Comitê de Saúde e Segurança Pública do Reino Unido, e as produções interessadas em retomar suas filmagens precisarão seguir as determinações do guia. Segundo apurou o Guardian, a Warner pretende colocar as produções de “The Batman” e “Animais Fantásticos 3” de volta à ativa o mais rápido possível. Outros títulos que devem ser filmados no Reino Unido incluem o remake live-action de “A Pequena Sereia”, da Disney, e a 2ª temporada da série “The Witcher”, da Netflix.

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  • Etc

    Canais da ViacomCBS exibem tela preta em luto contra o racismo nos EUA

    1 de junho de 2020 /

    O conglomerado ViacomCBS realizou um tributo a George Floyd, assassinado por um policial branco na segunda-feira passada (25/5), e contra o racismo nos EUA. Os canais que fazem parte do conglomerado deixaram a tela preta com a exibição de um texto com a duração de 8 minutos e 46 segundos, o tempo que levou para Floyd sufocar com o joelho do policial branco sobre seu pescoço, enquanto ele repetia que não conseguia respirar, até morrer. Em um memorando interno, o presidente de marcas de entretenimento e juventude da ViacomCBS, Chris McCarthy, anunciou que todas as marcas e plataformas de entretenimento da empresa divulgariam o vídeo às 17h desta segunda-feira (1/6), que marca o horário em que George Floyd foi morto há exatamente uma semana. O momento não servirá apenas como um tributo a Floyd, mas como um tributo a todos aqueles que foram vítimas de racismo no país. Os canais que ficarão de luto incluem BET, CBS Sports, MTV, VH1, CMT, Logo Media, Comedy Central, Paramount Network, Smithsonian Channel, TV Land e Nickelodeon. Voltada ao público infantil, a Nickelodeon também exibiu o vídeo, precedido por outro com a Declaração dos Direitos da Criança, que a rede montou pela primeira vez em 7 de junho de 1990. A exibição começa com a declaração “Nickelodeon está saindo do ar por 8 minutos e 46 segundos em apoio à justiça, igualdade e direitos iguais”. A iniciativa se junta a manifestações da Netflix, Amazon, HBO, Warner, YouTube e até a Disney e suas inúmeras subdivisões, que juntaram suas indignações aos protestos antirracistas que se espalham pelos EUA desde o assassinato à sangue frio de George Floyd. Veja abaixo o vídeo de luto exibido pela ViacomCBS.

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  • Filme

    Tenet: Robert Pattinson diz que não entendeu trama do filme durante a produção

    1 de junho de 2020 /

    O novo filme de Christopher Nolan, “Tenet”, não é misterioso apenas para o público. Depois de John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) também afirmou que não tinha ideia do que estava acontecendo durante as filmagens. Em entrevista à revista Esquire, Pattinson se limitou a dizer que “Tenet” é um filme complicado. “É um filme incrivelmente complicado, como todos os filmes de Chris [Nolan]. Quero dizer, você precisa assisti-los quando eles terminarem completamente e após serem editados três ou quatro vezes para entender qual é o verdadeiro significado”, disse ele. “Quando você os faz, quero dizer, houve meses em que eu realmente, honestamente, não tinha ideia se estava entendendo vagamente o que estava acontecendo. E sim, eu definitivamente disse isso a John David. No último dia, fiz uma pergunta a ele sobre o que estava acontecendo em uma cena, e foi uma opinião tão errada sobre o personagem, que ele perguntou: ‘Você pensou nisso o tempo todo?’”, acrescentou. Pattinson admitiu que, embora estivesse confuso sobre as cenas, ele sentia que John David Washington estava ciente do que estava acontecendo. “Existia uma ligação no final, meio que em cima do fato de que talvez nenhum de nós soubesse exatamente o que estava acontecendo. Mas eu achei que John David realmente sabia. Ele tinha que saber o que estava acontecendo”, completou. Anteriormente, John David Washington, que vive o protagonista, confessou que a trama seria tão confusa que o elenco teve dificuldades para entendê-la. Falando com o jornalista Geoff Keighley durante evento de lançamento do trailer no game Fortnite, Washington disse: “Todos os dias eu tinha perguntas. Mas o diretor foi muito gentil e as respondia com calma e paciência”. Apesar de um trailer já ter sido divulgado, o mistério é perpetuado até pela sinopse divulgada, que é bastante vaga. “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O texto nem sequer nomeia o personagem principal, mas remete à situações vistas no trailer, como balas que disparam na direção contrária dos tiros e carros que capotam de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). Além de John David Washington e Robert Pattinson, o elenco de “Tenet” inclui Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, e dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” deveria estrear em 23 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Mas como a pandemia de coronavírus mantém os cinemas fechados, o trailer mais recente já trocou a data definitiva por em “breve”, ao mesmo tempo que ressalta que a estreia será “somente nos cinemas”. Ou seja, o estúdio vai esperar o quanto for necessário para a exibição em tela grande.

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  • Etc

    Atores relatam agressões da polícia ao participarem de protestos antirracistas nos EUA

    1 de junho de 2020 /

    O engajamento de Hollywood nos protestos antirracistas dos últimos dias renderam novos relatos de violência policial nos EUA, testemunhados de perto e na pele de alguns atores conhecidos. John Cusack (“A Ressaca”) gravou em seu celular a truculência de um policial, que o empurrou e o proibiu de registrar a repressão à manifestação de que participava. Kendrick Sampson (o Nathan de “Insecure”) foi agredido ao gravar disparos da polícia contra manifestantes pacíficos de mãos para cima, e exibiu as marcas da agressão que tiraram sangue, enquanto Cole Sprouse (o Jughead de “Riverdale”) chegou a ser preso num protesto, que segundo seu relato estava pacífico até a polícia resolver prender todo mundo. Em seu relato, Sprouse afirma que, mesmo depois de acatar a ordem de dispersão, os manifestantes foram cercados e algemados pela polícia. Veja abaixo os depoimentos e registros da participação dos atores nos protestos, que se iniciaram após o assassinato de George Floyd, na segunda passada (25/5), sufocado por um policial branco após serem rendido e imobilizado. O vídeo de sua morte, captado por uma testemunha desesperada, impactou os EUA, lembrando que não era a primeira vez que um vídeo do tipo viralizava. Em 2014, Eric Garner morreu do mesmo jeito, sob o olhar de testemunhas horrorizadas. As últimas palavras de ambas as vítimas foram “Eu não consigo respirar”, que viraram o novo slogan do movimento Black Lives Matter (vidas negras importam). Cops didn’t like me filming the burning car so they came at me with batons. Hitting my bike. Ahhm here’s the audio pic.twitter.com/tfaOoVCw5v” — John Cusack (@johncusack) May 31, 2020 Ver essa foto no Instagram I cut this together from both of our IG live stream POVs. Keep in mind, I don’t know this man AT ALL. I want to make this really clear. He was targeted because he called out the undercover cops in the LAPD. He said that the people throwing things (water bottles and such) at the police are not protesters, they are undercover cops (agent provocateurs/infiltrators) who are agitators and trying to give justification to the brutality. He said over the bullhorn to turn your camera’s on the people throwing stuff and call them out because they are LAPD!! VERY shortly after, he was tackled and the people around him were viciously brutalized as you can see in this video to ensure no interference even though no one was interfering. Now to be clear, I don’t EVER advocate for turning your camera on a protestor. I am not demonizing or denouncing the tactics we use to dismantle police/slave catching or #DefundPolice. We have to be creative and relentless. I am not demonizing or denouncing the way we get to express our rage, grief, mourning or trauma in this moment. And I’m talking about Black people. Non Black people – especially white folks – know that what you do at these protests directly affects the lives of Black protesters as you scream #BlackLivesMatter BUT apparently in this moment – HE KNEW SOMETHING or he FELT something. And apparently he happened to be right. I have some videos I’m sorting through now. And he was targeted for it. #DefundthePolice #DefendBlackLives #ProsecuteKillerCops Uma publicação compartilhada por Kendrick Sampson (@kendrick38) em 31 de Mai, 2020 às 6:36 PDT Ver essa foto no Instagram Another angle (via @MattMcGorry) of it going 0-100. Peaceful to violent. The violence comes entirely from LAPD. You can hear the commander yell “MOVE!” – cop talk for “F**K EM UP!” – at the end watch THREE COPS coming at me ganging up on me (even though they have on riot gear and many weapons) as they did many protesters as I defend someone on the ground that they were beating!!! These are acts of war they are committing against us. #DEFUNDPOLICE #defundthepolice Uma publicação compartilhada por Kendrick Sampson (@kendrick38) em 31 de Mai, 2020 às 9:06 PDT Ver essa foto no Instagram Before you swipe – If you’re squeamish – warning – these are SOME my wounds up close. The most obvious are from rubber bullets. They look gross but I was blessed to be shot directly from close range and not have much worse, ive posted some in my stories. These things HURT and are DANGEROUS. The dude was aiming for folks HEADS. Rubber bullets have killed folks and can cause permanent damage, brain damage, concussions etc. Swipe further to see some of the officers. I can see some of their names but their badge numbers were on the back of their helmets. Purposeful. ONE OF them removed his name. Others obscured theirs. I need the names and badge numbers. DM them and any other proof to @alwaysbewright Let’s do this. And together let’s end this legacy of slave catching and #DefundPolice #DefendBlackLife (check out @mvmnt4blklives nationwide campaign for US ✊🏽) Uma publicação compartilhada por Kendrick Sampson (@kendrick38) em 31 de Mai, 2020 às 1:40 PDT Ver essa foto no Instagram A group of peaceful protesters, myself included, were arrested yesterday in Santa Monica. So before the voracious horde of media sensationalism decides to somehow turn it about me, there’s a clear need to speak about the circumstances: Black Lives Matter. Peace, riots, looting, are an absolutely legitimate form of protest. the media is by nature only going to show the most sensational, which only proves a long standing racist agenda. I was detained when standing in solidarity, as were many of the final vanguard within Santa Monica. We were given the option to leave, and were informed that if we did not retreat, we would be arrested. When many did turn to leave, we found another line of police officers blocking our route, at which point, they started zip tying us. It needs to be stated that as a straight white man, and a public figure, the institutional consequences of my detainment are nothing in comparison to others within the movement. This is ABSOLUTELY not a narrative about me, and I hope the media doesn’t make it such. This is, and will be, a time about standing ground near others as a situation escalates, providing educated support, demonstrating and doing the right thing. This is precisely the time to contemplate what it means to stand as an ally. I hope others in my position do as well. I noticed that there are cameras that roll within the police cruisers during the entirety of our detainment, hope it helps. I’ll speak no more on the subject, as I’m (1) not well versed enough to do so, (2) not the subject of the movement, and (3) uninterested in drawing attention away from the leaders of the #BLM movement. I will be, again, posting the link in my story to a comprehensive document for donations and support. Uma publicação compartilhada por Cole Sprouse (@colesprouse) em 1 de Jun, 2020 às 1:14 PDT

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  • Etc,  Filme

    Equipe de Avatar já está na Nova Zelândia para retomar as filmagens

    1 de junho de 2020 /

    A equipe das continuações de “Avatar” já retornou à Nova Zelândia para dar continuidade às filmagens dos dois próximos longas da franquia. O produtor Jon Landau compartilhou uma foto do desembarque, ao lado do diretor James Cameron. Após chegarem no sábado (30/5), eles devem passar por uma quarentena de 14 dias, supervisionada pelo governo neozelandês. “Chegamos à Nova Zelândia. Nossa quarentena de 14 dias supervisionada pelo governo começa agora”, disse Landau na postagem no Instagram. A produção foi pausada no meio de março por causa da pandemia de coronavírus. Ainda com fronteiras fechadas para grande parte das pessoas, a viagem da equipe à Nova Zelândia foi liberada pelo “significativo valor econômico” das filmagens para o país. Por tratar-se de uma grande produção, com locação em diversos estúdios, “Avatar” recebe subsídios do governo local. Além disso, a Nova Zelândia já estabeleceu uma série de instruções de higiene e segurança para a retomada de produções audiovisuais no período da pandemia. A franquia será a primeira obra estrangeira a seguir tais normas. Com uma política bem-sucedida de lockdown completo, a Nova Zelândia foi o primeiro país a zerar os casos de coronavírus. O último paciente internado com a covid-19 no país recebeu alta na quarta (27/5). Além disso, não há registro de novos casos da doença provocada pelo coronavírus há quase duas semanas. Graças à ação eficiente do Ministério da Saúde neozelandês, apenas 22 pessoas morreram em decorrência da covid-19 no país. “Avatar 2” tem lançamento marcado para 17 de dezembro de 2021, com sua sequência prevista para dezembro de 2023. Outros dois filmes também foram programados, mas eles só deverão ser filmados após o resultado das bilheterias da continuação. Ver essa foto no Instagram Made it to New Zealand. Our 14-day government supervised self-isolation now begins. #avatarsequels #jamescameron #newzealand #airnewzealand✈️ #selfisolation Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 30 de Mai, 2020 às 6:08 PDT

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  • Etc,  Filme

    Lennie Niehaus (1929 – 2020)

    1 de junho de 2020 /

    O saxofonista Lennie Niehaus, responsável pelas músicas de mais de uma dúzia de filmes de Clint Eastwood, morreu na quinta-feira (28/5) de causas naturais aos 90 anos. O músico começou a carreira em Hollywood como orquestrador da série “Guerra, Sombra e Água Fresca” (1965-66), antes de passar a trabalhar no cinema, onde orquestrou filmes clássicos, como “Johnny Vai à Guerra” (1971), de Dalton Trumbo, “O Jogador” (1974), de Karel Reisz, e “Garotos em Ponto de Bala (1976), de Michael Ritchie. Foi cedo nessa jornada que fechou suas primeiras parcerias: com o diretor Michael Winner – para quem orquestrou “Os que Chegam com a Noite” (1971), “Renegado Vingador” (1972), “Assassino a Preço Fixo” (1972) e “Scorpio” (1973) – , e o mestre Sam Peckinpah – “Sob o Domínio do Medo” (1971), “Tragam-me a Cabeça de Alfredo Garcia” (1974) e “Elite de Assassinos” (1975). Com o nome já estabelecido no cinema, ele foi convidado a orquestrar “Josey Wales, o Fora da Lei” (1976), estrelado e dirigido por Eastwood, iniciando uma colaboração que mudaria sua vida. Niehaus conheceu Eastwood ainda nos anos 1950. O futuro ator e cineasta foi o seu instrutor de natação enquanto os dois serviram no Exército dos EUA. A paixão compartilhada por ambos pelo jazz selou a amizade. Eastwood passou a pedir que o músico fizesse a orquestração dos filmes que estrelava, como “Sem Medo da Morte” (1976), “Rota Suicida” (1977) e “Alcatraz: Fuga Impossível” (1979). Até que o promoveu a compositor dos longas que dirigia. A estreia de Niehaus como compositor aconteceu em “Um Agente na Corda Bamba” (1984) e teve continuidade nos filmes seguintes assinados por Eastwood, como “O Cavaleiro Solitário” (1985), “O Destemido Senhor da Guerra” (1986) e “Bird” (1988), biografia do saxofonista de jazz Charlie “Bird” Parker. Niehaus também compôs para o amigo as trilhas do faroeste “Os Imperdoáveis” (1992), do romance “As Pontes de Madison” (1995), do filme de ação “Poder Absoluto” (1997), do mistério “Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal” (1997) e do épico espacial “Cowboys do Espaço” (2000). Mas após o thriller policial “Dívida de Sangue” (2002) decidiu se afastar do trabalho pesado de composição. Mesmo assim, seguiu trabalhando com Eastwood como condutor e orquestrador de trilhas, até se aposentar definitivamente com “Gran Torino” (2008). Embora a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nunca tenha reconhecido o trabalho de Niehaus com uma indicação ao Oscar, ele chegou a ser nomeado ao BAFTA (o Oscar britânico) pela trilha de “Bird”. Já a Academia da Televisão o premiou com um Emmy pelo trabalho no telefilme “Vida Boêmia” (1993), que trazia Jeff Goldblum e Forest Whitaker como músicos de jazz.

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  • Etc

    Netflix, YouTube, Amazon, HBO, Warner, Disney e Marvel se juntam aos protestos contra racismo nos EUA

    1 de junho de 2020 /

    Os grandes estúdios e plataformas de filmes e séries de Hollywood se juntaram em apoio aos atos de protesto contra o racismo nos EUA, que explodiram na semana passada, após o assassinato gravado de George Floyd por asfixia, nas mãos de um policial branco. Netflix, Amazon, HBO, Warner, YouTube e até a Disney e suas inúmeras subdivisões fizeram questão de deixar claras suas posições. Se já tinha se tornado comum encontrar artistas-ativistas, como Jane Fonda e Joaquin Phoenix, o movimento dos estúdios é inédito. O primeiro a se posicionar foi o YouTube, na última sexta (29/5). A plataforma de vídeos do Google publicou no Twitter uma mensagem manifestando seu repúdio “contra o racismo e a violência” e anunciando uma doação de US$ 1 milhão para “enfrentar injustiças sociais”. No sábado, foi a vez da Netflix, que afirmou nas redes sociais que “ficar em silêncio é ser cúmplice”, apoiando abertamente o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), que protesta contra o assassinato de negros pela polícia branca americana. O posicionamento foi replicado pelas sucursais da plataforma em todo o mundo. A Netflix Brasil lembrou vítimas nacionais, como João Pedro e João Vitor, ambos mortos em ações policiais. Não ficou nisso. Em um ato conjunto de solidariedade, os principais concorrentes da Netflix no Brasil, o Amazon Prime Video e o Globoplay, replicaram a mensagem da plataforma. “Somos aliados nessa”, escreveu a plataforma da Globo. O perfil da HBO foi além, trocando o nome do canal pela hashtag #BlackLivesMatter: “Estamos com nossos colegas, empregados, fãs, atores e criadores negros — todos afetados pela violência sem sentido”. Mensagem semelhante foi publicada pela Warner Bros. Pictures, que pertence ao mesmo grupo da HBO, a WarnerMedia. A Disney, por sua vez, compartilhou uma carta endereçada aos funcionários e assinada pelo CEO Bob Chapek, pelo presidente executivo Bob Iger e pela diretora de diversidade, Latondra Newton, em que se posicionam ao lado dos protestos. “O recente assassinato de George Floyd, bem como outros exemplos de ataques letais e assédio a cidadãos negros desarmados em nossa nação continua a motivar revolta e indignação em pessoas de todas as origens, incluindo muitos de nossos funcionários. Sentimentos de luto e raiva nos fazem confrontar a ideia de que algumas vidas são consideradas menos valiosas — e menos merecedoras de dignidade, cuidado e proteção — do que outras. Nós também percebemos que agora, mais do que nunca, é a hora de todos nós fortalecermos nosso compromisso com a diversidade e a inclusão em todos os lugares”, diz o texto. A Marvel Entertainment, que pertence à Disney, também fez questão de se pronunciar. “Nós nos posicionamos contra o racismo. Nós nos posicionamos a favor da inclusão. Nós estamos com nossos funcionários e criadores negros, e com toda a comunidade negra. Nós devemos nos unir e nos manifestar”. Foi seguida pela Hulu, plataforma de conteúdo adulto da Disney. “Nós apoiamos as vidas negras. Hoje e todos os dias. Vocês estão sendo vistos. Estão sendo ouvidos. E estamos com vocês”, escreveu o serviço de streaming no Twitter. O presidente da Paramount, Jim Gianopulos, também se pronunciou, mas por meio de um e-mail direcionado aos funcionários, que foi revelado ao público pela imprensa americana. “Em meio a esta época incrivelmente difícil, saibam que estamos aqui para vocês e que permanecemos uma comunidade e uma empresa que está comprometida com a justiça racial e social”, escreveu o executivo.

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  • Série

    Hellbound: Diretor de Invasão Zumbi fará série de terror para a Netflix

    1 de junho de 2020 /

    O diretor Yeon Sang-ho, responsável pelo fenômeno “Invasão Zumbi”, vai produzir uma série de terror para a Netflix. Intitulado “Hellbound”, o projeto é uma adaptação do webtoon (quadrinhos digitais) sul-coreano “Hell”. Além de produzir, Yeon também dirigirá a série e trabalhará no roteiro com o ilustrador Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015. A trama se passa em meio ao caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar as pessoas ao inferno. Diante disso, um novo grupo religioso passa a pregar que esses seres são enviados por Deus. Devido à suspensão das atividades da indústria do entretenimento em todo o mundo, a série ainda não tem previsão de estreia. Mas, assim que os cinemas voltarem, o público poderá ver o novo filme de Yeon, “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do blockbuster de 2016. Veja o trailer legendado aqui.

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  • Etc

    Spike Lee faz curta pra juntar assassinato de George Floyd ao filme Faça a Coisa Certa

    1 de junho de 2020 /

    O cineasta Spike Lee criou um curta-metragem sobre a violência policial que tem assassinado afro-americanos desarmados. Concebido para a rede CNN, o vídeo foi publicado na noite de domingo (31/5) nas redes sociais e pode ser visto abaixo. Intitulado “3 Brothers – Radio Raheem, Eric Garner e George Floyd”, a obra reúne cenas brutais de assassinatos por asfixia de três homens negros por policiais brancos dos EUA. Um deles é um personagem criado pelo diretor, Radio Raheem (interpretado pelo falecido Bill Nunn), assassinado numa cena emblemática do filme “Faça a Coisa Certa”, de 1989. Os outros dois são vítimas recentes da brutalidade policial real. Tanto Eric Garner, em 2014, e George Floyd, no início desta semana, foram sufocados por policiais após serem rendidos e imobilizados. Ambas as mortes foram flagradas por testemunhas desesperadas, que gritavam para os criminosos fardados pararem o que estavam fazendo, enquanto as vítimas repetiam: “Eu não consigo respirar”. A reprise constante destas cenas, denunciada por Spike Lee lá no longínquo ano de 1989, indignou os EUA na segunda passada (25/5), quando o vídeo do assassinato de George Floyd viralizou nas redes sociais. Milhares de pessoas tomaram as ruas para protestar. A delegacia de Minneapolis onde trabalhava o policial assassino foi incendiada e os distúrbios saíram de controle, tomando uma dimensão que não se via desde os anos 1960, com confrontos entre a população e a polícia por todo o país. No fim de semana, o protesto se tornou internacional, gerando manifestações em países da Europa e até no Brasil (onde também houve repressão policial). O personagem fictício da Rádio Raheem, bem como Garner e Floyd, são três homens negros que morreram em circunstâncias semelhantes. O curta de Spike Lee pergunta: “A História vai parar de se repetir?” Veja abaixo. 3 Brothers-Radio Raheem, Eric Garner And George Floyd. pic.twitter.com/EB0cXQELzE — Spike Lee (@SpikeLeeJoint) June 1, 2020

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  • Filme

    A Vastidão da Noite: Amazon estreia sci-fi premiada que encantou a crítica americana

    1 de junho de 2020 /

    A Amazon acaba de lançar em seu serviço de streaming a sci-fi “A Vastidão da Noite” (The Vast Of Night), produção independente que chega precedida por críticas muito positivas e premiação em alguns festivais americanos. Altamente atmosférico e estilizado, basta ver o trailer disponibilizado abaixo para começar a entender como o diretor Andrew Patterson conseguiu criar um longa de época sobre invasores espaciais com pouco orçamento e ser aplaudido com entusiasmo por 92% do Rotten Tomatoes. A trama se passa no Novo México em meados da década de 1950, durante uma noite fatídica em que uma jovem telefonista e um jovem radialista descobrem uma estranha frequência de áudio que vem do espaço. Obcecados em encontrar a fonte do som, eles embarcam numa jornada que pode mudar sua pequena cidade e o futuro para sempre. Os papéis principais são desempenhados por Sierra McCormick (ex-estrelinha da Disney do “Programa de Talentos”) e Jake Horowitz (visto na série “Manifest”). Mas o destaque é mesmo para o cineasta Andrew Patterson, que passou a receber propostas para dirigir grandes produções após o filme, considerado “uma estreia impressionante” pelo jornal Los Angeles Times. A plataforma de streaming da Amazon adquiriu o filme logo após ele ser exibido no Festival de Sundance do ano passado. Os planos originais previam lançamento no cinema, mas a covid-19 mudou tudo e “A Vastidão da Noite” virou atração de drive-ins, antes de chegar ao streaming neste fim de semana. Fica a dica. E o trailer.

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  • Filme

    Novo filme de Xavier Dolan será lançado com exclusividade pelo Mubi

    1 de junho de 2020 /

    O serviço de streaming Mubi adquiriu direitos multiterritoriais do drama “Matthias & Maxime” (2019), mais recente filme de Xavier Dolan, exibido no Festival de Cannes do ano passado. O negócio inclui exibições para o público brasileiro. Inédito nos cinemas ou em streaming fora do Canadá, o filme escrito, produzido, dirigido e co-estrelado por Dolan conta a história de dois melhores amigos de infância, Matthias (Gabriel D’Almeida Freitas) e Maxime (interpretado pelo próprio Dolan). Os dois homens são convidados a compartilhar um beijo para um curta-metragem de estudante e logo surge uma dúvida persistente, confrontando os dois com suas preferências, ameaçando a irmandade de seu círculo social e, eventualmente, mudando suas vidas. “Eu assinei o Mubi há mais de uma década, quando me mudei para o meu primeiro apartamento. Eu descobri um trabalho incrível nessa plataforma e é uma honra tê-los mostrando o filme. Acho que meu eu de 18 anos ficaria bastante impressionado”, disse Dolan, em comunicado. Efe Cakarel, fundador e CEO do Mubi, acrescentou: “Xavier Dolan é um dos melhores cineastas do cinema contemporâneo. Somos grandes fãs do seu trabalho e ‘Matthias & Maxime’ é um filme lindamente escrito que exala seu estilo de assinatura. Mal podemos esperar para mostrá-lo no Mubi neste verão [norte-americano].” A trilha sonora original do filme foi composta pelo compositor e pianista canadense Jean-Michel Blais, que foi premiado em Cannes por seu trabalho em maio de 2019. Embora não tenha vencido prêmios com “Matthias & Maxime”, Xavier Dolan é o cineasta mais premiado de sua geração. Com apenas 31 anos, o jovem canadense já tem oito troféus só do Festival de Cannes, entre eles o Prêmio do Júri por “Mommy” (2014) e o Grande Prêmio do Júri para “É Apenas o Fim do Mundo” (2016).

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  • Série

    Fan Bingbing retoma carreira dois anos após “desaparecimento” forçado

    1 de junho de 2020 /

    A estrela chinesa Fan Bingbing está pronta para voltar às telas, depois de um exílio de dois anos relacionado ao escândalo de evasão fiscal que a afastou dos holofotes. Para quem não lembra, a atriz mais famosa da China, intérprete da mutante Blink em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” ficou “desaparecida” por quase quatro meses em 2018. Quando o clamor mundial sobre seu paredeiro ganhou manchetes nos EUA, ela ressurgiu nas redes sociais para fazer um pedido de desculpas ao governo de seu país e elogiar o Partido Comunista, assumindo-se culpada por corrupção. Nas vésperas de seu desaparecimento, um apresentador de TV a acusou de dever cerca de US$ 129 milhões em impostos e multas, por fraudes contratuais. Ela passou quatro meses detida e em local desconhecido, sendo liberada apenas após a retratação pública – e não se sabe o que mais – , durante uma operação contra celebridades sonegadoras de impostos. O jornal chinês South China Morning Post, que revelou que atriz tinha ficado sob “vigilância residencial em um local designado” durante o período, agora relata que ela vai estrelar a série de época “Win the World”, orçada em US$ 70 milhões, que será lançada na Youku, plataforma de streaming do grupo Alibaba, espécie de “Amazon chinesa”, em uma data não especificada. Na série, ela contracena com Gao Yunxiang (“Guerra às Drogas”), que também viveu seu próprio escândalo há dois anos quando foi preso na Austrália e acusado de agressão sexual – ele foi absolvido de todas as acusações em março deste ano, depois de passar 22 meses sob custódia. O projeto estava originalmente programado para estrear em 2018, mas os escândalos envolvendo seus dois protagonistas interromperam a produção. Não está claro se a a Youku vai exibir apenas as gravações que chegaram a ser realizadas na época ou se os trabalhos foram retomados, mas a série será reduzida dos 76 episódios originalmente planejados para cerca de 60. Na série, Fan interpreta uma viúva e uma empresária de destaque que ajuda Qin Shi Huang (Gao), fundador da dinastia Qin e o primeiro imperador de uma China unificada, a financiar a construção da Grande Muralha. Fan Bingbing também retomou suas atividades internacionais. Ela está no elenco do thriller de espionagem “355”, segundo longa dirigido pelo roteirista Simon Kingberg (o primeiro foi “X-Men: Fênix Negra”), que a junta com Jessica Chastain, Sebastian Stan, Diane Kruger, Penélope Cruz, Lupita Nyong’o e Edgar Ramírez, com estreia marcada para janeiro de 2021.

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  • Etc

    Woody Allen diz que atores que o criticam são bobos e querem apenas seguir moda

    1 de junho de 2020 /

    Woody Allen diz ter poucas esperanças de que as pessoas acreditem que ele nunca molestou sua filha Dylan, graças à campanha de cancelamento que sofre. Ele imagina que a alegação será lida até no início de seu obituário. Em uma entrevista ao jornal The Guardian, publicada na sexta-feira (1/5), o cineasta abordou mais uma vez as alegações que o perseguem desde os anos 1990 e que foram revigoradas na era do movimento #MeToo. “Acredito que, pelo resto da minha vida, um grande número de pessoas pensará que eu fui um predador”, disse Allen. “Qualquer coisa contrária que eu disser soará egoísta e defensiva, por isso é melhor que eu apenas siga meu caminho e trabalhe”. Mas até trabalhar tem sido difícil. Ele teve que processar a Amazon, que rompeu unilateralmente o contrato de produção e distribuição de seus filmes – deixando “Um Dia de Chuva em Nova York” inédito nos EUA. E enfrentou uma campanha do irmão de Dylan, Ronan Farrow, contra a publicação da sua autobiografia. Ronan conseguiu, com cúmplices das redes sociais, que a editora original cancelasse o lançamento. Felizmente, outra editora assumiu o projeto e o livro se tornou um dos mais elogiados do ano. Intitulado “A Propósito de Nada”, a obra chega ao Brasil no segundo semestre. Ao longo dos últimos tempos, Woody Allen também viu uma série de atores se declararem arrependidos dos filmes que fizeram com ele, por conta das acusações de que teria abusado sexualmente da sua filha, quanto ela tinha sete anos de idade. Mas a verdade é que o caso chegou a ser investigado duas vezes em 1992, uma pela Agência Estadual de Bem-Estar Infantil e outra pela Clínica de Abuso Sexual Infantil do Hospital Yale-New Haven, e ambas concluíram que a garota não havia sido abusado. Uma das investigações concluiu, inclusive, que Dylan tinha sofrido lavagem cerebral da mãe, Mia Farrow, por ódio de Woody Allen. O cineasta acabou se envolvendo e, posteriormente, casando-se com a filha adotiva de Mia, Soon-Yi Previn. Casados até hoje, os dois são pais de duas filhas já adultas, que, assim como todas as atrizes que trabalharam com o diretor, jamais reclamaram do comportamento de Allen. Allen lamentou as críticas dos atores, que o renunciaram como se ele fosse o capeta, como Greta Gerwig, Rebecca Hall, Colin Firth, Marion Cotillard e Timothée Chalamet. “É muito bobo. Os atores não têm ideia dos fatos e decidiram adotar uma posição segura, pública e egoísta. Quem no mundo não é contra o abuso sexual de crianças?”, observou o diretor. “É assim que atores e atrizes são, e me denunciar se tornou a coisa mais na moda pra se fazer, como todo mundo de repente comendo couve”. Na entrevista, o diretor de 84 anos pontuou que sabe que nunca vai se livrar desse assunto. “É assim que as coisas são e tudo o que posso fazer é torcer para que as pessoas voltem a si em algum momento. Mas se não voltarem, tudo bem. Existem muitas injustiças no mundo muito piores que isso. Então você vive com isso”, completou.

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