Comédia clássica Feitiço do Tempo pode virar série


Considerado um dos melhores filmes de Bill Murray e do diretor Harold Ramis, “Feitiço do Tempo” pode virar série.

A revelação foi feita por Stephen Tobolowsky, que viveu o incômodo Ned Ryerson no longa de 1993. Durante um podcast, ele contou ter encontrado um produtor da Sony Pictures, durante participação numa série, que lhe convidou a retomar ao papel.

“Eu estava trabalhando em ‘The Goldbergs’ ou ‘Schooled’, uma dessas séries, e um dos [produtores] me viu e disse ‘Stephen! Stephen! Estamos trabalhando em uma série de ‘Feitiço do Tempo’. Você poderia ser o Ned na TV?’” contou o ator para o podcast Production Meeting. “E eu respondei ‘sim, sem problemas’… Mas se passaram 30 anos para o Ned. O que aconteceu na vida dele?”.

Curiosamente, o ator já voltou ao papel de Ned neste ano. Ele apareceu num comercial de carro durante o Super Bowl, em que reencontrava Bill Murray em novo loop temporal.

Lançado em 1993, o filme escrito e dirigido por Harold Ramis se tornou um dos mais influentes de todos os tempos, inspirando dezenas de produções de diferentes gêneros a adotarem tramas de loop temporal.



Na história, Bill Murray vivia o jornalista Phil, que faz à contragosto a cobertura do Dia da Marmota em Punxsutawney, Pensilvânia – uma festa tradicional, ligada a uma superstição sobre a duração do inverno. Ao dormir e acordar no hotel local, ele percebe que as situações do dia anterior começam a se repetir. O principal sinal era justamente a aparição de Ned, que insistia em cumprimentá-lo, sempre do mesmo jeito.

Logo, Phil descobre que está preso numa repetição infinita do Dia da Marmota e não consegue sair mais da cidade. Só o que lhe resta é decidir como vai viver o mesmo dia todos os dias, optando pelas mais diferentes formas, até encontrar um final feliz de comédia romântica.

Veja abaixo o trailer do filme original.


Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



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