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  • Série

    Os Smurfs vão ganhar nova série na Nickelodeon

    18 de junho de 2020 /

    Os Smurfs vão voltar à televisão, numa nova série na Nickelodeon. A ViacomCBS fechou contrato para desenvolver uma adaptação animada dos quadrinhos belgas, que será a primeira a usar na TV o visual de computação gráfica visto no mais recente longa dos personagens. O canal divulgou uma prévia de como eles vão parecer na série, que pode ser conferida acima. A nova atração vai se chamar – claro – “Os Smurfs” e terá seus episódios escritos por Peter Saisselin e Amy Serafin (ambos da série animada “Alvinnn! E Os Esquilos”) e dirigidos por William Renaud (“A Escola de Susto do Gasparzinho”). “Os Smurfs entretêm crianças e famílias em todo o mundo e estamos entusiasmados por trazer esses personagens conhecidos, suas histórias e temas universais de cooperação e coletividade para a Nickelodeon”, disse Layla Lewis, vice-presidente executiva de aquisições globais e parcerias de conteúdo do canal pago. Criados em 1958 pelo quadrinista belga Peyo (pseudônimo de Pierre Culliford), os Smurfs são criaturinhas azuis simpáticas, que vivem numa pequena vila de casas em forma de cogumelo no interior de uma floresta. Apesar de extremamente pacíficos, são perseguidos por um vilão malvado, o mago terrível Gargamel, que quer usá-los como ingrediente de uma poção para criar ouro. Numa de suas tentativas de atraí-los para uma armadilha, ele criou a Smurfette, uma versão feminina dos Smurfs, que acabou se rebelando e se juntando aos seus semelhantes. Os personagens já tiveram uma série animada de grande sucesso, produzida pelo estúdio Hanna-Barbera entre 1981 e 1989, além de também aparecerem em dois longas live-action recentes, em 2011 e 2013. O filme mais recente, “Os Smurfs e a Vila Perdida”, foi uma animação lançada em 2017. Além da nova série, prevista para 2021, a Nickelodeon também vai explorar os Smurfs em vários produtos de consumo, como brinquedos, roupas, cadernos, etc, num licenciamento de direitos globais.

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  • Música

    Vera Lynn (1917 – 2020)

    18 de junho de 2020 /

    A cantora Vera Lynn, conhecida como a “namorada das Forças Armadas” por músicas, filmes e shows que ajudaram a elevar o ânimo dos soldados britânicos durante a 2ª Guerra Mundial, morreu nesta quinta (18/6) aos 103 anos. Ela quase morreu aos 2 anos de idade em um caso grave de difteria, mas sobreviveu para se tornar artista logo em seguida, de forma extremamente precoce, aos sete anos. Aos 19, gravou seu primeiro disco solo. E estourou mundialmente aos 22. A música que a tornou conhecida foi gravada em 1939. “We’ll Meet Again” se tornou símbolo de esperança e resistência durante a 2ª Guerra Mundial, ao falar ao coração dos soldados sobre como “nos encontraremos novamente, não sei onde, não sei quando, mas eu sei que nos encontraremos de novo, em um dia ensolarado”. A música era entoada nas despedidas de combatentes que iam para a guerra, e recordada como lembrança de que um dia o conflito acabaria. “We’ll Meet Again” fez tanto sucesso que virou filme, um musical de mesmo nome, estrelado pela própria Vera Lynn em 1943. Durante a guerra, ela estrelou mais dois musicais, o patriótico “Rhythm Serenade” (1943), em que administrava uma creche para trabalhadoras da indústria bélica, e “Bonita e Teimosa” (1944), comédia considerada seu melhor filme. Mas sua carreira cinematográfica não sobreviveu aos dias de paz. Sua importância para o esforço de guerra, porém, foi muito além de músicas e filmes. Ela se envolveu pessoalmente, em excursões militares, para entreter as tropas britânicas em países como Egito e Índia, durante o conflito mundial. Em reconhecimento, Vera ganhou diversas medalhas e foi homenageada pela Rainha Elizabeth II com a Ordem do Império Britânico, que lhe rendeu o título oficial de Dama. A Dama Vera Lynn virou uma personalidade televisiva importante na TV britânica durante o pós-guerra e chegou até a ter um programa com seu nome, entre o final dos anos 1960 e o início dos 1970. Sua última aparição pública foi em 2005, no 60º aniversário da vitória dos aliados na 2ª Guerra Mundial. Mas mesmo com a passagem dos anos, sua presença na cultura pop nunca foi esquecida. A banda Pink Floyd chegou a lhe dedicar uma música, “Vera”, no disco “The Wall” (1979), que também foi incluída no filme de 1982 de Alan Parker sobre o álbum. E, em 2002, o americano Johnny Cash regravou “We’ll Meet Again”, quase como despedida da própria vida – ele morreria em seguida. Com a pandemia do coronavírus, a música, em suas várias versões, vinha sendo resgatada também como tema dos tempos atuais. Novamente, a rainha Elizabeth II citou o título da famosa canção durante um discurso em abril para dar esperança aos britânicos confinados. “Dias melhores virão, reencontraremos nossos amigos, reencontraremos nossas famílias, nós vamos nos encontrar de novo”, disse a monarca. E, em maio passado, a população britânica foi convidada a cantar “We’ll Meet Again” para recordar o 75º aniversário da rendição da Alemanha nazista. Em comunicado, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson saudou Vera Lynn como a voz que elevou o espírito do Reino Unido em um de seus momentos mais difíceis. “Seu charme e sua voz mágica vão continuar aquecendo os corações das próximas gerações”, declarou.

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  • Etc

    Quadrinhos de The Walking Dead voltam a ser publicados para contar destino de Negan

    18 de junho de 2020 /

    A revista em quadrinhos “The Walking Dead” virou zumbi. Ela acaba de voltar da morte, com um especial inédito focado em Negan, um ano após sua última edição. O autor Robert Kirkman e seu parceiro criativo, o artista Charlie Adlard, anunciaram a retomada a saga dos zumbis em quadrinhos por um motivo nobre. Eles acreditam que o título tem popularidade suficiente para ajudar a retomar as vendas das comic shops, que estão sofrendo com suas lojas fechadas durante a pandemia de coronavírus. Por conta disso, anunciaram que abriram mão dos lucros, permitindo que as lojas fiquem com todos os valores que retornariam para sua editora. “A comunidade varejista faz um trabalho árduo para colocar os quadrinhos nas mãos de nossos fãs amorosos. Todos nós deveríamos estar fazendo mais nestes tempos difíceis para mostrar a eles o quanto eles são apreciados”, disse Kirkman em comunicado. Por conta disso, não há planos de lançar o especial em formato digital. Intitulada “Negan Lives” (Negan Vive), a publicação chegará às comic shops americanas em 1º de julho e mostrará o que aconteceu com o personagem interpretado por Jeffrey Dean Morgan na televisão. A história vai contar o que aconteceu com o vilão, que não era visto nos quadrinhos há três anos, desde o fim da guerra dos Sussurradores. Não dá para saber se é spoiler da série, já que a produção televisiva mudou muita coisa em relação aos quadrinhos. Mas, em sua última aparição nas páginas impressas, Negan saiu de cena após ser procurado e confrontado por Maggie, que queria matá-lo pelo que ele fez – entre outras coisas, por assassinar Glenn. Ele aceita seu destino, dizendo-se arrependido e merecedor da morte. Mas Maggie prefere condená-lo a viver com o que fez, sozinho e esquecido por todos. Ele nunca mais foi visto até o fim da publicação, encerrada após a morte de Rick no ano passado. Apesar disso, Kirkman já tinha sugerido que, se um dia retomasse a revista, seria para contar o que houve com Negan. O momento chegou. Negan vive. Veja a capa do especial abaixo.

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  • Etc

    Michelle Williams dá à luz seu segundo filho

    18 de junho de 2020 /

    A atriz Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) deu à luz seu segundo filho, o primeiro com o marido, o diretor Thomas Kail (“Grease: Ao Vivo”), com quem se casou em março. O nascimento foi revelado pela revista US Weekly, que não conseguiu confirmar o sexo da criança. A atriz já tem uma filha, Matilda Ledger, fruto de seu relacionamento com o falecido ator Heath Ledger (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”). Matilda nasceu em 2005, quando Williams e Ledger eram noivos, três anos antes da morte do ator aos 28 anos. Williams conheceu o seu atual marido na produção da série “Fosse/Verdon”, que ele dirigiu. A atriz venceu um Globo de Ouro e um Emmy pela performance na série, onde interpretava Gwen Verdon, icônica estrela da Broadway.

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  • Etc

    Raven-Symoné se casa com “uma mulher que me entende”

    18 de junho de 2020 /

    A atriz Raven-Symoné, ex-estrela mirim do Disney Channel, que protagonizou “As Visões da Raven” (2003-2007) e desde 2017 está à frente do spin-off “A Casa da Raven”, anunciou seu casamento com Amanda Maday. Ela postou imagens da cerimônia e da esposa, que agora passa a se chamar Amanda Pearman-Maday, adotando o sobrenome de Raven-Symoné. Ela abordou o casamento dizendo que “alguma coisa aconteceu nesta semana, que mudou minha vida para melhor”. E no post seguinte revelou a cerimônia íntima, que reuniu poucos amigos e familiares do casal. Na rede social, ela agradeceu “aqueles que compareceram, e os que compreenderam porque não podiam vir, em meio à situação que estamos vivendo”, referindo-se à pandemia de coronavírus. “Eu me casei com uma mulher que me entende dos gatilhos às alegrias, do café da manhã ao lanche da meia-noite, do palco ao lar. Eu te amo, Sra. Pearman-Maday! Vamos arrasar com esse mundo! Estamos casadas agora”, escreveu ainda a atriz, que começou na Disney com 17 anos e atualmente está com 34. Pearman-Maday também compartilhou um registro da cerimônia com os seguidores, em que as duas aparecem se beijando. “Minha mulher para a vida toda”, declarou na legenda. Raven sugeriu sua sexualidade em 2013, ao comemorar a aprovação de uma lei que permitia que pessoas do mesmo sexo poderiam se casar. “Eu finalmente posso me casar. Valeu governo. Muito orgulhosa de vocês”, ela escreveu na ocasião. E falou abertamente sobre sua sexualidade pela primeira vez em outubro de 2014, durante entrevista com Oprah Winfrey. Na época, ela disse que estava em um relacionamento com uma mulher, sem revelar o nome da namorada. Só se soube que era a modelo AzMarie Livingston no ano seguinte, quando as duas terminaram. Ver essa foto no Instagram So something happened this week, that has changed my life FOR THE BETTER! Uma publicação compartilhada por Raven-Symoné (@ravensymone) em 18 de Jun, 2020 às 8:42 PDT Ver essa foto no Instagram I got married to a woman who understands me from trigger to joy, from breakfast to midnight snack, from stage to home. I love you Mrs. Pearman-Maday! Let’s tear this world a new asshole!!! I’s married NOW Uma publicação compartilhada por Raven-Symoné (@ravensymone) em 18 de Jun, 2020 às 8:46 PDT Ver essa foto no Instagram Thank you to all those who helped and for those who understand why it was small during this time. Uma publicação compartilhada por Raven-Symoné (@ravensymone) em 18 de Jun, 2020 às 8:51 PDT

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  • Filme

    Tenet recebe nova data de estreia no Brasil

    18 de junho de 2020 /

    A Warner confirmou a nova data de estreia de “Tenet” no Brasil. Anteriormente previsto para 23 de julho, o longa misterioso de Christopher Nolan (“Dunkirk”) foi adiado para o dia 13 de agosto. A mudança foi oficializada com um post nas redes sociais. Veja abaixo. O adiamento reflete mudanças de “Tenet” também nos EUA. Por lá, o filme teve a estreia remarcada para 31 de julho, duas semanas antes da data definida para o Brasil. A trama de “Tenet” é até agora um mistério e a sinopse genérica não ajuda: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O texto nem sequer nomeia o personagem principal, mas remete à situações vistas no trailer, como balas que disparam na direção contrária dos tiros e carros que capotam de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). Detalhe: em entrevistas recentes, os protagonistas disseram não ter entendido nada durante as filmagens. O elenco do filme inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). #TENET, 13 de agosto nos cinemas. pic.twitter.com/uR8KKrAgZK — Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) June 18, 2020

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  • Filme

    Liga da Justiça: Darkseid é destaque do primeiro teaser da versão de Zack Snyder

    18 de junho de 2020 /

    A HBO Max divulgou o primeiro teaser da versão de “Liga da Justiça” do cineasta Zack Snyder, que destaca o vilão Darkseid. O personagem não foi incluído no filme exibido nos cinemas em 2017, mas estava na versão original do diretor. Com a exclusão de Darkseid, o vilão principal de “Liga da Justiça” acabou sendo o secundário Lobo da Estepe (Ciarán Hinds), o que rendeu muitas críticas negativas dos fãs. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após a fase das filmagens, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Graças ao clamor dos fãs, em uma campanha resistente no Twitter, a AT&T, que comprou a Warner, resolveu apostar no projeto e produzir um “Snyder Cut” para a plataforma HBO Max. A volta de Darkseid à trama confirma que a versão reeditada de “Liga da Justiça” será um filme bem diferente do visto no cinema. Em entrevista ao podcast ReCode Media, Bob Greenblatt, CEO da HBO Max, revelou que, apesar dos boatos, a versão de Snyder não está pronta para ser exibida, por isso há um orçamento de produção e uma data distante para o lançamento, em 2021. “Não é tão fácil quanto ir ao cofre da Warner e tirar o ‘Snyder Cut’ de lá. Ele ainda não existe. Zack está trabalhando nisso, e é algo complexo, teremos que fazer novos efeitos especiais. É uma reimaginação radical daquele filme e vai sair muito caro. Teremos sorte se custar só US$ 30 milhões”, disse. O valor elevado representa apenas 10% do custo original de “Liga da Justiça”, orçado em cerca de US$ 300 milhões (mais de R$ 1,5 bilhão), graças às refilmagens de Whedon. Snyder também queria fazer refilmagens, mas a HBO Max impôs que tudo fosse resolvido com efeitos e dublagens dos atores.

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  • Série

    Ludmilla vai viverá policial na 2ª temporada de Arcanjo Renegado

    18 de junho de 2020 /

    A cantora Ludmilla vai estrear como atriz na próxima temporada da série “Arcanjo Renegado”, da Globoplay. Ela postou fotos de seu “treinamento pesado” para o papel no Instagram, segurando uma arma. No post, ela revelou que interpretará uma policial militar. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, o papel foi um convite da produção da série após a cantora comentar nas redes ter adorado a primeira leva de episódios. Interpretar uma policial era um antigo sonho da artista. Na trama, a sua personagem terá cenas com Sara (Erika Januza), que decidirá se tornar uma policial. A 2ª temporada foi confirmada em fevereiro, apenas 12 dias após a estreia da série. Sem citar números, Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais do Globoplay, informou à imprensa que “Arcanjo Renegado” foi a melhor estreia de série da Globoplay. Criada por José Junior (autor também de “A Divisão”) e dirigida pelo cineasta Heitor Dhalia (“Tungstênio”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”, e inclui em seu elenco ex-criminosos de verdade. Arcanjo é o nome de uma equipe do Bope tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga, de “Aspirantes”) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”), que é transferido para uma unidade policial do interior. Dos 16 personagens policiais, 14 são integrantes reais do Bope. Já os papéis de traficantes foram desempenhados por egressos do sistema penal. A série não deve ser exibida na TV aberta, mas há planos para apresentá-la no canal pago Multishow a partir de 2021. Além do projeto da série, Ludmilla também mostrou em suas redes sociais nesta semana sua nova música, “Cobra Venenosa”, que será lançada em 3 de julho. Ela também denunciou nos últimos dias ataques racistas que recebeu nas redes sociais após novo desentendimento com Anitta. Ver essa foto no Instagram Eu não virei atriz não né gente?! Hahaha. A convite do maravilhoso @jjafroreggae chegar com tudo na segunda temporada de #Arcanjorenegado interpretando uma policial militar🔥. Tô treinando pesado, vocês vão poder conferir tudo na Globo em breve, gostaram da novidade? Uma publicação compartilhada por Ludmilla (@ludmilla) em 18 de Jun, 2020 às 7:48 PDT

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  • Filme

    Remake de Candyman ganha animação que denuncia racismo como o verdadeiro terror

    18 de junho de 2020 /

    A cineasta Nia DaCosta (“Little Woods”) divulgou em seu Twitter uma animação que sintetiza o abuso racial por trás do terror “A Lenda de Candyman”, vindouro remake do clássico de 1992, que ela dirige para a Universal. Além de mostrar a origem do monstro do título (imortalizado por Tony Todd), o vídeo também contextualiza a trama demonstrando qual é a fonte do verdadeiro terror: o racismo que os Estados Unidos e o mundo enfrentam atualmente, sintetizados pelo movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). “’Candyman’, na intersecção entre violência branca e dor negra, é sobre mártires involuntários. As pessoas que elas eram, os símbolos em que os transformamos e os monstros que nos dizem que eles foram”, ela escreveu junto do vídeo. Veja abaixo. O remake/reboot que tem produção do também cineasta Jordan Peele (“Corra!”) e traz o ator Yahya Abdul-Mateen (“Aquaman”, “Watchmen”) como protagonista, numa mudança de sexo em relação ao filme original de 1992, estrelado por Virginia Madsen. Além disso, há diferenças sociais. O novo filme retorna à vizinhança de Chicago onde a lenda se originou, mas o local é outro após 26 anos. Se antes era cheio de residências populares, hoje é tomado por famílias de classe média alta, que se mudaram para o bairro. Para quem não lembra, a lenda do Candyman girava em torno de um filho de escravo que se tornou próspero depois de desenvolver um sistema para fabricar sapatos em massa durante a Guerra Civil. Ele também se tornou conhecido como artista por seu talento como pintor de retratos. Depois de se apaixonar e ser pai de uma criança com uma mulher branca em 1890, o homem foi atacado por uma turba de linchamento contratada pelo pai de sua amada. Eles cortaram sua mão para que não pudesse mais pintar e a substituíram por um gancho. Depois, foi untado com mel roubado de um apiário, atraindo abelhas famintas que o picaram até a morte. Seu cadáver foi queimado e suas cinzas foram espalhadas pela área de Chicago onde sua aparição é mais forte. Seu espírito vingativo aparece quando seu nome é dito cinco vezes no espelho, com consequências mortais. A descrição do personagem, que lembra uma mistura da lenda urbana de Bloody Mary (ou da Loira do Banheiro) com a tortura sofrida pelo Negrinho do Pastoreio é, na verdade, baseada no conto “The Forbidden”, assinado pelo mestre do terror Clive Barker (“Hellraiser”). Com direção e roteiro de Nia DaCosta, o novo “Candyman” tinha marcada para o fim de semana passado, mas devido à pandemia de coronavírus foi adiado para o final de setembro – 29 de setembro no Brasil. CANDYMAN, at the intersection of white violence and black pain, is about unwilling martyrs. The people they were, the symbols we turn them into, the monsters we are told they must have been. pic.twitter.com/MEwwr8umdI — Nia DaCosta (@NiaDaCosta) June 17, 2020

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  • Série

    Hanna: 2ª Temporada ganha trailer repleto de ação

    18 de junho de 2020 /

    A Amazon divulgou fotos, o pôster, o primeiro teaser legendado e um trailer (sem legendas) repleto de ação da 2ª temporada de “Hanna”, adaptação do filme homônimo de 2011. Desenvolvida por David Farr, roteirista do filme original, a série contou toda a história vista no cinema em sua temporada inaugural e agora expande a aventura da protagonista, uma espécie de “Jason Bourne” mirim, vivida na atração pela jovem Esmé Creed-Miles (“Dark River”). A série acompanha Hanna, uma adolescente treinada desde pequena para ser uma assassina, que é enviada em uma missão secreta por seu pai Erik. Quando a missão dá errado, ela acaba perseguida por uma agente da CIA chamada Marissa, que tem informações capaz de levá-la a questionar sua verdadeira identidade. A 1ª temporada voltou a reunir Joel Kinnaman e Mireille Einos após a elogiada série “The Killing”, respectivamente nos papéis de Erik e da agente Marissa. Na 2ª temporada, Hanna vai lidar com a descoberta de que não é a única jovem com habilidades e treinamento de elite incomparáveis. O programa Utrax produziu um contingente de recrutas altamente qualificados, cujo desenvolvimento está prestes a atingir a letal “segunda fase”. Para tentar resgatar sua amiga Clara (Yasmin Monet Prince, de “Dark Heart”) das garras do programa – e de novos vilões vividos por Dermot Mulroney (“Sobrenatural: A Origem”) e Anthony Welsh (“Ibiza: Tudo pelo DJ”) – , Hanna precisará contar com a ajuda de sua inimiga anterior, a agente da CIA Marissa Wiegler. A estreia está marcada para 3 de julho na plataforma Prime Video, inclusive no Brasil.

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  • Série

    Patrulha do Destino enfrenta novos vilões e disco music no trailer da 2ª temporada

    18 de junho de 2020 /

    A DC Universe divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol). A divertida prévia tem ritmo de discoteca e introduz vários personagens, como Dorothy (Abigail Shapiro), a filha do Chefe, o vilão Red Jack (um Jack estripador de outra dimensão) e os SeX Men (Caça-Fantasmas Eróticos), sem esquecer as criaturas que vivem na imaginação de Dorothy. Segunda produção live-action da plataforma da DC Comics, “Patrulha do Destino” dá vida aos personagens mais estranhos da editora, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos em live-action num episódio de outra série da plataforma, “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Vivido por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, Niles Caulder, o Chefe, ganhou a imponência de Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha foi reforçada por Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Elogiadíssima, a 1ª temporada superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. A série chegou ao Brasil apenas em março deste ano, com exibição pelo canal pago HBO. A estreia do segundo ano vai acontecer na próxima quinta (25/6) em dois streamings americanos, DC Universe e HBO Max, mas ainda não têm previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme,  Série

    Massacre racista de Tulsa inspira quatro projetos documentais na véspera de seu centenário

    18 de junho de 2020 /

    Quatro projetos de TV e documentários sobre massacre racista da comunidade negra de Tulsa, nos EUA, em 1921, estão sendo desenvolvidos para marcar o centenário do crime racial mais sangrento da história americana. Em junho de 1921, uma multidão de brancos armados invadiu o bairro negro de Greenwood, em Tulsa, um dos mais ricos de todo o país, apelidado de Black Wall Street, e, com auxílio de artilharia aérea, executou cerca de 300 pessoas, entre homens, mulheres e crianças, deixando outras 800 feridas, além de incendiar e destruir suas casas e comércios. Os jogadores de basquete LeBron James e Russell Westbrook, os cineastas Dream Hampton e Stanley Nelson e outros nomes estão envolvidos nas produções, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter. Ainda de acordo com a publicação, quando Ashleigh Di Tonto, vice-presidente de desenvolvimento do Trailblazer Studios, apresentou um projeto de minissérie documental sobre o massacre em abril passado, a ideia foi recebida com indiferença. Mas, após a morte de George Floyd e a onda de protestos antirracistas e a favor do movimento “Black Lives Matter”, o interesse pela produção mudou. Spring Hill, a produtora de LeBron James, produzirá um documentário com a direção de Salima Koroma (“Bad Rap”). A cineasta Dream Hampton (“Surviving R. Kelly”) está planejando uma minissérie chamada “Black Wall Street” com a Cineflix Productions. Já Russell Westbrook, outro astro da NBA, fez uma parceria com a produtora Blackfin para um documentário nomeado “Terror in Tulsa: The Rise and Fall of Black Wall Street”, com direção de Stanley Nelson (“Os Panteras Negras: Vanguarda da Revolução”). Cada um desses projetos almeja retratar o passado para causar reflexões sobre o tema no presente. Isto foi realizado recentemente pela ficção, por meio da série “Watchmen”, da HBO, criada por Damon Lindelof (“The Leftovers”). O massacre de Tulsa também voltou recentemente a virar notícia pela decisão do presidente Trump de iniciar sua campanha pela reeleição com um discurso no local, que aconteceria na sexta-feira (19/9), dia em que os americanos comemoram o fim da escravidão. A coincidência de data e local causou repúdio generalizado, levando o comitê de Trump a adiar o discurso para o sábado. Confira abaixo a cena de “Watchmen” que recriou o massacre no ano passado.

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    Kristen Wiig virou mãe de gêmeos por barriga de aluguel

    18 de junho de 2020 /

    A atriz Kristen Wiig, conhecida por seu papel em “Missão Madrinha de Casamento”, “Os Caça-Fantasmas” e várias comédias americanas, virou mãe pela primeira vez. Segundo as revistas US Weekly e People, ela virou mãe de gêmeos a partir de uma barriga de aluguel. Wiig é noiva do ator Avi Rothman (“Comendo Pelas Beiradas”) desde o ano passado e não tinha comentado seus planos. A única vez em que se pronunciou sobre uma possível maternidade foi quando apareceu como convidada no programa humorístico “Saturday Night Live”, em um episódio especial de dia das mães, exibido em 9 de maio nos EUA. “Eu não sei se eu apreciei a minha mãe devidamente nos primeiros 45 anos da minha vida, mas este ano me sinto especialmente grata por seus conselhos e seu amor. Agradeço muito pelas coisas que ela me ensinou, como se estivesse me preparando para ser uma mãe também”, ela disse no programa. A atriz será vista a seguir em “Mulher-Maravilha 1984”, que tem lançamento previsto para outubro, no papel da vilã Mulher-Leopardo.

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