Michael B. Jordan faz homenagem emocionada ao “irmão mais velho” Chadwick Boseman
O ator Michael B. Jordan se pronunciou pela primeira vez nesta segunda (31/8) a noite sobre a morte do colega Chadwick Boseman, falecido na sexta (28/8) em decorrência de câncer. Em uma emocionada publicação, o ator explicou que não estava conseguindo encontrar uma maneira para se despedir daquele a quem considerava seu “irmão mais velho”. “Eu estava tentando encontrar as palavras, mas nada chega perto de como eu me sinto. Eu estive refletindo sobre cada momento, cada conversa, cada risada, cada discordância, cada abraço… sobre tudo”, iniciou o ator. “Eu queria que nós tivéssemos mais tempo. Uma das últimas vezes que nós conversamos, você disse que estávamos para sempre ligados, e agora a verdade disso significa mais para mim do que nunca. Desde o início da minha carreira, começando com ‘All My Children’, quando eu tinha 16 anos, você abriu o caminho para mim. Você me ensinou a ser melhor, honrar o propósito e criar um legado. E quer você saiba disso ou não… Tenho observado, aprendido e sendo constantemente motivado por sua grandeza ” “Tudo o que você deu ao mundo; as lendas e heróis que você nos mostrou que somos viverão para sempre. Mas o que mais dói é que agora entendo o quanto você é uma lenda e herói. Em meio a tudo isso, você nunca perdeu de vista o que mais amava. Você se importava com sua família, seus amigos, sua arte, seu espírito. Você se preocupou com as crianças, a comunidade, nossa cultura e humanidade. Você se importava comigo. Você é meu irmão mais velho, mas nunca tive a chance de lhe contar ou de lhe dar flores enquanto você estava aqui.” “Eu queria que tivéssemos mais tempo. Estou mais ciente agora do que nunca de que o tempo é curto com pessoas que amamos e admiramos. Vou sentir falta da sua honestidade, generosidade, senso de humor e dons incríveis. Vou sentir falta do presente que era compartilhar o espaço com você nas cenas. Estou dedicando o resto dos meus dias para viver como você viveu. Com graça, coragem e sem arrependimentos. ‘Este é o seu rei!?’ Sim. Ele é! Descanse no poder, irmão”, finalizou. Michael B. Jordan contracenou com Chadiwck Boseman desde o começo da carreira, na novela “All My Children”, antes dos dois se tornarem astros de Hollywood, e mais famosamente em “Pantera Negra”, no auge da popularidade de ambos. Ver essa foto no Instagram I’ve been trying to find the words, but nothing comes close to how I feel. I’ve been reflecting on every moment, every conversation, every laugh, every disagreement, every hug…everything. I wish we had more time. One of the last times we spoke, you said we were forever linked , and now the truth of that means more to me than ever. Since nearly the beginning of my career, starting with All My Children when I was 16 years old you paved the way for me. You showed me how to be better, honor purpose, and create legacy. And whether you’ve known it or not…I’ve been watching, learning and constantly motivated by your greatness. I wish we had more time. Everything you’ve given the world … the legends and heroes that you’ve shown us we are … will live on forever. But the thing that hurts the most is that I now understand how much of a legend and hero YOU are. Through it all, you never lost sight of what you loved most. You cared about your family , your friends, your craft, your spirit. You cared about the kids, the community, our culture and humanity. You cared about me. You are my big brother, but I never fully got a chance to tell you, or to truly give you your flowers while you were here. I wish we had more time. I'm more aware now than ever that time is short with people we love and admire. I’m gonna miss your honesty, your generosity, your sense of humor, and incredible gifts. I’ll miss the gift of sharing space with you in scenes. I’m dedicating the rest of my days to live the way you did. With grace, courage, and no regrets. “Is this your king!?” Yes . he . is! Rest In Power Brother. Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em 31 de Ago, 2020 às 4:47 PDT
NOS4A2 é cancelada após duas temporadas
O canal pago americano AMC cancelou “NOS4A2” (lê-se “Nosferatu”), uma semana após o final da 2º temporada. O showrunner Jami O’Brien compartilhou a notícia no Twitter: “Bem, amigos, ouvi do AMC na semana passada. Não vamos fazer uma 3ª temporada de ‘NOS4A2’. É uma chatice, mas estou grato por termos conseguido pelo menos terminar de adaptar o enredo do romance fantástico de Joe Hill… Parabéns a cada membro de nossa equipe fenomenal por duas temporadas de TV estranha e maravilhosa. Vou sentir falta de ver todos em Little Rhody este ano, mas estou extremamente orgulhoso de tudo o que fizemos juntos.” A série teve uma estreia razoável, mas perdeu metade do público na 2ª temporada. Baseada no livro de mesmo nome do autor Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”), a série acompanhava a luta de Vic McQueen (Ashleigh Cummings), uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx (Zachary Quinto), um vilão aparentemente imortal, que se alimenta de almas de crianças e depois joga o que sobrou delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. A adaptação era assinada pela produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e também era transmitida no Brasil pelo canal pago AMC. CONGRATULATIONS to every single member of our phenomenal team on two seasons of weird and wonderful TV. I will miss seeing everyone back in Little Rhody this year, but I’m awfully proud of all we’ve done together… 2/4 — Jami O'Brien (@jami_obrien) August 31, 2020
Foto revela elenco de The Prom, musical com Meryl Streep e Nicole Kidman
O produtor Ryan Murphy divulgou em suas redes sociais uma foto com o elenco de sua nova atração na Netflix, “The Prom”, adaptação de um musical da Broadway, com Meryl Streep, Nicole Kidman e grande elenco. “Conheça o incrível elenco repleto de ícones de ‘The Prom’ da Netflix”, escreveu Murphy. “Um grupo de verdadeiros soldados que apertaram o cinto de segurança para embarcar numa filmagem durante a covid, para que pudéssemos dar a todos a história inspiradora e edificante de que precisamos agora. O Natal está chegando … ” Para a produção, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A história começa na Broadway e vai parar no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep vai interpretar Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) num musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura (o “prom” do título) da escola, e resolvem se engajar em sua defesa. O papel da garota, chamada Emma, será desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). De acordo com o texto de Murphy, “The Prom” deve ser lançado em dezembro, próximo ao Natal. A data sugere uma intenção de qualificar o filme para o Oscar. Ver essa foto no Instagram Meet the incredible icon-packed cast of Netflix's THE PROM. A group of true troopers who buckled up and finished shooting during COVID so we could give everybody an inspirational aspirational story that we all need right now. Christmas is right around the corner… Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 31 de Ago, 2020 às 8:30 PDT
A Febre: Filme brasileiro vence Festival de Lima
O longa brasileiro “A Febre” venceu o prêmio de Melhor Filme do Festival de Cinema de Lima, no Peru, que no domingo (30/8) encerrou sua 24ª edição – a primeira virtual, devido à pandemia de covid-19. Exibido pela primeira vez há um ano, no Festival Internacional de Locarno, na Suíça, quando Regis Myrupu conquistou o prêmio de Melhor Ator, “A Febre” é o longa de estreia da jovem cineasta Maya Da-Rin e já também tinha sido premiado nos festivais de Biarritz (França), Brasília e Punta del Este (Uruguai). O filme narra a história de Justino (Myrupu), um indígena do povo Desana que trabalha como vigia em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Desde a morte da sua esposa, sua principal companhia é a filha Vanessa, que está de partida para estudar Medicina em Brasília. Com a expectativa de ficar sozinho, Justino é tomado por uma febre forte. Durante a noite, uma criatura misteriosa segue seus passos. Durante o dia, ele luta para se manter acordado no trabalho. Em sua primeira edição online, o Festival de Lima recebeu 170 mil visitantes virtuais ao longo de nove dias de atividades, entre exibições de filmes e debates. Curiosamente, este foi o segundo ano consecutivo que um filme brasileiro venceu a premiação do evento. Em 2019, o vencedor foi “Bacurau”, dirigido por Kleber Mendonca Filho e Juliano Dornelles.
Netflix libera filmes completos e capítulos de séries de graça na internet
A Netflix lançou nesta segunda-feira (31/8) um site de degustação de seu conteúdo, que permite ao público assistir filmes completos e episódios de séries gratuitamente e sem a necessidade de registro. Com acesso disponível no Brasil pelo endereço https://www.netflix.com/br/watch-free, a página convida os usuários a assistir “gratuitamente a alguns dos nossos filmes e séries favoritos”. Por enquanto, há dez opções disponíveis para exibição. São filmes completos e o primeiro episódio da 1ª temporada de algumas das séries mais famosas produzidas pela plataforma. A Netflix informa que o catálogo dessa “degustação” será mudado constantemente, para que “você possa descobrir seus títulos”. Por conta disso, novas opções devem aparecer em breve no endereço. Todas as produções são disponibilizadas em alta definição e com opção de idiomas e legendas. Ao fim do conteúdo, o usuário é questionado se gostou do programa e se quer assinar a Netflix para continuar assistindo a mais conteúdos exclusivos. Os filmes oferecidos são “Bird Box”, “Dois Papas” e “Mistério no Mediterrâneo”. A lista também inclui o reality “Casamento às Cegas”, a animação “O Chefinho: De Volta aos Negócios” e os primeiros episódios das séries “Nosso Planeta”, “Stranger Things”, “Grace & Frankie”, “Elite” e “Olhos que Condenam”.
Katy Perry evoca diferentes fases da carreira em novo clipe animado
A cantora Katy Perry continua sua maratona de clipes animados do álbum “Smile”. Nesta segunda-feira (31/9), ela liberou o vídeo de “Resilient”, uma produção em stop-motion, feita com bonecos, papel, celofane e massinhas. Dirigida por Aya Tanimura, nascida em Hong Kong, mas criada na Austrália, a animação mostra a capacidade da natureza de crescer em meio a situações adversas. Além de exemplificar a resiliência necessário para enfrentar percalços, o crescimento de uma árvore no clipe funciona como metáfora para a força da cantora para superar obstáculos. Ela aparece em várias fases da carreira, enquanto o tempo passa acelerado. “Porque eu sou resiliente. Um momento de flor completo. Não vou deixar o concreto me impedir, oh, não. Eu sou resiliente. Nascida para ser brilhante. Você me verá crescer bem entre as rachaduras”, diz a letra. Repleto de easter eggs, o clipe faz referência até ao cachorro do ator Orlando Bloom, Mighty, que faleceu em julho, e termina com uma imagem de Katy com a filha recém-nascida, Daisy Dove Bloom. “Esse vídeo é para todos vocês, KatyCats [fãs de Katy Perry], que cresceram comigo ao longo do tempo”, escreveu a cantora em sua conta no Twitter. O álbum “Smile” foi lançado na sexta (28/8) nas lojas digitais.
Globoplay anuncia integração dos canais Globosat em novo pacote de streaming
A Globoplay anunciou a integração dos canais Globosat (que agora passam a se chamar Canais Globo) a sua plataforma de streaming. O novo produto, chamado “Globoplay + Canais ao Vivo”, custará R$ 49,90 por mês e estará disponível já nesta terça-feira (1/9) para assinantes Globoplay, com a programação ao vivo de 21 canais. Novos usuários só poderão assinar o serviço em 1º de outubro. Com o pacote digital, os assinantes poderão ver em um só lugar o conteúdo linear de Multishow, Globonews, Sportv 1, Sportv 2, Sportv 3, GNT, Viva, Gloob, Gloobinho, Off, Bis, Mais Globosat, Megapixel, Universal TV, Studio Universal, Syfy, Canal Brasil e Futura. Desta lista, além da transmissão ao vivo da Globo de graça a todos os usuários, o canal Futura estará disponível também para não assinantes, reforçando, segundo a Globo, o compromisso de promover a transformação social através do modelo de produção audiovisual educativa, participativa e inclusiva. “Um marco para a Globo”, disse Paulo Marinho, diretor de canais do grupo, em entrevista coletiva remota. “Simboliza e materializa uma virada”, acrescentou. “Agora, será tudo da Globo em um só lugar. Vamos trazer cada vez mais conteúdo. O conceito será all in one, com a diversidade de nosso catálogo”, acrescentou Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais da Globo. Tanto Marinho quanto Brêtas procuraram reforçar a ideia de que o novo serviço não busca competir com as operadoras de TV por assinatura. “Muita gente pergunta: ‘mas as pessoas não vão sair da TV por assinatura e vão assinar este produto?’ A gente acredita que este produto é muito mais para um outro tipo de público”, disse Brêtas. Quem não quiser pagar mais para ver canais da TV paga ao vivo, também terá a opção atual da Globoplay, oferecida por R$ 22,90, sem o conteúdo extra. Além de oferecer os canais ao vivo, o novo serviço oferece ao assinante o recurso de “cloud DVR”, ou seja, a possibilidade de ver conteúdo anterior ao que está sendo exibido. Será possível ver somente quatro horas para trás de programação linear dos canais Globosat, mas isto já é bem mais que os 90 minutos disponibilizados atualmente para o conteúdo da Globo ao vivo. Também será oferecido ver conteúdo antigo destes canais, que ficarão disponíveis para consumo on demand após seis meses.
The Stand: Minissérie baseada em clássico de Stephen King ganha teaser com pandemia apocalíptica
A CBS All Access divulgou o primeiro teaser de “The Stand”, minissérie baseada no clássico de terror “The Stand – A Dança da Morte”. A prévia explora personagens e mostra o clima apocalíptico da produção, que gira em torno de uma pandemia mortal. Os principais destaques são Whoopi Goldberg (“Ghost”) como a Mãe Abigail, uma sábia de 108 anos de idade, representante “do bem”, e Alexander Skarsgård (vencedor do Emmy por “Big Little Lies”) no papel de Randall Flagg, um dos mais famosos vilões de King, que é nada menos que o anticristo. Os dois personagens travam a luta final pelo destino da humanidade. O resto do elenco inclui Amber Heard (“Aquaman”), Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), James Marsden (“Westworld”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Odessa Young (“Assassination Nation”), o roqueiro Marilyn Manson (“Salem”), Jovan Adepo (“The Leftovers”), Owen Teague (“It: A Coisa”), Heather Graham (“Se Beber Não Case”), Brad William Henke (“Orange Is the New Black”), Daniel Sunjata (“Graceland”) e o brasileiro Henry Zaga (“Os Novos Mutantes”). “The Stand – A Dança da Morte” se passa num futuro distópico e acompanha o extermínio da humanidade por uma praga de laboratório, a luta pela sobrevivência dos poucos que sobrevivem à pandemia e a descoberta de que o anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. A adaptação terá 10 episódios escritos e dirigidos por Josh Boone (“Os Novos Mutantes”). O cineasta estava desenvolvendo o projeto para o cinema, mas após anos de negociações e dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, optou por uma versão em capítulos. Caso fosse fazer um filme, ele afirmou que precisaria de quatro longa-metragens. 10 capítulos têm basicamente a mesma duração. Não por acaso, o romance de 1,1 mil páginas, publicado em 1978, é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. Com apoio de Stephen King, que escreveu um novo final (diferente do livro) especialmente para a produção, “The Stand” estreia em 17 de dezembro nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.
A Maldição da Mansão Bly ganha primeiro teaser assustador
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado e mais 10 fotos de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), nova minissérie de terror dos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). A prévia capricha no clima de assombração, com bonecas assustadoras e aparições, e revela a data da estreia. Após o sucesso da primeira trama, a plataforma transformou a minissérie original numa atração com formato de antologia, que a cada temporada abordará uma casa mal-assombrada diferente. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. A série foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013), “Ouija – A Origem do Mal” (2016) e “Doutor Sono” (2019), e sua 2ª temporada contará com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” foi marcada para o dia 9 de outubro.
Ator chora por reclamar de Chadwick Boseman em Destacamento Blood
A luta secreta de Chadwick Boseman contra o câncer fez o ator trabalhar em algumas produções enquanto estava fazendo tratamento quimioterápico. Um destes filmes foi o recente “Destacamento Blood”, de Spike Lee. Ao lembrar das filmagens nesta segunda (31/8), o veterano ator Clarke Peters (“His Dark Materials”) chorou em uma entrevista ao programa “Good Morning Britain”, arrependido de tê-lo criticado por receber tratamento especial durante a produção. “Minha esposa me perguntou como o Chadwick era, porque eu estava muito animado em trabalhar com ele. Eu disse que ele era tratado como alguém ‘especial’, porque estava sempre cercado de gente ao seu redor para bajulá-lo”. Peters não conteve as lágrimas ao falar sobre como se arrependia de pensar aquilo. “Ele tinha uma pessoa chinesa que lhe fazia massagens nas costas quando ele saía do set, uma moça que massageava seus pés, sua namorada segurando sua mão. E eu achando que talvez o lance do ‘Pantera Negra’ tivesse subido à sua cabeça. Hoje me arrependo desses pensamentos. Eles estavam cuidando dele…”, contou o ator, que ainda lembrou como ele não aparentava cansaço nas cenas de ação, carregando equipamento pesado sob o sol escaldante do Vietnã. “Aquele cara jovem… Peço desculpas”, disse, emocionado. O filme Spike Lee acompanhava veteranos da Guerra do Vietnã, que voltavam ao país décadas depois do conflito. Na história, Boseman era o líder heroico do destacamento, que não sobreviveu ao conflito. O elenco também contava com Delroy Lindo (“The Good Fight”), Norm Lewis (“Scandal”), Isiah Whitlock Jr. (“Infiltrado na Klan”) e Jonathan Majors (“A Rebelião”) , entre outros. Boseman morreu na sexta-feira (28/8), em casa, ao lado da esposa que poucos sabiam que ele tinha. Veja a entrevista de Peters abaixo.
Marvel presta homenagem a Chadwick Boseman
A Marvel divulgou um vídeo em tributo a Chadwick Boseman, intérprete do herói Pantera Negra, que morreu na sexta-feira (28/8) de câncer de cólon. Com cenas de bastidores de “Pantera Negra”, entrevistas com o próprio ator, depoimentos dos colegas de filmagem, da equipe técnica, do diretor Ryan Coogler e de alguns dos Vingadores (Chris Evans, Scarlett Johnansson e Robert Downey Jr.), o vídeo se encerra com uma frase poderosa: “Você sempre será o nosso rei”. A homenagem também mostra a reação do público em eventos com a presença do ator, além de depoimentos sobre como “Pantera Negra” se tornou um marco da representatividade no cinema. O próprio ator diz num trecho: “É legal ver o que [‘Pantera Negra’] significa para as pessoas. Algumas vezes, na minha cabeça, eu ficava: ‘Bem, o que isso significa para o mundo? Esse clima vale algo?’. E tenho que dizer que sim, e não por ser um escape, mas quando é feito do jeito certo, isso vira esperança para as pessoas”. “Pantera Negra” será exibido na TV na noite desta segunda (31/8), em homenagem da rede Globo a Boseman.
Filha de Grazi Massafera e Cauã Reymond vai estrear como atriz aos 8 anos
A filha de Grazi Massafera e Cauã Reymond vai estrear como atriz no próximo filme da diretora Laís Bodansky (“Como Nossos Pais”). A pequena Sofia Marques, de oito anos, foi escalada no filme “Pedro”, que será protagonizado por seu pai. Em entrevista para a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Grazi disse que a decisão de deixá-la participar do filme foi muito tranquila. “Sofia é uma menina, ela atua brincando. Eu a estimulo a ser criança, brincando o tempo todo, criando histórias e personagens”. O Pedro do título da produção é Dom Pedro I. Atualmente em fase de pós-produção, o filme é centrado na volta do ex-imperador do Brasil a Portugal, após ser destronado por um golpe parlamentar. Durante a travessia, ele reflete sobre sua vida no Brasil desde a infância, quando chegou com seus pais de Portugal, em 1808, até sua saída na calada da noite, fugindo para não ser apedrejado pela população, em 1831. Orçado em R$ 11 milhões, o longa, que também será transformado em uma minissérie de quatro capítulos, tem 40% das cenas rodadas em Portugal e na Ilha dos Açores. A realização é uma coprodução de produtoras brasileiras com a portuguesa O Som e a Fúria. O roteiro é assinado por Bodanzky, seu marido e parceiro profissional Luiz Bolognesi e Chico Matoso.
Globo exibe Pantera Negra em homenagem a Chadwick Boseman
A Rede Globo vai exibir o filme “Pantera Negra” nesta segunda-feira (31/8) em sua faixa Tela Quente para homenagear o ator e protagonista do longa, Chadwick Boseman, que morreu na sexta-feira (28/8), aos 43 anos, vítima de um câncer de cólon. A morte do ator surpreendeu o mundo, porque ele não revelou em nenhum momento que sofria de um câncer grave, e continuou trabalhando enquanto se tratava da doença. Visto ainda em forma em seu último lançamento, “Destacamento Blood”, de Spike Lee (lançado em junho na Netflix), Boseman foi diagnosticado com o estágio 3 do câncer em 2016. De lá pra cá, rodou diversos filmes de sucesso, entre eles “Pantera Negra”. Boseman virou o super-herói da Marvel em “Capitão América: Guerra Civil” (2017), aparecendo pela primeira vez como T’Challa, príncipe de Wakanda, que se tornava rei e o lendário herói Pantera Negra. Mas foi só o aperitivo (num contrato para cinco produções), servindo de teaser para o filme solo do herói, “Pantera Negra”. Mais que um blockbuster de enorme sucesso mundial, com bilheteria de US$ 1,3 bilhão, “Pantera Negra” representou um fenômeno cultural, criando o bordão “Wakanda Forever”, com tudo o que ele representa. Não só um país extremamente avançado, Wakanda foi encarado como uma ideia, afrofuturismo como o cinema jamais tinha ousado apresentar, que subvertia gerações de colonialismo cinematográfico e a representação da África como um continente miserável. A África apresentada em “Pantera Negra” era um lugar de dar orgulho por sua inovação e progresso. Como T’Challa, Boseman reinou sobre essa visão, que empoderava não apenas homens negros, mas também mulheres negras, apresentadas como guerreiras imbatíveis e cientistas inigualáveis. O diretor Ryan Coogler pretendia continuar a explorar esse mundo numa continuação, anunciada para 2022, mas o ator vai ficar devendo o filme. Ele realizou quatro dos longas de seu contrato, aparecendo ainda na dobradinha “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria do cinema em todos os tempos. Além de Chadwick Boseman, o elenco de “Pantera Negra” inclui Letitia Wright (série “Humans”) como sua irmã Shuri, Angela Bassett (“Invasão a Londres”) como sua madrasta Ramonda, Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”) como seu mentor e guia espiritual Zuri, Daniel Kaluuya (“Corra!”) como seu melhor amigo W’Kabi, Danai Gurira (série “The Walking Dead”) como a guerreira Okoye, Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) como outra guerreira, Nakia, Martin Freeman, reprisando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), como o oficial da ONU Everett K. Ross, além dos antagonistas Erik Killmonger, vivido por Michel B. Jordan (“Creed”), M’Baku, interpretado por Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”), e Ulysses Klaue, que Andy Serkis também já tinha interpretado em “Capitão América: Guerra Civil”. Confira o trailer legendado abaixo.












