Globoplay adquire documentário sobre prisão de Caetano Veloso pela ditadura
A Globoplay comprou os direitos de transmissão do documentário “Narciso em Férias”, sobre a prisão de Caetano Veloso em 1968, durante a ditadura militar. O longa chega à plataforma de streaming no dia 7 de setembro, mesmo dia de sua première mundial na 77ª edição do Festival de Veneza. Dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil (“Uma Noite em 67”), “Narciso em férias” será exibido fora de competição no festival italiano. O documentário traz o depoimento de Caetano Veloso sobre sua experiência na cadeia, que incluiu passar uma semana trancado numa solitária. Ele e Gilberto Gil foram retirados de suas casas em São Paulo por agentes à paisana, duas semanas após o decreto do AI-5. À época, o regime militar proibiu que jornais divulgassem a prisão dos artistas. No total, Caetano ficou 54 dias encarcerado. Durante o período, ele compôs a canção “Irene”, inspirado pela lembrança da risada de sua irmã mais nova, e ao sair da prisão foi exilado em Londres. Em entrevista à revista americana Variety, Caetano destacou a importância de lembrar esse período histórico para se contrapor à versão dos fatos propagada pelo atual governo negacionista. “O Brasil tem um governo que diz que a ditadura militar foi uma coisa boa. E eles estão tentando lançar uma luz positiva. É hora de falar sobre esse período da maneira que faço no filme”, afirmou.
Artistas da Globo sofrem devassa da Receita Federal
Revelada em janeiro, a ofensiva da Receita Federal contra 43 dos principais artistas da rede Globo se intensificou. Depois de uma devassa nos contratos, agora devem chegar as primeiras cobranças de impostos retroativos aos atores e atrizes que pertencem ao primeiro time da emissora. Caso o órgão do governo federal entenda que houve fraude ao fisco, devido a contratos firmados não com os artistas, mas com pessoas jurídicas, eles teriam que arcar com um valor equivalente ao total do que receberam pelo trabalho na emissora. Reynaldo Gianecchini é um dos artistas na lista de notificações da Receita Federal. “Trabalho há 20 anos e desde sempre paguei um monte de impostos que o governo me cobrou. Como pode a Receita Federal, agora, dizer que tudo aquilo não valeu?”, questiona o ator, em comunicado. “Com oito anos eu já trabalhava. Fiz filmes, peças de teatro, campanhas publicitárias e coproduções de longas. E, para fazer tudo isso, no Brasil ou no mundo, tem que ser através de uma pessoa jurídica”, argumenta Deborah Secco. Advogado tributarista que defende os 43 artistas da Globo, Leonardo Antonelli, irmão da atriz Giovanna Antonelli, revelou que a Receita Federal também passou a vasculhar neste mês de agosto os chamados direitos conexos, que são os valores que os atores recebem pelas obras audiovisuais de que participaram. Essas quantias são pagas quando novelas são reprisadas ou exibidas no exterior, por exemplo. “Nunca houve isso na história artística brasileira”, disse o advogado ao blog Na Telinha. A Globo, que nos últimos anos passou a substituir contratos de jornalistas, executivos e apresentadores de PJ para CLT, defende em comunicado que todas as suas formas de contratação estão dentro da lei. No caso de artistas e alguns jornalistas, a vantagem de ser contratado como uma “empresa” é a possibilidade de vincular ao contrato ganhos com publicidade e merchandising, que são devidamente declarados. “Alguns faturam muito mais com a publicidade nas suas redes sociais do que na própria Globo, principalmente aqueles com milhões de seguidores, que criam os próprios canais, atraindo mais audiência do que certos programas de TV”, alega o advogado dos artistas. A pessoa física é taxada em até 27,5% do Imposto de Renda, além do INSS. E a jurídica recolhe, ao todo, de 6% a 16%, dependendo da atividade e faturamento. O advogado tributarista destaca que, apesar da taxação sobre a renda ser inferior, o contratado como PJ não tem os benefícios trabalhistas e ainda arca com outros impostos para a União, que já foram pagos ao longo dos anos. “As empresas brasileiras, incluídas nesse rol aquelas pertencentes aos atores, são obrigadas a pagarem uma série de tributos sobre suas receitas, tais como o PIS, Cofins, Contribuição Social Sobre o Lucro, Imposto de Renda Pessoa Jurídica, ISS, contador e alvará. E esses valores pagos por eles não poderão, no futuro, serem devolvidos na hipótese do entendimento da Receita prevalecer, pois já estará prescrito o direito de eles pedirem de volta”, explica Antonelli. Apesar de outras grandes emissoras, como SBT, Record, Band e RedeTV!, terem parte de seus artistas, executivos e jornalistas contratados como PJ, não há informações que os profissionais dessas empresas tenham recebido notificações para prestar contas ao fisco. Também não há indícios de que a ex-secretária de Cultura, Regina Duarte, e o atual, Mário Frias, ex-funcionários da Globo, tiveram as contas examinadas. O presidente Jair Bolsonaro já declarou que considera o Grupo Globo seu “inimigo” e chegou a sugerir que pode não renovar a concessão para que a empresa continue a operar seus canais de TV. Após acusar a Globo de praticar “jornalismo sujo”, Bolsonaro registrou sua ameaça num vídeo, divulgado em novembro do ano passado. “Pague tudo o que deve. Certidões negativas, tudo. Para não ter problema. Não vou passar a mão na cabeça de ninguém. Da Globo nem de ninguém. Vocês têm que tá em dia para renovar a concessão. Tô avisando antes para não dizer que estou perseguindo vocês”, declarou o presidente na ocasião, mais transtornado que o costume, mas em seu habitual estilo retórico de dizer que não está fazendo o que está fazendo. Ele também mandou diminuir a verba de publicidade federal destinada ao grupo de comunicação da Globo e há indícios de que séries e filmes da empresa possam ter dificuldades para conseguir incentivos ou acesso à verba do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual). Para completar, neste mês acionou a Rede Globo na Justiça pelo direito de resposta às críticas do Jornal Nacional (JN) sobre a atuação do governo no combate ao surto de coronavírus. Segundo a Advocacia Geral da União apresentou-se “indevidas ilações sobre uma suposta omissão deliberada por parte do Governo Federal, no contexto de combate à pandemia do gerada pelo covid-19”.
VMA 2020: Premiação da MTV consagra The Weeknd, Lady Gaga e Ariana Grande
Primeiro grande evento televisivo ao vivo desde o início da pandemia do coronavírus, o Video Music Awards, premiação de clipes da MTV, aconteceu na noite de domingo (30/8) com shows ao ar livre nas cidades de Nova York e Los Angeles e a entrega de troféus para a maioria das atrações musicais que se apresentaram. O principal prêmio da noite ficou com The Weeknd, que abriu a cerimônia com um show faraônico. O cantor canadense venceu a categoria de Melhor Clipe do ano por “Blinding Lights”. Mas a homenageada do evento, Lady Gaga, que recebeu um troféu especial por ser um Ícone pop contemporâneo, foi a estrela mais premiada, com quatro Astronautas de Prata, incluindo Artista do Ano. Ao receber o troféu de Ícone, Gaga discursou: “Eu nunca imaginei que poderia ganhar um prêmio como esse, que me honrasse por tudo que sou. Eu espero que as pessoas que estão em casa, que também têm sonhos, saibam que vocês também podem fazer isso. Eu sei que um novo tempo está surgindo e sei que a cultura pop vai inspirar todos vocês. A arte vai empoderar todos vocês!”. Ariana Grande também faturou quatro prêmios — três compartilhados com Lady Gaga e outros em parceria com Justin Bieber, com “Stuck with U”, considerado o Melhor Clipe Caseiro, categoria criada para refletir o improviso da indústria musical durante a pandemia. As duas divas ainda dividiram o palco na performance mais triunfal do VMA 2020, levando fãs à loucura nas redes sociais. Com visuais extravagantes, Lady Gaga e Ariana Grande cantaram juntas o hit “Rain on Me” — Música do Ano, Melhor Colaboração e Melhor Fotografia. Com apresentação de Keke Palmer, o evento também contou com shows do BTS, Miley Cyrus, Maluna e Doja Cat, todos vencedores de prêmios, além de Machine Gun Kelly, que conquistou a categoria de Melhor Clipe Alternativo com “Bloody Valentine”, em que contracenou com sua atual namorada famosa, a atriz Megan Fox. Confira abaixo a abertura com The Weeknd, a performance de Lady Gaga e Ariana Grande, e outros três destaques musicais da premiação, seguida pela lista completa dos premiados. Melhor Clipe do Ano: The Weeknd – “Blinding Lights” Melhor Artista do Ano: Lady Gaga Música do Ano: Lady Gaga e Ariana Grande – “Rain On Me” Melhor Colaboração: Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Melhor Artista Revelação: Doja Cat Melhor Clipe Pop: BTS – “On” Melhor Clipe de Rap: Megan Thee Stallion – “Savage” Melhor Clipe de Rock: Coldplay – “Orphans” Melhor Clipe Alternativo: Machine Gun Kelly – “Bloody Valentine” Melhor Clipe de Música Latina: Maluma ft. J Balvin – “Què Pena” Melhor Clipe de R&B: The Weeknd – “Blinding Lights” Melhor Clipe de K-Pop: BTS – “On” Melhor Clipe Engajado H.E.R. – “I Can’t Breathe” Melhor Clipe Caseiro: Ariana Grande & Justin Bieber – “Stuck with U” Melhor Performance na Quarenta: CNCO – MTV Acústico em Casa Melhor Direção: Taylor Swift – “The Man” Melhor Fotografia: Lady Gaga e Ariana Grande – “Rain On Me” Melhor Direção de Arte: Miley Cyrus – “Mother’s Daughter” Melhores Efeitos Visuais: Dua Lipa – “Physical” Melhor Coreografia: BTS – “On” Melhor Edição: Miley Cyrus – “Mother’s Daughter”
Diretor de Pantera Negra escreve despedida comovente para Chadwick Boseman
O diretor Ryan Coogler, de “Pantera Negra”, assumiu-se surpreso e dolorido com a morte de Chadwick Boseman, a estrela de seu filme, após uma batalha de quatro anos contra o câncer de cólon. Em uma longa carta divulgada no domingo (30/8), Coogler lamentou a perda de “uma pessoa especial” que deixou uma “marca incrível”, e revelou que não sabia que o ator sofria com a doença. Boseman nunca havia falado publicamente sobre seu diagnóstico e Coogler observou que o ator “valorizava profundamente a privacidade”. “Eu não sabia dos detalhes de sua doença”, escreveu Coogler. “Depois que sua família divulgou a notícia, percebi que ele estava convivendo com a doença durante todo o tempo em que o conheci. Por ser um provedor, um líder e um homem de fé, dignidade e orgulho, ele protegeu seus colaboradores do sofrimento. Ele viveu uma vida linda. E ele fez uma grande arte. Dia após dia, ano após ano. Ele era assim. Ele era um espetáculo de fogos de artifício épico. Contarei histórias sobre ter presenciado algumas das suas faíscas brilhantes até o fim dos meus dias. Que marca incrível ele deixou para nós.” Na carta, Coogler se lembrou como se convenceu a fazer “Pantera Negra” por causa do ator. “Eu herdei a escolha da Marvel e dos irmãos Russo para T’Challa. É algo pelo qual serei eternamente grato”, comentou. “A primeira vez que vi a performance de Chad como T’Challa, foi em uma versão inacabada de ‘Capitão América: Guerra Civil'”, lembrou, dizendo que, na época, ainda estava “decidindo se dirigir ‘Pantera Negra’ era ou não a escolha certa para mim”. Ele disse que o que o convenceu foi ver um diálogo entre Boseman e o titã do cinema sul-africano, John Kani, que viveu o pai de T’Challa, Rei T’Chaka, “em um idioma que eu nunca tinha ouvido antes”. “Perguntei a Nate Moore, um dos produtores do filme, sobre a linguagem. ‘Vocês inventaram?’ Nate respondeu: ‘Esse é o xhosa, a língua nativa de John Kani. Ele e Chad decidiram fazer a cena assim no set, e nós fomos atrás.’ Eu refleti para mim mesmo: ‘Ele acabou de aprender falas em outro idioma naquele dia?’ Eu não conseguia dimensionar como isso deve era difícil e, embora não tivesse conhecido Chad, já estava maravilhado com sua capacidade como ator”. Coogler revela com carinho o dia em que finalmente conheceu Boseman em 2016, “assim que assinei para fazer o filme”. “Ele escapou de jornalistas que estavam reunidos para uma entrevista coletiva que eu daria sobre ‘Creed’ e se encontrou comigo. Conversamos sobre nossas vidas, o tempo que passei jogando futebol na faculdade e o tempo dele em Howard estudando para ser diretor, sobre nossa visão coletiva para T’Challa e Wakanda. Falamos sobre a ironia de como seu ex-colega de classe de Howard, Ta-Nehisi Coates, estava escrevendo o arco atual de T’Challa com a Marvel Comics. E como Chad conheceu o aluno de Howard, Prince Jones, cujo assassinato por um policial inspirou o livro de memórias de Coates, ‘Between The World and Me’.” “Percebi que Chad era uma anomalia”, continuou Coogler. “Ele estava calmo. Confiante. Estudando constantemente. Mas também gentil, reconfortante, tinha a risada mais calorosa do mundo e olhos que enxergavam muito além de sua idade, mas ainda podiam brilhar como uma criança vendo algo pela primeira vez.” “Essa foi a primeira de muitas conversas. Ele era uma pessoa especial. Costumávamos falar sobre herança e o que significa ser africano. Ao se preparar para o filme, ele refletia sobre cada decisão, cada escolha, não apenas em como isso se refletiria nele mesmo, mas como essas escolhas poderiam repercutir. ‘Eles não estão prontos para isso, para o que estamos fazendo…’. ‘Isto é ‘Guerra nas Estrelas’, este é ‘Senhor dos Anéis’, mas para nós … e muito mais!’. Ele diria isso para mim enquanto estávamos lutando para terminar uma cena dramática, que já se estendia para além do dobro do tempo previsto. Ou enquanto ele estava coberto de pintura corporal, fazendo suas próprias acrobacias. Ou mergulhado em água gelada e pulando em plataformas de pouso de espuma. Eu acenava com a cabeça e sorria, mas não acreditava nele. Eu não tinha ideia se o filme iria funcionar. Eu não tinha certeza se sabia o que estava fazendo. Mas eu olho para trás e percebo que Chad sabia algo que todos nós não sabíamos. Ele estava jogando um longo jogo. Tudo isso enquanto trabalhava. E ele fez o trabalho.” “Ele acompanhou os testes para papéis coadjuvantes, o que não é comum para atores principais em filmes de grande orçamento. Ele participou de várias audições. Na vez de Winston Duke, ele transformou uma leitura em uma cena de luta livre. Winston quebrou sua pulseira. Na audição de Letitia Wright para Shuri, ela derrubou sua pose real com seu humor característico e colocou um sorriso no rosto de T’Challa que era 100% Chad.” O diretor conta que as discussões se estenderam durante as filmagens. “Conversamos desde as fantasias a práticas militares. Ele me disse ‘Wakandanianos tem que dançar durante as coroações. Se eles apenas ficarem lá com lanças, o que os diferencia dos romanos?’. Nos primeiros rascunhos do roteiro, o personagem de Eric Killmonger pediria a T’Challa para ser enterrado em Wakanda. Chad contestou isso e perguntou: ‘E se Killmonger pedisse para ser enterrado em outro lugar?'” Falando sobre a amizade surgida durante as filmagens, Coogler confessa estar lidando mal com a perda. “Eu nunca sofri uma perda tão aguda antes”, descreveu. “Dói mais saber que não podemos ter outra conversa ou troca de mensagens. Ele enviava receitas vegetarianas e regimes alimentares para minha família para seguirmos durante a pandemia. Ele verificava como eu e meus entes queridos estávamos passando, mesmo enquanto lidava com o flagelo do câncer”, revelou, confirmando que não sabia nada sobre a condição do ator. Após o impressionante sucesso de bilheteria de “Pantera Negra”, os dois deveriam voltar a se juntar em uma sequência prevista para 2022, a qual Coogler já se dedicava. “Passei o último ano preparando, imaginando e escrevendo palavras para ele dizer que não éramos destinado a ver. Fico quebrado sabendo que não serei capaz de assistir a outro close-up dele no monitor ou caminhar até ele e pedir outra tomada”. “Nas culturas africanas, muitas vezes nos referimos a entes queridos, que já passaram, como ancestrais”, filosofou o diretor no final de seu texto. “Estávamos em Atlanta, em um armazém abandonado, com telas azuis e enormes luzes de cinema, mas a performance de Chad fez tudo parecer real. Acho que foi porque, desde o momento em que o conheci, os ancestrais falavam por meio dele. Não é segredo para mim agora como ele foi capaz de retratar habilmente alguns dos nossos personagens mais notáveis. Eu não tinha dúvidas de que ele continuaria a nos abençoar com mais. Mas é com o coração pesado e um sentimento de profunda gratidão por ter estado em sua presença, que tenho que reconhecer que Chad agora é um ancestral. E eu sei que ele vai cuidar de nós”.
Astros de Supernatural revelam ter começado a gravar o capítulo final
Os protagonistas de “Supernatural”, Jared Padalecki e Jensen Ackles, anunciaram no Instagram que começaram a gravar o último episódio da série. Ackles, que vive Dean Winchester, postou um vídeo em lembrou que todos os roteiros da série terminavam com “continua”. O script final, no entanto, acaba com um “the end”, que ele mostrou para a câmera, emocionado. Já Padalecki, o Sam Winchester, se disse grato por “tudo o que Supernatural e a SPNFamily [nome do fandom da série] significam para mim”. O ator encerrou a postagem com a hashtag “Supernatural Nunca Morre”. Confira os dois posts abaixo. As gravações devem durar mais duas semanas, período que tende a ser acompanhado por muitos posts de despedida do elenco e da equipe. Lançada em 2005, “Supernatural” está em sua 15ª temporada e é a série mais longeva da rede The CW. Entretanto, seu final já deveria ter ido ao ar nos EUA. A pandemia impediu as gravações de três capítulos e a pós-produção de mais quatro, adiando a despedida dos irmãos caçadores de monstros por alguns meses. “Supernatural” vai voltar em 8 de outubro para apresentar seus sete capítulos derradeiros, com a exibição do último episódio marcada para 19 de novembro. Ainda não há previsão para a exibição desta reta final no Brasil, mas o canal pago Warner já transmitiu todos os capítulos da série produzidos até o momento. Ver essa foto no Instagram It’s gonna be a rough 2 weeks. @cw_supernatural #seriesfinale Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles) em 28 de Ago, 2020 às 4:19 PDT Ver essa foto no Instagram As I head out to the first day on my LAST season finale, I can’t help but be incredibly grateful for all that #Supernatural and the #SPNFamily mean to me. It’s been an incredible journey, to say the least. I, for one, am hoping that #SupernaturalNeverDies Uma publicação compartilhada por Jared Padalecki (@jaredpadalecki) em 28 de Ago, 2020 às 4:10 PDT
Nicolas Cage vai viver dragão em série da Amazon
Nicolas Cage vai dublar seu primeiro personagem animado numa série. Ele dará voz ao protagonista de “Highfire”, atração da Amazon baseada no romance homônimo escrito por Eoin Colfer, o criador de “Artemis Fowl”. Lançado em janeiro passado, o livro conta a história do dragão Highfire, que mora em uma cabana em Louisiana e passa seus dias assistindo à TV paga, dançando “Flashdance” e bebendo bastante vodca. A adaptação vai combinar o dragão animado por computação gráfica com atores reais, num híbrido que é comparado pelo site Deadline a uma versão sombria de “Meu Amigo, o Dragão” passada no mundo de “True Detective”. O responsável pela série é Davey Holmes, roteirista de “Shameless” e criador de “Get Shorty: A Máfia do Cinema”. Além de estrelar, Cage também será um dos produtores da atração. Embora “Highfire” seja a primeira série animada de sua carreira, o ator já está acostumado a dublar animações no cinema. Ele deu voz a Crug em “Os Croods” (2013), que ganhará um segundo filme em breve, Superman em “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas” (2018) e ao Aranha Noir em “Homem-Aranha no Aranhaverso” (2018), sem esquecer papéis nas versões americanas de dois animes, “Força-G” e “Astro Boy” (ambos em 2009). Esta também não é a única série que o astro vai protagonizar. Ele ainda negocia viver Joe Exotic numa minissérie baseada no personagem real que inspirou o documentário “A Máfia dos Tigres” da Netflix.
Premiação de clipes da MTV acontece neste domingo com shows ao vivo
O Video Music Awards (VMA), tradicional premiação de clipes da MTV que ocorre desde 1984, vai realizar sua primeira edição sem público neste domingo (30/8), mas isso não significa um evento sem atrações musicais. A programação do VMA 2020 contará com shows de alguns dos artistas mais populares da atualidade, como Lady Gaga, Ariana Grande, Miley Cyrus, The Weekend, Maluma, Doja Cat e o fenômeno do k-pop BTS. Originalmente marcado para ocorrer no Barclays Center, em Nova York, nos Estados Unidos, os organizadores resolveram realizar uma mudança de última hora, optando por apresentações ao ar livre em cinco distritos diferentes da cidade, com um palco no Brooklyn, em Staten Island, no Queens, em Manhattan e no Bronx. Os shows terão plateia limitada (com distanciamento social e uso de máscaras), mas a divulgação não deixou claro como serão entregues os troféus aos vencedores das categorias da premiação, que terá apresentação da cantora e atriz Keke Palmer (“Scream Queens”). A lista de indicados ao Astronauta de Prata destaca as cantoras Lady Gaga e Ariana Grande, que além de disputarem o prêmio com trabalhos individuais, também concorrem pela parceria em “Rain On Me”. Só este vídeo conquistou sete indicações. Billie Eilish e The Weeknd aparecem em seguida, indicados em seis categorias cada um, seguidos por Taylor Swift, com cinco nomeações, ainda pelos vídeos de seu álbum “Lover”. Por conta da pandemia, que mantém os músicos e seus fãs isolados em suas casas, o VMAs também adicionou duas categorias especiais em sua edição de 2020: Melhor Clipe “Caseiro” e Melhor Performance na Quarentena. A lista completa dos troféus e seus indicados pode ser conferida aqui. A premiação será exibida na TV e na internet pela MTV, a partir das 21 horas (horário de Brasília), mas um pré-show começará a rolar já as 19h30. A transmissão também pode ser acompanhada aqui embaixo.
Katy Perry lança novos clipes animados com temática LGBTQIA+
A cantora Katy Perry lançou mais dois clipes animados no fim de semana, após um par inicial na quinta (27/8). Dirigido pelo ilustrador inglês Sykosan, “Cry About It Later” tem estética de anime e transforma a cantora numa bruxinha estilizada, que é parcialmente inspirada em Samantha, da série “A Feiticeira”, e na versão animada de “Sabrina”, dos anos 1970. Já “Tucked” remete aos quadrinhos românticos dos anos 1950, muitos deles criados pelo lendário Jack Kirby, e que viraram sinônimos de pop art quando copiados com a assinatura de Roy Lichtenstein. A direção desse vídeo é da dupla Hoku Uchiyama e Adam Bolt, que também concebeu o acompanhamento visual de “Harleys in Hawaii”, lançado na quinta passada. Ambos mostram a protagonista trocando de parceiros. No primeiro, ela resolve beijar de príncipes a vampiros para curar um coração partido. No segundo, encarna uma dona de casa entediada, casada com um brócoli, que se torna infiel ao encontrar um homem com forma de bombom gostoso. A coincidência também se estende aos finais de temática LGBTQIA+ – seja no felizes-para-sempre lésbico da “Sabrina” Perry (ela beijou uma garota e gostou), seja na descoberta de um prazer inesperado da “Dotty” Perry bela, recatada e do lar, ao se tornar voyeur de sexo gay. As duas faixas fazem parte do álbum “Smile”, lançado na sexta (28/8) nas lojas digitais.
J.K. Rowling devolve prêmio humanitário após acusações de transfobia
A escritora J.K. Rowling, autora dos livros da saga “Harry Potter” e da franquia cinematográfica derivada, “Animais Fantásticos”, devolveu um prêmio que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F Kennedy. O prêmio Ripple of Hope, cujos vencedores anteriores incluem Barack Obama, Joe Biden e o arcebispo Desmond Tutu, é concedido a pessoas que demonstram “compromisso com mudanças sociais” e foi concedido à autora de “Harry Potter” em dezembro de 2019 por seu trabalho com uma instituição de caridade para crianças. Desde então, Rowling fez comentários transfóbicos na internet e Kerry Kennedy, filha do célebre político americano e presidente da fundação, manifestou sua “profunda decepção”. Em um comunicado oficial, a escritora afirma que considerou “incorreto” o posicionamento de Kerry Kennedy, que a considerou “responsável por machucar pessoas trans”. Rowling fez questão de relembrar que é uma antiga doadora de caridades voltadas à comunidade LGBT e sempre apoiou o direito de pessoas trans de viver livre de perseguição, mas reafirmou algumas de suas posições justificando que sua luta é pelo direito das mulheres. “Nenhum prêmio ou homenagem, não importa minha admiração pela pessoa que o concebeu, significa tanto pra mim a ponto de eu renunciar ao direito de seguir as regras de minha própria consciência”, ela disse, em comunicado, sobre a decisão de devolver a homenagem. Em sua manifestação, Rowling repetiu comentários que revoltaram fãs de “Harry Potter”, ao chamar a defesa dos direitos trans de “radical” e afirmar que “há conflito entre o atual movimento radical pelos direitos trans e os direitos das mulheres”. Rowling começou a se manifestar publicamente contrária aos direitos transexuais em dezembro passado, ao defender uma mulher demitida por tuitar que as pessoas não podiam alterar seu sexo biológico. Naquele momento, ela se posicionou contra uma legislação do Reino Unido que permitiria que as pessoas trans pudessem assumir suas identidades sociais. Os ataques foram retomados em junho com ironias contra “pessoas que menstruam”, que não seriam mulheres. Os comentários se acirraram e Rowling acabou publicando um texto longo em seu site pessoal contra o “ativismo trans”, que, segundo sua interpretação, colocava mulheres em perigo. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. Por conta dessas posições, ela foi criticada pelos três astros dos filmes de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, bem como pelo protagonista do prólogo “Animais Fantásticos”, Eddie Redmayne, e ainda ganhou uma lição de Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que vive a primeira super-heroína transexual da TV. Maines, que aos 15 anos foi proibida de frequentar o banheiro de sua escola, escreveu um longo ensaio para demonstrar que a falta de fundamento dos argumentos de Rowling expressavam apenas preconceito. A polêmica tomou proporções tão grandes que a Warner não sabe o que fazer em relação a “Animais Fantásticos 3”, que perdeu cronograma de filmagens, embora estivesse em pré-produção quando a pandemia paralisou seus trabalhos. E atitudes como a devolução de um prêmio por realizações humanitárias, acompanhado por discurso anti-direitos trans, só piora a situação.
Crítica americana considera Os Novos Mutantes “pior X-Men de todos os tempos”
Devido à falta de sessões de imprensa e boicote de alguns veículos por conta desta decisão da Disney, as críticas a “Os Novos Mutantes” só começaram a ser publicadas após a estreia nos EUA. De três resenhas (duas deles espanholas) compiladas pelo site Rotten Tomatoes até sexta (28/9), o número saltou para 38 neste domingo (30/9). E a maioria é negativa. Na média, o filme atingiu apenas 32% de aprovação. Embora isto seja bem melhor que os 22% alcançados por “X-Men: Fênix Negra” no ano passado, o número cai para 14% na lista dos críticos considerados “top” – a grande imprensa – , ficando abaixo dos 18% de “Fênix Negra” nesta categoria. A atriz Maisie Williams, conhecida como a Arya de “Game of Thrones” e que interpreta a heroína Rahne Sinclair/Lupina em “Os Novos Mutantes”, chegou a ironizar o comentário mais arrasador, compartilhando em suas redes sociais a crítica da revista Forbes, intitulada “‘Os Novos Mutantes’ é o pior filme de X-Men de todos os tempos”. Junto da resenha, ela acrescentou a mensagem: “Parece um filme obrigatório, compre suas entradas agora mesmo”. O massacre coletivo incluiu definições desabonadoras, como “filme de terror medroso” (The New York Times) e “com poucas novidades” (The Hollywood Reporter). Mas, em meio ao desprezo generalizado, há uma constatação de que não se trata de um desastre completo. “Re-filmado, recortado e de alguma forma resgatado da obscuridade total, o filme de Josh Boone não é tão ruim. Infelizmente, também não é bom”, apontou a revista Variety. “É o tipo de filme que muitos fãs certamente vão querer gostar e, embora cumpra essa promessa modesta, certamente não vai além disso”, concordou o site The Wrap. Mas mesmo pouco encorajadores, os comentários da crítica sugeriram que a Disney não abandonasse os personagens, especialmente os femininos (Lupina, Magia e Miragem), que teriam mostrado grande potencial e poderiam brilhar numa história melhor e num filme decente. “Dá pra ver facilmente esses três jovens se juntando à crescente gama de super-heroínas do Marvel Studio”, destacou o Hollywood Reporter. Lançado na sexta-feira, “Os Novos Mutantes” teve uma das piores bilheterias de super-heróis da Marvel neste século, com apenas US$ 7 milhões de arrecadação nos EUA, onde os cinemas dos principais estados (Califórnia e Nova York) ainda estão fechados devido à pandemia de covid-19. O filme não tem previsão de estreia no Brasil. Sounds like a must see! 🧚🏼♀️ Get your tickets now ✨ https://t.co/4fqry3JAse — Maisie Williams (@Maisie_Williams) August 28, 2020
Tenet surpreende com US$ 53 milhões de bilheteria internacional
A aposta da Warner num lançamento internacional de “Tenet” antes da normalização do mercado americano deu certo. O filme de Christopher Nolan atingiu uma abertura de US$ 53 milhões na bilheteria de cerca de 40 países, incluindo o Canadá. Os números representam um bom presságio para o estúdio, que vai lançar a produção nos Estados Unidos, China e outros mercados a partir de quinta (3/9). E são bem melhores do que as projeções mais otimistas do mercado, considerando que este é o primeiro grande filme de Hollywood a ser lançado em todo o mundo durante a pandemia de coronavírus – a outra superprodução da semana, “Os Novos Mutantes”, foi distribuída apenas nos EUA. O resultado de “Tenet” surpreende principalmente porque, longe da normalidade, muitos cinemas continuam fechados, os que estão abertos têm restrição de público e, mesmo com máscaras e outras medidas de proteção, os espectadores ainda receiam voltar às salas de projeção. Considerada uma estreia encorajadora e promissora, o desempenho de “Tenet” também está sendo comemorado por estúdios rivais da Warner, que começam a ver uma luz no fim do túnel – ou nos mercados internacionais – para retomar seus cronogramas de lançamentos. A celebração rendeu, inclusive, um comunicado oficial da Warner, assinado pelo presidente do estúdio, Toby Emmerich. “Começamos de maneira fantástica internacionalmente e não poderíamos estar mais satisfeitos. Christopher Nolan apresentou mais uma vez um filme digno de um evento que exige ser visto na tela grande, e estamos entusiasmados com o fato de que o público em todo o mundo está tendo a oportunidade de ver ‘Tenet'”, escreveu o executivo. “Obrigado aos nossos parceiros de exposição pelos seus esforços incansáveis em reabrir os seus cinemas de forma segura e socialmente distanciada. Dadas as circunstâncias sem precedentes deste lançamento global, sabemos que estamos correndo uma maratona, não uma corrida, e esperamos uma longa exibição para este filme por muitas semanas em todo o mundo”, acrescentou. Apesar desse otimismo, a experiência na Coreia do Sul também serve de alerta. Após uma boa abertura local, as salas foram esvaziadas devido ao aumento de casos de covid-19, fazendo a Disney suspender seus planos para “Mulan” e “Os Novos Mutantes” no país. A estreia de “Tenet” no Brasil está prevista para 24 de setembro, após novo adiamento. Mas, por enquanto, apenas os cines drive-in estão funcionando normalmente no país.
Os Novos Mutantes tem uma das piores bilheterias de super-heróis do século
“Os Novos Mutantes” chegou aos cinemas com uma das piores bilheterias de um filme de super-heróis da Marvel neste século, ao estrear em plena pandemia de coronavírus na América do Norte. Mesmo assim, arrecadou US$ 7 milhões em 2,4 mil telas, o que poderia ser considerado razoável nestas condições – além de evitar o último lugar no ranking negativo, encabeçado por “Era uma Vez um Deadpool” (US$ 2,6 milhões) e “O Justiceiro: Em Zona de Guerra” (US$ 4,2 milhões). Último filme de super-heróis da Marvel produzido pela ex-Fox, “Os Novos Mutantes” foi a primeira grande produção lançada com exclusividade nos cinemas nos últimos cinco meses. Mas o mercado ainda não está normalizado. Apenas 62% das salas estão abertas nos EUA, e isso não inclui Nova York e Califórnia, que continuam sem funcionar. Como se não bastasse a covid-19, algumas salas que deveriam abrir adiaram os planos devido à ameça de um furacão no sul dos EUA. Por conta disso, os números vêm, principalmente, de sessões no Canadá, onde o lançamento precisou disputar o público com “Tenet”. A Disney fez a estreia sabendo que teria prejuízo e apenas para cumprir cláusula contratual que a obrigava a colocar o filme em cartaz. Com orçamento de US$ 100 milhões, a produção não vai se pagar e será mais um prejuízo contabilizado na conta da sua aquisição da Fox no ano passado. Os valores, porém, podem ser amortizados com o lançamento em VOD premium, o que deve significar uma janela mais curta entre as telas. O thriller “Unhinged”, com Russell Crowe, ficou em 2º lugar nas bilheterias, atingindo US$ 2,6 milhões. Há duas semanas em cartaz, o longa já soma US$ 8,8 milhões em exibição em 2,3 mil telas. O Top 3 se completa com a estreia de “Bill & Ted: Encare a Música”, que arrecadou US$ 1 milhão, apesar de ter sido lançada simultaneamente em VOD premium. A comédia foi distribuída em apenas mil cinemas, mas bombou no circuito dos drive-ins. Os cinemas começaram a abrir para valer no fim de semana passado nos EUA e a expansão continua, apesar dos casos de covid-19 não darem sinais de diminuição. Algumas cidades da Califórnia já permitiram a retomada dos negócios na segunda (31/8), antecipando a chegada a “Tenet” no próximo fim de semana. Mas, apesar da retomada, as salas estão operando com capacidade reduzida para promover o distanciamento social, além de implementarem uma série de protocolos de segurança, incluindo a exigência de que funcionários e espectadores usem máscaras faciais. Segundo uma pesquisa da Disney, apenas 40% dos espectadores se sentiram confortáveis com as restrições nesta volta aos cinemas.
Margaret Qualley vai estrelar série produzida por Margot Robbie
A atriz Margaret Qualley, que viveu uma seguidora de Charles Manson em “Era Uma Vez Em… Hollywood”, vai virar faxineira. Ela foi confirmada como protagonista de “Maid”, comédia dramática que será produzida por Margot Robbie (a Arlequina do cinema). As duas trabalharam juntas no filme de Quentin Tarantino. A escalação foi confirmada pelo Twitter oficial da Netflix, que vai exibir a série. Baseada no livro “Maid: Hard Work, Low Pay, and a Mother’s Will to Survive”, de Stephanie Land, a trama gira em torno de uma mãe solteira que começa a trabalhar como faxineira para sobreviver. A adaptação está a cargo de Molly Smith Metzler (roteirista de “Shameless” e “Orange Is the New Black”) e Margot Robbie produzirá a série por meio de sua companhia, Lucky Chap, em parceria com a empresa do veterano produtor John Wells (criador de “Third Watch” e “Shameless”). Margaret Qualley will star in Maid, a dramedy inspired by Stephanie Land’s New York Times best selling memoir Maid: Hard Work, Low Pay, and a Mother’s Will to Survive. Qualley will play Alex, a single mother who turns to housekeeping to — barely — make ends meet. pic.twitter.com/LP4j85p2Lj — Netflix Queue (@netflixqueue) August 26, 2020












