Jonathan Groff dublará boneco de pano em nova série infantil da Netflix
O ator Jonathan Groff voltará a fazer uso de suas habilidade de dublador, após fazer sucesso como a voz original de Kristoff em “Frozen”, em uma nova nova produção infantil. Ele vai estrelar “Lost Ollie”, nova série da Netflix inspirada no livro “Ollie’s Odissey”, de William Joyce. Na produção, Groff dublará o personagem-título Ollie, um boneco de pano feita a mão, que vai parar em uma loja de penhores por acidente e se lança numa odisseia para tentar regressar ao seu lar. O elenco também também inclui Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Jake Johnson (“New Girl”), Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) e o menino Kesler Talbot (“Nancy Drew”). A série tem roteiro de Shannon Tindle (“Kubo e as Cordas Mágicas”), direção de Peter Ramsey (“Homem-Aranha no Aranhaverso”) e produção de Shawn Levy (“Stranger Things”). Ainda não há previsão para a estreia. JONATHAN GROFF (Frozen, Hamilton) will voice Ollie, a handmade toy rabbit stitched together from odds and ends. He’s been Billy’s best friend forever, until he ends up in a resale shop with no way home. Though he’s afraid, Ollie bravely sets off to find Billy. pic.twitter.com/YertQrThux — Netflix Family (@netflixfamily) March 9, 2021 TIM BLAKE NELSON (Watchmen, O Brother, Where Art Thou?) will voice Zozo, a clown doll who is an old toy and an even older soul. Zozo is a true gentleman with a good sense of humor, and after meeting Ollie and hearing his story, he agrees to help Ollie on his journey. pic.twitter.com/uF79PKkK8S — Netflix Family (@netflixfamily) March 9, 2021 KESLER TALBOT (50 States of Fright) will play Billy, a young boy bursting with creativity. He shares a bond with his toy Ollie, a homemade rabbit made by his beloved mother, who joins him on all of his adventures. When Ollie gets lost, Billy embarks on a mission to find him. pic.twitter.com/FtTilHmbmF — Netflix Family (@netflixfamily) March 9, 2021 The series is Executive Produced by the brilliant minds @ShannonTindle_1, @pramsey342, and @ShawnLevyDirect’s 21 Laps Entertainment. (https://t.co/OfszrUTPeS) — Netflix Family (@netflixfamily) March 9, 2021
Steven Spielberg fará drama de época baseado em sua juventude
O diretor Steven Spielberg (“O Resgate do Soldado Ryan”) vai dirigir um filme levemente inspirado em sua juventude. Ainda sem título, o drama de época será focado em um jovem crescendo na cidade de Phoenix, onde o diretor viveu na juventude, entre o fim dos anos 1950 e início dos 1960. O longa terá roteiro de Tony Kushner (“Lincoln”), colaborador recorrente de Spielberg, e terá Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) como uma de suas protagonistas. Ainda sem maiores detalhes revelados, o filme deve começar sua produção em julho deste ano para ser lançado em 2022. Steven Spielberg recentemente terminou de filmar o remake de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story), também escrito por Kushner e estrelado por Ansel Elgort e Rachel Zegler, que tem estreia prevista para dezembro.
Trailer de série documental investiga QAnon, movimento da extrema direita dos EUA
A HBO divulgou o trailer de sua próxima série documental, “Q: Into the Storm”, que investiga o movimento de extrema direita QAnon. A prévia começa com imagens perturbadoras da invasão do Capitólio, prédio onde funciona o Congresso dos EUA, por extremistas anti-democratas em janeiro passado, antes de revelar como esse movimento iniciou no fórum 8chan com entrevistas debochadas. Produzida pelo cineasta Adam McKay (“Vice”), o documentário em seis partes foi realizado ao longo de três anos e segue o diretor Cullen Hoback (“Monster Camp”) enquanto ele se infiltra no mundo de “Q”, um movimento alimentado por teorias da conspiração que tem crescido em influência nos últimos anos, graças ao alcance das redes sociais de políticos de direita. A série pretende traçar a evolução da QAnon desde seu início em 2017, destacando as táticas usadas por seus integrantes para influenciar a política e a cultura americana em geral. “P: Into the Storm” também explorará as conexões do QAnon com o ex-presidente Trump e uma série de políticos e ex-militares, expondo quem são os “Q-tubers” e os jornalistas à serviços da desinformação. “O QAnon obtém seu poder do anonimato e do sigilo, então decidi desmascarar e desmistificar tudo”, disse Hoback, em comunicado sobre o projeto. “O público poderá ver sem filtro o que acontece em seus bastidores e descobrir as forças que levaram os crentes mais fervorosos de Q a invadir o Capitólio.” “O mergulho profundo de três anos de Cullen no mundo de Q é uma explosão poderosa de clareza e verdade, exatamente quando precisamos”, acrescentou McKay. “Eu não posso acreditar que ele conseguiu isso”. A série estreia em 21 de março na HBO.
Michael B. Jordan é oficializado como diretor de Creed III
A MGM anunciou oficialmente nesta quarta (10/3) que Michael B. Jordan fará sua estreia na direção com “Creed III”. Em comunicado, o estúdio disse que o ator também produzirá e reprisará seu papel como o lutador de boxe do título, no terceiro longa da franquia derivada dos filmes de “Rocky”. Além disso, o estúdio definiu a data de lançamento para 23 de novembro de 2022. Junto de Jordan, as atrizes Tessa Thompson e Phylicia Rashad também devem repetir seus papéis no novo filme, que está sendo escrito por Keenan Coogler (roteirista do vindouro “Space Jam: O Novo Legado”) e Zach Baylin (“King Richard”), a partir de uma ideia de Ryan Coogler, diretor do longa original (e de “Pantera Negra”), lançado em 2015 – e irmão mais famoso de Keenan. “Dirigir sempre foi uma aspiração, mas o momento tinha que ser certo”, disse Jordan em um comunicado. “‘Creed III’ é aquele momento – um momento da minha vida em que tenho mais certeza de quem sou, agindo como um agente da minha própria história, amadurecendo pessoalmente, crescendo profissionalmente e aprendendo com grandes como Ryan Coogler, mais recentemente Denzel Washington e outros diretores de primeira linha que respeito. Tudo isso me preparou para este momento.” Jordan continuou: “Esta franquia e em particular os temas de ‘Creed III’ são profundamente pessoais para mim. Estou ansioso para compartilhar o próximo capítulo da história de Adonis Creed com a incrível responsabilidade de ser seu intérprete e seu diretor.” A negociação de Jordan para assumir a direção do filme vinha sendo comentada em off há meses, inclusive pela atriz Tessa Thompson em uma entrevista do ano passado, mas a MGM preferiu não anunciar a novidade na ocasião. O estúdio esperou até esta quarta para fazer a revelação oficial. “Não consigo dimensionar o quão emocionados estamos por ter Michael dirigindo o terceiro filme da franquia ‘Creed'”, disse Irwin Winkler, o produtor de longa data dos filmes de ‘Rocky’, que também produz o spin-off. “Seu compromisso com esse personagem tem sido extraordinário e sabemos que isso se estenderá ao seu papel atrás das câmeras, no comando desta grande nova continuação.”
Ryan Murphy revela primeira foto de Macaulay Culkin em American Horror Story
O produtor Ryan Murphy divulgou em seu Instagram a primeira imagem de Macaulay Culkin, o eterno Kevin de “Esqueceram de Mim” (1990), em sua estreia na série de antologia “American Horror Story”. No primeiro registro fotográfico dos atores da 10ª temporada, Culkin aparece de braços dados com Leslie Grossman, atriz recorrente da série de terror do canal pago FX. Os dois aparecem vestindo casacos de pele luxuosos em uma praia de Massachusetts. “Algo maléfico vem nesta direção. ‘American Horror Story’ 10ª temporada”, escreveu Murphy ao lado da foto. Em maio de 2020, Murphy postou uma foto de outra praia serena em seu Instagram. Na ocasião, ele legendou: “American Horror Story. Dica”. Em novembro, o criador da série compartilhou o pôster oficial da 10ª temporada, que apresentava uma boca aberta e dentes afiados como navalhas, além de uma língua tatuada com “AHS10”. Muitos acham que a combinação de dentes afiados e o cenário aquático aponta que a nova temporada possa ser inspirada pelos filmes clássicos “O Monstro da Lagoa Negra” (1954) ou “Tubarão” (1975). Além de Culkin e Grossman, a 10ª temporada de “American Horror Story” também deve contar com os regulares Evan Peters, Sarah Paulson, Kathy Bates, Billie Lourd, Adina Porter, Lily Rabe, Angelica Ross e Finn Wittrock. Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy)
Atriz de Sabrina será vilã da 3ª temporada de Patrulha do Destino
A atriz Michelle Gomez, que viveu a vilã Madame Satã em “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix, entrou em “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) para viver outra Madame dos quadrinhos. Ela viverá Madame Rouge, que nos publicações da DC Comics é integrante da Irmandade Negra, grupo de vilões arquiinimigos da Patrulha do Destino. Laura De Mille, a versão live-action da elástica Madame Rouge, aparecerá como uma personagem excêntrica e complicada, que chega à Mansão do Destino com uma missão muito específica… só que não consegue se lembrar qual era. “Patrulha do Destino” reúne os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Vale destacar que a adaptação é influenciada principalmente pela fase mais adulta da publicação, após passar a ser escrita por Grant Morrison (criador de “Happy!”) nos anos 1980 e incorporar uma temática queer. O elenco inclui April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue, Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como Niles Caulder, o Chefe, além de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Elogiadíssima, as duas primeiras temporadas da série têm 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. No Brasil, a série da HBO Max é exibida pela HBO tradicional.
Final da saga cinematográfica de Evangelion bate recorde de bilheteria de Imax
O esperado final da franquia “Evangelion” bateu o recorde mundial de arrecadação diária do Imax. Lançado nos cinemas japoneses na segunda (8/3), “Shin Evangelion Gekijôban”, também conhecido como “Evangelion 4.0 Final” e “Evangelion: 3.0+1.0 Thrice Upon a Time”, arrecadou US$ 7,6 milhões em seu dia de estreia, dos quais US$ 740 mil vieram do circuito Imax. O filme teve seu lançamento adiado em vários meses pela pandemia e acabou tendo uma estreia incomum numa segunda-feira. Apesar disso, e mesmo enfrentando toque de recolher que obriga o fechamento dos cinemas às 20h em algumas áreas (incluindo Tóquio), os cinemas Imax lotaram em todo o país. Escrito por Hideaki Anno, o filme fecha a tetralogia “Rebuild of Evangelion”, iniciada em 2007, que refez inteiramente para o cinema a cultuada série anime “Neon Genesis Evangelion”, criada pela próprio Anno em 1995. A série original teve 26 episódios (atualmente disponíveis na Netflix) que acompanhavam a história de um trio de adolescentes escolhidos para pilotar robôs gigantescos, os EVA, com a função de defender uma Tóquio futurista de violentas criaturas alienígenas, chamadas de Anjos. A trama combinava ação, melodrama e metafísica, apostando no desenvolvimento dos personagens com crises existenciais e culminando num mergulho na metalinguagem em seu final maluco, que até hoje rende discussões. Tanto é que foi refeito no filme “The End of Evangelion”, em 1997, e agora ganha sua terceira versão. Entre outras coisas, seu impacto redefiniu o subgênero sci-fi dos mecha (robô gigantes pilotáveis), influenciando tudo o que veio depois, inclusive a franquia americana “Círculo de Fogo”. Veja abaixo o trailer de “Shin Evangelion Gekijôban”.
Calls: Série sem imagens do diretor da franquia Millennium ganha teaser
A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser de “Calls”, série comandada pelo cineasta uruguaio Fede Álvarez (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”). A prévia é uma coleção de ligações telefônicas nervosas sem imagens do elenco. A proposta parece ser exatamente esta. Com nove episódios, “Calls” vai apresentar tramas complexas em que o público apenas ouve os atores, em conversas e ligações telefônicas. “Em Hollywood, você costuma ouvir as pessoas dizerem que estão fazendo algo que nunca foi feito antes, mas é ótimo quando é 100% verdadeiro”, disse Álvarez sobre o projeto, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Claro que a declaração é 100% falsa, afinal “Calls” é um remake. O original é uma produção francesa, criada por Timothée Hochet para o Channel+ (Channel Plus) em 2017. Apesar de não mostrar seu elenco, “Calls” conta com atores famosos, como Pedro Pascal (“The Mandalorian”), Rosario Dawson (“Luke Cage”), Nick Jonas (“Jumanji: Próxima Fase”), Aubrey Plaza (“Legion”), Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Riley Keogh (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Lily Collins (“Emily em Paris”), entre outros. A estreia (do podcast disfarçado) acontece em 19 de março com episódios curtos, de cerca de 15 minutos cada.
Avatar pode retomar recorde de maior bilheteria de todos os tempos
O filme “Avatar” pode protagonizar uma reviravolta e retomar o recorde de maior bilheteria mundial de todos os tempos, que passou a ser de “Vingadores: Ultimato” em julho de 2019. O híbrido animado de James Cameron será relançado na China nesta sexta-feira (12/3) e a venda antecipada de ingressos indica que ele pode ultrapassar o recorde da produção da Marvel. A China tem quebrado diversos recordes de bilheteria nas últimas semanas e, com a retração de Hollywood durante a pandemia de coronavírus, passou a representar o maior mercado de cinema do mundo em 2021. A pandemia, porém, fez com que o país tenha uma falta relativa de títulos locais importantes nos próximos meses, o que deve ajudar o desempenho do relançamento. “Avatar” foi originalmente lançado na China no início de 2010, arrecadando quase US$ 203 milhões na época – um número inédito na época, antes de o mercado chinês começar a crescer exponencialmente. O novo lançamento será disponibilizado principalmente na rede IMAX e em 3D, para cobrar ingressos mais caros. Por conta disso, as vendas antecipadas para o fim de semana já renderam mais de US$ 5,5 milhões para a produção. Antes deste lançamento, a diferença entre “Avatar” e “Vingadores: Ultimato” era de apenas US$ 7,8 milhões. O total arrecadado mundialmente pela superprodução da Marvel foi US$ 2.797,5 milhões, enquanto “Avatar”, que por 20 anos foi o filme de maior bilheteria do mundo, somou US$ 2.789,7 milhões antes da contabilização da nova bilheteria chinesa. Em dezembro de 2019, cinco meses após “Vingadores: Ultimato” tomar o recorde de “Avatar”, James Cameron já tinha previsto que retomaria a liderança com um relançamento no futuro. “Acho que isso é uma certeza”, ele disse na ocasião.
Disney mantém estreia de Viúva Negra em maio
O CEO da Disney, Bob Chapek, afirmou que “Viúva Negra” manterá sua data de lançamento atual. O filme está programado para chegar aos cinemas em 7 de maio. A decisão foi reforçada durante a reunião de investidores, realizada na segunda (9/3), mas Chapek não disse se o filme também teria lançamento simultâneo na Disney+ (Disney Plus) como “Raya e o Último Dragão”). A falta de publicidade recente para um lançamento tão próximo levou muitos a apostarem num novo adiamento. Caso a Disney mantenha realmente a data, “Viúva Negra” chegará aos cinemas com um ano de atraso em relação à sua previsão original. Antes da pandemia de coronavírus, “Viúva Negra” devia chegar aos cinemas em 30 de abril passado. O começo da contaminação levou a Disney a realizar dois adiamentos de sua estreia, primeiro para novembro do ano passado e, posteriormente, para maio, onde a previsão ainda se mantém. O filme estrelado por Scarlett Johansson deveria abrir a Fase 4 da Marvel, que acabou aberta pela série “WandaVision”.
Central Park é renovada para 3ª temporada antes da estreia do segundo ano
A série animada “Central Park” foi renovada para seu terceiro ano de produção pela Apple TV+ três meses antes do lançamento da 2ª temporada. O anúncio foi feito nas redes sociais por Loren Bouchard, um dos criadores, escritores e produtores executivos da atração. “As pessoas que fazem este show me deslumbram com seu talento, ambição e vontade absoluta. E a Apple e a 20th mostraram sua vontade também! Estou honrado em fazer parte de algo com tanta ousadia”, acrescentou Bouchard. Bouchard, que também é o criador de “Bob’s Burgers”, desenvolveu “Central Park” em parceria com Nora Smith (roteirista de “Bob’s Burgers”) e o ator Josh Gad (o LeFou de “A Bela e a Fera”). A série acompanha uma família de zeladores, que vivem e trabalham no Central Park. Na trama, os Tillerman lutam para salvar o parque nova-iorquino – e o mundo – de planos imobiliários sinistos. E, de quebra, ainda cantam vários números musicais. O próprio Josh Gad é uma das vozes principais, junto com Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”) e Kathryn Hahn (“WandaVision”). Mas a 2ª temporada traz uma substituição no elenco original. Kristen Bell (“The Good Place”) pediu para sair após a 1ª temporada, após refletir sobre o fato de ser uma atriz branca dublando uma jovem de cor. Ela tomou a decisão logo após Jenny Slate anunciar que estava se afastando da voz de um personagem no programa “Big Mouth” da Netflix por razões semelhantes. No lugar de Bell, entrou Emmy Raver-Lampman (“The Umbrella Academy”). Os novos episódios estreiam em 25 de junho.
Minissérie baseada no cult Ipcress: Arquivo Confidencial ganha primeiras fotos
O canal britânico ITV divulgou as primeiras fotos de “The Ipcress File”, minissérie de espionagem baseada no popular romance homônimo de Len Deighton, que ganhou uma famosa e cultuada adaptação cinematográfica estrelada por Michael Caine em 1965 – batizada no Brasil como “Ipcress: Arquivo Confidencial”. Filmada em Liverpool e na Croácia, a minissérie traz Joe Cole (“Peaky Blinders”, “Gangs of London”) no papel de Harry Palmer, o espião que Caine imortalizou no filme original e em duas continuações nos anos 1960 (papel tão marcante que o ator o retomou 30 anos depois, em dois telefilmes da década de 1990). O elenco da minissérie também destaca Lucy Boynton e Tom Hollander, que trabalharam juntos em “Bohemian Rhapsody”. Ambos aparecem com Cole nas fotos divulgadas. Veja abaixo. A adaptação é assinada pelo roteirista John Hodge (“Transpotting”) e a direção está a cargo de James Watkins (“Black Mirror”). “The Ipcress File” é o primeiro livro do icônico espião britânico Harry Palmer, que chegou a ser considerado a versão intelectual de James Bond, embora essa fama seja parcialmente derivada de um estereótipo: Palmer usava óculos. O livro original, que tem como pano de fundo a Guerra Fria europeia, vendeu 10 milhões de cópias no mundo inteiro desde sua publicação em 1962. A trama se passa entre Berlim e Londres durante os anos 1960 e envolve a busca por um cientista nuclear. “Estou emocionado por trazer a adaptação brilhante de John Hodge de um romance tão icônico para a ITV. Harry Palmer é um personagem incrível e isso teria sido impossível sem o ator certo, por isso estamos todos maravilhados com o fato de Joe Cole assumir o papel”, disse a chefe de drama da ITV, Polly Hill. Watkins, que dirige cada um dos seis episódios, disse que mal pode esperar “para levar a teia inebriante de espiões de Len Deighton – mais sexy do que o pessoal de Smiley, mais real do que Bond – para um público de televisão mais amplo”. Hodge ainda salientou que a série representa uma “oportunidade maravilhosa de retratar uma época em que o mundo do pós-guerra estava se transformando na forma como vivemos agora, quando a mobilidade social, os direitos civis e o feminismo moderno forçavam seu caminho para a consciência pública.” Ainda não há previsão para a estreia.
Kenneth Branagh vai filmar cinebiografia dos Bee Gees
O cineasta Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) vai trocar as adaptações de Shakespeare e Agatha Christie pela música pop. Ele assinou contrato com a Paramount Pictures para dirigir um filme biográfico dos Bee Gees. O filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. O roteirista Ben Elton está escrevendo o longa, que ainda não tem título oficial. Ele e Branagh trabalharam recentemente juntos em outra cinebiografia, “A Pura Verdade”, de 2018, sobre William Shakespeare. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Barry Gibb também está listado como produtor executivo. Ele é o último membro sobrevivente da banda, após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, lançado em dezembro passado com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).











