Natalie Portman vai estrelar sua primeira série na Apple TV+
As vencedoras do Oscar Natalie Portman (por “Cisne Negro”) e Lupita Nyong’o (por “12 Anos de Escravidão”) vão se juntar pela primeira vez nas telas. O encontro vai acontecer numa minissérie da Apple TV+ (Apple TV Plus). Elas interpretarão as protagonistas de “Lady in the Lake”, baseada no romance best-seller homônimo de Laura Lippman (“Um Passado Sombrio”), publicado em 2019. A produção vai marcar o primeiro papel fixo de Portman numa série. Em quase 30 anos de carreira, ela só apareceu uma vez num episódio de série live-action: “Angie Tribeca”, em 2017. “Lady in the Lake” se passa em Baltimore na década de 1960, onde um assassinato não resolvido leva a dona de casa e mãe Maddie Schwartz (Portman) a se reinventar como repórter investigativa. Sua nova vocação a coloca em rota de colisão com Cleo Sherwood (Nyong’o), que concilia a maternidade, vários empregos e um compromisso com a agenda progressista negra da cidade. A adaptação será escrita e dirigida pela cineasta Alma Har’el (“Honey Boy”), que contará com a parceria narrativa do roteirista Dre Ryan, experiente produtor-roteirista de “Colony”, “The Exorcist” e “O Homem do Castelo Alto” (The Man in the High Castle). A Endeavor Content vai produzir a série junto com as duas estrelas, a diretora e as produtoras Crazyrose, do cineasta Jean-Marc Vallée (“Little Big Lies”), e Bad Wolf America, da produtora Julie Gardner (“His Dark Materials”).
Superstore: America Ferrera voltará para final da série
A atriz America Ferrera vai reaparecer na série “Superstore”, que ela protagonizou até o início da atual 6ª temporada. A série durou só mais 13 episódios sem ela e vai chegar ao fim na rede americana NBC no dia 25 de março com um episódio especial de duas horas, que contará com o retorno da antiga gerente da Cloud 9. Detalhes sobre o retorno de Amy Sosa, a personagem de Ferrera, estão sendo mantidos em segredo, mas a NBC já divulgou a primeira foto da participação, em que ela aparece vestindo o familiar colete azul dos funcionários da Cloud 9. É a imagem abaixo. Na trama, Amy foi promovida a um emprego corporativo na empresa-mãe da Cloud 9. Originalmente, ela deixaria a série no final da 5ª temporada, mas quando a pandemia de coronavírus impediu a gravação da despedida, Ferrera concordou em aparecer nos dois primeiros episódios do 6º ano para encerrar seu arco de história. Pouco depois, a rede NBC decidiu cancelar a série. Embora Ferrera não tenha comentado as razões que a levaram a deixar a série, ela mencionou a família em seu comunicado de despedida. A atriz teve seu primeiro filho em 2018, enquanto gravava “Superstore”, e recentemente deu à luz ao segundo filho. Ela também lançou sua primeira série apenas como produtora, “Gentefied”, na Netflix, e se tornou diretora de filmes com “I Am Not Your Perfect Mexican Daughter”, que também chega em breve na Netflix. “Superstore” foi sua segunda série de sucesso, após estrelar a divertida “Ugly Betty” (2006-2010) na rede ABC. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Grey’s Anatomy pode acabar na atual temporada
A showrunner de “Grey’s Anatomy”, Krista Vernoff, revelou ao site da revista americana The Hollywood Reporter, que o final da atual temporada de “Grey’s Anatomy” pode encerrar a série. “Estou planejando um desfecho que pode funcionar como um final de temporada ou final de série”, disse Vernoff na terça-feira (9/3). “Estou planejando para as duas possibilidades, o que é difícil e não é o ideal. Não é onde eu gostaria que estivéssemos”, acrescentou. O destino da série estaria nas mãos da atriz Ellen Pompeo. A atual temporada é a última do contrato assinado pela intérprete de Meredith Grey no final de 2017, que a tornou a atriz mais bem-paga da TV. A renovação para que ela continue à frente da série está sendo negociada há meses pela Disney, proprietária da rede ABC, mas esbarra num novo pedido de aumento salarial substancial da estrela. Por causa disso, a série está chegando pela primeira vez ao final de uma temporada sem saber se voltará no ano seguinte. Vernoff disse ao THR que pediu aos executivos da ABC lhe informarem o destino da série antes de começar a gravar o final da 17ª temporada. “Eu disse a eles que precisava saber antes de chegar ao final para definir o desfecho”, disse ela. “Porque há algumas linhas de diálogos que podem mudar. Tenho planos para ambas as situações. Ou haverá um encerramento ou vamos construir algo que gere um pouco de suspense e uma trama para a próxima temporada.” O drama médico criado por Shonda Rhimes está atualmente em sua 17ª temporada. E apesar dessa longevidade, continua a ser a atração mais vista da rede ABC. Além disso, a série é um fenômeno global, transmitida para todo o mundo, e rende muito dinheiro para a Disney e seus produtores (entre eles a própria Pompeo) num rico negócio de streaming com a Netflix. Além de estrelar “Grey’s Anatomy”, Pompeo também é creditada como produtora da série e de seu spin-off focado em bombeiros, “Station 19”. Os dois dramas são as últimas produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes, que restam na ABC após a produtora assinar um contrato para desenvolver novas séries na Netflix – a primeira foi o fenômeno “Bridgerton”. Escolhida pessoalmente por Rhimes para comandar sozinha “Grey’s Anatomy”, Vernoff pode encontrar uma alternativa no lançamento de um novo spin-off da série. Ela confirmou que existem conversas a este respeito, mas que os desafios de gravar durante a pandemia pausaram estas discussões. “Estamos ansiosos. Eu realmente não tenho espaço criativo para imaginar o que pode acontecer no próximo ano; estou tentando passar por esta temporada. Assim que eu souber se esta é a última temporada ou não, posso começar a tentar imaginar outras coisas. Mas tentar planejar simultaneamente o fim da série e o fim da temporada é o mesmo que desenvolver dois programas diferentes”.
Deborah Snyder revela ter encaminhado denúncia contra Joss Whedon para a Warner
Em entrevista para o site Insider, Deborah Snyder, esposa do diretor Zack Snyder e produtora de “Liga da Justiça”, revelou ter relatado um incidente com Joss Whedon para a Warner em 2017, pouco antes do lançamento do filme nos cinemas. Snyder disse que o incidente não foi com ela, mas que foi procurada pela pessoa envolvida. “Houve um incidente que eu fiquei sabendo, e eu reportei para o estúdio pouco antes de o filme ser lançado. Eu fui até meus superiores depois que alguém me procurou, para falar sobre Joss. Acho que tudo foi resolvido de uma forma que deixou a pessoa satisfeita, e isso é realmente tudo o que posso dizer”. Ela não se aprofundou na denúncia, mas, segundo o site, a WarnerMedia confirmou ter recebido o relato de Snyder na época. A empresa não deu maiores informações. Deborah Snyder não produziu as refilmagens promovidas pelo diretor Joss Whedon, que geraram diversas denúncias sobre mau-comportamento no set de “Liga da Justiça”. Inicialmente feitas pelo ator Ray Fisher, o Ciborgue, as denúncias inspiraram atrizes da série clássica “Buffy – A Caça-Vampiros”, criada por Whedon, a se juntarem às acusações, revelando o lado negativo da atração.
Katie Leung diz que Warner a fez ignorar racismo dos fãs de Harry Potter
A atriz Katie Leung, que ficou conhecida pelo papel de Cho Chang em quatro dos oito filmes de “Harry Potter”, relatou ter descoberto sites que faziam campanhas de ódio racial contra ela, mas os relações públicas da Warner Bros. Pictures a impediram de falar sobre o assunto A escocesa, que hoje tem 33 anos, fez a revelação no podcast Chinese Chippy Girl, dizendo que foi instruída a negar que sofreu com atitudes racistas depois de ganhar fama no papel da primeira garota a beijar Harry Potter no cinema. “Eu estava pesquisando sobre mim mesma e este site era dedicado ao fandom de Harry Potter. Lembro-me de ter lido todos os comentários e havia muito conteúdo racista. Dizia apenas que se você discordava dessa escalação, ‘clique neste botão’ e então era feita uma contagem de quantas pessoas discordavam da minha escalação. Foi terrível. Tão horrível”, relembra ela. Ela acrescentou: “Eu me lembro deles [funcionários da Warner] dizerem: ‘Katie, não vimos esses sites que as pessoas estão falando, então se você for perguntada apenas diga que não é verdade e não está acontecendo’. Eu apenas balancei a cabeça, embora eu tivesse visto com meus próprios olhos”. Leung admitiu que aparecer pela primeira vez nas telas a fez sentir que precisava agir como um modelo para crianças asiáticas e sentiu-se pressionada a passar uma mensagem mais positiva para a comunidade, da qual agora se arrepende. “Começar em ‘Harry Potter’, onde a base de fãs são crianças, isso faz você quer ser um modelo e isso me impediu de expressar livremente o que estava acontecendo. Você quer mostrar a eles que os sonhos se tornam realidade, mas na verdade há muitos obstáculos. Revelar a verdade é uma abordagem melhor, porque você pode preparar as crianças para isso”. Após o final da franquia em 2011, a atriz seguiu carreira em vários filmes e séries, incluindo “O Estrangeiro” (2017), com Jackie Chan. Seu trabalho mais recente é o filme “Locked Down”, com Anne Hathaway e Chiwetel Ejiofor, que teve lançamento online em janeiro passado nos EUA.
Elle Fanning viverá Ali MacGraw em filme sobre bastidores de O Poderoso Chefão
A atriz Elle Fanning (“Malévola”) entrou no filme “Francis and The Godfather”, longa-metragem sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão” (1972). Ela vai interpretar a atriz Ali MacGraw, estrela dos blockbusters “Love Story” (1970) e “Comboio” (1978), que foi casada com o produtor Robert Evans, ex-chefe da Paramount. Fanning se junta a um elenco grandioso. Anteriormente, Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) foi confirmado como o intérprete de Evans, Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como Francis Ford Coppola e Elisabeth Moss (“O Homem-Invisível”) no papel de sua esposa, Eleanor Coppola. O filme tem direção do veterano Barry Levinson (“Rainman”) e é baseado no roteiro do estreante Andrew Farotte, que se destacou na Lista Negra (os melhores roteiros não filmados de Hollywood) e foi reescrito com Levinson. O longa vai contar as batalhas entre Coppola, que tinha 31 anos na época, e Evans, que brigaram pela escalação de Marlon Brando, que não fazia sucesso há anos, e pelo pouco conhecido Al Pacino no papel principal. “Em meio à loucura da produção, e contra todas as probabilidades, um filme clássico aconteceu”, resumiu Levinson, em comunicado sobre o projeto. Coppola, por sua vez, comentou a produção de forma mais modesta. “Qualquer filme que Barry Levinson fizer sobre qualquer coisa, será interessante e vale a pena!” Quando o projeto foi originalmente anunciado há quatro anos, havia menção de produção da HBO, mas os últimos comunicados afirmam que a Endeavour Content e a FilmNation ainda negociam os direitos de exibição mundial. Além deste projeto, a plataforma Paramount+ também desenvolve uma série sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão”. Intitulada “The Offer”, a produção seriada narra a realização do filme de 1972 através dos olhos de seu produtor, Al Ruddy, que se empenhou para tirar o projeto do papel ao lado do diretor Francis Ford Coppola. O projeto perdeu recentemente seu ator principal. Ruddy seria interpretado por Armie Hammer, que se afastou da produção em meio à polêmica sobre mensagens de conteúdo violento que supostamente enviou a várias mulheres nas redes sociais.
Langdon: Personagem de O Código Da Vinci vai ganhar série na plataforma Peacock
A NBCUniversal aprovou a produção da série “Langdon”, baseada nos romances de Dan Brown. O famoso simbologista, que foi interpretado por Tom Hanks em três filmes, será vivido por Ashley Zukerman (da série “Succession”) na adaptação televisiva. Mas a série não irá mais para a rede NBC, conforme planejamento inicial. Em vez disso, servirá de chamariz para a plataforma do grupo, chamada de Peacock. “A equipe ficou maravilhada com este piloto e seu enorme potencial para se tornar um grande sucesso, e nossa nova estrutura nos permite movê-lo para Peacock e dar-lhe todas as oportunidades para que isso aconteça”, disse Susan Rovner, presidente da NBCUniversal Television and Streaming. “Nossa capacidade de escolher um grande programa não é mais limitada pelos padrões da programação de uma rede, o que nos dá a liberdade de dizer ‘sim’ aos programas que amamos e, em seguida, encontrar o lar perfeito em nosso portfólio.” Hanks interpretou Robert Langdon em “O Código Da Vinci” (2006), “Anjos e Demônios” (2009) e “Inferno” (2016), todos dirigidos por Ron Howard. A série marca a primeira vez que o personagem é interpretado por outro ator. A trama da atração será baseada em “O Símbolo Perdido”, terceiro livro da saga do personagem, situado entre “O Código Da Vinci” e “Inferno”. A trama gira em torno de um novo desafio para o professor de arte e “simbologia” de Harvard: desvendar o significado da pirâmide maçônica e impedir uma (mais uma) conspiração global. O escritor Dan Brown, autor dos livros, está envolvido no projeto como produtor executivo, mas o roteiro e produção do piloto estão nas mãos da dupla Dan Dworkin e Jay Beattie, criadores da série sci-fi “The Crossing”.
Polícia acredita que sequestro dos cães de Lady Gaga foi ritual de iniciação de gangue
A polícia de Los Angeles acredita que o sequestro violento dos cachorros da cantora Lady Gaga foi parte de um “ritual de iniciação” de uma gangue de rua. Segundo apuração do site TMZ, a polícia teria identificado que os detalhes do crime são semelhantes a outros casos que ocorreram nos últimos meses em Los Angeles, sugerindo a possibilidade de se tratar de um ritual de iniciação para novos integrantes de uma gangue criminal. Dois cachorros da atriz, Gustav e Koji, foram sequestrados na noite do último dia 24 de fevereiro, durante um passeio na rua. O passeador contratado por Gaga, Ryan Fischer, foi baleado no peito durante o assalto e segue internado — embora consciente e em condição estável. Um terceiro cachorro, Asia, que estava no passeio, conseguiu escapar e ficou com o rapaz ferido até a chegada da polícia. No momento do crime, a atriz estava em Roma, filmando seu novo longa, “House of Gucci”, para o diretor Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”). A cantora já recuperou os bulldogues franceses. Após oferecer uma recompensa de US$ 500 mil, uma mulher entregou os cachorrinhos ilesos numa delegacia em Los Angeles. Mas, como ela ainda não foi completamente inocentada pela polícia, Lady Gaga foi instruída a não pagar o montante oferecido antes da finalização do inquérito.
Lady Gaga e Adam Driver aparecem caracterizados na primeira foto de House of Gucci
A cantora e atriz Lady Gaga compartilhou a primeira foto de seu novo filme nas redes sociais. Ela postou uma imagem de “House of Gucci”, em que aparece ao lado de Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) com visual retrô, em meio à neve. “Senhor e Senhora Gucci”, escreveu ela na postagem. No filme, eles vivem Patrizia Reggiani e Maurizio Gucci, que foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário da grife de moda trocá-la por uma mulher mais nova – disse que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Abandonada, ela assinou o divórcio em 1991 e no ano seguinte passou por problemas de saúde, precisando retirar um tumor do cérebro. Ressentida, encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. O caso lhe rendeu o apelido de “Viúva Negra”, durante um julgamento midiático em 1998, que a condenou a 29 anos de prisão. Ela cumpriu 18 anos e foi libertada por bom comportamento em 2016. Mas Reggiani não perdeu tudo. Ela ganhou o direito de receber uma pensão da família Gucci, por causa de um contrato assinado antes de sua condenação. O papel de Reggiani representa o primeiro projeto de Gaga no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. O filme tem direção do cineasta Ridley Scott (“Blade Runner”, “Todo o Dinheiro do Mundo”) e é baseado no livro “The House of Gucci: A Sensational Story of Murder, Madness, Glamour and Greed” (A Casa Gucci: Uma Sensacional História de Assassinato, Loucura, Glamour e Ganância, em tradução literal), escrito pela jornalista Sara Gay Forden. O elenco grandioso também conta com Jared Leto (“Blade Runner 2049”), Al Pacino (“O Irlandês”), Jeremy Irons (“Watchmen”), Jack Huston (“Ben-Hur”) e Reeve Carney (“Penny Dreadful”). A produção ainda não tem previsão de estreia. Signore e Signora Gucci #HouseOfGucci pic.twitter.com/HiBjiKz6jZ — Lady Gaga (@ladygaga) March 9, 2021
CEO da Disney sobre demissão de Gina Carano: “Defendemos valores universais”
Durante a reunião de mercado em que comemorou os 100 milhões de assinantes da Disney+ (Disney Plus), o CEO da Disney, Bob Chapek, também abordou a demissão da atriz Gina Carano da série “The Mandalorian”. De acordo com a revista The Hollywood Reporter, o executivo respondeu uma pergunta sobre o destino da intérprete de Cara Dune na assembleia de acionistas da empresa. Ele apontou que a inclinação atual da Disney não é de esquerda nem de direita, mas a favor da valores positivos. O tema veio à tona porque Carano é uma republicana convicta, engajada em posts de teor político nas redes sociais. Mas vários artistas de esquerda não sofrem censura por se envolver em temas polêmicos. Chapek negou a existência de uma lista de “atores proibidos” no estúdio. E explicou onde se dá o corte. “Defendemos valores que são universais. Valores de respeito, valores de decência, valores de integridade e valores de inclusão”, ele apontou. “Procuramos ter um conteúdo que seja reflexo da rica diversidade do mundo em que vivemos. E acho que esse é um mundo em que todos devemos viver em harmonia e paz”, completou o executivo. A demissão de Gina foi anunciada pela produtora Lucasfilm no dia 10 de fevereiro, após vários deboches sobre medidas de proteção contra o coronavírus, ataques à movimentos civis, questionamento das eleições e investimento numa narrativa de vitimização de conservadores. O estúdio chegou a advertir a atriz, que era reincidente, antes dela comparar um suposto preconceito contra a direita americana ao sofrimento dos judeus na 2ª Guerra Mundial. Foi a gota d’água que levou à sua demissão.
Disney+ supera 100 milhões de assinantes mundiais
O serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) chegou a 100 milhões de assinantes no mundo todo, menos de um ano e meio após seu lançamento. O anúncio foi feito por Bob Chapek, CEO da Disney, durante uma reunião com acionistas nesta terça (9/3). Em menos de um mês, a plataforma ganhou cerca de 5 milhões de novos assinantes. O crescimento ajudou a elevar o preço das ações da Disney a níveis recordes, consagrando o conglomerado como o que mais se valorizou durante a pandemia em Hollywood. Ao celebrar o resultado, Chapek afirmou que o sucesso da plataforma Disney+ inspirou a companhia a estabelecer metas ainda mais ambiciosas que as originalmente previstas para a plataforma. “Colocamos uma meta de mais de 100 novos títulos por ano, incluindo produções da Disney Animation, Disney Live Action, Marvel, Star Wars e National Geographic”, disse Chapek. “Nosso negócio direto ao consumidor é a principal prioridade da empresa, e nossa robusta produção de conteúdo continuará a alimentar seu crescimento.” No último mês, o aumento no número de assinantes foi puxado pelo sucesso de um novo conteúdo em específico: “WandaVision”, primeira série da Marvel na plataforma. A marca também coincidiu com o lançamento de “Raya e o Último Dragão” simultaneamente nos cinemas e na Disney+ (mas os assinantes precisam pagar R$ 69,90 a mais para ter acesso ao filme).
Liga da Justiça de Zack Snyder ganha pôsteres e trailers centrados em cada herói
A HBO Max e o diretor Zack Snyder divulgaram novas coleções de trailers e pôsteres do relançamento de “Liga da Justiça”. Em suas redes sociais, Snyder revelou vídeos centrados em cada um dos heróis do filme, que também receberam cartazes com poses individuais. Intitulada em inglês “Zack Snyder’s Justice League”, a versão do diretor de “Liga da Justiça” tem quatro horas de duração e apresentará cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e edição de Joss Whedon em 2017. Snyder teria aceitado refazer o filme de graça para recuperar o controle sobre a obra e conseguir maior orçamento para efeitos visuais, bem como autorização para filmar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte do filme, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho desenvolvido até então. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que chamou atenção dos executivos da WarnerMedia, os fãs finalmente terão acesso ao que pediram, podendo comprovar aquilo que acreditavam ou se confrontar com nova frustração diante da edição alternativa de “Liga da Justiça”. O dia da verdade está cada vez mais próximo: 18 de março. #Batman #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/3CHSdvLym1 — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 4, 2021 #Superman #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/v7NpyqoyDG — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 5, 2021 #WonderWoman #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/CNsVQk9s7W — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 8, 2021 #Aquaman #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/l38xIgBE3v — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 6, 2021 #Flash #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/8hNOdIim8B — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 7, 2021 #Cyborg #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/BYek52hGcz — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 9, 2021
Josh Holloway fará nova série do criador de Lost
Onze anos após o final de “Lost”, série que o tornou conhecido, o ator Josh Holloway vai voltar a trabalhar com o criador daquela atração, o produtor J.J. Abrams. O encontro vai acontecer em uma nova série da produtora de Abrams, a Bad Robot. Intitulada “Duster”, a série vai acompanhar um motorista de fuga que trabalha para um sindicato do crime durante os anos 1970. Holloway terá o papel principal. Abrams criou a série com LaToya Morgan, roteirista-produtora da sci-fi “Into the Badlands”. “Duster” é uma das várias séries que a Bad Robot está desenvolvendo para a plataforma HBO Max, após Abrams fechar um contrato milionário de exclusividade com a WarnerMedia. Entre outros projetos, ele também trabalha em séries de “Constantine” e “Liga da Justiça Sombria”, baseadas em quadrinhos da DC Comics, e no terror “Overlook”, derivada do filme “O Iluminado” (1980). Recentemente, Holloway estrelou a boa série sci-fi “Colony”, cancelada antes da conclusão, e integrou a 3ª temporada de “Yellowstone”, da Paramount Network. Ele também pose ser visto num episódio do revival de “Amazing Stories”, recém-lançada na Apple TV+. A Warner Bros. TV está produzindo Duster . Morgan ( Into the Badlands, The Walking Dead ), que tem um contrato geral com o estúdio, e o produtor executivo de Abrams com Ben Stephenson de Bad Robot. Rachel Rusch Rich, deste último, é um co-EP.












