Annie Awards: Soul é o grande vencedor do “Oscar da animação”
O filme “Soul”, da Pixar, foi o grande vencedor do Annie Awards 2021. Considerado o “Oscar da animação”, o evento realizado virtualmente na noite de sexta (16/4) rendeu sete troféus à produção disponibilizada com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus), incluindo o prêmio principal de Melhor Longa-Metragem de Animação do ano. A produção irlandesa “Wolfwalkers” foi a segunda com mais vitórias, conquistando cinco estatuetas no total – inclusive como Melhor Longa-Metragem Independente. “Wolfwalkers” também teve distribuição por uma plataforma de streaming: a Apple TV+. Curiosamente, “Soul” e “Wolfwalkers” estavam empatados com o maior número de indicações – 10 cada. Desde a introdução da categoria de Melhor Animação no Oscar, há 19 anos, os filmes que venceram o Annie Awards levaram a estatueta da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas 13 vezes. Confira abaixo os vencedores dos Annie Awards 2021, incluindo os destaques televisivos. Melhor Longa-Metragem Animado “Soul” (Pixar) Melhor Animação Independente “Wolfwalkers” (Cartoon Saloon/Melusine) Melhor Produção Animada de TV – Pré-escolar “As Aventuras de Paddington” (Blue-Zoo Animation/Nickelodeon) Melhor Produção Animada de TV – Infantil “Hilda” (Silvergate/Netflix) Melhor Produção Animada de TV – Geral “Primal” (Cartoon Network Studios) Melhor Direção em Série Animada Genndy Tartakovsky por “Primal” Melhor Direção em Filme Animado Tomm Moore e Ross Stewart por “Wolfwalkers” Melhor Trilha Sonora em Série Animada Kevin Kiner, por “Star Wars: The Clone Wars” (Lucasfilm) Melhor Trilha Sonora em Filme Animado Trent Reznor, Atticus Ross e Jon Batiste, por “Soul” Melhor Roteiro de Série Animada Andrew Goldberg e Patti Harrison por “Big Mouth” (Netflix) Melhor Roteiro de Filme Animado Pete Docter, Mike Jones e Kemp Powers por “Soul” Melhor Edição de Série Animada “Hilda” (Silvergate/Netflix) Melhor Edição de Filme Animado “Soul” (Pixar) Melhor Dublagem de Série Animada David Bradley (Merlin) em “Tales of Arcadia: Wizards” Melhor Dublagem de Filme Animado Eva Whittaker (Mebh Óg MacTíre) em “Wolfwalkers” Melhor Storyboard de Série Animada “Looney Tunes Cartoons” (Warner Bros. Animation) Melhor Storyboard de Filme Animado “Soul” (Pixar) Melhor Design de Produção de Série Animada “Shoom’s Odyssey” (Picolo Pictures) Melhor Design de Produção de Filme Animado “Wolfwalkers” (Cartoon Saloon/Melusine) Melhores Efeitos Visuais de Série Animada “Jurassic World: Camp Cretaceous” (Universal Pictures, DreamWorks Animation, Amblin Entertainment, Netflix) Melhores Efeitos Visuais de Filme Animado “Soul” (Pixar) Melhor Animação de Personagem de Série Animada “Hilda” (Silvergate/Netflix) Melhor Animação de Personagem de Série Live-Action “The Mandalorian” (Lucasfilm) Melhor Animação de Personagem de Videogame “Marvel’s Spider-Man: Miles Morales” (Insomniac Games) Melhor Design de Personagens de Série Animada “Amphibia” (Disney TV) Melhor Design de Personagens de Filme Animado “Wolfwalkers” (Cartoon Saloon/Melusine) Melhor Produção Especial de Animação “The Snail and the Whale” (Magic Light Pictures) Melhor Curta de Animação “Souvenir Souvenir” (Blast Production) Melhor Comercial de Animação “There’s a Monster in my Kitchen” (Cartoon Saloon) Melhor Animação Estudantil “La Bestia, School: Gobelins” (l’école de l‘image)
Felix Silla (1937–2021)
O ator Felix Silla, que interpretou o Primo Coisa na série “A Família Addams” e o robô Twiki de “Buck Rogers”, morreu na sexta (16/4) aos 84 anos, após lutar contra um câncer no pâncreas. O falecimento foi anunciado por seu amigo de longa data Gil Gerard, o Buck Rogers da série exibida entre 1979 e 1981. “Vou sentir muita falta dele, especialmente do quanto nos divertíamos em convenções, quando ele me mandava me f…”, escreveu Gerard. Com menos de 1,2 m de altura e pesando 30 quilos, Silla estreou na TV num episódio de 1963 de “Bonanza”. Mas seu primeiro papel de destaque só veio dois anos depois, ainda que ninguém pudesse vê-lo. Ele fez grande sucesso ao aparecer como o Primo Coisa (Cousin Itt), no 20º capítulo de “A Família Addams” em 1965, escondido atrás de uma cabeleira imensa, que levava um tratador a confundi-lo com um animal exótico e tentar colocá-lo numa jaula. Silla repetiu o papel em 17 episódios da série. Em uma entrevista ao jornal Los Angeles Times em 2014, ele contou que a peruca usada para interpretar o personagem era feita inteiramente de cabelo humano: “Era quente e pesada. Como vestir um tijolo”. Na 2ª temporada, a produção trocou a peruca original por outra feita de cabelos sintéticos, porque muita gente fumava durante as gravações. “Todo mundo no set fumava. Eles só jogavam as bitucas no chão e pisavam nelas. Os produtores tinham medo de que eu pisasse em uma ainda acesa e pegasse fogo. Eles me deram cabelo sintético, que retarda as chamas”, explicou. O personagem foi ideia de um produtor e nunca fez parte dos desenhos de Charles Addams em que a série era baseada. Entretanto, desde a aparição de Silla passou a integrar a franquia sempre que ela ganhou uma nova adaptação. Ele também apareceu nas séries “Os Monkees”, “A Garota da U.N.C.L.E.”, “A Feiticeira”, “A Flauta Encantada” e até no piloto original de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), antes de entrar nas produções de Glen A. Larson, que em 1978 o escalou como o cylon Lucifer em 10 episódios de “Battlestar Galactica”, e no ano seguinte o colocou sob a “armadura” do robô Twiki, o parceiro do protagonista de “Buck Rogers”. Silla trabalhou ao lado de Gil Gerard, intérprete do herói espacial, em todos os episódios das duas temporadas de “Buck Rogers”, exibida até 1981. Depois disso, ainda foi um ewok em “Star Wars: O Retorno do Jedi” (1983), uma criatura sobrenatural do terrir “A Casa do Espanto” (1985) e Dink, uma paródia dos jawas de “Star Wars”, na comédia “S.O.S.: Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), além de vestir a fantasia de um pinguim em “Batman: O Retorno” (1992). Aposentado nos anos 1990, ele voltou a atuar em “CHARACTERz” (2016), uma comédia que, de certa forma, homenageava sua carreira, ao acompanhar profissionais que ganhavam dinheiro para se fantasiar e divertir crianças num parque de diversões.
Mari Törőcsik (1935–2021)
Mari Törőcsik, uma das atrizes mais célebres da Hungria, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes e estrela de dois filmes indicados ao Oscar, morreu na sexta-feira (16/4) em Budapeste após uma longa enfermidade. Ela tinha 85 anos. Törőcsik se destacou logo na estreia, “Carrossel do Amor” (1956), aos 20 anos de idade, como uma camponesa que se apaixona por um menino camponês contra a vontade de seu pai. O filme de Zoltán Fábri teve première no Festival de Cannes e chamou atenção da crítica francesa para o talento da jovem. Então jornalista, o futuro diretor François Truffaut chegou a escrever em sua crítica do filme: “sem que a artista de 20 anos soubesse, ela era a maior estrela do festival”. Três anos depois, ela foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Karlovy Vary, o mais importante do Leste Europeu, por “Kölyök” (1959), de Mihály Szemes e Miklós Markos, tornando-se rapidamente uma das atrizes mais requisitadas de sua geração. Ela trabalhou com os principais mestres do cinema húngaro, como Miklós Jancsó, Márta Mészáros, István Gaál, István Szabó, Gyula Maár, Károly Makk e o próprio Zoltán Fábri, em várias ocasiões. Uma de suas muitas parcerias com Fábri, “Esta Rua é Nossa” (1968), disputou o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, assim como uma de suas colaborações com Makk, “Cat’s Play” (1974),igualmente indicado ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA Em 1971, ela recebeu uma Menção Especial do Júri do Festival de Cannes por seu desempenho em “O Amor” (1971), outro drama de Makk, e no ano seguinte voltou a conquistar o prêmio de interpretação em Karlovy Vary, por “Holt Vidék” (1972), de Gaál. Mas foi somente em 1976, 20 anos após debutar na Croisette, que ela conquistou o prestigioso troféu de Melhor Atriz de Cannes pelo desempenho como uma atriz de teatro envelhecida em “A Locsei Fehèr Asszony”, de Gyula Maár. A parceria com Maár ainda lhe rendeu o troféu de Melhor Atriz no Festival de Taormina no ano seguinte, por “Teketória” (1977). Ao longo do último meio século, foram mais de 100 papéis cinematográficos, a grande maioria no cinema húngaro, mas ela também contracenou com astros de Hollywood, em filmes como “Muito Mais que um Crime” (1989), de Costa-Gavras, filmado nos EUA com Jessica Lange, “Corações Covardes” (1990), coprodução italiana estrelada por Keith Carradine, Miranda Richardson e Kristin Scott Thomas, e o premiado sucesso internacional de István Szabó, “Sunshine – O Despertar de um Século” (1999), protagonizado por Ralph Fiennes. Seu último trabalho foi lançado no ano passado, “Psycho 60”, um curta experimental dedicado a recriar a cena do chuveiro de “Psicose” com 60 atrizes diferentes, uma para cada take, nos 60 anos de lançamento do clássico de Alfred Hitchcock.
Série do “Senhor dos Anéis” custará quase meio bilhão de dólares por temporada
O orçamento da 1ª temporada da série derivada de “O Senhor dos Anéis” veio à tona. O ministro de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Nova Zelândia, Stuart Nash, revelou numa entrevista televisiva que a Amazon vai gastar US$ 465 milhões (o equivalente a R$ 2,5 bilhões) apenas com a produção da 1ª temporada. “Isso é fantástico, realmente é, esta será a maior série de televisão já feita”, ele afirmou, diante dos números. Trata-se realmente de um orçamento recordista. Em termos de comparação, “Game of Thrones”, da HBO, custou cerca de US$ 100 milhões por temporada, enquanto a trilogia cinematográfica de “O Senhor dos Anéis”, dirigida por Peter Jackson, custou no total US$ 281 milhões. Os valores foram confirmados como parte da Lei de Informações Oficiais do governo da Nova Zelândia. Segundo Nash, o próprio governo neozelandês desembolsou cerca de US$ 71 milhões em estímulos e subsídios para a produção, citando como contrapartida o benefício que a série trará para o crescimento da indústria de entretenimento no país. Ao todo, a Amazon Studios pretende filmar cinco temporadas da série no país, além de possíveis produções derivadas.
Castlevania vai acabar na 4ª temporada
A série animada “Castlevania” vai chegar ao fim em sua 4ª temporada na Netflix. Com estreia marcada para 13 de maio, os novos e derradeiros episódios da atração ganharam uma arte oficial, que pode ser vista acima. Apesar do final da série, o site Deadline aponta que a plataforma estuda produzir um spin-off passado no mesmo universo, mas com um elenco totalmente novo de personagens. “Castlevania” foi uma série fundamental na evolução da programação original da Netflix. Lançada em julho de 2017, tornou-se a primeira série de estilo anime criada originalmente para o streamer. Bem recebida pela crítica, rapidamente desenvolveu fãs devotados, que estimularam a plataforma a investir no formato. A atração gira em torno dos esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Com ajuda do próprio filho do vampiro, ele atinge seu objetivo na 2ª temporada. Mas ainda precisa enfrentar um exército de criaturas das trevas, que lutam para ocupar o vácuo deixado pela morte de Drácula. O elenco de vozes inclui Richard Armitage (de “O Hobbit”) como o protagonista Trevor Belmont, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Alejandra Reynoso (“Winx Club”) como Sypha Belnades, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. Além do estilo visual fortemente influenciado por animes japoneses e pela arte de Ayami Kojima, no videogame “Castlevania: Symphony of the Night”, a série também se distinguiu pelas histórias adultas do prolífico escritor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), que atuou como roteirista e produtor executivo. Ellis chegou a terminar os roteiros da 4ª temporada, antes de ser afastado ao enfrentar alegações de má conduta sexual, que negou firmemente. Sem mais envolvimento com “Castlevania”, ele não faz parte das conversas sobre o novo programa em potencial.
Courteney Cox vai estrelar série de comédia de terror
A atriz Courteney Cox vai estrelar sua primeira série desde o final de “Cougar Town” em 2015. A estrela de “Friends” e da franquia “Pânico” será uma das protagonistas de “Shining Vale”. Desenvolvida por Jeff Astrof (“Trial & Error”) e Sharon Horgan (“Catastrophe”), a série acompanha uma família disfuncional que se muda para uma casa de pequena cidade onde ocorreram atrocidades terríveis. Mas ninguém parece notar que a casa é mal-assombrada, exceto Patricia “Pat” Phelps (Cox), que fica em dúvida se o caso é de depressão ou possessão – os sintomas são exatamente os mesmos. Ex-escritora de sucesso, ela optou por sair da cidade grande para reencontrar a inspiração e reaproximar a família. O elenco da atração inclui Greg Kinnear (“The Stand”) como o marido de Pat, Gus Birney (“Dickinson”) e Dylan Gage (“PEN15”) como os filhos, e Mira Sorvino (“Hollywood”) como o alter ego da protagonista, que pode ser seu id, sua musa ou um demônio tentando possuí-la. A série teve uma 1ª temporada encomendada pelo canal pago Starz. Ainda não há previsão de estreia, mas a atração será exibida no Brasil pela plataforma Starzplay. Courteney Cox poderá ser vista em breve nas telas em “Pânico 5”, previsto para janeiro de 2022, e no especial de reencontro de “Friends” na HBO Max, que ainda não teve sua estreia definida.
Diretora de festival da Bielorrússia é libertada após pressão internacional
Tatsiana Hatsura-Yavorska, diretora do festival de documentários Watch Docs, da Bielorrússia, foi libertada da prisão após a repercussão de um protesto internacional, que nesta semana reuniu organizações de direitos humanos, a Academia Europeia de Cinema e festivais de cinema de todo o mundo, como Sundance, Cannes e Berlim. Ela foi presa em 5 de abril por seu papel na organização de uma exposição fotográfica subterrânea em homenagem aos trabalhadores da saúde da Bielorússia. Isto foi suficiente para que fosse presa por “protestar contra a polícia” e “arrecadar dinheiro para protestos” contra o governo do presidente Alexander Lukashenko, e colocada em um centro de detenção em Minsk, junto com centenas de outras presos políticos, na atual onda de endurecimento da repressão no país. Hatsura-Yavorska deveria comparecer a uma audiência na quinta-feira passada (15/4) após atingir o limite máximo legal de 10 dias de detenção, e pessoas próximas temiam que ela pudesse enfrentar vários anos de prisão. No entanto, após o repúdio generalizado de entidades importantes, as acusações foram retiradas e, além de ser solta, ela não enfrenta processo criminal. Agora, ela deve se juntar ao marido no exterior. Volodymyr Yavorski fugiu do país com os filhos do casal para evitar que o regime colocasse as crianças em orfanatos. As autoridades da Biolorrússia disseram que se não deixasse o país, ele próprio enfrentaria a prisão e nunca mais veria os filhos. Yavorski também é alvo de perseguição política, como ativista dos direitos humanos e fundador do festival ucraniano de filmes sobre direitos humanos Docudays UA. A Bielorrússia vem sendo tomada por manifestações generalizadas contra o regime que governa o país há décadas. Os protestos se intensificaram depois que o presidente reivindicou uma vitória esmagadora nas eleições presidenciais de agosto passado, um resultado que muitos acreditam ter sido falsificado. A União Europeia rejeitou a legitimidade da eleição e fez um apelo público por uma nova votação, além de condenar a perseguição violenta de manifestantes pacíficos por parte das autoridades do país. De acordo com ativistas, desde o verão europeu passado mais de 600 pessoas foram presas, acusadas de participar das manifestações antigovernamentais, e cerca de 400 já foram condenadas.
Ator de “O Gambito da Rainha” será empresário dos Beatles no cinema
O ator Jacob Fortune-Lloyd, que viveu D.L. Townes em “O Gambito da Rainha”, vai estrelar a biografia do empresário dos Beatles, Brian Epstein. Intitulado “Midas Man”, o filme conta com direção do sueco Jonas Akerlund, veterano diretor de clipes e da cinebiografia de rock “Mayhem – Senhores do Caos” (2018). Chamado de “o quinto beatle”, Brian Epstein (1934-1967) é considerado um dos maiores responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. Dono de uma loja de discos em Liverpool e gay numa época em que isso não era bem aceito pela sociedade, ele se impressionou com uma apresentação da banda no Cavern Club e decidiu que iria conseguir um contrato com uma gravadora para a banda. Passaram-se oito meses entre o dia em que ele conheceu os músicos e a assinatura do contrato, que levou ao lançamento de “Love Me Do” e ao começo da Beatlemania. Ele também mudou o visual da banda, colocando os músicos em terninhos combinados e, para completar, ainda lançou a cantora Cilla Black, amiga dos Beatles. A expressão “quinto beatle” foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. “É um grande privilégio interpretar Brian Epstein, um homem que teve um impacto cultural tão importante e duradouro”, disse Jacob Fortune-Lloyd, em comunicado sobre o projeto. “Ele era uma pessoa fascinante com grande talento, ambição e coragem, e estou muito honrado por ter a oportunidade de representá-lo”. O ator também comentou que Jonas Akerlund “é a pessoa perfeita para dar vida a essa história”. “Seu trabalho é visualmente deslumbrante, visceral e ousado. Mal posso esperar para começarmos a trabalhar juntos”, completou. As filmagens acontecerão no Twickenham Studios e em locações em Londres, Liverpool e Estados Unidos. As datas da produção ainda não foram reveladas. Veja abaixo uma entrevista legendada com Epstein feita no início da Beatlemania.
Irmãs malvadas de Cinderela vão virar filme de Kristen Wiig e Annie Mumolo
A Disney resolveu virar do mal. Após os filmes de “Malévola” e do vindouro “Cruella”, o estúdio está desenvolvendo mais um filme live-action focado em vilãs de fábulas encantadas. Desta vez, o destaque pertence às irmãs malvadas de Cinderela. A produção está sendo escrita pelas comediantes Kristen Wiig (“Mulher-Maravilha 1984”) e Annie Mumolo (“Perfeita é a Mãe”), que assinaram juntas o sucesso “Missão Madrinha de Casamento” (2011) e o recente “Duas Tias Loucas de Férias” (2021). Mas, ao contrário de suas tramas anteriores, desta vez elas não devem estrelar a produção, que, segundo o site Deadline, contará com atrizes mais novas nos papéis de Anastasia e Drizella. Com produção do comediante Will Ferrell (“Festival Eurovision da Canção”), o longa será uma comédia musical que pretende explorar a fábula de “Cinderela” por um novo ponto de vista. O projeto ainda não tem título oficial nem previsão de estreia. Enquanto isso, “Cruella”, protagonizado por Emma Stone, chega ao cinemas e ao Disney+ (com custo adicional do Premier Access) no dia 28 de maio. Relembre abaixo uma das cenas mais cruéis das irmãs no desenho clássico da Disney de 1950.
Ator de “Bacurau” relata experiência tenebrosa em UTI com covid-19
O ator Thomás Aquino, que viveu Pacote no filme “Bacurau” e estrelou a série “Boca a Boca” na Netflix, publicou um relato sobre sua experiência com a covid-19, que o levou a ficar internado em uma UTI. “Tive covid-19, e devido a ela uma complicação: embolia pulmonar. Fiquei na UTI por 10 dias e vi e vivi muitas coisas tenebrosas. Não desejo para ninguém. Cuidem-se”, ele escreveu no Instagram, ao lado de fotos em que passa por fisioterapia. No texto, Thomás ainda disse que está se sentindo “mais firme e confiante” após a melhora significativa apontada nos últimos exames. Ele também agradeceu pelas mensagens de carinho enviadas por fãs e pessoas próximas. “Hoje, estou no quinto dia de alta na casa dos meus pais, e essa foto representa minha determinação de reabilitar meu corpo que está debilitado devido a covid-19. Perdi 7 kg de massa muscular, e agora estou fazendo fisioterapia em casa”, contou. “Para aqueles que ainda tem familiares e amigos internados ou com covid-19, há esperança! Há vida e força! Foco, força e fé. Tudo se transformará”, acrescentou o artista, que ainda deixou “solidariedade pra aqueles que perderam alguém especial em suas vidas devido a este vírus”. “Mantenham a fé e a esperança de que tudo passa… o tempo cura. O tempo nos ensina. O tempo nos acolhe e nos acaricia com sua sabedoria”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thomás Aquino (@thomasaquinooficial_)
Dylan O’Brien empolga fãs ao usar português no Twitter
O ator Dylan O’Brien surpreendeu os fãs nesta sexta-feira (16/4), ao usar português para interagir com o perfil da Netflix Brasil no Twitter. Tudo começou quando a Netflix, para promover a estreia de “Amor e Monstros” na plataforma, postou fotos do ator no filme e fez uma observação “apaixonada” em referência à trama: “Eu atravessaria o mundo enfrentando monstros pelo Dylan O’Brien”. O astro resolveu comentar, brincando com o entusiasmo da plataforma: “Paaaaaara se comportaaa”, ele postou em português. A conta nacional da Netflix não conseguiu se conter, disparando: “É difícil manter a compostura com você, Dylan. Muito difícil”. Os fãs se empolgaram ainda mais e multiplicaram reações. “Dylan O’Brien comentando em português foi o motivo do meu colapso”, escreveu uma internauta. Outro quis saber como estava a Netflix depois dessa. “Se tremor e suadeira forem sinais de quem tá bem, eu tô bem”, respondeu o responsável bem-humorado pelos posts da conta. Até Maisa Silva ficou entusiasmada com a troca: “Eu shippo”. Veja abaixo a repercussão. Paaaaaara se comportaaa — Dylan O'Brien (@dylanobrien) April 16, 2021 Paaaaaara se comportaaa — Dylan O'Brien (@dylanobrien) April 16, 2021 se tremor e suadeira forem sinais de quem tá bem, eu tô bem — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 16, 2021 doutora dylan obrien comentando em português foi o motivo do meu colapso pic.twitter.com/JPZMBO8K5f — ʎɯ TFATWS | 📺: twd ₂ (@tnbhdwallows) April 16, 2021 Um beijo Dylan 😘 pic.twitter.com/uGhbORIHuQ — lele (@moviedob826) April 16, 2021 HOMEM PELO AMOR DE DEUS EU VOU DESMAIAR pic.twitter.com/buQlYutsvG — ʎɯ TFATWS | 📺: twd ₂ (@tnbhdwallows) April 16, 2021 Eu shippo — +a (@maisa) April 16, 2021 Ahahahahahahah amiga a menina de mazze runner fala português, se pá aprendeu com ela — Sebastian Stan, Man, u looking good (@Wonderfuljujuba) April 16, 2021 eu te amo dylan rhodes o'brien eu te amo pic.twitter.com/LhjKDWQCup — ca (@lovslahey) April 16, 2021 EU TK PASSANDO MAL DYLAN pic.twitter.com/qL59R0KlbH — Gaby⁷ 🌵 (@stlovrrx) April 16, 2021 tem mta coisa que eu faria pelo dylan o'brien — mÁze (@mazecstr) April 16, 2021 mas no filme dá pra estudar! tem lições preciosas de como sobreviver a um apocalipse. a gente nunca sabe quando vai precisar… — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 16, 2021 Tá, mas qual o nome do filme? — Giovanni (@innavoig__) April 16, 2021
Lia Clark lança clipe viciante com Pocah e pede música no “BBB 21”
A cantora Lia Clark, primeira drag a estourar no funk, lançou um novo clipe nesta sexta (16/4) que conta com participação de ninguém menos que Pocah, finalista do “BBB 21”. Gravado pelo diretor Felipe Sassi (do hit “Cheguei”, de Ludmilla) antes do confinamento da sister, o vídeo de “Eu Viciei” traz a funkeira rebolando mais que nas festas do reality da Globo. No vídeo da música, que fala em liberdade sexual, Lia e Pocah são donas de um bordel em uma cidadezinha do interior e vão até o chão em várias ocasiões, inclusive durante uma batida policial. “Tu Gosta, não gosta?”, questiona Lia, empinando tudo ao lado de Pocah. Durante a divulgação, Lia contou que foi surpreendida pela entrada da colega no “Big Brother Brasil”. A funkeira gravou sua participação sem revelar nada, e quando o anúncio do elenco da produção foi divulgado pela Globo, ela ficou em choque. “Eu fiquei sabendo [que ela ia para o BBB] no anúncio! Nem sabia como reagir, comecei a gritar. Pensei: ‘meu Deus, e agora? Quando vai sair esse clipe?’ Foi um mix de sentimentos”, contou. Já que Pocah conseguiu escapar de várias traições e indicações ao paredão, mantendo-se na casa na reta final do programa, Lia torce para que a Globo toque a música numa festa da atração. “Boninho, toca meu feat. com a Pocah aí, hein? Tô mandando”, ela disse num vídeo para promover a canção. Não seria nada diferente do que a produção fez com “Batom de Cereja”, de Israel e Rodolffo, e “Amor da Minha Vida”, de Fiuk, lançadas enquanto os brothers estavam confinados. Lia Clark espera que ouvir a música possa animar a amiga a seguir no jogo, lembrando que, numa das últimas festas, Pocah chorou e confessou que se sentia sozinha. “Eu acho que [se tocar no BBB] vai dar um super gás para ela. A Pocah não chegou a escutar a música finalizada, nem viu o clipe. Quando a gente gravou o clipe, ainda estava na demo”, revelou.
Ludmilla seduz Xamã em clipe de cenas quentes
A cantora Ludmilla lançou o clipe de “Gato Siamês”, parceria com Xamã, que trás os dois deitados numa cama. Filmado em preto em branco, o vídeo traz cenas quentes, embora, paradoxalmente, mantenha os cantores em distância protocolar – o calor vem basicamente de um show solo da cantora sob os lençóis. A direção é de João Monteiro, veterano de clipes de Ludmilla (“Clichê”, “Melhor pra Mim”, “Verdinha”, “Pulando na Pipoca”, “Cobra Venenosa”), e ilustra bem a letra da música, em que Ludmilla descreve como é incrível no sexo. “Vou te avisar: Você corre perigo deitado na minha cama. Sexo comigo é incrível”, diz um trecho. “Tá tudo bem. Te deixo me fazer de refém, mas jogo limpo contigo. Sabe que só é mais um no meu harém”, rima o refrão. A gravação em ritmo lento e clima romântico é o segundo lançamento de Ludmilla desde o “Numanice Ao Vivo”, seu álbum de pagode. Em fevereiro, ela também apareceu em uma parceria com Major Lazer, “Pra Te Machucar”.












