Missa de Sétimo Dia de Paulo Gustavo será transmitida na TV
Numa iniciativa um pouco mórbido, Paulo Gustavo está voltando à programação do Multishow. O canal pago, onde o comediante se destacou com vários programas, e a Globoplay vão transmitir ao vivo sua Missa de Sétimo Dia. A cerimônia acontecerá no Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, no início da noite de terça (11/5), a partir das 18h30, restrita a familiares e amigos próximos. A transmissão foi uma opção considerada pela família do comediante justamente para evitar aglomerações dos fãs. “Como retribuição a todas as manifestações de carinho que têm recebido, os familiares do artista dividirão a última homenagem com os fãs e admiradores interessados em despedir-se, acompanhando a transmissão à distância e em resguardo”, informou a família em comunicado à imprensa. Durante a transmissão, os fãs terão mais uma oportunidade de relembrar o astro do humor brasileiro que faleceu na última terça-feira (4/5), em decorrência da pandemia de covid-19. E também poderão se manter seguros ao comemorar seu talento. Desde seu falecimento, o ator não parou de receber homenagens, batizando um cinema em São Paulo, rendendo plebiscito para virar nome de rua em Niterói e debates para renomear teatros no Rio. Ele também vai virar enredo da escola de samba de São Clemente no desfile do próximo carnaval carioca.
Atriz de “Euphoria” faz live chorando ao descobrir comentários sobre sua aparência
A atriz Sydney Sweeney, uma das estrelas de “Euphoria”, fez uma transmissão ao vivo chorando nesta segunda (10/5), após descobrir que foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter ao ser rotulada como feia. Um internauta fez uma série de tuítes questionando a beleza de Sweeney, iniciando com outras pessoas um grande debate sobre a aparência da atriz. Na transmissão feita em seu Instagram, ela desabafou: “Aparentemente estou bombando no Twitter porque sou feia. Eu não queria nunca fazer isso [postar o vídeo], mas é realmente importante que as pessoas saibam como isso pode afetar alguém”. “Eu sei que todos dizem que não é para ficar lendo as coisas, ninguém deve ler [o que escrevem sobre você], mas eu sou só a porr* de uma pessoa. Estou aqui, deitada com o meu cachorro, mexendo no Instagram e de pijama. As pessoas precisam ser mais legais nas redes sociais, porque isso é realmente doentio”, ela desabafou. Pouco depois, a intérprete de Cassie em “Euphoria” apagou a publicação, mas alguns de seus seguidores salvaram o vídeo, que pode ser visto abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @xbibity
NBC não exibirá o Globo de Ouro em 2022
O Globo de Ouro recebeu seu golpe mais mortal. A rede NBC anunciou que não vai transmitir a premiação em 2022. O contrato milionário com o canal, pelos direitos de transmissão da cerimônia, é que sustenta a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Sem esse negócio, não só o Globo de Ouro, mas a própria entidade corre o risco de se tornar inviável. A NBC divulgou a seguinte declaração nesta segunda-feira (10/5): “Continuamos a acreditar que o HFPA está comprometida com uma reforma significativa. No entanto, uma mudança dessa magnitude exige tempo e trabalho, e acreditamos fortemente que o HFPA precisa de tempo para fazê-lo da maneira certa. Como tal, a NBC não irá transmitir o Globo de Ouro de 2022. Supondo que a organização execute seu plano, temos esperança de estar em posição de transmitir o programa em janeiro de 2023”. A decisão ecoa a pressão das plataformas Amazon e Netflix, de uma coalizão de 100 agências de talentos, que representam as principais estrelas do cinema e da televisão dos EUA e do Reino Unido, e, nas últimas horas, também da WarnerMedia. Todos anunciaram rompimento com a HFPA. As agências ainda chegaram a sugerir especificamente o cancelamento do Globo de Ouro em 2022, diante da falta de pressa da associação para promover as mudanças esperadas pela indústria do entretenimento. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após um escândalo de corrupção e racismo em seus quadros vir à tona no começo do ano. Tudo começou com uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. Como se não precisasse de mais confusão, em abril um ex-presidente da entidade, Philip Berk, de 88 anos e ainda membro da HFPA, encaminhou um e-mail aos colegas chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e serviu, aos olhos do mundo, para explicar o motivo da falta de integrantes negros na HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Após mais um escândalo, a rede NBC se manifestou prontamente e começou a considerar encerrar seu contrato para exibir a premiação. Berk foi afastado, mas sua manifestação despropositada ainda lembrou que a HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a associação. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E em 2018 ele foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Ele continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação até este ano. Sem tempo para refletir o estrago, o anúncio das mudanças esperadas para os próximos Globos de Ouro aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, a partir de setembro, e mais 20 até o fim do ano que vem. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, colocou em cheque a continuidade do Globo de Ouro. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu os questionamentos, num comunicado divulgado na sexta. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Atores como Mark Ruffalo e Scarlett Johansson expressaram suas frustrações e sugeriram o boicote, enquanto Tom Cruise foi além e devolveu as três estatuetas que tinha conquistado no Globo de Ouro. Pressionado, o comitê responsável por mudar a postura da HFPA terá agora que se desdobrar, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC – que ao tirar o Globo de Ouro do calendário de 2022, deu um prazo amplo, mas específico para a organização resolver seus problemas e entrar em sintonia com aquilo que os representantes de Hollywood esperam. O fato é que se os artistas decidirem não participar mais do prêmio, o Globo de Ouro deixa de ter viabilidade como programa de televisão e simplesmente acabará.
Tom Cruise devolve troféus do Globo de Ouro em protesto
O astro Tom Cruise devolveu suas três estatuetas do Globo de Ouro para a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Ele tinha troféus de Melhor Ator por “Nascido em 4 de Julho” (1989) e “Jerry Maguire” (1996), além de Melhor Ator Coadjuvante por “Magnólia” (1999). O gesto foi o protesto mais claro de um astro de Hollywood contra a associação responsável pela tradicional premiação de cinema e TV dos EUA, e acontece após Scarlett Johansson defender boicote contra a HFPA e a Amazon, Netflix e uma coalizão de 100 agências de talentos (responsáveis pelas carreiras das estrelas da indústria do entretenimento) ameaçarem não trabalhar mais com os jornalistas estrangeiros responsáveis pelo Globo de Ouro. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após realizar uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. O anúncio das mudanças aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, mas apenas a partir de setembro, quando a temporada de premiação estiver começando. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, ameaça a continuidade do Globo de Ouro.
“Grey’s Anatomy” é renovada para sua 18ª temporada
Acabou o suspense. A rede ABC anunciou a renovação da série “Grey’s Anatomy” para sua 18ª temporada. Segundo apuraram os sites das revistas Variety e The Hollywood Reporter, a atriz Ellen Pompeo ganhou um aumento substancial para continuar interpretando a protagonista Dra. Meredith Grey, aumentando sua fortuna. “’Station 19′ e ‘Grey’s Anatomy’ fizeram um trabalho incrível [neste ano] ao homenagear os heróis da vida real, dando ao público um olhar inflexível sobre uma das maiores histórias médicas de nosso tempo”, disse Craig Erwich, presidente da ABC Entertainment e da Hulu Originals, referindo-se à forma como as duas séries comandadas por Krista Vernoff lidaram com a pandemia de covid-19 em suas tramas. “Krista e sua equipe de escritores continuaram a entregar a narrativa convincente e compassiva que é a marca registrada desses programas, e criaram alguns dos momentos mais comentados do ano na televisão. Estamos muito gratos aos nossos talentosos elencos e equipes por seu trabalho extraordinário que conecta os espectadores em todos os lugares, e estamos ansiosos para compartilhar ainda mais momentos decisivos com nossos fãs na próxima temporada”, acrescentou. Um dos programas mais vistos da televisão americana, “Grey’s Anatomy” continuará a ser produzida por pelos menos mais um ano. Embora os termos financeiros do novo acordo não tenham sido revelados, fontes disseram ao The Hollywood Reporter que a intérprete do papel icônico da Dra. Meredith Gray garantiu um novo e substancial aumento de salário, consolidando-se como a atriz mais bem paga da televisão. Antes do início da 17ª temporada de “Grey’s Anatomy”, Krista Vernoff chegou a alertar que a atual temporada poderia ser a última, porque Pompeo tinha recusado as ofertas feitas pela ABC para renovar seu contrato. Por conta disso, toda a trama da temporada atual teve clima de despedida, com a participação de atores antigos, visando servir como possível conclusão da série. Vernoff agora terá que imaginar um final diferente. Além de Ellen Pompeo, dois outros atores veteranos da atração, presentes desde a 1ª temporada, Chandra Wilson (a Dra. Miranda Bailey) e James Pickens Jr. (o Dr. Richard Weber), também fecharam novos contratos para retornar na 18ª temporada com aumentos salariais. Apesar disso, o próximo ano não contará com dois atores importantes em seu elenco: Giacomo Gianniotti, que interpretava o Dr. Andrew DeLuca, e Jesse Williams, o Dr. Jackson Avery. Enquanto DeLuca morreu na atual temporada, Avery se despedirá no próximo episódio, que irá ao ar no dia 20 de maio nos Estados Unidos. Além da renovação de “Grey’s Anatomy”, o spin-off “Station 19” também foi renovada e voltará em sua 5ª temporada.
“Venom: Tempo de Carnificina” ganha primeiro trailer
A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Venom: Tempo de Carnificina”. A prévia troca o clima de sci-fi do primeiro filme por um tom de comédia escrachada, mostrando a convivência forçada do protagonista com o alienígena simbionte que batiza a franquia como um grande “pastelão” – com direito a katchup na cara. As gracinhas só ficam de lado quando o novo vilão aparece em cena. O título oficial completo se refere ao monstro Carnificina (Carnage, em inglês), introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme, com interpretação de Woody Harrelson. O trailer revela sua transformação em outro simbionte assassino. A continuação também volta a trazer Tom Hardy como Eddie Brock/Venom, além de Michelle Williams como sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como a vilã Shriek. A direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo longa inaugural. A sequência de “Venom” foi um dos muitos lançamentos adiados devido à pandemia do novo coronavírus — antes, a produção deveria chegar aos cinemas em outubro do ano passado. A previsão de estreia atual é para 16 de setembro no Brasil, uma semana antes dos EUA.
Com oito indicações ao Oscar, Glenn Close desabafa: “Não sou perdedora”
Glenn Close não quer mais ser chamada de perdedora. Após “perder” a estatueta de Melhor Atriz no Oscar 2021, a estrela de “Atração Fatal” e do recente “Era uma Vez um Sonho” empatou com o ator Peter O’Toole (o “Lawrence da Arábia”) em quantidade de indicações sem vitória. Foram oito vezes que Glenn Close concorreu ao Oscar apenas para ver outra atriz levar o prêmio. A oitava “derrota” rendeu um artigo recente no jornal Los Angeles Times. Questionada sobre o fato numa entrevista para a agência Associated Press, a atriz de 74 anos desabafou: “Em primeiro lugar, não acho que sou uma perdedora. Quem nessa categoria é um perdedor?” “Você está ali, é uma das cinco pessoas homenageadas pelo trabalho que você fez com seus colegas. O que é melhor do que isso?”, ela continuou. “Honestamente, sinto que a imprensa gosta de ter vencedores e perdedores. E então dizem: ‘Quem usou o pior vestido?’ E, você sabe, ‘quem fez o pior discurso?’ Esqueça. Glenn Close não tem relação com isso”. A atriz Sarah Paulson (“Ratched”) aproveitou o desabafo da colega para reclamar no Twitter. “Eu gostaria que essa discussão acabasse. Ela é brilhante e continua a ter uma carreira extraordinária e invejável. Boa noite para este click bait que leva a lugar nenhum”, escreveu. Embora não tenha um Oscar, Glenn Close já venceu várias premiações, incluindo o Emmy, Globo de Ouro, Tony e o SAG Awards (troféu do Sindicato dos Atores).
Olivia Wilde é criticada por comparar sua transformação em diretora a “sair do armário”
Olivia Wilde virou alvo de críticas após dizer que sua transição de atriz para diretora foi como “sair do armário”. Elogiadíssima por sua estreia atrás das câmeras com “Fora de Série” (2019), atualmente ela está dirigindo seu segundo longa-metragem, “Don’t Worry Darling”, e já teria negociado comandar uma produção ainda secreta da Marvel. “Eu me sinto mais ou menos como alguém saindo do armário. Há esse sentimento de honestidade em relação ao que realmente quero fazer e meu conforto vem de estar sendo sincera comigo, o que não acontecia há muito tempo”, disse a atriz ao podcast OffCamera sobre sua experiência ao dirigir o primeiro longa. Detalhe: a entrevista que viralizou nesta segunda (10/5) foi feita em 2019, época do lançamento de “Fora de Série”! E “coming out” não foi a única fala que gerou controvérsia na internet. Ao falar sobre seu divórcio com Tao Ruspoli em 2011, ela disse que cogitou “um tipo suave de relacionamento lésbico, apenas beijos suaves e tesouradas”. A patrulha vigilante das redes sociais não gostou das declarações antigas e não faltou quem acusasse as metáforas da atriz de conterem homofobia. Um usuário do Twitter disse que ela simplesmente não poderia fazer essas comparações: “Sim, Olivia Wilde, branca, rica, magra, famosa, você ter passado de atriz para diretora é realmente igual a uma pessoa da comunidade LGBTQIA+ que saiu do armário recentemente em uma sociedade preconceituosa e possivelmente em uma família lgbtfóbica.” Enquanto os americanos ficam ofendidos com o jeito hipster sem noção de Wilde – que, por sinal, é bissexual assumida – , no Brasil uma jogadora profissional de futebol escreve no Twitter que Paulo Gustavo vai para o inferno por ser gay. Diferenças.
Emily in Paris: Atrizes revelam que 2ª temporada terá cenas em Saint Tropez
Emily saiu de Paris e agora está em Saint Tropez, famosa cidade litorânea da Riviera Francesa, que virou sinônimo de biquíni quando Brigitte Bardot usou o traje de banho em cenas gravadas para “E Deus Criou a Mulher”, em 1956. As praias tropezianas serão um dos cenários da 2ª temporada de “Emily em Paris”. A revelação da locação aconteceu em postagens de três integrantes do elenco da produção, que publicaram fotos no Instagram, dando o spoiler. Vestida com roupa de banho, Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), a Emily, posou com as colegas Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”) e Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”) em uma foto de frente para o mar, que as três compartilharam na rede sociail. “As garotas estão de volta. É tão bom estarmos reunidas”, escreveu a protagonista da série. “Finalmente reunidas. Senti falta dessas garotas especiais”, acrescentou Ashley Park, que interpreta Mindy, ao lado da mesma imagem. A série é estrelada pela filha do cantor Phil Collins no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. O elenco da atração também inclui Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ashley Park (@ashleyparklady)
Criador de “O Legado de Júpiter” anuncia novas adaptações de quadrinhos
Lançado com críticas negativas, “O Legado de Júpiter” atingiu apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mesmo assim, a Netflix tem planos de produzir novas adaptações dos quadrinhos de seu autor, Mark Millar. O próprio Millar confirmou que o projeto de “The Magic Order”, que chegou a ser descartado pela plataforma, voltou à fase de desenvolvimento. “O distanciamento nos deu a chance de voltar ao material com um olhar completamente novo e devemos começar a trabalhar com os roteiristas em breve”, ele contou em seu blog, confirmando que as situações que impediam a produção foram superadas com a retomada das filmagens na Europa, com o começo da vacinação e a superação da mais crítica do coronavírus. Além disso, ele revelou o lançamento de “Super Crooks”, série animada que terá sua première no próximo mês no Festival de Annecy, na França, o desenvolvimento de um filme baseado em “Reborn”, com direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e produção da atriz Sandra Bullock (“Gravidade”), e a definição dos roteiristas de “Prodigy”, que será adaptado pelos primos Matthew e Ryan Firpo, autores do roteiro de “Eternos”, da Marvel. As produções são resultado da compra da Millarworld pela Netflix em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos títulos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming. O primeiro projeto deveria ter sido “Magic Order”, que foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. Com isso, a adaptação inaugural acabou sendo “O Legado de Júpiter”, que não empolgou a crítica. Caso não tenha a audiência esperada, o desempenho da série pode prejudicar os planos de expansão ambiciosa do universo do autor de quadrinhos.
Paramount+ lançará sci-fi de ação estrelada por Mark Wahlberg
A Paramount+ vai lançar exclusivamente em streaming uma sci-fi de ação estrelada por Mark Wahlberg (“O Grande Herói”) e dirigido por Antoine Fuqua (“O Protetor”). Ao anunciar seus planos de disponibilizar um filme novo por mês, a plataforma revelou a inclusão de “Infinito” (Infinite) no cronograma. O filme deveria chegar aos cinemas em setembro. Agora, será lançado bem antes, com previsão para chegar ao streaming já para junho. Na trama, Wahlberg vive um homem que sofre alucinações, assombrado diariamente por habilidades que nunca aprendeu e pelas memórias de lugares que nunca visitou. Automedicado e à beira de um colapso mental, ele é resgatado por um grupo secreto cujos membros se autodenominam “Infinitos”, que lhe revelam que suas memórias são reais – mas de várias vidas passadas. Com segredos críticos enterrados em seu passado, ele deve trabalhar com os Infinitos para desbloquear as respostas em suas memórias em uma corrida contra o tempo para salvar a humanidade de um dos seus próprios integrantes, que busca destruir o mundo. O elenco também inclui Chiwetel Ejiofor (“Doutor Estranho”), Dylan O’Brien (“Amor e Monstros”), Sophie Cookson (“Kingsman: O Círculo Dourado”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Rupert Friend (“Homeland”), Toby Jones (“A Última Coisa que Ele Queria”) e Wallis Day (“Batwoman”).
Veja o trailer da nova série de “Rugrats: Os Anjinhos”
A Paramount+ divulgou o pôster e o trailer da nova série dos “Rugrats: Os Anjinhos”. A atração se diferencia da série original dos anos 1990 por utilizar computação gráfica, resultando numa animação de aspecto bem diferente, ainda que preserve as características visuais básicas dos personagens. Um dos maiores sucessos do Nickelodeon, “Rugrats: Os Anjinhos” foi lançada em 1991 e inovou ao contar histórias sob o ponto de vista de um grupo de bebês. A produção também rendeu três longa-metragens animados, além do spin-off “Rugrats Crescidos” (2003–2008) que acompanhava os bebês originais na adolescência. A nova versão continua a cargo dos criadores originais, Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, que retomam a produção interrompida em 2005. A série vai estrear em 27 de maio em streaming.
Benedetta: Nova polêmica de Paul Verhoeven ganha primeiro trailer
O cineasta Paul Verhoeven, que nunca foi acusado de timidez, mergulha com tudo na “nunsploitation”, o subgênero trash dos filmes de freiras lésbicas e vítimas de sadismo, em seu mais recente filme. Selecionado para o Festival de Cannes deste ano, “Benedetta” ganhou pôster e seu primeiro trailer. A prévia avisa que a produção é baseada em história real. A trama se passa no final do século 15, enquanto a peste assola a Europa, e Benedetta Carlini ingressa no convento de Pescia, na região italiana da Toscana, como uma noviça que desde muito cedo parece fazer milagres. Seu impacto na vida da comunidade é imediato e chama atenção do Vaticano. Mas logo sua pureza é confrontada pela chegada de uma jovem tentadora ao convento, que decide seduzi-la. Com roteiro de David Birke, que volta a trabalhar com Verhoeven após a parceria em “Elle” (2016), o filme adapta o livro “Atos Impuros: A Vida de uma Freira Lésbica na Itália da Renascença”, da historiadora Judith C. Brown. A história, que mistura religião com erotismo e polêmica, se encaixa perfeitamente na filmografia do diretor holandês de “Louca Paixão” (1973), “Conquista Sangrenta” (1985), “Instinto Selvagem” (1992) e “Showgirls” (2005). “Benetta” também é a segunda produção de Verhoeven falada em francês, justamente após “Elle”, seu filme mais recente. O elenco inclui Virginie Efira (“Elle”), Daphné Patakia (“Versailles”), Charlotte Rampling (“45 Anos”), Lambert Wilson (“Homens e Deuses”) e Olivier Rabourdin (“Busca Implacável”). A estreia vai acontecer em 9 de julho na França, após a première no Festival de Cannes.












