Série “Leverage” está de volta. Veja o trailer do revival
O portal de cinema IMDb (Internet Movie Database) vai começar a exibir produções originais e divulgou o trailer de uma de suas primeiras séries: o revival de “Leverage”. A prévia volta a reunir o elenco central da série de ação dos anos 2000 em novas aventuras. A premissa é a mesma. “Leverage” acompanha vigaristas e ladrões que se unem para se vingar de golpes praticados contra cidadãos comuns. Na trama original, os Robin Hoods modernos eram liderados por Nate Ford (interpretado pelo vencedor do Oscar Timothy Hutton), um ex-agente de seguros que resolveu usar o crime para fazer o bem, juntando uma equipe para ajudar vítimas de empresários gananciosos e políticos poderosos. A trama teve final após cinco temporadas, exibidas entre 2008 e 2012 no canal pago americano TNT – fez tanto sucesso que chegou até a ser exibida na TV aberta brasileira (como “Acerto de Contas” na Band). Desde seu final, o produtor Dean Devlin (diretor de “Tempestade: Planeta em Fúria”) vinha negociando uma forma de retomar a atração, o que vai finalmente acontecer, quase uma década após a conclusão. A continuação ganhou subtítulo, “Leverage: Redemption”, mas continua estrelada por Gina Bellman (Sophie Devereaux), Christian Kane (Eliot Spencer), Beth Riesgraf (Parker) e Aldis Hodge (Alec Hardison). A diferença é que a equipe cresceu, ganhando a irmã hacker de Hardison, interpretada por Aleyse Shannon (“Charmed: Nova Geração”), e um novo mentor. Agora, os golpes serão comandados por um advogado corporativo vivido por Noah Wyle (“Plantão Médico”), que após uma carreira dedicada a ricos inescrupulosos, resolve se redimir roubando a fortuna deles para distribuir a suas vítimas. O comando do revival está a cargo de Kate Rorick (“Manto e Adaga”), com produção dos criadores da série original, Chris Downey e John Rogers, e do cineasta Dean Devlin. A estreia está marcada para 9 de julho na plataforma IMDb TV (que pertence à Amazon).
Franquia “Law & Order” prepara sua oitava série
A rede NBC anunciou na semana passada a produção de mais um spin-off da longeva franquia “Law & Order”, produzida por Dick Wolf. Intitulada “Law & Order: For The Defense”, a nova atração será a 7ª série derivada da atração original – sem contar “Law & Order: UK”, no Reino Unido. Vale lembrar que a primeira “Law & Order” foi criada há 31 anos, em 1990, e continuou a ser exibida até 2010. Atualmente, a série derivada mais bem-sucedida, “Law & Order: Special Victims Unit” (ou SVU), encontra-se renovada até 2023, em seu 24º ano de produção – temporada que representa um recorde para a atração, como série live-action mais duradoura da história da TV. A nova produção de Dick Wolf, “Law & Order: For The Defense”, terá como showrunner uma veterana de outra série procedimental de investigação criminal, Carol Mendelsohn (de “CSI”). A oitava série da franquia será a primeira a apresentar o ponto de vista da defesa dos acusados de crimes. A trama vai acompanhar uma firma de advogados e cada episódio abordará um dilema moral e jurídico diferente que os protagonistas precisarão enfrentar. “Essa nova série é emocionante para mim pessoalmente. Passamos os últimos 30 anos em programas que jogavam no ataque. Agora será ótimo jogar na defesa. E ser capaz de fazer isso com Carol, é uma honra e uma oportunidade para nós dois trabalhar na televisão de um jeito que nunca foi feito antes”, disse Wolf em um comunicado para a imprensa. “Mal podemos esperar para apresentar ao público o capítulo mais recente de ‘Law & Order’, que irá explorar um ângulo diferente do sistema da justiça criminal”, prometeu Lisa Katz, executiva da NBCUniversal, conglomerado de mídia dono da NBC. A estreia deve acontecer no outono norte-americano (nossa primavera), quando “Law & Order: For The Defense” se juntará à veterana “Law & Order: Special Victims Unit” e à recém-lançada “Law & Order: Organized Crime” na programação da rede. No Brasil, a franquia tem sido disponibilizada no canal pago Universal.
Luke Evans vai estrelar série de ação passada na América do Sul
O ator britânico Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”) vai estrelar uma nova série de ação da Apple TV+. Criação do roteirista vencedor do Oscar Mark Boal (por “Guerra ao Terror”), a série se chama “Echo 3” e se passa na América do Sul – como o thriller de ação mais recente do escritor, “Operação Fronteira” (2019). Na trama, uma jovem cientista brilhante, que é o centro emocional de uma pequena família americana, desaparece ao longo da fronteira entre Colômbia e Venezuela. A situação leva seu irmão e seu marido – dois homens com profunda experiência militar e passados complicados – a se juntarem numa jornada perigosa para encontrá-la, deparando-se com o cenário explosivo de uma guerra secreta. Evans fará o papel de Bambi, irmão da cientista. A série é remake da produção israelense “When Heroes Fly” e a segunda refilmagem americana de uma atração criada por Omri Givon. A primeira foi “Hostages”, em 2013. Givon, por sua vez, inspirou-se no romance homônimo de Amir Gutfreund, que criou “Valley of Tears” para a HBO. Boal vai escrever e produzir a série ao lado de Jason Horwitch (“Luke Cage”), em parceria com o Keshet Studios, empresa responsável pela série israelense original. O próprio Omri Givon é listado entre os produtores associados. “Echo 3” é o segundo remake de série israelense encomendado pela Apple TV+ para a produtora Keshet. O primeiro foi “Suspicion”, estrelado por Uma Thurman, ainda sem previsão de estreia e baseado em “False Flag”, atração original de Leora Kamenetzky (“Fauda”), Amit Cohen (“Valley of Tears”) e Maria Feldman (“No Man’s Land”).
Apple TV+ vai lançar sci-fi estrelada por Tom Hanks
A Apple TV+ vai lançar um segundo filme de Tom Hanks, após tirar dos cinemas o longa de guerra “Greyhound”, da Sony. A nova produção deveria estrear em agosto em tela grande com o título de “BIOS”, mas agora só deve chegar em streaming no final do ano e com o nome de “Finch”. A produção é da Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, em parceria com a Universal Pictures, e tem direção de Miguel Sapochnik, premiado com o Emmy por seu trabalho monumental na série “Game of Thrones”. No filme, um homem, um robô e um cachorro formam uma família improvável, enquanto o homem tenta garantir que seu amado companheiro canino seja cuidado após sua partida. Hanks vive o protagonista Finch, um engenheiro de robótica e um dos poucos sobreviventes de um evento solar cataclísmico que transformou o mundo num deserto. Vivendo em um abrigo subterrâneo há uma década, ele construiu um mundo próprio que divide com seu cachorro Goodyear. Ele cria um robô (dublado por Caleb Landry Jones, de “Corra!”) para cuidar de Goodyear quando ele não puder mais. Enquanto o trio embarca em uma jornada perigosa em um desolado Oeste americano, Finch se esforça para mostrar à sua criação a alegria e a maravilha do que significa estar vivo. O longa tem produção de Robert Zemeckis, que curiosamente já dirigiu Hanks em situação parecida, como um náufrago isolado que tinha apenas a companhia de uma bola que batizou de Wilson, em “Náufrago” (2000). Tanto Wilson como Goodyear são marcas comerciais. Hanks não tem tido sorte com lançamentos nos cinemas. “Finch” é seu quarto filme consecutivo que vai parar em streaming devido à pandemia. Além de “Greyhound”, disponibilizado na própria Apple TV+, ele teve “Relatos do Mundo” negociado para a Netflix no mercado internacional e o vindouro “Pinóquio”, no qual interpreta Gepeto, reprogramado para a Disney+.
Paulo Gustavo recebe homenagem de Dia das Mães de seu marido
O médico Thales Bretas, viúvo de Paulo Gustavo, postou neste domingo (9/5), Dia das Mães, uma homenagem ao personagem mais famoso do ator, dona Hermínia, a quem ele chamou de mãe de todo Brasil. Ele publicou no Instagram uma foto em que o comediante aparece caracterizado, durante filmagem, dando mamadeira a um dos filhos do casal, Gael. Thales também publicou outra imagem, em que aparece ao lado de sua mãe e dos gêmeos, seus filhos com Paulo Gustavo. “As duas maiores mães da minha vida! A primeira é a maior do Brasil. Mas representou pra mim um pãe tão atencioso, carinhoso e dedicado. Na fofo, ele amamentava Gael enquanto no set de filmagem! Te amo PG!”, escreveu Bretas. Paulo Gustavo morreu na terça (4/5) de complicações decorrentes de covid-19. Sua personagem mais famosa, dona Hermínia, foi responsável por render a maior bilheteria da História do cinema brasileiro, com o filme “Minha Mãe é uma Peça 3”, entre dezembro de 2019 e o começo do ano passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thales Bretas (@thalesbretas)
Marcelo Adnet processa secretário da Cultura Mario Frias
O humorista Marcelo Adnet está processando o secretário da Cultura Mario Frias civil e criminalmente por danos morais. Na ação civil, ele pede R$ 80 mil de indenização e retratação após receber ofensas nas redes sociais. A ação criminal foi protocolada na 42ª Vara criminal do Tribunal da Justiça do Rio de Janeiro e a civil na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca. A ação foi motivada por ataques do integrante do governo Bolsonaro contra o humorista após a publicação de uma paródia do vídeo “Um Povo Heroico”. A campanha do Governo Federal, estrelada por Mario Frias, foi veiculada às vésperas de 7 de setembro do ano passado, data que marca a Independência do Brasil. Segundo o advogado do humorista, Ricardo Brajterman, “a reação do Mario Frias foi completamente desproporcional diante da piada que foi feita pelo Marcelo Adnet, onde não teve xingamento, ofensa à honra ou à intimidade”. O advogado ainda comparou a imitação com outras feitas por comediantes. “Só fez graça como fazem com Silvio Santos, Faustão, Galvão Bueno, são pessoas públicas que estão sujeitas a esse tipo de piada”. Mário Frias reagiu ao vídeo, em setembro do ano passado chamando Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco”, frouxo” e “bobão”, além de atacar sua vida privada, comentando sua infidelidade no casamento com a ex Dani Calabresa. “Um Judas que não respeitou nem a própria esposa, traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter”. Na época, Adnet respondeu com nova piada, dizendo que Frias “recomendou” o esquete. “Até o Secretário Frias recomendou no Instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes!”, postou o humorista. O tom agora é outro. Na petição, os advogados de Adnet alegam que Frias “explodiu em fúria, com ameaça, injúria e difamação depois de tomar ciência de uma singela e inofensiva paródia feita pelo autor, em que ele imita o discurso feito pelo demandado, num vídeo oficial da Secretaria Especial de Comunicação do Governo Federal”. Ainda segundo a defesa de Adnet, o autor da ação não fez nenhuma ofensa ou ataque em sua paródia. “Não existe discurso de ódio ou intolerância que justifique a reação do secretário especial de Cultura do Governo Federal”. No processo civil, os advogados ainda pedem, além da indenização de R$ 80 mil por danos morais, a retirada da publicação ofensiva do perfil de Mario Frias no Instagram, sob multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da determinação judicial. Caso o juiz acate o pedido da defesa de Adnet, Mario Frias terá ainda que se retratar publicamente com o autor, via postagem e divulgação em suas redes sociais, com igual destaque conferido à mensagem ofensiva que motivou o processo. Veja abaixo o vídeo que fez Frias ofender Adnet. Arquivo Confidencial com o presidente no #SintaSeEmCasa Pgm completo https://t.co/t26nDkk4gq pic.twitter.com/t3jPIJhhE5 — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020
Batwoman: Série vai introduzir Batgirl
A série “Batwoman” vai aumentar a Bat-família neste domingo (9/5) com a exibição do episódio “I’ll Give You a Clue”. Graças ao vilão da semana, Arthur Brown, mais conhecido como Mestre das Pistas (Clue Master), a atração também introduzirá sua filha Stephanie. Conhecido por testar a inteligência dos seus inimigos, o Mestre das Pistas sempre deixa pistas claras sobre seus planos, ainda que nem sempre elas sejam óbvias. Para evitar que inocentes sejam feridos, Stephanie Brown resolve desafiá-lo, transformando-se na vigilante Spoiler (às vezes chamada de Salteadora no Brasil), cujo nome em inglês é uma alusão ao fato de estragar as surpresas do pai. Criada por Chuck Dixon, Stephanie também já teve duas outras identidades nos quadrinhos da DC Comics: Robin e principalmente Batgirl. Ela foi a terceira heroína a usar o nome de Batgirl, após a original, Barbara Gordon (que estará na 3ª temporada de “Titãs”), e Cassandra Cain (vista no filme “Aves de Rapina”) abandonarem a identidade. Neste período, chegou a ter sua própria publicação mensal, chamando atenção por ser a primeira Batgirl loira. Barbara acabou retomando o papel no reboot mais recente da DC, mas já há indicações da volta de Stephanie ao uniforme. Na série, a personagem será interpretada por Morgan Kohan (da série “When Hope Calls”), que curiosamente é ruiva como Barbara Gordon e não loira como Stephanie Brown nos quadrinhos. Ela aparece brevemente no trailer do episódio abaixo, aprisionada pelo próprio pai.
Terror revoltante “Faces da Morte” vai ganhar remake
O lendário vídeo “Faces da Morte”, um documentário falso que se tornou um sucesso cult na era do VHS, e que muitos acreditaram se tratar de um “snuff” legítimo, vai ganhar remake. Para quem não lembra, o filme revoltante de 1978 apresentava imagens de mortes supostamente reais, vindas de “diversas fontes”, e tinha o objetivo claro de chocar. Mas era apenas ficção, com cenas criadas pelo diretor e roteirista John Alan Schwartz, que também apareceu num dos segmentos como líder de um culto canibal, mescladas a mortes por acidentes de tráfico. As cenas eram apresentadas como “pesquisa” de um certo Dr. Francis B. Gröss, que na verdade era o ator Michael Carr, responsável pela apresentação e narração de vários curtas mórbidos que encenavam execuções, assassinatos e todo tipo de cena sanguinária. Recebido com críticas extremamente negativas, “Faces da Morte” acabou virando um fenômeno nas locadoras, graças à crença do público de que as mortes eram reais e a um marketing que enfatizava a proibição de seu lançamento em 46 países – um exagero, embora as cenas violentas e (possível simulação de) mortes de animais tenham feito o filme ser censurado no Reino Unido, na Austrália e mais um punhado de países, e rendido processos de pais de adolescentes traumatizados. Considerado escandaloso, o filme virou tabu, ganhou popularidade e rendeu várias sequências – até “Faces da Morte VI”, sem contar “The Worst of Faces of Death” (1987) – e um documentário sobre como foi feito, “Faces of Death: Fact or Fiction?” (de 1999). Com o lançamento em Blu-ray do original, os efeitos toscos na gravação de algumas das “mortes” acabaram se tornando evidentes, mas isso só criou outro atrativo para a produção, como exemplo de terror trash. A Legendary adquiriu os direitos do título e pretende usar sua premissa para lançar uma nova franquia de terror. A adaptação está a cargo da dupla Isa Mazzei e Daniel Goldhaber, responsáveis pelo thriller psicológico “Cam”, de 2018, um terror passado no mundo das “cam girls” (de sites adultos). Não há previsão para o lançamento.
Filme de ação com Jason Statham lidera as bilheterias dos EUA
“Infiltrado”, novo thriller de ação estrelado por Jason Statham, nocauteou facilmente a concorrência nas bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá com uma ótima estreia de US$ 8,1 milhões. O filme marca o reencontro entre o astro e o diretor Guy Ritchie, que começaram suas carreiras juntos em 1998, em “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes”. Eles também fizeram “Snatch: Porcos e Diamantes”, em 2000, e “Revólver”, lançado em 2005. Remake do francês “Assalto ao Carro Forte” (2004), “Infiltrado” traz Statham como um segurança letal de carro-forte, que torce para ser assaltado e ter uma desculpa para matar os criminosos. Na trama, ele conseguiu esse emprego apenas para se vingar dos responsáveis pelo assassinato de seu filho num assalto similar. Ele deduziu que integrantes da própria empresa de segurança vazam informações ou lideram os assaltos, e planeja chegar aos mandantes como um guarda armado, com o álibi perfeito para eliminar, um por um, todos os suspeitos do crime. Com 66% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi considerado razoável. A produção também fez sucesso no exterior, onde arrecadou US$ 17,6 milhões para um total global de US$ 25,6 milhões. A estreia no Brasil está marcada para 27 de maio. O Top 5 bilheteria norte-americana ainda traz o anime “Demon Slayer: Mugen Train” em 2º lugar com US$ 3,1 milhões, “Mortal Kombat” em seguida com US$ 2,4 milhões, “Godzilla vs. Kong” com US$ 1,9 milhão e “Raya e o Último Dragão” com US$ 1,86 milhão.
Equipe de “Eu Nunca…” faz evento beneficente contra a covid-19 na Índia
O elenco da série teen “Eu Nunca…” reuniu-se virtualmente no sábado (8/5) para arrecadar fundos e ajudar a combater a covid-19 na Índia. Os atores e criadores da atração da Netflix promoveram uma roteiro de roteiro inédito da 2ª temporada e ainda responderam algumas perguntas dos fãs, enquanto incentivaram o público a fazer doações para a organização beneficente GiveIndia, em apoio aos seus esforços contra a pandemia, que está sem controle na Índia. A série criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”), que é filha de imigrantes indianos, inspira-se na infância da atriz e roteirista, e gira em torno da adolescente Devi (Maitreyi Ramakrishnan) e sua família indiana. A leitura do primeiro episódio da 2ª temporada reuniu os atores Maitreyi Ramakrishnan, Darren Barnet e Jaren Lewison. Os novos capítulos de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever, em inglês) estreiam em julho na Netflix.
20 shows clássicos: Jesus and Mary Chain, Primal Scream, Stone Roses e mais
A nova seleção de shows clássicos apresenta o nascimento da cena indie. Era uma vez os anos 1980, quando o Reino Unido tinha quatro jornais de música (NME, Melody Maker, Music Week e Sounds), que resolveram se juntar na iniciativa de contabilizar os vários lançamentos de discos independentes – que começavam a se multiplicar em meados da década – numa parada de sucessos alternativa. O nome indie veio do diminutivo da tal parada independente. Em 1985, The Jesus and Mary Chain ganhou manchetes por músicas ensurdecedoras e shows destruidores – com tumultos generalizados – , que inspiraram tantas bandas quando os lendários desastres dos Sex Pistols, uma década antes. E no ano seguinte as publicações pareciam só falar em indie. Buscando se destacar, o NME decidiu exemplificar a mudança sonora que a nova cena representava com o lançamento de uma fita cassette, reunindo alguns dos artistas da época em seus primeiros singles. Batizada de “C86”, em homenagem à classe musical de 1986, a fitinha fez História, mostrando ao mundo o nascimento de bandas como Primal Scream, The Pastels, Shop Assistants e muitas outras. Sons de guitarras estridentes de Glasgow e vozes murmurantes do interior inglês depois ganhariam adjetivos como shoegazer e twee nos anos seguintes. Bandas de bubblegum ácido com garotas loiras virariam as guitar heroes daquela geração e um pequeno selo indie fundado pelo cantor do Biff Bang Pow! logo se tornaria a gravadora mais influente do Reino Unido – Creation Records. Essa história pode ser revivida nos 20 vídeos abaixo com as mais diferentes experiências de lives, desde breves aparições em estúdio de TV da época até shows lotados em palcos históricos. De Jesus and Mary Chain tocando seu primeiro single na BBC Two até o show dos Stone Roses no espaço vitoriano Empress Ballroom, na cidade de Blackpoool, quando uma nova classe, vinda do interior industrial – especialmente de Manchester – já começava a ensaiar os anos 1990. Fãs de flashbacks podem encontrar outras mostras nos atalhos abaixo, que cobrem diferentes gerações musicais (mas como são antigas, sujeitas à baixas do YouTube). > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) > Shows dos 1980 – Parte 6 (pop, funk, rap e house) > Shows dos 1980 – Parte 7 (British soul, indie, college rock) The Jesus and Mary Chain | 1985 My Bloody Valentine | 1989 The Pastels | 1988 Biff Bang Pow! | 1987 Ride | 1989 House of Love | 1987 Primal Scream | 1987 The Church | 1988 The Go Betweens | 1987 Felt | 1985 Young Marble Giants | 1980 The Shop Assistants | 1986 Talulah Gosh | 1986 Voice of the Beehive | 1989 The Darling Buds | 1989 The Primitives | 1988 Transvision Vamp | 1989 We’ve Got A Fuzzbox and We’re Gonna Use It | 1987 Sugarcubes | 1988 Stone Roses | 1989
Stana Katic oficializa final da série “Absentia”
A atriz Stana Katic anunciou nas redes sociais que a série “Absentia” acabou em sua 3ª temporada. Há 10 meses atrás! A estrela, que além de protagonizar é uma das produtoras da trama de suspense, revelou que chegou a considerar uma 4ª temporada, mas concluiu que a trama tinha sido encerrada de forma satisfatória nos episódios disponibilizados em julho do ano passado. “’Absentia’ sempre foi pensada para ter apenas três temporadas e eu não conseguia pensar em uma nota melhor para terminar… especialmente para Emily e seus entes queridos”, ela revelou, mencionando sua personagem. Na série, Katic vive Emily Byrne, uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada diante de se ver implicada numa série de assassinatos. A trama é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e virou série sem passar por avaliação de episódio piloto ou mesmo por encomenda de algum canal. A produção foi desenvolvida pela Sony por conta própria, visando lançá-la no mercado internacional, em seus canais da grife AXN. Só que a produção acabou chamando atenção da indústria do entretenimento e recebeu propostas de licenciamento, sendo negociada com o serviço de streaming da Amazon. A 3ª temporada mostrou Emily cumprindo os últimos dias de sua suspensão do FBI enquanto trabalha duro para ser a melhor mãe possível para Flynn. Infelizmente, tudo muda quando um dos casos criminais do ex-marido Nick (Patrick Heusinger) ameaça a família que Emily está tentando desesperadamente manter. Enquanto corre contra o tempo para salvar Nick, Emily ainda descobre uma conspiração maior se formando. A perigosa jornada que se segue leva a protagonista para longe de sua cidade, “testando-a como nunca antes e forçando-a a aprender a confiar novamente, a amar novamente e a finalmente perceber seu verdadeiro lugar no mundo”, na descrição conclusiva da sinopse oficial. Além da estrela principal, o elenco destacava Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”), Matthew Le Nevez (“The Widow”), Natasha Little (“The Night Manager”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”). Em suas postagens nas redes sociais, Katic prestou homenagem ao elenco e equipe da atração, e também celebrou o programa e seus fãs. “Quando eles me perguntaram em janeiro de 2017 se eu estava pronta para passar três anos na Bulgária gravando uma série de TV paga, eu não tinha ideia do que estava por vir. Nunca poderia ter imaginado as parcerias criativas e as amizades que se formariam e enriqueceriam minha vida”, ela escreveu. “Três temporadas foi o espaço perfeito para uma jornada linda, complicada e maravilhosamente gratificante. Levamos nossa protagonista no caminho de vítima e sobrevivente até… arquiteta empoderada de seu próprio futuro, que é uma jornada que espero que todos possamos ter após este ano confuso.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stana Katic (@drstanakatic)
Gal Gadot confirma que Joss Whedon ameaçou destruir sua carreira
A atriz Gal Gadot confirmou relatos sobre sua relação conturbada com o diretor Joss Whedon, durante as refilmagens de “Liga da Justiça”, afirmando que ele realmente ameaçou destruir sua carreira durante uma discussão. “O que eu tive com Joss, basicamente, foi que ele ameaçou minha carreira e disse que se, eu fizesse alguma coisa, ele tornaria minha carreira miserável, e eu simplesmente resolvi na hora”, afirmou a intérprete da Mulher-Maravilha numa entrevista que foi ao ar neste sábado (8/5) no Canal 12 de Israel, país natal da atriz. O relato confirma uma reportagem publicada pela revista The Hollywood Reporter no começo de abril passado. Na época, ela não quis entrar em detalhes, dizendo apenas, em um comunicado: “Eu tive meus problemas com [Whedon] e a Warner Bros. lidou com isso em tempo hábil.” Em sua apuração, o THR publicou que Gadot teve várias discussões com Whedon durante “Liga da Justiça”, incluindo “questões sobre sua personagem ser mais agressiva do que em ‘Mulher-Maravilha'”. “Ela queria fazer a personagem fluir de um filme para o outro”, disse uma fonte à publicação. O maior conflito teria acontecido quando Whedon pressionou Gadot a gravar falas de que ela não gostava. Foi quando ele teria ameaçado prejudicar sua carreira, pressionando-a a dizer o que ele tinha escrito. Durante as discussões, Whedon também teria diminuído o trabalho da diretora Patty Jenkins em “Mulher-Maravilha”. Uma testemunha da produção alegou que, após um confronto, “Joss ficou se gabando de ter colocado Gal no seu lugar. Ele disse que era o escritor e que ela calasse a boca e dissesse suas falas, pois podia fazê-la parecer incrivelmente estúpida neste filme.” Na verdade, porém, quem acabou colocado no seu lugar foi Whedon. Gadot não se sujeitou ao abuso e, como disse, resolveu na hora. Ela se juntou à Patty Jenkins e levou suas queixas diretamente ao então presidente da Warner, Kevin Tsujihara. E não filmou as cenas com as quais não concordava. Mesmo assim, uma das cenas estúpidas, que Joss ameaçou filmar, acabou entrando no longa. A atriz se recusou a gravar uma sequência em que o Flash cai sobre a Mulher-Maravilha, gerando uma situação de desconforto. Então, Whedon simplesmente colocou uma dublê em seu lugar e incluiu a piada sem graça na versão de cinema de “Liga da Justiça”. Ele já tinha feito a mesma cena com Bruce Banner/Hulk e Viúva Negra em “Vingadores: Era de Ultron”. Em julho do ano passado, o ator Ray Fisher, intérprete do Ciborgue, resolveu tornar pública sua insatisfação com o que aconteceu nos bastidores do filme. Ele usou as redes sociais para denunciar o comportamento do cineasta no set, definindo-o como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam Whedon, que entrou na produção na parte final, para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. A WarnerMedia tentou abafar a polêmica, mas Jason Momoa, o Aquaman, impediu ao apoiar Fisher publicamente e escrever em setembro em seu Instagram que “coisas sérias aconteceram” e que “pessoas precisam ser responsabilizadas” pelo que houve em “Liga da Justiça”. Em dezembro, Gadot se pronunciou pela primeira vez sobre o assunto, em entrevista ao jornal Los Angeles Times, mencionando seu conflito com o diretor. “Eu não estava presente quando Joss Whedon filmou com outros meninos [do elenco]. Mas tive minha própria experiência com ele, que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”, comentou na ocasião. Como estava promovendo “Mulher-Maravilha 1984”, a atriz não quis detalhar qual tinha sido seu problema com Whedon, mas mencionou que tinha ficado “feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”. Devido às denúncias públicas, a WarnerMedia contratou uma investigação particular independente para descobrir o que realmente tinha havido. Gadot foi uma das testemunhas. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, contou a atriz, também em dezembro, à revista Variety. A WarnerMedia emitiu um comunicado oficial em 11 de dezembro, afirmando que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme e, sem mencionar nomes, acrescentou que “medidas corretivas foram tomadas”. Poucos dias antes, Joss Whedon anunciou que estava se afastando de outro projeto do estúdio, a série “The Nevers”, que ele criou e foi recentemente lançada na HBO – citando exaustão e “acontecimentos sem precedentes” de 2020 que afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”.












