Netflix confirma produção da primeira série de Arnold Schwarzenegger
A Netflix oficializou a produção da primeira série estrelada por Arnold Schwarzenegger. A plataforma superou vários candidatos interessados em exibir a atração produzida pela Skydance Television. Ainda sem título, a série foi criada por Nick Santora (criador de “Scorpion”), e trará o astro de 73 anos como um pai de família que se envolve em uma trama global de espionagem ao lado da filha. A personagem feminina será vivida por Monica Barbaro, que estrela a vindoura continuação de “Top Gun”. O negócio foi fechado apenas com uma apresentação preliminar e antes do roteiro do piloto ser finalizado, apurou o site The Hollywood Reporter. Mas a postagem na rede social revela a premissa existente: “Arnold Schwarzenegger vai estrelar e produzir uma nova série sobre um pai e uma filha (Monica Barbaro) que descobrem que ambos trabalharam secretamente como agentes da CIA. Forçados a se unir de uma hora para outra, eles precisam enfrentar o fato de que tudo o que pensavam que sabiam sobre o outro era uma mentira”. Curiosamente, a trama lembra “True Lies”, série de espionagem em que Schwarzenegger vivia um agente secreto que escondia sua verdadeira profissão da família. Na época, mãe e filha de seu personagem eram vividas por Jamie Lee Curtis (“Halloween”) e a então adolescente Eliza Dushku (das séries “Buffy” e “Dollhouse”). Além de estrelar, Schwarzenegger é um dos produtores da atração, ao lado de Nick Santora e executivos da Skydance. A Skydance já tem uma tradição de parceria com Schwarzenegger. Juntos, fizeram os dois últimos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro” – “Gênesis” (2015) e “Futuro Sombro” (2019). Ainda em fase de desenvolvimento, a série só deve estrear em 2023. Arnold @Schwarzenegger will star in & EP a new series about a father & daughter (Monica Barbaro) who discover they’ve both been secretly working as CIA Operatives. Now, forced to team up, they must confront the fact everything they thought they knew about the other has been a lie pic.twitter.com/HwEDAvR0qj — Netflix (@netflix) May 19, 2021
Vida de Cher vai virar filme do roteirista de “Forest Gump”
A cantora Cher anunciou que vai ganhar um filme sobre a sua vida. Ela revelou nas redes sociais que o longa está sendo desenvolvido pelo estúdio Universal, com roteiro do vencedor do Oscar Eric Roth (por “Forest Gump”) e produção dos responsáveis pela franquia “Mamma Mia!”. “Tenho algo a contar para vocês”, escreveu a estrela de 74 anos ao se dirigir aos fãs no começo do desta quarta (19/5). Depois de manter os seguidores em suspense por três horas, ela publicou que era para esperarem uma novidade, que descreveu como “maravilhosa”. Enfim, estendendo o hiato por mais uma hora, tempo de “ir ao chuveiro”, ela soltou: “Ok, a Universal fará uma biografia com a produção dos meus amigos Judy Craymer e Gary Goetzman. Eles produziram os dois filmes de ‘Mamma Mia!’. Meu querido amigo e vencedor do Oscar, Eric Roth, será o roteirista! ‘Forrest Gump’, ‘Nasce uma Estrela’ e ‘Sob Suspeita’ são alguns de seus filmes”, contou a cantora. Cher integrou o elenco de “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”, em 2018. E está escalada para estrelar “Artist in Residence”, vindouro longa de Raymond De Felitta (diretor de “Confusões em Família” e da minissérie “Madoff”). Mais detalhes de sua biografia devem ser divulgados em breve. I have something to tell youFIRST💋 — Cher (@cher) May 19, 2021 Maybe you won’t Think it’sAs wonderful as I Think it is,but I Promise you….At some point you will.I would Have held Onto infoFor a while… but what do I Know….0 — Cher (@cher) May 19, 2021 Have to take shower — Cher (@cher) May 19, 2021 Ok Universal is Doing Biopic With My Friends JUDY CRAYMER,GARY GOETZMAN PRODUCING.THEYY PRODUCED BOTH MAMMA MIA’S,&MY DEAR DEAR Friend 4 YRS, & OSCAR WINNER..ERIC ROTH IS GOING 2 WRITE IT👻🎂‼️FORREST GUMPA STAR IS BORNSUSPECTTO NAME A FEW OF IS FILMS — Cher (@cher) May 19, 2021
Salma Hayek revela que quase morreu de covid-19
Salma Hayek revelou que ficou à beira da morte em decorrência da covid-19. Em entrevista à revista Variety, a estrela mexicana contou que passou a maior parte de 2020 tentando se recuperar da doença, após contrair o vírus no início da pandemia. “Meu médico implorou que eu fosse para o hospital porque eu estava muito mal. Eu disse: ‘Não, obrigada. Eu prefiro morrer em casa'”, ela admitiu. A estrela de 54 anos precisou receber oxigênio e passou sete semanas isolada em um dos quartos de sua mansão, onde mora com o marido, o empresário francês François-Henri Pinault, e a filha Valentina, de 13 anos. Antes de pegar covid-19, ela filmou o filme da Marvel “Eternos” e “Dupla Explosiva 2 e a Primeira Dama do Crime”. E especialmente no segundo teve várias cenas de ação – ao lado de Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds, astros do primeiro “Dupla Explosiva” (2017). Mas ela observou que não conseguiria fazer isso hoje. Mesmo tendo passado um ano do contágio, Hayek afirmou que ainda não recuperou a energia que tinha antes. A atriz só voltou ao trabalho no mês passado, para filmar sua participação no filme “House of Gucci”, dirigido por Ridley Scott. Ela tem o papel de uma vidente que foi condenada por ajudar Patrizia Reggiani (interpretada por Lady Gaga) a orquestrar o assassinato de seu ex-marido Maurizio Gucci (vivido por Adam Driver), herdeiro da marca Gucci. “Como não foi por muito tempo, foi fácil. Foi o emprego perfeito para voltar ao trabalho”, contou a atriz. Os cinemas brasileiros receberão os três filmes que ela já finalizou nos próximos meses: “Dupla Explosiva 2” tem previsão de estreia para 1 de julho, “Eternos” em 28 de outubro e “House of Gucci” em 25 de novembro.
Montanha de “Game of Thrones” perde 50 kg na pandemia
O ator e fisiculturista islandês Hafthór Júlíus Björnsson, que ficou conhecido por viver personagem Gregor Clegane, o Montanha, em “Game Of Thrones”, perdeu 50 kg durante a pandemia de coronavírus. Mas se engana quem achou que ele perdeu massa muscular. A mudança de peso foi resultado de malhação intensiva e uma nova dieta. Ele está até mais definido do que antes. “De 205kg a 155kg. Deslize para ver a diferença”, anunciou Hafthór no Instagram, com uma foto do “antes” e do “depois”. O gigante de 2,06 metros de altura vem descrevendo sua nova dieta em seu canal do Youtube. Além de ator, Hafthór é campeão de várias competições de força, tendo vencido várias vezes o título de “Homem Mais Forte do Mundo”. No entanto, ele decidiu abandonar as competições em 2020, após ganhar o título de “Homem Mais Forte da Islândia” pela décima vez consecutiva. “Ótima maneira de terminar minha carreira de homem forte. Agora começa uma jornada diferente e estou superanimado”, explicou na época. Ele voltou recentemente à atuação e poderá ser visto em 2022 no filme de vikings “The Northman”, de Robert Eggers (“A Bruxa”, “O Farol”), ao lado de Anya Taylor-Joy, Alexander Skarsgård e Nicole Kidman. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hafþór Júlíus Björnsson (@thorbjornsson)
Netflix revela trailers dos episódios “extras” de “Elite”
A Netflix divulgou nas redes sociais os trailers dos episódios “extras” de “Elite”, que serão disponibilizados antes da estreia da 4ª temporada. São ao todo quatro curtas com os personagens da série, incluindo cenas de romances e reconciliações, que serão liberados diariamente (um por dia), a partir de 14 de junho como um aquecimento para a estreia dos episódios oficiais no dia 18. A iniciativa pretende criar uma “semana de Elite”, chamando ainda mais atenção para a volta da atração. A trama dos mini-episódios se passará durante as férias dos alunos de Las Encinas e, conforme adiantou a plataforma, “contará com muitas surpresas”. Veja abaixo as prévias. una Historia Breve de una fiesta fuera de control 💚 A Short Story about a wild party 💚14 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/aklBwAKZTh — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 14, 2021 una Historia Breve de una relación de larga distancia 💜A Short Story about a long-distance relationship 💜15 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/vy0Pi1WwN8 — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 15, 2021 una Historia Breve de amistad incondicional 💙A Short Story about an unconditional friendship 💙16 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/GADUVtq9Jz — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 16, 2021 Una Historia Breve de un amor imposible 💗A Short Story about an impossible love 💗17 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/DKRAyUzKqR — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 17, 2021 Tô pronta pra esse aquecimento da 4ª temporada de Elite. Com uma história por dia, de 14 a 17 de junho. Vem aí: Elite Histórias Breves. 🔥 pic.twitter.com/pZe2NndkuX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 19, 2021
Atrizes de “Stranger Things” vão estrelar trilogia de terror na Netflix. Veja o trailer
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da trilogia de terror “Rua do Medo” (Fear Street). O vídeo mostra cenas de três filmes diferentes inspirados na famosa coleção literária de mesmo nome, escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infantil”. Stine vem escrevendo a dezena de obras de “Rua do Medo” e seus spin-offs desde 1989 – o livro mais recente é de 2015. Trata-se da segunda maior franquia do escritor, perdendo apenas para a mais popular de todas, “Goosebumps”, que já virou série de TV e filmes. A adaptação live-action estava em desenvolvimento desde 2015, originalmente com a intenção de ser apenas um filme. Agora, multiplicado pela plataforma que popularizou as maratonas de conteúdo, será três longas passados em épocas diferentes – nos anos de 1666, 1978 e 1994 – , mas sempre no mesmo local: a pequena cidade de Shadyside, em Ohio, nos EUA. O elenco da trilogia vai reunir rostos conhecidos das séries e filmes da Netflix, como Maya Hawke e Sadie Sink de “Stranger Things”, Kiana Madeira, de “Gatunas”, Gillian Jacobs de “Love”, Olivia Welch de “Inacreditável”, Michael Provost de “Insaciável”, Benjamin Flores Jr. de “Fim do Mundo” e Ashley Zukerman de “Designed Survivor”. Com direção de Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream), os filmes serão lançados semanalmente entre os dias 2 e 16 de julho, começando por “Rua do Medo: 1994” até chegar em “Rua do Medo: 1666”. O detalhe é que história de 1666 é a origem e as demais lidarão com as consequências, mostrando adolescentes apanhados em eventos aterrorizantes, que remontam à séculos atrás. Outra informação importante sobre o projeto é que os filmes terão classificação etária mais elevada que os livros, originalmente feito para crianças. Mas como a Netflix Brasil divulgou o trailer apenas em versão dublada com vozes de desenho animado infantil, a intenção pode ficar menos clara para o público nacional. Compare abaixo os trailers com a dublagem em português e a versão original da Netflix americana, que soam completamente diferentes.
Diretor iraniano é assassinado, desmembrado e jogado no lixo pelos próprios pais
Os pais do diretor iraniano Babak Khorramdin, de 47 anos, confessaram ter matado e esquartejado o filho no último domingo (16/5). Segundo a agência de notícias iraniana Rok News Agency, o pai, Akbar Khorramdin, não se arrepende do crime. Em seu depoimento, ele disse: “Estou aliviado… Não tenho mais preocupações na minha vida”. O corpo do diretor foi encontrado dentro de uma mala numa lata de lixo em Ektaban, bairro da capital iraniana Teerã. Khorramdin formou-se na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Teerã em 2009 com um mestrado em cinema e no se mudou para Londres em 2010 para continuar seus estudos. Depois de passar anos morando na Inglaterra, o diretor retornou ao país natal para dar aulas na Universidade Karaj. Seus créditos incluem uma série de curtas-metragens feitos em Londres, incluindo “Crevice” e “Oath to Yashar”, que conta a história da experiência de um jovem fictício de se mudar para Londres para estudar e sentir falta de sua família em casa. “Desde a pandemia e o início das aulas online, Babak trazia estudantes para a nossa casa três vezes por semana, dizendo que daria aulas particulares”, disse o pai à Corte Criminal de Teerã. “Mas ele só trazia estudantes mulheres para casa. Nem sabíamos se eram estudantes mesmo”, acrescentou como justificativa para o assassinato, supostamente cometido em nome da honra e da decência. Akbar relatou que queria vender o carro e dar dinheiro para o filho alugar o próprio apartamento, mas Babak, ao ouvir a proposta, respondeu que nunca sairia da casa dos pais. “Eu avisei que ou ele saía, ou eu conhecia alguém que aceitaria 10 milhões de tomãs [moeda iraniana] para matá-lo. Babak sorriu e disse: ‘Não seja bobo. Eu sou o Babak; ninguém pode fazer nada comigo'”. Com a recusa, o pai confessou que planejou o assassinato do filho com a esposa. De acordo com o depoimento, a mãe colocou sonífero na comida do filho e o pai o esfaqueou até a morte. Em seguida, os dois levaram o corpo até o banheiro, onde o esquartejaram para colocá-lo em uma mala. Pai e mãe do diretor agora estão presos.
Billy Porter revela ser soropositivo como seu personagem de “Pose”
Vida e arte voltam a se refletir. O ator Billy Porter revelou publicamente um “segredo” que escondeu por 14 anos. Assim como seu personagem Pray Tell, na série “Pose”, ele é portador do vírus do HIV. O status de soropositivo, descoberto em 2007, permaneceu em segredo para todos fora de seu círculo mais íntimo, inclusive a equipe da série, até recentemente. “Eu sou parte da geração que deveria se cuidar melhor, mas aconteceu comigo de qualquer forma. Foi o pior ano da minha vida”, contou o ator num artigo de capa da revista The Hollywood Reporter nesta quarta (19/5). Em seu relato, Billy Porter contou que foi diagnosticado com diabetes em fevereiro de 2007, declarou falência em março, e recebeu a notícia de que era soropositivo em junho. “A vergonha que eu senti naquela época, adicionada à vergonha que já tinha acumulado em toda a minha vida [pela homofobia] me silenciou, e eu tenho vivido envergonhado e em silêncio por 14 anos. Ser soropositivo, no lugar de onde eu vim, crescendo dentro da igreja pentecostal em uma família muito religiosa, era a punição de Deus”, disse Porter. A declaração revela outras coincidências com a série. No último episódio exibido na TV americana, após ser diagnosticado com apenas seis meses de vida, Pray Tell resolve se despedir da família, revelando ter crescido na igreja e ter mãe e tias profundamente religiosas. Porter diz que pesou na sua decisão de manter o contágio pelo vírus HIV em segredo o medo sobre como isso afetaria sua carreira. “Eu não sabia se seria capaz de atuar se as pessoas erradas descobrissem. Seria uma outra forma de as pessoas discriminarem contra mim, em uma profissão já bastante discriminatória. Então tentei pensar nisso o mínimo possível, bloquei tudo. Mas a quarentena me ensinou muita coisa”, disse. “Agora, não é mais só sobre mim. Chegou o momento de amadurecer e seguir adiante, porque a vergonha pode ser algo destrutivo – se você não lida com ela, a vergonha pode destruir tudo em seu caminho”, disse o ator sobre mudança de perspectiva conquistada com o casamento. O ator sugeriu que vencer um Emmy por “Pose” em 2019 lhe deu mais segurança profissional. Além disso, um ano antes da estreia da série, ele se tornou um homem casado, reforçando sua segurança pessoal. “Isso não poderia ter acontecido em um momento melhor. Todos os sonhos que eu já tive estão se realizando ao mesmo tempo”, afirmou, dizendo que encerrar o segredo o fez “sentir o coração mais leve”. “Como uma pessoa negra, especialmente um homem negro neste planeta, você precisa ser perfeito se não quiser ser morto. Mas olhe para mim: eu sou uma estatística, mas também a transcendi. Ser HIV positivo, hoje em dia, é isso. Eu vou morrer por algum outro motivo antes de morrer de AIDS. A minha contagem de glóbulos brancos [células que cuidam da imunidade do corpo] é duas vezes maior do que a sua, por causa da medicação que eu tomo”, apontou sobre como as expectativas mudaram desde os anos 1990, época retratada em “Pose”, e que hoje é bastante normal viver com HIV. “Tenho certeza que isso vai me seguir por aí. Tenho certeza que vão me introduzir como: ‘O ator HIV positivo, blá blá blá’. Okay. Tudo bem. Não é a única coisa que eu sou. Sou muito mais do que meu diagnóstico. Se você não quiser trabalhar comigo por causa do meu status, então você não merece trabalhar comigo”, conclui. E depois do episódio de “Pose” exibido nos EUA no último domingo, em que ele canta como uma anjo, chora como um mártir e abala uma comunidade inteira com sua presença, quem não gostaria de contar com o enorme talento de Billy Porter em qualquer trabalho? Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter)
Atriz de “Grey’s Anatomy” viverá personagem não-binária no revival de “Sex and the City”
A atriz Sara Ramirez (a Callie de “Grey’s Anatomy”) é a primeira novidade confirmada no revival de “Sex and the City”. E põe novidade nisso. Ela interpretará a primeira personagem não-binária a aparecer na franquia. Ramirez interpretará Che, que usará os pronomes neutros (em inglês) “they/them” por não se ver nem como homem nem como mulher. Comediante de stand-up, Che também apresenta um podcast, no qual Carrie (Sarah Jessica Parker) é uma convidada frequente. “Com uma grande personalidade e um coração ainda maior, um bom humor irrepreensível e uma visão progressista e humanitária dos papéis de gênero, Che é muito popular no mundo dos podcasts e da comédia”, diz a descrição da personagem. Vale lembrar que a própria Sara Ramirez revelou, em 2020, que se identifica como uma pessoa não-binária. Em “Grey’s Anatomy”, sua personagem viveu um triângulo amoroso com pessoas de sexo diferentes. Ela também se destacou na série “Madam Secretary”, onde passou a adotar uma aparência mais masculina. A atriz mostrou seu entusiasmo com a opção dos produtores com um post do roteiro do revival no Instagram. A inclusão de uma personagem não-binária demonstra que “Sex and the City” vai voltar bem diferente na plataforma HBO Max. Não por acaso, até o título será outro: “And Just Like That…”, uma frase usada por Carrie na série original. Ainda sem data de estreia definida, o reboot terá 10 episódios e vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sara Ramirez (@therealsararamirez)
Demi Lovato se assume como pessoa não-binária
A cantora e atriz Demi Lovato anunciou que se identifica como uma pessoa não-binária e prefere que as pessoas passam a chamá-la com pronomes neutros. A mudança aconteceu na estreia do seu novo podcast, “4D with Demi Lovato”. “Durante o último ano e meio, eu passei por um processo de cura e reflexão. Com a ajuda deste trabalho, eu tive a revelação que me identifico como pessoa não-binária. Dito isso, eu oficialmente vou mudar meus pronomes para ‘they/them’. Acredito que isso representa melhor a fluidez que sinto na minha expressão de gênero, e permite com que eu tenha mais autenticidade e honestidade em relação a quem sou, a quem ainda estou descobrindo”, disse Demi Lovato no podcast. Em inglês, os pronomes “they/them” tem sido adotados como opção de neutralidade de gênero para se referir a homens, mulheres ou pessoas não-binárias — que não se identificam como nenhum dos dois gêneros. Em português, porém, os pronomes são plurais masculinos – eles/deles, em tradução literal – e não funcionam da mesma forma numa linguagem “politicamente correta”. Demi frisou que não se considera expert no assunto, e nem quer “falar por todas as pessoas não-binárias”. “Eu também não vou me irritar quando as pessoas deslizarem e usarem ‘ela/dela’ para falar de mim. Eu sei que, estando na minha posição [de pessoa pública], vai demorar um tempo para que as pessoas se acostumem”, acrescentou. Também deixou claro que sua aparência ou forma de se vestir não vai mudar por causa desse anúncio. “Eu quero que todo mundo entenda que ser uma pessoa não-binária não significa que eu não vá continuar me vestindo da forma como quiser”. Ou seja, não há obrigação de se vestir como homem de uma hora para outra, e quem reparar pode perceber que ela já tem buscado um visual unissex nos últimos tempos. “Eu poderia dar as costas para a minha carreira hoje, mas amanhã eu ainda iria me identificar como uma pessoa não-binária. Pela primeira vez na minha vida, estou colocando o meu bem-estar acima da minha carreira. Essa é a diferença entre fazer algo buscando atenção, e fazer algo porque é a sua verdade. Eu sei que nem todo mundo vai amar esse meu anúncio. Eu sei que algumas pessoas vão reagir com um medo irracional”, acrescentou. Por fim, ela relacionou sua “saída do armário” binário à sua overdose de 2018, quando “ficou a 5 ou 10 minutos da morte”, em suas próprias palavras. “Sinto que o motivo de aquilo ter acontecido é que eu não estava vivendo a minha verdade”, considerou. “Eu estava suprimindo quem eu realmente era para agradar stylists ou membros do meu time, ou mesmo os fãs, que queriam que eu fosse uma popstar feminina que usava roupas sexy. Eu achei que aquilo era o que eu deveria ser. Agora, percebo que é muito mais importante viver minha verdade do que me suprimir, porque isso [a overdose] é o tipo de coisa que acontece quando você se suprime”, afirmou, contextualizando sua overdose. Veja a íntegra do podcast abaixo.
Ex-assistente processa Marilyn Manson por abusos sexuais
Marilyn Manson está sofrendo um segundo processo por abusos sexuais. Segundo apurou a Page Six – coluna e site de celebridades do jornal New York Post – , desta vez as denúncias partem de uma ex-assistente, Ashley Walters. Os dois se conheceram em 2010 por uma rede social. Manson teria se mostrado interessado em seu trabalho como fotógrafa e fez uma proposta para que ela o retratasse. Ashley conta que foi até a casa do cantor, onde ele insistiu em realizar um ensaio fotográfico tarde da noite e, em um certo ponto, pediu para que ela tirasse a blusa. Em sua acusação, a ex-assistente alega que, depois das fotos, Manson a empurrou para a cama, usou o peso de seu próprio corpo para prendê-la e tentou beijá-la à força. Ele ainda teria mordido a orelha de Ashley e colocado a mão da profissional em sua cueca. Ela disse que, na época, acreditou que Manson “provavelmente” não havia cometido abuso, pois as coisas pararam naquele ponto. Depois disso, ele lhe ofereceu um emprego como sua assistente pessoal, propondo o dobro do salário que recebia. Mas quando começou a trabalhar, a jovem se viu forçada a virar noites para acompanhar a agenda noturna do cantor, regada a festas e drogas. Ela alega que Manson a ameaçava, jogava pratos nela e a empurrava contra a parede por qualquer coisa. Ela denunciou que Manson até teria enviado uma foto de ferimentos que causou na atriz Esmé Bianco com a mensagem “está vendo só o que acontece?”. Integrante do elenco de “Game of Thrones”, Esmé Bianco é responsável pelo primeiro processo aberto contra Manson na Justiça, afirmando ter sido agredida, esfaqueada e perseguida com machado pelo cantor. Em seu próprio processo, Ashley Walters ainda acusa Manson de tentar prostitui-la, oferecendo-a para seus amigos influentes da indústria, incluindo um diretor que teria abusado sexualmente dela. Ela diz que se sentia como propriedade do ex-chefe. Um membro da equipe de Manson “negou veementemente” todas as acusações de abuso para a Page Six. Mas uma fonte próxima ao cantor, que preferiu não se identificar, afirmou que aquele era realmente o comportamento de Manson, que mandava a ex-assistente sentar no colo de outros homens. Outros detalhes da acusação incluem obrigar Ashley e a ex-noiva de Manson, Evan Rachel Wood, a posar junto com a coleção de itens nazistas do cantor, que usava as fotos para chantageá-las. Estrela da série “Westworld”, Evan Rachel Wood foi a primeira a denunciar publicamente o comportamento de Manson, mencionado que estava cansada de se calar por medo de chantagens, enquanto outras garotas continuavam a ser abusadas. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais em fevereiro passado. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Walters afirma que o abuso físico e psicológico que Wood e Esmé Bianco denunciaram foram muito similares à sua própria experiência. Marilyn Manson demitiu Walters em 2011. Antes disso, teria invadido o Facebook da ex-assistente. Segundo a denunciante, o cantor a acusou de roubo e continuou ameaçando-a de forma contínua mesmo depois de sua demissão. Em sua primeira e até aqui única manifestação sobre as denúncias, antes das ações na Justiça, Manson alegou que os abusos denunciados eram práticas consensuais entre adultos. “Obviamente, minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade”, ele escreveu no Instagram em fevereiro. “Meus relacionamentos íntimos sempre foram inteiramente consensuais com parceiros que pensam como eu. Independentemente de como – e por que – os outros agora estão optando por representar mal o passado, essa é a verdade. ” Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood.
A$AP Rocky confirma namoro com Rihanna: “É o amor da minha vida”
Finalmente alguém assumiu. Rumores sobre um possível caso entre Rihanna e A$AP Rocky circulam desde 2013, quando ele foi o responsável por abrir os shows da turnê “Diamonds”, da cantora. E, pelo menos desde junho de 2020, há mais que sinais de que os dois estão num relacionamento muito sério, a ponto dele posar para uma campanha da grife dela. Agora, porém, não há mais dúvidas. Em entrevista à revista GQ, o rapper declarou que não só namora como está totalmente apaixonado pela colega cantora. A publicação ainda destaca que, durante a entrevista, A$AP percebeu que não deveria falar sobre Rihanna, mas não conseguiu mais esconder o que sentia. “Assim que a mencionei, ele começou a brilhar como um adolescente cujo crush acabou de aceitar seu convite para o baile”, escreveu o jornalista que o entrevistou. Ao comentar sobre a namorada, A$AP Rocky se declarou: “É o amor da minha vida, é minha dama”. Ao ser questionado sobre como é estar em um relacionamento amoroso com a estrela, ele derreteu. “É muito melhor quando você tem a pessoa certa. Ela equivale a provavelmente, tipo, um milhão das outras. Acho que quando você sabe, sabe. Ela é a única”.
Tim Burton escala atriz de “Você” como a nova Wandinha Addams
O cineasta Tim Burton definiu quem vai ser a estrela da série que ele está desenvolvendo sobre a filha de Gomez e Mortícia Adams para a Netflix. A atração, que se chamará “Wednesday” (nome em inglês da Wandinha), será estrelada pela atriz Jenna Ortega (a Ellie de “Você” e a jovem Jane de “Jane the Virgin”). A atriz teve uma experiência recente como heroína gótica e mandou bem ao coestrelar “A Babá: Rainha da Morte” no ano passado. Ela comemorou a escalação postando fotos ao lado do roteiro da série em seu Instagram. Veja abaixo. A ideia da produção é transportar os personagens de “A Família Addams” para os dias de hoje e contar a história do ponto de vista da filha do clã, Wandinha. Mas se os fãs esperavam ver uma estrela mirim roubando as cenas, como Christina Ricci nos filmes da Família Addams de 1991 e 1993, a escolha da intérprete demonstra que isso não vai acontecer. A série vai apresentar uma versão mais velha da personagem. Apesar de mais velha, Wandinha ainda manterá os mesmos hábitos e valores da mesma jovem gótica que os fãs conhecem. Na trama, ela será uma estudante na Nevermore Academy, onde tentará dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustrar uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade local e resolver um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás – tudo enquanto navega em seus novos e complicados relacionamentos. Vale lembrar que Christina Ricci também trabalhou com Tim Burton no filme “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999) e os fãs adorariam vê-la envolvida no projeto – talvez no papel de Mortícia, a mãe de Wandinha. Conhecido por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), Burton vai dirigir os episódios e produzir a atração. Mas os roteiros estão a cargo de Alfred Gough e Miles Millar, dupla responsável pelo sucesso de “Smallville” e da recente sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. A data de estreia ainda não foi definida. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jenna Ortega (@jennaortega)












