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Reality

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  • Série

    Jennette McCurdy revela porque não participa do revival de “iCarly”

    11 de agosto de 2022 /

    Muitos fãs reclamaram da ausência de Jennette McCurdy no revival de “iCarly”. E houve até campanha racista contra sua “substituta” na atração da Paramount+. Mas a verdade é que McCurdy não foi boicotada ou excluída. Ela não quis mesmo participar da produção. Em seu livro de memórias, “I’m Glad My Mom Died” (“Estou Feliz que Minha Mãe Morreu”, em tradução literal), a intérprete de Sam revelou sua conversa com Miranda Cosgrove sobre o convite para a série. “Eu disse ‘Miranda, não vou fazer o reboot. Não tem nada que você possa dizer que vá me convencer’. Ela me disse que pensava que o reboot poderia ser uma oportunidade para todos nós do elenco ‘voltarmos à ativa’, talvez conseguir novas chances. Mas tem coisas mais importantes que dinheiro, como minha saúde mental e minha felicidade”, escreveu McCurdy. “Foi um daqueles raros momentos em que senti que não disse coisas demais, nem de menos. Me posicionei com precisão e não mudaria nada na maneira como eu falei. Terminamos nossa conversa prometendo manter contato e sair”, completou a atriz. No livro, McCurdy denunciou que sofreu abusos nos bastidores de “iCarly” de uma pessoa que chamou de “O Criador”. Ela diz que ele era “malvado, controlador e aterrorizante” e propenso a fazer “homens e mulheres adultos chorarem com seus insultos e degradação”. McCurdy alega que “O Criador” cruzou limites ao fazer coisas como iniciar uma massagem não solicitada em seu ombro e tentar fazê-la beber álcool quando tinha 18 anos. Quando “Sam & Cat” terminou após apenas uma temporada em 2014, com audiência recorde, McCurdy mencionou um “presente de agradecimento” de US$ 300 mil da Nickelodeon para ela concordar em nunca falar publicamente sobre suas experiências no canal, especificamente em relação ao comportamento de “o Criador”. Ela recusou. “iCarly” e “Sam & Cat” foram criadas e produzidas por Dan Schneider. A atriz também detalhou no livrou seu relacionamento tumultuado com sua mãe Debra, que foi sua agente até morrer em 2013. A pressão era tanta que a levou, após a morte dela, a desistir de atuar.

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  • Série

    Jenna Ortega mostra visual de Wandinha em nova foto

    11 de agosto de 2022 /

    A Netflix postou nas redes sociais uma nova foto descontraída de Jenna Ortega (“Pânico 5” e “X”) como Wandinha na nova série derivada de “A Família Addams”. O registro irônico da imagem dá a impressão que ela foi cortada ao meio e está adorando. Também vale destacar o visual perfeito da atriz no papel da filha de Mortícia e Gomez Addams. A série vai acompanhar a caçula da família Addams (que se chama Wednesday em inglês) pela primeira vez como uma jovem adulta. Na trama, ela é uma estudante na Nevermore Academy, onde terá alguns desafios pela frente: dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustrar uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolver um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás – tudo enquanto navega em seus novos e complicados relacionamentos, sem perder suas adoráveis características mórbidas. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a mais recente sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de um especialista. Conhecido por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), Tim Burton vai dirigir os episódios e também produzir a atração. Além de Jenna Ortega, o elenco ainda inclui Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como Morticia e Gomez Addams, mais Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Thora Birch (Gamma em “The Walking Dead”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e participação especial de Christina Ricci, a Wandinha dos dois filmes live-action de “A Família Addams” dos anos 1990. Por enquanto, a estreia está prevista apenas para “em breve”. Wednesday on a Wednesday pic.twitter.com/aOjt0F6AJF — Netflix (@netflix) August 10, 2022

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  • Filme

    Olivia Newton-John terá funeral de Estado na Austrália

    11 de agosto de 2022 /

    A atriz e cantora Olivia Newton-John, que morreu na segunda-feira nos Estados Unidos aos 73 anos, terá um funeral de Estado na Austrália em sua homenagem. A decisão foi anunciada hoje pelo governador do estado australiano de Vitória, Dan Andrews. Olivia nasceu no Reino Unido, mas mudou-se para a Austrália aos 5 anos, sendo criada no país. Ela começou a carreira musical na Austrália e é tão identificada com o país que os produtores de “Grease” mudaram a origem de sua personagem, Sandy Olsson, para torná-la australiana. Olivia Newton-John também cantou na abertura das Olimpíadas de Sydney, em 2000. Em um post no Twitter, o governado de Vitória contou ter conversado com a família de Olivia, que aceitou a oferta do funeral de Estado. “Será mais um concerto do que um funeral – adequado para uma vitoriana que viveu uma vida tão rica e generosa”, disse Andrews. Os detalhes ainda serão finalizados. A sobrinha de Olivia, Tottie Goldsmith, disse anteriormente à afiliada da CNN, a Nine Network, que sentia que o povo australiano queria que a cantora tivesse um funeral de estado. “Acho que a Austrália precisa disso”, disse Goldsmith entre lágrimas. “Ela é tão amada.”

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  • Filme

    Terror e filmes de pais são as principais estreias de cinema

    11 de agosto de 2022 /

    Os cinemas recebem quatro estreias amplas e mais sete lançamentos limitados nesta quinta-feira (11/8). O principal título é o terror “X – A Marca da Morte”, um dos filmes mais elogiados do gênero em 2022, que vai disputar público com o thriller de sobrevivência “A Fera”, em que Idris Elba enfrenta um leão para salvar as filhas. Os outros destaques são mais duas produções sobre pais e filhas passadas no Brasil: o premiado drama “Pacificado”, sobre uma família à margem do tráfico durante a Copa do Rio, e a comédia “Papai É Pop”, com Lázaro Ramos, produção temática que aproveita a data do Dia dos Pais (que cai no domingo, 14/8) para chegar às telas. Vale apontar/lamentar que “Pacificado” não é uma das quatro estreias amplas. Outro terror, “Gêmeo Maligno”, chega em mais telas. Confira abaixo todas as 11 estreias programadas.       | X – A MARCA DA MORTE |   O novo terror dirigido por Ti West (“Cabana do Inferno 2”) chega depois de seis meses de sua estreia elogiada nos EUA, com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Fez tanto sucesso que já confirmou um prólogo estrelado por uma das protagonistas O “X” do título se refere à classificação americana para filmes proibidos para menores. Passado nos anos 1970, o filme acompanha a equipe de um filme adulto, que aluga uma casa no interior do Texas de um casal de velhinhos aparentemente dóceis, para usar como cenário de sua nova produção. Só que os velhinhos não são inocentes e a locação é uma armadilha, que transforma a produção do pornô num terror slasher sanguinário, com direito a ataques de crocodilos e assassinatos sádicos. O elenco destaca Mia Goth (“Ninfomaníaca”) em papel duplo (como porn star e velhinha decrépita), Jenna Ortega (“Pânico”), Martin Henderson (“Virgin River”), Brittany Snow (“A Escolha Perfeita”), Owen Campbell (“A Mulher Invisível”), Stephen Ure (“Máquinas Mortais”) e Scott Mescudi (mais conhecido como o rapper Kid Cudi, visto em “Não Olhe para Cima”).   | A FERA |   Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) enfrenta um leão enfurecido nesta variação do tema do “filme de monstro”. A trama mostra como férias em família pela savana africana viram um thriller de sobrevivência, quando o viúvo vivido por Elba precisa proteger suas filhas do ataque de um leão selvagem, que deixa um rastro de morte pelo caminho. Na produção, Elba interpreta o Dr. Nate Samuel, que viaja para a África do Sul para reforçar sua conexão com as filhas Norah (Leah Jeffries, que estará em “Percy Jackson”) e Meredith (Iyana Halley, de “This Is Us”) após a morte da esposa, mãe das jovens. Durante uma excursão guiada (por Sharlto Copley, de “Distrito 9”), no entanto, a família se vê perseguida por um leão selvagem, cujos instintos de proteção foram atiçados por um ataque de caçadores poucos momentos antes. Com direção de Baltasar Kormákur (“Evereste”) e roteiro de Ryan Engle (“Rampage – Destruição Total”), “A Fera” estreia no Brasil uma semana antes do lançamento nos EUA.   | PACIFICADO |   Coprodução entre Brasil e EUA rodada no Rio de Janeiro, o drama de favela venceu o troféu Concha de Ouro como Melhor Filme do prestigioso Festival de Cinema de San Sebastián, na Espanha. O longa acompanha a história de uma garota de 13 anos (Cassia Gil) que tenta se reconectar com o pai (Bukassa Kabengele), libertado da prisão no momento turbulento das Olimpíadas do Rio. Enquanto a polícia “pacificadora” batalha para ocupar as favelas ao redor da cidade, a família (que inclui a mãe vivida por Débora Nascimento) precisa navegar entre as forças que ameaçam suas esperanças para o futuro, conforme o pai considera retomar seu lugar no tráfico, atualmente ocupado por um jovem (José Loreto). Além de Melhor Filme, “Pacificado” venceu mais dois troféus no festival espanhol. Bukassa Kabengele, congolês naturalizado brasileiro, foi premiado como Melhor Ator. Ele é conhecido da TV brasileira por atuações em séries como “Carcereiros”, “Os Dias Eram Assim” e até “Malhação”. O outro prêmio foi para Laura Merians Gonçalves, Melhor Direção de Fotografia por seu primeiro longa-metragem, após uma carreira de curtas, séries e clipes de pop islandês (Bjork, Sigur Ros). A direção do longa é do americano Paxton Winters, que assumiu o projeto após se mudar para uma favela na capital carioca. Outro detalhe é que, entre os produtores, destaca-se o nome do cineasta Darren Aronofsky (“Noé”, “Mãe!”).   | PAPAI É POP |   A comédia traz o ator Lázaro Ramos aprendendo a ser pai. Ele vive Tom, um homem comum que vê sua vida mudar com o nascimento da filha. Ao lado da esposa Elisa (Paolla Oliveira), precisa aprender na prática como cuidar da bebezinha e, em meio a situações da vida cotidiana, passar por uma transformação radical para se tornar um pai presente. Baseado no livro homônimo de Marcos Piangers, o filme mostra a diferença entre teoria e prática em relação à paternidade – e vai fundo no didatismo. O roteiro é de Ricardo Hofstetter (“Malhação”) e a direção de Caito Ortiz (do divertido “O Roubo da Taça”).   | GÊMEO MALIGNO |   O fraco terror finlandês traz a australiana Teresa Palmer (“A Descoberta das Bruxas”) como uma mãe que tem que enfrentar uma verdade insuportável sobre seu filho. Depois do luto de um trágico acidente, onde um de seus gêmeos perdeu a vida, ela se muda com o marido e seu filho sobrevivente para uma cidade pequena, a milhares de quilômetros de onde viviam. Mas o que era para ser um recomeço acaba se tornando um pesadelo, quando ela percebe que seu filho tem segredos sombrios e forças malignas buscam dominá-lo.   | O DESTINO DE HAFFMANN |   O drama francês se passa em Paris durante a invasão nazista. Quando um joalheiro judeu se vê forçado a fugir, faz um falso acordo de venda de sua loja com um funcionário para salvar seu negócio. Mas não consegue escapar do cerco, vendo-se forçado a esconder-se num porão e a trabalhar para o antigo funcionário, que passa a conduzir negócios com nazistas para produzir novas peças a partir de joias de vítimas de campos de extermínio. A fábula moral tem direção de Fred Cavayé, indicado ao César (o Oscar francês) por “Tudo por Ela” (2008).   | CLARA SOLA |   O primeiro longa de Nathalie Álvarez Mesén, que nasceu na Suécia mas cresceu na Costa Rica, acompanha o despertar sexual e místico de Clara, uma mulher de 40 anos, num vilarejo remoto na Costa Rica, que inicia uma jornada para se libertar das repressões religiosas e sociais que dominaram a sua vida. Venceu três prêmios na Mostra de São Paulo do ano passado, inclusive Melhor Filme e Atriz, a também estreante Wendy Chinchilla Araya.   | IL BUCO |   Lento e praticamente sem diálogos, o novo filme de Michelangelo Frammartino (“As Quatro Voltas”) é referenciado pela beleza de suas imagens. Vencedor do Prêmio Especial do Júri do Festival de Veneza, contrasta a notícia da construção do edifício mais alto da Europa em Milão, nos anos 1960, com a descoberta da caverna mais profunda do continente no interior da Calábria. Enquanto espeleólogos exploram o fundo do Abismo Bifurto, um velho pastor de uma aldeia vizinha começa a ter sua solitária entrelaça com a jornada do grupo.   | A BATALHA DE SHANGRI-LÁ |   Produzido e filmado no Mato Grosso, o drama de estreia dos diretores Severino Neto e Rafael de Carvalho retrata a intolerância e suas consequências. Após a morte do pai adotivo, o protagonista (Gustavo Machado) busca por sua mãe biológica que o abandonou há quase 40 anos. Numa jornada física e emocional, por um Brasil profundo, o passado dessa mulher surge pouco a pouco, trazendo à tona angústias e revelações que irão afetar a vida dos dois para sempre. Venceu o Arctic Film Festival, o festival de cinema mais setentrional do mundo, realizado num arquipélago congelado da Noruega.   | O REFLEXO DO LAGO |   Rodado em preto e branco, o documentário de Fernando Segtowick investiga a situação de Tucuruí, no estado do Pará, onde há 40 anos a ditadura militar construiu a maior hidrelétrica da Amazônia. Foi exibido no Festival de Berlim e no Dokufest, de Kosovo, em 2020.   | A-HA – TRUE NORTH |   Videoclipe em longa-metragem da banda A-ha, acompanha uma narrativa com atores retratando a vida no Círculo Polar Ártico, enquanto Magne, Morten e Paul apresentam suas novas músicas em Bodø, na Noruega, com acompanhamento da orquestra Arctic Philharmonic. A direção é de Stian Andersen, que já tinha dirigido um clipe solo do vocalista Morten Harket.

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  • Filme

    “Marighella” vence o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    11 de agosto de 2022 /

    O filme “Marighella” saiu consagrado da cerimônia do 21º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, conquistando oito prêmios na noite de quarta (10/8) no Rio de Janeiro. Vencedor do principal troféu da noite, como Melhor Filme do ano, o longa também rendeu a Wagner Moura o prêmio de Melhor Primeira Direção e Roteiro Adaptado (dividido com Felipe Braga), e a Seu Jorge, intérprete de Marighella, o troféu de Melhor Ator. Os demais troféus da produção foram técnicos: Fotografia, Direção de Arte, Figurino e Som. Realizada na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, a entrega de prêmios teve apresentação de Silvero Pereira e Camila Pitanga em clima de festa, com direito a números musicais, torcida política e vários famosos em seu tapete vermelho. O bom astral refletiu o retorno do evento ao formato presencial, após amargar versão virtual durante a pandemia. Não por acaso, a consagração de “Marighella” fez justiça ao filme responsável pela nova retomada do cinema brasileiro, no ciclo pós-pandemia, que atraiu o público de volta às salas de exibição em novembro do ano passado. Foi um resultado importante também para consagrar um filme que estreou sob ataque de integrantes das áreas culturais do governo federal, numa resposta ao aparelhamento ideológico das estruturas de incentivo à Cultura no país. O prêmio de Melhor Direção em geral ficou com Daniel Filho por “O Silêncio da Chuva”. Já os demais intérpretes premiados foram Dira Paes (Melhor Atriz por “Veneza”), Rodrigo Santoro (Melhor Ator Coadjuvante por “7 Prisioneiros”) e Zezé Motta (Melhor Atriz Coadjuvante por “Doutor Gama”). Entre as premiações por gênero, “Depois a Louca Sou Eu” foi eleita a Melhor Comédia, “Turma da Mônica – Lições” foi o Melhor Longa Infantil, “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente” a Melhor Animação e “A Última Floresta” venceu como Melhor Documentário. O evento da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais também premiou séries, com “Dom” e “Sob Pressão” entre os destaques. A cerimônia foi transmitida ao vivo pelo Canal Brasil, Globoplay e pelo canal da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais no YouTube. O vídeo integral pode ser visto abaixo, seguido pela lista completa dos vencedores. Melhor Longa-Metragem de Ficção “Marighella”, de Wagner Moura Melhor Longa-Metragem de Comédia “Depois a Louca Sou Eu”, de Julia Rezende Melhor Longa-Metragem Infantil “Turma da Mônica – Lições”, de Daniel Rezende Menção Honrosa – Longa-Metragem Animação “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”, de Cesar Cabral Melhor Longa-Metragem de Documentário “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi Melhor Direção Daniel Filho (“O Silêncio da Chuva”) Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem Wagner Moura (“Marighella”) Melhor Atriz Dira Paes (“Veneza”) Melhor Ator Seu Jorge (“Marighella”) Melhor Atriz Coadjuvante Zezé Motta (“Doutor Gama”) Melhor Ator Coadjuvante Rodrigo Santoro (“7 Prisioneiros”) Melhor Roteiro Original Henrique Dos Santos e Aly Muritiba (“Deserto Particular”) Melhor Roteiro Adaptado Felipe Braga e Wagner Moura (“Marighella”) Melhor Direção de Fotografia Adrian Teijido (“Marighella”) Melhor Direção de Arte Frederico Pinto (“Marighella”) Melhor Figurino Verônica Julian (“Marighella”) Melhor Maquiagem Martín Macías Trujillo (“Veneza”) Melhor Som George Saldanha, Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima e Renan Deodato (“Marighella”) Melhor Trilha Sonora André Abujamra e Márcio Nigro (“Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”) Melhor Efeito Visual Pedro de Lima Marques (“Contos do Amanhã”) Melhor Montagem de Ficção Karen Harley (“Piedade”) Melhor Montagem de Documentário Ricardo Farias (“A Última Floresta”) Melhor Série Brasileira de Animação com Produção Independente “Angeli The Killer” – 2ª Temporada (Canal Brasil) Melhor Série Brasileira de Documentário com Produção Independente “Transamazônica – Uma Estrada para o Passado” – 1ª Temporada (HBO E HBO Max) Melhor Série Brasileira de Ficção com Produção Independente “Dom” – 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Melhor Série Brasileira de Ficção na TV Aberta “Sob Pressão” – 4ª Temporada (Globo) Melhor Curta-Metragem de Animação “Mitos Indígenas Em Travessia”, de Julia Vellutini e Wesley Rodrigues Melhor Curta-Metragem de Documentário “Yaõkwa, Imagem e Memória”, de Rita Carelli e Vincent Carelli Melhor Curta-Metragem de Ficção “Ato”, de Bárbara Paz Melhor Filme Ibero-Americano “Ema”, de Pablo Larraín (Chile) Melhor Filme Internacional “Nomadland”, de Chloe Zhao (EUA)

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  • Filme

    Carla Diaz indica volta ao papel de Suzane von Richtofen

    11 de agosto de 2022 /

    A atriz Carla Diaz publicou na noite de quarta (10/8) no Instagram uma foto inédita caracterizada como Suzane von Richtofen. “E aí, seria um #tbt ou não?”, escreveu ao lado da imagem, plantando a dúvida entre os seguidores sobre se seria um registro de arquivo ou uma volta à personagem. A verdade é que “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” vão gerar sim um terceiro filme. Os dois filmes foram um sucesso imenso na Amazon Prime Video e terão continuação. No mês passado, a atriz Gabi Lopes, que interpretou Carol, namorada de Cristian Cravinhos, confirmou que todo o elenco tinha sido recontratado para a produção. “Vai ter o terceiro filme de Suzane. Vai ser um único e mais forte. Vai mostrar uma parte que os primeiros não mostraram e vai misturar as versões [de Suzane e Daniel]. Tem um novo nome, novo conceito. Nós, do elenco, fomos todos recontratados, tudo igual. Tem umas pessoas novas, a mais, vai ser um ‘bafo’. Vai ser bem forte”, disse a atriz ao podcast Poddelas. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento. Mas não falta assunto nem para um quarto filme, tendo em vista tudo a carreira de Suzane após a prisão – desde envolvimento com outra presidiária, começo de namoro com um empresário durante visitas no presídio, progressão de regime, quebras de confiança em saídas temporárias da prisão, início de faculdade durante a pena, etc. Dirigidas por Maurício Eça, as duas produções lançadas pela Amazon Prime Video foram estreladas por Carla Diaz como Suzane von Richtofen e Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os filmes contam como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes trouxe o ponto de vista de um dos condenados. No elenco, estavam ainda Augusto Madeira e Debora Duboc, como os pais dos Cravinhos, Leonardo Medeiros e Vera Zimmermann, como os Richtofen, e Kauan Ceglio, no papel do irmão de Suzane, Andreas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz)

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  • Série

    Maisa Silva e Camila Queiroz revelam bastidores de “De Volta aos 15”

    11 de agosto de 2022 /

    Maisa Silva e Camila Queiroz compartilharam nas redes sociais um pouco dos bastidores da 2ª temporada de “De Volta aos 15”, atualmente em produção. Elas postaram fotos da leitura coletiva do roteiro, em que aparecem ao lado de Klara Castanho, Amanda Azevedo, Pedro Ottoni, João Guilherme e outros colegas do elenco. João Guilherme, por sinal, também fez um post, mas de um vídeo reunindo a turma inteira. Confira abaixo. Espécie de “De Repente 30” às avessas, a série gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor. Assim, de uma hora para outra, ela se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. A protagonista é vivida por Camila Queiroz na fase adulta e por Maisa na adolescência. Além de viagem no tempo, a trama explora um “Efeito Borboleta”, pois ao tentar consertar a vida dos amigos no passado, Anita impacta o destino de todos no futuro, e nem sempre para melhor. Entre os principais personagens estão Carol (Klara Castanho), prima de Anita que está envolvida com o maior boy lixo da cidade, Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade, César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é, Henrique (Caio Cabral), o melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado pela protagonista, além de Fabricio (João Guilherme). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por +A (@maisa) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Camila Queiroz (@camilaqueiroz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por J҉O҉T҉I҉N҉H҉A҉ (@joaoguilherme)

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  • Etc

    Anne Heche é investigada pelo acidente que a deixou em coma

    11 de agosto de 2022 /

    A atriz Anne Heche está sendo investigada pela polícia de Los Angeles pelo acidente de sexta-feira (5/8) que a deixou em coma. O site americano TMZ revelou que a polícia quer descobrir se ela estava dirigindo sob influência de drogas e álcool, e conseguiu um mandado para realizar uma coleta de sangue da atriz para determinar essa possibilidade. Segundo a publicação, a suspeita surgiu após testemunhas descreverem que ela fez manobras irregulares e imprudentes na rua. Um vídeo também a mostra quase atropelando uma pedestre. Além disso, antes de seu acidente mais grave, ela bateu num carro estacionado na garagem de um complexo de apartamentos. Heche foi socorrida por moradores, porém deu marcha à ré e acelerou para fugir do local, vindo em seguida a entrar com o veículo de frente numa casa. A batida foi tão forte que provocou um incêndio no automóvel, um Mini Cooper de cor azul, e deixou seu corpo com queimaduras graves. Os policiais também receberam uma foto de Anne pouco antes do acidente, que mostrava uma garrafa no interior do carro, reforçando a suspeita de que ela estivesse ingerindo bebida alcoólica enquanto dirigia. O estado de Anne Heche é descrito como “bastante crítico”. “Neste momento, Anne está em estado extremamente crítico. Ela tem uma lesão pulmonar significativa com necessidade de ventilação mecânica e queimaduras que requerem intervenção cirúrgica. Ela está em coma e não recuperou a consciência desde o acidente”, disse um comunicado de seu representante. A atriz de 53 anos tem uma longa carreira em filmes e séries, iniciada nos anos 1980 na novela “Outro Mundo”. Ela estrelou filmes como “Donnie Brasco” (1997), “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1997), o remake de “Psicose” (1998) e “Seis Dias, Sete Noites” (1998), no qual foi par romântico de Harrison Ford. Mas a partir daí sua carreira cinematográfica foi afetada, de forma preconceituosa, quando ela assumiu seu namoro com Ellen DeGeneres. Anos depois, ela se revelou bissexual, ao se envolver com um assistente de câmera e, mais tarde, James Tupper, seu par romântico na série “Men in Trees”, com quem teve um filho. A série de 2006, por sinal, foi seu maior sucesso e antecipou um modelo de trama reprisado até hoje com sucesso, veja-se “Virgin River” na Netflix. Na TV, ela também fez “Ally McBeal”, “Hung”, “Dig”, “Aftermath”, “The Brave” e “Chicago PD”, entre muitas outras atrações.

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  • TV

    Arthur Aguiar faz publicidade imprópria e tem post removido do Instagram

    11 de agosto de 2022 /

    A carreira de influencer de Arthur Aguiar definitivamente não vingou. Após vencer o “BBB 22”, ele é um dos ex-integrantes do programa que menos aparece fazendo publicidade nas redes sociais. E a mais recente investida no segmento ainda rendeu problemas com o Instagram. Arthur postou no Stories na noite de terça-feira (9/8) um vídeo para divulgar um esquema de compra e venda de seguidores nas redes sociais, o que engana os algoritmos e fere as diretrizes do grupo Meta, dono do Facebook e do próprio Instagram. Não deu outra. O conteúdo divulgado pelo ator/cantor foi considerado impróprio e removido menos de 24 horas depois que foi postado. No vídeo, Arthur dizia: “Existe uma ferramenta que é possível ganhar dinheiro seguindo e curtindo pessoas nas redes sociais. Eu não acreditava. Já pensou em ganhar dinheiro apenas seguindo pessoas? Basta seguir dentro da plataforma, que já começa a lucrar”. A ferramenta em questão é muito utilizada no Instagram e no TikTok e funciona conectando pessoas que pagam para ter seguidores a pessoas que ganham dinheiro seguindo e interagindo com esses perfis. Vale apontar que Arthur tem se dedicado mais à gravações de músicas desde que venceu o programa da Globo.

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  • Filme

    Teaser apresenta novo filme de Timothée Chalamet com diretor de “Me Chame pelo Seu Nome”

    10 de agosto de 2022 /

    O ator Timothée Chalamet divulgou em suas redes sociais a primeira prévia de “Bones and All”, filme que volta a reuni-lo com o diretor Luca Guadagnino após “Me Chame pelo Seu Nome” numa trama passada nos anos 1980. Só que o teaser indica um tom muito diferente da produção romântica. O clima é de terror. Baseada no romance homônimo de Camille DeAngelis, “Bones and All” segue uma mulher em uma viagem em busca do pai que nunca conheceu, na tentativa de entender por que sente vontade de matar e comer as pessoas que a amam. A sinopse resume a trama como “uma história de primeiro amor entre Maren, uma jovem que aprende a sobreviver à margem da sociedade, e Lee, um vagabundo intenso e desprivilegiado, e como eles se encontram e se unem para uma odisseia de mil milhas que os leva por estradas secundárias, passagens escondidas e alçapões dos EUA na época de Ronald Reagan. Mas, apesar de seus melhores esforços, todos os caminhos levam de volta a seus passados ​​aterrorizantes e a um confronto que determinará se seu amor pode sobreviver à sua estranheza”. O roteiro foi escrito por Dave Kajganich, que trabalhou com Luca Guadagnino em “Suspiria”, e o papel de Maren é vivido por Taylor Russell (“Perdidos no Espaço”). O elenco também inclui Mark Rylance (“Não Olhe para Cima”), André Holland (“Moonlight”), Jessica Harper (“Suspiria”), Michael Stuhlbarg (“Dopesick”), o diretor David Gordon-Green (“Halloween”), Francesca Scorsese (“We Are Who We Are”) e Chloë Sevigny (também de “We Are Who We Are”). O filme terá première mundial no Festival de Veneza, em setembro. Já a previsão de lançamento comercial é em novembro nos EUA. LUCA GUADAGNINO’S BONES AND ALL 🩸🩸🩸 pic.twitter.com/Q1ErygQvGF — Timothée Chalamet (@RealChalamet) August 10, 2022

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  • Filme

    Comédia medieval da criadora de “Girls” ganha trailer legendado

    10 de agosto de 2022 /

    A Amazon divulgou o pôster internacional e o trailer legendado de “Catherine Called Birdy”, comédia medieval escrita e dirigida por Lena Dunham, criadora de “Girls”. A atração gira em torno da personagem-título, vivida por Bella Ramsey (a corajosa Lyanna Mormont de “Game of Thrones”), uma jovem aristocrata que recusa a aceitar as convenções de sua época, entre elas se casar com um homem mais velho escolhido pelo pai e se comportar como uma donzela. A trama se passa em 1290, quando a família Rollo deposita todas suas esperanças na jovem Lady Catherine, conhecida como Birdy. Falido e sem esperança para o futuro, Sir Rollo acredita ter como saída o dote de sua filha mais nova, num casamento com um pretendente abastado. Só que Birdy quer muito mais da vida e isso resulta em muitos problemas entre ela e seus pais. Andrew Scott (o padre de “Fleabag”) vive Sir Rollo e o elenco também destaca Billie Piper (“Doctor Who”), Joe Alwyn (“A Última Carta de Amor”), Dean-Charles Chapman (também de “Game of Thrones”) e Ralph Ineson (“A Bruxa”). Adaptado do romance homônimo de Karen Cushman, o feminismo medieval de “Catherine Called Birdy” será exibido em primeira mão no Festival de Toronto, antes de estrear na plataforma Prime Video no dia 7 de outubro.

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  • Série

    Criador diz que “Better Call Saul” encerra universo de “Breaking Bad”

    10 de agosto de 2022 /

    O produtor e roteirista Vince Gilligan revelou não ter planos de retomar o universo de “Breaking Bad” após o final de “Better Call Saul”. Conversando com a imprensa num painel virtual da Associação dos Críticos de TV dos EUA (TCA, na sigla em inglês), ele confessou que lhe advertiram para nunca dizer nunca, mas acredita que testou sua sorte com “Better Call Saul”. “Não poderia estar mais feliz com o resultado. Aí fizemos ‘El Camino’ [filme sobre o personagem Jesse Pinkman] e também fiquei muito orgulhoso, mas você precisa saber quando deixar a festa”, explicou. Apesar dessa decisão, Gilligan afirmou que pretende continuar trabalhando com as pessoas com quem construiu a franquia. “Amo trabalhar com eles – quero manter a banda unida, não importa o que aconteça, mas em um mundo diferente”. Co-criador de “Better Call Saul”, Peter Gould ofereceu um contraponto ao parceiro criativo, preferindo deixar um retorno à franquia em aberto. “Amo Albuquerque [cidade em que as atrações se passam]. Amo Bob [Odenkirk], Rhea [Seehorn] e Vince. Queremos manter o grupo unido o máximo possível e, sim, nunca diga nunca. Quem sabe como estaremos nos sentindo daqui a dois anos?”, refletiu. O problema é que criar uma série diferente virou questão de honra para Gilligan, como ele mesmo confessou. “Eu tenho que provar a mim mesmo que eu tenho algo mais em mim. Eu não sou um pônei de um truque só”, apontou. “Better Call Saul” vai acabar na próxima segunda (15/8) nos EUA, após seis temporadas e 63 episódios. Mas Gilligan também trabalhou em 62 episódios de “Breaking Bad” e no filme “El Camino”, resultando em 14 anos e quase 127 horas de conteúdo do mesmo universo. Nesta quarta (10/8), veio à toa que o produtor já está preparando seu próximo projeto, que teria o estilo de “Arquivo X”, série em que ele trabalhou no início da carreira. “Better Call Saul” é disponibilizada no Brasil pela Netflix, que lançará o episódio final na terça-feira (16/8).

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    Ezra Miller filmou cenas adicionais de “The Flash” após prisão e ordens de restrição

    10 de agosto de 2022 /

    Numa reportagem sobre o futuro dos filmes da DC na Warner Bros. Discovery, o site The Hollywood Reporter revelou que o ator Ezra Miller participou da filmagem de cenas adicionais de “The Flash” nos últimos meses, mesmo após ter sido preso no Havaí e virar alvo de ordens de restrição. De acordo com a publicação, as filmagens aconteceram “sem grandes incidentes”, ainda durante os meses do verão americano – ou seja, após junho. As denúncias contra o comportamento violento de Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto numa acusação formal de furto pela polícia de Vermont, nos EUA. Os problemas do ator se tornaram públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Em junho, veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. Finalmente, no domingo (7/8) ele recebeu uma intimação para comparecer no Tribunal Superior de Vermont para uma audiência, sob a acusação de furto de garrafas de álcool de uma casa em Vermont. De acordo com um boletim de ocorrência publicado on-line, a Polícia Estadual de Vermont foi notificada em 1º de maio de um possível roubo quando moradores da County Road, em Stamford, relataram que “várias garrafas de álcool foram retiradas de dentro da residência enquanto os proprietários não estavam presentes”. Após uma investigação, que incluiu declarações e análise de vídeos de vigilância, a polícia encontrou uma causa provável para acusar Miller. A audiência preliminar foi marcada para 26 de setembro. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do ator no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, com as audiências resultantes de suas ações. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo. A situação mereceu uma crítica do cineasta Kevin Smith, que durante seu podcast “Hollywood Babble-On” apontou que a Warner decidiu cancelar “Batgirl”, um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra seu protagonista. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.

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