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TV

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TV

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  • Filme

    Estreia de “Avatar: O Caminho da Água” é uma das maiores de todos os tempos no Brasil

    14 de dezembro de 2022 /

    “Avatar: O Caminho da Água” chega como arrasa-quarteirões nos cinemas brasileiros nesta quinta (15/12) com lançamento em 2,6 mil telas, numa das distribuições mais amplas já vistas no país – o recorde pertence a “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, com 2,8 mil salas no ano passado. A estratégia de dominar o circuito é global, por isso a expectativa é que o filme supere US$ 500 milhões em sua abertura mundial. Nunca é demais lembrar que o primeiro filme possui a maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,9 bilhões de faturamento em todo o planeta. Apesar do monopólio, os cinemas ainda recebem dois novos títulos. Confira abaixo mais detalhes da programação.   | AVATAR: O CAMINHO DA ÁGUA |   O novo espetáculo cinematográfico do diretor James Cameron chega para cativar e assombrar o público como o filme original de 2009, principalmente em seu aspecto visual, com grande aprimoramento dos efeitos especiais e do 3D, que proporciona uma maior imersão no mundo de Pandora. Será um enorme sucesso como foi o primeiro longa, que se tornou a maior bilheteria de cinema de todos os tempos. O único senão são as mais de 3 horas de duração, que inclusive dificultarão a superação do recorde anterior de venda de ingressos. A continuação volta a acompanhar os personagens Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña), introduzindo seus filhos. Na trama, eles são forçados a buscar asilo com uma tribo litorânea ao serem expulsos de sua comunidade na floresta pelos invasores da Terra. É que nosso planeta enfrenta ameaça de extinção e ambiciona tomar o belo planeta paradisíaco para abrigar a humanidade. Quem comanda a invasão, por sinal, é um velho conhecido dos protagonistas: um avatar gigantesco do coronel Miles Quaritch (Stephen Lang). Assim, a defesa do meio ambiente, implícita no primeiro filme, ganha um novo ingrediente na continuação: a crítica ao belicismo militar e à atividade dos posseiros ilegais. O elenco inclui a volta da maioria dos atores do primeiro filme – além dos citados, Sigourney Weaver, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald (mas não Michelle Rodriguez!) – , junto com novidades como Kate Winslet (“O Leitor”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”) e Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”).   | A MORTE HABITA À NOITE |   Apesar do título, o primeiro longa do premiado curta-metragista Eduardo Morotó não é um filme de terror. Trata-se de um drama inspirado pela obra de Charles Bukowski (“Crônica de um Amor Louco”), que segue um escritor pobre e bêbado – e que nunca escreve – à procura de almas gêmeas em um universo marcado pela autodestruição. Ambientado no Recife, o filme é estrelado por Roney Villela (“Novo Mundo”). Após presenciar um suicídio de sua janela e ser abandonado pela mulher que ama (Mariana Nunes, de “Alemão”), ele vaga pela cidade em busca de amor, acompanhado pela solidão que lhe confere sua própria identidade. Nessa jornada noturna, cruza com duas mulheres (a estreante em longas Enddi Vasconcelos e Rita Carelli, de “Abaixo à Gravidade”), que vão despertar nele um lado até então desconhecido. Exibido pela primeira vez no Festival de Roterdã, na Holanda, em janeiro de 2020, a produção pernambucana teve première nacional no mesmo ano, na abertura do 30º Festival Cine Ceará (que premiou Villela como Melhor Ator), mas só conseguiu espaço na programação de cinemas agora, num lançamento bastante limitado.   | A SAGA CREPÚSCULO – ECLIPSE |   A Paris Filmes está relançando toda a “Saga Crepúsculo” nos cinemas brasileiros em comemoração aos 10 anos do final da franquia, que foi encerrada em 2012 com “Amanhecer – Parte 2”. Depois de “Crepúsculo” (2008) e “Lua Nova” (2009) é a vez de “Eclipse” (2010), que introduziu cenas de ação no triângulo de amor sobrenatural entre a mortal Bella (Kristen Stewart), o vampiro Edward (Robert Pattinson) e o lobisomem Jacob (Taylor Lautner). O sucesso dos filmes catapultou as carreiras do par central, que também viveu um namoro tumultuado fora das telas. Stewart e Pattinson têm feito alguns dos filmes recentes de mais prestígio e sucesso de Hollywood. Enquanto a atriz foi indicada ao Oscar por “Spencer”, o ator virou o novo “Batman” do cinema. Já Taylor Lautner, por outro lado, tornou-se coadjuvante de comédias de Adam Sandler. A “Saga Crepúsculo” também está integralmente disponível em streaming nas plataformas Netflix e Star+.

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  • Série

    Revival de “Party Down” ganha primeiro teaser

    14 de dezembro de 2022 /

    A plataforma Lionsgate+ divulgou o primeiro teaser legendado do revival de “Party Down”. Criada por Rob Thomas logo após a decepção do cancelamento de “Veronica Mars”, “Party Down” acompanha os empregados de um buffet itinerante de festas de Los Angeles, que sonha emplacar carreiras em Hollywood. Cada episódio se desenrola em um evento diferente, enquanto os funcionários do buffet inevitavelmente se envolvem demais na vida dos convidados – enquanto tentam convencer produtores a escalá-los em seus filmes ou lerem seus roteiros. Engraçadíssima, “Party Down” não sobreviveu ao costume inicial do Starz de encomendar apenas duas temporadas de cada série, logo que começou a produzir conteúdo próprio. Mas se tornou cultuada em reprises. Originalmente exibida de 2009 a 2010, a série cult de comédia retorna com a maioria de seus integrantes originais: Adam Scott (mais conhecido por “Parks and Recreation”), Jane Lynch (“Glee”), Ken Marino (“Childrens Hospital”), Martin Starr (“Silicon Valley”), Ryan Hansen (“Veronica Mars”) e Megan Mullally (“Will & Grace”). Faltou só Lizzy Caplan (“Masters of Sex”), que não conseguiu encaixar a série em sua agenda. Já as novidades destacam Jennifer Garner (“Dia do Sim”), que terá papel fixo como uma produtora de blockbusters e namorada de Henry Pollard, o personagem de Adam Scott. Além dela, também foram confirmados Zoë Chao (“Love Life”) como nova chef do buffet Party Down, Tyrel Jackson Williams (“Brockmire”) no papel de um influencer desconectado com a realidade e James Marsden (“Sonic – O filme”) como um astro famoso de uma franquia de super-heróis. O revival conta os mesmos produtores executivos: além de Thomas, John Enbom (que atuará como showrunner), o ator Paul Rudd (o “Homem-Formiga”) e Dan Etheridge (que também trabalhou com Thomas em “Veronica Mars” e “iZombie”). A 3ª temporada curta de seis episódios tem estreia marcada para 24 de fevereiro.

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  • Filme

    A Baleia: Trailer destaca elogios à atuação de Brendan Fraser

    14 de dezembro de 2022 /

    O estúdio indie A24 divulgou um novo trailer de “A Baleia” (The Whale), que destaca os elogios da crítica à performance do ator Brendan Fraser. Conhecido por interpretar o protagonista galã da franquia “A Múmia”, ele surge completamente transformado em cena, como um homem com obesidade mórbida, que tenta se reconectar tardiamente com a filha. Fraser foi fortemente aplaudido na première mundial do longa no Festival de Veneza, onde chegou a ser considerado favorito a prêmio, mas acabou perdendo a Coppa Volpi para Colin Farrell em “Os Banshees de Inisherin”. Nesta semana, o ator foi indicado ao Globo de Ouro e ao Critics Choice por seu desempenho. Seu personagem é um professor que ganhou o apelido de baleia ao atingir o peso de 272 quilos. Sofrendo com compulsão alimentar, ele enfrenta todo o tipo de dificuldades e rejeições, inclusive da filha adolescente, interpretada por Sadie Sink (“Stranger Things”). Já em cartaz nos EUA, o filme só terá lançamento em 9 de fevereiro no Brasil – e até agora não possui nenhum vídeo nacional.

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  • Filme

    Terrifier 2: Terror que causou desmaios e vômitos ganha trailer dublado em português

    14 de dezembro de 2022 /

    A Imagem Filmes divulgou um trailer dublado em português do terror “Terrifier 2”, que causou desmaios e vômitos nos EUA. A Imagem Filmes, que adquiriu seus direitos de exibição, vai lançar o filme em 29 de dezembro. Além disso, divulgou seu trailer nacional, que pode ser visto abaixo. Continuação de “Terrifier” (2016), o filme traz de volta o personagem Art the Clown (interpretado por David Howard Thornton), um palhaço assassino que é ressuscitado dos mortos para assombrar os jovens do condado de Miles durante a noite de Halloween. A reação do público se deve ao conteúdo violento do filme, que inclui cenas de mutilações, esfaqueamentos, escalpelamento e tortura. Diante disso, foi relatado que diversas pessoas saíram dos cinemas durante a exibição do filme nos EUA, não aguentando assistir ao filme todo. Um usuário chegou a relatar que seu amigo passou mal durante a exibição e foi preciso chamar uma ambulância. Ele postou uma foto do amigo sendo atendido pelos socorristas. “Meu amigo desmaiou e o cinema chamou uma ambulância”, contou ele na legenda da foto, acrescentando que o filme é “altamente recomendado” por conta disso. Diante da situação, os cinemas passaram a distribuir um saco de vômito para quem quisesse assistir ao filme. O saco traz a imagem de Art e os dizeres: “Aviso: este saco de vômito foi providenciado devido à extrema de violência e excesso de gore desse filme. Não o reutilize.” Ao ver essas imagens circulando na internet, muitas pessoas desconfiaram que se tratava de um golpe de publicidade. Foi preciso o próprio diretor fazer uma postagem desmentindo os boatos. “Para todos que dizem que os relatos de pessoas desmaiando e vomitando durante as exibições de ‘Terrifier 2’ são uma jogada de marketing, eu juro pelo sucesso do filme que não são”, ele escreveu no seu Twitter. “Esses relatos são 100% legítimos. Eu gostaria que fôssemos inteligentes o suficiente para ter pensado nisso! Mas, na verdade, não precisamos.” Confira uma mostra do que espera o público brasileiro logo depois do Natal, em 29 de dezembro.

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  • Série

    “Young Royals” vai acabar na 3ª temporada

    14 de dezembro de 2022 /

    A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação de “Young Royals” para sua 3ª e última temporada. Junto do anúncio, liberou as primeiras imagens do final feliz, com direito a uma foto do casal central do drama LGBTQIAP+ adolescente saindo para a rua de mãos dadas. O romance sueco conta a história do jovem príncipe Wilhelm (Edvin Ryding), que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon (Omar Rudberg), um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. Mas mesmo após Willhem se tornar o próximo na linha de sucessão ao trono, a pressão pelo rompimento é confrontada pelas imagens antecipadas do desfecho, especialmente aquela em que o casal parece assumir tudo, pronto para sair juntos, de mãos dadas, para a luz. Assim como as duas temporadas anteriores, a série chegará ao final após mais seis episódios dos roteiristas-produtores Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Young Royals está renovada para a 3ª e última temporada. 👑👑👑 pic.twitter.com/7PWfqKlBQe — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 14, 2022

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada mostra jornada dos heróis de “Vikings: Valhalla”

    14 de dezembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Vikings: Valhalla”, em que os vikings foragidos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Freydis Eiríksdottir (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”) embarcam numa jornada para reconstruir seu legado A 2ª temporada encontra esses heróis logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encarando a vida de fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. A série é uma espécie de continuação de “Vikings”, desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos. Com um papel menos ativo em “Valhalla” – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , Hirst deixou o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart, que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). Os novos episódios chegarão ao streaming em 12 de janeiro, com direito a novos personagens. As principais novidades são Harekr, líder de uma comunidade viking pagã, interpretado por Bradley James (o Rei Arthur de “Merlin”), Mariam, uma astrônoma árabe vivida por Hayat Kamille (“Assassinato no Expresso do Oriente”), o Rei Yaroslav, o Sábio, governante de um província no norte da Rússia, encarnado por Marcin Dorociński (“O Gambito da Rainha”), e Elena, uma nobre russa interpretada por Sofya Lebedeva (“McMafia”).

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  • Série

    1923: Trailer do spin-off de “Yellowstone” destaca Helen Mirren e Harrison Ford

    14 de dezembro de 2022 /

    A Paramount+ divulgou o trailer legendado da série “1923”, segundo spin-off de “Yellowstone”, que é estrelado por ninguém menos que Helen Mirren (“A Rainha”) e Harrison Ford (o “Indiana Jones”). Os dois aparecem em destaque na prévia, como donos da fazenda Yellowstone, bem como Timothy Dalton (“Patrulha do Destino”), que vive o antagonista, interessado em tomar a propriedade da família Dutton. Depois de “1883”, passada no Velho Oeste, a nova atração vai acompanhar uma nova geração de Duttons no período entre a 1ª Guerra Mundial e a Grande Depressão, marcado pela pandemia, seca histórica, crise econômica, Lei Seca e a ascensão dos gângsteres, que substituíram os cowboys foras-da-lei no noticiário criminal. Concebida como uma produção limitada, a série está programada para durar duas temporadas, compostas por oito episódios cada. O elenco também inclui Brandon Sklenar (“Westworld”), Darren Mann (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Michelle Randolph (“A Noite da Bruxa”), James Badge Dale (“O Mensageiro do Último Dia”), Marley Shelton (“Pânico 4”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Aminah Nieves (“V/H/S/99”), Julia Schlaepfer (“The Politician”) e Jerome Flynn (“Game of Thrones”). As três séries do universo “Yellowstone” são criações de Taylor Sheridan, indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original por “A Qualquer Custo” (2016). “1923” estreia no próximo domingo (18/12) nos EUA, mas ainda não tem data de lançamento definido no Brasil.

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  • TV

    Reportagem-bomba demole acusações de Dani Calabresa e outras contra Marcius Melhem

    14 de dezembro de 2022 /

    O site da revista Veja publicou uma reportagem bombástica nesta quarta (14/12) desmontando a acusação de assédio sexual que Dani Calabresa e outras funcionárias da Globo moveram contra o ex-diretor de humor da emissora, Marcius Melhem, na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro do Rio de Janeiro. A publicação ocorreu dez dias após o jornalista Ricardo Feltrin afirmar em sua página no YouTube que, após ter acesso às provas contidas nos autos do processo, teve vontade de vomitar, afirmando que Melhem era inocente de tudo. A Veja cita pela primeira vez os nomes de várias acusadoras – oito mulheres processam Melhem. Seria uma atitude de gravidade ética, caso não fosse a única forma de demonstrar falta de ética das acusadoras, como aponta a reportagem. Além disso, traz à tona uma testemunha importante, que contraria a principal acusação de Calabresa, divulgada de forma sensacionalista pela revista Piauí, de que a comediante foi violentamente atacada e quase estuprada por Melhem numa festa do elenco de humor da Globo. A publicação pela Piauí de detalhes explícitos gerou repúdio generalizado contra Melhem. Mas omitiu completamente a participação de Maíra Perazzo, revelada pela Veja. Amiga da atriz, Maíra a acompanhava na balada. Segundo descreve Melhem nas páginas do processo acessadas pela revista semanal, em determinado momento da noite, ele e Dani estavam trocando beijos numa área mais reservada quando a atriz puxou Maíra para junto dos dois, formando um trio. A situação demonstraria que tudo aquilo era consentido e estimulado pela comediante. Maíra foi chamada pela Justiça para testemunhar sobre o que aconteceu de verdade e, ao depor, teria confirmado que trocou beijos com Melhem na festa e não lembra de ter visto nada de impróprio entre ele e Dani na ocasião. Contou ainda que ficou com a amiga até o final da balada, contrariando o relato da atriz, de que teria sofrido uma crise nervosa após o suposto ataque de Melhem. Ao contrário dessa versão, Maíra disse que ela continuou animada, chegando depois a trocar beijos com um câmera da Globo. Questionada na Justiça sobre a participação de Maíra na festa, Dani alega que puxou a amiga para perto a fim de tentar se livrar do assédio de Melhem – por esta versão, ela teria atirado a amiga nos braços de um homem que descreveu como predador sexual. A amiga de Dani, por outro lado, afirmou que ficou com Melhem naquela noite. Em seu depoimento, Maíra também revelou que, no dia seguinte, teve um papo animado com Dani sobre a festa, sobre com quem elas ficaram, e em nenhum momento a atriz mencionou assédio. No mesmo dia, Dani brincou com Melhem pelo Whatsapp, dizendo que mandaria a amiga embrulhada para ele de presente. Um mês depois, Maíra e Melhem voltaram a ficar juntos. Segundo a apuração da revista, o primeiro burburinho a respeito da conduta de Melhem teria partido de Barbara Duvivier em meados de 2018. Listada como uma das testemunhas de acusação, Barbara manteve com Melhem um relacionamento amoroso de quase sete anos. Em seu depoimento na delegacia, ela disse que ele não a deixava terminar a relação usando seu poder hierárquico dentro da emissora, oferecendo “proposta de trabalho, de aumento de salário e de promoção de cargo”. Barbara é enteada de Maria Clara Gueiros, uma das mulheres que teria iniciado o movimento interno na Globo para investigar Melhem. Segundo Dani Calabresa contou à Ouvidoria do Ministério Público, Maria Clara Gueiros passou o ano de 2019 tentando convencê-la a denunciar o ex-diretor global. A história entre Melhem e Barbara é complexa. Como ambos eram casados com outras pessoas, seu romance foi clandestino. No final de 2017, houve um sobressalto: ela engravida e fica em dúvida sobre a paternidade do filho – dúvida posteriormente descartada. Ainda segundo a Veja, isso bastou para familiares desconfiarem do comportamento dela, incluindo seu marido e a madrasta, Maria Clara Gueiros. Nos autos, Melhem alega que Barbara espalhou a versão de chefe assediador para evitar o constrangimento de assumir o namoro clandestino. Ele juntou ao processo uma mensagem de julho de 2018, em que ela lhe pede desculpas: “Vivi um turbilhão nessa gravidez e com certeza agi errado com você. E queria te pedir desculpa por isso”. Melhem não respondeu à mensagem e ela insistiu depois em lhe desejar felicidades e “dizer que te quero todo o bem do mundo”. Meses mais tarde, em troca de mensagens com Dani Ocampo, assistente de Melhem, Barbara assumiu que havia mentido: “Mas nada planejado maquiavelicamente, foi um redemoinho que eu fui entrando, e quando vi não conseguia sair”. Outra acusadora foi a atriz Veronica Debom, que, de acordo com a Veja, atuou fortemente nos bastidores para convencer outras mulheres a denunciarem Melhem. Em seu depoimento, ela assumiu ter mantido um relacionamento de mais de um ano com o ex-diretor global, que ela classificou como “abusivo” à Justiça. Ao se referir a uma noite de sexo entre os dois, afirmou ter se sentido “enojada”. Melhem contrapôs esse depoimento com uma coleção de mensagens apaixonadas da atriz, com declarações de amor e até desejo de casamento, entre compartilhamento de nudes e conversas picantes. Também mostrou que Veronica criou um grupo no Whatsapp para falar de sexo casual, onde declarou que “não tem nenhum desejo meu que não seja legítimo!”. Ele também anexou no processo conversas pelo aplicativo em que demonstrava disposição para encerrar o affair, enquanto Veronica tentava evitar o fim, de forma insistente. Só depois de um tempo ela se mostra conformada com o desfecho da história. Numa mensagem de setembro de 2019, ela diz: “Eu tomei um pé na bunda. Tô apaixonada por você e tomei um pé na bunda, amor. Risos. Não que eu não ache você não tem razão, acho que você tá coberto de razão”. Assim que as primeiras denúncias de assédio contra Melhem surgiram, Veronica ainda se colocou do lado dele, prestando solidariedade e dizendo que ele seria vítima de terrorismo. “Você é inocente, amor”, escreveu. A defesa de Melhem alega que ele foi vítima de um complô. Cita o caso de uma suposta denunciante que disse à Justiça Cível que não sabe por que acabou constando como vítima no inquérito sobre assédio sexual, já que nunca sofreu abuso nenhum. Os advogados do ex-diretor da Globo também citam o fato de que todas as denunciantes são representadas pela mesma advogada, Mayra Cotta, que disse que “as vítimas não faziam parte de um círculo íntimo de amizades e que só souberam quem eram as demais vítimas em agosto de 2021”. Essa afirmação é desmentida nos processos por uma série de provas, que mostram que a maior parte das supostas vítimas se conhecia, sim. Antes das denúncias, várias haviam trabalhado juntas. E Dani Calabresa revelou que, no final de 2020, havia até um grupo de WhatsApp de pessoas que teriam sido assediadas por Melhem. Uma das serventias desse grupo seria trocar informações, na época em que as supostas vítimas conversavam com a advogada Mayra Cotta em busca de orientação de como proceder em relação ao episódio. Os perfis de Instagram das supostas vítimas também reforçam o elo de amizade entre elas. Uma viagem ocorrida em fevereiro de 2021 ao sítio de uma delas, na região serrana do Rio de Janeiro, rendeu muitas fotos compartilhadas por Georgiana Coutinho de Goes, Carol Portes, Veronica Debom e Debora Lamm. Embora proximidade e amizade não invalidem as denúncias, desmentem a tese da advogada de que elas não eram amigas nem sabiam que todas eram vítimas de Melhem antes de iniciarem o processo. As denúncias contra Melhem alegam que o assédio dele era insistente. Não raro, segundo as supostas vítimas, ele misturava assuntos profissionais com piadas e insinuações de cunho sexual. O conjunto de provas que constam nos autos, entretanto, mostra que muitas das acusadoras tomavam iniciativa de fazer essa mistura, incluindo conversas picantes e nudes na comunicação cotidiana. Entre as que mais faziam isto estavam Dani Calabresa e Veronica Debom. No depoimento à Justiça, Dani buscou justificar a cumplicidade erótica com Melhem da seguinte forma: “Deixa ele me cantar. Deixa me chamar de gostosa. Para mim era uma vantagem. Prefiro continuar brincando com meu chefe tarado do que comprar briga com ele”. A respeito do episódio dos nudes, a atriz conta que, num festa na casa de Mauro Farias, mostrou fotos de seu celular no meio de uma roda de amigos, até que Melhem se aproximou e tomou o celular da mão dela para ver o conteúdo. Ainda segundo a versão de Dani, não satisfeito, na mesma noite, ele a perseguiu até a porta do banheiro tentando forçar um beijo. Mas Melhem apresenta uma versão totalmente diferente para o episódio. Segundo ele, em um determinado momento da festa, as pessoas conversavam sobre nudes e Calabresa o chamou para um canto do local e exibiu o conteúdo do celular: “Ela me mostrou nudes dela, me mostrou tudo: me mostrou fotos dela totalmente pelada, ela com amigas, ela sozinha, fotos, vídeos, poses, tudo”. Para completar, há o caso da atriz Debora Lamm, que não sabe porque está no processo. Na transcrição de seu depoimento, o juiz lhe pergunta se é vítima de assédio sexual. E ela responde: “Eu acho… não, não, eu sou testemunha”. O juiz insiste mais uma vez: “Tá, a senhora só é testemunha, a senhora não é vítima?”. Lamm confirma: “É”. Mas a advogada ajuda a esclarecer a situação, lembrando que Lamm é uma das mulheres que constam no processo criminal. Em sua reportagem, a Veja afirma a atriz reclama, na verdade, de ter perdido espaço profissional na Globo, culminando com a saída dela do programa “Zorra”, em 2018. Ao mesmo tempo, Lamm reconhece que nunca foi maltratada profissionalmente por Melhem e que, no mesmo ano, voltou a trabalhar com ele na peça “O Abacaxi”. Nem Dani Calabresa conseguiu sustentar a acusação de que Melhem perseguia mulheres que assediava, graças a uma farta coleção de mensagens elogiosas sobre a chefia do ex-diretor da Globo durante o período em que trabalharam juntos. Essa versão tupiniquim do movimento #MeToo teria levado a Globo a colocar um ponto final, ainda que de forma amigável, ao contrato de Melhem com a emissora, em agosto de 2020. Mas após a contestação inabalável do ex-diretor, Dani teve seu contrato fixo com a emissora encerrado em julho passado e Mayra Cotta, advogada dela e das outras supostas vítimas, foi condenada por comportamento antiético pela OAB, numa pena de censura convertida para advertência. Antes sequer de existir um caso criminal, Melhem foi atacado em entrevistas da advogada, que só deu início ao processo após ele ir à Justiça. O caso chama especial atenção por conta desse detalhe. Não foram as supostas vítimas, mas o acusado que decidiu tirar tudo à limpo, ao fazer, em dezembro de 2020, uma interpelação extrajudicial para que Dani Calabresa confirmasse ou desmentisse o teor da reportagem da revista Piauí, que não cita fontes nem usa declarações entre aspas – um “ouvi falar” cheio de detalhes minuciosos e já comprovadamente imprecisos. Ela se calou. Em seguida, Melhem anunciou ter entrado com uma ação contra a advogada Mayra Cotta para que ela provasse as denúncias que estava fazendo pela imprensa. Em janeiro de 2021, ele processou Calabresa, a Piauí e vários colegas que o atacaram nas redes sociais por conta dos boatos amplificados pela reportagem da revista. Só depois disso a atriz e outras sete mulheres formalizaram a primeira acusação contra Melhem, feita imediatamente na sequência desses fatos. Calabresa também processou Melhem em março de 2021 por compartilhar suas mensagens privadas em entrevistas, para comprovar sua inocência. Ela perdeu. Em agosto deste ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo encaminhou o arquivamento da ação. Melhem ainda foi investigado internamente pela Globo, com o arquivamento definitivo das denúncias em janeiro deste ano. A conclusão indicou falta de capacidade de confirmar qualquer das denúncias de assédio.

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  • Série

    HBO Max renova “A Vida Sexual das Universitárias” para 3ª temporada

    14 de dezembro de 2022 /

    A HBO Max anunciou a renovação da série de comédia “A Vida Sexual das Universitárias” (The Sex Lives of College Girls) para sua 3ª temporada. Criada por Mindy Kaling (“Projeto Mindy” e “Eu Nunca…”) em parceria com o roteirista Justin Noble (“Brooklyn Nine-Nine”), a série gira em torno de quatro colegas de quarto, que se conhecem no primeiro dia de faculdade e passam a conviver diariamente, enquanto formam elos de amizade e compartilham situações constrangedoras. “Mindy Kaling e Justin Noble continuam a capturar brilhantemente a experiência da faculdade da maneira mais divertida e identificável”, disse Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia original e animação adulta da HBO Max. “Esta série é o equilíbrio perfeito entre comédia, sexo, curiosidade e caos, e mal podemos esperar para ver o que a próxima temporada trará”, completou, em comunicado. O elenco central destaca as atrizes Pauline Chalamet (a irmã de Timothée Chalamet), Amrit Kaur, Renée Rapp e Alyah Chanelle Scott. Sem experiências prévias, elas se tornaram rapidamente conhecidas com a atração, que atingiu 93% de aprovação da crítica, na média de suas duas primeiras temporadas, no site Rotten Tomatoes. Ainda em exibição, a série encerra sua 2ª temporada nesta quinta-feira (15/12) com o lançamento simultâneo dos dois últimos episódios. Veja abaixo o trailer da atração.

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  • Série

    Amazon oficializa série baseada no game “God of War”

    14 de dezembro de 2022 /

    A Amazon oficializou a produção de uma série baseada no game “God of War”, uma das maiores franquias do PlayStation. A adaptação será assinada por Mark Fergus e Hawk Ostby, criadores de “The Expanse”, e Rafe Judkins, de “A Roda do Tempo”, para a PlayStation Productions e a Sony Pictures Television. Lançada originalmente em 2005, “God of War” já conta com sete jogos e vai lançar o oitavo (“God of War: Ragnarok”) ainda este ano. Os jogos acompanham um guerreiro espartano chamado Kratos, que busca se vingar de Ares, o Deus da Guerra, após a influência da divindade levar à morte de sua família. A série vai adaptar a segunda era dos jogos do Santa Monica Studio, iniciada com o reboot de 2018, vencedor do prêmio de Jogo do Ano no Game Awards, e que combina o passado grego do personagem com mitologia nórdica. Na trama, Kratus decide largar suas armas para se distanciar de seu passado encharcado de sangue na Grécia antiga. Mas quando sua amada segunda esposa morre, ele embarca em uma perigosa jornada com seu filho distante para espalhar suas cinzas do pico mais alto – o último desejo de sua esposa – e acaba novamente numa aventura épica, que testará os laços entre pai e filho e o forçará a lutar contra novos deuses e monstros pelo destino do mundo. Em estágio inicial, o projeto ainda não tem previsão de lançamento. “’God of War’ é uma franquia atraente e baseada em personagens que acreditamos que cativarão nossos clientes globais tanto com seus mundos expansivos e imersivos quanto com sua rica narrativa”, disse Vernon Sanders, chefe de televisão global da Amazon Studios. “’God of War’ é um dos videogames mais premiados do PlayStation, por isso estamos empolgados em fazer parceria com a Sony Pictures Television e a Amazon Studios para levar nossa amada franquia aos fãs e novos públicos de maneira ousada e autêntica”, disse Asad Qizilbash, diretor da PlayStation Productions. Este é o mais recente título do PlayStation a ganhar uma adaptação como série live-action, juntando-se a “Twisted Metal”, em desenvolvimento para a plataforma Peacock, e “The Last of Us”, que estreia em 15 de janeiro na HBO. Veja abaixo o trailer da versão mais recente do game, que demonstra como a franquia também referencia a mitologia nórdica.

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  • Filme

    “O Troll da Montanha” vira filme não falado em inglês mais visto da Netflix

    14 de dezembro de 2022 /

    Apenas duas semanas depois de estrear, o longa norueguês de monstro “O Troll da Montanha” se tornou o filme não falado em inglês mais popular da Netflix. Com um total de 128 milhões de horas visualizadas, a produção superou o filme alemão de vampiros “Céu Vermelho-Sangue”, que rendeu 110,5 milhões de horas assistidas no ano passado, para se tornar o mais visto de língua não inglesa da História da Netflix. A produção norueguesa acompanha uma equipe de especialistas formada para investigar estranhos acontecimentos na montanha de Dovre. Eles logo descobrem que um monstro gigante despertou após mil anos, destruindo tudo pelo caminho – um caminho que leva à capital da Noruega. A fantasia dirigida por Roar Uthaug (“Tomb Raider: A Origem”) também conquistou o primeiro lugar no Top 10 da Netflix em língua não inglesa nesta semana, entrando no Top 10 em 93 países, incluindo Noruega, França, Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul, México e Brasil. Além da popularidade entre o público, “O Troll da Montanha” ainda conquistou a crítica, atingindo 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. Lançado em 1 de dezembro, o filme tem mais duas semanas para aumentar seu recorde, uma vez que a Netflix deixa de contabilizar seu ranking após 28 dias da estreia das produções. Veja o trailer do recordista abaixo.

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  • Filme

    Ursinho Pooh vai ganhar filme e série sobre sua infância

    14 de dezembro de 2022 /

    O personagem Ursinho Pooh, criado pelo escritor A.A. Milne em 1926, vai ganhar um filme, que será seguido por uma série de TV centrada em sua infância. O projeto será dirigido por Mike de Seve (roteirista de “Deep: Aventura no Fundo do Mar”), que também vai escrever o roteiro ao lado de John Reynolds (“The Mr. Peabody & Sherman Show”). “Estamos contando a surpreendente história de origem do jovem urso bobo e seus amigos, quando ainda eram crianças, de uma forma projetada para se conectar com as crianças do século 21”, disse Reynolds, em comunicado. A ideia dos realizadores é tenta repetir o sucesso de produções recentes, como “As Aventuras de Paddington” (2014) e “Pedro Coelho” (2018). “Acho que esse jovem filhote é totalmente identificável para as crianças de hoje, com seu desejo obstinado por mel e seus esquemas ridículos para obtê-lo”, disse o cineasta. “Toda a turma é hilária e ainda mais hilária quando eram crianças, como estamos descobrindo.” “O urso de A.A. Milne envelheceu graciosamente nos últimos cem anos. Mas o que aconteceu no passado para tornar a ele e seus amigos quem eles são no livro? Uma grande aventura, foi isso que aconteceu – e uma que precisa de uma tela grande”, disse a produtora Charlene Kelly (“Next Gen”). “O público será transportado para um lugar onde eles nunca esperaram estar.” O personagem do Ursinho Pooh foi apresentado para o público há quase um século e explodiu em popularidade com adaptações animadas da Disney. Neste ano, a criação de A.A. Milne entrou em domínio público, o que possibilita a outros estúdios criarem novas histórias que não precisam seguir o cânone. O filme e a nova série animada estão sendo desenvolvidos pelo estúdio indie Baboon, do próprio de Seve. Uma das primeiras experimentações com o personagem após a liberação dos direitos foi um filme de terror intitulado “Winnie-the-Pooh: Blood & Honey”, que chegará aos cinemas americanos em 15 de fevereiro. Já o filme de origem e a série do Ursinho Pooh ainda não têm previsão de estreia.

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  • Filme

    Adam Driver enfrenta dinossauros em trailer de ficção científica

    14 de dezembro de 2022 /

    A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer e o pôster de “65”, ficção científica estrelada por Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”). A prévia mostra o personagem de Driver tentando sobreviver na Terra pré-histórica dominada por dinossauros. A trama acompanha um piloto espacial (Driver) que viajava pelas galáxias em busca de um novo mundo. Porém, após um acidente, ele vai parar na Terra de 65 milhões de anos atrás. Lá, ele e a única outra sobrevivente do acidente (Ariana Greenblatt, de “Awake”) precisam atravessar um terreno desconhecido repleto de criaturas pré-históricas para conseguir sobreviver. “65” foi produzido pelo cineasta Sam Raimi (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”) e tem roteiro e direção da dupla Scott Beck e Bryan Woods (roteiristas do primeiro “Um Lugar Silencioso”). O filme chega aos cinemas brasileiros em 9 de março, um dia antes da sua estreia nos EUA.

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