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  • Filme

    Gael Garcia Bernal pode virar o lobisomem da Marvel

    4 de novembro de 2021 /

    O astro mexicano Gael Garcia Bernal (“Tempo”) estaria negociando estrelar um especial de Halloween do Marvel Studios, atualmente em desenvolvimento para a Disney+. Segundo o site The Wrap, que deu a notícia em primeira mão – confirmada com menos detalhes pela Variety – , ele interpretaria um dos lobisomens dos quadrinhos da Marvel. A editora tem dois lobisomens importantes em suas publicações. O principal é Jack Russell, criado em 1972 por Roy Thomas, Gerry Conway e Mike Ploog, que originou a revista em quadrinhos “Werewolf by Night” (lançada com o título resumido de “Lobisomem” no Brasil, pela antiga editora Bloch). O segundo, batizado de Jake Gomez, surgiu no ano passado e é um jovem descendente de uma tribo nativa americana que sofre a maldição do lobo há várias gerações. Um detalhe curioso é que este personagem foi criado por Taboo, cantor da banda The Black Eyed Peas, em parceria com Benjamin Jackendoff e Scot Eaton. Taboo, por coincidência, também é o nome de um dos principais inimigos de Jack Russell nos quadrinhos originais. Outro personagem famoso que enfrentou Jack Russell foi o Cavaleiro da Lua, que vai ganhar sua própria série na Disney+ em 2022, estrelada por Oscar Isaac. A primeira aparição do herói foi numa edição de “Werewolf by Night” em 1975, antes de ganhar sua própria revista. Os detalhes do enredo para o especial, que ainda não tem título, estão sendo mantidos em segredo. Não está claro se a Marvel incorporará na história outros personagens de sua linha de terror, introduzida nos anos 1970 pelo editor Roy Thomas. A última produção live-action da Marvel Television, antes de ser fechada e absorvida pelo Marvel Studios, foi “Helstrom”, série baseada nessa linha de publicações. O Motoqueiro Fantasma também deveria ganhar sua própria série, mas o fim da divisão televisiva cancelou o projeto. O especial deve começar a ser produzido no início de 2022. Os representantes do Marvel Studios e da Disney não comentaram as apurações.

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  • Filme

    Vídeo apresenta bastidores da continuação de “Pânico”

    4 de novembro de 2021 /

    A Paramount divulgou um novo pôster e o vídeo legendado de bastidores de “Pânico” (Scream), quinto filme da franquia de terror que revolucionou o gênero slasher em 1996. A prévia traz declarações de integrantes da equipe e do elenco, incluindo os intérpretes novos e os protagonistas originais. Apesar de ser uma continuação dos anteriores, o longa não foi numerado, como “Pânico 2”, “Pânico 3” e “Pânico 4”, talvez por ser o primeiro que não traz a assinatura do diretor Wes Craven, falecido em 2015. Mas o criador da franquia, o roteirista Kevin Williamson, está a bordo como produtor, assim como os sobreviventes originais: Neve Campbell como a “final girl” Sidney Prescott, além de Courteney Cox e David Arquette, que retomam seus papéis como Gale e Dewey Riley. Eles voltam a se reencontrar quando um novo assassino mascarado começa a matar adolescentes em sua cidadezinha. E logo percebem que as vítimas tem relação com os personagens do primeiro filme. Para acompanhar o trio que apareceu em todos os longas, a produção conta ainda com Marley Shelton, que viveu uma policial em “Pânico 4”, e os novatos Melissa Barrera (“Vida”), Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), Jack Quaid (“The Boys”), Dylan Minnette (“13 Reasons Why”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”), Mikey Madison (“Better Things”), Mason Gooding (“Fora de Série”) e Jasmin Savoy Brown (“The Leftovers”). Os responsáveis por substituir o falecido Wes Craven na direção são a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que dirigiram o bom terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), lançado diretamente em VOD no Brasil. Eles integram um coletivo de criadores chamado Radio Silence, do qual também faz parte um dos roteiristas do filme, Guy Busick (que coescreveu “Casamento Sangrento”). A história também foi trabalhada pelo veterano roteirista James Vanderbilt (de “O Espetacular Homem-Aranha”). A estreia está marcada para 13 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Reboot de “Esqueceram de Mim” ganha novo trailer

    4 de novembro de 2021 /

    O 20th Century Studios divulgou um novo trailer de “Esqueceram de Mim no Lar, Doce Lar” (Home Sweet Home Alone), um reboot da franquia “Esqueceram de Mim” com novos personagens, concebido para o streaming. A história é exatamente a mesma: um garoto esquecido pela família durante as férias de Natal precisa defender seu lar de ladrões. Mas há pequenas mudanças, como o fato de os ladrões agora serem um casal sem experiência criminal. A nova versão destaca Archie Yates, uma das revelações de “Jojo Rabbit”, no papel principal. É apenas o segundo trabalho do menino, que interpretou o melhor amigo de Jojo na sátira de guerra. Ele vai enfrentar a dupla formada por Ellie Kemper (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e Rob Delaney (“Deadpool 2”). O resto do elenco destaca Timothy Simons (“Veep”), Ally Maki (“Manto e Adaga”), Devin Ratray (“The Tick”), Chris Parnell (“Goosebumps 2: Halloween Assombrado”), Aisling Bea (“Living with Myself”), Kenan Thompson (“Kenan”) e Pete Holmes (“Crashing”). Com roteiro da dupla Mikey Day e Streeter Seidell (do humorístico “Saturday Night Live”) e direção de Dan Mazer (“Tirando o Atraso”), o filme tem estreia marcada para a próxima semana, em 12 de novembro, na plataforma Disney+.

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  • Filme

    “Resident Evil” revive com trailer em clima de terror

    4 de novembro de 2021 /

    A Sony divulgou dois pôsteres e o segundo trailer legendado de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, filme que reinicia nos cinemas a franquia baseada nos games da Capcom. A prévia tem clima de terror e destaca vários monstros disformes, criados por mutações genéticas. Apresentado como um recomeço completo, o filme adapta os dois primeiros games de “Resident Evil” e acompanha os irmãos Claire e Chris Redfield investigando o que aconteceu com Raccoon City, cidade transformada pela Umbrella Corporation no marco zero de uma epidemia de zumbis ou de mutantes assemelhados. O elenco destaca Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Redfield, além de Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine, Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy e Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, todos protagonistas clássicos dos jogos criados há 25 anos. Já o papel do vilão principal coube a Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) como o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção mutante. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), e a estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Ataque dos Cães: Benedict Cumberbatch é cowboy maldoso em trailer tenso

    4 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou novos pôsteres e o trailer legendado de “Ataque dos Cães” (The Power of the Dog), western dirigido por Jane Campion, primeira mulher a vencer a Palma de Ouro do Festival de Cannes – por “O Piano”, em 1993 – e que acrescentou em sua estante o troféu de Melhor Direção no Festival de Veneza deste ano com esta nova obra. A prévia explora o poder intimidador do protagonista, um homem bruto encarnado pelo ator inglês Benedict Cumberbatch (“Dr. Estranho”) no primeiro papel de cowboy de sua carreira, e o desespero da personagem de Kirsten Dunst (“Melancolia”) diante do bullying que ele pratica contra seu filho, encarnado por Kodi Smit-McPhee (“X-Men: Fênix Negra”). A perseguição maldosa também deixa claro o subtexto gay do interesse do vilão em sua vítima. O elenco ainda destaca Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”), casado com Dunst na vida real. A trama adapta o romance homônimo de Thomas Savage sobre o relacionamento complicado entre dois irmãos, Phil (Cumberbatch) e George Burbank (Plemons). Quando George se casa secretamente com uma viúva (Dunst), seu irmão trava uma guerra implacável para destrui-la. “Ataque dos Cães” também venceu o Festival de San Sebastián e atingiu 92% de aprovação da crítica norte-americana e britânica no site Rotten Tomatoes. A estreia em streaming vai acontecer em 1 de dezembro.

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  • Filme

    Dwayne Johnson declara que não usará mais armas reais em seus filmes

    4 de novembro de 2021 /

    O astro Dwayne “The Rock” Johnson, ator mais bem-pago de Hollywood na atualidade, declarou que não vai mais participar de filmes que utilizem armas de fogo reais. A decisão foi tomada após a tragédia no set do western “Rust”, em que um tiro disparado por Alec Balwin num ensaio das filmagens matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins. Johnson disse que ficou com o “coração partido” ao saber da morte da profissional e passou a repensar o uso de armas de fogo durante os projetos de sua produtora Seven Bucks Productions. “Perdemos uma vida”, disse o ator de 49 anos à revista Variety, no tapete vermelho de seu novo filme, a comédia “Alerta Vermelho” da Netflix. “Aquela foi uma situação terrível que aconteceu. Conheço Alec (Baldwin) há muitos, muitos anos. Ele é meu camarada, e me solidarizo com as famílias de todos os envolvidos”, continuou. “Não posso falar por mais ninguém, mas posso dizer, sem dúvida alguma, que em qualquer filme que fizermos a partir de agora com a Seven Bucks Productions — qualquer filme, qualquer programa de televisão ou qualquer coisa que façamos ou produzamos — com certeza não usaremos armas reais”, destacou. Ele explicou que sua produtora usará pistolas de borracha e adicionará todos os efeitos de disparos na pós-produção. “Não nos preocuparemos com o quanto vai custar”, acrescentou. Com sua iniciativa, Johnson espera inspirar outros a fazerem mudanças mais profundas na indústria cinematográfica. “À medida que avançamos, acredito que existem novos protocolos e novas medidas de segurança que devemos adotar, especialmente depois do ocorrido”, disse. “É horrível que isso tenha precisado acontecer desta forma para que despertemos”. Hutchins morreu no mês passado no set de “Rust” em Santa Fé, Novo México, quando a arma cenográfica usada por Baldwin foi disparada. A bala atingiu a diretora de fotografia em cheio e o diretor Joel Souza no ombro. Ele foi hospitalizado e recebeu alta. Baldwin recebeu um revólver identificado como “arma fria”, uma expressão da indústria para se referir a um objeto considerado seguro para o uso. Entretanto, ele continha uma bala de verdade. O departamento do xerife de Santa Fé, encarregado das investigações, ainda não indiciou ninguém, mas também não descartou nenhum suspeito envolvido com o revólver responsável pela morte da cinematógrafa, incluindo o assistente de direção que declarou a arma “fria” e a armeira responsável pela segurança do armamento utilizado na produção. Ambos tiveram problemas em trabalhos anteriores.

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  • Filme,  Música

    U2 revela música inédita da trilha de “Sing 2”. Confira

    4 de novembro de 2021 /

    A banda U2 lançou sua primeira música inédita em dois anos. Disponibilizada na noite de quarta (3/11) nas plataformas digitais, “Your Song Saved My Life” é uma balada com acompanhamento orquestral e faz parte da trilha sonora do filme animado “Sing 2”, com estreia prevista para janeiro no Brasil. Além de cantar na trilha, o vocalista Bono Vox também faz parte do elenco de dubladores da animação, vivendo justamente um astro famoso do rock, que há anos não se apresenta ao vivo. O personagem é um leão falante chamado Clay Calloway, que no Brasil vai ter a voz de outro roqueiro dos anos 1980: Paulo Ricardo. “Sing 2” trará os bichos do concurso de calouros do primeiro filme, preparando um grande espetáculo. Para tirar o projeto do papel, eles convencem o patrocinador que o lendário Clay Calloway será a atração principal. Só que o ídolo do rock se encontra recluso desde a morte da esposa. Nos EUA, os dubladores originais ainda incluem Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, Taron Egerton, Tori Kelly e Nick Kroll, que já tinham cantado no filme de 2016. Além da música inédita, “Sing 2” terá três covers do U2: “Where the Streets Have No Name”, cantada por Tori Kelly, Taron Egerton, Scarlett Johansson, Reese Witherspoon e Nick Kroll, “Stuck in a Moment You Can’t Get Out Of”, interpretada por Johansson, e “I Still Haven’t Found What I’m Looking For”, gravada como dueto entre Johansson e Bono. Para completar, a trilha ainda trará músicas de Elton John, Billie Eilish, Halsey e Pharrell Williams. Por sinal, os dois últimos também participam da produção como dubladores. Vale lembrar que o último álbum de músicas inéditas do U2 já tem quatro anos. “Songs of Experience” foi lançado em 2017. Desde então, a banda produziu apenas “Ahimsa” em 2019, que foi uma parceria com o compositor indiano A.R. Rahman, vencedor do Oscar pela trilha de “Quem Quer Ser um Milionário”.

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  • Filme

    “Eternos” e “Marighella” são as principais estreias de cinema

    4 de novembro de 2021 /

    O novo filme de super-heróis da Marvel e a cinebiografia de um terrorista/herói da resistência nacional são os maiores lançamentos desta quinta (4/11) nos cinemas. Mas a diferença de alcance entre os dois é gritante. “Eternos” tem a maior estreia do ano, entrando em cartaz em 1,7 mil telas. Já “Marighella” chega em 279 cinemas. Também há uma distância brutal entre a avaliação de ambos pela crítica, mas em sentido oposto. Apesar de dirigido pela vencedora do Oscar Chloé Zhao (por “Nomadland”) e estrelado por vários astros famosos, incluindo Angelina Jolie, “Eternos” teve a pior nota de uma produção do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) no Rotten Tomatoes, tornando-se também o primeiro filme do Marvel Studios considerado medíocre, com apenas 53% de avaliações positivas nos EUA. O consenso é que se trata da produção mais genérica da Marvel, plasticamente bonita, mas tão séria que se torna sem graça. “Marighella”, por sua vez, tem 88% de aprovação no mesmo Rotten Tomatoes. Em seu primeiro longa como diretor, Wagner Moura foi coberto de elogios pela crítica internacional, chegando a ser comparado aos grandes cineastas do cinema engajado internacional dos anos 1960 e 1970. A comparação é quase associativa, diante da recriação da guerrilha urbana do Brasil no período citado. Mas assim como todo cinema engajado, a trama comete idiossincrasias ao romantizar o personagem-título, encarnado por Seu Jorge como um herói do povo em luta pela liberdade. Na verdade, o enfrentamento de Carlos Marighella e seus contemporâneos torna-se “democrático” somente por viés anacrônico, em contraste com a repressão vigente na época, mas ninguém razoavelmente informado confundiria ação comunista com luta pela democracia. O fato é que filmes refletem mais seus tempos que os períodos que retratam. E o incômodo causado por “Marighella” entre bolsonaristas, com ou sem cargo político, ajuda a iluminar o quanto esse governo se identifica com a ditadura, a ponto de defender com dentes arreganhados os capítulos mais sinistros da História brasileira. A reação extremada só aumenta a importância de “Marighella”, não por suposta fidelidade histórica, mas por sua liberdade artística ser capaz de traduzir o Brasil atual, que, por meio de suas “autoridades”, ainda mata impunemente “bandidos” pretos como Carlos Marighella no meio da rua. O resto da programação chama atenção por uma característica inusitada, ao trazer três produções da Netflix previstas para chegar ao streaming na semana que vem. A maior aposta é a comédia de ação “Alerta Vermelho”, com exibição até em multiplexes, graças ao apelo comercial de seus astros, Dwayne Johnson, Ryan Reynolds e Gal Gadot. Mas o verdadeiro destaque deste lote é o premiado “7 Prisioneiros”, que atingiu 94% no Rotten Tomatoes e conquistou um troféu paralelo no Festival de Veneza, o Sorriso Diverso, dedicado à obra social mais relevante do evento. A trama explora a situação de trabalho análogo à escravidão perpetuada no Brasil por meio da história do jovem Mateus (Christian Malheiros), recém-saído do interior em busca de uma oportunidade de trabalho em São Paulo, que se revela uma cilada. Rodrigo Santoro também está no elenco como o gerente explorador. Com oito títulos ao todo, o circuito ainda recebe o vencedor internacional do Festival de Sundance do ano passado, “Yalda – Uma Noite de Perdão”, que ainda rendeu ao cineasta iraniano Massoud Bakhshi o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Sofia. A história totalmente surreal, mas absolutamente verdadeira, acompanha uma jovem condenada à morte por assassinar o marido, que ganha uma chance de comutar sua sentença, bastando para isso conseguir o perdão de sua enteada (bem mais velha que ela) num reality show televisivo! Veja abaixo os títulos e os trailers de todas as estreias.     Eternos | EUA | Ação     Marighella | Brasil | Drama     7 Prisioneiros | Brasil | Drama     Amor sem Medida | Brasil | Comédia     Alerta Vermelho | EUA | Comédia de Ação     Yalda – Uma Noite de Perdão | França, Alemanha, Suíça, Líbano | Drama     Lá Vamos Nós | Israel, Itália | Drama     Amigo Arrigo | Brasil | Documentário

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  • Filme

    Drama costa-riquenho vence Mostra de São Paulo

    3 de novembro de 2021 /

    A organização da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo anunciou na noite desta quarta-feira (3/10) os filmes vencedores de sua 45ª edição. A cerimônia de encerramento, realizada no Vale do Anhangabaú, consagrou o drama costa-riquenho “Clara Sola” como o Melhor Filme Estrangeiro. Dirigido por Nathalie Álvarez Mesén, o longa acompanha uma mulher de 40 anos que acredita ter uma conexão especial com Deus, mas quando conhece o namorado da sobrinha, vê seus desejos sexuais despertarem após anos de repressão. Além do troféu Bandeira Paulista de Melhor Filme, concedido pelo júri entre os pré-selecionados pelo voto do público, na seção Novos Diretores, “Clara Sola” também levou o prêmio de Melhor Atriz, conquistado pela estreante Wendy Chinchilla Araya. Já o Melhor Ator foi o russo Yuriy Borisov, de “Compartment Nº 6”. Para completar, o júri ainda concedeu menção honrosa a “Pequena Palestina, Diário de um Cerco”, documentário do diretor sírio Abdallah Al-Khatib sobre as dificuldades enfrentadas pelo maior campo de refugiados palestinos do mundo. O público, por sua vez, preferiu o filme de guerra franco-japonês “Onoda – 10 Mil Noites na Selva”, de Arthur Harari, como Melhor Filme internacional. O longa conta a história do soldado japonês que ficou anos escondido nas selvas das Filipinas acreditando que a 2ª Guerra Mundial ainda estava em andamento. A votação popular também elegeu “Summer of Soul (… ou, Quando a Revolução Não Pôde Ser Televisionada)” como Melhor Documentário. A produção resgata a memória do festival de música e cultura do Harlem de 1969, que ficou conhecido como “black Woodstock” ao reunir grandes astros do soul em Nova York, no mesmo verão e a apenas de 100 milhas de distância do evento roqueiro. Entre os filmes brasileiros, foram premiados “Urubus”, de Cláudio Borelli, drama ficcional sobre o universo dos grafiteiros paulistas, e “O Melhor Lugar do Mundo É Agora”, segundo documentário do ator transformado em diretor Caco Ciocler. O primeiro longa de Borelli também venceu o Prêmio da Crítica. Apesar da cerimônia de “encerramento”, a Mostra segue em sua tradicional repescagem até 7 de novembro, exibindo alguns destaques da sua programação inclusive na plataforma Mostra Play. Confira, abaixo, a lista completa de prêmios oficiais e paralelos do festival paulistano.​ Prêmio do Júri – Melhor Filme “Clara Sola”, de Nathalie Álvarez Mesén Prêmio do Júri – Melhor Atriz Wendy Chinchilla Araya, por “Clara Sola” Prêmio do Júri – Melhor Ator Yuriy Borisov, por “Compartment Nº 6” Menção Honrosa do Júri “Pequena Palestina, Diário de um Cerco”, de Abdallah Al-Khatib Prêmio do Público – Melhor Filme de Ficção Internacional “Onoda – 10 Mil Noites na Selva”, de Arthur Harari Prêmio do Público – Melhor Documentário Internacional “Summer of Soul (… ou, Quando a Revolução Não Pôde Ser Televisionada)”, de Ahmir “Questlove” Thompson Prêmio do Público – Melhor Filme de Ficção Brasileiro “Urubus”, de Cláudio Borelli Prêmio do Público – Melhor Documentário Brasileiro “O Melhor Lugar do Mundo É Agora”, de Caco Ciocler Prêmio da Crítica – Melhor Filme Internacional “O Compromisso de Hasan”, de Semih Kaplanoglu Prêmio da Crítica – Melhor Filme Brasileiro “Urubus”, de Cláudio Borelli Prêmio da Abraccine – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante “A Felicidade das Coisas”, de Thais Fujinagua Prêmio Projeto Paradiso (apoio ao desenvolvimento de novos filmes) “Entre Espelhos”, de João Braga Prêmio Brada – Melhor Direção de Arte Amparo Baeza, por “Clara Sola”

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  • Filme

    Gal Gadot será Rainha Má na nova “Branca de Neve” da Disney

    3 de novembro de 2021 /

    O próximo papel de Gal Gadot no cinema será a antítese da Mulher-Maravilha. Ele negocia viver a mais famosa vilã das fábulas encantadas, a Rainha Má, na adaptação live-action de “Branca de Neve e os Sete Anões” em desenvolvimento pela Disney. A novata em ascensão Rachel Zegler, que estreia nas telas em dezembro no remake de “Amor, Estranho Amor”, terá o papel principal, dando vida a uma versão latina da princesa que costumava ter a pele tão branca quanto a neve. A direção está a cargo de Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a produção contará com músicas originais de Benj Pasek e Justin Paul, a dupla vencedora do Oscar por “La La Land” (2016) – e que também foi indicada ao prêmio da Academia por “O Rei do Show” (2017). “Branca de Neve e os Sete Anões” foi o primeiro longa-metragem animado da Disney, em 1937, mas ironicamente será o último filme de princesas do estúdio a ganhar versão com atores reais, após todo seu catálogo de desenhos clássicos ter sido transformado em produções do gênero nos últimos anos. Na verdade, a Disney contempla essa adaptação há anos, mas acabou desistindo devido à concorrência de projetos similares, como “Branca de Neve e o Caçador” e “Espelho, Espelho Meu”, lançados em 2012, quando o estúdio pretendia realizar seu filme. As filmagens vão começar em 2022, com uma década de distância para as Brancas de Neve vividas por Kristen Stewart e Lily Collins, mostrando pela primeira vez nos EUA uma Branca de Neve de ascendência latina. O novo filme da Disney ainda não tem previsão de estreia, mas Gal Gadot poderá ser vista como vilã ainda neste mês, no lançamento de “Alerta Vermelho”, previsto para 12 de novembro na Netflix.

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  • Filme,  Música

    Animação “Sing 2” terá vozes de Sandy, Lexa, Fiuk, Fábio Jr e Paulo Ricardo no Brasil

    3 de novembro de 2021 /

    A Universal anunciou vários cantores brasileiros na dublagem de “Sing 2”, sequência da animação musical de 2016. A lista foi apresentada num vídeo e destaca as participações de Sandy, Lexa, Wanessa Camargo, Paulo Ricardo, Any Gabrielly e até a dupla de pai e filho Fábio Jr e Fiuk. Na sequência, os integrantes do concurso de calouros do primeiro filme preparam um grande espetáculo e, para tirar o projeto do papel, convencem o patrocinador que um cantor lendário será a atração principal. Só que o tal ídolo do rock se encontra recluso desde a morte da esposa. Nos EUA, os dubladores originais incluem Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, Taron Egerton, Tori Kelly e Nick Kroll, que cantaram no primeiro filme. Já a maior novidade internacional de “Sing 2” é ninguém menos que Bono Vox, do U2, como o cantor icônico da trama. O papel coube a Paulo Ricardo no Brasil. A produção também vai contar com as vozes dos cantores Pharrell Williams e Halsey, além de novos personagens dublados por Bobby Cannavale (“O Irlandês”), Letitia Wright (“Pantera Negra”), Eric Andre (“A Noite é Delas”) e Chelsea Peretti (“Brooklyn Nine-Nine”). Diretor e roteirista do primeiro longa, Garth Jennings volta a comandar a sequência para a Illumination, mesma produtora das animações de “Meu Malvado Favorito”, “Minions” e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. A estreia vai acontecer em 6 de janeiro no Brasil, duas semanas depois dos EUA.

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  • Filme

    Trailer revela continuação animada de “Luca” na Disney+

    3 de novembro de 2021 /

    A Disney+ divulgou o pôster e o trailer de “Oi, Alberto” (Ciao Alberto), curta que continua a história de “Luca”, mais recente animação da Pixar. A nova produção mostra o que aconteceu com Alberto (dublado por Jack Dylan Grazer) após se separar de Luca no fim da animação original. Transformado em orgulhoso morador de Portorosso, ele relata seu cotidiano como pescador, ao lado de Massimo, numa carta para o amigo anfíbio. Um dos filmes mais leves da Pixar, “Luca” introduziu a pitoresca Portorosso no litoral da Itália, além dos dois meninos que, ao se divertirem na praia, escondem um segredo: eles viram monstros marítimos quando entram em contato com a água. Para complicar, os pequenos “sereios” não podem revelar sua aparência meio peixe porque a região é repleta de pescadores. Felizmente, eles não precisavam se preocupar tanto, como mostra o novo desenho. “Oi, Alberto” vai estrear em 12 de novembro, só 4 meses depois da estreia de “Luca” nos cinemas!

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  • Filme

    Sofia Boutella vai estrelar sci-fi de Zack Snyder na Netflix

    2 de novembro de 2021 /

    A Netflix anunciou que a atriz Sofia Boutella (a múmia de “A Múmia”) vai estrelar “Rebel Moon”, próximo filme de Zack Snyder na plataforma. “Rebel Moon” vai contar a história de uma colônia intergaláctica ameaçada pelas forças de um governante tirano. Desesperados, os moradores da colônia despacham uma jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a formar uma frente ampla contra o déspota. Snyder também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que já trabalharam com o diretor em, respectivamente, “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” e “300”. Ainda não há previsão de estreia. Zack Snyder’s new Netflix sci-fi adventure film REBEL MOON has found its first cast member: Sofia Boutella (The Mummy, Atomic Blonde) pic.twitter.com/Q0iyM7jpe4 — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) November 2, 2021

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