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6 de novembro de 2026
  • Filme

    Novo filme de Pedro Almodóvar será lançado no Brasil pela Netflix

    2 de novembro de 2021 /

    A Netflix anunciou que será responsável por lançar “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar, no Brasil. O novo filme do cineasta espanhol, que rendeu o troféu de Melhor Atriz para Penélope Cruz no recente Festival de Veneza, “chega aqui no começo de 2022”, de acordo com uma postagem da plataforma nas redes sociais. A revista americana Variety confirmou que a plataforma comprou os direitos de distribuição do longa para toda a América Latina. “Madres Paralelas” será o primeiro longa do diretor distribuído em streaming no Brasil. Mas o negócio tem precedentes, já que o anúncio acontece poucos dias após o curta “A Voz Humana”, dirigido por Almodóvar, chegar em VOD no país. A trama de “Madres Paralelas” gira em torno da maternidade da personagem de Penélope Cruz, que volta a trabalhar com o diretor após o sucesso de “Dor e Glória”. O elenco também destaca Aitana Sánchez Gijón (“Velvet Colección”) e a novata Milena Smit (“No Matarás”), além de Israel Elejalde (“Veneno”) e outras duas colaboradoras de longa data de Almodóvar, Julieta Serrano e Rossy de Palma, que trabalharam juntas em “Mulheres à Beira de um Colapso Nervoso” (1988) – o primeiro longa do cineasta espanhol indicado ao Oscar. Confira abaixo o anúncio da plataforma. Eu gosto de começar o feriado com boas notícias. Madres Paralelas, o mais novo filme do diretor Pedro Almodóvar, chega aqui no começo de 2022. pic.twitter.com/g6mfTTrHbK — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 2, 2021

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  • Filme

    Casa Gucci: Lady Gaga diz que virou Patrizia Reggiani por 9 meses, até fora do set

    2 de novembro de 2021 /

    Lady Gaga revelou à revista Vogue britânica que foi fundo no “método” Stanislavski de interpretação, vivendo por nove meses como Patrizia Reggiani, sua personagem em “Casa Gucci”. Ela contou que assumiu o sotaque italiano e manteve o cabelo preto durante todo período das filmagens, porque, por incrível que pareça, confessou ter enfrentado dificuldades em retomar o sotaque quando estava loira. “Sendo totalmente honesta: vivi como ela por um ano e meio, e falei com o sotaque 24 horas por dia por nove meses desse tempo. Fora da câmera, nunca voltava a ser eu, me segurava a ela. Tanto que não conseguia recuperar o sotaque quando estava loira, então pintei meu cabelo”, explicou. Gaga ainda disse que a decisão mergulhar na mentalidade de Reggiani, uma mulher ambiciosa condenada por mandar matar o marido, trouxe consequências psicológicas. “Eu comecei a viver de uma forma em que todas as coisas para as quais eu olhasse, tudo o que eu tocasse, precisava ser convertido em dinheiro”, comentou ela. A artista ainda revelou que se isolou completamente para se concentrar, saindo do hotel apenas para ir ao estúdio filmar. Até o dia em que saiu para dar uma volta e achou que tudo ao seu redor fazia parte do set. “Eu tive algumas dificuldades no final das gravações. Ficava no meu hotel durante todo o meu tempo ‘livre’, falando e me comportando como ela. Me lembro de sair para dar uma caminhada no final das filmagens, e eu tinha passado dois meses trancada no hotel, então entrei em pânico. Achei que estava no set”, contou. O papel de Patrizia Reggiani representou o primeiro projeto da cantora no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz – além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. A personagem protagonizou o maior escândalo dos bastidores da grife Gucci, ao reagir ao pedido de divórcio de Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), com a encomenda do assassinato do marido a um matador profissional. O elenco grandioso de “Casa Gucci” também inclui Jeremy Irons (“Watchmen”), Al Pacino (“O Irlandês”), Salma Hayek (“Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”) e Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), que aparece careca e irreconhecível graças a uma pesada maquiagem. A estreia está marcada para 25 novembro nos cinemas brasileiros, um dia depois do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Matt Damon e Robert Downey Jr. farão novo filme de Christopher Nolan

    2 de novembro de 2021 /

    O próximo filme de Christopher Nolan (“Tenet”) ganhou o reforço de Matt Damon (“Jason Bourne”) e Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”). Eles se juntaram a Cillian Murphy e Emily Blunt (ambos de “Um Lugar Silencioso – Parte II”) no elenco de “Oppenheimer”. Além de dirigir, Nolan também assina a produção e o roteiro do longa, que vai adaptar o livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno da criação da bomba atômica nos EUA, com Murphy no papel do cientista J. Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto, e Blunt como sua esposa. Já os papéis de Damon e Downey Jr. não foram confirmados. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para julho de 2023, próximo da data que marca o aniversário da explosão da bomba sobre Hiroshima.

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  • Filme,  Música

    Show escandaloso de Janet Jackson vai virar documentário

    2 de novembro de 2021 /

    Após o sucesso de dois capítulos sobre Britney Spears (“Framing” e “Controlling Britney Spears”), a série documental “The New York Times Presents”, disponibilizada pela plataforma Hulu nos EUA, vai abordar outro escândalo envolvendo uma estrela pop. Desta vez, o foco será a apresentação de Janet Jackson no Super Bowl de 2004, quando ela teve parte da roupa arrancada por Justin Timberlake, exibindo um de seus seios ao vivo na TV. Intitulado “Malfunction: The Dressing Down of Janet Jackson”, o documentário contará os bastidores do show do intervalo do Super Bowl de 2004 e o impacto que a apresentação teve na carreira da cantora. Embora a carreira de Justin tenha se consolidado ao longo dos anos, a de Jackson nunca se recuperou. A produção pretende examinar os preconceitos raciais, sexuais e culturais que colidiram na ocasião, e pretende mostrar como o incidente impactou de forma diferente os dois envolvidos. O documentário tem direção e produção de Jodi Gomes, que já abordou a família Jackson em “The Jacksons: A Family Dynasty”. A estreia está marcada para 19 de novembro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil. Os dois episódios de Britney foram disponibilizados no país pela Globoplay.

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  • Filme

    Trailer de “Morbius” tem clima de terror, piada com Venom e aparição do Abutre

    2 de novembro de 2021 /

    A Sony divulgou um novo trailer de “Morbius”, em versões legendada e dublada, que tem mais clima de filme de terror que de super-herói. A prévia mostra a origem do personagem, a transformação do ator Jared Leto (o Coringa do “Esquadrão Suicida”) no papel-título e o relacionamento da trama com outras produções, com direito à aparição do Abutre, vivido por Michael Keaton, e uma piada bem sacada com Venom. Para reforçar o que está na tela, o estúdio também disponibilizou um vídeo legendado com comentários de Leto, onde ele diz, escolhendo bem as palavras, que o longa “abre uma teia de possibilidades” para o futuro do personagem. No filme, Michael Morbius é um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel que, ao tentar descobrir a cura para um doença terminal, transforma-se acidentalmente num vampiro. Embora tenha ficado superpoderoso como efeito colateral, ele precisa lutar contra o desejo de matar e se alimentar de sangue humano. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”), a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”) e o elenco inclui ainda Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”), Jared Harris (“Chernobyl”), Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”), Matt Smith (de “Doctor Who” e “The Crown”) e, como revela o trailer, Michael Keaton retomando seu papel de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). A estreia de “Morbius” sofreu vários adiamentos durante a pandemia, mas o filme finalmente chegará às telas em janeiro.

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  • Filme

    Artistas do Superman bissexual recebem proteção policial após ameaça homofóbicas

    2 de novembro de 2021 /

    Os artistas dos quadrinhos de “Superman: Son of Kal-El”, que apresentou um novo Superman bissexual, receberam proteção policial nos EUA após se tornarem alvo de ameaças por conta da publicação. Segundo o site TMZ, “leitores de quadrinhos irritados expressaram grande descontentamento com a sexualidade do personagem” e foi necessário acionar o Departamento de Polícia de Los Angeles, na Califórnia, para garantir a segurança dos envolvidos na publicação. Agentes passaram a fazer rondas nas proximidades das casas de alguns membros da equipe e na sede da editora DC Comics, em Burbank. Até o momento, as ameaças não geraram nenhum tipo de ação concreta, mas os policiais resolveram aumentar vigilância por precaução, mesmo com a situação “aparentemente mais calma”, um mês após o anúncio do conteúdo dos quadrinhos. Entretanto, a situação pode voltar a se tornar tensa quando os exemplares começarem a ser vendidos neste mês. Na história de Tom Taylor, desenhada por John Timms, Jonathan “Jon” Kent, o filho de Clark Kent e Lois Lane que assumiu o posto de herói, começa a se envolver romanticamente com um amigo. O relacionamento entre Jon e Jay Nakamura, um ativista hacker, é apenas uma das características que diferencia o herói atual do pai. A série de quadrinhos, lançada em julho nos EUA, acompanha a vida do jovem de 17 anos e, desde que foi publicada, mostrou Jon enfrentando ameaças do mundo contemporâneo, que muitos leitores de direita não entendem ser prioritárias. Ele combateu incêndios florestais causados pela mudança climática, frustrou um tiroteio em um colégio e protestou contra a deportação de refugiados em Metrópolis. Curiosamente, a própria equipe de “Superman: Son of Kal-El” teve que lidar internamente com a homofobia de um de seus integrantes. O colorista da publicação, Gabe Eltaeb, foi afastado pela DC Comics após fazer comentários preconceituosos em uma live com integrantes do movimento Comicsgate, que é contra a diversidade nos quadrinhos. No evento, Gabe afirmou: “Estou cansado deles arruinarem esses personagens. Eles não têm o direito de fazer isso”. Ele também reclamou da mudança do lema do Superman, que costumava ser “Verdade, Justiça e o Jeito Americano”, e com Jon Kent passa a ser “Verdade, Justiça e um Mundo Melhor”. “Meu avô quase morreu na 2ª Guerra Mundial, não temos o direito de destruir as m****s que as pessoas morreram para nos dar. É absurdo para c******”, acrescentou o colorista, que ainda afirmou que a DC estaria prejudicando o público por não dizer que a mentalidade conservadora é melhor que a de esquerda. Um dos argumentos dos membros do Comicsgate para defender um mundo mais branco, machista e homofóbico é que o destaque para minorias raciais, mulheres e personagens LGBTQIAP+ diminuiria as vendas dos quadrinhos. Só que a DC Comics anunciou que a edição de “Son of Kal-El” em que Jon Kent se revela bissexual bateu recorde de pré-venda, um mês antes de seu lançamento. Por conta disso, a editora decidiu reimprimir e relançar os quatro números anteriores da publicação, incluindo neles o selo DC Pride (“Orgulho DC”, em homenagem aos personagens LGBTQIAP+). Os nerds conservadores também apostaram que “Mulher-Maravilha”, “Capitã Marvel” e “Pantera Negra” fracassariam nas bilheterias de cinema, e ainda fizeram campanha para negativar as notas destes filmes em sites de cotação do público, como o IMDb e na votação popular do Rotten Tomatoes. O resultado mostrou que eles podem ser barulhentos, mas são uma minoria muito inexpressiva. A bissexualidade do novo Superman também rendeu polêmica no Brasil, onde um comentário de natureza homofóbica do jogador de vôlei Maurício Souza levou-o a ser dispensado do Minas Tênis Clube, após pressão dos patrocinadores. “É só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar”, ele escreveu em seu Instagram, acrescentando logo em seguida um julgamento moral, que qualificou a diversidade sexual como “errada”. “Hoje em dia o certo é errado e o errado é certo… Não se depender de mim. Se tem que escolher um lado eu fico do lado que eu acho certo! Fico com minhas crenças, valores e ideias!”.

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  • Filme

    Bradley Cooper vai produzir adaptação da sci-fi “Hyperion”

    2 de novembro de 2021 /

    O astro Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) fechou contrato com a Warner Bros. para produzir a adaptação de “Hyperion”, obra-prima sci-fi do escritor Dan Simmons, com o objetivo de lançar uma nova franquia cinematográfica. O contrato da Warner prevê uma mudança de status do projeto. Originalmente concebido como uma minissérie do canal pago SyFy, “Hyperion” agora deve virar quatro filmes, cada um deles dedicado a um volume da tetralogia, formada por “Hyperion” (1989), “The Fall of Hyperion” (1990), “Endymion” (1996) e “The Rise of Endymion” (1997). A obra vencedora do Hugo (o Oscar da ficção científica) se passa 700 anos após a destruição da Terra, em meio a uma guerra galáctica, e acompanha sete estranhos que partem em uma jornada para desvendar os mistérios das Tumbas do Tempo de Hipérion – cada um deles convencido de que só eles carregam a chave para salvar a humanidade. “Hyperion” será a segunda adaptação live-action de uma obra de Simmons, que também é autor do livro que virou a 1ª temporada da série “The Terror” no canal pago AMC. O roteiro da adaptação está a cargo de Tom Spezialy, criador de “Ash vs Evil Dead” e produtor de “Watchmen”, atração vencedora do Emmy da Melhor Minissérie. Ainda não há diretor envolvido no projeto, que também não definiu cronograma de produção. Antes de começar a filmagem, Cooper estará envolvido em detalhes burocráticos do projeto. Ele pretende lançar o filme por uma nova produtora, que está formando com seu ex-assistente de produção, Weston Middleton. Com isso, deve encerrar sua sociedade de seis anos com o diretor Todd Phillips, que rendeu os sucessos de bilheteria “Nasce uma Estrela” e “Coringa”.

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  • Filme

    Diretor de “Operação Overlord” vai filmar o cultuado mangá “Gantz”

    1 de novembro de 2021 /

    O cultuadíssimo mangá “Gantz” vai virar filme americano. Segundo o site Deadline, a Sony definiu o diretor Julius Avery, do terror nazista “Operação Overlord”, para comandar a adaptação. Criado por Hiroya Oku e publicado de 2000 a 2013, o mangá também gerou uma série anime famosa pela violência e três filmes japoneses, dois deles em live-action. A trama gira em torno de dois adolescentes que morrem em um acidente de metrô e acordam como parte de um jogo mortal, junto de outros recém-falecidos. Eles devem usar essa sobrevida para caçar e matar alienígenas perigosíssimos com armas e trajes futuristas. Quem sobreviver, participa automaticamente das próximas missões com novos recrutas. Mas ninguém lhes explica direito o que está acontecendo e quais são as regras. E há regras, inclusive a número 1 do Clube da Luta. Quem contar que participa de Gantz tem a cabeça explodida na hora. O mesmo vale para quem abandonar alguma missão. A adaptação está a cargo de Marc Guggenheim, um dos criadores das séries “Arrow”, “Legends of Tomorrow” e do Arrowverso na TV, com produção do estúdio Temple Hill. Ainda em desenvolvimento inicial, o projeto não tem data de início para começar a ser filmado. Julius Avery também foi recentemente contratado para escrever e dirigir um novo filme de Van Helsing para a Universal. Sua próxima estreia será um filme original de super-herói, “Samaritan”, estrelado por Sylvester Stallone, que chega aos cinemas em agosto de 2022. Veja abaixo os trailers dos filmes japoneses, a adaptação live-action em duas partes de “Gantz” e o impressionante anime “Gantz: 0”, que conta o capítulo mais violento da história.

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  • Filme

    Chris Pratt vai dublar Garfield no cinema

    1 de novembro de 2021 /

    Chris Pratt, o Senhor das Estrelas da Marvel, vai voltar a seus dias de gordinho, mas permanecerá um gato. Ele foi confirmado como dublador original de Garfield no primeiro longa animado do famoso personagem felino dos quadrinhos. Criado em 1978 por Jim Davis, o gato preguiçoso e fora de forma, que adora lasanha e odeio segundas-feiras, já teve dois filmes híbridos com atores reais, em que foi dublado por Bill Murray. Além disso, estrelou três séries animadas desde os anos 1980 e em breve terá mais uma produção inédita no canal pago Nickelodeon. O ator publicou a primeira imagem do filme em seu Instagram, acrescentando que “esta segunda-feira não foi ruim”. A ilustração revela que a animação não será tradicional como nas séries animadas clássicas do personagem, mas criada por computação gráfica. O novo longa terá distribuição da Sony, roteiro de David Reynolds (“Procurando Nemo”) e será dirigido por Mark Dindal (“O Galinho Chicken Little”), mas ainda não ganhou previsão de estreia. O desenho de Garfield será a terceira franquia animada dublada por Pratt. Ele também providencia a voz principal de “Uma Aventura Lego” e sua continuação, além de viver Super Mário no longa dos Mario Bros., atualmente em desenvolvimento na Universal. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt)

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  • Filme

    Trailer de “Belle” transforma “A Bela e a Fera” em anime futurista

    1 de novembro de 2021 /

    A Paris filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Belle”, novo anime do cineasta Mamoru Hosoda, responsável por “Mirai”, indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2019, além de clássicos como “Crianças Lobo” (2012), “Guerras de Verão” (2009) e “A Garota que Conquistou o Tempo” (2006). “Belle” é uma versão futurista da fábula de “A Bela e a Fera” em clima de sci-fi musical romântica. A trama gira em torno de uma cantora virtual chamada Belle, que tem sua turnê interrompida pela ameaça viral de uma criatura batizada pela mídia de a Fera. Nada, porém, é o que parece, já que o sucesso de Belle no “U”, universo de realidade virtual, esconde sua verdadeira identidade, uma adolescente “caipira” e pouco popular chamada Suzu, e a criatura misteriosa que surge em seu caminho pode ser alguém de seu passado. Exibida no Festival de Cannes, a animação tem estreia nacional em 13 de janeiro.

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  • Filme

    Halle Berry e Patrick Wilson tentam impedir o fim do mundo em trailer de “Moonfall”

    1 de novembro de 2021 /

    A Diamond Films divulgou um novo trailer legendado de “Moonfall”, sci-fi apocalíptica de Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”), em que astronautas tentam impedir a destruição da Terra pela Lua. Ainda sem muitas explicações sobre o desastre, a prévia liga a atual ameaça à primeira viagem à lua em 1969, antes de revelar tsunamis gigantes engolindo o planeta e uma missão espacial que entra no interior oco da lua para “salvar a humanidade”. O elenco destaca Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”), Wenwen Yu (“Between Us”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”). Além da direção, Emmerich também assina o roteiro ao lado de outros especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). “Moonfall” tem estreia marcada para 3 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Netflix revela origem do primeiro Natal em trailer de fantasia

    1 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Um Menino Chamado Natal”, um dos muitos títulos natalinos que a plataforma vai lançar no final do ano. A prévia traz Maggie Smith (“Downton Abbey”) contando para um grupo de crianças como o Natal começou quando um menino chamado Nicholas e seu rato falante embarcaram numa jornada impossível em busca de um pouco de mágica. Em sua viagem, eles encontram uma rena leal e uma elfinha simpática, além de vários tipos de criaturas místicas, entrando num mundo que só existe na imaginação e onde os humanos são proibidos de visitar. É lá que encontram a magia e descobrem o primeiro Natal. Além de Maggie Smith, o elenco inclui Kristen Wiig (“Mulher-Maravilha 1984”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Toby Jones (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Jim Broadbent (“Harry Potter”) e o menino estreante Henry Lawfull. Roteiro e direção são de Gil Kenan (“Poltergeist – O Fenômeno”) e a estreia está marcada para 24 de novembro, um mês inteiro antes do Natal. Veja abaixo o trailer em versão dublada em português e com as vozes originais.

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  • Filme

    Brian Cox critica Johnny Depp “superestimado” e Tarantino “superficial” em autobiografia

    1 de novembro de 2021 /

    Brian Cox incorporou a acidez de Logan Roy, seu personagem em “Succession”, para escrever sua autobiografia, cheia de críticas a seus colegas de Hollywood. Intitulado em inglês “Putting the Rabbit in the Hat”, o livro só sai em janeiro, mas os jornais USA Today e Big Issue anteciparam trechos da obra, em que Cox alfineta estrelas como Johnny Depp, Quentin Tarantino e Steven Seagal. O ator lembra que recusou um papel na franquia “Piratas do Caribe” porque a considerava “um show solo de Johnny Depp como Jack Sparrow” e ele não suportava o colega, a quem definiu como “muito exagerado e muito superestimado”. “Veja-se ‘Edward Mãos de Tesoura’. Vamos ser sinceros: se você chega no set com aquelas próteses nas mãos, e a maquiagem cheia de cicatrizes no rosto, não precisa fazer mais nada. E ele não fez. Subsequentemente, fez menos ainda”, escreveu Cox. “Mesmo assim, as pessoas o amam. Ou costumavam amá-lo”. Sobre Tarantino, disse que considera os filmes do diretor superficiais. “É tudo superfície. Ele usa mecânicas de plot como substitutas para profundidade. Fui embora de ‘Pulp Fiction’ no meio da minha sessão”, contou. Apesar disso, admitiu que participaria de um filme do diretor “se o telefone tocasse com uma proposta”. E explica o motivo: “‘Era Uma Vez em Hollywood’, o último filme dele, não foi tão ruim quanto eu esperava, mas também não foi bom o bastante para me converter totalmente”, disse. Para completar, mirou Steven Seagal, com quem trabalhou no filme “Glimmer Man: O Homem das Sombras” (1996). “Ele sofre daquela síndrome de Donald Trump, de achar que é mais capaz e talentoso do que realmente é, e parece não notar o exército de pessoas que é necessário para que essa ilusão seja mantida”, escreveu o ator escocês. Menos feroz, ele ainda cita o falecido David Bowie, com quem contracenou na série “Redcap” dos anos 1960: “Um garoto magro e um ator particularmente fraco. Ele foi uma estrela pop muito melhor, disso eu tenho certeza”. Alfinetou ainda o lendário ator Michael Caine: “Eu não descreveria Michael como meu favorito, mas ele é Michael Caine. Uma instituição. E ser uma instituição sempre será melhor do que ter talento”. E disse o seguinte de seu colega de “A Última Noite”, Edward Norton: “Um bom rapaz, mas um pouco chato porque se imagina como um escritor-diretor”. Em contrapartida, o trecho do livro revelado tem também elogios. Ele descreveu Spike Lee como “simplesmente um dos melhores diretores com quem já trabalhei”, e o falecido ator Alan Rickman como “um dos homens mais doces, gentis, legais e inteligentes que já conheci”. Justificando o tom ácido do livro ao jornal The Scotsman, Cox disse que não fazer média “foi catártico, e necessário”. “Cheguei em uma idade na qual queria olhar para as coisas sob a luz da experiência, e ser o mais honesto possível”, declarou.

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