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Filme

“Toy Story 5” bate recorde e tem maior estreia de 2026

Animação da Pixar arrecadou US$ 312 milhões no mundo e conquistou a maior abertura de toda a franquia

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Filme

Filme de Bolsonaro não comprova gastos após promessa de Flávio

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20 de junho de 2026
  • Etc,  Filme

    Governo americano impede ator de Roma de ir ao Oscar 2019

    24 de janeiro de 2019 /

    O governo dos Estados Unidos negou visto de entrada no país ao ator mexicano Jorge Antonio Guerrero, que interpreta o personagem Fermín no longa-metragem “Roma”. Assim, ele não poderá comparecer à cerimonia do Oscar, onde o filme disputa 10 prêmios. As autoridades de migração americanas negaram o visto a Guerrero apesar de o ator ter um convite da Netflix, produtora de “Roma”, para participar do evento da Academia. Segundo revelou o ator em entrevista para a revista mexicana Quién, os funcionários da embaixada dos EUA no México não quiseram nem ler a carta da Netflix e proibiram sua viagem. Esta não é a primeira vez que Guerrero tem problemas para viajar aos EUA. No início de 2018, o ator tentou e não conseguiu tirar um visto de turista. Ele passou pelo mesmo problema durante a época da première de “Roma” nos cinemas, quando foi impedido de frequentar os tapetes vermelhos americanos, e nem tentou ir ao Globo de Ouro. Além de ter o principal papel masculino de “Roma”, Jorge Antonio Guerrero também participou de “Narcos: México” e da série sobre o cantor mexicano Luis Miguel, que obteve grande sucesso internacional. O problema do ator mexicano é reprise das confusões dos dois anos passados. Desde que Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos, integrantes de equipes de filmes estrangeiros vêm tendo seus vistos recusados. Em 2017, a proibição de Donald Trump a viajantes de sete países de maioria muçulmana impediram que duas pessoas envolvidas no documentário britânico “Os Capacetes Brancos”, indicado para Melhor Curta Documentário, pudessem comparecer à cerimônia, simplesmente porque eram sírios, e esse país estava na lista de Trump. O filme venceu o Oscar. A proibição também resultou na ausência do diretor Asghar Farhadi, que desistiu de obter um visto especial após ser barrado por ser iraniano, quando seu filme “O Apartamento” venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A atriz do filme, Taraneh Alidoosti, desabafou no Twitter ao afirmar que “a proibição de visto de Trump para os iranianos é racista”. Atualmente, o projeto político de Trump está voltado a construir um muro na fronteira com o México para barrar imigrantes latinos. Com este objetivo, campanhas televisivas recentes do governo federal americano têm descrito esses imigrantes como assassinos, ladrões, traficantes e estupradores.

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  • Filme

    Fernanda Gentil descobre que filme não é gravação em sua estreia num set de cinema

    24 de janeiro de 2019 /

    O Instagram do filme “Ela Disse, Ele Disse” divulgou perfis de seus personagens, revelando detalhes de cada um deles. E a atriz de primeira viagem Fernanda Gentil aproveitou para extrapolar um pouco mais em sua própria página na rede social, comentando, ao lado da foto de seu perfil, a experiência de estrear no cinema. Além de falar da personagem, ela revelou em seus comentários que sequer sabia que filme se filmava. Só agora, em seu debut num set de cinema, é que foi aprender a diferença entre gravação (vídeo) e filmagem (filme). “Tô amando essa brincadeira séria!!!!!”, ela escreveu, sem economizar exclamações. “Hoje foi o meu primeiro dia de filmagens (eu falava gravação mas aprendi que para filme é ‘filmar’ e acho muito chique portanto usarei sempre) do ‘Ela Disse, Ele Disse’ como Paloma, mãe da Rosa!!!”, acrescentou, pontuando da mesma forma. Ela também falou da personagem: “Paloma é uma mãe protetora/coruja/brincalhona/séria/grude/esforçada-para-ser-moderna-e-acompanhar-o-mundo-da-filha-mas-raramente-consegue-e-quase-sempre-paga-mico e por isso está sendo um enorme desafio porque ela tem muito a ver comigo na primeira parte dessa legenda porém nessa última não mais já que sou realmente moderna antenada e super cool”, completou, engolindo as vírgulas para compensar o excesso de exclamações. Já a ficha original do filme descreve Paloma como uma mãe “que oferece sempre os melhores conselhos e melhores piadinhas, dessas que toda filha fica envergonhada”. Sua filha no filme é vivida por Duda Matte (“Carinha de Anjo”). Rosa é a protagonista da história ao lado de Leo, vivido por Marcos Bessa (também de “Carinha de Anjo”). São os dois que inspiram o título de “Ela Disse, Ele Disse”. Trata-se da quarta adaptação recente de um livro infantil de Thalita Rebouças para o cinema – após “É Fada!” (2016), “Fala Sério, Mãe!” (2017) e “Tudo por um Popstar” (2018). O elenco também destaca Maisa Silva (de “Tudo por um Popstar”) em seu primeiro papel de vilã, além de Maria Clara Gueiros (“Detetives do Prédio Azul – O Filme”) e a blogueira Bianca Andrade. A direção é de Claudia Castro (diretora assistente de “Tim Maia”), que já comandou alguns trabalhos televisivos. E ainda não há previsão de estreia. Visualizar esta foto no Instagram. To A-MAAAANNNNN-DO essa brincadeira seria!!!!! Hoje foi o meu primeiro dia de filmagens (eu falava gravação mas aprendi que para filme é “filmar” e acho muito chique portanto usarei sempre) do @eladisseeledisseofilme como Paloma, mãe da Rosa!!! Paloma é uma mãe protetora/coruja/brincalhona/séria/grude/esforçada-para-ser-moderna-e-acompanhar-o-mundo-da-filha-mas-raramente-consegue-e-quase-sempre-paga-mico e por isso está sendo um enorme desafio porque ela tem muito a ver comigo na primeira parte dessa legenda porém nessa última não mais ja que sou realmente moderna antenada e super cool e in e turblr (tumblr?) das paradas ou seja QUERO VOCÊS NOS CINEMAS em breve obrigada beijo. Uma publicação compartilhada por Fernanda Gentil – Oficial (@gentilfernanda) em 24 de Jan, 2019 às 9:37 PST

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  • Filme

    Fotos do novo filme de Pedro Almodóvar reúnem Antonio Banderas e Penélope Cruz

    24 de janeiro de 2019 /

    A produtora El Deseo divulgou as primeiras fotos do novo trabalho do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, “Dolor y Gloria”, que reúne dois atores que marcaram, em filmes diferentes, a carreira do diretor: Antonio Banderas e Penélope Cruz. São imagens de bastidores e cenas do filme, que mostram Banderas numa vida de rico, nadando numa piscina e frequentando uma galeria de arte, enquanto Cruz aparece pobre, na beira de um rio e em frente a varais de roupa. O figurino também sugere que os dois vivem em épocas diferentes da trama. A descrição oficial do projeto tem tom autobiográfico. O filme seguirá um famoso cineasta numa “série de encontros”, até seu declínio. Alguns dos temas abordados serão “primeiros amores, segundos amores, mortalidade, os anos 1960, os anos 1980 e o presente”. Antonio Banderas será o diretor, em sua oitava parceria com Almodóvar, começada em 1982, quando filmaram “Labirinto das Paixões” (1982). Já Penélope Cruz chega ao sexto longa do cineasta, numa filmografia iniciada em “Carne Trêmula” (1997) – e que ainda inclui um curta. Até então, Banderas e Cruz vinham se alternando entre os filmes de Almodóvar, à exceção de “Os Amantes Passageiros” (2013), em que fizeram figurações. Nenhum deles, contudo, estava a tanto tempo sem trabalhar com o diretor quanto a terceira colaboradora histórica resgatada na produção: Julieta Serrano, que começou a filmar com Almodóvar em “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão” (1980) e interrompeu a parceria em “Ata-me” (1989). O elenco também inclui Raúl Arévalo (“Os Amantes Passageiros”), Asier Etxeandía (“A Porta Aberta”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”). A estreia de “Dolor y Gloria” está marcada para 22 de março na Espanha e ainda não há previsão para o resto do mundo.

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  • Filme

    Roteiristas da Marvel desenvolvem spin-off feminino de Velozes e Furiosos

    24 de janeiro de 2019 /

    O astro Vin Diesel revelou em seu Instagram os nomes das roteiristas que estão desenvolvendo o spin-off feminino de “Velozes e Furiosos”. E é uma equipe superpoderosa, com duas escritores de filmes da Marvel: Geneva Robertson-Dworet escreveu “Tomb Rider: A Origem” (2018) e “Capitã Marvel” (2019), Nicole Perlman assinou “Guardiões da Galáxia” (2014) e também “Capitã Marvel” (2019), enquanto Lindsey Beer se lançou com o sucesso da Netflix “Sierra Burgess É uma Loser” e está desenvolvendo um reboot das “Tartarugas Ninja”. Diesel deu as boas-vindas às três escritoras, confirmando sua contratação para o spin-off. O projeto deve chegar aos cinemas após os dois próximos filmes da série. “Hobbs & Shaw”, derivado estrelado por Dwayne Johnson e Jason Statham, já estreia em 1º de agosto. Já “Velozes e Furiosos 9” é aguardado para 9 de abril de 2020. O elenco do spin-off feminino não foi revelado, mas vale lembrar que, durante a pós-produção de “Velozes e Furiosos 8” (2017), a atriz Michelle Rodriguez reclamou da representação feminina na saga. Sua Letty seria a escolha óbvia para liderar o time feminino, que ainda teria Ramsey (Nathalie Emmanuel), Mia (Jordana Brewster) e, possivelmente, a vilã Cipher (Charlize Theron). Mas há outras personagens femininas ainda vivas na franquia que poderiam ser integradas na história, como a agente Monica Fuentes (Eva Mendes) e a motorista Suzi (Devon Aoki), ambas do segundo longa. Não há previsão de estreia para a produção. Visualizar esta foto no Instagram. As you know, there are three new spin offs that We have promised Universal… well this week we heard a pitch for the Fast female protagonist driven spin-off I created in 2017, and you can tell by the smile on Samantha’s face it was VERY exciting. Shout out to Nicole Perlman, Lindsey Beer, Geneva Robertson-Dworet. Welcome to the Fast FAMILY… Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 23 de Jan, 2019 às 3:21 PST

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  • Filme,  Música

    Dua Lipa vira ciborgue em clipe da trilha do filme Alita: Anjo de Combate

    24 de janeiro de 2019 /

    Dua Lipa divulgou o clipe de “Swan Song”, música que faz parte da trilha de “Alita: Anjo de Combate”. Bastante cinematográfico, o vídeo conta com participação da personagem-título do filme. O detalhe é que ela não aparece em cenas recicladas da produção, mas em novos efeitos de computação gráfica, criados especialmente para o trabalho da cantora. Alita (a atriz Rosa Salazar) ajuda Dua Lipa a treinar artes marciais e se transformar em ciborgue para lutar contra a opressão. O vídeo explica que a cantora trabalha num lixão de ferro retorcido com outras catadoras deslumbrantes, usando correntes de grife como colar, uma luva de látex desparceirada, coturnos de plataforma, roupas pretas e diversos brincos inspirados em peças de tecnologia. O visual é altamente fashionista, apresentando um glamour pós-apocalíptico de dar inveja nas top models famosas que atuaram em “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015). Mas não demora e um tanque robótico de guerra coloca as sem-teto de catálogo de moda em fuga, o que faz Dua Lipa querer erguer o punho como se fosse negra. “Eu não vou me calar/ Porque ficar em silêncio é o mesmo que morrer/ Este não é o meu canto do cisne”, ela canta no refrão. A direção do clipe é de Floria Sigismondi, do filme “Runaways – Garotas do Rock” (2010), da série “The Handmaid’s Tale” e de vários vídeos musicais de David Bowie. Já “Alita: Anjo de Combate” tem direção de Robert Rodriguez (“Sin City”) e roteiro e produção de James Cameron (“Avatar”). A estreia está marcada para 14 de fevereiro.

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  • Filme

    Estreias: A Favorita e Green Book abrem temporada do Oscar 2019 nos cinemas brasileiros

    24 de janeiro de 2019 /

    Os cinemas brasileiros entram no ritmo do Oscar 2019 com as estreias de “A Favorita” e “Green Book – O Guia” nesta quinta-feira (24/1). Um dos filmes com mais indicações a prêmios da Academia de Artes e Ciências dos Estados Unidos (10, empatado com “Roma”), o longa britânico tem ótimo elenco feminino, encabeçado por Olivia Colman como a rainha Anne, que prefere se deliciar com corridas de patos, abacaxis e sexo a saber da guerra que seu país trava contra a França. Assim, permite que sua melhor amiga – e amante – , a duquesa Sarah Churchill (Rachel Weisz), comande o país. Mas uma nova criada, Abigail (Emma Stone), encanta sua majestade, deixando a posição de Sarah ameaçada, e não demora para as duas se verem como rivais pela atração – e o poder – da coroa britânica. Fato raro: as três atrizes foram indicadas ao Oscar – Weisz e Stone como Coadjuvantes. Dirigido pelo grego Yorgos Lanthimos, “A Favorita” tem 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes e já fez uma limpa no BIFA, o “Oscar independente britânico”, onde conquistou nada menos que 10 prêmios – recorde do evento. “Green Book”, por sua vez, venceu o Festival de Toronto e o Globo de Ouro (como Melhor Comédia), mas ficou com 82% no Rotten Tomatoes, após dividir opiniões por seu viés condescendente sobre o racismo. Escrito e dirigido por brancos, mostra como um branco grosso e preconceituoso (Viggo Mortensen) se torna uma pessoa melhor ao conhecer um negro refinado (Mahershala Ali). A história é verídica e foi escrita por Nick Vallelonga, filho do homem que trabalhou nos anos 1960 como motorista para o grande pianista Dr. Don Shirley. A direção é de Peter Farrelly, em seu primeiro trabalho mais dramático, após fazer carreira com besteiróis (“Débi & Lóide”, “Quem Vai Ficar com Mary”). Mas o destaque pertence aos dois protagonistas, selecionados para o Oscar. O timing que privilegia os “filmes do Oscar” atrapalha a maior estreia da semana, “Creed II”, que chega ao Brasil fora de época, mais de dois meses após seu lançamento nos EUA. Com 83% no Rotten Tomatoes, o drama continua a acompanhar os passos de Adonis (Michael B. Jordan), filho de Apollo Creed, para seguir a trajetória vitoriosa de seu pai no boxe, com o auxílio do veterano Rocky (Sylvester Stallone). Entretanto, seu novo adversário tem uma conexão com a morte de Apollo. O roteiro assinado pelo próprio Stallone em parceria com Cheo Hodari Coker (criador da série “Luke Cage”) resgata o vilão de “Rocky IV”, Ivan Drago (Dolph Lundren). A luta de Adonis é contra o filho de Drago, encarnado no longa pelo boxeador romeno Florian Munteanu. Também em lançamento amplo, a comédia brasileira “Eu Sou Mais Eu” faz Kéfera Buchmann (“É Fada”) viajar no tempo para aprender uma lição inspirada em muitas Sessões da Tarde. Cantora famosa arrogante, ela é assediada por uma fã assustadora e acorda em 2004, tendo que viver novamente sua vida como uma adolescente perdedora. A direção é de Pedro Amorim (“Divórcio”) e um dos roteiristas, L.G. Bayão, assinou cinco filmes só no ano passado! No circuito alternativo, duas produções do Maranhão chamam atenção pela coincidência de calendário. Enquanto a comédia “Muleque Té Doido – Mais Doido Ainda!” demonstra ambições/limitações de um produto regional, “Boi de Lágrimas” amplia a filmografia de Frederico Machado, cineclubista-cineasta que já trabalha na pós-produção de seu próximo – o quinto – longa-metragem. Há outras estreias limitadas, com destaque para o centro-europeu “Shade – Entre Bruxas e Heróis”, premiado na Mostra Geração do Festival do Rio do ano passado, e o palestino “Wajib – Um Convite de Casamento”, premiado nos festivais de Locarno, Londres, Dubai, Amiens e Mar del Plata. Para saber mais sobre os lançamentos da semana, veja os trailers e as sinopses abaixo. A Favorita | Reino Unido | Comédia Na Inglaterra do século 18, Sarah Churchill (Rachel Weisz), a Duquesa de Marlborough, exerce sua influência na corte como confidente, conselheira e amante secreta da Rainha Ana (Olivia Colman). Seu posto privilegiado, no entanto, é ameaçado pela chegada de Abigail (Emma Stone), nova criada que logo se torna a queridinha da majestade e agarra com unhas e dentes a oportunidade única. Green Book – O Guia | Estados Unidos | Comédia 1962. Tony Lip (Viggo Mortensen), um dos maiores fanfarrões de Nova York, precisa de trabalho após sua discoteca, o Copacabana, fechar as portas. Ele acaba virando motorista de um pianista (Mahershala Ali), conduzindo-o numa turnê pelos Estados Unidos. Enquanto os dois se chocam no início, um vínculo finalmente cresce à medida que eles viajam. Creed II | Estados Unidos | Drama Adonis Creed (Michael B. Jordan) saiu mais forte do que nunca de sua luta contra ‘Pretty’ Ricky Conlan (Tony Bellew), e segue sua trajetória rumo ao campeonato mundial de boxe, contra toda a desconfiança que acompanha a sombra de seu pai e com o apoio de Rocky (Sylvester Stallone). Sua próxima luta não será tão simples, ele precisa enfrentar um adversário que possui uma forte ligação com o passado de sua família, o que torna tudo ainda mais complexo. Eu Sou Mais Eu | Brasil | Comédia Camila Mendes (Kéfera Buchmann) é uma popstar arrogante, que busca o sucesso a todo custo. Prestes a lançar uma nova música, ela é surpreendida em casa pela visita de sua fã número 1 (Estrela Straus), que insiste em tirar uma selfie com ela. O que Camila não esperava era que tal situação a levasse de volta à adolescência, quando sofria bullying de praticamente todos no colégio. Seu único amigo é Cabeça (João Côrtes), que tenta ajudá-la a encontrar seu verdadeiro eu, já que só assim conseguirá voltar à sua realidade. Boi de Lágrimas | Brasil | Drama Na periferia de São Luís, no Maranhão, a filha de um humilde tocador de pandeiro decide participar de manifestações políticas que estão ocorrendo no centro da cidade. Enquanto isso, um amigo próximo dos dois começa a ter pensamentos sombrios e obscuros a respeito da família logo após descobrir sobre a gravidez de sua própria esposa. Muleque Té Doido – Mais Doido Ainda! | Brasil | Comédia Guida, Nikima, Erlanes e Sorriso precisam correr contra o tempo para salvar Luna, a filha do povo da lua. Luna vai ser sacrificada para reviver o Rei Dom Sebastião e libertá-lo do encantamento que o transformou num grande Touro Negro e encantado com uma estrela dourada na testa. E, com isso, a Ilha de São Luís vai mergulhar nas profundezas do oceano para sempre. Exibição no Norte-Nordeste. Shade – Entre Bruxas e Heróis | Sérvia, Macedônia | Infantil Quieto e tímido, o jovem Jovan (Mihajlo Milavic) nasceu com uma leve paralisia cerebral e constantemente usa de sua imaginação para escapar da realidade na qual está inserido. Em sua mente ele é um poderoso super-herói que combate o crime de maneira corajosa e astuta, mas quando uma nova aluna se aproxima de Jovan querendo uma amizade real, ele precisará fazer novas escolhas. Wajib – Um Convite de Casamento | Palestina | Drama epois de anos vivendo na Itália, Shadi (Saleh Bakri) retorna à Nazaré com uma missão: entregar convites para o casamento de sua irmã individualmente para cada convidado, de acordo com o costume palestino local. Para isso, terá que realizar a atividade ao lado de seu pai, Abu Shadi (Mohammad Bakri). Em exibição apenas no CineSesc, em São Paulo. Sou Carnaval | Brasil | Documentário Durante o carnaval em Salvador, a grande mídia foca nos trios elétricos e camarotes lotados por personalidades e artistas famosos. No entanto, o diretor Marcio Cavalcante procurou conversar com pessoas anônimas, o povo, que são fundamentais para compor a histeria coletiva que sustenta o carnaval baiano há anos. BTS World Tour: Love Yourself In Seoul | Coreia do Sul | Documentário Filmado no Estádio Olímpico de Seul durante a turnê mundial da banda BTS, o show mais concorrido de 2018 chega com exclusividade nos cinemas do mundo todo em um evento de um dia: sábado, 26 de janeiro. Este evento reunirá os fãs de todo o planeta para comemorar o sucesso mundial dos sete membros do grupo, que se tornou um fenômeno internacional nunca antes visto. Exclusivo do Cinemark.

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    Beck e Billie Eilish lançam músicas inspiradas pelo filme Roma

    23 de janeiro de 2019 /

    Após se tornar o filme com mais indicações no Oscar 2019, “Roma”, de Alfonso Cuarón, vai ganhar um disco com músicas inéditas. A Sony Music vai produzir uma seleção musical inspirada pelo longa da Netflix. As músicas foram compostas por diversos artistas famosos após o lançamento do filme e, portanto, não fazem parte da trilha original. Intitulado “Music Inspired by the Film Roma”, o lançamento está previsto para o próximo dia 8 de fevereiro, e as primeiras músicas já começaram a vir à tona. Duas faixas estão disponíveis no YouTube, entre elas “Tarantula”, cover do grupo Colourbox gravado por Beck, que conta com participação vocal das cantoras Feist e Alex Lilly, e arranjo orquestral do pai do artista, David Richard Campbell. A segunda música é “When I Was Older”, de Billie Eilish. Outros artistas que participam do projeto são El-P, Patti Smith, DJ Shadow, Unkle, Laura Marling e até Bo Cuarón, filha do diretor, mas suas músicas ainda não são conhecidas. Confira as primeiras faixas abaixo.

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    Jonas Mekas (1922 – 2019)

    23 de janeiro de 2019 /

    Morreu o cineasta Jonas Mekas, ícone da vanguarda nova-iorquina e um dos grandes pioneiros na luta pela preservação de filmes independentes clássicos. Ele faleceu nesta quarta (23/1), aos 96 anos. O diretor Martin Scorsese assinou um longo texto para louvar o colega e amigo, dizendo que “Jonas Mekas fez e significou tanto para tantas pessoas no mundo do cinema que você precisaria de um dia e uma noite apenas para começar a falar dele”. E começou: “Ele era um profeta. Ele era um empresário. Ele foi um provocador no sentido mais verdadeiro e fundamental – ele provocou as pessoas em novas maneiras de pensar sobre o que uma imagem era, o que era um corte, o que era um filme, o que era compromisso. Quem foi mais comprometido do que Jonas com a arte do cinema? Eu me pergunto”. Nascido na Lituânia, Mekas foi um agitador cultural que trabalhou no jornal The Village Voice, fundou a célebre revista Film Culture e se tornou um dos grandes nomes do cinema experimental, firmando parcerias com artistas como Andy Warhol, John Lennon e Yoko Ono, Allen Ginsberg e Salvador Dalí. Seu primeiro longa, “Guns of the Trees” (1961), acompanhava uma mulher suicida enquanto pessoas tentavam dissuadi-la. Em 1964, ele venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes por “The Brig”, sobre o cotidiano de uma prisão de fuzileiros navais no Japão. Também filmou inúmeros curtas sobre seus amigos Dali, Lennon, Warhol, Ginsberg, José Luis Guerín, etc., num período que se estendeu por cinco décadas, de 1964 a 2013. Entre sua vasta filmografia, destaca-se seu trabalho como diretor de fotografia de “Empire”, o filme em preto e branco de oito horas de duração de Andy Warhol, que não era nada mais que um registro estático do edifício Empire State. Ele ainda registrou o famoso bed-in, como se chamou o protesto pela paz do casal Lennon e Ono, e imagens raras da banda Velvet Underground, de Lou Reed. Apaixonado por cinema, Mekas também realizava exibições especiais e chegou a ser preso em 1964 por conta de uma delas, quando programou uma sessão dupla gay com “Flaming Creatures” (terror sexualmente explícito de 1963), de Jack Smith, e o curta “Canção de Amor” (1950), de Jean Genet. Mas talvez sua maior contribuição ao mundo cinematográfico tenha sido a fundação em 1970 do Anthology Film Archives, descrito como “o centro internacional para a preservação, estudo e exibição de filmes e vídeos, com um foco particular em cinema independente, experimental e de vanguarda”. Prestes a completar 50 anos, o Anthology Film Archives existe até hoje e, por iniciativa própria, restaurou e preservou quase mil filmes, numa média de 25 por ano. “Eu tenho tantas lembranças maravilhosas de Jonas, memórias de momentos em que eu podia sentir o chão mudando sob meus pés”, escreveu Scorsese. “Houve a exibição de ‘Scorpio Rising’ (1963) que ele organizou no centro da cidade, reunindo toda a comunidade underground de Nova York. Houve a vez em que ele e seu irmão Adolfas vieram ao meu hotel, depois que ‘Caminhos Perigosos’ (1973) passou no Festival de Nova York, com pêssegos e champanhe para me receber na família do cinema”, contou o cineasta, que ainda lembrou a última vez que o viu. “Ele discordava apaixonadamente da ideia de que a tecnologia nova e barata desencadearia o caos e marcaria a morte do cinema: ‘Não é a morte do cinema, é o nascimento do cinema! Com todas essas novas ferramentas, imagine a liberdade para os jovens experimentarem – pode haver Mozarts por aí!!’” “Jonas sempre foi alegre, sempre esperançoso. Foi alguém que realmente se dedicou de verdade e sinceramente ao que ele amava. Acho que estamos apenas começando a entender o quanto ele nos deu”, concluiu.

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  • Filme

    Indicação ao Oscar de curta sobre assassinos de 10 anos de idade causa polêmica

    23 de janeiro de 2019 /

    A indicação de “Detainment” ao Oscar 2019 na categoria de Melhor Curta-Metragem está causando polêmica. O filme reproduz entrevistas da polícia feita com dois meninos de 10 anos condenados pelo assassinato de outra criança, de apenas dois anos de idade. O crime chocou tanto o Reino Unido em 1993, que acabou inspirando a redução da maioridade penal para 10 anos na região. E agora volta a virar notícia graças ao Oscar. A mãe de James Bulger, a vítima da atrocidade, se disse “enojada” com a indicação do filme, feito sem sua autorização. “Eu não consigo expressar como estou enojada e chocada por esse filme ter sido feito e agora indicado ao Oscar”, tuitou Denise Fergus, a mãe de James, após o anúncio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. “Uma coisa é fazer um filme como esse sem contatar ou pedir permissão à família de James e outra é ter uma criança encenando as últimas horas de vida dele, os momentos que antecederam o seu assassinato brutal, e fazer a mim e a minha família reviver tudo isso!”, criticou. O diretor irlandês Vincent Lambe, responsável pelo curta, divulgou um comunicado se desculpando por não ter avisado a Fergus sobre o filme e “por qualquer mal estar que o curta possa ter causado”. Segundo Lambe, o filme foi feito para tentar entender o que levou os dois garotos de 10 anos a cometer “um crime tão horrível”. “Porque eu acho que, se não entendermos a causa disso, é provável que algo parecido volte a ocorrer no futuro”, observou ele. Mas a briga de Denise Fergus com o diretor não começou nesta semana. Em entrevista ao programa de TV britânico “Loew Women”, da ITV, no mês passado, Fergus acusou Lambe de estar usando o caso para promover a carreira, conclamou que o filme fosse boicotado e pediu para que a Academia o tirasse da disputa do Oscar. “Eu quero muito tirar esse filme da lista (de indicados). Eu acho que ele (Lambe) não merece nenhum Oscar e que só está tentando promover sua carreira e se engrandecer usando o sofrimento de outra pessoa”, disse ela. “Eu estou pedindo que as pessoas boicotem (o curta-metragem) porque, em primeiro lugar, ele nem deveria ter sido feito, especialmente sem os pais de James terem sido consultados a respeito”, continuou. “Detainment” (Detenção, em tradução literal) conta os detalhes do crime, a partir dos depoimentos dados pelos assassinos à polícia. James estava em um shopping center em Bootle, perto de Liverpool, com a mãe, quando foi raptado em 12 de fevereiro de 1993. Câmeras de segurança mostraram quando Robert Thompson e Jon Venables, que na época tinham 10 anos, atraíram e levaram o menino. Logo depois, eles o espancaram até a morte com tijolos e uma barra de ferro e deixaram o corpo em uma linha de trem. James foi encontrado pela polícia dois dias depois. Os assassinos, por sua vez, foram identificados após o programa da BBC “Crimewatch” exibir a gravação em que apareciam levando a criança do shopping. Eles foram condenados em novembro do mesmo ano e cumpriram 8 anos de detenção em um reformatório, tornando-se os condenados por assassinato mais jovens da História na Inglaterra. Fergus pressionou vários anos por sentenças mais longas para os assassinos do filho, mas eles foram libertados em 2001, receberam novas identidades e desde então vivem anonimamente. Depois que a indicação ao Oscar foi confirmada, o presidente da Irlanda, Michael D. Higgins, usou o Twitter para parabenizar os indicados irlandeses, incluindo a equipe por trás do curta-metragem. A cerimônia de premiação do Oscar 2019 será realizada no dia 24 de fevereiro, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Matthew McConaughey vive chapado no trailer do novo filme do diretor de Spring Breakers

    23 de janeiro de 2019 /

    O estúdio indie Neon divulgou o pôster e o segundo trailer de “The Beach Bum”, que traz Matthew McConaughey (“Clube de Compra Dallas”) no papel do personagem-título, um vagabundo da praia. Curiosamente, o ator interpretou muitos descamisados de praia em comédias românticas do começo de sua carreira. Mas este filme é bem diferente, mostrando o protagonista num mundo próprio, em que vive eternamente chapado, mantendo-se como um rebelde de meia-idade. Ele é um escritor que teve seu auge há muitos anos e agora só quer saber de aproveitar sua fama sem fazer nada além de se divertir. Até que bate de frente com o mundo real, é preso por dirigir bêbado e condenado a… terminar o livro em que trabalha há décadas! O filme foi escrito e dirigido pelo polêmico Harmony Korine (“Spring Breakers”) e inclui em seu elenco o rapper Snoop Dogg (“A Escolha Perfeita 2”), Zac Efron (“O Rei do Show”), Isla Fisher (“Um Truque de Mestre”), Martin Lawrence (“Vovó… Zona”) e Jonah Hill (“Anjos da Lei”). A estreia vai acontecer em 22 de março nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Sandra Bullock vai produzir e possivelmente estrelar adaptação de quadrinhos para a Netflix

    23 de janeiro de 2019 /

    Sandra Bullock vai aprofundar sua relação com a Netflix em seu próximo filme após o sucesso de “Bird Box”. Segundo o site Deadline, a atriz vai produzir e potencialmente estrelar a adaptação da história em quadrinhos “Reborn”, de Mark Millar e Greg Capullo. Lançada no Brasil como “Renascida”, a adaptação será a primeira criação do autor de “Kick-Ass” e “Kingsman” encomendada pela plataforma, que comprou a Millarworld (que detém os direitos das obras de Millar) em 2017. Na trama, a protagonista Bonnie é uma mulher idosa internada em um hospital em Nova York, que um dia acorda no auge de sua juventude em um mundo de fantasia, repleto de dragões e criaturas perigosas, onde também estão seus amigos e entes queridos mortos. Ela só não consegue encontrar seu amado marido, já falecido. Armada de uma espada mágica, ela parte para procurá-lo. O cineasta Chris McKay, que assinou a animação “LEGO Batman: O Filme”, vai dirigir a produção. Ainda não há previsão de estreia. Veja abaixo a capa nacional da edição encadernada de “Renascida”.

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  • Filme

    Denúncias de abuso sexual contra Bryan Singer foram recusadas por outra revista

    23 de janeiro de 2019 /

    As novas acusações de abuso de menor publicadas pela revista The Atlantic contra o diretor Bryan Singer são as mesmas que seriam publicadas na Esquire no ano passado, mas a revista acabou vetando seu conteúdo. Em outubro, Singer usou suas redes sociais para se defender a reportagem, ao saber que amigos estavam sendo procurados para dar declarações que o comprometessem. Desde então, a editora da Esquire, Hearst Media, mandou suspender a reportagem. Mas os jornalistas a levaram para outra revista. “A última vez que postei sobre este assunto, a revista Esquire estava se preparando para publicar um artigo escrito por um jornalista homofóbico que tem uma obsessão bizarra por mim desde 1997”, apontou o cineasta em comunicado sobre a reportagem escrita por Alex French e Maximillian Potter. “Após cuidadosa checagem de fatos e, em consideração à falta de fontes confiáveis, a Esquire escolheu não publicar este pedaço de jornalismo vingativo”, acrescentou. “Isso não impediu que este autor vendesse [o conteúdo] para a revista The Atlantic”, continuou a declaração. “É triste que a Atlantic se rebaixe a este baixo padrão de integridade jornalística. Mais uma vez, sou forçado a reiterar que essa história retoma as afirmações de ações judiciais falsas, executada por um elenco de pessoas de má reputação, dispostas a mentir por dinheiro ou atenção.” ‘E não é surpresa que, com ‘Bohemian Rhapsody’ sendo um sucesso premiado, esta peça homofóbica foi convenientemente planejada para tirar proveito de seu sucesso”, completou Singer. A reportagem traz à tona quatro novas acusações contra o diretor, que teria feito sexo com menores de idade. Apenas um dos acusadores teve seu nome revelado. Victor Valdovinos alegou ter trabalhado como figurante aos 15 anos de idade no filme “O Aprendiz”, dirigido por Singer em 1998. Segundo ele, o cineasta apalpou seus órgãos genitais em um momento das filmagens. Os outros três acusadores permaneceram anônimos, identificados apenas por pseudônimos, e alegam ter participado de relações sexuais com o diretor quando eram menos, entre 15 e 17 anos. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. A acusação de Guzman coincidiu com a demissão do cineasta na reta final da produção de “Bohemian Rhapsody”, após atrasos, sumiços e conflitos com a equipe, duas semanas antes do fim das filmagens. Mas a versão oficial é outra. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), Singer ficou com o crédito final de direção do longa, que foi premiado no Globo de Ouro e indicado na categoria de Melhor Filme no Oscar 2019.

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    Filha de Johnny Depp é indicada a prêmio no “Oscar francês”

    23 de janeiro de 2019 /

    A Academia do Cinema Francês divulgou os indicados ao César 2019, o “Oscar do cinema francês”, que destacam “Le Grand Bain”, de Gilles Lelouche, e “Custódia”, de Xavier Legrand, como os trabalhos que disputam mais prêmios. O primeiro é uma comédia sobre um grupo de homens de meia idade que formam um time de nado sincronizado, enquanto o segundo trata a separação turbulenta de um casal como um suspense dramático. Ambos conseguiram dez indicações. Entre os destaques da premiação, há uma participação curiosa de Lily-Rose Depp, filha dos atores Johnny Depp e Vanessa Paradis. A curiosidade é que a Academia francesa a considera uma eterna revelação. Um ano após ser indicada como Revelação por “La Danseuse”, Lily-Rose volta a disputar a mesma categoria por “L’Homme Fidèle”, filme dirigido por Louis Garrel. A cerimônia do César 2019 também fará uma homenagem a Robert Redford, célebre ator americano, diretor, produtor e fundador do Festival de Sundance. O evento acontecerá em 22 de fevereiro em Paris. Confira abaixo os indicados da premiação. Melhor Filme “Memórias da Dor” “The Sisters Brothers” “Le Grand Bain” “Guy” “Custódia” “Pupille” Melhor Direção Emmanuel Finkiel, por “Memórias da Dor” Pierre Salvadori, por “En Liberté!” Jacques Audiard, por “The Sisters Brothers” Gilles Lellouche, por “Le GrandBain” Alex Lutz, por “Guy” Xavier Legrand, por “Custódia” Jeanne Henry, por “Pupille” Melhor Ator Edouard Baer, por “Mademoisellle de Joncquières” Romain Duris, por “A Nossa Espera” Vincent Lacoste, por “Amanda” Gilles Lelolouche, por “Pupille” Alex Lutz, por “Guy” Pio Marmaï, por “En Liberté!” Denis Ménochet, por “Custódia” Melhor Atriz Élodie Bouchez, por “Pupille” Cécile de France, por “Mademoiselle de Joncquières” Léa Drucker, por “Custódia” Virginie Efira, por “Um Amor Impossível” Adèle Haenel, por “En Liberté!” Sandrine Kiberlain, por “Pupille” Melanie Thierry, por “Memórias da Dor” Melhor Ator Coadjuvante Jean-Hughes Anglade, por “Le Grand Bain” Damien Bonnard, por “En Liberté!” Clovis Cornillac, por “Les Chatouilles” Philippe Katerine, por “Le Grand Bain” Denis Lodalydès, por “Conquistar, Amar e Viver Intensamente” Melhor Atriz Coadjuvante Isabelle Adjani, por “O Mundo a Seus Pés” Leïla Bekhti, por “Le Grand Bain” Virginie Efira, por “Le Grand Bain” Audrey Tautou, por “En Liberté!” Karin Viard, por “Les Chatouilles” Melhor Revelação Feminina Ophélie Bau, por “Mektoub, My Love: Canto Uno” Galatea Bellugi, por “A Aparição” Jehnny Beth, por “Um Amor Impossível” Lily-Rose Depp, por “L’Homme Fidèle” Kenza Fortas, por “Shéhérazade” Melhor Revelação Masculina Anthony Bajon, por “A Prece” Thomas Gioria, por “Custódia” William Lebghil, por “Primeiro Ano” Karim Leklou, por “O Mundo a Seus Pés” Dylan Robert, por “Shéhérazade” Melhor Filme Estrangeiro “Três Anúncios para um Crime” “Guerra Fria” “Girl” “Hannah” “Cafarnaum” “A Nossa Espera” “Assunto de Família” Melhor Roteiro Original “En liberté!” “Le Grand Bain” “Guy” “Custódia” “Pupille” Melhor Roteiro Adaptado “Les Chatouilles” “Memórias da Dor” “The Sisters Brothers” “Mademoiselle de Joncquieres” “Um Amor Impossível” Melhor Animação “Astérix – Le Secret de la Potion Magique” “Dilili em Paris” “Pachamama” Melhor Documentário “America” “Da Chaque Instant” “Le Grand Bal” “Ni Juge, Ni Soumise” “O Estado Contra Mandela e os Outros” Melhor Filme de Estreia “L’Amour Flou” “Les Chatouilles” “Custódia” “Savage” “Sheherazade” Melhor Trilha Sonora “Amanda” “En liberté!” “The Sisters Brothers” “Guy” “Pupille” “Um Amor Impossível” Melhor Fotografia “Memórias da Dor” “The Sisters Brothers” “Le Grand Bain” “Custódia” “Mademoiselle de Joncquieres” Melhor Figurino “Memórias da Dor” “The Emperor of Paris” “The Sisters Brothers” “Mademoiselle de Joncquieres” “Un Peuple et son Roi” Melhor Edição “Les Chatouilles” “En liberté!” “The Sisters Brothers” “Le Grand Bain” “Custódia” Melhor Som “Memórias da Dor” “The Sisters Brothers” “Le Grand Bain” “Guy” “Custódia”

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