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    Filha de Johnny Depp é indicada a prêmio no “Oscar francês”

    23 de janeiro de 2019 /

    A Academia do Cinema Francês divulgou os indicados ao César 2019, o “Oscar do cinema francês”, que destacam “Le Grand Bain”, de Gilles Lelouche, e “Custódia”, de Xavier Legrand, como os trabalhos que disputam mais prêmios. O primeiro é uma comédia sobre um grupo de homens de meia idade que formam um time de nado sincronizado, enquanto o segundo trata a separação turbulenta de um casal como um suspense dramático. Ambos conseguiram dez indicações. Entre os destaques da premiação, há uma participação curiosa de Lily-Rose Depp, filha dos atores Johnny Depp e Vanessa Paradis. A curiosidade é que a Academia francesa a considera uma eterna revelação. Um ano após ser indicada como Revelação por “La Danseuse”, Lily-Rose volta a disputar a mesma categoria por “L’Homme Fidèle”, filme dirigido por Louis Garrel. A cerimônia do César 2019 também fará uma homenagem a Robert Redford, célebre ator americano, diretor, produtor e fundador do Festival de Sundance. O evento acontecerá em 22 de fevereiro em Paris. Confira abaixo os indicados da premiação. Melhor Filme “Memórias da Dor” “The Sisters Brothers” “Le Grand Bain” “Guy” “Custódia” “Pupille” Melhor Direção Emmanuel Finkiel, por “Memórias da Dor” Pierre Salvadori, por “En Liberté!” Jacques Audiard, por “The Sisters Brothers” Gilles Lellouche, por “Le GrandBain” Alex Lutz, por “Guy” Xavier Legrand, por “Custódia” Jeanne Henry, por “Pupille” Melhor Ator Edouard Baer, por “Mademoisellle de Joncquières” Romain Duris, por “A Nossa Espera” Vincent Lacoste, por “Amanda” Gilles Lelolouche, por “Pupille” Alex Lutz, por “Guy” Pio Marmaï, por “En Liberté!” Denis Ménochet, por “Custódia” Melhor Atriz Élodie Bouchez, por “Pupille” Cécile de France, por “Mademoiselle de Joncquières” Léa Drucker, por “Custódia” Virginie Efira, por “Um Amor Impossível” Adèle Haenel, por “En Liberté!” Sandrine Kiberlain, por “Pupille” Melanie Thierry, por “Memórias da Dor” Melhor Ator Coadjuvante Jean-Hughes Anglade, por “Le Grand Bain” Damien Bonnard, por “En Liberté!” Clovis Cornillac, por “Les Chatouilles” Philippe Katerine, por “Le Grand Bain” Denis Lodalydès, por “Conquistar, Amar e Viver Intensamente” Melhor Atriz Coadjuvante Isabelle Adjani, por “O Mundo a Seus Pés” Leïla Bekhti, por “Le Grand Bain” Virginie Efira, por “Le Grand Bain” Audrey Tautou, por “En Liberté!” Karin Viard, por “Les Chatouilles” Melhor Revelação Feminina Ophélie Bau, por “Mektoub, My Love: Canto Uno” Galatea Bellugi, por “A Aparição” Jehnny Beth, por “Um Amor Impossível” Lily-Rose Depp, por “L’Homme Fidèle” Kenza Fortas, por “Shéhérazade” Melhor Revelação Masculina Anthony Bajon, por “A Prece” Thomas Gioria, por “Custódia” William Lebghil, por “Primeiro Ano” Karim Leklou, por “O Mundo a Seus Pés” Dylan Robert, por “Shéhérazade” Melhor Filme Estrangeiro “Três Anúncios para um Crime” “Guerra Fria” “Girl” “Hannah” “Cafarnaum” “A Nossa Espera” “Assunto de Família” Melhor Roteiro Original “En liberté!” “Le Grand Bain” “Guy” “Custódia” “Pupille” Melhor Roteiro Adaptado “Les Chatouilles” “Memórias da Dor” “The Sisters Brothers” “Mademoiselle de Joncquieres” “Um Amor Impossível” Melhor Animação “Astérix – Le Secret de la Potion Magique” “Dilili em Paris” “Pachamama” Melhor Documentário “America” “Da Chaque Instant” “Le Grand Bal” “Ni Juge, Ni Soumise” “O Estado Contra Mandela e os Outros” Melhor Filme de Estreia “L’Amour Flou” “Les Chatouilles” “Custódia” “Savage” “Sheherazade” Melhor Trilha Sonora “Amanda” “En liberté!” “The Sisters Brothers” “Guy” “Pupille” “Um Amor Impossível” Melhor Fotografia “Memórias da Dor” “The Sisters Brothers” “Le Grand Bain” “Custódia” “Mademoiselle de Joncquieres” Melhor Figurino “Memórias da Dor” “The Emperor of Paris” “The Sisters Brothers” “Mademoiselle de Joncquieres” “Un Peuple et son Roi” Melhor Edição “Les Chatouilles” “En liberté!” “The Sisters Brothers” “Le Grand Bain” “Custódia” Melhor Som “Memórias da Dor” “The Sisters Brothers” “Le Grand Bain” “Guy” “Custódia”

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  • Filme

    Diretor de Bohemian Rhapsody sofre novas denúncias de abuso sexual de menor

    23 de janeiro de 2019 /

    O cineasta Bryan Singer, de “X-Men” e “Bohemian Rhapsody”, enfrenta quatro novas acusações de sexo com menores de idade. Apenas um dos acusadores teve seu nome revelado na reportagem que traz as denúncias, publicada nesta quarta-feira (23/1) pela revista The Atlantic, de Boston. Victor Valdovinos alega ter trabalhado como figurante aos 15 anos de idade no filme “O Aprendiz”, dirigido por Singer em 1998. Segundo ele, o cineasta apalpou seus órgãos genitais em um momento das filmagens. Os outros três acusadores são identificados por pseudônimos: um deles, Andy, disse que também tinha 15 anos quando fez sexo com Singer. Outro, Eric, afirma ter começado um caso com o cineasta aos 17. E Ben relatou ter feito sexo oral em Singer quando tinha “17 ou 18 anos”. “Ele enfiava as mãos nas calças das pessoas e apalpava, sem consentimento”, disse o último acusador sobre sua experiência com o cineasta. “Ele era predatório, no sentido que dava álcool e drogas para as pessoas, e então fazia sexo com elas”. Singer respondeu ao artigo através de seu advogado, Andrew Bettler, negando todas as acusações. A denúncia foi publicada um dia depois do último filme dirigido por Singer, “Bohemian Rhapsody”, ser indicado ao Oscar 2019 de Melhor Filme. O cineasta foi demitido na reta final da produção, graças a atrasos, após sumiços e conflitos com a equipe, duas semanas antes do fim das filmagens. Rumores sugerem que teria havido desentendimentos entre o diretor e Rami Malek, o astro da série “Mr. Robot” que vive o cantor Freddie Mercury no filme. Além disso, Singer precisou lidar com o começo de uma nova leva de acusações de abuso sexual de menor. Mas a versão oficial é outra. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), Singer ficou com o crédito final de direção. O histórico do diretor de acusações de assédio e abuso sexual envolvendo menores de idade data de 2014, quando Michael Egan processou o cineasta, alegando que ele teria o estuprado “diversas vezes” durante uma viagem ao Havaí. A acusação trazia muitas contradições, fatos que foram contestados por provas e acabou sendo retirada. Mais recentemente, em 2017, Cesar Sanchez-Guzman processou o cineasta por tê-lo estuprado em 2003, durante uma festa em um iate. A ação coincide com a época de comportamento errático do diretor em “Bohemian Rhapsody” e ainda tramita na justiça americana.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Caio Junqueira (1976 – 2019)

    23 de janeiro de 2019 /

    O ator Caio Junqueira não resistiu e morreu na madrugada desta quarta-feira (23/1), aos 42 anos, uma semana após ter sofrido um grave acidente de carro no Rio de Janeiro. Ele bateu o carro que dirigia no Aterro do Flamengo, na altura do Monumento aos Pracinhas, na zona sul do Rio, no dia 16 de janeiro. Ele estava sozinho no veículo e foi levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde passou por uma cirurgia de emergência. Caio era filho do ator Fábio Junqueira (1956-2008) e irmão de Jonas Torres, conhecido como o Bacana da série “Armação ilimitada” (1985-1988). Ele deu seus primeiros passos na carreira aos 9 anos, ao participar da série “Tamanho família” (1985-1986), da extinta Rede Manchete. Em 1990 estreou na Globo, participando da minissérie “Desejo” e da novela “Barriga de Aluguel”. Ele fez poucas novelas, entre elas “A Viagem” (1994) e “O Clone” (2001), mas se destacou em minisséries, como “Engraçadinha” (1995), “Hilda Furacão” (1998), “Chiquinha Gonzaga” (1999) e “Um Só Coração” (2004), antes de mudar de canal. Na Record, fez o remake de “Escrava Isaura” (2004), a série “A Lei e o Crime” (2009), protagonizou “Ribeirão do tempo” (2010) e atuou em obras bíblicas como “José do Egito” (2013) e “Milagres de Jesus” (2014). Paralelamente, fez teatro e ainda obteve bastante destaque no cinema, atuando em filmes marcantes como “O aue É Isso Companheiro” (1997), “Central do Brasil” (1998), “Abril Despedaçado” (2001), “Zuzu Angel” (2006) e “Tropa de Elite” (2007), onde viveu Neto, soldado do Bope. Os trabalhos mais recentes foram nas séries “O Mecanismo”, da Netflix, e “Um Contra Todos”, da Fox Brasil.

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  • Filme

    Mel Gibson e Sean Penn são O Gênio e o Louco em fotos e trailer de filme que ficou dois anos no limbo

    23 de janeiro de 2019 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster nacional, 10 fotos e o primeiro trailer legendado de “O Gênio e o Louco” (The Professor and the Madman), filme de época estrelado por Mel Gibson e Sean Penn. E se trata de um première mundial, oferecendo o primeiro vislumbre da obra, que ficou dois anos no limbo devido a uma disputa judicial. A adaptação do best-seller homônimo de Simon Winchester conta como o professor James Murray (papel de Gibson) começou o ambicioso projeto do dicionário Oxford em 1857, tendo como colaborador o Dr. W.C. Minor (Penn), que cuidou de mais de 10 mil verbetes, a despeito de sua condição de interno de um hospício para criminosos. Com roteiro e direção de Farhad Safinia (roteirista de “Apocalypto”, filme dirigido por Gibson), o longa foi filmado em 2016 e não contará com apoio dos astros para sua divulgação, após Gibson e sua produtora, Icon, levar a parceira Voltage Pictures à justiça, alegando violação de contrato e dever fiduciário, fraude promissória e muito mais. Descrevendo o projeto como um “trabalho de amor de Mel Gibson”, a ação chamou atenção para o fato de o ator e produtor ter passado 20 anos desenvolvendo a produção – ele comprou os direitos da adaptação nos anos 1990 – , até fechar um contrato em 2015 com a Voltage visando dividir os custos das filmagens. Mas a Voltage não teria honrado despesas previstas e condições contratuais, realizando uma edição do filme por conta própria. Gibson queria impedir a distribuição do filme e recuperar os negativos para realizar sua própria edição, com filmagens de cenas extras para lançar o trabalho nos cinemas. Mas perdeu a causa no ano passado. Agora, a versão da Voltage – que Gibson renega – vai se tornar definitiva. A estreia está marcada para 21 de março no Brasil.

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  • Filme

    Oficial: Netflix vira parte de Hollywood como membro da MPA

    22 de janeiro de 2019 /

    É oficial: a Netflix agora faz parte de Hollywood. A empresa de streaming se tornou membro da Associação de Cinema dos EUA (Motion Picture Association of America, conhecida pela sigla MPA), entidade de comércio e lobby que representa os seis principais estúdios americanos. A organização baseada em Washington, DC, confirmou a filiação da empresa de tecnologia com um comunicado na noite desta terça (22/1). “Em nome da MPA e de suas empresas associadas, tenho o prazer de dar as boas-vindas à Netflix como parceira”, diz o texto assinado por Charles Rivkin, presidente e CEO da MPA. “Todos os nossos membros estão empenhados em impulsionar a indústria cinematográfica e televisiva, tanto na forma como contamos histórias e em como atingimos o público. Adicionar a Netflix nos permitirá defender de forma mais eficaz a comunidade global de contadores de histórias criativos, e estou ansioso para ver o que todos podemos alcançar juntos”, completou. Com a filiação à MPA, a Neflix se junta oficialmente à comunidade de estúdios de cinema dos Estados Unidos, ao lado dos outros seis sócios da entidade: Disney, Paramount, Sony, Fox, Universal e Warner Bros. “Associar-se à MPA exemplifica ainda mais o nosso compromisso em garantir a vitalidade dessas indústrias criativas e as muitas pessoas talentosas que trabalham nelas em todo o mundo”, disse Ted Sarandos, diretor de conteúdo da Netflix. “Estamos ansiosos para apoiar a equipe da associação e seus importantes esforços.” As negociações para a filiação da Netflix vieram à tona durante a tarde, em meio à celebração do recorde de 15 indicações da plataforma no Oscar 2015. Os dois fatos criam uma mudança de patamar para a empresa de tecnologia, transformando-a numa força legítima do setor cinematográfico americano. Ao mesmo tempo, a filiação também modifica o entendimento do que constitui um estúdio de cinema para a MPA. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter dizem que a Associação estaria cortejando outros novos membros com o mesmo perfil, citando a Amazon como candidata em potencial. A Netflix e a MPA já trabalharam juntos em campanhas de proteção de direitos autorais, uma prioridade para os estúdios de Hollywood e também para a empresa de streaming, que consideram a pirataria um inimigo em comum. No entanto, a filiação da Netflix tende a irritar os proprietários de cinemas, já que a a empresa é contra a manutenção das janelas de exibição tradicionais – janelas são o período de tempo que separa o lançamento de um filme no cinema da sua disponibilização em streaming ou vídeo. A MPA e a Associação Nacional de Proprietários de Cinema administram em conjunto o sistema de classificação etária dos filmes lançados nos Estados Unidos.

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    Filho de James Gandolfini será Tony Soprano no filme derivado da série da HBO

    22 de janeiro de 2019 /

    O filme derivado da série “The Sopranos” (também conhecida como “Família Soprano”) definiu o intérprete do jovem Tony Soprano, personagem vivido na série da HBO pelo falecido ator James Gandolfini. A produção contratou Michael Gandolfini, da série “The Deuce” e filho do ator original, para encenar a juventude do famoso personagem. Intitulado “The Many Saints of Newark” irá mostrar versões mais jovens dos protagonistas da icônica série do canal pago HBO. Escrito por David Chase, criador de “The Sopranos”, o filme será um prólogo passado nos anos 1970 e também inclui os atores Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Alessandro Nivola (“Desobediência”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Corey Stoll (“O Primeiro Homem”) em papéis não revelados. Segundo o roteirista, a ideia é mostrar a época a que Tony Soprano (James Gandolfini) se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores naquela época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. A ideia original era mostrar Tony ainda criança na nova produção, mas Michael Gandolfini já tem 18 anos de idades. Além de Tony, os integrantes mais velhos da família Soprano, como o pai e o tio do personagem de Gandolfini, aparecerão em seu auge. A direção do longa está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original. Depois de trabalhar também em “Game of Thrones”, ele virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas recebidas com críticas negativas.

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  • Filme

    Netflix negocia se juntar a Hollywood na Associação de Cinema dos EUA

    22 de janeiro de 2019 /

    A Netflix está em negociações avançadas para se tornar membro da Associação de Cinema dos EUA (Motion Picture Association of America, conhecida pela sigla MPA), entidade de comércio e lobby que representa os seis principais estúdios de Hollywood. A movimentação foi noticiada pelo site americano Politico Pro e confirmada pelas publicações especializadas na indústria cinematográfica. E acontece após a empresa de streaming conseguir 15 indicações ao Oscar 2019, superando os estúdios tradicionais. A decisão sobre a filiação pode representar uma guinada, já que seria a primeira vez na história que uma empresa de tecnologia se tornaria membro da MPA. O chefe da Netflix, Reed Hastings, e o diretor de conteúdo, Ted Sarandos, estão empenhados em elevar o perfil da empresa como uma força legítima no setor cinematográfico, e a adesão à MPA cumpriria esse objetivo. Além disso, assim que a Fox for fundida com a Disney, a MPA terá um membro a menos, o que significa uma perda financeira de até US$ 12 milhões em contribuições anuais. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter dizem que a MPA está cortejando outros novos membros com o mesmo perfil, citando a Amazon como candidata em potencial. A Netflix e a MPA já trabalharam juntos em campanhas de proteção de direitos autorais, uma prioridade para os estúdios de Hollywood e também para a empresa de streaming, que consideram a pirataria um inimigo em comum. No entanto, a filiação da Netflix na MPA tem potencial para irritar os proprietários de cinemas, já que a empresa é contra a manutenção das janelas de exibição tradicionais – janelas são o período de tempo que separa o lançamento de um filme no cinema da sua disponibilização em streaming ou vídeo. A MPA e a Associação Nacional de Proprietários de Cinema administram em conjunto o sistema de classificação etária dos filmes lançados nos Estados Unidos.

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    Oscar 2019: Lady Gaga e Kendrick Lamar deixam disputa de Melhor Canção mais pop

    22 de janeiro de 2019 /

    A Academia de Ciências e Artes Cinematográficas dos Estados Unidos resolveu ser um pouco mais pop no Oscar 2019. A “ousadia” consistiu em barrar, apenas pela quarta vez neste século, músicas de desenhos animados de sua seleção de Canções Originais. A lista privilegia sucessos de rádio, trazendo artistas já consagrados pelo Grammy, como Lady Gaga (por “Nasce uma Estrela”), Kendrick Lamarr (“Pantera Negra”) e Jennifer Hudson (“RBG”), ao lado de duas composições mais “cinematográficas”, compostas especificamente para cenas musicais dos filmes “A Balada de Buster Scruggs” e “O Retorno de Mary Poppins”. As duas opções mais convencionais respondem pelas ausências sentidas de Thom Yorke (“Suspiria”), Troye Sivan (“Boy Erased”), Sade (“Viúvas”) e Dolly Parton (“Dumplin'”), que estavam entre os 15 pré-selecionados na categoria. Mesmo assim, já representa um grande avanço na categoria, que tradicionalmente valoriza trabalhos antiquados, por refletir o gosto de homens brancos com mais de 60 anos de idade – a média dos eleitores da Academia. Relembre abaixo a disparidade das músicas selecionadas para o Oscar 2019. Elas devem ser interpretadas ao vivo durante a cerimônia de premiação, marcada para 24 de fevereiro em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Oscar 2019: Sam Elliott celebra primeira indicação da Academia em 50 anos de carreira

    22 de janeiro de 2019 /

    A indicação de Lady Gaga como Melhor Atriz ou a ausência de Bradley Cooper como Melhor Diretor pode dar o que falar, mas o assunto principal relacionado a “Nasce uma Estrela” no Oscar 2019 é o reconhecimento feito a outro astro. “Já era mais que a porr* da hora”, Sam Elliott exclamou, falando ao site Deadline sobre sua primeira indicação ao Oscar, como Melhor Ator Coadjuvante por “Nasce uma Estrela”. O veterano ator de 74 anos está completando 50 anos de carreira em 2019. Seu primeiro papel no cinema foi como figurante de “Butch Cassidy” (1969). Mas ele quase não fez “Nasce uma Estrela”. Após passar um ano aperfeiçoando seu tom de voz para soar como irmão do personagem de Elliott no filme, o diretor e protagonista Bradley Cooper descobriu nas vésperas das filmagens que a agenda do ator da série “The Ranch” não tinha brechas para encaixar sua produção. Cooper disse que não faria o filme sem Elliott e os produtores precisaram se virar, construindo um cenário especial para que ele não precisasse se afastar muitas horas da produção da Netflix para filmar suas cenas. Elliott agradeceu ao esforço de Cooper, chamando sua versão (é a quarta) de “Nasce uma Estrela” de “linda”, e também citando o trabalho do diretor de fotografia Matthew Libatque, também nomeado ao Oscar. “Sou muito grato por ter feito parte disso. Tem sido uma espécie de presente para mim em um nível muito pessoal”, disse o ator ao Deadline, caracteristicamente humilde. “Eu acho que a maior lição disso é como sou afortunado. Em primeiro lugar, por ainda estar trabalhando, e em segundo pela oportunidade de trabalhar com duas pessoas como Bradley e Stefani (Lady Gaga), o que foi simplesmente extraordinário. 50 anos de interpretação e, de repente, ter algo a ver com isso, estar conectado com um filme como este, é um presente simplesmente maravilhoso”, concluiu.

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    Oscar 2019: Atriz de Roma é primeira indígena indicada a prêmio da Academia

    22 de janeiro de 2019 /

    Das 10 indicações de “Roma” ao Oscar 2010, uma foi especialmente celebrada pelo cineasta Alfonso Cuarón. E não foi nenhuma das cinco categorias que podem lhe render prêmios individuais. Cuarón lembrou um feito histórico conseguido por seu filme, que transformou a mexicana Yalitza Aparicio na primeira indígena indicada ao Oscar de Melhor Atriz. “Claro, a indicação da Academia que me faz mais feliz foi a de Yalitza Aparicio”, disse ele ao site Deadline. “Nunca antes houve uma mulher indígena nomeada para um Oscar. Este é um filme que se centra em uma trabalhadora mexicana de origem indígena e eu estou muito emocionado pelo modo como sua história se conectou com o público ao redor o mundo.” Ele também disse que a “humanidade” do filme se devia à atuação de Aparicio e de sua colega de elenco Marina de Tavira, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, dizendo que o trabalho das duas “transcendeu o filme”.

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    Oscar 2019: Roma atinge recorde de indicações para filme estrangeiro na premiação

    22 de janeiro de 2019 /

    As indicações ao Oscar 2019 refletem uma internacionalização da premiação do cinema americana, marcada pela inclusão de diversos filmes de línguas estrangeiras em categorias importantes. Falado em espanhol, “Roma” foi o filme com mais destaque na lista divulgada nesta terça (22/1) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Disputando prêmios em 10 categorias, igualou o recorde de “O Tigre e o Dragão”, primeiro filme estrangeiro a obter uma dezena de indicações ao Oscar – venceu quatro em 2001. Além de “Roma”, o polonês “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski, destacou-se em três categorias, incluindo Direção e Fotografia, em que enfrentará o filme de Cuarón. Os dois ainda disputarão com o alemão “Never Look Away’, de Florian Henckel von Donnersmarck, o Oscar de Melhor Fotografia. Os três filmes ainda fazem parte da acirrada categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira, que também inclui o drama libanês “Cafarnaum”, de Nadine Labaki, e o japonês “Assunto de Família”, de Hirokazu Kore-eda. Além destes, o filme japonês “Mirai” entrou na lista de Melhor Animação, a produção síria-alemã “Of Fathers and Sons” na disputa de Documentário, e o drama sueco “Border” na categoria de Melhor Maquiagem e Penteado. Para completar, a Academia indicou o grego Yorgos Lanthimos na disputa de Melhor Direção por “A Favorita”. Esta dramédia de época é, por sinal, uma produção britânica. E empatou com “Roma” em quantidade de nomeações ao Oscar 2019. Ambos são coproduções com os Estados Unidos, mas é relevante que um longa essencialmente mexicano e uma produção essencialmente britânica tenham dominando a premiação do cinema americana. E isto é sintomático da abertura cada vez maior da Academia para eleitores estrangeiros, privilegiando a visão de cineastas de vários cantos do mundo. Entretanto, com reflexos inesperados, já que os estrangeiros não valorizaram a produção independente americana. Vale reparar, por isso, que os filmes estrangeiros são os que possuem maior aprovação da crítica entre os títulos que disputam o Oscar 2019. E isto se dá pela ausência maciça de representantes do cinema de qualidade feito nos Estados Unidos. No lugar de filmes independentes premiados, o Oscar estendeu seu tapete vermelho para obras americanas mais convencionais, de sucesso comercial e apelo popular, como “Pantera Negra”, “Bohemian Rhapsody” e “Nasce uma Estrela”, conhecidas por todo mundo.

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    Oscar 2019 considera Netflix um dos mais importantes estúdios de Hollywood

    22 de janeiro de 2019 /

    A Netflix já é um dos mais importantes estúdio de Hollywood, de acordo com a amostragem do Oscar 2015. Ao todo, produções do gigante de streaming tiveram 15 indicações ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Este sucesso foi puxado por “Roma”, de Alfonso Cuaron, que liderou a lista com 10 nomeações, seguido por “A Balada de Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, com três, e se completa com mais duas indicações para Curtas de Documentário. O número de 15 indicações também é igual ao total de vezes que a Netflix tinha sido lembrada em todas as edições anteriores do Oscar. Somando até agora 30 nomeações, a empresa tem apenas uma vitória: o Oscar de Melhor Documentário por “Ícaro” no ano passado. A liderança em 2019 é compartilhada com o tradicional estúdio Fox Searchlight, que também disputa 15 prêmios. No ano passado, a Searchlight venceu o Oscar de Melhor Filme com “A Forma da Água”. Este ano, compete com “A Favorita” (empatado com “Roma” com 10 nomeações), “Poderia Me Perdoar?” (3) e “Ilha dos Cães” (2). A Annapurna, maior estúdio 100% indie da premiação, aparece em 3º lugar com 11 indicações, divididas entre “Vice” (8) e “Se a Rua Beale Falasse” (3). A combinação de estúdios conglomerados, porém, faz estes números mudarem radicalmente. Juntando suas produções, como “Bohemian Rhapsody”, aos títulos da Fox Searchlight, o grupo Fox se destaca em 20 prêmios. E é seguido pela junção de Universal e Focus, bem como da Disney e suas subdivisões (Pixar, Marvel e Lucasfilm), empatados com 17 indicações. Mas o detalhe é que a Disney comprou a Fox, o que, na prática, eleva a quantidade de nomeações sob controle do CEO Bob Iger para 37. E esta vantagem global da Disney, somada à quantidade de indicações da Netflix, implica que muita coisa mudou no Oscar. Afinal, se uma plataforma de streaming e o estúdio de menor tradição na premiação – que sempre preferiu dinheiro a críticas positivas – foram os mais valorizados, talvez a Academia já tenha implementado neste ano seu projeto de transformar o Oscar na eleição do Filme mais Popular do ano. Vale lembrar que uma categoria de Filme Popular foi esboçada para a premiação deste ano, mas acabou arquivada após reclamações generalizadas. Ela pode estar não visível no Oscar 2019, porque foi incorporada em espírito.

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    Oscar 2019: Alfonso Cuarón bate recorde de indicações a prêmios individuais

    22 de janeiro de 2019 /

    Com suas cinco indicações ao Oscar de 2019, o cineasta mexicano Alfonso Cuaron bateu o recorde de nomeações individuais da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Além de ser indicado como Melhor Diretor por “Roma”, Cuarón foi selecionado para a disputa de Melhor Roteiro Original, Direção de Fotografia e também na categoria de Melhor Filme como produtor. Para completar, também disputa como diretor e produtor o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Assim, ele superou os três antigos campeões da Academia, Orson Welles, os irmãos Coen e Warren Beatty, que somaram quatro indicações anteriormente. Welles em 1942, por seu trabalho como diretor, roteirista, produtor e ator principal na obra-prima “Cidadão Kane” – mas só venceu a estatueta de Melhor Roteiro Original. Beatty duas vezes: em 1979 por “O Céu pode Esperar” e em 1982 por “Reds”, em ambas como diretor, roteirista, produtor e ator principal – venceu o Oscar de Melhor Direção por “Reds”. Já os irmãos Ethan e Joel Coen compartilharam as indicações de Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado e Edição e venceram as três primeiras por “Onde os Fracos Não Têm Vez” em 2008. Alan Menkel também teve quatro indicações num mesmo ano, mas três concentradas na mesma categoria, Melhor Canção Original, por “A Bela e a Fera” em 1992. Cuarón teve cinco indicações, mas poderia chegar a seis. Só não atingiu esse número porque não foi selecionado na categoria de Melhor Edição. Ao todo, seu filme “Roma” disputa 10 prêmios, incluindo Melhor Atriz e Atriz Coadjuvante. Veja a lista completa aqui. As indicações ao Oscar de 2019 foram anunciadas nesta terça-feira (22/1) e a premiação acontecerá no dia 24 de fevereiro no Dolby Theater, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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