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29 de outubro de 2026
  • Etc,  Série

    Ator de Um Maluco no Pedaço processa Fortnite por plágio de sua dança na série

    18 de dezembro de 2018 /

    O ator Alfonso Ribeiro está processando as empresas Epic Games e Take Two Interactive, criadoras dos jogos “Fortnite” e “NBA 2K”, respectivamente, por plágio. Segundo o ator, os criadores dos video games incluíram a dança de Carlton Banks, seu personagem na série dos anos 1990 “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air”), sem pedir permissão ou lhe dar crédito. A dança foi ao ar na sitcom pela primeira vez em 1991, e fez tanto sucesso que o ator a repetiu até no programa “Dancing With The Stars” (o “Dança dos Famosos” americano). Embora ainda esteja no processo de adquirir os direitos autorais da coreografia, Ribeiro quer que ambas as empresas retirem os movimentos dos jogos. “É amplamente reconhecido que a imagem e propriedade intelectual do Sr. Ribeiro foram infringidos pela Epic Games no video game mais popular do mundo atualmente, o Fortnite”, disse David L. Hecht, advogado do caso, à revista Variety. Não é a primeira vez que a Epic Games se envolve em polêmicas deste tipo. O rapper 2 Milly também processou a empresa pelo uso da dança The Milly Rock em um dos jogos.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Penny Marshall (1943 – 2018)

    18 de dezembro de 2018 /

    A atriz e cineasta Penny Marshall, que ficou conhecida pela série clássica “Laverne & Shirley” e por ter dirigido comédias de sucesso como “Quero Ser Grande” e “Uma Equipe Muito Especial”, morreu aos 75 anos de idade por complicações de diabetes, após ter sobrevivido ao câncer de cérebro e pulmão em 2009. Seu nome completo era Carole Penny Marshall, em homenagem à atriz Carole Lombard. Ela nasceu em 15 de outubro de 1943 no Bronx, em Nova York, e era a irmã mais nova do cineasta Garry Marshall (1934–2016). Penny já era divorciada quando resolveu viajar para Los Angeles em busca de ajuda do irmão, na época roteirista de séries, para tentar a carreira de atriz. Quando sua mãe descobriu, pediu que ela mudasse de nome para não envergonhar a família. Garry não deixou. No final dos anos 1960, Penny começou a aparecer em comerciais, um deles ao lado da deslumbrante Farrah Fawcett (“As Panteras”), interpretando sua colega de quarto normal. Seu irmão conseguiu incluí-la como figurante na comédia “Lua de Mel com Papai” (1968) e no romance “Sede de Pecar” (1970), primeiros longas que ele escreveu. E, a partir daí, a jovem emendou participações em séries. Ela chegou a fazer teste para viver a esposa de Rob Reiner na série “Tudo em Família”, mas não conseguiu o papel. Ironicamente, acabou aprovada na vida real, casando-se com o ator logo depois. Os dois ficaram casados até 1979 – por coincidência, mesmo ano em que “Tudo em Família” acabou. Novamente com ajuda do irmão, Penny conseguiu seu primeiro papel fixo na série “The Odd Couple”, adaptação do filme “Um Estranho Casal” (1968) desenvolvida por Garry. Ela viveu a secretária volúvel de Oscar (Jack Klugman), Myrna Turner, entre a 2ª e a 5ª temporadas da atração. Quando a série acabou em 1975, Penny foi convidada pelo irmão a participar de um episódio da 3ª temporada de “Happy Days”, fenômeno de audiência que o roteirista tinha criado no ano anterior. Era para ser uma simples aparição. Virou uma carreira. A atriz foi escalada como Laverne DeFazio, que vai a um encontro duplo com Fonzie (Henry Winkley) e Richie (Ron Howard), acompanhada por sua amiga Shirley Feeney (Cindy Williams). Intitulado “A Date with Fonzie”, o episódio acabou registrando uma das maiores audiências da série e rendeu elogios rasgados para a dupla feminina, que roubou a cena dos atores principais. A repercussão positiva rendeu mais participações. E o inesperado: um spin-off focado em Laverne e Shirley. A série “Laverne & Shirley” foi a primeira sobre mulheres trabalhadoras normais. Elas não eram mães de família nem tinham carreiras glamourosas. Eram operárias, que engarrafavam cervejas e dividiam um apartamento de subsolo para pagar as contas. A atração superou a sintonia de “Happy Days”, tornando-se a série de maior audiência da TV americana entre 1977 e 1979. Ao todo, durou oito temporadas até 1983, além de ter rendido seus próprios derivados – os desenhos animados “Laverne & Shirley in the Army” e “Mork & Mindy/Laverne & Shirley/Fonz Hour”. O sucesso também permitiu a Penny negociar nova função na atração, fazendo sua estreia como diretora. Ela comandou quatro episódios, e quando a série acabou resolveu testar essa nova habilidade nos cinemas. Sua estreia como cineasta aconteceu com a comédia “Salve-me Quem Puder” (1986), estrelada por Whoopy Goldberg. Mas foi o filme seguinte, “Quero Ser Grande” (1988), em que uma criança virava Tom Hanks, que a fez ser levada a sério como diretora. “Quero Ser Grande” virou um das comédias mais bem-sucedidas dos anos 1980 e o primeiro filme dirigido por uma mulher a arrecadar mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos. Seu terceiro trabalho como cineasta, o drama “Tempo de Despertar” (1990), estrelado por Robin Williams e Robert DeNiro, foi o segundo longa dirigido por uma mulher a receber indicação ao Oscar de Melhor Filme. Ela voltou a trabalhar com Tom Hanks em “Uma Equipe Muito Especial” (1992), uma das primeiras comédias feministas de sucesso, sobre a formação da liga feminina de beisebol nos EUA. No elenco, estavam Geena Davis, Madonna e Rosie O’Donnell. A grande bilheteria inspirou a criação de uma série, que entretanto durou só uma temporada no ano seguinte. Apesar desse começo avassalador, ela só dirigiu mais três longas na carreira, “Um Novo Homem” (1994), com Danny DeVito, “Um Anjo em Minha Vida” (1996), com Whitney Houston, e “Os Garotos da Minha Vida” (2001), com Drew Barrymore. Depois disso, dirigiu produções televisivas, dublou animações e fez participações em séries. Seu papel favorito acabou sendo o dela mesma, uma diretora de cinema chamada Penny Marshall, que encarnou em episódios de “Bones” e “Entourage” e nos filmes “O Nome do Jogo” (1995) e “Noite de Ano Novo” (2011), este último dirigido por seu irmão. Seu último trabalho foi uma participação especial no remake de “The Odd Couple” em 2016, numa homenagem à primeira personagem marcante de sua carreira.

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  • Etc

    Quentin Tarantino sofre assalto em sua casa

    17 de dezembro de 2018 /

    O diretor Quentin Tarantino teve sua casa em Los Angeles invadida por ladrões na noite do último domingo (16/12). Segundo apurou o site TMZ, dois homens entraram na residência do cineasta por volta da meia-noite. O boletim de ocorrência obtido pelo site descreve que Tarantino ouviu algo estranho e foi ver o que aconteceu, chegando até a “confrontar” os ladrões. Os criminosos saíram correndo do local, mas levaram joias e outros objetos. A polícia acredita que a dupla entrou na casa após quebrar uma das janelas e está procurando por câmeras na casa vizinha para identificar quem invadiu a residência do cineasta.

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  • Etc,  Série

    GLOW vai virar revista em quadrinhos

    17 de dezembro de 2018 /

    Os fãs da série de comédia de luta livre “GLOW” vão ter a chance de acompanhar as Gorgeous Ladies of Wrestling muito antes da 3ª temporada da produção, que ainda não tem previsão de estreia na Netflix. Mas será numa versão de papel. A IDW Publishing anunciou a produção de uma minissérie de quadrinhos de quatro edições baseada no programa. A publicação contará uma história original sobre os personagens da série, mostrando o que acontece quando Ruth, Debbie e as demais integrantes de “GLOW” acabam acidentalmente marcando uma luta beneficente com lutadores reais. A revista em quadrinhos será supervisionada pelas co-criadores da série, Liz Flahive e Carly Mensch, com roteiro de Tini Howard (“Assassinistas”) e arte de Hannah Templer (“Jem and the Holograms”). “GLOW” estréia em quadrinhos em março.

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  • Etc,  Série

    Netflix contrata ex-presidente do maior canal da Disney para cuidar de suas séries

    17 de dezembro de 2018 /

    A Netflix continua sua guerra declarada contra a Disney com mais um golpe cirúrgico. A plataforma de streaming anunciou nesta segunda (17/12) a contratação de Channing Dungey, ex-presidente da rede ABC, principal canal de TV do conglomerado Disney. Seu cargo oficial é de Vice-Presidente de Conteúdo Original, o mesmo de Cindy Holland, com quem Dungey vai dividir a chefia da produção cada vez maior de programas originais da Netflix. “Channing é uma força criativa cujo gosto e talento lhe renderam a admiração de seus pares em toda a indústria”, disse o presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em comunicado. “Ela é uma pessoa que gosta de correr riscos e ter talentos para trabalhar com ela. Eu não poderia estar mais feliz em recebê-la na Netflix.” Dungey havia pedido demissão de seu cargo na ABC logo após a definição de que, com a compra da Fox, Dana Walden, ex-presidente da rede Fox, assumiria o chefia do departamento televisivo da Disney, ficando numa posição acima dela. Talvez fosse o cargo que ela queria. O fato é que não houve jeito de mantê-la no comando da rede de TV depois disso. Ela entrou para a Walt Disney Co. em 2004, após uma passagem bem-sucedida pelo estúdio de cinema da Warner, onde ajudou a desenvolver “Matrix”, e passou a maior parte de sua carreira na ABC – primeiro no ABC Studios e depois na rede ABC (ABC Entertainment). Como líder do departamento de produção da ABC Studios, ajudou a construir o império televisivo de Shonda Rhimes a partir do zero, com um papel fundamental no desenvolvimento de “Scandal” e na escalação de Kerry Washington. Com sua promoção à presidente da ABC em 2016, Dungey se tornou a primeira mulher negra a comandar uma grande rede de TV dos EUA. Sua contratação na Netflix acontece após a plataforma ser criticada pela falta de diversidade de seus executivos. E após a demissão de seu principal porta-voz, Jonathan Friedland, em decorrência de comentários racialmente “insensíveis” dirigidos à sua equipe. Na Netflix, Dungey vai reencontrar antigos conhecidos. Em função do clima bélico entre a plataforma e a Disney, Sarandos fechou contrato de exclusividade com vários criadores de conteúdo que fizeram carreira na ABC, como a própria Shonda Rhimes (criadora também de “Grey’s Anatomy”) e Kenya Barris (“Black-ish”). Esta estratégia é tanto retaliação quanto prevenção. A Disney se antecipou ao anunciar que tiraria todo o seu conteúdo da Netflix em 2019, com o lançamento de sua própria plataforma de streaming, o que fez a Netflix aumentar sua produção de originais. Sabendo que perderia séries da ABC, tratou de contratar os criadores dessas séries para desenvolver conteúdo exclusivo para o streaming. O mesmo movimento justificou a contratação de Ryan Murphy (“American Horror Story”) da Fox, após a Disney comprar esse estúdio. A Netflix também está cancelando as séries que coproduzia com a Disney, como as atrações da Marvel “Demolidor”, “Punho de Ferro” e “Luke Cage”, ao mesmo tempo em que desenvolve um relacionamento melhor com o futuro rival Warner Media (que também tem planos de lançar sua própria plataforma) para o licenciamento de séries dos super-heróis da DC Comics e investe na criação de suas próprias revistas em quadrinhos, com o acordo com Mark Millar (“Kingsman”, “Kick-Ass”) e sua Millarworld. Por curiosidade, Channing Dungey é a segunda executiva de grande rede de TV americana contratada para comandar a produção de conteúdo de uma plataforma de streaming. Em fevereiro, Jennifer Salke trocou a rede NBC pela chefia do departamento de séries e filmes do Amazon Studios.

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    Atriz de Orange Is the New Black acusa Geoffrey Rush de assédio sexual

    17 de dezembro de 2018 /

    A estrela australiana Yael Stone, que interpreta Lorna Morello na série “Orange Is the New Black”, acusou o ator Geoffrey Rush (da franquia “Piratas do Caribe” e “O Discurso do Rei”) de abuso sexual em uma entrevista para o canal ABC de seu país. Ela se manifestou após outras acusações sobre o comportamento de Rush, que vieram à tona no ano passado, começaram a perder força, com a vitória do ator num processo de difamação. Stone diz ter enfrentado assédio constante de Rush quando os dois contracenaram em uma produção teatral de “O Diário de um Louco”, em 2010 e 2011, afirmando que ele dançou nu na frente dela, usou um espelho para assisti-la tomar banho e lhe enviou mensagens de texto eróticas. A atriz alegou que o comportamento de Rush a deixou desconfortável e a fez odiar a atuação. Na época, tinha 25 anos e Rush estava com 59. Em sua entrevista, ela justificou não ter revelado o assédio anteriormente porque temia que as leis de difamação da Austrália a colocassem em problemas legais e financeiros. “Sempre que as mulheres falam particularmente sobre questões como essa, suas carreiras geralmente sofrem”, disse Stone. “Eu considerei isso em meus cálculos e, se isso acontecer, acho que valeu a pena”, acrescentou. Em uma declaração dada ao jornal New York Times, Rush negou as alegações dizendo que eles “estão incorretas e, em alguns casos, tiradas completamente fora de contexto”. No ano passado, Rush também negou comportamento inapropriado durante uma montagem australiana da peça “Rei Lear” de Shakespeare. A Companhia de Teatro de Sydney revelou ter recebido denúncias de má conduta do ator, durante a produção. Documentos judiciais afirmam que o ator Rush se comportou como um “pervertido” e se envolveu em “comportamento sexualmente predatório” durante a produção teatral, encenada em 2015. Após esse escândalo vir à tona, Geoffrey Rush renunciou ao cargo de presidente da Academia Australiana de Cinema e Televisão (AACTA). Mas ele venceu um processo por difamação na justiça australiana contra o jornal The Daily Telegraph, que publicou as alegações iniciais. Em março, o tribunal federal da Austrália descartou grande parte das alegações da defesa, alegando que faltavam detalhes.

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  • Etc

    Cão famoso do cinema é clonado na China

    17 de dezembro de 2018 /

    A primeira celebridade do mundo do entretenimento foi clonada na China. O cão Juice, que estrelou dezenas de filmes e produções da televisão chinesa, entre eles o sucesso cinematográfico “A Loner” (2017), ganhou um clone, chamado de Little Juice. O cachorro original, também conhecido como Guozhi em mandarim, é um vira-latas de nove anos, que foi castrado quando ainda era filhote e não poderia se reproduzir de outra forma. Vendo sua fonte de rendas ameaçada, seu dono, o treinador de animais He Jun, procurou a Sinogene, primeira empresa de biotecnologia chinesa a oferecer serviços de clonagem de animais de estimação. A Sinogene ficou conhecida em maio do ano passado, quando clonou com sucesso um beagle editado geneticamente. “Descobrimos que cada vez mais donos de animais de estimação querem que eles os acompanhem por um período de tempo ainda maior”, disse o diretor-executivo da Sinogene, Mi Jidong, ao lançar os serviços de clonagem comerciais após a experiência bem-sucedida. Não é um serviço barato – os custos giram em torno de US$ 76,7 mil. Mas compensa no caso de Juice. Para cloná-lo, a Sinogene colheu amostras de pele do abdômen inferior do cão, isolou seu DNA e fertilizou um óvulo, que foi inserido cirurgicamente no útero de uma cadela beagle. O irmão gêmeo clonado tem atualmente dois meses de idade e boa saúde. Apesar de ainda estar em seus estágios iniciais, o serviço de clonagem de animais na China avança rapidamente porque, comparada com empreendimentos semelhantes no Ocidente, enfrenta um número relativamente menor de barreiras regulatórias. Embora a China tenha regulamentos sobre o uso de animais em pesquisas de laboratório, não existem lei que abordam explicitamente a clonagem de animais. No início deste ano um laboratório de Xangai produziu os primeiros clones de macacos do mundo e, em um caso mais controverso, He Jiankui, da Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul da China, afirmou ter usado tecnologia de edição genética para alterar os genes embrionários de duas gêmeas.

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    Ex-modelo revela ter sido amante de Woody Allen aos 16 anos de idade

    17 de dezembro de 2018 /

    A ex-modelo Christina Engelhardt revelou à revista The Hollywood Reporter que escondeu por mais de 40 anos seu envolvimento com o cineasta Woody Allen, que começou quando ela tinha apenas 16 anos de idade. O relacionamento começou 1976. Fã dos filmes de Allen, ela avistou o cineasta de longe num restaurante e decidiu deixar em sua mesa um bilhete: “Você já assinou autógrafos demais, então aqui está o meu”, dizia. Ao lado da assinatura, incluiu seu número de telefone. Aos 41 anos na época, Allen ligou para o número no bilhete e começou um caso secreto com a modelo. Ele nunca perguntou a idade dela, segundo Engelhardt, mas sabia que ela ainda estava no ensino médio e morava com a sua família. Os termos do envolvimento dos dois também eram controlados por Allen – e ela pouco resistiu às suas regras. “Eu só queria agradar. Como ele era um diretor famoso, eu tinha um sentimento de quase devoção em relação a ele”, conta. O cineasta proibia discussões sobre o seu trabalho quando os dois estavam juntos, e exigia que eles só se encontrassem em seu apartamento em Nova York, com as cortinas sempre fechadas. “A vista do Central Park provavelmente era linda, mas eu nunca a vi”, comenta a modelo. Após pouco mais de um ano de relacionamento, Allen começou a trazer outras mulheres para os encontros dos dois. Quando completaram quatro anos, ele a apresentou a sua nova namorada: a atriz Mia Farrow, com quem ele subsequentemente se casaria. “Eu me senti enjoada. Eu não queria estar lá [no quarto com os dois], mas não tinha coragem de ir embora. Ir embora significaria que tudo isso estaria acabado. Olhando para trás, eu sei que era disso que eu precisava, mas não ter Woody na minha vida parecia absurdo naquela época”, ela escreveu em seu diário, entregue à THR. Engelhardt diz que sempre foi evidente que Farrow estava fazendo aquilo a pedidos de Allen, e não por sua própria vontade. Mesmo assim, as duas desenvolveram uma amizade, bastante influenciada pela paixão de ambas por animais e astrologia. Relembrando o escândalo que Allen enfrentaria anos mais tarde, quando foi revelado o seu caso com a filha da atriz, Soon-Yi Previn (agora esposa do cineasta), Engelhardt comenta: “Eu me senti mal por Mia. Woody tinha tudo o que poderia querer. Ele precisava tirar algo de Mia?”. “Ele treinou Mia, fez com que ela aguentasse tudo o que ele queria fazer. E depois fez isso. Foi um total desrespeito”, completa. A ex-modelo também acredita ter inspirado “Manhattan”, lançado por Allen em 1979, em que o personagem interpretado pelo diretor se envolve com uma aspirante a atriz adolescente interpretada por Mariel Heminghway. Engelhardt percebeu os paralelos nas primeiras cenas. “Eu chorei durante toda a sessão. Foi como se todos os meus piores medos viessem à superfície. Era assim que ele se sentia sobre mim? Nós dividimos uma conexão tão forte, desde o começo, e aqui estava essa interpretação de mim para todos os críticos de arte verem e desconstruírem”, comentou. Engelhardt deixou Allen e viajou à Europa nos anos 1980, onde se tornou amiga do cineasta Federico Fellini, um dos ídolos de seu ex-amante. Nesse período, virou atriz e apareceu em alguns filmes B italianos, dos quais o mais famoso é “Demonia” (1990), de Lucio Fulci. Atualmente trabalhando como astróloga, ela diz que não quer “derrubar” Allen com sua história. Mas prepara, claro, um livro/roteiro sobre seu relacionamento com o cineasta, que já está listado em seu site oficial. “O que me fez falar sobre isso é que eu sabia que poderia prover uma nova perspectiva. Eu estou contando a minha história. A história que me moldou. Não tenho arrependimentos”, completa.

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    Astros de Revenge se casam na vida real

    17 de dezembro de 2018 /

    O final feliz que faltou na série “Revenge” aconteceu neste fim de semana na vida real. Emily VanCamp e Josh Bowman, que se casaram na série como parte da vingança da personagem de Emily, celebraram um matrimônio verdadeiro nas Bahamas. O casal começou a namorar durante as gravações da série, enquanto seus personagens manifestavam ódio um pelo outro – após o plano de Emily ser desmascarado. Mas se essa história acabou mal na ficção – Bowman saiu antecipadamente da produção, devido à morte de seu personagem – , rendeu um desfecho diferente para os atores. Juntos há sete anos, o casal anunciou o noivado no final do ano passado e finalmente oficializou a união no sábado (15/12), diante da família e amigos. Neste domingo, eles compartilharam fotos do casamento em suas contas no Instagram. “Quando duas almas gêmeas se encontram, o resultado é amor eterno”, escreveu Bowman ao lado de uma foto da celebração. Após o final de “Revenge” em 2015, Bowman estrelou a série “Time After Time”, que foi cancelada na 1ª temporada, enquanto VanCamp apareceu como Sharon Carter em “Capitão América: Guerra Civil” e atualmente integra o elenco da série “The Resident”. Visualizar esta foto no Instagram. When two soul mates meet, the result is eternal love. ❤?? #joshbowman #emilyvancamp #bowcamp #truelove #weddingbowcamp #happines #love Uma publicação compartilhada por Josh Bowman ?? (@joshbowmanbr) em 16 de Dez, 2018 às 6:12 PST Visualizar esta foto no Instagram. Thank you to all of our friends and family who made their way to celebrate with us! We are eternally grateful. And to @lelarose and your incredible team for creating my dream dress… Thank you times a million ??? ? @charliedailey Uma publicação compartilhada por Emily VanCamp (@emilyvancamp) em 16 de Dez, 2018 às 5:32 PST Visualizar esta foto no Instagram. 12.15.18 ❤️ Uma publicação compartilhada por Emily VanCamp (@emilyvancamp) em 16 de Dez, 2018 às 5:20 PST

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  • Etc

    Chris Pratt oficializa namoro com filha de Arnold Schwarzenegger

    16 de dezembro de 2018 /

    O ator Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia” oficializou seu namoro com Katherine Schwarzenegger no Instagram. Ele postou uma colagem de fotos do relacionamento em sua página para comemorar o aniversário de 29 anos da namorada. Veja abaixo. “Feliz aniversário, chefe! Seu sorriso sempre ilumina os lugares. Aprecio nosso tempo juntos. E agradeço a Deus por colocar você na minha vida”, escreveu o ator ao lado da montagem. Pratt, que encerrou seu casamento com a atriz Anna Faris (série “Mom”) em agosto do ano passado, passou a ser visto em clima de romance com a herdeira de Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) desde julho deste ano. Os dois foram vistos se beijando pela primeira vez em agosto, ao irem numa lanchonete com o filho de Pratt, Jack. Mas nenhum deles tinha comentado o relacionamento publicamente. Filha mais velha do ator e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger e da jornalista Maria Shriver, Katherine é escritora e já atuou como apresentadora convidada em vários programas da TV americana. Visualizar esta foto no Instagram. Happy Birthday Chief! Your smile lights up the room. I’ve cherished our time together. Thrilled God put you in my life. Thankful for the laughs, kisses, talks, hikes, love and care.♥️??? Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt) em 13 de Dez, 2018 às 5:32 PST

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  • Etc

    Ator de Cidade de Deus vira motorista de Uber e descoberta viraliza

    16 de dezembro de 2018 /

    Uma usuária do aplicativo de transportes Uber foi surpreendida ao utilizar o serviço na última quarta-feira (12/12) e se deparar com um motorista conhecido. A usuária de 19 anos publicou no Twitter uma foto com o motorista. Ninguém menos que ator Alexandre Rodrigues, que viveu o personagem Buscapé em “Cidade de Deus” (2002). Para quem não lembra, Buscapé era um dos protagonistas do longa de Fernando Meirelles, que se torna fotógrafo e registra as imagens do traficante Zé Pequeno. “Mano! acabei de pegar um Uber com o Buscapé de ‘Cidade de Deus’”, escreveu a jovem e a publicação viralizou. Após ultrapassar os 25 mil comentários, a nova profissão de Alexandre Rodrigues virou assunto na imprensa. Em entrevista para o jornal O Globo, ele comentou que sempre tira fotos com os passageiros que o reconhecem, mas não imaginava que alguma pudesse ter tanta repercussão. “Costumo dizer que nem a novela teve essa repercussão toda. O Brasil inteiro ficou assim por causa de uma foto que eu tirei porque estou na Uber”, disse o artista, que também trabalhou na novela “O Outro Lado do Paraíso”, da Globo. Alexandre Rodrigues contou que não dá para sobreviver apenas como artista no Brasil, apesar do sucesso de “Cidade de Deus” dentro e fora do país – foi indicado a quatro Oscars em 2004. Por isso, decidiu dirigir para o aplicativo e tem conseguido sustentar a família com nove horas dirigindo por São Paulo, cidade onde mora há três anos. “Se eu tivesse alguma peça de teatro para poder dirigir, eu iria, mas só me sobrou o carro para dirigir”, brincou o ator. O ator pretende mostrar um pouco de sua rotina como motorista de aplicativo em suas redes sociais e valoriza seu trabalho honesto enquanto não se firma na carreira artística em São Paulo. Apesar disso, tem conseguido testes de personagens, o que tem deixado Alexandre esperançoso. “Eu, como um cidadão normal, procuro trabalhar e sustentar minha casa da forma mais digna possível. Como não estava aparecendo trabalho dentro da minha profissão, no que eu estudei para poder fazer minha vida quase toda, precisei fazer Uber, né? Fazer o quê. Preciso trabalhar. Quantos cidadãos, engenheiros, médicos, perdendo seus trabalhos e estão dirigindo dignamente no aplicativo? É uma coisa, para mim, muito simples”, afirmou. A história de Alexandre lembra o recente caso do americano Geoffrey Owens, que foi descoberto trabalhando como caixa de supermercado em setembro passado. Entretanto, a repercussão do caso foi bem diferente, já que começou como uma tentativa de humilhação do ator, perpetrada pela rede de notícias Fox News, o jornal Daily Mail e sites de fofoca. Conhecido pelo papel de Elvin Tibideaux, o marido da filha mais velha de Bill Cosby na série “The Cosby Show” entre 1985 e 1992, Owens foi ridicularizado por aparecer num uniforme sujo, atendendo clientes num mercadinho de Nova Jersey. Mas a cobertura causou comoção nacional. Após a notícia viralizar em sites de fofoca, diversos artistas famosos manifestaram-se em solidariedade a Owens e em protesto contra um novo tipo de bullying: “humilhação de trabalhador”. Detalhe: para aumentar o equívoco de julgamento, a reportagem foi ao ar na semana do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. O final dessa história foi que Owens recebeu diversas ofertas de trabalhos em séries e filmes. Agora é aguardar as cenas dos próximos capítulos de Alexandre. MANO!!!!!!!!!!!!! ACABEI DE PEGAR UM UBER COM O BUSCAPÉ DE CIDADE DE DEUS pic.twitter.com/tP9iC9hAhc — dunder mifflin this is pam (@nymphetaminnne) December 12, 2018

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    Dublê de Milla Jovovich processa produtores de Resident Evil 6 após perder o braço nas filmagens

    15 de dezembro de 2018 /

    A dublê Olivia Jackson, que sofreu um grave acidente durante as filmagens do sexto e último filme da franquia “Resident Evil”, está processando os produtores após ter perdido o braço. Jackson trabalhou como dublê em vários blockbusters de sucesso, como “Guardiões da Galáxia”, “Mad Max: Estrada da Fúria” e “Star Wars: O Despertar da Força”, e era a dublê oficial de Milla Jovovich durante as cenas mais arriscadas do último “Resident Evil 6: O Capítulo Final”. O acidente ocorreu durante uma filmagem de cena de perseguição de moto e quase resultou na morte da dublê. Ela chegou a ficar 17 dias em coma após ser arremessada da moto e colidir com o equipamento de filmagem. A dublê ainda sofreu lesões graves na coluna e teve ossos do rosto esmagados. Ela quer 2,2 milhões de euros como indenização, o que equivale a cerca de R$ 10 milhões. O dinheiro seria para compensar suas despesas com médicos e psicólogos e pelo prejuízo financeiro causado em sua carreira. Ela chegava a ganhar cerca de 20 mil euros por mês. Os produtores de “Resident Evil” ainda não fizeram comentários públicos sobre o caso. Em seu período de recuperação, Jackson recebeu apoio e carinho de atrizes com as quais já trabalhou, como a própria Milla Jovovich, Charlize Theron e Karen Gillian.

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    Processo revela que Weinstein usava sucesso de Jennifer Lawrence para assediar atrizes aspirantes

    15 de dezembro de 2018 /

    Uma nova acusação registrada na justiça de Los Angeles contra o produtor Harvey Weinstein nesta semana envolveu a atriz Jennifer Lawrence. No processo, a vítima que se identifica como uma atriz aspirante, afirma que Weinstein a assediou prometendo ajudar sua carreira em troca de sexo, como teria feito com a atriz da saga “Jogos Vorazes”. A mulher afirma que seu primeiro encontro com Weinstein foi no festival de Sundance, em 2013, quando ele a abordou no banheiro e se masturbou diante dela. No mesmo festival, durante uma sessão, ele teria a forçado a tocar seu pênis durante a exibição de um filme. Ela teria recebido promessas de Weinstein, como papéis em produções e reuniões. E, num novo encontro naquele mesmo ano, Weinstein a abordou em seu escritório, se ajoelhou em frente à ela e fez sexo oral, quando teria dito: “Eu dormi com a Jennifer Lawrence e olha onde ela está. Ela acabou de ganhar um Oscar”. Após ver seu nome envolvido no novo processo, a atriz Jennifer Lawrence se pronunciou, ressaltando que nunca teve qualquer relação sexual com Weinstein. “Meu coração fica partido por todas as mulheres que foram vítimas de Harvey Weinstein. Eu nunca tive nada além de uma relação profissional com ele. Este é mais um exemplo de táticas predatórias e mentiras para seduzir e enganar incontáveis mulheres”, ela disse, em comunicado. O produtor de Hollywood enfrenta atualmente um processo criminal em Nova York, que pode colocá-lo na cadeia. Ele responde por apenas uma fração das denúncias de assédio e abuso sexual que pesam contra ele, devido à prescrição dos crimes, que aconteceram ao longo de três décadas. O produtor foi citado por mais de 60 mulheres desde que o jornal The New York Times e a revista The New Yorker expuseram seu comportamento abusivo, dando origem ao movimento #MeToo e a uma onda de demissões de produtores abusivos, após a pressão das redes sociais decretar o fim do acobertamento desse tipo de atitude.

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