Demi Lovato decide vender a casa em que quase morreu de overdose
A cantora e atriz Demi Lovato resolveu colocar à venda a casa em que quase morreu, após sofrer uma overdose em 24 de julho. Segundo o site TMZ, o valor estipulado para a venda é de US$ 9,5 milhões (cerca de R$ 39,5 milhões). Localizada praticamente no topo de Hollywood Hills, a casa de luxo tem 515,3 m², com quatro quartos e cinco banheiros. Entretanto, há um detalhe que pode fazer os interessados pensarem duas vezes. Em janeiro de 2017, o imóvel correu risco de escorregar pela encosta das famosas colinas hollywoodianas, depois de o solo da propriedade ser afetado por tempestades. Na época, um deslizamento de terra chegou a cair sobre a garagem, comprometendo a encosta. O imóvel foi adquirido pela pop star em setembro de 2016 por US$ 8,3 milhões. Desde o incidente, ela ainda não retornou ao local. Um traficante se identificou em vídeo para o TMZ, afirmando que ter levado drogas para Demi, após ela lhe ligar às 4 da manhã. Quando ele saiu da residência, ela já estava desacordada. E só não morreu porque foi encontrada cedo por sua assistente, que imediatamente chamou os serviços de emergência. Demi Lovato passou dez dias internada no hospital, de onde saiu para uma clínica de desintoxicação.
Polícia recupera sapatinhos vermelhos de O Mágico de Oz roubados há 13 anos de um museu
Treze anos após serem roubados, os famosos sapatinhos vermelhos usados por Judy Garland no filme de “O Mágico de Oz” foram recuperados pelo FBI nos Estados Unidos. Os sapatinhos originais foram roubados do Judy Garland Museum, em Grand Rapids, no estado de Minnesota, que na verdade é a casa onde a atriz cresceu na infância, com pouca segurança. Mesmo assim, o caso chamou a atenção pela falta de pistas deixadas pelos ladrões, que evitaram as câmeras do local e foram cuidadosos para não deixar impressões digitais. Anos depois do roubo, ocorrido em 2005, a polícia anunciou uma recompensa de US$ 1 milhão para quem tivesse pistas sobre o paradeiro dos sapatinhos vermelhos. Dúzias de ligações foram recebidas pelos investigadores após o anúncio, mas nenhuma levou a algo concreto. Os sapatinhos eram propriedade de um colecionador particular, Michael Shaw, que os alugava para o museu e doava os milhares de dólares que cobrava da instituição para caridades diversas. Desde o roubo, alguns observadores do caso suspeitavam que o próprio Shaw tivesse armado o assalto, a fim de receber o dinheiro do seguro – em torno de US$ 800 mil. Detalhes da recuperação ainda estão sendo mantidos em sigilo. Em entrevista coletiva realizada nesta terça (4/9), o porta-voz do FBI afirmou que a investigação ainda não acabou e que a polícia está agora rastreando outros envolvidos no roubo e na recepção. A descoberta do paradeiro das peças teria sido feito após uma tentativa de extorsão, com suspeitos que buscavam obter dinheiro com informações sobre o paradeiro dos sapatinhos junto à empresa seguradora dos objetos. Judy Garland, que interpretou Dorothy Gale no clássico do cinema, usou meia dúzia de pares de sapatinhos vermelhos, supostamente de rubis, durante a produção do filme. Com eles nos pés, embarcou em sua jornada pela estrada de tijolos amarelos e, no final da história, bateu seus calcanhares três vezes para voltar para casa e imortalizar a frase “Não há lugar como o lar”. Os sapatinhos são amplamente considerados como uma das peças mais memoráveis da história do cinema americano, e estima-se que valem vários milhões de dólares. Além do par desaparecido, há outro par de sapatinhos de rubi sob a custódia do Smithsonian Museum, também nos EUA. E outro foi comprado recentemente por Leonardo DiCaprio e Steven Spielberg, que doaram a relíquia para a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que deve abrir seu próprio museu em 2019.
Amazon vira segunda empresa americana a valer US$ 1 trilhão
A Amazon se tornou nesta terça-feira (4/9) a segunda empresa americana a atingir US$ 1 trilhão em valor de mercado, um marco que atesta a transformação de um site de livraria online numa gigante do comércio eletrônico. No ano, os papéis da varejista acumulam alta de 75%, um adicional de US$ 435 bilhões em seu valor — aproximadamente o tamanho da rede de supermercados Walmart, por exemplo. Os lucros recordes aconteceram com negócios como a computação em nuvem e contra ameaças do presidente americano Donald Trump, cujo governo tem sido marcado por litígio com as grandes empresas de comunicação e entretenimento. “Eu expus minhas preocupações com a Amazon muito antes da eleição. Diferente de outros, eles pagam pouco ou nenhum imposto a governos estaduais e locais, usam nosso sistema postal como seu garoto de entregas [causando tremendo prejuízo aos EUA], e estão tirando muitos varejistas do negócio”, disse Trump em um publicação no Twitter em março. A Amazon começou em 1994 como uma livraria online na garagem de Jeff Bezos. Hoje, o empresário está com 54 anos e é o homem mais rico do mundo, de acordo com o ranking da revista Forbes. No ano passado, as vendas de lojas online da empresa chegaram a US$ 108 bilhões. Mas a Amazon foi lentamente deixando de ser apenas um site para compras. Ela entrou no negócio da produção de dispositivos eletrônicos, como o Kindle, leitor de livros digitais que apontou uma carência no mercado, antes do lançamento do iPad da Apple. O negócio do Kindle acabou se provando bem diferente do imaginado, já que a oferta de livros digitais também abriu as portas para a exploração de outros nichos de conteúdo, levando a Amazon a criar uma locadora de filmes online e finalmente a investir em conteúdo próprio, produzindo filmes e séries para se tornar uma força no ascendente mercado de streaming. Não por acaso, a primeira empresa a atingir US$ 1 trilhão de valor de mercado nos EUA, a Apple (marca atingida no mês passado) também está investindo em conteúdo para lançar a sua plataforma de streaming para séries. Nos últimos meses, a Amazon também adquiriu a cadeia de supermercados Whole Foods Market — com cerca de 470 lojas físicas —, fazendo o caminho inverso dos negócios modernos. Isto é, indo do mundo virtual para o real. A varejista trabalha ainda em um serviço de entrega para competir com a FedEx e a United Parcel Service, os correios privados americanos. Os recordes conquistados por Amazon e Apple também demonstram a crescente influência das empresas de tecnologia na economia americana. E alguns analistas preveem que a Amazon logo ultrapassará a Apple como a maior empresa dos EUA.
Gloria Jean (1926 – 2018)
A atriz Gloria Jean, que estrelou diversos musicais dos anos 1940, morreu na sexta-feira (31/8) por complicações da pneumonia, aos 92 anos de idade. A confirmação aconteceu apenas nesta terça. Ela foi lançada no cinema como atriz mirim aos 13 anos, no papel-título de “Traquina Querida” (1939), primeiro de muitos musicais que estrelou para a Universal. Treinada em canto clássico, logo se destacou no gênero, tornando-a uma das estrelas do estúdio. Os tradutores brasileiros tentaram até forçar uma “continuação” de seu primeiro sucesso, batizando um de seus filmes seguintes de “Traquina Enamorada” (1943), mas a produção não tinha nada a ver com o musical anterior. De todo modo, este longa se destacou por mostrar que a menina tinha crescido e já podia namorar. Antes disso, ainda viveu a filha adotiva de Bing Crosby em “Se Fosse Eu” (1940), a filha de Robert Stack em “Um Pedacinho do Céu” (1940) e foi escolhida pessoalmente pelo comediante W.C. Fields para coestrelar seu último filme como protagonista, “Never Give a Sucker an Even Break” (1941), como sua sobrinha. Ao lado de Donald O’Connor e Peggy Ryan, Jean estrelou uma série de comédias musicais juvenis bastante populares com o público americano, incluindo “Regresso Retumbante” (1942), o mencionado “Traquina Enamorada” (1942) e “Epopeia da Alegria” (1944). “Os Mistérios da Vida”, de 1943, deveria ser a sua estreia dramática, mas sua performance, na pele de uma garota cega, despertou ciúmes das estrelas. Ela estava roubando cenas dos grandes astros do elenco, como Edward G. Robinson e Barbara Stranwyck. Como resultado, sua participação foi cortada e relançada em outro filme, “O Milagre da Fé” (1944), que não fez tanto sucesso. Ela ainda se destacou no musical “Copacabana” (1947), ao lado de ninguém menos que Groucho Marx e Carmen Miranda. Mas após completar 30 anos, como acontecia com muitas estrelas da época, os estúdios passaram a considerá-la muito “velha” para estrelar musicais leves e não conseguiam vê-la em outros papéis, já que sempre lhe escalaram num mesmo tipo de personagem, como a garotinha levada e, mais tarde, romântica. Sua carreira praticamente acabou na década de 1950, embora ela perdurasse alguns anos fazendo pequenos papéis em séries, até se despedir do cinema na comédia “O Terror das Mulheres” (1961). Jerry Lewis tinha descoberto que ela estava trabalhando como hostess do restaurante taitiano de Studio City, em Hollywood, e a contratou para esse último trabalho. Entretanto, o ator, que também dirigiu o longa, acabou removendo todas as cenas da atriz, deixando-a apenas em aparições de fundo, como figurante sem falas. Um final triste para quem tinha uma das vozes mais belas dos musicais americanos. Um ano depois, Jean se casou com Franco Cellini em 1962, mas ele se tornou um marido ausente e um pai distante para Angelo, único filho da atriz. O rapaz morreu no ano passado e ela passou os seus últimos anos no Havaí, na casa que pertencia ao filho.
Ator da série Cosby é humilhado pela Fox News ao ser flagrado trabalhando num supermercado
O ator Geoffrey Owens, que ficou conhecido como Elvin Tibideaux, o marido da filha mais velha de Bill Cosby na série “The Cosby Show” entre 1985 e 1992, foi alvo de uma reportagem vergonhosa da Fox News, ao ser flagrado em seu trabalho atual, como caixa no mercadinho Trader Joe’s, em Nova Jersey. A notícia viralizou em sites de fofoca e tabloides, mas também rendeu um onda positiva de apoios nas redes sociais, com diversos artistas famosos atacando o canal identificado com a direita americana por inventar um novo tipo de bullying: “humilhação de trabalhador”. Detalhe: para aumentar o equívoco de julgamento da emissora, a reportagem foi ao ar na semana do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. A reportagem acabou dando nova visibilidade a Owens, que na verdade nunca deixou de exercer sua função principal, embora as participações em séries sejam esporádicas – de modo que ele precisa reforçar seus rendimentos. Convidado a aparecer no programa “Good Morning America” para falar sobre a repercussão do caso, o ator confessou que ficou “arrasado” pela forma como a imprensa retratou seu trabalhando no supermercado. Mas não demorou a se sentir melhor, graças ao apoio que recebeu de diversos atores, que saíram em sua defesa. Owens afirmou que aceitou o emprego no Trader Joe’s há 15 meses por causa da flexibilidade de horários, enquanto buscava outros empregos na área de atuação, direção ou ensino. “Espero que reavaliemos a ideia de que há um trabalho melhor do que o outro. Isso não é verdade”, afirmou Owens, reforçando que ninguém deveria sentir pena dele. “Tive uma ótima vida e uma ótima carreira. Tive uma carreira pela qual a maioria dos atores morreria”. Entre os diversos atores que saíram em sua defesa, Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”) contou no Twitter que varreu chão após trabalhar no humorístico “Saturday Night Live”. “Se necessário, eu faria de novo. Trabalho bom e honesto não é nada para se envergonhar”, afirmou. “Que notícia é essa?”, questionou Patricia Heaton (“Everybody Loves Raymond”), atacando a Fox. “Por que vocês estão tentando humilhar esse ator honrado e trabalhador? Vocês deviam se envergonhar”. O veterano James Woods (“O Ataque”) também se manifestou, ironizando o fato de que Owens está ganhando hoje mais do que Bill Cosby, o protagonista da série que ele estrelava na juventude. “Agora, talvez, algum diretor de elenco tome nota deste bom homem que engoliu o seu orgulho e está disposto a trabalhar”, completou. Vale lembrar que Bill Cosby foi condenado recentemente por abuso sexual e caiu em desgraça nos Estados Unidos. A Justiça ainda não decidiu a pena, mas ele pode pegar até 30 anos de prisão. Veja abaixo a reportagem do programa “Entertainment Tonight” que contextualiza a polêmica e resume a entrevista do ator.
João Paulo Adour (1944 – 2018)
O ator João Paulo Adour, que foi galã das novelas da Globo nos anos 1970, foi encontrado morto na segunda-feira (3/7) em sua casa, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. Vizinhos chamaram o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar ao sentirem um forte cheiro vindo de um apartamento e a morte foi constatada. Ele tinha 77 anos e morava sozinho. Adour começou sua jornada profissional pelo teatro e chegou a ganhar um prêmio da Associação Brasileira de Críticos como ator revelação de 1962. Depois de viajar pela Europa, voltou para fazer cinema, mas apareceu em apenas dois longa-metragens, como figurante em “Cara a Cara” (1967), de Julio Bressane, e coadjuvante em “As Sete Faces de um Cafajeste” (1968), de Jece Valadão. A estreia na TV aconteceu em seguida, na novela “Um Gosto Amargo de Festa” (1969), na rede Tupi. Mas a carreira só foi deslanchar após surgir na Globo na novela “A Ponte dos Suspiros”, de Dias Gomes, em 1969. De boa aparência, acabou se tornando “o preferido das menininhas”, como chegou a publicar a revista Amiga, após “Assim na Terra Como no Céu” (1970). Mas Adour não era só um bonitão. Sua experiência teatral agradava aos teledramaturgos mais importantes da época, o que lhe rendeu uma parceria importante com Dias Gomes, em novelas históricas como “Verão Vermelho” (1970), “Bandeira 2” (1971) e “O Bem-Amado” (1973), no qual interpretou Cecéu, o filho playboy e irresponsável de Odorico Paraguaçu, personagem icônico de Paulo Gracindo. O sucesso como Cecéu o fez emendar duas tramas mais adultas da emissora, integrando “Gabriela” (1975) e “O Grito” (1976), novelas das 22 horas. Mas logo depois foi deslocado para a faixa mais jovem, aparecendo em “Dona Xepa” (1977), “Olhai os Lírios do Campo” (1980) e “As Três Marias” (1980), na qual interpretou Afonso, noivo de Maria da Glória, uma das protagonistas, vivida por Maitê Proença. O que parecia uma carreira ascendente, porém, não foi muito adiante, rendendo apenas mais duas novelas na Globo, “Brilhante” (1981) e “Corpo a Corpo” (1984), ambas de Gilberto Braga e exibidas no “horário nobre” das 20h. Ele encerrou sua trajetória televisiva com um último trabalho na extinta Rede Manchete. Em “Novo Amor” (1986), de Manoel Carlos, o ator viveu Miguel, coadjuvante de pouca importância na trama.
Ladrões assaltam a casa da atriz Bella Thorne
A atriz Bella Thorne teve a casa assaltada na última semana. Segundo o site TMZ, ladrões invadiram a residência da estrela e roubaram pertences que valem um total de cerca de US$ 150 mil. De acordo com o site, a casa em Los Angeles já havia sofrido uma tentativa de invasão anterior. Há pouco mais de um mês, houve um ladrão chegou a quebrar uma janela. Mas a atriz estava em casa, e ele acabou fugindo. No fim de semana, ouve uma nova investida, desta vez bem sucedida. A diferença é que os assaltantes esperaram a atriz sair de casa. Novamente, os invasores quebraram o vidro de uma janela e entraram na casa. Eles foram registrados em ação pelas câmeras de segurança, mas estavam com os rostos cobertos com bandanas e não puderam ser identificados pelas imagens. Os bandidos usaram malas da própria Bella para levarem objetos, entre eles joias personalizadas, roupas e bolsas. A forma como o crime foi cometido lembra cenas do filme “Bling Ring: A Gangue de Hollywood” (2013), por sua vez inspirado numa onda de assaltos de casas de celebridades. Ex-estrela do Disney Channel, Bella Thorne será vista a seguir em “Assassination Nation”, sensação do último Festival de Sundance, que estreia em 21 de setembro nos Estados Unidos.
Dave Bautista diz que não se importa se também for demitido de Guardiões da Galáxia
O ator Dave Bautista, intérprete de Drax em “Guardiões da Galáxia”, está na Inglaterra para divulgar o filme de ação “Refém do Jogo”, e tem aproveitado as entrevistas para protestar contra a forma como a Disney tratou James Gunn, que foi demitido de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” após a extrema direita dos Estados Unidos resgatar tuítes ofensivos de mais de uma década do diretor. “É uma conversa muito, muito amarga, porque eu não estou realmente feliz com o que eles fizeram com o James Gunn. Eles estão paralisando o filme, ele está suspenso indefinidamente. Para ser honesto com você, eu não sei mais se quero trabalhar com a Disney”, afirmou o ator, em entrevista ao programa de Jonathan Ross. No mesmo tom, ele afirmou que não se importa se suas afirmações o levarem a ser demitido. “Eu estou ciente de que meu posicionamento pode custar meu trabalho, que eu gosto muito, mas ao mesmo temo é uma questão de integridade, uma questão de lealdade”, explicou ao site Hey U Guys. “Eu já tentei ser mais seletivo sobre o que eu falo e a maneira com a qual eu falo. Eu não quero ser malvado ou desrespeitoso, mas ao mesmo tempo eu tenho que dizer o que está em minha cabeça e meu coração. Eu só tenho sido honesto. E se isso custar o meu emprego, acontece. Eu sempre digo que você não pode ameaçar um homem pobre com pobreza. Eu cresci pobre, e sei o que é isso. Não tenho medo de perder dinheiro, isto não significa nada para mim. Eu vou lutar em quintais na frente de 10 pessoas se precisar fazer isso para viver. Mas não serei flexível com a minha integridade”, completou. Bautista tem participação confirmada em “Vingadores 4”, que ele já filmou. A estreia deste filme está marcada para 2 de maio. Já “Refém do Jogo” chega ao Brasil em 8 de novembro. Veja o trailer aqui.
Elenco de Star Trek: A Nova Geração se reencontra para jantar e dá origem a rumores
Os astros de “Star Trek: A Nova Geração” se reuniram para um jantar na noite do domingo (2/8), e o encontro foi registrado pela atriz Marina Sirtis, a Deanna Troi da série e dos filmes, que compartilhou uma foto no Twitter. “A turma está toda aqui. Bom, a maioria dela, pelo menos”, escreveu Sirtis na legenda. A foto mostra a atriz ao lado dos colegas LeVar Burton (Geordi LaForge), Gates McFadden (Beverly Crusher), Patrick Stewart (Jean-Luc Picard), Brent Spiner (Data) e Michael Dorn (Worf). A única ausência sentida é a de Jonathan Frakes, intérprete de William Riker na série. Mas isto é porque ele ainda não deixou o universo de “Star Trek”. O astro está atualmente em Toronto, no Canadá, dirigindo episódios de “Star Trek: Discovery”, nova série da franquia. Ele assina a direção de dois capítulos da 2ª temporada. O timing do encontro chama atenção, porque recentemente Patrick Stewart fechou contrato para reaparecer como o Capitão Picard numa nova série. Por isso, o jantar dos velhos amigos deu origem a muitos rumores a respeito da participação deles na produção. O projeto sobre Picard faz parte de uma expansão do universo de “Star Trek” com novas séries, que serão produzidas por Alex Kurtzman, um dos roteiristas dos filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013), além de cocriador de “Star Trek: Discovery”. Ainda sem título definido, a nova série não será um reboot da “Nova Geração”, mas uma continuação, centrada no “próximo capítulo da vida de Picard”. The gang’s all here. Well most of them anyway. #friendship #TNG pic.twitter.com/We8rwljHJ5 — Marina Sirtis (@Marina_Sirtis) 3 de setembro de 2018
Claire Danes e Hugh Dancy são pais pela segunda vez
O casal de atores Claire Danes (da série “Homeland”) e Hugh Dancy (de “Hannibal”), casados desde 2009, aumentaram sua família nesta semana. O agente dos atores revelou que Claire deu à luz a um menino na segunda-feira (27/8) em Nova York. O nome da criança não foi revelado, mas mãe e filho passam bem. Este é o segundo filho do casal. Eles já são pais de um menino de 5 anos, Cyrus Michael Christopher.
Hacker que vazou fotos íntimas de Jennifer Lawrence é condenado a oito anos de prisão
O hacker que roubou e vazou fotos de Jennifer Lawrence e outras celebridades nuas foi condenado a oito anos de prisão. Identificado como George Garofano, de 26 anos, o hacker invadiu a conta do iCloud de Lawrence e vazou parte do conteúdo na internet. Ele se declarou culpado do crime em abril, afirmando ter se passado por um membro da equipe de segurança da Apple para conseguir nomes de usuário e senhas. Após cumprir os oito anos em regime fechado, o juiz determinou que Garogano passará mais três sob supervisão da Justiça. Outras três pessoas já foram condenadas a penas que variam de 9 a 18 meses de prisão pelo escândalo de vazamento de fotos íntimas que tomou a internet em 2014. Além de Lawrence, outras celebridades como Kate Upton, Ariana Grande e Olivia Munn também tiveram imagens reveladas nos fóruns da deep web.
Atriz da série Plantão Médico é baleada e morta pela polícia de Los Angeles
A atriz Vanessa Marquez, que foi conhecida por interpretar a enfermeira Wendy Goldman na série “Plantão Médico” (E.R.), morreu na quinta-feira (30/8) baleada pela polícia de Los Angeles em sua própria casa. Há relatos conflitantes sobre o que teria acontecido, mas, segundo apurou o site The Hollywood Reporter junto às autoridades, oficiais do Departamento de Polícia de Pasadena responderam a um chamado do proprietário do apartamento em que Marquez morava, por volta do meio-dia, para realizar uma verificação de bem-estar. Quando os policiais chegaram ao local, Marquez estava tendo convulsões e um pedido por pessoal médico adicional foi enviado. Mas a partir daí ela teria se recusado a cooperar e, segundo a polícia, parecia estar sofrendo de problemas psicológicos. Um médico da Saúde Mental do Condado de Los Angeles também foi despachado para o local. A polícia e o médico conversaram com Marquez por cerca de 90 minutos, quando ela supostamente pegou uma arma e apontou para os policiais. Em resposta à esta ação, foi baleada e morta. As autoridades afirmam que apenas mais tarde descobriram que o revólver era uma arma de brinquedo. Esta narrativa dos fatos é a versão oficial da polícia. Vanessa Marquez tinha 49 anos e participou das três primeiras temporadas de “Plantão Médico”, entre 1994 e 1997. Durante o início do movimento #MeToo, em outubro do ano passado, ela acusou o ator Eriq La Salle de assediá-la no set da série e o astro George Clooney de causar sua demissão após vê-la reclamando de comentários racistas e machistas da equipe. O ator respondeu às acusações dizendo que não se lembrava do ocorrido. Antes de despontar em “Plantão Médico”, Marquez apareceu em episódios de “Seinfeld”, “Melrose” e “O Homem da Máfia”, além de filmes do período, como “O Preço do Desafio” (1988), “Marcados Pelo Sangue” (1993) e “Maniac Cop 3: O Distintivo do Silêncio” (1993). Natural de Los Angeles, a atriz teve dificuldades de seguir a carreira após sair da série médica. Ela alegava que Clooney a tinha colocado na lista negra dos produtores de Hollywood. Desde então, ela só conseguiu seis papéis, dois deles em curtas. Seu último trabalho relevante foi o drama indie “Shift”, lançado em 2013.
Academia Brasileira de Letras elege Cacá Diegues como novo imortal
A Academia Brasileira de Letras anunciou nesta quinta-feira (30/1) que o cineasta Cacá Diegues, de 78 anos, foi eleito novo imortal. Ele assumirá a cadeira número 7, no lugar de outro diretor originário do Cinema Novo, Nelson Pereira dos Santos, morto em abril, aos 89 anos, após lutar contra um tumor no fígado. “Crítico refinado, diretor reconhecido além fronteiras. Sua entrada é uma homenagem ao saudoso Nelson Pereira dos Santos, de quem foi amigo, através das novas lentes que ambos construíram para ver mais longe a nossa realidade”, afirmou o Presidente da ABL, escritor Marco Lucchesi. Segundo o comunicado, Cacá Diegues recebeu 22 votos dos 24 acadêmicos presentes e mais 11 que votaram por cartas – três se ausentaram por motivo de saúde. A cadeira 7 teve como ocupantes anteriores Valentim Magalhães (fundador), Euclides da Cunha, Afrânio Peixoto, Afonso Pena Júnior, Hermes Lima e Pontes de Miranda. Cacá Diegues é um dos grandes nomes do cinema brasileiro desde os anos 1960. Seus filmes já concorreram em três ocasiões à Palma de Ouro, no Festival de Cannes, e incluem clássicos como “Cinco vezes Favela” (1962), “Ganga Zumba” (1963), “Joana Francesa” (1973), “Xica da Silva” (1976), “Chuvas de Verão” (1978) e “Bye Bye Brasil” (1979). Recentemente, ele voltou à Cannes para fazer a première mundial de seu novo filme, “O Grande Circo Místico” (2018), que estreia em 15 de novembro nos cinemas brasileiros. Havia uma grande expectativa de que a cadeira fosse assumida por Conceição Evaristo, o que faria dela a primeira mulher negra a entrar para a ABL. Embora tenha existido uma mobilização nas redes sociais e uma campanha na internet com 25 mil assinaturas, a autora de “Ponciá Vivêncio” recebeu apenas um voto dos acadêmicos. No Twitter, o nome da autora e da Academia Brasileira de Letras ficaram entre as primeiras posições do trending topics, ranking dos assuntos mais comentados na plataforma. Muitos criticaram o fato de Conceição ter recebido apenas um voto, “sem desmerecer o trabalho de Cacá Diegues”, como chegou a escrever um usuário da rede social.












