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    Garota da água vira maior meme do Globo de Ouro 2019

    7 de janeiro de 2019 /

    Uma jovem desconhecida de vestido azul acabou se tornando a pessoa mais fotografada do tapete vermelho 2019. Kelleth Cuthbert roubou a cena ao aparecer no fundo de inúmeras fotos de famosos, durante a premiação que aconteceu na noite de domingo (6/1) em Los Angeles. Em todas as imagens, ela pode ser vista segurando uma bandeja com garrafinhas da marca oficial de águas do Globo de Ouro. Sua aparição nas fotos não foi casual. Mais que um papagaio de pirata, ela era uma modelo contratado para propaganda das águas. A agência responsável pelas fotografias oficiais do Globo de Ouro deveria clicar as celebridades e incluir a modelo ao fundo. E depois distribuir as imagens para a imprensa e redes sociais. O trabalho logo transformou Kelleth Cuthbert numa meme-celebridade, gerando uma série de posts com as imagens em que ela aparece fazendo sombra a Dakota Fanning, Jim Carrey, Richard Madden e Judy Greer, entre tantos outros. Em seu Instagram, Kelleth Cuthbert se divertiu com o fato. “Morta”, escreveu ela ao mostrar o print de uma das notícias que citava seu nome. Em outro post, ela compartilhou uma foto com o logo do Globo de Ouro e escreveu: “Não é a pior maneira de passar um domingo…”. Na hashtag, usou o apelido que a deixou conhecida: garota da água. Visualizar esta foto no Instagram. Not the worst way to spend a Sunday… #goldenglobesfijigirl #fijiwatergirl Uma publicação compartilhada por Kelleth Cuthbert (@kellethcuthbert) em 6 de Jan, 2019 às 5:25 PST

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  • Etc,  Filme,  Série

    Globo de Ouro 2019 consagra “filme sem diretor” Bohemian Rhapsody

    7 de janeiro de 2019 /

    Ah, o Globo de Ouro. Sem decepcionar, o prêmio dos 80 membros da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood foi mais Globo de Ouro que nunca em 2019. Premiou um musical como Melhor Filme de Drama. E um drama como Melhor Comédia ou Musical. Como bônus, Bill Murray ainda subiu no palco com um copo de bebida para dizer que o ponto alto da cerimônia, realizada na noite de domingo (6/1) em Los Angeles, foi o álcool. Vencedor do Festival de Toronto, “Green Book – O Guia” foi o longa mais premiado da noite com três troféus: Melhor Ator Coadjuvante para Mahershala Ali, Melhor Roteiro e Melhor Filme de Comédia ou Musical. E ao fazer seu longo discurso final de agradecimento, o cineasta Peter Farrelly se vingou dos organizadores que o impediram de agradecer seu prêmio de Roteiro, mandando a orquestra parar de tocar para não interromper seu texto. Já a vitória dupla de “Bohemian Rhapsody” com os prêmios de Melhor Ator para Rami Malek, que interpretou o cantor Freddie Mercury, e de Melhor Drama pela história musical da banda Queen, trouxe para o centro da sala o elefante mais vistoso da premiação, que todos pretenderam ignorar. E olha que o produtor Graham King quase chutou o elefante, ao mandar um agradecimento “para todos que esqueci”. Os envolvidos com “Bohemian Rhapsody” lembraram de esquecer que o filme teve diretor(es). Nenhum agradecimento, reclamação, menção foi feita ao cineasta Bryan Singer, demitido nas filmagens, nem a seu substituto Dexter Fletcher. Como se direção fosse detalhe numa produção cinematográfica. Acusado de abuso sexual de menor num processo na Justiça americana, Singer foi parar debaixo do manto de invisibilidade. Mas o motivo de sua demissão teria sido outro, após sumir durante as filmagens, poucos dias antes da nova acusação vir à público. Em tom discordante, outro destaque da noite foi “Roma”, que levou o cineasta Alfonso Cuarón duas vezes ao palco, para receber os troféus de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Diretor. Enquanto “Bohemian Rhapsody” se provou um filme envergonhado de seu diretor, “Roma” jogou seus holofotes sobre o cineasta responsável por sua realização. Com direito a bis. Um contraste digno de nota. “Vice”, “A Esposa” e “A Favorita” renderam troféus para seus Melhores Atores: Christian Bale, que lembrou de agradecer aos maquiadores e ao diabo pelo prêmio, Glenn Close, que fez um discurso sobre empoderamento aplaudido de pé, e Olivia Colman, que não parou de rir. Bill Murray explica. Para completar a seleção cinematográfica do Globo de Ouro, ainda teve troféu para Regina King como Melhor Coadjuvante por “Se a Rua Beale Falasse”, para a animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, para a trilha de Justin Hurwitz em “O Primeiro Homem” e para a música “Shallow”, de Lady Gaga, no filme “Nasce uma Estrela”. Os prêmios de “Roma” trouxeram a marca Netflix para a temporada de premiações. Mas ninguém disse mais vezes o nome do serviço de streaming quanto o produtor Chuck Lorre, que agradeceu seis vezes a plataforma em seu discurso, ao vencer o Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia por “O Método Kominsky”. A série também premiou o ator Michael Douglas. “A Maravilhosa Sra. Maisel” rendeu o Globo de Ouro para a atriz Rachel Brosnahan, consolando a Amazon. Além de “O Método Kominsky”, “O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story” foi uma das raras séries a ser agraciada mais de uma vez, vencendo como Melhor Série Limitada (ou Telefilme, supostamente), além de render reconhecimento ao desempenho de Darren Criss como Melhor Ator do formato. O Globo de Ouro também lembrou de “The Americans”, que exibiu sua temporada final em 2018. Nunca antes sequer indicada como Melhor Drama, venceu a categoria em sua primeira e última disputa. Já os prêmios de interpretação dramática superestimaram Richard Madden, por “The Bodyguard”, e Sandra Oh, por “Killing Eve”. Por coincidência, ela também foi a apresentadora da cerimônia – ao lado de Andy Samberg. Confira abaixo a lista completa de todos os premiados do Globo de Ouro 2019.   CINEMA Melhor Filme – Drama “Bohemian Rhapsody” Melhor Filme – Comédia ou Musical “Green Book – O Guia” Melhor Ator – Drama Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Melhor Atriz – Drama Glenn Close (“A Esposa”) Melhor Ator – Comédia ou Musical Christian Bale (“Vice”) Melhor Atriz – Comédia ou Musical Olivia Colman (“A Favorita”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book – O Guia”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Melhor Diretor Alfonso Cuaron (“Roma”) Melhor Roteiro Peter Farrelly, Nick Vallelonga e Brian Hayes Currie (“Green Book – O Guia”) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz (“O Primeiro Homem”) Melhor Canção Original “Shallow” (“Nasce uma Estrela”) Melhor Animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” Melhor Filme Estrangeiro “Roma” (México) TV Melhor Série – Drama “The Americans” Melhor Ator de Série – Drama Richard Madden (“Bodyguard”) Melhor Atriz de Série – Drama Sandra Oh (“Killing Eve”) Melhor Série – Comédia ou Musical “O Método Kominsky” Melhor Ator de Série – Comédia ou Musical Michael Douglas (“O Método Kominsky”) Melhor Atriz de Série – Comédia ou Musical Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) Melhor Telefilme ou Série Limitada “O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Ator – Telefilme ou Série Limitada Darren Criss (“O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story”) Melhor Atriz – Telefilme ou Série Limitada Patricia Arquette (“Escape at Dannemora”) Melhor Ator Coadjuvante – Série ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série ou Telefilme Patricia Clarkson (“Sharp Objects”)

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    Franquia Alien ganha novos teasers misteriosos centrados na filha de Ripley

    6 de janeiro de 2019 /

    A conta oficial da franquia “Alien” no Instagram publicou mais dois vídeos misteriosos, após os posts que prometiam uma “expansão” do universo do famoso monstro da Fox para 2019. Desta vez, os teasers trazem muitas novidades. A principal é a confirmação de que o projeto será centrado em Amanda Ripley. A personagem é filha de Ellen Ripley (Sigourney Weaver) e apareceu pela primeira vez como a protagonista do videogame “Alien: Isolation”, de 2013. Ela teria sua história revelada na próxima publicação de quadrinhos “Alien: Resistance”. E também deve protagonizar um novo game. A Fox recentemente registrou o título “Alien: Blackout” para uso em jogos eletrônicos. Isto pode explicar porque os teasers trazem a hashtag #ReadPlayWatch: Read (ler) os quadrinhos, Play (jogar) o game. Mas a palavra Watch (assistir) ainda intriga os fãs, alimentando boatos de que uma série sobre os Aliens estaria sendo desenvolvida. Outra hashtag alude ao presente mês de janeiro. E isto se refere mesmo aos quadrinhos, que chegam às bancas (virtuais) americanas em 23 de janeiro. Por sinal, “Alien: Resistance” é o único projeto oficializado da franquia pela Fox. Até o momento. Visualizar esta foto no Instagram. Daughter. Rebel. Hero. Her story deserves to be told… . . . . . #Whois #AmandaRipley #ReadPlayWatch #Daughter #Rebel #Hero Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 4 de Jan, 2019 às 4:38 PST Visualizar esta foto no Instagram. 40 years ago, the Nostromo disappeared… In 2019, Amanda Ripley will uncover the secrets it left behind — no matter what. . . . . . #AmandaRipley #ReadPlayWatch #January Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 5 de Jan, 2019 às 12:19 PST

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    Bob Einstein (1942 – 2019)

    6 de janeiro de 2019 /

    Morreu o ator Bob Einstein, integrante da série “Curb Your Enthusiasm” (Segura a Onda), da HBO, e criador do personagem Super Dave Osborne. Ele tinha 76 anos e faleceu na quarta-feira (2/1), após ter sido diagnosticado com câncer. Einstein integrava o elenco de “Curb Your Enthusiasm” desde a 4ª temporada e deveria participar da 10ª, atualmente em produção, mas sua saúde o impediu de participar. “Nunca vi um ator curtir um papel como Bob ao interpretar Marty Funkhouser em ‘Curb'”, disse Larry David, criador e protagonista da série da HBO em comunicado. “Foi uma experiência incrível e inesquecível conhecer e trabalhar com ele. Estamos todos em estado de choque.” Apesar de mais lembrado pelo papel em “Curb Your Enthusiasm”, Einstein iniciou sua carreira como roteirista e venceu seu primeiro Emmy nesta função, pelo programa de variedades “The Smothers Brothers Comedy Hour”, no qual trabalhou com Steve Martin, em 1969. Ele também foi indicado ao Emmy como roteirista de “The Sonny e Cher Comedy Hour”, em 1972 e 1974, e “Van Dyke and Company”, em 1977, ocasião em que o programa estrelado por Dick Van Dyke foi considerado a Melhor Série de Comédia do ano. Em 1987, ele transformou um personagem de esquetes, que criou como roteirista de humorísticos da década de 1970, numa série própria. “Super Dave” durou cinco temporadas, em que Einstein encarnava o dublê atrapalhado do título, em busca da fama com desafios perigosos e com um talk-show televisivo. “Super Dave” também virou filme, lançado direto em DVD, “As Aventuras de Super Dave – O Dublê” (2000), além de uma minissérie, “Super Dave’s Spike Tacular”, em 2009. Como ator, Einstein ainda participou de “Roseanne”, “Anger Management” e “Arrested Development” e apareceu em filmes como “Treze Homens e um Novo Segredo” (2007) e “Romance Moderno” (1981), escrito, dirigido e estrelado por seu irmão mais novo, Albert Brooks.  

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    Estrelas de Bohemian Rhapsody assumem namoro na vida real

    5 de janeiro de 2019 /

    O ator Rami Malek, estrela do fenômeno “Bohemian Rhapsody”, assumiu o namoro com sua colega de elenco do filme, a atriz Lucy Boynton. Os dois vivem um casal nas telas, respectivamente Freddie Mercury e Mary Austin, para quem o cantor do Queen escreveu “Love of My Life”, apesar de se descobrir homossexual. Pois Malek quase recitou a letra da famosa música ao citar a atriz no agradecimento por um prêmio conquistado por sua interpretação, durante o Festival de Internacional de Cinema de Palm Springs. “Obrigado, Lucy Boynton. Você foi minha aliada, minha confidente, você é meu amor. Eu te amo muito“, declarou o ator, confirmando o relacionamento pela primeira vez em público. Os dois se conheceram durante as filmagens e já haviam sido visto juntos, andando abraçadinhos por Hollywood no ano passado, mas só agora o romance foi realmente confirmado. Antes de viver Freddie Mercury, Rami Malek era mais conhecido como protagonista da série “Mr. Robot” e como o faraó egípcio da franquia “Uma Noite no Museu”. Já Lucy Boynton foi revelada em outro filme musical, o maravilhoso “Sing Street”, de 2016, e ainda integrou o elenco grandioso de “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017).

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    PGA Awards: Produtores indicam Pantera Negra e Bohemian Rhapsody como Melhores Filmes do ano

    4 de janeiro de 2019 /

    O Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA, na sigla em inglês) anunciou nesta sexta-feira (4/1) os indicados à sua premiação anual de melhores trabalhos de cinema e TV, o PGA Awards. A premiação é considerada grande indicativo para o Oscar, já que os produtores fazem parte dos eleitores da Academia. Nessa década, os PGA Awards só divergiram duas vezes dos vencedores do Oscar: em 2016, quando o sindicato escolheu “A Grande Aposta” e o Oscar premiou “Spotlight: Segredos Revelados”, e em 2017, ocasião em que o PGA premiou “La La Land” e a Academia fez um papelão para anunciar “Moonlight” como vencedor. A lista de indicados à Melhor Filme do ano, por sinal, é bastante eclética, indo de super-heróis à terror, passando pelo novelão asiático, cinebiografia roqueira e até lembrando de incluir representantes daquela antiga categoria conhecida como “dramas de Oscar”. Os vencedores serão anunciados em 19 de janeiro, numa cerimônia em Los Angeles. Confira abaixo a lista dos indicados. Melhor Filme (Prêmio Daryl F. Zanuck) “Pantera Negra” “Infiltrado na Klan” “Bohemian Rhapsody” “Podres de Ricos” “A Favorita” “Green Book: O Guia” “Um Lugar Silencioso” “Roma” “Nasce Uma Estrela” “Vice” Melhor Documentário “The Dawn Wall” “Free Solo” “Hal” “Into the Okavango” “RBG” “Three Identical Strangers” “Won’t You Be My Neighbor?” Melhor Animação “O Grinch” “Ilha de Cachorros” “Os Incríveis 2” “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” “Homem-Aranha no Aranhaverso” Melhor Série – Drama (Prêmio Norman Felton) “The Americans” “Better Call Saul” “The Handmaid’s Tale” “Ozark” “This Is Us” Melhor Série – Comédia (Prêmio Danny Thomas) “Atlanta” “Barry” “GLOW” “The Good Place” “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Série Limitada (Prêmio David L. Wolper) “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” “Escape at Dannemora” “Maniac” “The Romanoffs” “Sharp Objects” Melhor filme para TV “Fahrenheit 451” “King Lear” “My Dinner with Hervé” “Paterno” “Sense8: Together Until the End” Melhor Série não-ficcional “30 for 30” “Anthony Bourdain: Parts Unknown” “Leah Remini: Scientology and the Aftermath” “Queer Eye” “Wild Wild Country” Melhor Talk-Show “The Daily Show with Trevor Noah” “Last Week Tonight with John Oliver” “The Late Show with Stephen Colbert” “Real Time with Bill Maher” (Season 16) “Saturday Night Live” Melhor Reality Show de Competição “The Amazing Race” “America’s Got Talent” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice”

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    Estudo revela que número de diretoras em Hollywood é menor que há 20 anos

    3 de janeiro de 2019 /

    Um estudo da Universidade Estadual de San Diego, nos EUA, jogou um balde de água fria na ideia de que Hollywood vem progredindo na abertura de seu mercado para mulheres. Batizado de “Celluloid Ceiling”, o estudo foi repercutido pela revista Variety nesta quinta (3/11), demonstrando que, ao contrário dos esforços femininos por maior representatividade, o número de mulheres diretoras vem diminuindo nas últimas duas décadas. Segundo o levantamento comandado pela pesquisadora Martha Lauzen, apenas 8% dos 250 filmes mais lucrativos de 2018 foram dirigidos por mulheres. Em 1998, este número era de 9%, enquanto em 2017 a porcentagem chegou a 11%. O estudo também mapeou a presença feminina em outras funções na indústria. 27% dos filmes pesquisados tinham mulheres como roteiristas, 26% traziam mulheres como editoras e apenas 4% listaram mulheres como diretoras de fotografia. A maior representação feminina ocorre em tarefas burocráticas. 58% dos filmes pesquisados tinham mulheres como produtoras executivas, enquanto 73% tinham mulheres como produtoras. O estudo considerou um total de 3.076 funcionários empregados na produção nos 250 filmes mais lucrativos de 2018, e chegou à percentagem que representa a participação feminina real em Hollywood, que atinge 20% entre todas as funções que não incluem atuação. “O estudo traz evidências de que a larga mudança positiva prevista pelos observadores da indústria ainda não aconteceu. É improvável que os indicadores melhorem com os esforços individuais de algumas pessoas ou estúdios”, comentou a autora da pesquisa para a Variety. “Sem uma ação em larga escala comandada pelos principais players de Hollywood – os estúdios, as agências de talento, os sindicatos – é improvável que vejamos uma mudança significativa. A diferença entre os 8% de representação feminina e a paridade real é grande demais”, concluiu. Até hoje, apenas uma mulher venceu o Oscar de Melhor Direção: Kathryn Bigelow, por “Guerra ao Terror”, em 2010.

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    Disney bate a concorrência com mais de US$ 7 bilhões nas bilheterias mundiais

    3 de janeiro de 2019 /

    A Disney encerrou o ano como o estúdio mais bem-sucedido de Hollywood em 2018. A bilheteria total de seus filmes registrou a segunda melhor arrecadação mundial de sua história, atingindo US$ 7,3B (bilhões) de faturamento em todo o mundo. Foi a segunda vez que a Disney ultrapassou os US$ 7B de arrecadação mundial. Em 2016, a empresa cinematográfica registrou seu melhor desempenho, com US$ 7,6B. Nenhum outro estúdio fez US$ 7B até hoje. Os dados impressionantes do ano passado são consequências das bilheterias dos filmes da Marvel “Vingadores: Guerra Infinita” (U$$ 2B), “Pantera Negra” (U$$ 1,3B) e “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), da animação da Pixar “Os Incríveis 2” (US$ 1,2B) e até de “Han Solo: Uma Aventura Star Wars” (US$ 392,9M), da Lucasfilm, com apenas “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” (US$ 355,4M) representando o sucesso solitário do estúdio em 2018. A ironia é que a maioria dos filmes próprios da Disney floparam em 2018 – isso inclui “Uma Dobra no Tempo” (US$ 132,6M em todo o mundo), “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível” (US$ 197,6M) e “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” (US$ 169,9M). Mesmo considerando todo o conglomerado, a Disney só lançou 10 títulos em 2018, incluindo o recente “O Retorno de Mary Poppins” (US$ 204,7M). E esta é outra ironia, já que o estúdio que menos produziu foi o que mais ganhou dinheiro com filmes. Para 2019, a expectativa da Disney é quebrar seu recorde de arrecadação, com títulos fortes como “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato”, da Marvel, “Star Wars: Episódio IX”, da Lucasfilm, “Toy Story 4”, da Pixar, além de “Dumbo”, “Alladin”, “Rei Leão” e “Frozen 2” de sua produção própria. Isto sem considerar que 2019 também inaugura a fase de incorporação da Fox como marca da Disney – e isto significa “Alita: Anjo de Combate”, “X-Men: Fênix Negra”, “Os Novos Mutantes” e “Kingsman 3”, para começar.

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    Retrospectiva: Os 50 melhores filmes de 2018

    3 de janeiro de 2019 /

    É curioso reparar como a retrospectiva dos melhores filmes de 2018 é repleta de produções de 2017. Isto é consequência de um velho hábito das distribuidoras nacionais de cinema, que costumam atrasar horrores os lançamentos dos chamados “filmes de Oscar”. Mas, assim como vem fazendo com as séries, a Netflix também já atravessa esse samba enredo batido. O conceito de distribuição mundial instantânea embutido no serviço merece ser louvado até por quem acha que lugar de filme é na tela grande. Há dois filmes da Netflix na lista. E outro lançamento que, apesar de ter vencido vários prêmios, saiu direto em VOD no país. Também não faltam títulos de distribuidoras menores, que enfrentam enormes dificuldades para emplacar produções de qualidade num mercado que tem poucas salas – a maioria delas em shopping centers – e tendência de concentração em blockbusters. Até o cinema nacional sofre com isso. Num período repleto de dramas brasileiros de qualidade, os cinemas deram mais telas para comédias ruins, que não passam no teste de fim de ano. Faltam, claro, mais que telas, campanhas de marketing/incentivo para o público descobrir o que a crítica americana cansou de dizer em 2018: como o cinema brasileiro atravessa grande fase. Infelizmente, até a chamada Academia Brasileira de Cinema contribuiu para desvalorizar a nova geração de cineastas talentosos do país em sua seleção de compadres para a disputa de uma vaga no Oscar pelo Brasil. A lista a seguir destaca os melhores filmes lançados entre janeiro e dezembro de 2018 no país – nos cinemas, em streaming e VOD. E não apenas os ditos filmes “de arte”, mas também os blockbusters bem-feitinhos, que justificam o consumo das pipocas de preço salgadíssimo nos multiplexes. Clique nos títulos abaixo para saber mais sobre cada produção. 120 Batimentos por Minuto (120 battements par minute, França) A Forma da Água (The Shape of Water, EUA) A Morte de Stalin (Death of Stalin, Reino Unido) A Noite do Jogo (Game Night, EUA) A Rota Selvagem (Lean on Pete, EUA) Aniquilação (Annihilation, EUA) Arábia (Arábia, Brasil) Artista do Desastre (The Disaster Artist, EUA) As Boas Maneiras (As Boas Maneiras, Brasil) As Herdeiras (Las Herederas, Paraguai) As Viúvas (Widows, EUA) Benzinho (Benzinho, Brasil) Bohemian Rhapsody (Bohemian Rhapsody, EUA) Buscando… (Searching, EUA) Colette (Colette, Reino Unido) Culpa (The Guilty, Dinamarca) Custódia (Jusqu’à la Garde, França) Desobediência (Disobedience, EUA) Domando o Destino (The Rider, EUA) Em Chamas (Burning, Coreia do Sul) Em Pedaços (In the Fade, Alemanha) Eu, Tonya (I, Tonya, EUA) Ex-Pajé (Ex-Pajé, Brasil) Ilha dos Cachorros (Isle of Dogs, EUA) Infiltrado na Klan (Blackkklansman, EUA) Hereditário (Hereditary, EUA) Homem-Aranha no Aranhaverso (Spider-Man into the Spiderverse, EUA) Me Chame pelo Seu Nome (Call Me By Your Name, EUA) Missão: Impossível – Efeito Fallout (Mission: Impossible – Fallout, EUA) Nasce uma Estrela (A Star Is Born, EUA) Nos Vemos no Paraíso (Au Revoir là-Haut, França) Nico – 1988 (Nico – 1988, Itália) O Confeiteiro (The Cakemaker, Israel) O Primeiro Homem (First Man, EUA) O Sacrifício do Cervo Sagrado (The Killing of a Sacred Deer, EUA) Os Incríveis 2 (Incredibles 2, EUA) Pantera Negra (Black Panther, EUA) Projeto Flórida (The Florida Project, EUA) Roma (Roma, México) Sem Amor (Loveless, Rússia) Tesnota (Closeness, Rússia) The Square – A Arte da Discórdia (The Square, Suécia) Trama Fantasma (Phantom Thread, EUA) Três Anúncios para um Crime (Three Billboards outside Ebbing, Missouri, EUA) Tully (Tully, EUA) Um Dia (Egy Nap, Hungria) Um Lugar Silencioso (A Quiet Place, EUA) Utøya – 22 de julho (Utøya – July 22, Noruega) Você Nunca Esteve Realmente Aqui (You Were Never Really Here, Reino Unido) Western (Western, Alemanha)

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    Retrospectiva: As 50 melhores séries de 2018

    3 de janeiro de 2019 /

    A lista das melhores séries de 2018 é dominada por produções de streaming, principalmente da Netflix. E não é surpresa. Trata-se da plataforma que mais produz séries no mundo. Tamanha quantidade tem levado, inclusive, a cancelamentos precoces. Não por acaso, até séries que tiveram suas produções interrompidas pela gigante do streaming acabaram entrando na seleção abaixo. Mas não é só quantidade. Outro fator que valoriza as atrações da Netflix, Amazon Prime Video, Crackle, YouTube Premium e Facebook Watch é seu alcance internacional. As séries desses serviços chegam no mundo inteiro de forma simultânea. Este é um dos desafios que ainda enfrentam Hulu e CBS All Access, por exemplo. Por conta da falta de distribuição, a incensada “The Handmaid’s Tale” só chegou por aqui após quase um ano de atraso numa negociação com um canal pago. Não bastasse a acessibilidade, Netflix e Amazon também desbravam fronteiras para garimpar programas do mercado internacional. Séries de impacto local, como “La Casa de Papel”, acabam se tornando fenômenos mundiais ao chegar ao streaming. E a ambição desses serviços ainda gera investimento em novas produções exclusivas globais. Sinal do quanto essa tendência ficou forte é que até a Globo entrou no streaming, dando maior atenção ao Globoplay, tanto no fomento de conteúdo exclusivo quanto na distribuição de séries estrangeiras. Essa mudança de paradigma fez com que, pela primeira vez, a maioria das séries que se destacaram nos Estados Unidos em 2018 puderam ser acompanhadas sem muito atraso no Brasil. O resultado reflete-se na lista das 50 melhores séries e minisséries do ano. Organizada em ordem alfabética e levando em conta apenas programas disponibilizados no Brasil, a relação inclui links que trazem mais informações sobre cada produção – basta clicar nos títulos das atrações para saber mais sobre elas. A Very English Scandal – Amazon Prime Video Altered Carbon – Netflix Atlanta – Fox Premium Babylon Berlin – Netflix Barry – HBO Better Call Saul – Netflix Big Mouth – Netflix Billions – Netflix Black Mirror – Netflix Bodyguard (Segurança em Jogo) – Netflix Brooklyn Nine-Nine – TBS Cobra Kai – YouTube Premium Counterpart – TNT Series Daredevil (Demolidor) – Netflix Derry Girls – Netflix Glow – Netflix Homecoming – Amazon Prime Video Ilha de Ferro – Globoplay Jack Ryan – Amazon Prime Video Killing Eve – Globoplay La Casa de Papel – Netflix Legends of Tomorrow – Warner Maniac – Netflix My Brilliant Friend (A Amiga Genial) – HBO Narcos: México – Netflix Ozark – Netflix Pose – Fox Premium Sharp Objects (Objetos Cortantes) – HBO Sally4Ever – HBO Samantha! – Netflix Sorry for Your Loss – Facebook Watch Watch Succession – HBO The Americans – Fox Premium The Assassination of Gianne Versace – FX The Deuce – HBO The End of the F***ing World – Netflix The Good Fight – Amazon Prime Video The Good Place – Netflix The Handmaid’s Tale – Paramount The Haunting Of Hill House (A Maldição da Casa Hill) – Netflix The Last Kingdom – Netflix The Marvelous Mrs. Maisel (A Maravilhosa Sra. Maisel) – Amazon Prime Video The Oath – Crackle The Terror – AMC The 100 – Warner Travelers – Netflix Trust – Fox Premium Westworld – HBO Wynonna Earp – Netflix You (Você) – Netflix

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    Retrospectiva: 50 talentos que perdemos em 2018

    2 de janeiro de 2019 /

    2018 acabou. Mas antes de deixar o ano para trás, a Pipoca Moderna vai celebrar suas lembranças. Antes de mais nada, saudar os que farão falta em 2019. Verdadeiros gênios se foram em 2018, e não apenas do cinema e da TV, mas também dos quadrinhos, como Stan Lee, da música, como Aretha Franklyn, da literatura, como Harlan Ellison, e do teatro, como Neil Simon. Estes quatro tiveram intersecção importante com as telas, mas outros não entraram na lista abaixo por conta dessa diferença – gente como o desenhista Steve Dikto, o escritor Tom Wolfe e o radialista Gil Gomes, que deixaram suas passagens marcadas no site. Dubladores famosos, ilustradores de pôsteres clássicos e até atores e cineastas menos conhecidos também foram celebrados com suas respectivas despedidas ao longo do ano. Entretanto, na hora de listar 50 nomes, diversos cortes tiveram que ser feitos. Até não ser possível cortar mais ninguém. O que fez que o número não ficasse exatamente redondo. São 50 e poucos nomes reverenciados abaixo, entre eles alguns dos maiores diretores do cinema mundial, do italiano Bernardo Bertolucci ao tcheco Milos Forman, sem esquecer o brasileiro Nelson Pereira dos Santos. São, ainda, criadores e atores de séries clássicas, heróis e vilões do cinema, cowboys inesquecíveis, mulheres de outro mundo e até a melhor malvada que a TV brasileira já produziu. Relembre com saudades e clique em seus nomes para ler sobre as carreiras de cada um deles. Agildo Ribeiro Aretha Franklin Audrey Wells Barbara Harris Beatriz Segall Bernardo Bertolucci Bill Daily Bradford Dillman Burt Reynolds Charles Aznavour Clint Walker Deanna Lund Donald Moffat Dorothy Malone Eloísa Mafalda Ermanno Olmi Etty Fraser Francis Lai Harlan Ellison Isao Takahata Joel Barcellos John Gavin John Mahoney Joseph Campanella Laurie Mitchell Leonardo Machado Lewis Gilbert Margot Kidder Mark Salling Michael Anderson Milos Forman Oswaldo Loureiro Neil Simon Nelson Pereira dos Santos Nicolas Roeg Pedro Carlos Rovai Penny Marshall R. Lee Ermey Reg E. Cathey Ringo Lam Robby Müller Robert Dowdell Roberto Farias Scott Wilson Sondra Locke Stan Lee Stéphane Audran Stephen Hillenburg Steven Bochco Susan Anspach Tab Hunter Tônia Carrero Verne Troyer Vittorio Taviani

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    Atriz de Pretty Little Liars revela ter sofrido aborto

    1 de janeiro de 2019 /

    A atriz Shay Mitchell, que ficou conhecida por ter interpretado Emily na série “Pretty Little Liars”, usou seu Instagram para comemorar a chegada de 2019 e também para revelar um momento trágico de sua vida em 2018. Em seu stories, Mitchell publicou diversos eventos de 2018, agradecendo cada um deles. E então escreveu: “Por fim, apesar de um ano incrível, ele não veio sem dificuldades”. Mitchell então publicou a foto de um ultrassom com um coração quebrado (veja abaixo) e escreveu: “O apoio e o carinho de vocês me ajuda mesmo em meus piores dias, como no ano passado, quando sofri um aborto e perdi o filho dos meus sonhos”. Ela terminou a mensagem agradecendo aos fãs por sempre a apoiarem. E não revelou quem era o pai da criança. Shay Mitchell também pode ser vista na série “Você” (You), disponibilizada na Netflix, e também estará na vindoura “The Heiresses”, da rede ABC.

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    Bruce Campbell vai apresentar a nova versão de Acredite Se Quiser na televisão

    1 de janeiro de 2019 /

    Depois de enfrentar demônios na franquia “Evil Dead”, até se aposentar da função com o cancelamento da série “Ash vs Evil Dead”, Bruce Campbell já arranjou um novo emprego. O carismático ator será o apresentador da nova versão do programa “Acredite se Quiser”, sobre fatos inusitados e inacreditáveis que supostamente são mesmo verídicos. Originalmente, “Acredite se Quiser” era uma coluna publicada em centenas de jornais, com autoria de Robert Ripley. A repercussão foi tanta que os executivos de televisão enxergaram potencial em transformá-la em programa televisivo nos anos 1980, com apresentação do célebre ator Jack Palance (o mais famoso homem de preto dos westerns americanos, vilão de “Os Brutos Também Amam”). A última versão do programa foi transmitida entre 2000 a 2003 na TBS, apresentada por Dean Cain, o Superman da série “Lois e Clark: As Novas Aventuras do Superman”, dos anos 1990. O novo “Acredite se Quiser” será transmitido pelo Travel Channel, um pequeno canal por assinatura, nos Estados Unidos. Ainda não foi divulgado se o programa chegará ao Brasil.

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