Jason Momoa vai processar brasileiro que editou vídeo para forjar assédio do ator
O ator Jason Momoa foi alvo de uma “brincadeira” mal-intencionada que viralizou nas redes sociais. Na última quarta-feira (9/1), um vídeo em que o ator supostamente assedia uma das filhas circulou na internet, e uma série de pessoas compartilhou a informação, atacando o astro de “Aquaman”. No vídeo, que já foi deletado da web, Momoa aparece fazendo carícias na barriga da filha, durante a première de “Aquaman” no Havaí. A menina se mostra desconfortável com a situação, o que gerou uma comoção muito forte entre os internautas, culminando em manifestações contra o ator em suas redes sociais. O detalhe é que o vídeo foi editado para dar a impressão errada. A versão original – que pode ser visto abaixo – não registra nenhum tipo de assédio. A busca pelo post original revelou que o responsável pela versão editada, ao que tudo indica, é brasileiro. Segundo informações do jornal Destak, a assessoria de Momoa entrou em contato com o fã clube do ator no Brasil e pediu para que não compartilhassem o material. Além disso, avisou que tomará medidas legais contra o autor (ou os autores) do vídeo que criou toda a polêmica. Desde que o caso chamou atenção internacional, o post original sumiu e todas os compartilhamentos foram deletados.
Kim Ki-duk sofre derrota em tentativa de reverter denúncias de abuso de atrizes sul-coreanas
O cineasta sul-coreano Kim Ki-duk sofreu uma derrota em sua tentativa de transformar acusações de abuso de várias atrizes em processo de calúnia. Um tribunal de Justiça do país negou ao diretor a possibilidade de processar suas acusadoras, bem como a imprensa por relatar o caso. No final de 2017, uma atriz sul-coreana acusou o cineasta de agressão física e sexual, e um popular noticiário televisivo relatou o caso, trazendo à tona outras alegações em março de 2018. Aclamado pela crítica internacional e vencedor do Leão de Ouro, em Veneza, e o Urso de Prata de Melhor Diretor, em Berlim, Kim Ki-duk nega as acusações e tentou processar a atriz e a emissora. Sob as leis que definem difamação na Coréia do Sul, até afirmar a verdade pode ser considerada crime, se isso manchar a reputação social de alguém. Mas os promotores rejeitaram as queixas de Kim, já que as denúncias foram feitas em âmbito processual. A atriz em questão disse que Kim a forçou a fazer cenas de sexo improvisadas e a espancou repetidamente no set do filme “Moebius” (2013), antes de eventualmente substituí-la por outra atriz. Os promotores do processo original desistiram da acusação de abuso sexual, alegando falta de provas, mas enquadraram Kim por agressão física. Ele foi condenado a pagar uma pequena indenização equivalente a US$ 4,6 mil. Desde então, várias outras atrizes se apresentaram, acusando o diretor de estuprá-las ou assediá-las, em reportagens do programa jornalístico “PD Notebook”, do canal MBC, fazendo o movimento #MeToo ganhar força na Coreia do Sul. Kim queria que os promotores investigassem os jornalistas do “PD Notebook” por difamação e a atriz de “Moebius”, cuja identidade é protegida pela Justiça, por difamação e falsa acusação. Perdeu. E sua situação ficou ainda mais difícil. Seu filme mais recente já foi recebido com protestos no Festival de Berlim, em fevereiro passado. E sua participação no festival apenas serviu para tornar as acusações conhecidas fora da Coreia. Ao ser perguntado, na entrevista coletiva do evento, se gostaria de se desculpar por bater na atriz, Kim declinou. “Não, acho lamentável que isso tenha sido transformado em um processo judicial”, disse ele. “Human, Space, Time and Human” deveria ter sido lançado em abril, mas acabou adiado indefinidamente após a repercussão negativa de seu comportamento. A revista The Hollywood Reporter também apurou com fontes na indústria cinematográfica sul-coreana que Kim Ki-duk não tem nenhum outro projeto em desenvolvimento e está incomunicável desde que voltou de Berlim. Um dos mais proeminentes cineastas sul-coreanos de sua geração, Kim Ki-duk teve a maioria de seus filmes lançados no Brasil, entre eles “Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera” (2003), “Casa Vazia” (2004) e “O Arco” (2005). De um modo geral, são dramas de poucos diálogos, que preferem investir em cenas de sexo e violência – a maioria contra mulheres.
Kate Mara e Jamie Bell esperam primeiro filho
Já imaginaram como seria um filho da Mulher-Invisível e do Coisa? Pois o casal da vida real, que interpretou os personagens no filme do “Quarteto Fantástico”, está esperando seu primeiro bebê. Kate Mara e Jamie Bell se conheceram nos bastidores da produção e seu relacionamento foi a única coisa positiva que resultou do filme de 2015, fracasso de público e crítica. Eles ficaram noivos em janeiro de 2017 e se casaram em uma cerimônia íntima poucos meses depois. A atriz mostrou sua barriguinha no tapete vermelho do Globo de Ouro (veja abaixo) e o site Page Six, do New York Post, apurou que ela já está com cinco meses de gravidez. Esta é a primeira gravidez de Kate Mara, mas o segundo filho aguardado por Bell, que já tem uma criança de seu primeiro casamento, com a estrela de “Westworld” Evan Rachel Wood.
Verna Bloom (1938 – 2019)
Morreu a atriz Verna Bloom, que estrelou os clássicos “Dias de Fogo”, “O Pistoleiro sem Nome”, “O Clube dos Cafajestes”, “Depois das Horas” e “A Última Tentação de Cristo”. Ela tinha 80 anos e faleceu na quarta (9/1) em Bar Harbour, no Maine (EUA), devido a complicações provocadas pela demência. Nascida em 7 de agosto de 1938, em Lynn, Massachusetts, Bloom se formou na Universidade de Boston em 1959. Logo em seguida, mudou-se para Denver e fundou um teatro local, onde ajudou a produzir montagens de provocativas peças contemporâneas. Sua estréia na Broadway aconteceu em 1967, mesmo ano em que começou a fazer participações em séries de TV. Sua chegada no cinema se deu em grande estilo, no clássico “Dias de Fogo” (Medium Cool, 1969), um filme revolucionário de Haskell Wexler, rodado em estilo de guerrilha, no papel de uma mãe solteira que se envolve na violência que toma conta de Chicago durante a caótica Convenção Nacional Democrata de 1968. As cenas de quebra-quebra na cidade foram registros reais, misturando ficção e documentário para narrar a história do envolvimento de Bloom com um cameraman (Robert Forster) que cobre o tumulto. As imagens da atriz em um vestido amarelo em busca de seu filho perdido entre os manifestantes, os disparos de gás lacrimogêneo e o avanço de tanques e soldados armados – pano de fundo 100% real – tornou-se uma das cenas mais impressionantes do cinema americano daquele período – e de todos os tempos. “Ela não era apenas uma atriz maravilhosa, ela era destemida”, disse Wexler, sobre a performance. “Eu estava mais assustado do que ela”, refletiu o diretor, sobre filmar em meio a um dos maiores tumultos civis da história dos EUA. Após essa estreia à fogo, ela virou protagonista em Hollywood, tendo papéis de destaque em westerns como “Pistoleiro sem Destino” (1971), dirigido e estrelado por Peter Fonda, e o clássico “O Estranho sem Nome” (1973), dirigido e estrelado por Clint Eastwood, além do thriller criminal “Ruge o Ódio” (1973), com Robert Duvall. A atriz também se destacou em telefilmes que marcaram a época, como “A Garota Viciada” (1975), em que viveu a mãe da personagem-título (papel da adolescente Linda Blair), “Contract on Cherry Street” (1977), no qual interpretou a mulher de Frank Sinatra, e “Amarga Sinfonia de Auschwitz” (1980), como uma música judia num campo de concentração nazista. Mas foi, ironicamente, por um de seus menores papéis que se tornou mais lembrada: Marion Wormer, a mulher liberada do diretor da universidade de “Clube dos Cafajestes” (1978), que acaba traindo o marido (John Vernon) com um dos estudantes que ele mais odeia (Tim Matheson). Bloom revisitou o papel 25 anos depois num especial criado para acompanhar o lançamento da comédia de John Landis em Blu-ray, que contava, num falso documentário, o que tinha acontecido com os personagens do filme. Ela voltou a trabalhar com Clint Eastwood em “Honkytonk Man – A Última Canção” (1982), antes de aparecer em seus dois últimos filmes, ambos dirigidos por Martin Scorsese, vivendo uma escultora moderna na comédia “Depois das Horas” (1985) e Maria em “A Última Tentação de Cristo” (1988). Verna Bloom acabou se casando em 1972 com uma colaborador frequente de Scorsese, o roteirista Jay Cocks, que foi indicado ao Oscar por seu trabalho em “A Época da Inocência” (1993) e “Gangues de Nova York” (2002), e também escreveu o filme mais recente de Scorsese, “Silêncio” (2016).
Juiz da Califórnia diz que Harvey Weinstein não cometeu crime ao assediar e prejudicar carreira de Ashley Judd
A Justiça de Los Angeles rejeitou a ação de assédio sexual movida pela atriz Ashley Judd contra o ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein. O juiz Philip Gutiérrez decidiu que a atriz pode prosseguir com seu processo por difamação, mas que sua denúncia de assédio sexual não se enquadra na legislação da Califórnia. Ashley acusa o outrora influente produtor — denunciado por abuso sexual por centenas de mulheres — de ter arruinado sua carreira por ela não ter cedido às tentativas de assédio. Segundo a ação, Weinstein convenceu o diretor Peter Jackson a não contratar a atriz para o elenco de “O Senhor dos Anéis”, assegurando que seria “um pesadelo” trabalhar com ela. O diretor Peter Jackson confirmou, em dezembro de 2017, que Weinstein fez comentários na década de 1990 para desprestigiar atrizes que depois o acusaram de assédio ou abuso sexual. Ele estaria disposto a testemunhar, mas não será preciso, porque Weinstein não teria praticado nenhum crime. A rejeição do processo de Ashley Judd significa que arruinar carreiras de atrizes que não se submetem à assédio é absolutamente legal. Guitiérrez esclareceu que o assédio só é caracterizado em uma relação de trabalho já constituída, o que “não foi o caso”. Como as atrizes só assinam contratos por obra, elas estariam todas sujeitas a sofrer retaliações caso não aceitem o assédio para obter um papel, ficando impedidas de arranjar novos contratos por pressão de assediadores contrariados. Tudo dentro da lei, segundo o entendimento do juiz. Apenas atrizes sob contrato poderiam denunciar assédio em casos específicos e relativos à atividade trabalhista.
Oscar 2019 não teve ter apresentador oficial
Após a decisão de Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) de desistir de apresentar o Oscar 2019, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas deve realizar a cerimônia sem um anfitrião oficial. De acordo com algumas pessoas ouvidas pela revista Variety, os produtores do evento planejam trocar a figura do apresentador fixo por uma lista de astros e estrelas para introduzir os segmentos pré-gravados, performances musicais e premiações da noite. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente. E mais de uma vez: nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Vale considerar que o formato com apresentador já tinha se tornado maleável, ao também contar com a participação de atores convidados para anunciar cada categoria. Na prática, a eliminação de um anfitrião agilizaria o evento. A opção por contar com diversas estrelas já rendeu saia justa. A Academia avisou a seus membros que quem decidisse apresentar o Globo de Ouro ficaria fora da cerimônia do Oscar. As únicas exceções aceitas seriam a integrantes de filmes concorrentes ao prêmio da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood. A falta de um apresentador pode também ajudar a promover uma das mudanças previstas para a cerimônia deste ano, que revelará alguns premiados de categorias menos empolgantes durante os intervalos comerciais do evento televisionado. O objetivo é diminuir a duração da premiação e se concentrar em seus nomes mais conhecidos. A cerimônia do ano passado foi a menos vista da história, vista por 26,5 milhões de telespectadores nos Estados Unidos.
Death Note: Filme da Netflix pode enfrentar processo por imagens reais de acidente com 19 mortos
A adaptação do anime “Death Note”, da Netflix, enfrenta problemas por uso indevido de imagens após incorporar cenas reais de um acidente de trem que matou 19 pessoas na Bélgica. Em comunicado oficial, a Companhia Ferroviária da Bélgica informou ao público que estava considerando tomar ações legais. “Isso demonstra pouco respeito pelas vítimas e familiares dos sobreviventes, pelos funcionários da ferrovia e pelos serviços de emergência. Estamos decidindo se devemos tomar providências para lidar com esse assunto”, disse o porta-voz da companhia, Dimitri Temmerman. No filme de 2017, as cenas de um grande acidente envolvendo um trem são mostradas num telejornal fictício. Entretanto, o vídeo apresentado era real. A tragédia aconteceu em 2010 e deixou 19 mortos, além de mais de 300 feridos. Segundo a imprensa dos Países Baixos, nenhum dos sobreviventes foi informado sobre o uso das cenas no filme da Netflix, nem os familiares das vítimas que morreram. “Você se senta para assistir a um filme à noite sem suspeitar de nada, apenas para ser relembrado do acidente novamente”, criticou Anita Mahy, uma das sobreviventes, ao jornal holandês Algemeen Dagblad. Nem a Netflix nem os produtores de “Death Note” ou seu diretor, Adam Wingard, pronunciaram-se sobre o caso. Apesar das críticas negativas, que renderam apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes, a Netflix teria considerado produzir uma continuação do filme. O roteirista Greg Russo, que assina o remake ainda inédito de “Mortal Kombat”, estaria desenvolvendo a história da sequência.
Netflix divulga novo canal do YouTube dedicado a fãs de anime
A Netflix resolveu anunciar seu novo canal no YouTube: o Netflix Pawa, dedicado às produções de animes da plataforma. O canal já existe desde novembro do ano passado, mas a campanha de divulgação só começou na segunda (7/1), com o lançamento de um vídeo promocional. A ideia do canal é divulgar vídeos sobre bastidores, entrevistas e curiosidades sobre a crescente produção de animes da plataforma, focando tanto as séries originais quanto os clássicos disponíveis em streaming – como “Samurai X” e “Yu-Gi-Oh!”. A prévia do conteúdo mostra entrevistas com criadores, entre eles Adi Shankar (produtor de “Castlevania”), e até vídeos para ensinar aos fãs receitas baseadas nas comidas vistas nos animes. Veja abaixo. O detalhe é que a maioria do conteúdo do canal é “bloqueado no seu país”. Bacana, não?
Artista de Homem-Aranha no Aranhaverso desenha o herói no Globo de Ouro
A vitória de “Homem-Aranha no Aranhaverso” como Melhor Animação no Globo de Ouro 2019 foi bastante comemorada pela equipe da produção, que desbancou concorrentes da Disney e da Pixar. E como o herói não pôde atender o evento ao vivo, por culpa de Thanos, o artista Yuhki Demers (que trabalhou no filme) desenhou uma arte mostrando Miles Morales erguendo o prêmio e fazendo seu agradecimento ao microfone. “Foi uma honra trabalhar neste incrível projeto. Qualquer um pode usar a máscara e provamos isso ontem à noite!”, ele escreveu na legenda da ilustração. O diretor do filme, Peter Ramsay, também compartilhou uma foto curiosa do Globo do Ouro, em que o elenco de Pantera Negra e a diretora Ava DuVernay lhe prestam homenagem. Ele escreveu ao lado da imagem: “Juro por Deus que não photoshopei isso”. Para completar, um dos roteirista, Phil Lord, tentou engolir o troféu. Veja tudo isso abaixo. Congrats to everyone on the Spidey team! It was an honor to work on this amazing project alongside you. Anyone can wear the mask, and we proved it last night!#GoldenGIobes #intothespiderversei pic.twitter.com/QYCqBqmrEX — Yuhki Demers (@yuhkidemers) 7 de janeiro de 2019 I swear to God I didn’t photoshop this #SpiderVerse #GoldenGlobes pic.twitter.com/xhTAt5aZTP — Peter Ramsey (@pramsey342) January 7, 2019 Still shocked a day later. Thank you @goldenglobes and big congratulations #SpiderVerse directors, cast and crew on this thing which long story short does not fit in my mouth. pic.twitter.com/Gy8XKr1nbg — philip lord (@philiplord) January 8, 2019
Astro de Star Trek: Discovery teleporta-se no Brasil em fevereiro
O ator Doug Jones, intérprete do comandante Saru em “Star Trek: Discovery”, virá ao Brasil em fevereiro para a StarCon, evento de fãs da franquia “Star Trek”. Ele próprio compartilhou a novidade num vídeo, que pode ser visto abaixo. Organizado pelo fã-clube NovaFrota, a StarCon celebrará o lançamento da 2ª temporada da nova série, disponibilizada no Brasil pela Netflix. Especialista em viver criaturas fantásticas, Jones interpreta um oficial alienígena à bordo da nave Discovery. Mas ele também é conhecido por sua parceria com o cineasta Guillermo del Toro, para quem deu vida a monstros famosos, como o protagonista de “A Forma da Água”, filme vencedor do Oscar 2018, além de um herói anfíbio de “Hellboy” e a criatura de pesadelos de “O Labirinto do Fauno”. Essa será a primeira vez que um ator de uma série contemporânea de “Star Trek” vem ao Brasil, mas a NovaFrota já trouxe anteriormente Georke Takei (Sulu), Walter Koenig (Chekov) e até o falecido Leonard Nimoy (Spock), todos da série clássica. A 2ª edição da StarCon acontece em 2 de fevereiro no Teatro Eva, em São Paulo, e os ingressos já podem ser adquiridos pelo site oficial. Por sua vez, a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 18 de janeiro na Netflix, com exibições semanais, sempre um dia após o lançamento dos episódios nos Estados Unidos na plataforma CBS All Access.
Jim Carrey está namorando sua colega de elenco da série Kidding
O ator Jim Carrey assumiu o namoro com Ginger Gonzaga, atriz com quem contracena na série “Kidding”. A informação foi confirmada pelo representante do ator ao site do canal pago E! Carrey, de 56 anos, e Gonzaga, de 34 anos, vivem um par romântico na série, ainda inédita no Brasil. Os dois tornaram o romance público no último sábado (5/11), quando foram juntos ao almoço pré-Globo de Ouro do canal Showtime, que exibe a série. Eles também compareceram lado a lado na premiação do domingo. Carrey esteve envolvido num escândalo após a morte da ex-namorada, a maquiadora Cathriona White, que se suicidou em 2015. Processos movidos pela família dela revelaram que ela teria contraído doenças sexualmente transmissíveis do ator e se matado ao tomar drogas que ele cedeu para ela se tratar. Em “Kidding”, ele interpreta um famoso apresentador infantil que precisa lidar com uma grande crise em sua vida. Pelo papel dramático, Carrey foi indicado ao prêmio de Melhor Ator em, claro, Série de Comédia no Globo de Ouro. A série foi renovada para sua 2ª temporada.
Franquia Alien revela projeto misterioso: novo game para dispositivos móveis
Um novo projeto “misterioso” da franquia “Alien” foi revelado. Trata-se mesmo de um game chamado “Alien: Blackout”, desenvolvido para dispositivos móveis pela FoxNext Games, D3 Go! e Rival Games, que coloca os jogadores nas botas de Amanda Ripley, a filha da protagonista dos filmes originais – Ellen Ripley, vivida por Sigourney Weaver. O jogo se passa a bordo de uma estação espacial da empresa Weyland-Yutani infestada por alienígenas. A premissa foi revelada na forma de teasers na página oficial da franquia no Instagram. Os jogadores precisarão levar sua equipe para a segurança e evitar encontros com os alienígenas mortais, ao longo de sete níveis da estação – e do jogo. “Sobreviva a sete níveis indutores de medo, guiando remotamente a tripulação de Amanda Ripley através de tarefas cada vez mais desafiadoras, usando apenas os sistemas de emergência da estação”, diz a descrição oficial do jogo. “A incerteza e a imprevisibilidade tanto dos alienígenas quanto de sua tripulação podem impor uma derrota total a Amanda e a toda a estação. “Alien: Blackout” estará disponível em 24 de janeiro para download na AppStore, da Apple, no Google Play e na Amazon Appstore. As pistas de que um dos projetos misteriosos da franquia seria o game vieram à tona quando a Fox registrou direitos autorais sobre o nome “Alien: Blackout” em categorias que incluem “software de jogos” e “jogos de computador on-line”. Além disso, a franquia também está lançando uma nova história em quadrinhos, “Alien: Resistance”, que chega às bancas (virtuais) americanas em 23 de janeiro. Para completar, a Fox confirmou que relançará os filmes originais de “Alien” em Blu-Ray e formatos digital. E isto explica uso da hashtag “readplaywatch”, que apareceu nos posts misteriosos do Instagram da franquia. Ela se refere aos quadrinhos, ao jogo e aos filmes. Infelizmente, a confirmação desses projetos afasta a materialização de uma série sobre a criatura, que chegou a empolgar fãs como rumor. Visualizar esta foto no Instagram. She thought she could run… she thought she could hide… Help #AmandaRipley fight off the Xenos in the new mobile game @AlienBlackout available January 24. #ReadPlayWatch Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 7 de Jan, 2019 às 8:54 PST Visualizar esta foto no Instagram. Can you survive? All that matters is that you escape before THEY come out of the shadows… Preorder @alienblackout today on the App Store and Google Play. #ReadPlayWatch #AmandaRipley #AlienBlackout Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 7 de Jan, 2019 às 9:48 PST
Pegação dos atores de Pantera Negra nos bastidores do Globo de Ouro viraliza nas redes sociais
Três dos protagonistas de “Pantera Negra”, Danai Gurira, Lupita Nyong’o e Michael B. Jordan, resolveram brincar no elevador do Beverly Hilton, hotel de Los Angeles em que acontece a cerimônia do Globo de Ouro, encenando uma cena de pegação coletiva. O vídeo, compartilhado nas redes sociais dos atores, mostra Danai chegando para pegar o elevador. Quando as portas se abrem, ela flagra Lupita e Michael se agarrando. Indignada, a atriz dá um chega para lá no vilão de “Pantera Negra” para ficar com a colega de elenco. Em poucos minutos, a brincadeira foi vista mais de 5 milhões de vezes, rendendo incontáveis reações, inclusive de outros atores famosos. “Espera! Eu preciso ver isso mais umas 400 vezes”, comentou a atriz Reese Whiterspoon (de “Big Little Lies”) no post. “Morri! Vocês são hilários”, escreveu a atriz Jamie Chung (de “The Gifted”), enquanto a produtora Shonda Rhimes (de “Grey’s Anatomy”) reagiu com emojis de risos. Veja abaixo. Visualizar esta foto no Instagram. And I'm still KING ? ? Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em 6 de Jan, 2019 às 10:04 PST








