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23 de outubro de 2026
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    Ruthie Tompson (1910–2021)

    12 de outubro de 2021 /

    A lendária animadora Ruthie Tompson morreu na segunda-feira (11/10) durante o sono em sua residência num condomínio de artistas veteranos de Hollywood aos 111 anos. Tompson trabalhou na The Walt Disney Company por quase 40 anos, começando como modelo infantil das primeiras animações do próprio Walt Disney nos anos 1920, antes de virar “pintora” e fotógrafa dos desenhos clássicos da empresa, incluindo o primeiro longa, “Branca de Neve e os Sete Anões”, de 1937, e “Bambi”, de 1942. Por ter ajudado a desenvolver um mecanismo de câmera para fotografar com perfeição as cenas animadas, ela se tornou a primeira mulher convidada a integrar o Sindicato dos Diretores de Fotografia dos EUA, no ano de 1952. Walt e Roy Disney a promoveram em seguida à supervisora de continuidade e planejamento de cenas, funções que ela passou a desempenhar em “A Bela Adormecida”, de 1959. Ela também trabalhou em curtas, como o famoso “Donald no País da Matemágica” (1959), e supervisionou a cena animada do longa live-action “Mary Poppins” (1963). Seus últimos trabalhos para o estúdio foram nos anos 1970, supervisionando as animações de bichos falantes “Aristogatas” (1970), “Robin Hood” (1973) e “Bernando e Bianca” (1977). Por coincidência ou não, foram os últimos sucessos antes da Disney entrar num período de crise criativa que durou mais de uma década. Apesar de todo o seu empenho, o nome de Ruthie Tompson nunca apareceu creditada nos filmes da Disney. Seus primeiros créditos só vieram quando ela saiu do estúdio e foi trabalhar com animações adultas, como a japonesa “Metamorphoses” e “O Senhor dos Anéis” de Ralph Bakshi, ambas lançadas em 1978, que infelizmente também encerraram sua carreira profissional. Ela se aposentou aos 68 anos. A Disney reconheceu sua importância para as animações do estúdio no ano de 2000, homenageando-a numa cerimônia especial como “Lenda da Disney”, uma honraria concedida aos profissionais que tiveram impacto na trajetória do estúdio. “Ruthie era uma lenda entre os animadores e suas contribuições criativas para a Disney — de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’ (1937) a ‘Bernardo e Bianca’ (1977) — permanecem clássicos amados até hoje”, escreveu Bob Iger, atual presidente executivo do conglomerado Disney, em comunicado. “Enquanto vamos sentir falta de seu sorriso e senso de humor maravilhoso, seu trabalho excepcional e seu espírito pioneiro vão ser para sempre uma inspiração para todos nós. Como uma jovem garota que começou como uma ‘figurante’ nas ‘Alice Comedies’ de 1920 — ela foi dirigida pelo próprio Walt Disney e observou sobre os ombros de Roy O. Disney e Ub Iwerks trabalhando as câmaras silenciosas — e vivendo até os 111 anos, ela era a única pessoa ainda viva que tinha conhecido Walt Disney em seus anos iniciais em Hollywood”, completou Iger. Statement from Bob Iger on the Passing of Disney Legend Ruthie Tompson: pic.twitter.com/pbN2g1SVAk — Walt Disney Company (@WaltDisneyCo) October 11, 2021

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    Netflix fica mal com comunidade LGBTQIAP+ por especial de humor

    11 de outubro de 2021 /

    A Netflix se envolveu numa grande polêmica com a comunidade LGBTQIAP+ por conta de um especial de humor. Sem saber como reagir às críticas, seus executivos disseram frases e tomaram decisões que pioraram muito a situação, transformando algo que poderia ser solucionado com um simples pedido de desculpas num pesadelo de relações públicas. O problema começou com o lançamento de um novo especial de comédia de Dave Chappelle na semana passada. O humorista já havia criado mal-estar quando uma mulher transexual citada em seu especial anterior, “Stick and Stones” (2019), suicidou-se dois meses após a disponibilização do programa em streaming. Mesmo com esse antecedente, seu novo especial, “Encerramento” (The Closer), voltou a fazer piadas às custas das pessoas trans. Polemista politicamente incorreto, Chappelle costuma achar engraçado defender outros ofensores. Em 2019, ele atacou os criadores dos documentários que denunciaram os cantores Michael Jackson e R. Kelly por abusos. Agora, agrediu a comunidade trans para defender J.K. Rowling, criadora da franquia “Harry Potter” e também transfóbica assumida. “Cancelaram J. K. Rowling, Meu Deus. Efetivamente, ela disse que gênero era um fato. A comunidade trans ficou furiosa e começou a chamá-la de TERF [sigla em inglês para feminista radical trans-excludente]. Eu sou time TERF. Concordo. Gênero é um fato”. Em seu monólogo, o comediante faz diversas outras afirmações consideradas transfóbicas, além de reafirmar estereótipos de gêneros e fazer outras declarações problemáticas. Imediatamente após o especial chegar no catálogo da Netflix, Jaclyn Moore, a showrunner da série “Cara Gente Branca” (Dear White People), encerrada em 22 de setembro, anunciou no Twitter que nunca mais trabalharia com a Netflix devido aos “comentários transfóbicos e perigosos” de Dave Chappelle em seu especial. Além dela, outros funcionários da Netflix e organizações de direitos LGBTQIAP+ e da comunidade negra protestaram nas redes sociais. A organização não governamental GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) foi taxativa, afirmando que “a marca de Dave Chappelle se tornou sinônimo de ridicularizar pessoas trans e outras comunidades marginalizadas”. “As várias críticas negativas e a condenação ruidosa de seu último especial é uma mensagem para a indústria de como o público não apoia mais injúrias anti-LGBTQIA+.” David Johns, diretor executivo da National Black Justice Coalition (NBJC), também criticou Chappelle e pediu para a Netflix remover o especial de seu catálogo. “É profundamente decepcionante como a Netflix permite que a transfobia e homofobia preguiçosa e hostil de Dave Chappelle vá ao ar”, declarou em comunicado. “Com 2021 a caminho de ser o ano mais mortal para pessoas trans nos EUA – cuja maioria é formada por transgêneros negros – a plataforma deveria saber melhor. Perpetuar transfobia perpetua violência.” Encurralada por várias críticas, a Netflix começou a reagir nesta segunda (11/10). E foi a pior reação possível. A empresa afastou uma funcionária transexual e mais dois que protestaram contra os comentários transfóbicos de Chappelle. A engenheira Tara Fied criou uma thread no Twitter que se tornou viral, sobre a forma como o comediante ataca pessoas trans e o próprio significado do que é ser transexual. No especial, Chappelle também diz que a comunidade LGBTQIAP+ se tornou “sensível demais”. Ao viralizar, a thread provocou um debate sobre os limites da liberdade de expressão e a cultura do cancelamento. Fied quis levar a discussão para a empresa e acabou suspensa, após tentar comparecer a uma reunião para a qual não tinha sido convidada com mais dois funcionários. Diante disso, outro funcionário trans teria se demitido em solidariedade. A situação começou a sair de controle, levando a empresa a se manifestar. Um comunicado explicou que a suspensão não foi por causa dos tuítes, mas pela tentativa de invasão da reunião agendada entre os principais executivos da plataforma. “Nossos empregados são encorajados a manifestarem abertamente qualquer contrariedade, e nós apoiamos o seu direito de fazê-lo”, garantiu o texto. O detalhe é que a decisão de Fied foi reação a um memorando assinado pelo chefão da empresa, Ted Sarandos, obtido pelo site The Hollywood Reporter, que alertou a equipe sênior de que “alguns talentos podem se juntar a terceiros para nos pedir para remover o especial nos próximos dias, o que não faremos”. O memorando também defendeu o comediante. “Chappelle é um dos comediantes de stand-up mais populares da atualidade e temos um contrato de longa data com ele… Assim como acontece com nossos outros talentos, trabalhamos muito para apoiar sua liberdade criativa – mesmo que isso signifique que sempre haverá conteúdo na Netflix que algumas pessoas acreditam ser prejudicial, como ‘Mignonnes’, ‘365 Dias’, ’13 Reasons Why’ ou ‘Nada Ortodoxa”, escreveu Sarandos. O texto segue, ainda mais polêmico. “Vários de vocês também perguntaram onde traçamos o limite do ódio. Não permitimos títulos na Netflix destinados a incitar o ódio ou a violência e não acreditamos que ‘Encerramento’ ultrapasse essa linha. Reconheço, no entanto, que distinguir entre comentário e dano é difícil, especialmente com a comédia stand-up, que existe para ultrapassar os limites. Algumas pessoas acham que a arte do stand-up é mesquinha, mas nossos membros gostam dela, e é uma parte importante de nossa oferta de conteúdo. ” Sarandos continua, falando que o compromisso da Netflix com a inclusão pode ser aferido por algumas das séries disponíveis em seu catálogo, como a popular “Sex Education”, e o documentário “Disclosure”, que retrata o impacto da indústria do entretenimento na imagem das pessoas trans. Só que, ao ver sua obra citada no contexto do especial, o diretor de “Disclosure” deixou claro que a Netflix nunca investiu para produzir seu documentário como fez com Chapelle e ainda pagou barato para exibi-lo. A GLAAD também voltou a se manifestar após a suspensão de funcionários e do memorando controverso. “A Netflix tem uma política de que conteúdo ‘projetado para incitar ódio ou violência’ não é permitido na plataforma, mas todos nós sabemos que conteúdo anti-LGBTQ faz exatamente isso. Embora a Netflix seja o lar de histórias LGBTQ inovadoras, agora é a hora de seus executivos ouvirem os funcionários LGBTQ, líderes do setor e o público e se comprometerem a seguir seus próprios padrões.” Os especiais de comédia de Dave Chappelle continuam disponíveis no catálogo da Netflix.

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    Filho de Superman se assume bissexual nos quadrinhos

    11 de outubro de 2021 /

    Depois de Robin, o filho de Superman também vai sair do armário. A quinta edição da nova revista em quadrinhos “Superman: Son of Kal-El”, que será lançada em novembro pela DC Comics, vai mostrar que Jon Kent, filho de Clark Kent, faz parte da comunidade LGBTQIAP+. As primeiras imagens divulgadas da publicação mostram o jovem de 17 anos trocando beijos com outro adolescente. Na trama, ele terá um relacionamento com o repórter e ativista Jay Nakamura, que tem ligações com seus pais, Superman e Lois Lane. O escritor da história, Tom Taylor, revelou que o novo Superman, que assume o papel do pai, enquanto Kal-El/Clark Kent viaja numa missão espacial, será retratado como bissexual na revista. “Quando me perguntaram se eu queria escrever a primeira história de um novo Superman para o Universo DC, eu sabia que substituir o Clark com outro cara hetero e branco seria uma oportunidade perdida. Eu sempre disse que todo mundo precisa de heróis e todo mundo merece ver a si mesmo em seus heróis. Agora, o Superman, o herói mais forte do planeta, está se assumindo”, disse Taylor, em entrevista para o site IGN. Ele também destacou a importância do relacionamento entre Jon e Jay para o arco narrativo do personagem. “Devido a mudança na idade de Jon, por ele ter passado um tempo no futuro, ele não tem amigos no presente que possuem sua idade. Ele não tem seu ‘elenco’ de apoio”. Apesar disso, o roteirista afirma que ele formará uma parceira importante com Damian Wayne, o filho de Batman. Vale reparar que o novo Superman não é o primeiro personagem da DC que Taylor transforma em bissexual. Ele também foi o responsável pelo arco narrativo de Arlequina em “Injustice”, onde ela acaba casando com a Hera Venenosa. “[A Arlequina] foi a primeira personagem que eu pude escrever sendo abertamente bissexual”, ele contou. “Mesmo no nosso universo próprio de ‘Injustice’, pudemos contar histórias e mostrar relacionamentos que não estavam acontecendo em outras publicações naquela época. E eu me senti honrado de ter a chance de escrever o casamento da Arlequina e Hera Venenosa ano passado em Injustice: Ano Zero”, comentou. “Relacionamentos na vida amorosa da Harley são sempre uma loucura. Ainda assim, a principal lição é ser o mais natural possível, acompanhando as ações dos personagens, deixando eles serem levados pelas emoções e deixar eles irem. Eu espero alcançar a mesma coisa com Jon e Jay”, concluiu. Jon Kent vai se assumir bissexual poucos meses após a sexta edição da revista “Batman: Urban Legends” mostrar Tim Drake, o terceiro Robin, da mesma forma. O quinto número de “Superman: Son of Kal-El” será publicado em 9 de novembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Veja a capa abaixo.

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    Granville Adams (1963–2021)

    11 de outubro de 2021 /

    O ator Granville Adams, que ficou conhecido pela série “Oz”, morreu no domingo (10/10) aos 58 anos, após uma longa batalha contra um câncer. Adams tornou pública sua batalha contra o câncer no final do ano passado e, desde então, estava sob tratamento. Na série da HBO, que foi ao ar entre 1997 e 2003, ele deu vida a Zahir Arif, presente em todas as seis temporadas. Na trama, o personagem passava por uma transformação na prisão, convertendo-se em muçulmano para se tornar um dos prisioneiros mais tranquilos no Centro Correcional Estadual de Oswald. Paralelamente ao destaque obtido em “Oz”, ele também desempenhou um papel recorrente na série “Homicide: Life on the Street”, aparecendo em 11 episódios de 1996 a 1999, além de ter atuado no filme “Império” em 2002. Mas sua carreira não foi muito longe após o fim da produção da HBO. Em 2007, ele experimentou seu próprio julgamento criminal, sendo inocentado da acusação de homicídio negligente depois de se envolver numa briga em uma boate que resultou na morte de um homem. Os advogados de Adams pleitearam legítima defesa, enquanto os promotores não conseguiram provar que Adams agiu com negligência durante a altercação. Depois disso, ele só fez mais um trabalho nas telas, o drama indie “Magic City Memoirs”, em 2011.

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    Christina Ricci se casa em segredo

    11 de outubro de 2021 /

    A atriz Christina Ricci, até hoje lembrada como a pequena Wandinha de “A Família Addams”, surpreendeu os fãs com um casamento surpresa com o hairstylist Mark Hampton. Grávida de dois meses, a atriz postou fotos da cerimônia realizada longe da mídia no domingo (10/10) em seu Instagram. Nas imagens, os recém-casados aparecem em visual cor-de-rosa diante de um arranjo floral. “Sr. e Sra, Ricci”, legendou Christina, que aparece sorrindo no registro. A artista foi casada por 7 anos com James Heerdegen, a quem acusou de violência doméstica durante a pandemia. O ex-casal é pai de Freddie, de 7 anos. Ela será vista a seguir em “Matrix Resurrections”, que estreia no cinema em 22 de dezembro, e também estará na série de sobrevivência “Yellowjackets”, que chega em 14 de novembro no canal pago americano Showtime. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Christina Ricci (@riccigrams)

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    Cynthia Harris (1934–2021)

    9 de outubro de 2021 /

    A atriz Cynthia Harris, que estrelou a sitcom “Louco por Você” (Mad About You), morreu em 3 de outubro em Nova York, aos 87 anos. Harris passou a maior parte de sua carreira nos palcos da Broadway e à frente de sua própria companhia teatral no circuito off-Broadway, o que só lhe permitiu uma filmografia pequena, mas com alguns sucessos de bilheteria. Sua estreia nas telas aconteceu em 1968 no drama “Isadora”, cinebiografia da dançarina Isadora Duncan, estrelada por Vanessa Redgrave. Ela também participou da adaptação de “Tempestade” (1982) com John Cassavettes, e das comédias “Além das Fronteiras do Lar” (1972), com Barbra Streisand, “Três Solteirões e um Bebê” (1987), com Ted Danson, “Manequim: A Magia do Amor” (1991), com Kristy Swanson, e “Um Distinto Cavalheiro” (1992), com Eddie Murphy. Mas foi na TV que conquistou mais destaque. Além de participações em várias séries, de “Kojak” a “Law & Order”, ela estrelou a minissérie “Edward & Mrs. Simpson” em 1978 no papel de Wallis Simpson, a mulher que fez o Rei Edward abdicar do trono da Inglaterra. Seu papel mais marcante chegou em 1993, durante a 2ª temporada de “Louco por Você”, quando foi escalada como Sylvia Buchman, a mãe do protagonista Paul Buchman, vivido por Paul Reiser. Sua rivalidade ocasional com a nora Jamie Buchman (Helen Hunt) marcou alguns dos melhores episódios da sitcom premiada. Ao todo, Harris apareceu em 73 episódios da atração, incluindo duas vezes no revival de 2019. A retomada de Sylvia Buchman, uma década após se despedir do papel, foi seu último trabalho nas telas. Cocriador de “Louco por Você”, Paul Reiser homenageou sua mãe nas telas com um post nas redes sociais. “Que mulher excepcional. Verdadeiramente única”, ele escreveu. “E um coração tão grande. Foi uma honra e uma alegria ser seu ‘filho’ todos esses anos. Descanse em paz, querida amiga”. What an exceptional woman. Truly one of a kind. Cynthia could get a laugh just waiting to deliver a line you knew she would then absolutely crush. And such a big heart. It was an honor and a joy to be her "son" all these years. Rest in peace, dear friend. https://t.co/RTZKL7phwn — Paul Reiser (@PaulReiser) October 6, 2021

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    Família de Naya Rivera vence processo contra condado de Ventura pela morte da atriz

    9 de outubro de 2021 /

    O ator Ryan Dorsey, ex-marido de Naya Rivera, venceu a ação aberta em novembro do ano passado contra o condado de Ventura, na Califórnia (EUA), pela morte da atriz por homicídio culposo. A ação movida por Dorsey foi em nome do filho do ex-casal, Josey Hollis Dorsey, que tinha 4 anos quando sua mãe morreu afogada. Dorsey processou o condado de Ventura, onde fica o Lago Piru em que Naya morreu, como responsável pela morte, porque o barco em que ela estava não cumpria os padrões de segurança, e mesmo assim estava disponível para ser alugado. Além disso, não havia avisos no local sobre o perigo de nadar no lago. A atriz e cantora Naya Rivera, conhecida por sua participação na série “Glee”, morreu em julho do ano passado durante um passeio de barco com seu filho na região. Na época, o menino disse à polícia que viu a mãe desaparecer debaixo d’água. A artista foi encontrado afogada, dias depois.

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    Kristen Stewart será homenageada pelo Gotham Awards 2021

    9 de outubro de 2021 /

    A atriz Kristen Stewart, que atualmente está recebendo elogios e prêmios por sua atuação como a Princesa Diana em “Spencer”, e o produtor executivo Eamonn Bowles, fundador e presidente da Magnolia Pictures desde 2001, serão homenageados no Gotham Awards 2021, tradicional premiação dedicada ao cinema independente americano. A homenagem foi uma forma encontrada pelos organizadores do Gotham para reconhecer o trabalho de Stewart, que não pode concorrer na premiação indie nova-iorquina porque “Spencer” é tecnicamente uma produção britânica. “Estamos tremendamente orgulhosos de homenagear Kristen Stewart, cuja excelente atuação como Princesa Diana em ‘Spencer’ marca mais um auge artístico em uma carreira notável que abrange alguns dos filmes de estúdio de maior sucesso e filmes independentes que se tornaram icônicos nas últimas duas décadas”, disse Jeffrey Sharp, diretor executivo do The Gotham Film & Media Institute, em um comunicado. “Ao assumir consistentemente papéis ousados ​​e desafiadores em todos os gêneros, Kristen se estabeleceu como uma das artistas mais respeitadas e amadas na comunidade de filmes independentes que representamos aqui no Gotham”. Sharp também dedicou vários elogios à contribuição de Bowles. “Para que filmes independentes e internacionais incríveis alcancem o amplo público americano, você precisa de executivos inovadores e implacavelmente apaixonados como Eamonn Bowles. Desde a fundação da Magnolia em 2001, ele foi pioneiro em métodos únicos de distribuição de filmes que elevam vozes e histórias desesperadamente necessárias nesta indústria. Seu histórico de distribuição de filmes do mais alto calibre fala por si e estamos muito orgulhosos de reconhecer sua liderança e carreira estelar por ocasião do 20º aniversário de Magnolia”, destacou. O Gotham Awards deste ano vai acontecer no prédio histórico Cipriani Wall Street, localizado no coração de Manhattan, no dia 29 de novembro, abrindo a temporada de premiações dos melhores do ano no cinema americano, que se estende até a entrega do Oscar.

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    Brigitte Bardot é multada por insultos racistas

    8 de outubro de 2021 /

    A atriz Brigitte Bardot foi multada em 25 mil euros por insultos racistas e de preconceitos religiosos pela Procuradoria da França na quinta-feira (7/10). A multa foi consequência de uma carta aberta da atriz, datada de 2019, em que chamou a Ilha da Reunião, departamento francês situado no Oceano Índico, de “Ilha do Diabo, com uma população formada por degenerados ainda imbuídos das tradições bárbaras das suas raízes”. O texto também afirmava que “os nativos mantiveram seus genes selvagens” para denunciar supostas práticas perversas contra animais. A manifestação foi motivada pelo conhecido ativismo da atriz de 87 anos contra crueldades cometidas contra animais. Bardot, que se aposentou das telas em 1973 para se dedicar à luta pelos direitos dos animais, acusou os habitantes do local de usar cães e gatos como isca para tubarões, além de “decapitar cabras e bodes em festivais indígenas”. “Tudo tem reminiscências de canibalismo de séculos passados. Tenho vergonha desta ilha, da selvageria que ainda reina lá”, acrescentou a estrela francesa. Várias ONGs que lutam contra o racismo na França apresentaram queixas contra a atriz, que se desculpou dizendo que estava com raiva com o que acontecia com os animais na ilha. Ao levar os processos adiante, a Procuradoria francesa acusou a atriz de proferir “insultos sérios, racistas e repetidos que atacam os cidadãos da Reunião como um todo”.

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    Nani (1951-2021)

    8 de outubro de 2021 /

    O escritor e cartunista Nani, autor da tirinha “Vereda Tropical” e colaborador histórico do jornal de humor O Pasquim e da revista Mad, morreu nesta sexta (8/10), aos 70 anos, em decorrência de complicações da covid-19. Sua morte aconteceu no dia em que o Brasil atingiu 600 mil mortos na pandemia. Nani ficou cerca de uma semana internado em um hospital em Belo Horizonte, mas tinha acabado de passar por três transplantes de fígado e não aguentou, mesmo tendo tomado as duas doses da vacina contra o coronavírus. Ernani Diniz Lucas, o Nani, era mineiro de Esmeraldas e iniciou a carreira publicando charges no jornal O Diário, de Belo Horizonte, em 1971. Logo depois, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se tornou conhecido nacionalmente por seus desenhos nas páginas da icônica publicação contracultural O Pasquim. A projeção o transformou num dos principais cartunistas do jornal O Globo. Além de cartunista de mão cheia, premiado em salões de humor do Brasil e do exterior, ele também foi um roteirista importante da rede Globo, tendo ajudado a escrever três programas de Chico Anysio, “Chico Total”, “Chico Anysio Show” e “Escolinha do Professor Raimundo”, além dos humorísticos “Casseta & Planeta”, “Sai de Baixo” e “Zorra Total”. Uma de suas criações mais célebres foi a tirinha “Vereda Tropical”, publicada em vários jornais, que satirizava o cotidiano político e social do país. Vários cartunistas lamentaram a sua morte nas redes sociais. “Obrigada por tanta graça que deixou pra gente”, escreveu Laerte.

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    Globoplay vai batizar salas de cinema de São Paulo

    7 de outubro de 2021 /

    A plataforma de streaming da Rede Globo vai dar nome a duas salas do novo Cine Marquise, espaço que sucede o antigo Cinearte num dos endereços de cinema mais tradicionais da cidade de São Paulo. Localizado no Conjunto Nacional, no encontro entre a Avenida Paulista e a Rua Augusta, o novo cinema batizou suas salas de Globoplay 1 e Globoplay 2, que serão inauguradas com telas importadas, poltronas semi-vips e um sistema de som Dolby de última geração. “A parceria com esse projeto que traz de volta salas importantes de cinema de São Paulo reforça o nosso compromisso com a produção audiovisual. Nada mais adequado ao Globoplay, uma plataforma que apoia, valoriza e incentiva a cultura nacional”, diz afirma Tiago Lessa, Head de Marketing, Aquisição e Engajamento Produtos e Serviços Digitais Globo. A reforma completa do espaço também contou com patrocínio da Sabesp e da EMAE – Empresa Metropolitana de Águas e Energia. Como curiosidade, a bombonière do cinema também oferecerá aos frequentadores a cerveja artesanal paulistana da marca Tarantino, nome bastante apreciado pelos cinéfilos. Fechado há quase dois anos, antes mesmo da pandemia de covid-19, o Cinearte vai dar lugar oficialmente ao Cine Marquise na segunda quinzena deste mês, a tempo do espaço manter sua tradição de exibir os filmes da Mostra de São Paulo.

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    Daniel Craig ganha estrela na Calçada da Fama de Hollywood

    7 de outubro de 2021 /

    O ator Daniel Craig foi homenageado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood na tarde de quarta-feira (6/10), véspera da estreia de “007 – Sem Tempo para Morrer” nos EUA. Já em cartaz no Brasil, o longa será lançado nesta sexta-feira (8/10) na América do Norte. Craig teve seu nome impresso na 2.704ª estrela da Calçada da Fama, simbolicamente localizada na altura do número 7007 do Hollywood Boulevard e bem próxima de outro ator famoso que também interpretou James Bond, Roger Moore. O astro inglês foi apenas o terceiro James Bond a receber a homenagem, seguindo Roger Moore e Pierce Brosnan, que foram respectivamente o segundo e o quarto intérpretes de 007 na franquia oficial do cinema. Fora das produções oficiais, David Niven, que viveu o espião na sátira “Cassino Royale”, de 1967, também possui um estrela na Calçada da Fama. A cerimônia de inauguração contou com a presença do astro e convidados, como os produtores da franquia 007, Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, e foi introduzida por discurso de Rami Malek, que interpreta o vilão Lyutsifer Safin em “Sem Tempo para Morrer”, e usou a palavra “classe” para descrever o ator. “É uma honra absoluta ser pisado por toda Hollywood”, brincou Craig em seu agradecimento à homenagem. “Estar nesta calçada cercado por todas estas lendas me faz um homem muito, muito, muito feliz”, completou. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Hollywood Walk Of Fame (@hwdwalkoffame)

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    Streaming do Telecine vai migrar para a Globoplay

    7 de outubro de 2021 /

    O Grupo Globo anunciou, por meio de sua assessoria, que o aplicativo do Telecine vai acabar. Todo seu conteúdo migrará para a plataforma Globoplay. A mudança não afetará o Telecine na TV paga, que continuará funcionando com seus canais independentes. Apesar da novidade, o conteúdo em streaming do Telecine continuará separado do conteúdo da Globoplay. Ele vai funcionar em uma área personalizada dentro da plataforma, num modelo conhecido como channel, já utilizado na oferta do Premiere e do Combate. Não será necessário nem ser assinante da Globoplay para consumir as ofertas do Telecine. Como já acontece. Para os assinantes atuais do serviço, nada muda, à exceção do modo de acessar o Telecine pelo aplicativo da Globoplay. Já os assinantes da Globoplay permanecem sem acesso automático ao Telecine, que continuará condicionado a uma assinatura específica. Num texto com jargões do mercado publicitário, a empresa afirma que “a mudança visa concentrar seu extenso portfólio de conteúdo em um único ambiente e aprimorar a experiência dos usuários, além de trazer ganhos de sinergia para as operações. O movimento reforça a estratégia de relacionamento direto com o consumidor da Globo, que posiciona o Globoplay como o principal marketplace de conteúdo no Brasil”. De acordo com o comunicado, a integração será concluída até o final de 2021, mas não há informações sobre se isso será acompanhado por um relançamento promocional. O texto também deixa dúvidas sobre a continuidade dos lançamentos em VOD (video on demand), citando apenas o catálogo já existente de filmes e a inclusão do live streaming dos canais pagos do grupo: Premium, Action, Touch, Pipoca, Cult e Fun. Atualmente, é possível assinar as duas plataformas em conjunto em um pacote que sai por R$ 49,90 ao mês. Separadamente, porém, a Globoplay custa a partir de R$ 22,90 enquanto o streaming do Telecine sai por um valor mensal de R$ 37,90.

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