Duquesa Camilla convida sua intérprete em “The Crown” para evento oficial
Camilla Parker Bowles conheceu sua intérprete na série “The Crown” nesta terça-feira (8/3) em Londres. A Duquesa da Cornualha, que deve se tornar rainha consorte quando seu marido, o príncipe Charles, assumir o trono, convidou a atriz, roteirista e diretora Emerald Fennell para uma recepção de líderes femininas em sua residência real, Clarence House, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Fennell, que viveu Camilla na 3ª e 4ª temporadas de “The Crown”, ficou alguns minutos conversando com a nobre da vida real, de acordo com o jornal The Telegraph. Ela chegou a com o jornal suas impressões sobre a verdadeira Camilla: “Ela é uma pessoa tão impressionante. Foi muito bom conhecê-la hoje, no Dia Internacional da Mulher, porque ela faz tanto por tantas instituições de caridade particularmente centradas nas mulheres. Eu estava nervosa que poderia ser jogado na Torre de Londres [prisão histórica da monarquia], mas até agora está tudo bem. Ela está no centro das atenções há muito tempo e sempre reagiu com muita graça e bom humor.” A integrante da realeza chegou a se dirigir diretamente a Fennell durante seu discurso no evento, dizendo: “É reconfortante saber que, se eu cair do meu poleiro a qualquer momento, meu alter ego fictício está aqui pronta para assumir. Então, Esmeralda, esteja preparada!” Na série, a atriz interpretou Camilla como uma fumante inveterada, que brinca pelas costas da princesa Diana com seu marido, o príncipe Charles. Na vida real, Camilla e Charles tiveram um caso famoso antes de se casarem em 2005. No mês passado, a rainha Elizabeth II, mãe de Charles, confirmou que, quando seu filho ascender ao trono, Camilla se tornará rainha consorte. Desde sua participação final em “The Crown” em 2020, Fennell se consagrou como cineasta, vencendo um Oscar de Melhor Roteiro Original por “Bela Vingança”, seu filme de estreia como diretora. Ela atualmente trabalha na pré-produção de seu segundo longa, ainda sem título ou detalhes conhecidos. Veja abaixo o vídeo do encontro entre Camilla e “Camilla” e o post da residência oficial da Duquesa sobre o evento – que destaca uma foto das convidadas, com Fennell na primeira fila. Camilla has just met “Camilla” from The Crown! Lovely moment here at Clarence House as the Duchess of Cornwall met Emerald Fennell for the first time at her @WOWisGlobal #IWD reception: pic.twitter.com/J3d6Lwq0Su — Emily Nash (@emynash) March 8, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Clarence House (@clarencehouse)
Laurel Goodwin (1942–2022)
A atriz Laurel Goodwin, que dançou com Elvis Presley e foi ao espaço com o Sr. Spock, morreu em 25 de fevereiro aos 79 anos. O falecimento só foi anunciado por sua irmã na segunda-feira (7/3). Seu primeiro papel como atriz foi aos 20 anos em “Garotas, Garotas e Mais Garotas”, interpretando um dos dois potenciais interesses amorosos de Elvis Presley. Ela disputou o astro com ninguém menos que Stella Stevens (protagonista feminina do clássico “O Professor Aloprado”). O filme contém um momento épico para as fãs de Elvis e constrangedor para a atriz. Durante a coreografia do casal na música “The Walls Have Ears”, a fricção da calça apertada do cantor o deixou visivelmente excitado. E a produção manteve a cena na edição final. Veja abaixo. Mas a estreia de Goodwin não rendeu só constrangimento. Ela se tornou amiga do Rei do Rock e contava ter se livrado de um relacionamento abusivo com a ajuda do cantor, que enviou um membro da Máfia de Memphis (apelido da entourage de Elvis) para exigir que seu namorado a tratasse com respeito. Depois da estreia no romance musical, ela ainda apareceu na comédia “O Estado Interessante de Papai” (1963) e em três westerns B, mas sua carreira de atriz não emplacou. Tudo, claro, poderia ter sido diferente se a rede americana NBC tivesse aprovado o piloto de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Ela foi uma das principais intérpretes de “The Cage”, episódio que acabou rejeitado pelos executivos do canal em 1964. Dois anos depois, quando o roteirista-produtor Gene Roddenberry tentou emplacar um segundo piloto, ele trocou todo o elenco, mantendo apenas Leonard Nimoy como Spock. Foi esta segunda configuração que entrou para a história da TV, do cinema e da cultura pop. Interprete da cadete JM Colt, a atriz enfrentou alienígenas, sobreviveu à trama original e se estabeleceu como possível interesse romântico de seu oficial superior, sugerindo que faria parte do elenco da série. Mas o máximo que o público viu de sua participação foram poucas cenas exibidas como flashback de uma missão antiga da nave Enterprise, num episódio especial em duas partes da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” em 1966. “The Cage”, porém, acabou ressurgindo de forma integral na era do VHS, lançado em vídeo em 1988. Goodwin era a única integrante ainda viva do elenco do piloto, que também trazia Jeffrey Hunter como o Capitão Christopher Pike, Majel Barrett como a Número 1 e, claro, Leonard Nimoy como Spock. Vale apontar que, 58 anos depois da rejeição, Spock, Pike e a Número 1 vão finalmente ganhar sua série neste ano. Intitulada “Star Trek: Strange New Worlds”, a atração centrada na tripulação do piloto original vai estrear em 5 de maio com novos intérpretes nos papéis clássicos. Mas a personagem de Goodwin, que apareceu até em quadrinhos, não foi listada na tripulação. A artista ainda apareceu em séries populares como “O Homem de Virgínia”, “Agente 86”, “A Família Buscapé” (num episódio duplo) e “Mannix”, mas acabou desistindo da atuação nos anos 1970. Ela chegou a trabalhar na produção de filmes junto com o marido Walter Wood em Nova York – entre eles “O Imbatível” (1983), estrelado por Burt Reynolds – , mas o negócio não prosperou e em meados dos anos 1980 o casal se mudou para Palm Springs, onde Goodwin seguiu carreira em enfermagem. Em 2009, seu marido ficou gravemente doente e ela cuidou dele até sua morte. Embora tenha participado de algumas convenções de Elvis ao longo dos anos, somente em 2005 ela aceitou aparecer em sua primeira convenção de “Star Trek”, ocasião em que foi recebida com uma grande estrela, com longos e demorados aplausos. Confira abaixo sua dança com Elvis e o final do piloto de “Jornada nas Estrelas”, que destaca sua participação.
JK Rowling volta a atacar direitos de transexuais
A escritora britânica JK Rowling, criadora de “Harry Potter”, não abre mão de ser rotulada como transfóbica. Quando os fãs começam a esquecer suas declarações mais polêmicas, ela volta a carga para lembrar a todos que é contra os direitos de pessoas transexuais. Na segunda-feira (7/3), Rowling entrou em conflito com a primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, depois que um Projeto de Lei de Reforma do Reconhecimento de Gênero foi apresentado na semana passada em Holyrood, o parlamento escocês. A mudança legislativa visa simplificar a burocracia para o reconhecimento de gênero de pessoas transexuais, independente de relatórios médicos ou provas de uma transição. “Vários grupos de mulheres apresentaram evidências de boa fonte ao governo de Nicola Sturgeon sobre as prováveis consequências negativas dessa legislação para mulheres e meninas, especialmente as mais vulneráveis. Tudo foi ignorado”, escreveu Rowling em sua conta no Twitter. “Se a legislação for aprovada e essas consequências ocorrerem como resultado, não podem fingir que não foram avisados”, acrescentou. Uma fã com pseudônimo de personagem de quadrinhos questionou a escritora se ela queria mesmo ver seu legado morrer nesta “colina”, uma forma de se referir a batalha em inglês. “Sim, querida. Vou ficar aqui nesta colina, defendendo o direito de mulheres e meninas falarem sobre si mesmas, seus corpos e suas vidas da maneira que bem entenderem. Você se preocupa com seu legado, eu me preocupo com o meu”, Rowling respondeu. A primeira-ministra da Escócia também lamentou a posição da escritora. Em entrevista no programa de rádio “The World at One” da BBC Radio 4, ela afirmou que discordava “fundamentalmente” da oposição de Rowling ao Projeto de Reforma do Reconhecimento de Gênero sob a alegação de que ameaçaria mulheres vulneráveis. A legislação proposta “não dá mais direitos às pessoas trans, não dá às pessoas trans um único direito adicional que elas não têm agora. Nem tira das mulheres nenhum dos direitos atuais existentes que as mulheres têm sob a lei de igualdade”, argumentou Sturgeon. Rowling subiu na colina da intransigência em junho de 2020, quando tuitou pela primeira vez sobre um artigo de opinião a respeito de “pessoas que menstruam” e zombou do texto por não usar a palavra “mulheres”. O tuite gerou uma reação, já que mulheres transexuais não menstruam, o que levou a autora a se defender e elaborar seus pontos de vista em um ensaio, onde se declarou claramente contra os direitos dos transexuais, explorando a descrição mais sensacionalista e preconceituosa possível, reduzindo mulheres trans a estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Sem argumentos para discutir com Maines, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. Esta postura transfóbica, disfarçada de feminismo, criou atrito até com os atores Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Daniel Radcliffe chegou a tuitar um pedido de desculpas em seu nome para a comunidade trans. Embora não tenha comentado as críticas dos intérpretes de “Harry Potter”, ela apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F. Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. Por “acaso”, ela também não apareceu no recente reencontro com o elenco dos filmes de “Harry Potter”, disponibilizado pela HBO Max, após ser rejeitada até por comunidades de fãs da franquia. Oficialmente, ela teria dito que as imagens de arquivo seriam suficientes. and those consequences ensue as a result, the @SNP govt can’t pretend it wasn’t warned. 2/2 — J.K. Rowling (@jk_rowling) March 7, 2022 Yes, sweetheart. I'm staying right here on this hill, defending the right of women and girls to talk about themselves, their bodies and their lives in any way they damn well please. You worry about your legacy, I'll worry about mine 😉 https://t.co/wLekwpMQEe — J.K. Rowling (@jk_rowling) March 8, 2022
Nicole Kidman sofre lesão e falta à almoço anual do Oscar
A atriz Nicole Kidman sofreu uma lesão no tendão durante as gravações da nova série “Expats”, da Amazon Prime Video, e faltou ao almoço anual dos indicados ao Oscar, que aconteceu na segunda-feira (7/3) em Los Angeles. Ela concorre ao Oscar de 2022 na categoria de Melhor Atriz por seu trabalho em “Apresentando os Ricardos”, também da Amazon. A justificativa para a ausência de Kidman foi revelada pelo site da revista americana Variety. Segundo a publicação, a atriz de 54 anos agravou uma lesão pré-existente durante um momento de esforço e acabou rasgando o tendão. A atriz está de volta em sua casa em Los Angeles, repousando sob ordens médicas para se recuperar da lesão. Enquanto isso, a produção de “Expats” segue registrando cenas com outros intérpretes.
Leonardo DiCaprio teria doado US$ 10 milhões para a Ucrânia
O ator Leonardo DiCaprio tria feito uma doação de US$ 10 milhões para as Forças Armadas da Ucrânia, informou a agência de notícias local Ukrinform. Segundo a agência, o valor é a maior doação individual feita à Ucrânia desde o início da invasão russa e auxiliará o exército a combater a Rússia, além dos esforços humanitários no país, que se encontra sob bombardeio militar. DiCaprio não se manifestou publicamente sobre a doação, mas a notícia foi replicada por várias agências internacionais de prestígio. Um dos astros mais populares de Hollywood desde o sucesso de “Titanic” em 1997, DiCaprio possui família ucraniana. Sua avó materna nasceu na cidade de Odessa e era adorada pelo ator. Antes de falecer em 2008, aos 93 anos, ela costumava acompanhar o neto em vários eventos. Assim como diversas outras estrelas, DiCaprio condenou a invasão da Ucrânia por forças militares da Rússia, que teve início em 24 de fevereiro. Ele também expressou solidariedade ao povo ucraniano.
Netflix sai do ar na Rússia
A Netflix tirou sua plataforma do ar na Rússia. Os usuários do serviço não poderão mais acessar as suas contas no país. A decisão foi anunciada na noite de domingo (6/1) em reação à invasão da Ucrânia por tropas militares russas. Segundo o site Deadline, a Netflix tem menos de 1 milhão de inscritos na Rússia, onde foi lançada há menos de um ano. A suspensão do serviço aconteceu quatro dias após a Netflix anunciar a paralisação de todas as suas produções russas, incluindo uma série de suspense que estava no meio das gravações. A empresa também suspendeu a compra de filmes e séries produzidas no país. As decisões se somam à recusa da empresa de streaming de cumprir uma determinação do governo russo para exibir TVs estatais em seu catálogo. No ano passado, o Roskomnadzor, órgão controlador das comunicações na Rússia, classificou a Netflix como um “serviço audiovisual”, uma vez que a plataforma possui mais de cem mil usuários diários no país, e impôs a obrigatoriedade de que o serviço transmita 20 canais de TV estatais para seus assinantes, como se fosse um provedor de canais pagos. Com o boicote, a empresa de streaming se junta aos estúdios de Hollywood, que decidiram não lançar mais filmes na Rússia enquanto persistirem as agressões militares à Ucrânia.
J.K. Rowling promete doar até R$ 6,6 milhões para órfãos da Ucrânia
A escritora britânica J.K. Rowling, criadora da saga literária de “Harry Potter”, entrou em campanha por doações para ajudar as crianças dos orfanatos da Ucrânia e prometeu igualar o montante doado em até 1 milhão de libras (o equivalente a R$ 6,6 milhões). A escritora retuitou um pedido da Fundação Lumos, que ela cofundou em 2005 e que atualmente arrecada fundos para entregar alimentos, materiais de higiene e remédios aos afetados pela crise humanitária na Ucrânia, após o país ser invadido por ataque militar da Rússia. “Eu igualarei pessoalmente as doações que responderem a este apelo, até £ 1 milhão”, prometeu Rowling, que agradeceu às pessoas que já doaram para a fundação. “Vocês estão permitindo que a Lumos faça um trabalho crucial para algumas das crianças mais vulneráveis da Ucrânia”, acrescentou. Em seu site, a Lumos explica que trabalha na região de Zhytomyr – ao oeste da capital Kiev -, uma área onde, antes da invasão russa, mais de 1.500 crianças viviam em orfanatos. Quase 100 mil crianças vivem em instituições em toda a Ucrânia, afirma a fundação. “A invasão das forças russas significa que agora há mais crianças em perigo”, advertiu a Lumos, que com seus esforços pretende ajudar os menores de idade deslocados e traumatizados pelo conflito. I will personally match donations to this appeal, up to £1m. Thank you so, so much to all who’ve already donated, you’re enabling @lumos to do crucial work for some of the most vulnerable children in Ukraine. https://t.co/XK8yTtB1nl — J.K. Rowling (@jk_rowling) March 7, 2022
Mario Frias e Sérgio Camargo são investigados por Comissão de Ética Pública
O secretário especial de Cultura Mario Frias voltou a ser alvo da Comissão de Ética Pública (CEP). Na semana passada, o órgão ligado à Presidência da República abriu investigações para apurar as condutas de Frias e Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares, nas redes sociais. Os dois serão investigados pelos excessos (lacração) que cometem nas mídias digitais. Segundo revelou a própria Comissão, apura-se “suposta conduta antiética” de Frias nas suas publicações. Já Camargo, além de “supostas manifestações indevidas em postagens das redes sociais”, também vai ser investigado por “suposta discriminação às religiões e às lideranças religiosas de matriz africana, decorrente de artigos depreciativos contra Zumbi dos Palmares, publicados no site da fundação”. Esta é a terceira vez que o nome de Frias é levado à CEP. No ano passado, a oposição protocolou uma representação pedindo que o órgão apurasse acusações de que Frias trabalha armado e pratica assédio moral contra servidores. Neste ano, ele voltou ao radar da CEP após acusação de nepotismo na nomeação de seu cunhado para um cargo de confiança na Embratur. Frias também empregou a noiva de um aliado na secretaria de Cultura e, durante participação em programa do canal amigo Jovem Pan, tripudiou quanto questionado sobre possível falta de ética: “Preferia que eu tivesse nomeado a esposa do Lula?” O incidente foi ignorado pela CEP, assim como as viagens internacionais “urgentes” sem pauta relevante da Secretaria Especial de Cultura.
Antonia Fontenelle faz interpelação judicial contra Mario Frias
A atriz e youtuber Antonia Fontenelle entrou com um pedido de interpelação judicial contra o secretário especial de Cultura Mario Frias no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo). Os dois trocaram farpas recentemente nas redes sociais. Frias disse que iria processar Fontenelle após ela afirmar que recebeu a proposta de ter um projeto cultural aprovado caso parasse de criticar o secretário. Mas quem tomou a iniciativa foi ela. Frias definiu Fontelle como alguém que “não vale um real” em uma live de 12 de fevereiro, após a youtuber declarar que havia recebido oferta em dinheiro para dar fim a possíveis críticas à gestão do secretário de Cultura. Ele afirmou que era calúnia e a chamou de “cacatua” e “rainha da Lei Rouanet”. Ela gora quer saber, via interpelação judicial, o que ele quis dizer com essas ofensas. A interpelação judicial é o primeiro passo para a abertura de um processo por calúnia e/ou difamação. Os comentários de Fontenelle, que originaram a briga, foram feitos em seu canal no YouTube, ao abordar a viagem feita por Frias a Nova York na companhia de um subalterno, que custou cerca de R$ 80 mil em dinheiro público sem agenda relevante.
Taron Egerton passa mal e desmaia em estreia de peça em Londres
O ator Taron Egerton, que interpretou Elton John em “Rocketman”, passou mal e desmaiou no palco de um teatro de Londres no sábado (5/3), noite da estreia de “Cock”, sua nova peça. Segundo um comunicado da produção do espetáculo, o ator foi atendido por um médico que estava na plateia. “Durante a primeira prévia desta noite da peça ‘Cock’, de Mike Bartlett, no Ambassadors Theatre, Taron Egerton desmaiou no final da apresentação. Um médico que estava na plateia atendeu Taron imediatamente após o incidente e, embora ele se sentisse bem, foi decidido que o substituto de Taron, Joel Harper-Jackson, continuaria no papel para completar a performance. O artista de 32 anos se pronunciou sobre o ocorrido nos Stories de seu Instagram e disse estar bem. “Um pouco dolorido no pescoço e com o ego machucado, mas estou bem”. “Decidi olhar de forma positiva e agradeceria se alguém que estivesse no teatro ontem à noite dissesse que fiz uma performance tão comprometida e eletrizante que meu corpo não aguentou”, brincou. “Dito isto, aparentemente a gente deve realmente fazer o show completo e não apenas três quartos dele. Então estarei de volta com uma vingança amanhã à noite”, prometeu Taron. Por fim, ele agradeceu à equipe do teatro, ao elenco, e ao seu substituto. “Mas principalmente, eu queria agradecer a Joel Harper-Jackson, que interveio para fazer a última parte da peça. Joel é um ator incrível e uma pessoa adorável. Obrigado”. Além de “Rocketman”, Taron também é conhecido por protagonizar os filmes da série “Kingsman” e ter sido Robin Hood em “Robin Hood: A Origem”.
Casa de “Edward Mãos de Tesoura” está à venda na Flórida
A casa que foi usada como cenário para o filme cult “Edward Mãos de Tesoura” (1990) está à venda na Flórida por US$ 700 mil. Localizada em Lutz, nos arredores de Tampa, a casa foi comprada há dois anos por US$ 230 mil pelo atual proprietário e passou por ampla reforma para tornar seu exterior e interior mais parecidos com os registros do filme, já que as cenas internas foram criadas em estúdio. No exterior, foram acrescentadas moitas cortadas ao estilo Mãos de Tesoura e no interior o mesmo papel de parede com cogumelos visto no longa de Tim Burton. A casa ainda ganhou utensílios domésticos similares aos do filme e memorabilia do ator Johnny Depp, incluindo um manequim de Edward Mãos de Tesoura em tamanho real, que estão inclusos no preço do imóvel. A residência tem três quartos e dois banheiros e chegou a ser transformada em museu, antes de ser colocada à venda na última quarta-feira (2/3). Veja abaixo um vídeo de setembro passado, abordando a restauração da casa e a inclusão dos itens do filme em sua decoração.
John Stahl (1953–2022)
O ator John Stahl, que interpretou Rickard Karstark nas primeiras temporadas de “Game of Thrones”, morreu na quarta-feira (2/3) aos 68 anos. A causa da morte não foi revelada. Antes de aparecer na série da HBO, o ator era mais conhecido por interpretar Tom “Inverdarroch” Kerr na longeva novela escocesa “Take the High Road”. Ele apareceu no programa de 1982 até o final de sua exibição em 2003. O personagem Karstark também teve grande destaque nas primeiras temporadas de “Game of Thrones”. A maioria das cenas de Stahl foram compartilhadas com Richard Madden, intérprete de Robb Stark, enquanto as Casas de Karstark e Stark passaram de aliadas a inimigas juradas. Na 3ª temporada, Rickard Karstark termina executado por Robb, o que, num efeito em cadeia, leva o filho mais velho dos Starks a ser abandonado por aliados e cair vítima da traição do “Casamento Vermelho”. Ele também apareceu nos filmes “Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha” (2017), “Duas Rainhas” (2018) e na recente comédia romântica da Netflix “Um Castelo para o Natal” (2021). A maior parte de sua carreira, porém, foi passada no teatro. Suas principais interpretações aconteceram com a Royal Shakespeare Company e no National Theatre em Londres.
Johnny Brown (1937–2022)
O ator Johnny Brown, estrela da série clássica “Good Times”, morreu aos 84 anos. A causa de morte não foi informada por sua família, que anunciou sua morte na quarta (2/3) no Instagram. Brown teve uma carreira multifacetada. Ele gravou músicas e tocou em uma banda, apareceu na Broadway e foi comediante televisivo. Criado no Harlem, em Nova York, ele venceu uma competição de talentos no Teatro Apollo e passou a integrar um grupo de entretenimento de um nightlub com sua futura esposa June e o sapateador Gregory Hines. E foi assim que acabou chamando atenção de Sammy Davis Jr., que o convidou a participar do musical “Golden Boy” em 1964 na Broadway. Assumindo o papel de mentor, Sammy Davis Jr. também o levou a Hollywood, incluindo-o em seu filme “Um Homem Chamado Adam” (1966) como um pianista cego. Ele também atuou na comédia clássica “Forasteiros em Nova Iorque” (1970), dirigida por Arthur Hiller, escrita por Neil Simon e estrelada por Jack Lemmon. O filme demonstrou seu talento cômico e lhe abriu as portas para integrar o elenco de “Laugh In”, programa pioneiro de esquetes dos EUA – e novamente com indicação de Davis Jr. Depois de três temporadas criando personagens em “Laugh In”, o produtor do programa, Allan Manings, resolveu incluir Brown em outra de suas atrações: “Good Times”. O ator entrou no meio da 2ª temporada, exibida em 1975, e rapidamente se tornou um dos favoritos do público. Uma das primeiras séries de elenco exclusivamente negro, “Good Times” (1974–1979) acompanhava o cotidiano de uma família de classe baixa numa região pobre de Chicago. Brown viveu Nathan Bookman, o zelador indolente do projeto habitacional em que vivia a família Evans. Depois do fim da produção, ele seguiu aparecendo em várias séries populares até 2007, quando fez sua última participação especial num episódio de “Todo Mundo Odeia o Cris”.












