Estrela de “Orange is the New Black” diz que aborto salvou sua vida
A atriz Laura Prepon (a Alex de “Orange Is the New Black”) afirmou que um aborto “salvou sua vida”, após ter descoberto que o bebê não sobreviveria e ela própria corria risco durante uma gravidez. Em uma postagem no Instagram, ela revelou que o dia da interrupção da gravidez foi “o pior de sua vida”, mas admitiu que estava agradecida por ter essa escolha, lamentando que as pessoas em sua posição agora possam ser forçadas a ir com a gravidez até o fim, apesar dos riscos, graças à recente decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que permitiu a estados conservadores considerarem o aborto ilegal. “Um dos piores dias da minha vida foi quando fiz a escolha de interromper uma gravidez no segundo trimestre. A verdade devastadora é que descobrimos que o feto não sobreviveria até o fim e que minha vida também estava em risco. Na época – eu tinha a escolha”, ela escreveu. “Todo mundo tem sua própria maneira para buscar esse procedimento médico e eu simpatizo com qualquer um que tenha se deparado com essa decisão impossível. Estou orando por todos nós, para que possamos passar por esse momento desafiador e recuperar o arbítrio sobre nossos próprios corpos”, completou. A atriz já havia dado mais detalhes sobre o assunto em 2018. Ela e o marido Ben Foster (“A Qualquer Custo”) decidiram não contar a ninguém sobre a gravidez até um exame de 16 semanas, quando foram informados de que o feto tinha higroma cístico, um desenvolvimento anormal do sistema vascular linfático. “Nosso especialista neonatal nos disse que o cérebro não estava crescendo e os ossos não estavam crescendo. Fomos informados de que o bebê não sobreviveria e que eu corria o risco se continuasse com a gravidez. Ben me segurou enquanto eu chorava. Tivemos que interromper a gravidez”, relatou a atriz na ocasião. Ex-seguidora da Igreja da Cientologia, Laura Prepon surpreendeu a muitos por interpretar uma lésbica nas sete temporadas de “Orange Is the New Black”). O final da atração, em 2019, foi seu último trabalho nas telas. Atualmente, ela aparece vinculada à série “That ’90s Show”, continuação de “That ’70s Show”, que ela estrelou há 24 anos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Laura Prepon (@lauraprepon)
Chris Pratt desabafa sobre críticas: “Eu chorei”
O ator Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) fez um desabafo durante uma entrevista à revista Men’s Health, declarando lamentar ser visto como uma pessoa mais religiosa do que realmente é. Pratt passou a ser associado à religiosidade em 2019, durante o recebimento de um prêmio no MTV Movie Awards. À época, ao mencionar suas nove regras, ele destacou em uma delas que “Deus é real. Deus te ama, Deus quer o melhor para você. Acredite nisso, eu acredito.” “Talvez tenha sido arrogante eu ter subido no palco e dito as coisas que eu disse. Não tenho certeza se alguém se sentiu tocado”, o ator ponderou, em retrospecto. Naquele mesmo ano, ele foi acusado por Eliot Page de frequentar uma Igreja polêmica, a Hillsong, que condena ferozmente a comunidade LGBTQIAP+. À época, Pratt respondeu que os comentários “não poderiam estar mais longe da verdade”, afirmando que frequenta uma igreja “que abre suas portas para absolutamente todos”. Agora, o ator reforçou que não frequenta nem nunca frequentou a Hillsong, que recentemente também se envolveu em acusações de abuso sexual. Durante a conversa, ele procurou reforçar a diferença entre sua fé e a opressão das religiões ao longo dos séculos. “A religião tem sido opressiva pra caral** há muito tempo”, disse ele. “Eu não sabia que meio que me tornaria o rosto de uma religião, quando na verdade nem sou uma pessoa tão religiosa. Acho que há uma diferença muito grande entre ser religioso – aderir aos costumes concebidos pelos homens, muitas vezes apropriando-se do encantamento reservado a quem acredito ser um Deus muito real – e usar religião para controlar as pessoas, tirar dinheiro das pessoas, abusar de crianças, roubar terras e justificar o ódio”. Por fim, Pratt revelou que chorou depois de receber críticas na imprensa e nas redes sociais por mencionar que sua esposa Katherine Schwarzenegger tinha dado à luz uma menina saudável no ano passado. “Muitos artigos saíram dizendo: ‘Isso é tão constrangedor. Não posso acreditar que Chris Pratt agradeceria a esposa por uma filha saudável quando seu primeiro filho nasceu prematuro’”. O filho mais velho do ator teve hemorragia cerebral, precisando de cuidados especiais. “Meu filho vai ler isso um dia. Ele tem nove anos. Isso realmente me incomodou, cara. Eu chorei por isso”, afirmou. O astro poderá ser visto nos cinemas e em streaming em dois lançamentos dos próximos dias. Chris Pratt protagoniza a série “A Lista Terminal”, da Amazon Prime Vídeo, que será lançada em 1º de julho, e participa de “Thor: Amor e Trovão”, da Marvel, com estreia marcada para 7 de julho nos cinemas brasileiros.
Selton Mello e mais seis brasileiros são convidados a integrar a Academia do Oscar
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos emitiu nesta terça (28/6) seus convites anuais para novos membros, que passarão a integrar seus quadros. Ao todo, foram convidadas 397 pessoas de todos os campos da produção cinematográfica, de astros a relações públicas, e com múltiplas nacionalidades. Entre os 53 convidados de fora dos EUA, destacam-se sete brasileiros: Selton Mello (“O Palhaço”), selecionado pelo setor de atuação da Academia; Bruno Barreto, que chegou a disputar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro com “O Que é Isso, Companheiro?” (1997); Jeferson De (“Doutor Gama”), um dos mais ativos diretores negros do país; Emílio Domingos (“Favela É Moda”), convidado como documentarista por seus filmes sobre cultura nas favelas; Sara Silveira, produtora de diversos clássicos do cinema independente nacional; Ilda Santiago, diretora executiva do Festival do Rio; e Waldir Xavier, engenheiro de som de “Central do Brasil” (1998), indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro. Outros estrangeiros incluem o japonês Ryûsuke Hamaguchi, roteirista e diretor de “Drive My Car”, que venceu o Oscar 2022 de Melhor Filme Internacional, o dinamarquês Jonas Poher Rasmussen, diretor do documentário animado “Flee”, o indiano Pawo Choyning Dorji, cineasta de “A Felicidade das Pequenas Coisas”, e a atriz norueguesa Renate Reinsve, estrela de “A Pior Pessoa do Mundo”. Como é tradição, a lista também inclui os novatos vencedores do Oscar passado, como os atores Ariana DeBose (“Amor, Sublime Amor”) e Troy Kotsur (“No Ritmo do Coração”), a diretora-roteirista Siân Hader (também de “No Ritmo do Coração) e a cantora Billie Eilish e seu irmão Finneas O’Connell (autores da música-tema de “007: Sem Tempo para Morrer”). A relação de astros que brilharam em filmes do Oscar passado abrange ainda Caitríona Balfe e Jamie Dornan de “Belfast”, Jesse Buckley de “A Filha Perdida”, Jesse Plemons e Kodi Smit-McPhee de “Ataque dos Cães”, e Anya Taylor-Joy de “Noite Passada em Soho”. Aqueles que aceitarem os convites serão as únicas adições à associação em 2022 e passarão a ter o direito de votar no Oscar, escolhendo os melhores em suas categorias específicas e em categorias principais. A seleção deste ano tem dois integrantes a mais que a turma de 2021 e mantém o objetivo de diversificar os eleitores do Oscar, após a reação negativa às indicações de 2015 originar a campanha #OscarsSoWhite, denunciando a falta de candidatos não brancos ao troféu. A nova turma de convidados deve fazer com que a Academia supere um total de 10 mil membros aptos a votar no Oscar, tornando o prêmio um dos mais representativos de toda a indústria do entretenimento mundial.
Woody Allen revela que pretende fazer só mais um filme
O diretor Woody Allen (“Vicky Cristina Barcelona”) foi entrevistado na manhã desta terça-feira (28/06) pelo ator Alec Baldwin (“Simplesmente Complicado”) no Instagram e revelou que deve encerrar a carreira de diretor em breve, após seu próximo filme. “Provavelmente farei pelo menos mais um filme. Muito da emoção se foi”, disse Allen. “Quando eu costumava fazer um filme, ele ia para um cinema em todo o país. Agora você faz um filme e passa algumas semanas em um cinema. Talvez seis semanas ou quatro semanas e depois vai direto para streaming ou pay-per-view… Não é a mesma coisa… Não é tão agradável para mim”, explicou. “Eu não tenho a mesma diversão do que fazer um filme e colocá-lo no cinema. Foi uma sensação boa saber que 500 pessoas assistiram uma vez… Não sei como me sinto fazendo filmes. Vou fazer outro e vou ver como é”. O próximo projeto de Woody Allen será filmado em Paris, mas ainda não há título oficial ou mais detalhes sobre a produção, que atualmente está em fase preliminar. Tópicos controversos foram evitados pela dupla de parte a parte. Por questões técnicas, a transmissão precisou ser interrompida pelo menos três vezes. Baldwin chegou a questionar se Woody Allen estaria no cômodo com melhor sinal de Wi-Fi na casa. Pouco afeito a entrevistas, Allen trabalhou com Baldwin em três filmes: “Simplesmente Alice” (1990), “Para Roma, Com Amor” (2012) e “Blue Jasmine” (2013). O ator classificou os trabalhos realizados em parceria como “um banho quente, que faz tudo ficar bem”. Pelas polêmicas nas quais Woody Allen está envolvido, foi com grande surpresa que o público recebeu o anúncio de que o diretor seria entrevistado por Alec Baldwin no Instagram. Muitos, inclusive, foram contrários a esse tipo de promoção. “Deixe-me começar afirmando que não tenho interesse nos julgamentos e postagens hipócritas de qualquer pessoa aqui”, escreveu Baldwin no Instagram antes da entrevista. “Obviamente, sou alguém que tem meu próprio conjunto de crenças e não poderia me importar menos com as especulações de outras pessoas. Se você acredita que um julgamento deve ser realizado por meio de um documentário da HBO, o problema é seu.” A série documental “Allen v. Farrow”, produzida pela HBO em 2021, incluiu um vídeo caseiro, até então nunca visto, de Dylan Farrow, a filha adotiva do diretor, falando aos 7 anos sobre o suposto abuso que sofreu de Allen. O vídeo foi feito por Mia Farrow, ex-esposa de Allen, depois de sua separação, quando lutava contra o diretor na Justiça. Duas investigações diferentes foram realizadas após as acusações, que concluíram que Dylan estaria fantasiando tudo. O cineasta sempre negou a alegação e a classificou como “falsa e vergonhosa” em um comunicado logo após o lançamento da série da HBO.
Filha de Alec Baldwin revela estupro e aborto na adolescência
A modelo Ireland Baldwin, filha dos atores Alec Baldwin e Kim Basinger, compartilhou um vídeo no TikTok em que relatou ter sido estuprada na adolescência e realizado um aborto após uma gravidez indesejada. “Eu estava completamente inconsciente quando a violência sexual aconteceu. Isso mudou o rumo da minha vida”, contou, numa iniciativa para protestar contra a Suprema Corte dos EUA, que permitiu a estados conservadores suspenderem o direito ao aborto. Ela disse que demorou a contar para a família sobre o ocorrido. Mas, em consequência da violência, passou a exagerar na bebida e remédios, se envolveu em relacionamentos abusivos e “perdeu o controle” de sua vida. A modelo, atualmente com 26 anos, assumiu que teria abortado (ou doado a criança como Klara Castanho) se tivesse engravidado na ocasião. “Teria sido traumatizante criar uma criança com tudo que enfrentava”, revelou. Apesar disso, ela acabou engravidando de verdade posteriormente e explicou o motivo que a fez optar pelo aborto. “Sei como é nascer em uma relação em que os pais se odeiam”, afirmou. Os pais de Ireland se separaram em meio a boatos de traição e um processo de divórcio litigioso. @irelandshmireland I’m here for you ♥️ #fyp #roevwade #womensrights ♬ original sound – Ireland
Mary Mara (1960-2022)
A atriz Mary Mara, conhecida por trabalhos nas séries “Nash Bridges” e “Plantão Médico” (E.R.), morreu no domingo (26/6) afogada no rio St. Lawrence na cidade de Cape Vincent, em Nova York. Ela tinha 61 anos. O comunicado divulgado pelo Departamento de Polícia de Nova York relata que ela foi encontrada no rio na manhã de domingo por bombeiros e as investigações preliminares indicam que ela se afogou enquanto nadava, mas uma autópsia será realizada para determinar a causa oficial da morte. Um representante da família de Mara disse que ela estava hospedada na casa de verão da irmã, Martha Mara, de Syracuse, em uma propriedade de frente para o rio. Mary Mara começou sua carreira em 1989 no telefilme “Assassinato no Central Park”. Depois, trabalhou como atriz em diversos papeis na TV e no cinema, além de atuar em peças no circuito off-Broadway e em Los Angeles. Seu papel mais lembrado foi na série “Nash Bridges”, em que interpretou a inspetora Byrn Carson ao longo de duas temporadas, entre 1996 e 1997. Também se destacou no papel de Loretta Sweet, uma prostituta pobre e mãe solteira em nove episódios da 2ª temporada de “Plantão Médico” (1995-1996). Acostumada a interpretar personagens problemáticos, ainda viveu uma psicopata em “Mentes Criminosas”, além de ter aparecido em episódios de “Dexter”, “Bones”, “Monk”, “Jornada nas Estrelas: Enterprise”, “West Wing”, “Ally McBeal” e “Law & Order: SVU”, entre outras atrações. Ela também fez diversos filmes, contracenando com estrelas como Michael J. Fox (“O Caminho Difícil”), Billy Crystal (“Mr. Saturday Night: A Arte de Fazer Rir”), Sandra Bullock (“Poção do Amor Nº9”) e John Travolta (“A Qualquer Preço”). Chegou, inclusive, a dividir o pôster de “A Cidade do Crime” (1992) com Michael Paré. Seu trabalho mais recente foi no thriller de ação “Break Even”, de 2020.
Caso de Klara Castanho inspira projeto de lei
O caso de Klara Castanho, que doou bebê gerado por estupro e teve seu sigilo violado, está inspirando um projeto de lei estadual em São Paulo. A deputada estadual Erica Malunguinho protocolou o projeto nesta segunda-feira (27/6), na Assembleia Legislativa de São Paulo, visando garantir o sigilo para grávidas – mulheres cis e homens trans – que optem por entregar a tutela do bebê de forma legal para terceiros. Além de garantir os segredos de informações sobre o nascimento e a entrega da criança para adoção, a lei prevê punições para quem vazar as informações, incluindo os serviços de saúde e de assistência social. Um dos artigos ainda exige que “a pessoa gestante que optar por fazer a entrega direta do bebê para adoção deverá ser tratada com cordialidade pelos profissionais que lhe atenderem, sem que sua decisão seja confrontada a qualquer tempo”. De acordo com o texto protocolado, o descumprimento desta lei, se aprovada, acarretará em multas que variam entre cerca de R$ 16 mil e R$ 48 mil, além da suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 dias em caso de reincidência. “Embora o sigilo seja garantido por lei, não há responsabilização administrativa estipulada em caso da sua eventual quebra”, escreveu Malunguinho no Twitter. Ela também informou que o projeto faz parte de ação conjunta no âmbito nacional, numa proposta que inclui outras assembleias estaduais ao redor do país. A deputada pretende batizar a lei com o nome da atriz, mas apenas se Klara Castanho aprovar a ideia.
Isabelle Adjani é investigada por suspeita de fraude
A atriz francesa Isabelle Adjani (“A História de Adele H.”) está sendo investigada formalmente por uma suposta fraude relacionada a sua produtora desde outubro de 2020. A informação é do jornal francês Libération. Segundo a publicação, a investigação surgiu a partir de uma queixa apresentada por um ex-sócio de negócios identificado como Sebastien G. O caso remonta a 2011, quando Adjani contratou Sebastien G. como consultor de estratégia para ajudá-la a administrar sua produtora, a Isia Films. O consultor supostamente obteve uma linha de crédito para Adjani e um cartão American Express no qual recebeu uma cobrança de 364 mil euros em um período de 13 meses. O consultor disse que foi demitido dias depois de pegar o cartão de volta e ressaltou ainda que emprestou a ela 157 mil euros, que não foram pagos. Depois que ele conseguiu apreender alguns bens de Adjani para quitar as dívidas, ela entrou com uma ação acusando-o de abuso de bens corporativos. O caso acabou sendo arquivado. Mas o ex-funcionário não desistiu da cobrança, abrindo uma queixa na polícia em que acusa a atriz de ter apresentado recibos falsos de pagamento do valor que ela lhe devia. A denúncia também envolve Mimi Marchand, chefe da agência de notícias Bestimage, que supostamente ajudou Adjani a produzir esses recibos de pagamento. Assim que a investigação formal for concluída, um juiz decidirá se o caso é substancial o suficiente para ir a julgamento. Duas vezes indicada ao Oscar, Isabelle Adjani estreia nesta semana na França o filme “Peter von Kant”, dirigido por François Ozon. O longa pode ser visto atualmente no Brasil como parte da programação no Festival Varilux.
Christian Bale topa voltar a viver Batman. Mas tem uma condição
Christian Bale pode ter virado vilão da Marvel em “Thor: Amor e Trovão”, mas não esqueceu seus dias de herói da DC. Em entrevista ao site Screen Rant, ele entrou na brincadeira do multiverso, após Michael Keaton retomar o papel de Batman nos vindouros filmes “The Flash” e “Batgirl”, e disse que toparia voltar a viver o Cavaleiro das Trevas. Mas com uma condição: que Christopher Nolan também retornasse como diretor do filme. “Se Chris Nolan dissesse ‘sabe de uma coisa? Eu tenho outra história para contar’ e quisesse contar essa história comigo, eu estaria dentro”, ele afirmou. O ator ainda confidenciou que a Warner Bros. nunca o procurou com nenhuma proposta nesse sentido. “Ninguém nunca mencionou isso para mim. Ocasionalmente, as pessoas me dizem: ‘ouvi dizer que você foi abordado’ E eu falo: ‘isso é novidade para mim’. Ninguém nunca disse isso”, explicou. Bale foi o Bruce Wayne da trilogia dirigida por Nolan – “Batman Begins” (2005), “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012) – , que se tornaram enormes sucessos de público e crítica. Em campanha de divulgação de “Thor: Amor e Trovão”, ele também foi questionado sobre o “Batman” de Robert Pattinson e admitiu que ainda não assistiu ao filme. “Eu ainda não vi”, disse o ator para a revista Variety, garantindo em seguida que pretende ver o filme, e elogiando o novo intérprete do herói. “Robert [Pattinson] é um ator absolutamente maravilhoso”. Ele se justificou dizendo que assiste a poucos filmes. “Todo diretor com quem trabalho, eu vi alguns de seus filmes, e eles sempre olham pra mim e [perguntam]: ‘Você está brincando?’. Eu gosto de realmente saborear filmes e não assistir a muitos de uma vez”, explicou. Seu novo filme, “Thor: Amor e Trovão”, tem estreia marcada para 7 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ex-agente que teria assediado Terry Crews é acusado de abusos pela esposa
Quatro anos depois de sofrer denúncia de assédio por Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”), Adam Venit, ex-funcionário da poderosa agência de talentos WME, está sendo acusado de diversos abusos sexuais por sua esposa, Trina Venit. As informações são do Deadline. “O ataque público descarado de Adam a um imponente ex-atleta profissional masculino empalidece em comparação com o abuso que ele cometeu e continua infligindo à sua esposa a portas fechadas”, diz um trecho do processo aberto no último domingo (26/6). As acusações são fortes e a descrição delas é graficamente chocante. No documento, Trina alega violência doméstica, agressão física e sexual, difamação e perseguição. “Ao longo de seu casamento de mais de 20 anos, Adam abusou fisicamente, sexualmente, mentalmente, emocionalmente e verbalmente, além de perseguir e monitorar insistentemente Trina”, diz a queixa. “Adam a estrangulou, socou, chutou, drogou e agrediu sexualmente, deixando-a ensanguentada, machucada e com cicatrizes em inúmeras ocasiões”, segue o texto. “E se tudo isso não fosse pesadelo o suficiente, e apesar dos repetidos apelos dela para que parasse, ele busca controlar seus movimentos, comunicações, acesso a dinheiro, crédito e outros assuntos pessoais, e muito mais”, afirma a reclamação. O casamento entre Adam e Trina teve início em 6 de agosto de 1999 e o processo de divórcio foi iniciado em março de 2021. O escritório de advocacia que representa Trina é o mesmo que foi contratado por Terry Crews durante o processo que o ator moveu contra o ex-agente. Em 2017, Crews acusou Venit de apalpá-lo durante um evento do Globo de Ouro. Em documentos obtidos pelo jornal USA Today, a interação entre os dois teria se dado da seguinte forma: “Venit encarou Crews intensamente, mostrando sua língua para ele provocativamente”. Em seguida, “Venit agarrou o pênis e os testículos de Crews com tanta força que causaram dor imediata.” Pelo processo, Crews destacou que foi ameaçado e sua participação no quarto filme de “Os Mercenários” foi cancelada, devido às conexões do empresário. Mas meses depois as partes chegaram a um acordo privado, e Adam Venit aceitou pagar uma quantia não revelada a Crews. Após este escândalo, ele anunciou que se aposentaria da função de empresário de artistas e atualmente trabalha na empresa de investimentos 890 Fifth Avenue Partners. Procurado pelo Deadline, Adam Venit não quis comentar o assunto.
Artistas se revoltam contra “manual do aborto” que propõe investigar vítimas de estupro
Artistas brasileiras estão fazendo um apelo urgente nas redes sociais contra uma audiência pública do Ministério da Saúde, marcada para a manhã de terça-feira (28/6) para discutir um “manual do aborto”. Uma versão preliminar do tal documento, divulgada no dia 7, afirmava que todo aborto é crime. Mais que isso: todo abordo precisaria ser investigado criminalmente para comprovar que ele foi realizado nos casos de “excludente de ilicitude” previstos em lei – se foi fruto de estupro, se representa risco à vida da gestante ou se há anencefalia do feto. Uma campanha online contra o manual está sendo divulgada nas redes sociais, com links para uma petição já assinada por cerca de 40 mil pessoas, algumas bem famosas. “URGENTE: amanhã de manhã vai rolar uma audiência pública para discutir o novo manual do aborto do Ministério da Saúde, que prevê que pessoas que sofreram violência sexual e fizeram um aborto legal sejam investigadas pela polícia”, informaram Dira Paes, Camila Pitanga, Ana Hikari e muitas outras, num texto coletivo feito para divulgar a campanha. As postagens também lembraram o caso recente da menina de 11 anos que foi estuprada e teve seu direito ao aborto legal negado. “Não podemos permitir que casos como o da menina de Santa Catarina se repitam. Pessoas que engravidaram em decorrência de estupro, que gestam fetos anencéfalos ou que correm risco de morrer, caso levem adiante a gestação, precisam acessar o serviço de abortamento de forma segura e humanizada”, disse. As artistas convidaram seus seguidores a pressionarem o Ministério da Saúde para que o projeto não siga adiante: “O Ministério abriu um canal para que pessoas como eu e você se manifestem sobre o manual. Vamos lotar a caixa de email deles com um só coro – não vamos ‘aguentar mais um pouquinho’ [frase dita à menina de Santa Catarina]! Exija que eles cuidem de nossas meninas”. Marcela McGowan acrescentou outro protesto: “Vítima não é suspeita! É inadmissível que um manual do Ministério da Saúde incentive a investigação de vítimas de violência sexual que tentam acessar o serviço de aborto legal!” As cantoras Teresa Cristina e Maria Rita, o diretor Kleber Mendonça Filho e o comediante Gregorio Duvivier, também participaram da divulgação, entre muitos outros. O texto preliminar foi desenvolvido pelo secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde e militante antiaborto Raphael Câmara. “Não existe aborto ‘legal’ como é costumeiramente citado, inclusive em textos técnicos”, diz o esboço do manual. “O que existe é o aborto com excludente de ilicitude. Todo aborto é um crime, mas quando comprovadas as situações de excludente de ilicitude após investigação policial, ele deixa de ser punido, como a interrupção da gravidez por risco materno.” A iniciativa gerou repúdio de especialistas. A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) lamentou que haja um esforço para produzir um “manual” com “inúmeros equívocos e incoerências”, enfatizando recomendações que vão contra todas as definições de organizações internacionais do setor, em defesa da vida das mães. “A Febrasgo reafirma que sim, existe aborto legal no Brasil, devendo ser o aborto tratado como uma questão de saúde pública e que, a construção de documentos e normativas assistenciais devam contar com a participação das sociedades científicas que representam os profissionais envolvidos na atenção à saúde”, diz a Febrasgo em comunicado oficial sobre o tema. A audiência do “manual do aborto” deve começar às 9h e será transmitida pelo YouTube do Ministério da Saúde. 🚨 URGENTE: amanhã de manhã vai rolar uma audiência pública para discutir o novo manual do aborto do Ministério da Saúde, que prevê que pessoas que sofreram violência sexual e fizeram um aborto legal sejam investigadas pela polícia. — Dira Paes (@DiraPaes) June 27, 2022 🚫 Não podemos permitir que casos como o da menina de SC se repitam. Pessoas que engravidaram em decorrência de estupro, que gestam fetos anencéfalos ou que correm risco de morrer caso levem adiante a gestação precisam acessar o serviço de abortamento de forma segura e humanizada — Ana Hikari (@_anahikari) June 27, 2022 📣 O Ministério abriu um canal para que pessoas como eu e você se manifestem sobre o manual. Vamos lotar a caixa de email deles com um só coro – não vamos "aguentar mais um pouquinho"! Exija que eles #CuidemDeNossasMeninas em: https://t.co/EVBxJSsoIO — Camila Pitanga (@CamilaPitanga) June 27, 2022 VÍTIMA NÃO É SUSPEITA! É inadmissível que um manual do Ministério da Saúde incentive a investigação de vítimas de violência sexual que tentam acessar o serviço de aborto legal! Pressione agora pela revogação: https://t.co/vBEufXxmIf #CuidemDeNossasMeninas — Marcela Mc Gowan 🔮 (@marcelamcgowan) June 27, 2022 Acabei de assinar a campanha #CuidemDeNossasMeninas, que pressiona o Ministério da Saúde pela derrubada do novo manual sobre aborto, que quer investigar criminalmente as vítimas de violência sexual que fazem um aborto legal. https://t.co/4bV30r4lw7 — Maria Rita (@MariaRita) June 27, 2022 Para assinar a campanha #CuidemDeNossasMeninas, que pressiona o Min da Saúde pela derrubada do novo manual sobre aborto, que quer investigar criminalmente vítimas de violência sexual que abortam legalmente. Temos 24h pra agir, eu assinei, faça vc também: https://t.co/qSFHTHsmZX — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) June 27, 2022
Juliana Paes e Gabi Brandt revelam que também tiveram dados médicos vazados
Depois da invasão de privacidade sofrida por Klara Castanho, a atriz Juliana Paes e a influenciadora Gabi Brandt revelaram que também já tiveram dados médicos vazados para a imprensa. Em participação no programa “Encontro” desta segunda (27/6), Juliana disse que o episódio aconteceu quando estava grávida de um de seus dois filhos. “Foi o próprio laboratório que acabou divulgando. Isso nem se compara com o caso de Klara Castanho, claro”, afirmou. “Não é porque a pessoa é pública que ela faz um apelo para ter a vida esmiuçada em todos os momentos. A gente escuta muito isso: ‘ah, quem manda ser famoso?’. Não existe nada mais cruel do que escutar isso”, lamentou a atriz. “Você é menos gente por ser famoso? Parem de julgar e achar que o famoso tem que ter toda a vida esmiuçada, falada”, acrescentou. “Como defensora para prevenção e eliminação de assuntos para a violência para mulher da ONU, eu escuto muitos casos assim. Isso acontece mais do que a gente imagina”, completou Juliana Paes. Dando novos exemplos, Gabi Brandt contou que teve dados vazados duas vezes, quando fez uma biópsia no final de 2020 e quando foi hospitalizada para tratar uma infecção nos rins em abril de 2021. “Esse negócio de hospital vazar coisa de paciente… Vocês têm ideia de quanto é absurdo?”, ela desabafou no Stories de seu Instagram. A influenciadora explicou que a família possui histórico de câncer de útero e ela fez exames para investigar se estava com a doença. “Tive suspeita e minha médica me indicou fazer uma biópsia. Fiquei internada no hospital. Eu não queria passar a notícia para a minha família, sobre a suspeita, porque eu não tinha certeza. Por que eu ia preocupar todo mundo?”, contou “Fui fazer a biópsia em segredo. Uma funcionária do hospital vazou a foto do meu prontuário do hospital”, continuou. “Tinha nome da minha médica, meu plano de saúde, data de entrada, horário de alta. Como não estava especificando que era uma biópsia para investigar um possível câncer, isso abriu margem para as pessoas especularem. Eu estava internada e minha mãe ficou sabendo”. “Até sair o resultado da biópsia levou um tempão, ficou todo mundo preocupado. Eu não podia escolher contar ou não isso. Não foi a primeira vez”, disse, acrescentando que o mesmo aconteceu quando teve infecção no rim. Gabi afirmou que não frequenta mais o hospital que vazou suas informações. “Um momento tão delicado… O mais surreal disso é a pessoa do hospital mandar as coisas. Quem está internado. Eu fiquei muito traumatizada. Nunca mais nem fui no hospital e nem vou. É muita invasão de privacidade, nunca vou entender”. Nenhuma das duas nomeou os estabelecimentos onde ocorreram os vazamentos. No caso de Klara Castanho, a enfermeira responsável pelo vazamento da informação teria sido demitida. Além disso, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) informou nesta segunda-feira (27/6) que está apurando sua conduta. O nome dela está sendo mantido em sigilo, ao contrário do que aconteceu com a atriz de 21 anos.
Alec Baldwin vai entrevistar Woody Allen no Instagram
O ator Alec Baldwin anunciou que vai entrevistar Woody Allen ao vivo em seu Instagram. Ao fazer a revelação, ele repudiou críticas que possa receber pela iniciativa, já que o diretor é acusado de abuso sexual por sua filha adotiva, Dylan Farrow. “Deixe-me introduzir isso declarando que eu tenho zero interesse nos julgamentos e publicações hipócritas de qualquer um aqui. Eu sou alguém que obviamente tem suas próprias crenças e não poderia me importar menos com as especulações de qualquer outra pessoa. Se você acredita que um julgamento deva ser conduzido por meio de um documentário da HBO, isso é problema seu”, escreveu, fazendo referência à série documental “Allen contra Farrow”, que foi totalmente realizado sob o ponto de vista da acusação, ignorando contrapontos. Nos comentários, a maior parte dos seguidores criticou a atitude de Baldwin. “Te apoiei 100% em tudo, mas Woody Allen? Tchau!”, escreveu uma pessoa. “Quem? O cara que casou com a própria filha? Ah, não! Amo você, mas isso, não. Desculpe”, comentou outra, citando o casamento de mais de quatro décadas de Allen com Soon-Yi Previn, que nunca foi filha de Allen – era filha adotiva do compositor André Previn, ex-marido de Mia Farrow. A maioria das pessoas que torceu a favor de Johnny Depp, apesar da vasta coleção de evidências contrárias, tem realmente se recusado a ouvir Allen, que passou por duas investigações e um julgamento sobre o suposto abuso nos anos 1990, e foi inocentado. Desde então, ele adotou mais duas filhas com Soon-Yi, que já são jovens adultas e nunca se voltaram contra o diretor. A entrevista está programada para acontecer na terça-feira (28/6), às 11h30 (horário de Brasília), no Instagram de Baldwin. A dupla deve abordar o novo livro de Allen, “Zero Gravity”, lançado no início do mês. Baldwin, que trabalhou em três filmes de Allen, tem seguidamente defendido o diretor contra o “cancelamento”, que considera “injusto e triste”. Ele chegou a comparar Dylan Farrow, que acusa o diretor de ter abusado dela em 1992, quando tinha sete anos de idade, à personagem Mayella, de “O Sol É para Todos”, que mente sobre um estupro, levando um homem negro inocente à prisão. No ano passado, o ator também criticou a série da HBO. “Quem precisa de tribunais quando podemos ter julgamento pela mídia?”, ele ironizou. “Eu sou totalmente a favor de leis rígidas sobre pessoas que assediam ou abusam sexualmente, mas o crime tem que ser provado”, completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta)












