Coldplay lança clipe de “Higher Power” repleto de efeitos visuais
A banda Coldplay lançou um novo clipe de “Higher Power”. Depois do primeiro vídeo, que trazia o quarteto tocando ao ar livre, em meio a um grupo de hologramas “alienígenas” dançarinos, a nova versão investe em efeitos visuais, com direção de Dave Meyers (de clipes de Harry Styles e Billie Eilish), e transporta o cantor Chris Martin para outro planeta, onde ele encontra os aliens dançarinos. Em contraste com o visual futurista, a música lembra gravações dos anos 1980, da batida ao uso de sintetizadores. “Higher Power” marca o primeiro trabalho inédito do Coldplay desde 2019, época do álbum “Everyday Life”.
2ª temporada de “Locke & Key” ganha vídeo, fotos e previsão de estreia
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores das gravações e as primeiras fotos da 2ª temporada de “Locke & Key”. O material foi apresentado durante a “Geeked Week”, evento virtual da plataforma, que também anunciou a estreia dos novos episódios para outubro. Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King), a série acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. O resto do elenco é formado por Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”), intérprete da mãe, Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie em “It: A Coisa”) como seus filhos e Aaron Ashmore (“Killjoys”) no papel de um tio. Desenvolvida para a Netflix por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), após duas versões anteriores do projeto serem recusadas na Fox e na Hulu, a série fez tanto sucesso que já se encontra renovada para a 3ª temporada. pic.twitter.com/ZKMsLEHwUa — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) June 8, 2021
Keanu Reeves vai dublar animação da DC Comics
Depois de muitas especulações sobre projetos de quadrinhos, Keanu Reeves vai estrelar sua primeira adaptação da DC Comics. Só não será do jeito que os fãs imaginavam. O astro de “Matrix” vai se juntar a Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”), Kevin Hart (também de “Jumanji: Próxima Fase”), Diego Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”), Vanessa Bayer (“Saturday Night Live”) e Natasha Lyonne (“Boneca Russa”) no elenco de dubladores de “DC League of Super-Pets”, animação que será estrelada pelos animais de estimação dos super-heróis da DC. Johnson foi anunciado oficialmente como a voz de Krypto, o famoso cachorro do Superman, e também já vazou que Hart será a voz de Ace, o Bat-cão, mas os personagens dos demais atores ainda não foram revelados. O longa “DC League of Super-Pets” tem roteiro e direção de Jared Stern (roteirista de “Lego Batman: O Filme”) e codireção de Sam Levine (da série animada “Penn Zero: Quase Herói”). E será o segundo longa baseado nos quadrinhos da DC estrelado por Johnson, que atualmente está filmando “Adão Negro” (Black Adam) no papel-título. A estreia está marcada para 20 de maio de 2022.
Sarah Shahi vive uma novela apimentada no trailer da série “Sex/Life”
A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado da série “Sex/Life”, melodrama típico de novela disfarçado de produção “adulta” (temática sexual), que tem Sarah Shahi (“Pessoa de Interesse”) como protagonista. A prévia gira em torno de um triangulo amoroso entre a personagem de Shahi, seu marido vivido por Mike Vogel (“Under the Dome”) e uma paixão nunca superada, interpretada por Adam Demos (“UnREAL”). “Cansada de tomar conta dos filhos pequenos e movida pela nostalgia, Billie escreve um diário e fantasia sobre a tórrida paixão que viveu com o ex-namorado Brad, que ela nunca superou. Quanto mais Billie remexe no passado, mais ela questiona sua vida atual”, diz um trecho da sinopse. A série é criação de Stacy Rukeyser, produtora-roteirista das séries teen “apimentadas” “Jogo de Mentiras” (The Lying Game) e “Twisted”, e e estreia em 25 de junho.
Sandman: Vídeo de bastidores mostra adaptação dos quadrinhos cultuados
A Netflix divulgou um vídeo legendado de bastidores da guardada adaptação de “Sandman”, extraído do segundo dia da “Geeked Week”, que traz o criador dos quadrinhos e também produtor da série, Neil Gaiman, passeando pelos cenários do estúdio em que a atração está sendo gravada. Além de frases de efeito do escritor e imagens reveladoras da produção – como uma réplica de Goldie, a pequena gárgula – , o vídeo destaca dois atores da trama, Tom Sturridge (“Longe Deste Insensato Mundo”), que vive o personagem-título, e Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), intérprete de Lúcifer. A escalação do elenco gerou alguma controvérsia entre os fãs dos quadrinhos por mudar sexo e raça de personagens, mas como o responsável pela série é a mesma pessoa que criou tudo em primeiro lugar, não houve como acusar a produção de desrespeitar o autor original. Segundo Gaiman, a 1ª temporada vai adaptar o volume inicial dos quadrinhos, intitulado “Prelúdios e Noturnos”, mas trazendo a história para os dias atuais – em vez dos anos 1980. Nesse arco, o eterno conhecido como Sonho é aprisionado num ritual que buscava prender a Morte, sua irmã. Ele fica preso por 70 anos, até que finalmente consegue se libertar e inicia uma jornada com o objetivo de voltar a comandar o Sonhar. Para isso, precisa recuperar três ferramentas que lhe foram roubadas – uma algibeira cheia de areia, um rubi e um elmo – , numa busca que o leva até o inferno. A data de lançamento da série ainda não foi divulgada.
Ron Bugado: Trailer de animação mostra amizade entre crianças e robôs
O 20th Century Studios divulgou o pôster nacional e o trailer da animação “Ron Bugado” (Ron’s Gone Wrong), com versão dublada em português para o mercado brasileiro. A prévia começa como um comercial de um novo produto tecnológico: o B-Bot, um mini-robô conectado (que parece a evolução final da Alexa), introduzido como o novo melhor amigo de todas as crianças. Exceto de Barney, um garoto de 11 anos que ganha do pai uma versão do robô que não funciona direito. Dirigida pelo trio Sarah Smith (“Operação Presente”), Jean-Philippe Vine (“Shaun, o Carneiro”) e Octavio E. Rodriguez (“As Épicas Aventuras do Capitão Cueca”), a animação tem as vozes originais de Jack Dylan Grazer (“Shazam!”), Olivia Colman (“A Favorita”), Rob Delaney (“Deadpool 2”) e da dupla de “Se Beber Não Case”, Zach Galifianakis e Ed Helms. A estreia está marcada para 21 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer dublado em português e a versão com as vozes originais.
Mostra do Festival de Cannes seleciona filme brasileiro
A Quinzena dos Realizadores, mostra paralela do Festival de Cannes, anunciou sua seleção para a edição deste ano com a participação de um filme brasileiro: “Medusa”, dirigido por Anita Rocha da Silveira. “Medusa” é o segundo longa da diretora, que lançou “Mate-me Por Favor” em 2015, após alguns curtas criativos de temática de terror. O longa de estreia ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival do Rio, além de reconhecimento em vários festivais internacionais. O novo trabalho aborda a pressão da sociedade para que as mulheres sejam perfeitas. Na trama, uma jovem obcecada por controlar cada aspecto de sua vida tem um dia em que “a vontade de gritar será maior do que ela é capaz de suportar”, segundo a sinopse. O título remete ao mito grego da Medusa, uma sacerdotisa que foi punida pela deusa Atena por ceder aos avanços sexuais de Poseidon, ganhando cabelos de serpente e um olhar capaz de transformar todos que a vissem em pedra. “Ela foi punida por sua sexualidade, por ser ‘impura’. Isso me traz ao Brasil contemporâneo, onde vemos o retorno de um modelo de mulher delicada e submissiva – com a taxa de feminicídios subindo, a violência contra as mulheres, muitas vezes usada como forma de controle, é continuamente reiterada”, descreveu a diretora na página do filme no Torino Film Lab. O Festival de Cannes 2021 acontece entre 7 e 17 de julho na França.
Trailer de “Nem um Passo em Falso” revela elenco grandioso
A HBO Max divulgou o pôster nacional e o trailer legendado do suspense “Nem um Passo em Falso” (No Sudden Moves), novo filme de Steven Soderbergh. A prévia reúne um grande elenco numa sessão de reviravoltas. Escrita por Ed Solomon (“Homens de Preto”), a trama se passa nos anos 1950 e conta a história de um grupo de criminosos que se envolve em uma conspiração mirabolante após ser contratado para servir de “baby sitters” para a família de um homem forçado a roubar um documento sigiloso. O que se segue é traição atrás de traição. E quando tudo dá terrivelmente errado, a busca por quem os contratou – e com qual objetivo – os conduz aos escalões mais altos da cidade de Detroit, dilacerada por conflitos raciais e em rápida mudança social. O elenco grandioso destaca Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Benicio Del Toro (“Sicario”), Kieran Culkin (“Succession”), Brendan Fraser (“Patrulha do Destino”), Jon Hamm (“Mad Men”), David Harbour (“Stranger Things”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Amy Seimetz (“Cemitério Maldito”), Ray Liotta (“Shades of Blue”), Bill Duke (“Raio Negro”), Frankie Shaw (“SMILF”) e Julia Fox (“Joias Brutas”). O filme é o segundo lançamento de Soderbergh na HBO Max. Mas deveria ter sido o primeiro. É que num impulso ele filmou “Let Them All Talk”, lançado em dezembro passado após duas semanas de filmagens improvisadas com Meryl Streep. “Nem um Passo em Falso” terá première no Festival de Tribeca, em 18 de junho, e chegará em streaming no Brasil no dia 29 de junho, com o lançamento nacional da plataforma.
Sinéad O’Connor volta atrás e diz que não vai se aposentar
A cantora Sinéad O’Connor voltou atrás. Depois de anunciar nas redes sociais que estava se aposentando, ela mudou de ideia. “Fod*-se a aposentadoria”, escreveu, de forma cândida. Na sexta (4/6), ela disse que a idade e o cansaço influenciaram sua decisão. Na terça (8/6), é punk rock na veia. A artista irlandesa de 54 anos tinha anunciado que seu próximo álbum, intitulado “No Veteran Dies Alone (NVDA)”, seria seu último trabalho musical e não contaria com nenhum tipo de divulgação de sua parte durante o lançamento. Agora, já está programando a turnê. “Retiro o que eu disse. Não estou me aposentando”. Não é a primeira vez que Sinéad desdiz o que disse pouco depois de dizer. Ela mudou duas vezes de nome desde 2017 (para Magda Davitt e Shuhada Sadaqat), mas ainda se identifica oficialmente com seu nome de sempre. Sinéad também se assumiu lésbica, apenas para se desmentir dias depois. Há alguns anos, ela publicou um vídeo alarmante dizendo que pensava em se matar. A crise seria consequência de transtorno bipolar, que ela revelou, antes de se desmentir, afirmando que, após consultas com diferentes médicos, descobriu que o diagnóstico não era verdadeiro. Para justificar seu mais recente SQN (só que não), a cantora publicou uma longa carta em que se diz vítima de diversas entrevistas abusivas durante toda a sua carreira, as quais desrespeitavam seus pedidos para não falar sobre seus traumas e as violências que sofreu quando criança. E que isso aconteceu mais uma vez recentemente no programa “Woman’s Hour”, da BBC, o que teria sido o gatilho para que ela quisesse se aposentar. “Eu me senti como eu me sentia há 30 anos e por 30 anos. Senti que eu estaria melhor (mais segura) se eu fugisse e abandonasse completamente a música”, contou. “A maior ideia errada sobre Sinéad O’Connor é que ela é uma Amazona. Sou uma mulher de 1,64 metro com coração mole que na verdade é muito frágil”. Por fim, a cantora declarou: “Quando as pessoas me ridicularizam, me invalidam, me desrespeitam ou me abusam eu sofro de efeitos de longo prazo das violências físicas e psicológicas com as quais eu cresci. Toda vez que eu vou vender uma música, um show ou um livro, é um gatilho para mim. Eu volto para essa criança ferida. Ou essa jovem mulher tratada terrivelmente. E o meu trabalho se torna algo que me aterroriza”. SQN. Ela acaba de lançar um livro de memórias, “Rememberings”, em que detalha tudo o que diz ser “gatilho”. E graças à repercussão de sua “aposentadoria”, o livro disparou em vendas no Reino Unido. Good news. Fuck retiring. I retract. Am not retiring. I was temporarily allowing pigs in lipstick to fuck my head up… here's my statement….. in the form of these three photos. It's 'colourful' but that's me : ) #LetOConnorBeOConnor pic.twitter.com/wKoEKFANPk — Sinead O'Connor (Shuhada Sadaqat) (@MagdaDavitt77) June 7, 2021
Estrela de “Unbreakable Kimmy Schmidt” se desculpa por ser “rainha” de instituição racista
A atriz Ellie Kemper, conhecida pelas séries “The Office” e “Unbreakable Kimmy Schmidt” (na qual tinha o papel-título), se desculpou em seu Instagram nesta segunda (7/6), após seu nome bombar nas redes sociais pela descoberta de um feito de seu passado. Quanto tinha 19 anos, ela foi eleita rainha de uma instituição de passado racista. A história tomou as redes sociais na última semana, quando uma foto da atriz como debutante foi publicada e fãs começaram a questionar se ela sabia que a Veiled Prophet Organization, responsável pelo baile, tinha um passado racista, sexista e elitista. Fundada em 1877 por homens brancos ricos, a instituição recusou-se a aceitar membros negros até 1979. A atriz nasceu no ano seguinte, 1980. Por isso, disse que na época (em 1999) não sabia do passado da instituição tradicional da alta sociedade de sua cidade natal. “Mas a ignorância não é uma desculpa. Eu tinha idade suficiente para me informar antes de me envolver. Sem dúvidas eu não concordo, denuncio e rejeito a supremacia branca. Ao mesmo tempo, sei que por causa da minha raça e dos meus privilégios, eu me beneficio de um sistema que distribui justiça e recompensas de formas desiguais”, ela escreveu. Na internet, a história foi bastante aumentada e ganhou enorme repercussão, após alguém postar que o baile era um “evento chique organizado pela Ku Klux Klan (KKK) local”, criou-se a falsa narrativa de que a atriz tinha sido eleita a “Rainha da KKK” aos 19 anos. O prêmio que Ellie Kemper recebeu em 1999 foi o de “Rainha do Amor e da Beleza”. “Há uma tentação muito natural quando você vira assunto de críticas na Internet: dizer a si mesmo que seus detratores estão entendendo tudo errado. Mas, em algum momento da semana passada, percebi que muitas das forças por trás das críticas eram forças com as quais eu passei minha vida apoiando e concordando”, a atriz acrescentou. “Passei a minha vida inteira tentando viver de acordo com valores, e se a minha experiência servir de indicativo para que instituições com um passado que não atende a esses valores sejam confrontados, então eu tenho que ver essa experiência como algo positivo”. “Quero me desculpar com as pessoas que desapontei, prometo que vou ouvir e continuar me educando, e usar meu privilégio a favor de uma sociedade melhor que sei que podemos nos tornar”, completou a atriz, agradecendo as pessoas que leram o comunicado. O post completo pode ser visto abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ellie Kemper (@elliekemper)
Lili Reinhart fecha contrato de exclusividade com a Amazon
A atriz Lili Reinhart, intérprete de Betty Cooper na série “Riverdale”, fechou um contrato de produção com a Amazon Studios. Pelo acordo, a produtora de Reinhart, Small Victory Productions, vai desenvolver conteúdo exclusivo de filmes e séries para a plataforma de streaming, com ênfase em projetos que enfocam inclusão, representatividade e diversidade. A parceria foi fechada 10 meses após o lançamento de “A Química que Há Entre Nós” na Amazon Prime Video, primeiro trabalho de Reinhart como produtora. Ela também estrelou o drama adolescente. “Após o sucesso do emocional e pungente de ‘A Química que Há Entre Nós’, estamos muito entusiasmados em continuar nossa parceria de trabalho com Lili, dando nossas boas-vindas de volta à família Amazon”, disse Jennifer Salke, chefe do estúdio, em comunicado. “O carisma de Lili na tela, bem como sua paixão por narrativas dinâmicas, trazem uma perspectiva renovadora para o gênero infanto-juvenil (young adult), e mal podemos esperar que nosso público global veja o que temos reservado”. Lili Reinhart também falou sobre o negócio. “Tive uma ótima experiência produzindo ‘A Química que Há Entre Nós’ com a Amazon e estou ansiosa para expandir nosso relacionamento. A Small Victory Productions contará histórias que exploram as complexidades da vida dos jovens adultos – queer, diversa e inclusiva para todos”, ela explicou no mesmo comunicado. Em seu Instagram, a estrela descreveu-se “muito feliz” com o negócio e ainda acrescentou: “O trabalho árduo compensa, os sonhos se tornam realidade e Deus certamente está cuidando de mim”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lili Reinhart (@lilireinhart)
John Sacret Young (1946-2021)
O roteirista John Sacret Young, que co-criou o drama médico de guerra “China Beach”, morreu na quinta-feira em Los Angeles, aos 75 anos, após uma batalha de 10 meses contra um câncer no cérebro. Seu primeiro trabalho como roteirista foi “Chandler”, um filme policial de 1971 estrelado por Warren Oates. Mas ele logo passou para a televisão, trabalhando como pesquisador e roteirista de “Os Novos Centuriões” (Police Story), um dos grandes sucessos da década de 1970 na rede CBS. Sua primeira criação foi a minissérie de guerra “Emboscada Fatal” (1980), sobre um oficial desiludido com a Guerra do Vietnã. O tema acabou revisitado em sua atração mais celebrada, “China Beach”, que narrava o horror da guerra pelos olhos de uma enfermeira do Exército (Dana Delany) e seus colegas em um hospital de campanha. “China Beach” durou quatro temporadas, entre 1988 e 1991, e três delas concorreram ao Emmy de Melhor Série de Drama. Young ainda venceu o WGA Awards, prêmio do Sindicato dos Roteiristas, por escrever um episódio de 1990 (“Souvenirs”), que ele também dirigiu. Enquanto estava em “China Beach”, ele se tornou mentor de jovens roteiristas que acabaram tendo carreiras brilhantes e até hoje agradecem a experiência de ter começado suas trajetórias tendo Young como chefe e orientador. “John era meu mentor e meu amigo. Ele foi um escritor excepcionalmente talentoso que foi generoso com seu tempo, atencioso, extremamente engraçado, paciente e durão”, disse John Wells em um comunicado, sobre a morte do antigo chefe. “Ele se preocupava profundamente com a escrita, com as palavras e com o artesanato. Ele tinha um padrão elevado e esperava que você o ultrapassasse. Ele deu uma chance a um escritor jovem e inexperiente, e eu serei eternamente grato por essa chance. ” John Wells fez mais que agradecer. Ele convidou seu velho mentor a participar da produção de “West Wing”, que ele criou em 1999. Young se tornou consultor da atração política em 2003, e a partir do ano seguinte virou produtor executivo e ainda escreveu quatro episódios – um deles novamente indicado ao WGA Awards. Young também escreveu episódios da subestimada mas pioneira série sci-fi “VR.5” (1995–1997), sobre tecnologia virtual, além dos roteiros do filme indicado ao Oscar “O Testamento” (1983) e da cinebiografia “Romero” (1989), em que Raul Julia viveu um arcebispo salvadorenho, sem contar inúmeros telefilmes. Seu trabalho televisivo mais recente foi como roteirista e co-produtor executivo de “Amigas para Sempre” (Firefly Lane), série lançada neste ano pela Netflix. Ele também assinou vários livros – o último deles, sobre sua experiência em Hollywood, ainda está inédito e só será publicado em 2022 – , ensinou a arte e o ofício da escrita em várias faculdades de prestígio, de Princeton à USC, e participou dos comitês do Humanitas Prize e da Writers Guild Foundation, a fundação do Sindicato dos Roteiristas.
Rob Zombie anuncia filme da série clássica “Os Monstros”
O roqueiro diretor Rob Zombie confirmou rumores antigos, de que estaria por trás de uma versão de cinema da série clássica “Os Monstros”. “Os rumores são verdadeiros!”, ele escreveu no Instagram nesta segunda-feira (7/6). “Meu próximo projeto será o filme que venho perseguindo há 20 anos! ‘Os Monstros’! Fiquem ligado para detalhes emocionantes à medida que as coisas progridem!”, completou. O filme tem produção da 1440 Productions, uma divisão menor do Universal Studios, o que significa que provavelmente será lançado na plataforma Peacock em vez dos cinemas. Grande sucesso da época da TV em preto e branco, a atração original de 1964 era estrelada por Fred Gwynne (“Cemitério Maldito”), Al Lewis (“A Noite dos Desesperados”) e Yvonne De Carlo (“Capitão Blood”) e concorria com “A Família Addams” no mesmo filão de família de monstros camaradas. O programa acompanhava o cotidiano de Herman, um monstro similar ao de Frankenstein, em sua vida comum de pai trabalhador, às voltas com a mulher vampira Lily, o sogro vampiro que todos chamavam de Vovô Monstro, o filho lobisomem Eddie e a sobrinha Marilyn, que envergonhava a família pela suposta feiura (na verdade, era uma loira deslumbrante). Além da série, “Os Monstros” originais também tiveram um filme colorido, “Monstros, Não Amolem!” (1966), e um telefilme de reencontro dos personagens, “The Munsters’ Revenge” (1981). Mas mesmo com a aposentadoria dos atores, a franquia da Universal nunca saiu totalmente do ar. O estúdio televisivo emplacou seu primeiro remake em 1987. Intitulada “The Munsters Today”, essa versão durou três temporadas, embora pouca gente lembre dela. Depois disso, o canal ainda lançou dois telefilmes com elencos completamente diferentes nos anos 1990. Nos últimos anos, alguns produtores tentaram reviver a franquia na TV. Bryan Fuller (criador de “Hannibal” e “Star Trek: Discovery”) chegou a gravar um piloto para sua versão, chamada “Mockingbird Lane”, em 2012, mas outra iniciativa do apresentador-comediante Seth Meyers (“Saturday Night Live”) nem chegou tão longe em 2017. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por RobZombieofficial (@robzombieofficial)












