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    Martin Scorsese planeja documentário sobre a cena musical de Nova York dos anos 1970

    27 de novembro de 2019 /

    Martin Scorsese definiu seu próximo projeto após “O Irlandês”. Em parceria com a produtora Imagine Entertainment, do colega Ron Howard, o cineasta vai retornar aos documentários musicais para explorar o cenário artístico de Nova York nos anos 1970. Não há muitos detalhes sobre o projeto, mas o período e local são os mesmos que inspiraram Scorsese a fazer a série “Vinyl”, da HBO, com Mick Jagger. Indiscutivelmente o caldeirão mais criativo da história da música popular, a cidade de Nova York deu origem ao punk rock, à new wave, à disco music, ao rap, ao hip-hop e ao garage house quase que de forma simultânea durante a década de 1970. Ainda não há distribuidora envolvida, mas Scorsese tem realizado seus trabalhos mais recentes com a Netflix, que nesta quarta (27/11) estreou “O Irlandês” em streaming, e no começo do ano lançou o documentário musical “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese”.

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  • Série

    Party of Five: Remake latino de O Quinteto ganha novo vídeo promocional

    27 de novembro de 2019 /

    O canal pago Freeform divulgou um novo vídeo promocional do remake latino de “Party of Five”, série dramática dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”. A prévia em tom de separação de pais e filhos resume a premissa da nova versão. A atração original mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A trama girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda um detalhe crucial. Os irmãos são latinos e seus pais foram deportados pela nova política migratória do governo presidido por Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos Sallinger originais eram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf está hoje em “Nancy Drew” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. A nova geração é representada por Brandon Larracuente (o Jeff de “13 Reasons Why”), Niko Guardado (o Rubén de “The Goldbergs”), Emily Tosta (a Leticia de “Mayans F.C.”) e Elle Paris Legaspi (a versão criança de Lyn em “Vida”). Assim como na série original, o quinto irmão é um bebê. Os criadores da atração dos anos 1990, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. A estreia vai acontecer no dia 8 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Netflix cancela revival de Mystery Science Theater 3000 após duas temporadas

    27 de novembro de 2019 /

    A Netflix decidiu cancelar a série “Mystery Science Theater 3000: The Return” após a 2ª temporada. A notícia foi dada no Twitter por um dos atores do elenco, Jonah Ray – num grande contraste com a fanfarra feita pela plataforma para anunciar a produção há dois anos. Apesar da versão em streaming ter durado duas temporadas, o programa original virou cult ainda nos anos 1980. Conhecida pela abreviação “MST3K”, a série foi lançada em 1988 e se resumia à exibição comentada de antigos filmes ruins de ficção científica. A sessão trash era assistida por um astronauta e dois robôs, presos em um satélite no espaço, como parte de um experimento realizado por cientistas loucos. O homem e seus companheiros robôs comentavam e zombavam das produções que assistiam. Esta versão durou até 1999, rendendo ao todo 198 episódios, e ao contrário dos filmes de ficção científica de péssima qualidade incluídos em sua produção, fez grande sucesso de público e crítica, chegando a ganhar um Peabody Award em 1993. Mas o revival só se tornou possível depois que o criador da série, Joel Hodgson, lançou uma campanha de arrecadação no Kickstarter na esperança de alcançar US$ 2 milhões para produzir novos episódios e acabou atingindo US$ 5,7 milhões em contribuições, valor recorde no site de crowdfunding. A Netflix inteirou o restante para produzir 14 novos episódios do programa. E o sucesso foi suficiente para a plataforma encomendar uma 2ª e, agora, última temporada. A nova encarnação da série era apresentada por Jonah Ray (série “TripTank”), Felicia Day (série “Supernatural”) e Patton Oswalt (série “Agents of SHIELD”), mas também trazia participação dos integrantes originais (Bill Corbett, Kevin Murphy e Mary Jo Pehl), além de contar, nos bastidores, com roteiros de Elliott Kalan (programa “The Daily Show”), Dan Harmon (criador de “Community”) e do ator Joel McHale (também de “Community”). Infelizmente, a série não foi disponibilizada pela Netflix no Brasil. O que mantém o ineditismo da atração no país. “MST3K” nunca foi exibida por aqui, mas ironicamente o longa-metragem feito para os cinemas em 1996, “Mystery Science Theater 3000: The Movie”, foi dublado e chegou às TVs brasileiras pela rede Globo, com o título de “O Filme Mais Idiota do Mundo”. So, Netflix decided to not do another season of MST3K. We are off to Get Down in Lilyhammer while the OA helps us take it One Day At A Time. We will be in group therapy with Tuca & Bertie, Jessica Jones, & Lady Dynamite. The sessions will be run by Gypsy (w/ Naomi Watts.) thread pic.twitter.com/ZONkUxUlFb — JONAH RAY RODRIGUES (@jonahray) November 26, 2019

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  • Filme

    Após sucesso de Coringa, Aves de Rapina e O Esquadrão Suicida serão para maiores

    27 de novembro de 2019 /

    O sucesso de “Coringa” vai influenciar as futuras adaptações de quadrinhos da DC Comics. O filme solo do vilão de Batman foi o primeiro lançamento baseado nos personagens da editora a chegar aos cinemas americanos com classificação “R” (para maiores de 17 anos nos Estados Unidos), e mesmo assim atingiu US$ 1 bilhão de arrecadação mundial. A revista Variety apurou que os próximos filmes da Warner passados nesse universo terão a mesma classificação, casos de “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, que estreia em fevereiro, e “O Esquadrão Suicida”, atualmente em produção e previsto para 2021. Curiosamente, ambos serão estrelados por Margot Robbie no papel da Arlequina. Apesar de “proibido para menores”, “Aves de Rapina” não seguirá o mesmo tom sombrio de “Coringa”. As fontes da publicação descrevem o filme da diretora Cathy Yan como uma comédia de aventura sobre uma gangue de garotas, que se diferencia pelo humor ácido, espirituoso e definitivamente não indicado para criancinhas. O mesmo tom de humor anárquico e irreverente deverá marcar a produção de “O Esquadrão Suicida”, que tem roteiro e direção de James Gunn (o mentor dos “Guardiões da Galáxia”). A reportagem também revelou que “Aves de Rapina” passou por refilmagens recentes, que melhoraram drasticamente os resultados dos testes de público e deixaram o estúdio confiante em seu sucesso, independente da classificação etária que receba em seu lançamento.

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  • Filme

    Produtor confirma planos para continuação de Downton Abbey

    26 de novembro de 2019 /

    O filme derivado de “Downton Abbey” pode não ter sido a última aparição da família Crawley nas telas. O sucesso inesperado do longa, que superou “Rambo” e “Ad Astra” em sua estreia na América do Norte, motivou a produtora Carnival Films a planejar uma continuação. De acordo com Gareth Neame, presidente da Carnival Films, a equipe do estúdio já está desenvolvendo uma nova história para a sequência do longa. “Nós estamos trabalhando na história e discutindo quando vamos conseguir fazer”, disse Neame ao site da revista The Hollywood Reporter. Ele completou a informação afirmando que, assim como no filme deste ano, o elenco da série precisaria retornar para que o projeto saia do papel. “E isto é bastante desafiador”, completou, referindo-se ao fato de que serão necessárias novas negociações individuais demoradas com cada ator, já que eles não assinaram contratos para múltiplos filmes – o longa de “Downton Abbey” deveria ser uma experiência única. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, “Downton Abbey” foi dirigido por Michael Engler, que trabalhou na atração, e contou com as voltas de Maggie Smith, Elizabeth McGovern, Michelle Dockery e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da família Crawley, aristocratas britânicos do começo do século 20. Com um orçamento estimado entre US$ 13 milhões e US$ 20 milhões, o filme arrecadou US$ 185 milhões em todo o mundo, gerando um lucro significativo para a Carnival Films e o estúdio Focus Features, parceiro na produção.

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  • Série

    A Família Radical: Série animada vai ganhar revival na Disney+ (Disney Plus)

    26 de novembro de 2019 /

    A série animada “A Família Radical” (The Proud Family), que teve três temporadas – e um filme – entre 2001 e 2005 no Disney Channel, vai retornar com os mesmos dubladores originais em uma nova temporada em streaming. O revival está sendo produzido para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Criada por Bruce W. Smith, “A Família Radical” é uma das poucas séries animadas a girar torno de uma família afro-americana. A protagonista é a adolescente Penny Proud, de 14 anos, que tem uma família grande e típica, com pai superprotetor, mãe trabalhadora, vovó que mora em sua casa, dois irmãos (gêmeos) bebês, cachorrinho e muitos amigos excêntricos. Além do elenco central de dubladores, formado por Kyla Pratt, Tommy Davidson, Paula Jai ​​Parker, Jo Marie Payton, Tara Strong, Soleil Moon Frye e outros, a série original também contou com algumas participações especiais, como Gabrielle Union, Kobe Bryant e Mariah Carey. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios, equivalentes a uma 4ª temporada, mas a expectativa é que aconteça ao longo de 2020. Confira abaixo um vídeo oficial com a música tema da série.

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  • Filme

    Cineasta que passou cinco anos preso na Rússia ganha prêmio do Parlamento Europeu

    26 de novembro de 2019 /

    Libertado de uma prisão russa após cinco anos, o cineasta ucraniano Oleg Sentsov recebeu nesta terça (26/11) o Prêmio Sakharov para Liberdade de Pensamento, oferecido pelo Parlamento Europeu. O troféu foi criado em 1985 pela União Europeia para homenagear pessoas ou organizações que dedicaram as suas vidas ou ações à defesa dos direitos humanos e à liberdade. Oleg Sentsov venceu o prêmio do ano passado, mas só agora pôde receber pessoalmente a honraria. Ele estava preso desde 2014, após a Rússia anexar o território ucraniano da Crimeia. Diretor do filme “Gámer”, exibido na Mostra de São Paulo em 2012, Sentsov foi aprisionado após denunciar a Rússia por ataques terroristas na Crimeia, onde morava. Detido em sua casa, em maio de 2014, foi condenado a 20 anos de prisão por um tribunal militar sob a acusação de ter coordenado um grupo de ativistas filiados ao movimento paramilitar ucraniano Pravy Sektor (Setor de Direita), que planejaria atentados contra as organizações pró-russas e as infraestruturas da península. O movimento teria colocado fogo em dois prédios, um deles pertencente ao atual partido do governo da Rússia. Ele se declarou inocente à época, afirmando que seu julgamento era uma farsa com motivações políticas. Sentsov chegou a entrar em greve de fome – interrompida à força – para alertar que havia mais 64 presos políticos na sua prisão, que foram detidos sem nada terem feito além de protestar contra a invasão da Rússia na Ucrânia. Sentsov foi identificado como inimigo da Rússia por ter trabalhado como voluntário para levar comida e mantimentos aos soldados ucranianos que enfrentaram o avanço russo. Ele também ajudou a organizar protestos pacíficos. O Departamento de Defesa dos EUA e o Parlamento Europeu condenaram sua prisão, assim como artistas e cineastas europeus, inclusive russos, e principalmente a Academia Europeia de Cinema, que realizou vigílias para sua libertação. Mas o presidente Vladimir Putin afirmou repetidas vezes que não interviria em um problema da Justiça russa, reforçando que ele estava preso por acusações de terrorismo. A liberdade de Sentsov aconteceu apenas no dia 7 de setembro passado, quando os governos da Ucrânia e da Rússia concordaram em fazer uma troca de prisioneiros. 35 russos presos na Ucrânia foram libertados para que o país recebesse 35 ucranianos aprisionados na Rússia. Na ocasião, Mike Downey, vice-presidente da Academia Europeia, disse: “Finais felizes raramente acontecem, exceto nos filmes. Mas no caso de Oleg Sentsov, embora seja uma vitória amarga depois de mais de cinco anos de luta no gulag e meses em greve de fome, ele nunca desistiu de sua posição ou de seus princípios.” Nesta terça, em seu discurso de agradecimento ao prêmio do Parlamento Europeu, Sentsov voltou a se manifestar sobre a ameaça representada por Vladimir Putin à democracia da Ucrânia. “É uma honra imensa e também uma responsabilidade imensa. Eu aceito esse prêmio em nome de todos os presos políticos da Ucrânia que estiveram em prisões russas”, disse Sentsov, antes de acrescentar: “Eu não confio em Putin e eu peço que vocês também não confiem nele. A Rússia e o Sr. Putin irão traí-los. Eles querem ver a Ucrânia de joelhos”, completou.  

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  • Filme

    Elizabeth Banks vai estrelar e dirigir A Mulher Invisível para a Universal

    26 de novembro de 2019 /

    A Universal abraçou a “política de gênero”. Depois de produzir um remake de “O Homem Invisível”, que estreia em fevereiro, o estúdio encomendou a realização de “A Mulher Invisível”. A atriz e diretora Elizabeth Banks, que exerceu as duas funções no recente fracasso de “As Panteras”, foi quem levou o projeto ao estúdio. Ela vai produzir, dirigir e estrelar o filme, no papel da mulher invisível. O roteiro é de Erin Cressida Wilson, que escreveu “Secretária” (2002), “A Pele” (2006) e “A Garota no Trem” (2016). Não está claro se o projeto é inteiramente novo ou baseado na primeira “Mulher Invisível” da Universal. O original de 1940 era uma comédia centrada em uma modelo de loja de departamentos que se torna o objeto de teste de um experimento de invisibilidade. Ao se tornar invisível, ela se vira contra seu chefe malvado, mas involuntariamente envolve-se numa aventura com gângsteres. Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmam que o tom será outro, mais próximo do thriller de “Thelma & Louise” (1991) e “Psicopata Americano” (2000). “A Mulher Invisível” é a mais recente adaptação dos “monstros” da Universal, após o estúdio tentar emplacar um universo compartilhado com “A Múmia”, há dois anos, e desistir após o fracasso daquele filme. Desde então, a abordagem mudou para privilegiar projetos autorais e baratos baseados nos personagens clássicos. “O Homem Invisível”, de Leigh Whanell (“Sobrenatural”), será justamente o primeiro projeto do novo gerenciamento, seguido pelos já anunciados “Dark Army”, de Paul Feig (“Caça-Fantasmas”), e “Renfield” (personagem de “Drácula”), de Dexter Fletcher (“Rocketman”).

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    Disney fará pré-estreia de Frozen 2 na Comic Con Experience

    26 de novembro de 2019 /

    A Disney anunciou que vai realizar uma pré-estreia especial do filme “Frozen 2” durante a CCXP (Comic Con Experience) 2019. A exibição do filme vai acontecer no dia 7 de dezembro, o terceiro dia do evento. O diretor Chris Buck e produtor Peter Del Vecho de “Frozen 2” estarão presentes na première, além do humorista Fábio Porchat, que dubla o Olaf na versão brasileira. Eles também participarão de um painel sobre o filme. A exibição “antecipada” só aumenta a frustração com o planejamento da Disney para o lançamento nacional do filme. Afinal, significa que o filme está pronto para o público brasileiro, apesar do estúdio ter marcado a estreia apenas para 2020. “Frozen 2” já estreou em 37 países e bateu, no fim de semana passado, o recorde de maior bilheteria em estreia mundial de uma animação. Mas só será oficialmente lançado no Brasil no dia 2 de janeiro. A maldade também foi estendida aos fãs argentinos das irmãs Anna e Elsa, que verão o filme junto com os brasileiros em 2020 – depois de todo o resto do mundo. Além de “Frozen 2”, a Disney também trará a seu painel informações sobre as animações “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, da Pixar, e “Um Espião Animal”, da Fox.

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    Mark Ruffalo sugere filme do Hulk vs. Wolverine, que pode acontecer

    26 de novembro de 2019 /

    O ator Mark Ruffalo já sugeriu para a Marvel como gostaria de voltar ao papel de Hulk no cinema. Durante participação na Comic Con de Tóquio, ele disse que quer ver o herói esverdeado lutando contra Wolverine. “Hulk vs. Wolverine. Eu gostaria de ver isso. Acho que seria uma ótima combinação”, disse no evento. Ruffalo confirmou que já conversou com o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, sobre as ideias para o futuro de Hulk. Ele ainda se disse disposto a aparecer na já anunciada série da Mulher-Hulk (She-Hulk). Nos quadrinhos, Jennifer Walters, a Mulher-Hulk, é prima de Bruce Banner, o Hulk. Também vale lembrar que Wolverine apareceu pela primeira vez numa edição do Hulk, em 1974, como antagonista do herói (veja a capa abaixo). Criado pelo editor Roy Thomas, o roteirista Len Wein e os desenhistas John Romita e Herb Trimpe, o personagem fez tanto sucesso que acabou entrando nos X-Men no ano seguinte. Esta cronologia parece bastante apropriada para um novo filme, já que o personagem vai ganhar um reboot na Marvel Studios, após a compra da Fox pela Disney. Conhecido por deixar escapar spoilers das produções da Marvel, será que Mark Ruffalo soltou o maior de todos?

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    Dois Irmãos: Animação da Pixar ganha novo trailer dublado em português

    26 de novembro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo pôster americano e o segundo trailer nacional da nova animação da Pixar, que vai chegar aos cinemas nacionais sem o grande atrativo de seus dubladores originais e com um nome que não tem absolutamente nada a ver com o título da produção nos Estados Unidos. “Onward” virou “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”. Isto mesmo, um titulo minimalista de apenas seis letras virou épico de cinco palavras e um hífen na “tradução”. Já a inevitável dublagem brasileira para as crianças joga no lixo os dólares investidos para reunir seus dubladores famosos americanos, que têm sido o principal destaque do projeto desde seu anúncio nos Estados Unidos. Os irmãos do título nacional são originalmente dublados por Chris Pratt e Tom Holland, intérpretes do Senhor das Estrelas (dos Guardiões da Galáxia) e Homem-Aranha nos filmes da Marvel, que estiveram juntos recentemente em “Vingadores: Ultimato”. Além dos dois atores famosos, o elenco de vozes originais ainda conta com Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) como a mãe dos protagonistas, e Octavia Spencer (“A Forma da Água”). O filme tem roteiro e direção de Dan Scanlon, que também fez as duas funções em “Universidade Monstros” (2013). A trama acompanha dois irmãos de uma família de elfos, que abandonam sua confortável vida suburbana ao ganharem um cajado mágico. Decididos a completar um feitiço e trazer seu pai de volta à vida, eles embarcam numa aventura a bordo de seu carro velho, em busca do resto da magia que já existiu naquele lugar – e, ao menos no trailer, ao som do clássico “It’s Magic”, da banda The Cars. Por sinal, pela prévia, é possível deduzir a “mensagem” da história e concluir que “Dois Irmãos” é a produção com mais cara de Disney já feita pela Pixar, muito mais que “Valente” (2012) – cuja protagonista literalmente virou Princesa Disney em “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”. A estreia está marcada para 5 março de 2020 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Porta dos Fundos vence o Emmy Internacional com Especial de Natal

    26 de novembro de 2019 /

    A cerimônia de premiação do Emmy Internacional consagrou duas produções brasileiras na noite de segunda-feira (25/11) em Nova York: o “Especial de Natal Porta dos Fundos”, da Netflix, como a Melhor Comédia e o programa “Hack the City”, do National Geographic, na categoria de séries em curta-metragem. “Negócio é o seguinte: Porta dos Fundos ganhou como Melhor Comédia com ‘Especial de Natal’. Semana que vem temos nosso novo especial. Eu estou muito feliz, de verdade. Emocionado. Porque isso é importante para o Brasil, para entendermos que cultura também é isso. Ano que vem, quero estar aqui de novo nessa bagaça”, disse o humorista Fábio Porchat, em vídeo, após receber Emmy. Ele ainda completou com uma informação pessoal: “É ainda mais especial porque é meu aniversário de casamento”. Veja abaixo. O grupo Globo, acostumado a vencer a premiação, desta vez ficou de fora da distribuição de troféus. O conglomerado concorria com “Se Eu Fechar os Olhos Agora”, como Melhor Minissérie, pelo desempenho de Marjorie Estiano em “Sob Pressão”, na categoria de Melhor Atriz, e pela produção de “A Primeira Pedra”, do canal Futura, como Melhor Documentário. O Brasil ainda teve indicados a série “1 Contra Todos” e o ator Raphael Logam, de “Impuros”, ambos da Fox, além das produções da HBO “Ópera Aberta – Os Pescadores de Pérolas”, na categoria de Programa de Arte, e “Magnifica 70”, como Melhor Programa de Horário Nobre em Língua Não-Inglesa exibido nos Estados Unidos. Para completar a lista, a produção britânica “McMafia”, grande vencedora da noite como Melhor Série Dramática, também inclui o brasileiro Caio Blat em seu elenco. Confira abaixo a relação completa dos premiados. Melhor Série de Drama “McMafia” (Reino Unido) Melhor Comédia “Especial de Natal, Porta dos Fundos” (Brasil) Melhor Telefilme ou Minissérie “Safe Harbour” (Austrália) Melhor Ator Haluk Bilginer por “Sahsiyet” (Turquia) Melhor Atriz Marina Gera por “Orok Tel” (Hungría) Melhor Documentário “Bellingcat – Truth in a Post-Truth World” (Países Baixos) Melhor Série Curta “Hack the City” (Brasil) Melhor Programa de Arte “Dance or Die” (Países Baixos) Melhor Programa de Horário Nobre em Língua Não-Inglesa “Falco” (Estados Unidos) Melhor Entretenimento Não-Roteirizado “The Real Full Monty: Ladies Night” (Reino Unido) Melhor Telenovela “La Reina del Flow” (Colombia) O primeiro de muitos!!!!! Valorizem a cultura! pic.twitter.com/oaTgT91XTF — Fabio Porchat (@FabioPorchat) November 26, 2019

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    Cinemas britânicos tiram filme sobre gangues de cartaz após brigas de facões entre o público

    26 de novembro de 2019 /

    Duas redes de cinema do Reino Unidos decidiram retirar de cartaz o filme “Blue Story”, sobre conflitos de gangues em Londres, depois que confrontos violentos foram registrados durante sua exibição no fim de semana em um cinema em Birmingham, na Inglaterra. Grupos de jovens, alguns armados com facões, entraram em confronto no sábado à noite diante de um cinema em Birmingham, na Inglaterra. Seis deles, incluindo um adolescente de 13 anos, foram presos e sete policiais ficaram feridos. Após esse conflito, o grupo Vue, que opera o cinema Star City, onde aconteceu a “briga generalizada”, anunciou que não exibirá mais o filme em seus 91 cinemas no Reino Unido e na Irlanda. Defendendo a decisão, um porta-voz da rede disse que houve mais incidentes em outros locais que exibiam “Blue Story”, numa quantidade maior “do que que já vimos para qualquer filme em um prazo tão curto”. Ele citou 25 “incidentes significativos” nos cinemas da rede que exibiam o filme, em 16 locais separados, nas primeiras 24 horas de exibição. A iniciativa de tirar o filme de cartaz foi seguida logo depois pela rede Showcase Cinemas. “Devido a incidentes recentes relacionados à divulgação do filme ‘Blue Story’, (…) a Showcase Cinemas o removeu imediatamente de todas as nossas salas”, afirmou um porta-voz desse grupo. “Estamos em discussões com o distribuidor sobre a possibilidade de reintroduzir o filme em outra oportunidade”, acrescentou. O filme conta a história de dois adolescentes, amigos de infância, que frequentam a mesma escola, mas moram em bairros diferentes no sul de Londres e se veem presos contra sua vontade em uma guerra entre gangues rivais. Seu roteirista e diretor, o rapper Andrew Onwubolu, mais conhecido pelo nome artístico de Rapman, disse no Instagram que espera que essa retirada não represente “uma condenação” ao filme. “É realmente chato que um pequeno grupo de pessoas passa estragar tudo para todos. ‘Blue Story’ é um filme que fala de amor, não violência”, afirmou. “Rezo para que todos possamos (…) nos tratar com tolerância e respeito”, acrescentou. Apesar dos problemas, o filme abriu em 3º lugar no fim de semana no Reino Unido, atrás do fenômeno “Frozen 2” e “Uma Segunda Chance Para Amar”, e atingiu 90% de aprovação na média da crítica registrada pelo site Rotten Tomatoes. Veja abaixo um vídeo com a comoção diante do cinema Star City, o trailer do filme e o post do diretor. Ver essa foto no Instagram #Bluestorymovie playing in all major cinema chains except @vue and ??? Uma publicação compartilhada por Rapman (@realrapman) em 24 de Nov, 2019 às 8:56 PST

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