Elizabeth Banks vai estrelar e dirigir A Mulher Invisível para a Universal

A Universal abraçou a “política de gênero”. Depois de produzir um remake de “O Homem Invisível”, que estreia em fevereiro, o estúdio encomendou a realização de “A Mulher Invisível”.

A atriz e diretora Elizabeth Banks, que exerceu as duas funções no recente fracasso de “As Panteras”, foi quem levou o projeto ao estúdio. Ela vai produzir, dirigir e estrelar o filme, no papel da mulher invisível.

O roteiro é de Erin Cressida Wilson, que escreveu “Secretária” (2002), “A Pele” (2006) e “A Garota no Trem” (2016).

Não está claro se o projeto é inteiramente novo ou baseado na primeira “Mulher Invisível” da Universal. O original de 1940 era uma comédia centrada em uma modelo de loja de departamentos que se torna o objeto de teste de um experimento de invisibilidade. Ao se tornar invisível, ela se vira contra seu chefe malvado, mas involuntariamente envolve-se numa aventura com gângsteres.

Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmam que o tom será outro, mais próximo do thriller de “Thelma & Louise” (1991) e “Psicopata Americano” (2000).

“A Mulher Invisível” é a mais recente adaptação dos “monstros” da Universal, após o estúdio tentar emplacar um universo compartilhado com “A Múmia”, há dois anos, e desistir após o fracasso daquele filme. Desde então, a abordagem mudou para privilegiar projetos autorais e baratos baseados nos personagens clássicos.

“O Homem Invisível”, de Leigh Whanell (“Sobrenatural”), será justamente o primeiro projeto do novo gerenciamento, seguido pelos já anunciados “Dark Army”, de Paul Feig (“Caça-Fantasmas”), e “Renfield” (personagem de “Drácula”), de Dexter Fletcher (“Rocketman”).