“A Mulher da Casa Abandonada” vai virar série
Podcast do momento, “A Mulher da Casa Abandonada” vai ser transformado numa série. A revelação foi feita pelo responsável pela produção da atração de áudio, o jornalista Chico Felitti. “Série, tem bastante gente interessada. Já fui procurado por Deus e o mundo. Todo mundo que você possa pensar”, disse Felitti durante participação na Bienal do Livro de São Paulo neste fim de semana. “Eu combinei com a Folha e também acho justo que o podcast vá ao ar inteiro primeiro. Mas tudo indica que vai rolar.” “A Mulher da Casa Abandonada” terá ao todo sete episódios. Seis já foram disponibilizados – de graça nas principais plataformas de áudio, como Spotify, Apple Podcasts e Deezer – e o último deles, um episódio extra, é uma entrevista de cerca de 2 horas com Margarida Bonetti, a brasileira procurada pelo FBI, que mora na agora famosa mansão de Higienópolis. Lançado pela Folha no dia 1º de junho, o podcast é uma reportagem investigativa sobre a moradora da casa decrépita da rua Piauí. Chamada de Mari no podcast, o nome dela é Margarida Bonetti, que nasceu rica e morou muitos anos nos Estados Unidos com o marido e a empregada doméstica que havia sido “dada de presente” por seus pais, os donos originais do tal casarão. A empregada que trabalhava para o casal foi mantida em cárcere privado e sem salário por 20 anos, sofrendo agressões físicas e psicológicas. Analfabeta, ela entrou em desespero por se encontrar longe da família, sem falar inglês e doente – com um tumor que os “patrões” não lhe permitiam tratar. Até que uma vizinha percebeu o que estava chamando e denunciou para a polícia. René Bonetti, o marido de “Mari”, foi condenado a mais de 6 anos de prisão e ao pagamento de multas e indenização à vítima. Só que Margarida conseguiu fugir para o Brasil no final dos anos 1990, antes de ir à julgamento nos EUA. Na ocasião, o pai dela havia falecido e ela usou a desculpa de vir para o enterro e nunca mais retornou aos EUA. Uma vez no país, ela se instalou na antiga mansão de sua família, onde mora até hoje, faz raras aparições públicas e usa desde então, o tempo inteirinho, uma espessa camada de pomada branca no rosto. Por causa disso, sua figura chegou a ser confundida com um fantasma por moradores da região. A história ainda envolve briga com duas irmãs pela herança da família e a situação de saúde da mãe delas, que vive confinada na casa com Margarida. Por seus detalhes sádicos e sinistros, a história acabou viralizando. Primeiro, no TikTok, após uma tiktoker de “true crime” fazer um vídeo em frente à casa e atingir mais de 1 milhão de likes. A partir daí, a história chegou no Instagram e no Twitter, transformando a “Casa Abandonada” em meme e destino de turismo criminal.
Gloria Perez revela porque aceitou participar da série sobre assassinato de sua filha
A autora de novelas Gloria Perez usou o Facebook para explicar porque decidiu colaborar com o projeto de “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez”, série documental produzida pela HBO Max sobre o assassinato de sua filha. Até então, ela só tinha falado sobre a morte de Daniella de forma breve e em raras ocasiões. “Abri meu arquivo porque a proposta foi o que sempre esperei: a divulgação dos autos do processo. Sem nenhum tipo de retorno financeiro, quero deixar bem claro”, disse ela. Além de dar acesso a seus arquivos pessoais, Gloria gravou mais de 20 horas de depoimentos para a série e, segundo relatos, a equipe de bastidores chorou durante as gravações. Por ter se envolvido bastante, ela acrescentou que tem expectativas positivas em relação à série. “Confio que esse documentário não deixe mais espaço nenhum para as versões fantasiosas que os assassinos tentaram emplacar na imprensa, durante os anos que antecederam o júri que condenou os dois por homicídio duplamente qualificado”, acrescentou. Um detalhe da produção é que, a pedido de Glória, os organizadores do documentário não ouviram os assassinos de Daniella. Esta foi uma exigência feita pela autora para participar das gravações. A morte brutal da estrela da Globo chocou o Brasil em 1992. Maior estrela da telenovela “De Corpo e Alma”, escrita por sua mãe, Daniella foi assassinada por Guilherme de Pádua, ator com quem fazia par romântico na trama, e por Paula Thomaz, esposa de Guilherme na época. Seu corpo foi encontrado num matagal, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, perfurado com dezoito golpes fatais de punhal. Segundo o processo, a motivação do crime foi o fato de Guilherme acreditar que seu papel na novela estava diminuindo por culpa da atriz. Com direção de Tatiana Issa (“Dzi Croquettes”) e Guto Barra (“Yves Saint-Laurent: My Marrakesh”), que também assina o roteiro, o projeto foi idealizado por Issa, que começou a carreira como atriz e era próxima de Daniella. Em 1992, ano do assassinato, ela atuava na novela “Deus nos Acuda” com Raul Gazolla, que era casado com Daniella. A estreia está marcada para 21 de julho.
Série do assassinato de Daniella Perez ganha trailer com depoimentos emocionados
A HBO Max divulgou o trailer da série documental de cinco episódios sobre o caso da atriz Daniella Perez, que foi assassinada em 1992. A prévia traz depoimentos doloridos da mãe da atriz, a autora Gloria Perez, do marido dela, Raul Gazolla, além de amigos – até Roberto Carlos! – e especialistas que estiveram envolvidos nas investigações. “São 30 anos do assassinato da Dani e eu não consigo entender”, chora Gazolla em uma cena do trailer. A morte brutal da estrela da Globo chocou o Brasil na época. Maior estrela da telenovela “De Corpo e Alma”, escrita por sua mãe, Daniella foi assassinada por Guilherme de Pádua, ator com quem fazia par romântico na trama, e por Paula Thomaz, esposa de Guilherme na época. Seu corpo foi encontrado num matagal, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, perfurado com dezoito golpes fatais de punhal. Segundo o processo, a motivação do crime foi o fato de Guilherme acreditar que seu papel na novela estava diminuindo por culpa da atriz. “Eu sempre quis contar essa história da forma como ela aconteceu. A Dani estava bem na carreira. A vida parecida uma estrada linda, aberta. A gente só via coisas boas no horizonte. Mas, de repente, tudo isso explodiu. Foi sugado. A verdade é uma só, as versões são muitas”, afirma Gloria Perez na prévia, emocionada. Gloria gravou mais de 20 horas de depoimento para a série documental e, segundo relatos, a equipe de bastidores chorou durante as gravações. Com direção de Tatiana Issa (“Dzi Croquettes”) e Guto Barra (“Yves Saint-Laurent: My Marrakesh”), que também assina o roteiro, o projeto foi idealizado por Issa, que começou a carreira como atriz e era próxima de Daniella. Em 1992, ano do assassinato, ela atuava na novela “Deus nos Acuda” com Gazolla. A estreia está marcada para 21 de julho.
Novas séries: “Stranger Things” e “Obi-Wan Kenobi” movimentam streaming
Fãs de sci-fi estão cancelando todos os compromissos para aproveitar um “fim de semana do orgulho nerd” com o lançamento da primeira parte da 4ª temporada de “Stranger Things” e a estreia de “Obi-Wan Kenobi”. São duas das atrações mais esperadas do ano, que chegam no mesmo dia (27/5) ao streaming. Mas ainda há maratonas de anime, duas atrações completas baseadas em personagens de “O Silêncio dos Inocentes” e nada menos que 15 temporadas da série de comédia mais longeva da TV. E para quem gosta de “true crime”, as ofertas incluem ainda uma minissérie de crime famoso americano e uma produção documental sobre o PCC. Confira abaixo as 10 melhores séries para assistir neste fim de semana. | STRANGER THINGS | NETFLIX Após três anos de espera e expectativa nas alturas, a série sobrenatural adolescente retorna com clima cinematográfico, deixando claro que não foram economizadas despesas na produção de sua 4ª temporada – supostamente mais cara que a temporada final de “Game of Thrones”. São mais efeitos, mais ação e mais personagens, resultando em tramas paralelas e capítulos bastante longos. Em resumo, os episódios exploram uma guerra iminente entre os jovens protagonistas da atração e as ameaças do Mundo Invertido, levando a turma das bicicletas a encarar um novo monstrão batizado com o nome de mais uma criatura de “Dungeons and Dragons”. O jogo, por sinal, se torna ainda mais importante, porque um dos novos personagens é um grande mestre dos calabouços de tabuleiro. Parte do elenco mirim ainda vai lidar com uma casa mal-assombrada relacionada a Freddy Krueger – na verdade, a residência pertence a um personagem atormentado vivido pelo astro da franquia “A Hora do Pesadelo”, Robert Englund. E ainda há as histórias de Eleven (Millie Bobby Brown), que busca se adaptar a uma nova escola e cidade, e do xerife Hopper (Jim Harbour) preso na Rússia. Tudo isso equilibrando drama e humor, mas com muito mais terror que antes, resultando na temporada mais madura de toda a série. Lançada em duas partes, a 4ª temporada da série criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer tem apenas sete de seus nove episódios disponibilizados nesta sexta (27/5), com os dois remanescentes guardados para o dia 1º de julho. | OBI-WAN KENOBI | DISNEY+ Sequência direta da trilogia “Star Wars” dos anos 2000, a série se passa dez anos após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005) e mostra a perseguição ao personagem-título, que volta a ser interpretado por Ewan McGregor. Após desafiar o Império e fugir com os filhos de seu ex-pupilo Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi se esconde no planeta Tatooine, acompanhando à distância o crescimento do jovem Luke. Mas o Império não desistiu de encontrar o velho mestre foragido, um dos poucos remanescentes do massacre da ordem Jedi, o que coloca em risco a segurança da menina Leia, sequestrada para tirar Kenobi de seu esconderijo. O elenco da produção também inclui Joel Edgerton e Bonnie Piesse, retomando seus papéis como os tios que criaram Luke Skywalker, Jimmy Smits como o Senador Organa, pai adotivo de Leia, além de Hayden Christensen, intérprete de Anakin, agora completamente transformado em Darth Vader. Escrita por Joby Harrold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e dirigida por Deborah Chow (“The Mandalorian”), a produção ainda inclui participações de Kumail Nanjiani (“Eternos”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rupert Friend (“Homeland”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Simone Kessell (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Maya Erskine (“PEN15”), o ator-cineasta Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”) formidável como vilã e a menina Vivien Lyra Blair (“Bird Box”), um fenômeno como a Leia mirim. Depois dos dois primeiros capítulos para começar a aventura, a Disney+ vai liberar um episódio inédito a cada quarta. | HANIBAL | AMAZON PRIME VIDEO O psicopata de “O Silêncio dos Inocentes” apareceu em cinco filmes, mas esta série supera quase todos (a exceção é justamente o longa estrelado por Anthony Hopkins e Jodie Foster), com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Criação de Bryan Fuller (“Deuses Americanos”), exibe cenas viscerais, estabelecidas em episódios de puro terror, graças ao talento de cineastas especialistas em pavor como David Slade (“30 Dias de Noite”) e Vincenzo Natali (“O Cubo”). Na produção, Mads Mikkelsen (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) assume o papel que consagrou Hopkins sem ficar em sua sombra, criando nuances tão brilhantes que levam o público a torcer pelo vilão. A trama é um prólogo, que mostra como o psiquiatra Hannibal Lecter começou a trabalhar como consultor do FBI na criação de perfis de serial killers, sem que a polícia soubesse que ele próprio era um canibal assassino. Hannibal faz parceria com Will Graham (Hugh Dancy, de “Downton Abbey II: Uma Nova Era”), um agente do FBI com um dom especial, que o transforma em expert na caça de serial killers, mas também abala sua sanidade. Tentando evitar o pior, seu superior, Jack Crawford (Laurence Fishburne, de “Matrix”), recomenda a Graham se consultar com o Dr. Lecter, o que dá início a uma amizade improvável e prepara terreno para um confronto violento. O ótimo elenco da produção ainda destaca Gillian Anderson (“Sex Education”) como a psicóloga do canibal. Todas as três temporadas produzidas, entre 2013 e 2015, estão sendo disponibilizadas em streaming. No final, a trama atinge a narrativa do primeiro livro do personagem, “Dragão Vermelho”, de Thomas Harris, que chegou a render dois filmes – em 1986 e 2002 – , mas a produção foi cancelada antes que Fuller pudesse adaptar “O Silêncio dos Inocentes” e introduzir Clarice Starling. De todo modo, o episódio final é um desfecho digno. | CLARICE | AMAZON PRIME VIDEO A Clarice do título é Clarice Starling, a protagonista de “O Silêncio dos Inocentes”, o que torna esta série continuação de “Hannibal”. Entretanto, por uma peculiaridade contratual, Lecter não é citado na trama, que acompanha a agente do FBI em 1993, após prender o psicopata Buffalo Bill e salvar sua última vítima (conforme mostrado no final do filme premiado de 1991). Esta façanha, entretanto, a deixou abalada psicologicamente, situação com a qual precisa lidar enquanto persegue novos assassinos. Criada por Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que depois acertaram a mão em “Star Trek: Strange New Worlds” e “The Man Who Fell to Earth”, a série não teve a mesma aclamação de “Hannibal” e acabou com apenas uma temporada produzida. O elenco destaca a australiana Rebecca Breeds (“The Originals”) como a terceira intérprete da personagem, que rendeu um Oscar para Jodie Foster em “O Silêncio dos Inocentes” (1991) e foi interpretada por Julianne Moore na continuação cinematográfica “Hannibal” (1999). | THE THING ABOUT PAM | STAR+ A minissérie de true crime destaca a nova transformação visual da atriz Renée Zellweger, duas vezes vencedora do Oscar – por “Cold Mountain” (2003) e “Judy” (2019) – ao incorporar Pam Hupp, assassina que atualmente cumpre prisão perpétua. Mãe de meia-idade e funcionária de um escritório de seguros, ela se envolveu no homicídio brutal de sua melhor amiga em 2011 e foi condenada por outro homicídio cometido em 2016. A mulher ainda é suspeita de ter matado a própria mãe. Originalmente, o assassinato de Betsy Faria em 2011 resultou na condenação do marido da falecida, que sempre insistiu que não matara a esposa, mas jamais imaginou que a doce Pam fosse a verdadeira culpada. Com novas descobertas, sua condenação foi anulada, desencadeando uma série de reviravoltas. Na época, o escândalo da mãe suburbana sanguinária virou sensação na mídia e se tornou tema de um popular podcast da NBC News, “The Thing About Pam”, que é um dos podcasts mais baixados do iTunes. A minissérie tem o mesmo nome do podcast e foi escrita por Jessika Borsiczky (“House of Lies”) com produção da Blumhouse Television e da própria Zellwegger. O elenco também destaca Katy Mixon (“Bela, Recatada e do Lar”/American Housewife) como Betsy Faria e Glenn Fleshle (“Billions”) como seu marido Russ, além de Judy Greer (“Homem-Formiga”), Josh Duhamel (“Transformers”), Mac Brandt (“Lovecraft Country”), Sean Bridgers (“Get Shorty”) e Adam David Thompson (“A Teacher”). | IT’S ALWAYS SUNNY IN PHILADELPHIA | STAR+ Série de comédia mais duradoura da história da televisão dos EUA, a produção criada em 2005 era inédita no Brasil até chegar nesta semana completa em streaming, com todas as suas 15 temporadas produzidas para maratonar a perder de vista. Concebida pelos comediantes Rob McElhenney e Glenn Howerton, que também estrelam a atração ao lado de Charlie Day, Kaitlin Olson e o veterano Danny DeVito, a série acompanha cinco amigos que administram um bar na Filadélfia. Ao estilo de “Seinfeld”, a trama é conhecida por seu humor ácido e por não esconder o egoísmo e os comportamentos antiéticos dos personagens. Recentemente, a produção foi renovada por mais três anos, até a 18ª temporada, prevista para 2025. | TUDO IGUAL… SQN | DISNEY+ A nova produção nacional para o público adolescente acompanha Carol (Gabriella Saraivah, de “Juacas”), que aos 16 anos atravessa uma crise com várias mudanças em sua vida, incluindo o súbito segundo casamento de sua mãe, o novo irmão postiço, o primeiro namoro e testes em relação às amizades antigas que ela tanto estima. A história é baseada no romance infanto-juvenil “Na Porta ao Lado”, de Luiza Trigo (autora de “Meus 15 Anos”), e conta com roteiros da própria escritora e de André Rodrigues (“Juacas”). Os episódios tem direção de Juliana Vonlanten (também de “Juacas”) e ainda trazem Guilhermina Libanio (“Órfãos da Terra”), Duda Matte (“Ela Disse, Ele Disse”), Ana Jeckel (“Super Nova”), a cantora Clara Buarque, Kiko Pissolato (“O Doutrinador”), Miá Mello (“A Vida Secreta dos Casais”) e vários jovens estreantes. BEM-VINDOS AO ÉDEN | NETFLIX A série espanhola da Netflix lembra um pouco “The Wilds”, da Amazon. Criada por Joaquín Górriz e Guillermo López Sánchez (ambos de “Atrapada”), acompanha um grupo de jovens que é convidado a participar de uma festa privada em uma ilha paradisíaca, com tudo pago. Mas o que deveria ser um evento de lançamento de um novo energy drink se prova uma armadilha. O drinque é batizado e, quando acordam, apenas cinco continuam no local, descobrindo aos poucos, por meio de anfitriões adultos, os segredos e perigos que os aguardam. Com apenas oito episódios, a trama deixa muitas perguntas sem respostas, mas o mistério deve ser resolvido na 2ª temporada, já confirmada. | GHOST IN THE SHELL: SAC-2045 | NETFLIX A 2ª temporada de “SAC-2045” traz novas aventuras de Motoko Kusanagi, estrela da longeva franquia animada “Ghost in the Shell”, em bela animação por computação gráfica. O anime é uma coprodução dos estúdios Production IG e Sola Digital Arts, com direção de uma dupla de peso: Shinji Aramaki (“Appleseed”) e Kenji Kamiyama (“Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”). Uma união curiosa e apropriada, considerando que o criador do mangá original de “Ghost in the Shell, Masamune Shirow, também criou “Appleseed”. Aramaki e Kamyama também trabalharam juntos na série “Ultraman”, da Netflix. A longa trajetória de “Ghost in the Shell” começou em quadrinhos em 1989, mas só foi explodir na cultura pop seis anos depois, ao originar o cultuado anime homônimo de 1995. Comparado ao impacto de “Akira” (1988), o longa animado apresentou a obra de Shirow ao mundo ocidental e influenciou todas as produções focadas em sci-fi cyberpunk que vieram depois – inclusive a trilogia “Matrix”. O sucesso de filme de 1995 deu origem a uma franquia animada, composta por mais três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. O que acabou chamando atenção de Hollywood e rendendo uma adaptação live-action estrelada por Scarlett Johansson, que foi muito criticada por trazer uma atriz não asiática no papel principal. Todos os lançamentos acompanham investigações da major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético chamada Seção 9, que luta contra uma conspiração de hackers,...
Escândalos do ator Armie Hammer vão virar série
A plataforma Discovery+ está desenvolvendo uma série documental de “true crime” baseado nos escândalos que abalaram a carreira do ator Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”), acusado de estupro e canibalismo no ano passado. Segundo informações da revista Variety, “House of Hammer” (título provisório) examinará também outros escândalos relacionados à família do astro, revelando cinco gerações de Hammers envolvidos com histórias escabrosas. A produção vai usar “arquivos e entrevistas de sobreviventes e familiares” para investigar “uma dinastia disfuncional com seus personagens masculinos exibindo todas as consequências devastadoras do privilégio”, de acordo com comunicado. A inspiração da série foi uma reportagem da revista Vanity Fair, intitulada “The Fall of House of Hammer”, que no ano passado revelou o histórico conturbado da família milionária, dona de um império de petróleo nos Estados Unidos e envolvida em décadas de escândalos sexuais, financeiros, de luta de poder e de vício. Armie Hammer viu sua carreira implodir em janeiro de 2021, após virem à tona mensagens privadas em que se confessava canibal, seguidas dois meses depois pelo processo de uma ex-namorada, identificada como Effie, por estupro e violência sexual, com elementos de tortura. Segundo a suposta vítima, o crime ocorreu em 2017, quando ele era casado com Elizabeth Chambers. Assim que a história explodiu na mídia, outras mulheres reiteraram diálogos com o ator de 34 anos sobre fetiches envolvendo canibalismo, abuso e estupro. Em entrevista ao Page Six, Courtney Vucekovich, que ficou com o ator por alguns meses do ano passado, disse que conviver com Hammer era como namorar Hannibal Lecter — o famoso personagem canibal de “O Silêncio dos Inocentes” e da série “Hannibal”. Como consequência, ele foi afastado de várias produções, como os filmes “Shotgun Wedding” e “Billion Dollar Spy”, e a série “The Offer”, sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão”. Sua agência também o dispensou. Em sua única manifestação desde as acusações, ele qualificou as denúncias como “alegações de m*rda”. A última notícia de seu paradeiro era que ele tinha se internado em uma clínica de reabilitação localizada na Flórida. Ele ficou nove meses em tratamento e não voltou a ser visto publicamente desde que teve alta.
Candy: Jessica Biel é assassina em trailer de série de crime real
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e um novo trailer de “Candy”, minissérie de “true crime” estrelada por Jessica Biel (“The Sinner”). A produção conta a história verídica da dona de casa crente Candy Montgomery, que assassinou sua vizinha e amiga de igreja Betty Gore à machadadas em 1980. A prévia mostra a amizade e a motivação da personagem do título (Biel) para matar Gore, interpretada por Melanie Lynskey (“Yellowjackets”), após iniciar um caso com o marido dela. Criada por Robin Veith e Nick Antosca, que trabalharam juntos na premiada minissérie de “true crime” “The Act”, “Candy” estreia em 9 de maio nos EUA – e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil. Além desta minissérie, o mesmo crime está rendendo uma produção concorrente da HBO Max chamada “Love & Death”, que trará Elizabeth Olsen (“WandaVision”) e Lily Rabe (“American Horror Story”) nos papéis principais.
Jessica Biel é assassina crente em minissérie de “true crime”
A plataforma americana Hulu divulgou o primeiro trailer de “Candy”, minissérie de “true crime” estrelada por Jessica Biel (“The Sinner”). A série é baseada na história verídica da dona de casa crente Candy Montgomery, que assassinou sua amiga da igreja, Betty Gore, à machadadas em 1980. A prévia mostra o julgamento da personagem do título, vivida por Biel, e flashbacks de seu relacionamento com Gore, interpretada por Melanie Lynskey (“Yellowjackets”), numa pequena comunidade conservadora do Texas. Criada por Robin Veith e Nick Antosca, que trabalharam juntos na premiada minissérie de “true crime” “The Act”, “Candy” é a primeira das duas atrações em desenvolvimento sobre o mesmo crime a ganhar prévia. A concorrente é uma produção da HBO Max chamada “Love & Death”, que trará Elizabeth Olsen (“WandaVision”) e Lily Rabe (“American Horror Story”) nos papéis principais. A estreia de “Candy” está marcada para 9 de maio nos EUA e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Golpista de “Inventando Anna” elogia interpretação de Julia Garner
A golpista Anna Sorokin, ou Anna Delvey, que inspirou a minissérie “Inventando Anna” da Netflix, elogiou o trabalho realizado pela atriz Julia Garner ao interpretá-la na trama. Em entrevista ao podcast “Forbidden Fruit”, ela contou que Garner foi visitá-la pessoalmente na cadeia e classificou a atriz como uma pessoa “muito doce”, além de elogiar o seu sotaque. “Ela foi muito legal. Ela veio me visitar e foi uma garota muito doce”, contou, ressaltando que Julia a retratou no período que compreende os anos de 2015, 2016 e 2017, por esse motivo o sotaque da atriz na série, considerado exagerado por alguns, era mesmo como ela falava. “Agora estou há mais de quatro anos nos Estados Unidos, porém, naquela época eu estava falando francês, alemão e inglês diariamente”, ressaltou. Sorokin nasceu em Domodedovo, na Rússia. Seu pai era um caminhoneiro e sua mãe dona de uma loja de conveniência. Eles se mudaram para a Alemanha em 2007, quando ela tinha 16 anos. Em 2014, ela se mudou para os Estados Unidos e passou a aplicar golpes em hotéis de luxo com a identidade falsa de Anna Delvey, que usava para circular na alta sociedade de Nova York e fingir que era milionária, aparentando um estilo de vida de opulência. A farsa durou até 2017, quando não conseguiu pagar um almoço de US$ 200 e precisou se explicar com a polícia. A golpista foi presa em 2017 e julgada em 2019, sendo considerada culpada de oito acusações e condenada a 12 anos de prisão. Entretanto, sua sentença foi encurtada por bom comportamento e, em fevereiro do ano passado, depois de passar quase quatro anos presa, ela foi colocada em liberdade condicional. A liberdade, porém, foi curta. Um mês depois foi detida novamente pela imigração, por estar com visto vencido. A Netflix pagou US$ 320 mil para a criminosa real pelos direitos de sua história. Mas ela não pôde usufruir de todo o dinheiro, devido a uma lei de Nova York que impede que criminosos lucrem com seus crimes. Desta forma, o pagamento foi usado para ressarcir prejuízos causados por seus atos. Foram US$ 199 mil de restituição às instituições financeiras lesadas e US$ 24 mil para liquidar multas, além de US$ 75 mil para quitar honorários advocatícios, entre outras despesas. Mesmo assim, ela tem feito postagens no Instagram com seu nome fictício, Anna Delvey, e vem explorando a popularidade da série para arrecadar mais seguidores. No mês passado, a Netflix revelou que “Inventando Anna” quebrou seu recorde de audiência de estreia. A minissérie criada por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) sobre a vigarista Anna Delvey teve a maior abertura de uma série em inglês desde que a plataforma mudou a maneira de apresentar seus dados, baseando-se em horas de consumo. A atração estrelada por Julia Garner foi assistida durante 196 milhões de horas entre 14 e 20 de fevereiro. Com isso, superou a estreia das temporadas mais recentes de “Você” (vista durante 179 milhões de horas), “The Witcher” (168 milhões), “Sex Education” (160 milhões) e “Cobra Kai” (120 milhões).
Série sobre incêndio da Boate Kiss anuncia elenco e começa gravações
O roteirista Gustavo Lipsztein e a Netflix anunciaram o elenco da minissérie “Todo Dia a Mesma Noite” sobre o incêndio na Boate Kiss, que começou a ser gravada nesta semana. Entre os atores anunciados, destacam-se Paulo Gorgulho (“Segunda Chamada”), Debora Lamm (“Amor de Mãe”), Thelmo Fernandes (“Coisa Mais Linda”), Bianca Byington (“Boca a Boca”), Leonardo Medeiros (“Aruanas”), Raquel Karro (“Lamaçal”), Bel Kowarick (“Albatroz”), Erom Cordeiro (“Os Ausentes”), Nicolas Vargas (“Desalma”), Flavio Bauraqui (“Deserto Particular”), Laila Zaid (“Benidorm”) e a modelo Paola Antonini. A minissérie adapta o livro de mesmo nome da jornalista Daniela Arbex, que conta a história dos sobreviventes da tragédia de 2013, que deixou 242 mortos em Santa Maria, Rio Grande do Sul. A autora está envolvida no projeto como consultora de roteiro dos cinco episódios, que serão escritos por Gustavo Lipsztein (“O Paciente – O Caso Tancredo Neves”) e dirigidos por Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”). O trio criativo ilustra a imagem acima. O incêndio na Boate Kiss aconteceu em 27 de janeiro de 2013 causado pelo uso de um artefato pirotécnico em ambiente fechado, e além dos mortos deixou outras 680 pessoas feridas. Segundo as investigações, a casa noturna funcionava com mais pessoas do que a capacidade permitida. A minissérie não teve cronograma de produção divulgado, mas o lançamento provavelmente acontecerá no aniversário de 10 anos da tragédia. No elenco da nova produção @NetflixBrasil estão nomes como Thelmo Fernandes, Paulo Gorgulho, Bianca Byington, Leonardo Medeiros, Debora Lamm, Raquel Karro, Bel Kowarick, Erom Cordeiro, Paola Antonini, Nicolas Vargas, Flavio Bauraqui e Laila Zaid — Gustavo Lipsztein (@vamosverfilmes) March 10, 2022 Todo Dia a Mesma Noite vai estrear em 2023 na @NetflixBrasil com direção de Julia Rezende e Carol Minêm e é baseado no excelente livro da @ArbexDaniela . É uma honra trazer essa história p vcs! Essa é uma tragédia que jamais pode ser esquecida! — Gustavo Lipsztein (@vamosverfilmes) March 10, 2022
Trailer destaca Elle Fanning em minissérie de “true crime”
A Hulu divulgou o pôster e o trailer de “The Girl From Plainville”, nova minissérie de “true crime” da plataforma americana, que deve chegar ao Brasil pela Starzplay. A produção traz Elle Fanning como a adolescente Michelle Carter, que em 2017 foi condenada por homicídio involuntário depois de enviar mensagens de texto para seu namorado encorajando-o a cometer suicídio. A produção da Universal Content Productions (UCP) é a segunda série da atriz na Hulu, onde ela já estrela “The Great”, renovada para a 3ª temporada. O elenco também destaca Chloë Sevigny (“We Are Who We Are”) e Colton Ryan (“Tio Frank”). Desenvolvida pelos roteiristas Liz Hannah (“The Post: A Guerra Secreta”) e Patrick Macmanus (“Marco Polo”), a minissérie estreia em 29 de março.
Netflix pagou fortuna à golpista real de “Inventando Anna”
Para transformar a história da golpista Anna Sorokin/Delvey na minissérie “Inventando Anna”, a Netflix pagou US$ 320 mil para a criminosa real. Mas ela não pôde usufruir de todo o dinheiro, devido a uma lei de Nova York que impede que criminosos lucrem com seus crimes. Desta forma, o pagamento foi usado para ressarcir prejuízos causados pelos atos da criminosa. Foram US$ 199 mil de restituição às instituições financeiras lesadas e US$ 24 mil para liquidar multas, além de US$ 75 mil para quitar honorários advocatícios. Graças à liquidação das dívidas, ela ainda conseguiu que sua conta bancária fosse desbloqueada. Anna Delvey foi a identidade falsa usada por Anna Sorokin para circular na alta sociedade de Nova York e fingir que era milionária, aparentando um estilo de vida de opulência. Na série, ela foi vivida por Julia Garner (“Ozark”). A trama foi desenvolvida por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e baseada numa reportagem da jornalista Jessica Pressler sobre o caso. Outro artigo da jornalista já tinha inspirado o filme “As Golpistas” (2019) com Jennifer Lopez. Sorokin nasceu em Domodedovo, na Rússia. Seu pai era um caminhoneiro e sua mãe dona de uma loja de conveniência. Eles se mudaram para a Alemanha em 2007, quando ela tinha 16 anos. Em 2014, ela se mudou para os Estados Unidos e passou a aplicar golpes em hotéis de luxo com a identidade falsa de Anna Delvey, que usava para circular na alta sociedade de Nova York e fingir que era milionária, aparentando um estilo de vida de opulência. A farsa durou até 2017, quando não conseguiu pagar um almoço de US$ 200 e precisou se explicar com a polícia. A golpista foi presa em 2017 e julgada em 2019, sendo considerada culpada de oito acusações e condenada a 12 anos de prisão. Entretanto, sua sentença foi encurtada por bom comportamento e, em fevereiro do ano passado, depois de passar quase quatro anos presa, ela foi colocada em liberdade condicional. A liberdade, porém, foi curta. Um mês depois foi detida novamente pela imigração, por estar com visto vencido. Mas conseguia fazer postagens no Instagram com seu nome fictício, Anna Delvey, explorando a popularidade da série para arrecadar mais seguidores. Ainda assim, não chegou em nível “BBB”. Atualmente, 271 mil “fãs” seguem suas publicações, que tem destacado a divulgação da produção da Netflix, lançada na sexta passada (11/2). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anna Delvey2.0 (@theannadelvey) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anna Delvey2.0 (@theannadelvey)
Teaser mostra Bill Skarsgård como criminoso que originou a “síndrome de Estocolmo”
A Netflix divulgou o teaser da minissérie “Clark”, sobre o criminoso sueco que originou o termo “síndrome de Estocolmo”, adotado pela psiquiatria. A produção de tom cômico é ambientada nos anos 1970 e estrelada pelo ator Bill Skarsgård (o palhaço Pennywise de “It: A Coisa”). Ele vive o gângster sueco Clark Olofsson, que se tornou famoso por conquistar a boa vontade de suas vítimas com seu charme e boa aparência. Para quem não conhece, a “síndrome de Estocolmo” define a simpatia das vítimas por aqueles que lhes causam mal. O termo é geralmente utilizado para explicar porque porque alguns reféns se tornam amigos e até passam a defender os criminosos que os submetem à violência. O estado mental é resultado de um bloqueio e estratégia de sobrevivência ao abuso. O termo passou a ser utilizado após Clark Olofsson e Jan-Erik Olsson manterem vários pessoas como reféns após um assalto que deu errado num banco de Estocolmo, em 1973. Ao fim do cerco policial, nenhum dos reféns quis testemunhar contra os ladrões e ainda levantaram fundos para ajudá-los em suas defesas. A minissérie tem roteiro e direção de Jonas Åkerlund, responsável por “Lords of Caos”, cinebiografia da banda de death metal Mayhem, e por vários clipes famosos – de Madonna a Lady Gaga. A estreia vai acontecer no primeiro semestre de 2022, em data ainda não revelada.
Séries documentais abordam Neymar, Ivete e Celso Daniel
A programação de séries da semana inclui três produções documentais brasileiras sobre personalidades do esporte, música e política. Com abordagens diferentes, do puro entretenimento à investigação criminal, as atrações destacam Neymar, Ivete Sangalo e o ex-prefeito Celso Daniel. Confira os detalhes de cada título abaixo. NEYMAR: O CAOS PERFEITO | NETFLIX A maior surpresa da série de três episódios é a forma como apresenta o pai de Neymar como o grande vilão da história. A produção mostra a vida do jogador desde o início no Santos, passando pelos seus anos de Barcelona, na seleção e no PSG, seu time francês atual, mas chama mais atenção ao enfocar o lucrativo negócio de marketing que gira em torno do atleta, suas discussões com seu pai e empresário, e as polêmicas que sempre acompanham Neymar. O lançamento coincide com uma fase em que Neymar enfrenta críticas pelo estilo de vida e por passar mais tempo fora do que dentro do campo. A oportunidade da série surgiu no momento em que ele se recupera de uma lesão ligamentar no tornozelo. Neymar está sem jogar desde 28 de novembro e só deve voltar em fevereiro. ONDA BOA COM IVETE | HBO MAX Com cinco episódios e exibição semanal, a produção explora o processo criativo de Ivete Sangalo, enquanto a cantora recebe músicos consagrados para um descontraído bate-papo e parcerias musicais. Ao longo do programa, a artista vai lançar músicas novas gravadas com cada artista convidado. A lista inclui Gloria Groove, Vanessa da Mata, Carlinhos Brown, Agnes Nunes e Iza. O CASO CELSO DANIEL | GLOBOPLAY A vertente dos documentários de true crime da Globoplay envereda pelo crime político ao resgatar o primeiro escândalo nacional do PT, o assassinato do Prefeito de Santo André em 2002 e a investigação que acabou apontando para um esquema de corrupção ligando a Prefeitura paulista a negociatas. Como o próprio Lula lembra na abertura da produção, em todo ano de eleição o caso volta à tona. Segundo o Ministério Público de São Paulo, Celso Daniel foi morto porque descobriu a cobrança de propinas e tentou impedi-la. Os desvios abasteceriam o “caixa dois” do partido. No entanto, para a polícia, o Prefeito foi morto em um crime comum. A série apresenta essa contradição polêmica em oito capítulos, liberando dois por semana. A produção é de Joana Henning (“De Perto Ela Não é Normal”), proprietária do Estúdio Escarlate, que desenvolveu a atração com registros da cobertura de 2002, reconstituições e até animações, recriando algumas situações narradas em depoimentos e entrevistas.











