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    Letícia Colin, “O Caso Evandro” e “Nos Tempos do Imperador” estão no Emmy Internacional

    29 de setembro de 2022 /

    A organização do Emmy Internacional anunciou nesta quinta (29/9) os nomeados para sua edição de 2022. E, como tem sido a regra, há atrações e artistas brasileiros na lista: a série documental “O Caso Evandro”, a novela “Nos Tempos do Imperador” e a atriz Leticia Colin, indicada pela série “Onde Está Meu Coração”. “O Caso Evandro”, idealizado por Ivan Mizanzuk, é uma série documental de true crime inspirado no podcast de mesmo nome, que conta a história real de Evandro Ramos Caetano, um menino de 6 anos de idade que desapareceu em abril de 1992, no litoral do Paraná, e foi encontrado morto pouco tempo depois sem as mãos, cabelos e vísceras. A criança teria sido usada um ritual macabro e os suspeitos ficaram conhecidos como “As Bruxas de Guaratuba”. “Onde Está Meu Coração” acompanha uma jovem e brilhante médica (Letícia Collin) que sucumbe à pressão diária do trabalho dentro do hospital e acaba viciada em drogas. Já “Nos Tempos do Imperador”, escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson, dramatizava o Brasil na época de D. Pedro II (vivido por Selton Mello). As três produções foram desenvolvidas pelo Grupo Globo e estão disponíveis pela Globoplay. A multiplicação de plataformas de streaming permitiu que várias produções se tornassem acessíveis ao público brasileiro, que neste ano pôde assistir vários dos candidatos ao prêmio. Só da Netflix são oito produções: “Narcos: Mexico”, “Sex Education”, “Lupin”, “Love on the Spectrum”, “YeonMo” (The King’s Affection), “À Beira do Caos”, “Anonima” (Anonymously Yours) e “Shaun, o Carneiro: Aventura de Natal” Entre séries, documentários, obras jornalísticas e coproduções, a BBC emplacou cinco: “Vigil”, “Showtrial”, “Dreaming Whilst Black”, “Newsround Special – Let’s Talk About Periods” e “Freddie Mercury: The Final Act” A HBO Max aparece com três títulos: “Reyka”, “Búnker” e “On The Job”. A Amazon Prime Video é presentada pelo telefilme francês “O Baile das Loucas” e a Apple TV+ está na disputa com sua primeira série sul-coreana, “Dr. Brain”. Os vencedores do Emmy Internacional serão revelados em uma cerimônia em Nova York, em 21 de novembro. Confira abaixo lista completa de indicados ao Emmy Internacional 2022. Melhor Programa Artístico “BIOS: Calamaro” (Argentina) “Charlie Chaplin, Le Génie De La Liberté” (França) “Freddie Mercury: The Final Act” (Reino Unido) “Wonderful World: A New York Jazz Story” (Japão) Melhor Ator Sverrir Gudnason – “En Kunglig Affär” / “A Royal Secret” (Suécia) Scoot McNairy – “Narcos: Mexico” (México) Dougray Scott – “Irvine Welsh’s Crime” (Reino Unido) Lee Sun-Kyun – “Dr. Brain” (Coreia do Sul) Melhor Atriz Celine Buckens – “Showtrial” (Reino Unido) Letícia Colin – “Onde Está Meu Coração” (Brasil) Kim Engelbrecht – “Reyka” (África do Sul) Lou de Laâge – “O Baile das Loucas” (França) Melhor Comédia “Búnker” (México) “Dreaming Whilst Black” (Reino Unido) “À Beira do Caos” (França) “Sex Education” (Reino Unido) Melhor Documentário “Enfants De Daech, Les Damnés De La Guerre” / “Iraq’s Lost Generation” (França) “Myanmar Coup: Digital Resistance” (Japão) “O Caso Evandro” (Brasil) “The Return: Life After ISIS” (Reino Unido) Série de Drama “Lupin” (França) “Narcos: Mexico” (México) “Reyka” (África do Sul) “Vigil” (Reino Unido) Melhor Animação Infantil “Dapinty, Una Aventura Musicolor” (Colômbia) “Fumetsu No Anata E” / “To Your Eternity” (Japão) “Les Lapins Cretins – Invasion: Mission sur Mars” / “Rabbids Invasion Special – Mission to Mars” (França) “Shaun, o Carneiro: Aventura de Natal” (Reino Unido) Melhor Programa Infantil “Ikke Gjor Dette Mot Klimaet!” / “Don’t Do This To The Climate” (Noruega) “My Better World” (África do Sul) “Newsround Special – Let’s Talk About Periods” (Reino Unido) “Sueños Latinoamericanos” (Chile) Melhor Ficção Infantil “Anonima” (México) “Hardball – Season 2” (Austrália) “Kabam!” (Holanda) “Lightspeed” (Singapura) Melhor Programa Não-Anglófono do Horário Nobre dos EUA “2021 Latin American Music Awards” (Estados Unidos) “Buscando A Frida” (Estados Unidos) “La Suerte De Loli” (Estados Unidos) “Malverde, El Santo Patrón” (Estados Unidos) Melhor Programa de Entretenimento Não-Roteirizado “La Voz Argentina” / “The Voice – Season 3″ (Argentina) “LOL: Last One Laughing Germany” (Alemanha) “Love on the Spectrum – Season 2″ (Austrália) “Top Chef Middle East – Season 5″ (Emirados Árabes Unidos) Melhor Série de Curta Duração “Espíritu Pionero” (Argentina) “Fly on the Wall” (Catar) “Nissene i bingen” / “Santas in the Hay” (Noruega) “Rūrangi” (Nova Zelândia) Melhor Documentário Esportivo “Chivas” (México) “Kiyou No Kata” / “Kiyou’s Kata” (Japão) “Nadia” (França) “Queen Of Speed” (Reino Unido) Melhor Telenovela “Nos Tempos Do Imperador” (Brasil) “Two Lives” (Espanha) “YeonMo” / “The King’s Affection” (Coreia do Sul) “You Are My Hero” (China) Melhor Filme para TV ou Minissérie “Help” (Reino Unido) “Il est elle” / “(S)he” (França) “Isabel, La Historia Íntima De La Escritora Isabel Allende” (Chile) “On The Job” (Filipinas)

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  • Série

    Após Daniella Perez, morte de Henry Borel vai virar série da HBO Max

    27 de setembro de 2022 /

    A HBO Max anunciou nesta terça-feira (27/9) que está desenvolvendo uma nova série brasileira documental de true crime, após o sucesso de “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez”. “Cada vez mais as pessoas buscam por produções do gênero true crime no Brasil. Vimos o reflexo do interesse do público com o sucesso que foi ‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez’ e podemos perceber que esta é uma lacuna ainda em crescimento no mercado. Para nós, é importante avançar no nicho e produzir séries que, além de contar com extrema qualidade, sejam respeitosas em suas abordagens”, disse Tomás Yankelevich, chefe de conteúdo da Warner Bros. Discovery. A nova produção vai investigar a morte do menino Henry Borel, falecido com 4 anos de idade em março de 2021 no apartamento em que morava com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, conhecido como Dr. Jairinho. Ambos são acusados pelo assassinato do menino. Monique Medeiros responde o processo em liberdade, após um habeas corpus concedido no dia 26 de agosto, mas Jairinho teve o pedido de soltura negado com base em elementos do processo, que apontam que ele teria agredido fisicamente a vítima, causando lesões que provocaram a morte da criança. Por coincidência, a escritora Gloria Perez, mãe de Daniella, se manifestou no Instagram na época da soltura de Monique em solidariedade com Leniel Borel, o pai do menino assassino. “Doi, doi na alma ver a acusada livre, leve e solta, enquanto o pequeno Henry nunca mais voltará pra casa. Está morto”, escreveu Gloria em seu Instagram. A série documental será baseada no livro “Caso Henry: Morte Anunciada”, da jornalista Paolla Serra, e ainda não tem previsão de estreia.

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    Marjorie Estiano deixa Globo pra viver Ângela Diniz em minissérie de streaming

    21 de setembro de 2022 /

    Marjorie Estiano se juntou à lista de atores que não têm mais contrato fixo com a rede Globo. Agora, ela será contratada por obra. E isso aumenta as dúvidas sobre a continuidade de “Sob Pressão”, a melhor série atual da Globo. Para complicar, a atriz teria optado por não renovar seu contrato por já ter outro projeto à vista, e com profissionais da emissora, num streaming rival. Segundo a coluna de Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Marjorie Estiano vai estrelar uma minissérie de Andrucha Waddington, criador de “Sob Pressão”, baseada no podcast “Praia dos Ossos”, feito por Branca Vianna para a Rádio Novelo. Trata-se de uma trama de “true crime”: o assassinato de Ângela Diniz em 1976. A atriz vai interpretar a socialite morta pelo marido, Doca Street. A morte de Ângela Diniz marcou época, tornando-se um divisor de águas no movimento feminista e no Direito brasileiros. Durante o julgamento de Doca, que deu quatro tiros no rosto da companheira, em dezembro de 1976, no auge de uma discussão do casal na Praia dos Ossos, em Búzios, Rio de Janeiro, a defesa alegou “legítima defesa da honra” para tentar absolvê-lo do caso. Ele alegou ter matado “por amor”. O argumento gerou polêmica. Militantes feministas organizaram um movimento cujo slogan – “quem ama não mata” – tornou-se, anos mais tarde, o título de uma minissérie da Globo. Até o grande poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) se manifestou. “Aquela moça continua sendo assassinada todos os dias e de diferentes maneiras”, disse sobre a estratégia da defesa de culpar Ângela Diniz por seu próprio assassinato. A tese da “legítima defesa da honra” constava no Código Penal da época, mas mesmo assim Doca Street foi condenado a 15 anos de prisão. Na década seguinte, a Constituição Cidadã acabou com essa desculpa para o feminicídio. O detalhe é que a adaptação do podcast, com produção da Conspiração Filmes, pode enfrentar a concorrência de um filme sobre o mesmo crime, dirigido por Hugo Prata (“Elis”) e estrelado por Isis Valverde (“Simonal”). Este projeto foi anunciado em dezembro passado. Marjorie Estiano estava na Globo há 18 anos, desde que estourou na “Malhação” de 2004, quando interpretou Natasha, baixista da Vagabanda. O papel lhe rendeu até carreira musical, além de participações em várias novelas, como “Páginas da Vida”, “Duas Caras”, “Império” e mais. Mas seu grande papel é a médica Carolina em “Sob Pressão”, que ela viveu primeiro num filme de Andrucha Waddington, em 2016, antes da obra virar série da Globo. A atriz será vista a seguir no filme “Enterre Seus Mortos”, sci-fi de Marco Dutra (“As Boas Maneiras”), em que contracena com Selton Mello. Ainda não há previsão de estreia.

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    Documentário do assassinato de Daniella Perez é o mais visto da HBO Max no mundo

    16 de setembro de 2022 /

    A HBO Max divulgou que “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” é o documentário mais visto do mundo na plataforma. Durante três semanas consecutivas, a produção brasileira ficou no 1º lugar entre as obras mais assistidas do serviço streaming. A informação foi repercutida pela escritora Gloria Perez, mãe de Daniella (1970-1992) e Raul Gazolla, viúvo da atriz, no Instagram. “Agora todo mundo e todo o mundo sabe o que aconteceu com você! 30 anos depois, a justiça se fez”, os dois escreveram nesta sexta (16/9). Curiosamente, Gloria apagou seu post em seguida. Em 28 de julho, a HBO Max já tinha anunciado que “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” tinha virado a série original mais assistida da plataforma no Brasil e América Latina em seus primeiros dias de exibição, superando estreias bem sucedidas de títulos nacionais e internacionais. O documentário incialmente seria produzido pelo Globoplay, com quem a autora estava em negociação, mas o streaming teria manifestado interesse na participação dos assassinos Guilherme de Pádua e Paula Thomaz, dando suas versões do crime. Gloria se recusou a colaborar com esse projeto e a série foi ao ar pela HBO Max, onde superou todas as expectativas. Em entrevista, ela defendeu sua posição: “É claro que as pessoas podem ser recuperadas. Mas isso não inclui os psicopatas. Não se tem notícia de psicopata recuperado. E Paula e Guilherme são psicopatas de carteirinha”, disse a autora. “O que eles disseram para se defender, antes e durante o julgamento, está na série. Ouvi-los agora para quê? Para perguntar como estão passando? Não faz sentido dar palco a psicopata”, desabafou ela à revista Marie Claire em agosto. Com direção de Tatiana Issa (“Dzi Croquettes”) e Guto Barra (“Yves Saint-Laurent: My Marrakesh”), que também assina o roteiro, o projeto foi idealizado por Issa, que começou a carreira como atriz e era próxima de Daniella Perez. Em 1992, ano do assassinato, ela atuava na novela “Deus nos Acuda” com o marido da vítima, Raul Gazolla. São ao todo cinco episódios documentais sobre o assassinato, com depoimentos doloridos da mãe da atriz, de Gazolla, amigos – até Roberto Carlos! – e especialistas que estiveram envolvidos nas investigações. A morte brutal da estrela da Globo foi um dos crimes mais célebres do Brasil e em mais de um sentido, já que os envolvidos eram celebridades conhecidas. Maior estrela da telenovela “De Corpo e Alma”, escrita por sua mãe, Daniella foi assassinada por Guilherme de Pádua, ator com quem fazia par romântico na trama, e por Paula Thomaz, esposa de Guilherme na época. Seu corpo foi encontrado num matagal, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, perfurado com dezoito golpes fatais de arma branca. Segundo o processo, a motivação do crime foi o fato de Guilherme acreditar que seu papel na novela estava diminuindo por culpa da atriz. Gloria Perez gravou mais de 20 horas de depoimento para a produção e, segundo relatos, a equipe de bastidores chorou durante as gravações.

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  • Série

    House of Hammer: Público flagra “fake news” e série decide deletar foto polêmica

    6 de setembro de 2022 /

    O público descobriu que uma foto exibida na série documental “House of Hammer: Segredos de Família”, apontada como marca de uma suposta mordida de Armie Hammer no corpo de Courtney Vucekovich, é na verdade a imagem de uma tatuagem aleatória encontrada na rede social Pinterest. Vucekovich é uma das ex-parceiras que acusa o ator de comportamento sexual violento, com tendências de psicopatia canibal. Foi ela própria quem forneceu a imagem para a produção da série, disponibilizada na plataforma Discovery+. Após a repercussão, ela se justificou dizendo que foi levada pelo ator a acreditar que se tratava do registro de um hematoma sobre seu corpo. “A marca de mordida mostrada era uma foto enviada por Armie em nosso tópico de texto arquivado e, mais de um ano depois, acreditei que fosse uma foto minha, já que tenho dezenas de fotos retratando seu abuso em meu corpo”, alegou a jovem em comunicado. Após a confirmação de que estaria corroborando “fake news”, a produtora Talos Films, responsável pela série documental, decidiu remover o trecho da série. “Levamos a sério a responsabilidade de representar as histórias das vítimas. Quando novas informações surgiram sobre esta série, começamos imediatamente a investigá-la e faremos as alterações apropriadas o mais rápido possível”, afirmou a produtora, também por meio de comunicado. Esta é a segunda polêmica envolvendo “House of Hammer: Segredos de Família”. A mulher identificada como Effie, que está processando o ator Armie Hammer na Justiça por abuso sexual, acusou os responsável pela produção, Elli Hakami e Julian Hobbs, de “explorar seu trauma e sua dor” na série, e que o material, ao invés de servir de alerta, é nocivo para ela e outras sobreviventes. “A forma como eles estão explorando meu trauma é nojenta. Quando eu grito que ‘não’ e eles continuam, dizendo que não precisam da minha permissão, eles me lembram de Armie”, ela declarou. A série, com três episódios, foi lançada na sexta-feira (2/9) na plataforma Discovery+. Veja o trailer.

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    Vítima de Armie Hammer acusa série documental de “explorar seu trauma”

    4 de setembro de 2022 /

    A mulher identificada como Effie, que está processando o ator Armie Hammer na Justiça por abuso sexual, enviou uma nota ao jornal Los Angeles Times em que critica a série documental “House of Hammer: Segredos de Família”, sobre os escândalos da família do ator. Ela acusou os responsável pela produção, Elli Hakami e Julian Hobbs, de “explorar seu trauma e sua dor”, e que o material, ao invés de servir de alerta, é nocivo para ela e outras sobreviventes. Effie, que prefere não dar detalhes de sua identidade, foi a primeira mulher a vir a público com acusações contra Hammer, em 2021. Na época, ela contou a história em seu Instagram, chamado “House of Effie”, e acusou Hammer de tê-la estuprado e de manifestar tendências de psicopata, com preferências canibalescas. O post fez com que dezenas de outras mulheres também relatassem suas experiências traumáticas com o ator. Logo depois surgiram acusações de que Hammer convenceu mulheres a participarem de práticas sexuais inseguras. Uma das mulheres, Paige Lorenze, alega que Hammer marcou uma letra “A” em sua pele usando uma faca, e queria que ela removesse uma costela para que ele pudesse comer. Courtney Vucekovich, que ficou com o ator por alguns meses do ano passado, disse que conviver com Hammer era como namorar Hannibal Lecter — o famoso personagem canibal de “O Silêncio dos Inocentes” e da série “Hannibal”, e que ele também queria fazer churrasco com sua costela. “É extremamente inapropriado explorar um momento tão trágico e vulnerável nas vidas das pessoas, sem preocupações com nosso processo de cura ou privacidade”, declarou Effie em nota enviada ao jornal. Ela conta que chegou a ser abordada pelos produtores para que fosse incluída no documentário, mas recusou. “A forma como eles estão explorando meu trauma é nojenta. Quando eu grito que ‘não’ e eles continuam, dizendo que não precisam da minha permissão, eles me lembram de Armie”, declarou. O documentário usa capturas de tela da conta de Effie no Instagram e até mesmo um vídeo publicado por ela no YouTube. Effie também ficou chateada por sua advogada, Gloria Allred, não tê-la comunicado de que iria participar de “House of Hammer”. Mas a série documental não investiga apenas os abusos cometidos pelo ator, revelando vários segredos de sua família para demonstrar que as práticas envolvendo BDSM, suposto canibalismo e violência remontam a seu bisavô, Armand Hammer, um bilionário da indústria do petróleo. A série, com três episódios, foi lançada na sexta-feira (2/9) na plataforma Discovery+. Veja o trailer.

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    Globo planeja volta do “Linha Direta” na onda da temática “true crime”

    2 de setembro de 2022 /

    Em meio à disparada de interesses por podcasts e documentários de true crime, a Globo decidiu resgatar seu principal programa policial, o “Linha Direta”, que teve episódios exibidos entre 1990 e 2007. Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, o projeto de resgate ainda está em fase inicial e sendo desenvolvido em sigilo pelo diretor Mariano Boni. O sucesso do podcast/série sobre o Caso Evandro, na Globoplay, teria alertado para o interesse do público nas notícias de crime real. E o fenômeno da audiência da série sobre o assassinato de Daniella Perez, na HBO Max, só confirmou a tendência. Além disso, um canal independente que reúne edições antigas do próprio “Linha Direta” virou um fenômeno no YouTube, com quase 200 mil inscritos e 3 milhões de visualizações em alguns episódios. Ainda não há detalhes sobre quem seria o novo apresentador, nem se a atração seguirá o mesmo formato dos últimos anos em que ficou no ar. A versão original do “Linha Direta” estreou em março de 1990 com casos de crimes em que os suspeitos estavam foragidos da Justiça. O programa exibia simulações feitas por atores e depoimentos de testemunhas. Essa primeira fase do Linha Direta ficou no ar até julho daquele ano, apresentada por Hélio Costa. Em 1999 o programa voltou, desta vez sob o comando de Marcelo Rezende (1951-2017), com base em noticiários recentes, mas também reconstituindo casos célebres, como o assassinato de Ângela Diniz. Domingos Meirelles assumiu o programa em 2002 e permaneceu até o fim da atração, em 2007. Ao longo de sua exibição, a produção jornalística contribuiu para a prisão de quase 400 foragidos. Em setembro de 2002, representantes do Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos Humanos afirmaram que a atração era de utilidade pública. “Linha Direta” também teve edições especiais sobre casos com elementos sobrenaturais, como o do Edifício Joelma e o da Operação Prato.

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    Gloria Perez aprova sucesso de “Pacto Brutal”: “Valeu a pena”

    15 de agosto de 2022 /

    A escritora Gloria Perez ficou feliz com o sucesso de “Pacto Brutal”, série documental sobre o assassinato de sua filha, Daniella Perez. Em entrevista à revista Veja, ela disse que a repercussão compensou as lembranças árduas que precisou enfrentar para a produção. Seu depoimento é a âncora do programa. “A grande repercussão me diz que valeu a pena todo o desgaste emocional que me custou essa imersão na dor maior da minha vida”, disse. Ela comentou que foi difícil lembrar tudo o que ocorreu, mas também importante para trazer o caso de volta sem o ruído das diferentes versões. “Foi muito duro gravar minha participação, revisitar os momentos mais difíceis, mais sofridos, agora através da fala. Foi a primeira vez que pude falar de sentimentos. Antes, só tive que rebater versões”. A escritora aproveitou para lamentar como o assassinato, ocorrido em 1992, foi tratado de forma sexista pela mídia, com julgamentos sobre a vítima a partir de mentiras ditas pelo assassino Guilherme Pádua. “Pelo fato de ser mulher, as versões mais absurdas, as acusações mais infundadas, mais desrespeitosas, eram divulgadas sem questionamento”, afirmou. “Penso que ainda há muito o que se fazer no que diz respeito à proteção às mulheres, mas já temos um ganho muito grande, porque hoje estamos reconhecendo e falando sobre isso”, concluiu. Gloria Perez gravou mais de 20 horas de depoimento para a série documental e, segundo relatos, a equipe de bastidores chorou durante as gravações. Com direção de Tatiana Issa (“Dzi Croquettes”) e Guto Barra (“Yves Saint-Laurent: My Marrakesh”), que também assina o roteiro, o projeto foi idealizado por Issa, que começou a carreira como atriz e era próxima de Daniella Perez. Em 1992, ano do assassinato, ela atuava na novela “Deus nos Acuda” com o marido da vítima, Raul Gazolla. São ao todo cinco episódios documentais sobre o assassinato, com depoimentos doloridos da mãe da atriz, a autora Gloria Perez, de Gazolla, amigos – até Roberto Carlos! – e especialistas que estiveram envolvidos nas investigações. A morte brutal da estrela da Globo foi um dos crimes mais célebres do Brasil e em mais de um sentido, já que os envolvidos eram celebridades conhecidas. Maior estrela da telenovela “De Corpo e Alma”, escrita por sua mãe, Daniella foi assassinada por Guilherme de Pádua, ator com quem fazia par romântico na trama, e por Paula Thomaz, esposa de Guilherme na época. Seu corpo foi encontrado num matagal, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, perfurado com dezoito golpes fatais de arma branca. Segundo o processo, a motivação do crime foi o fato de Guilherme acreditar que seu papel na novela estava diminuindo por culpa da atriz. Em 28 de julho, a HBO Max anunciou que “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” tinha virado a série original mais assistida da plataforma no Brasil e América Latina em seus primeiros dias de exibição, superando estreias bem sucedidas de títulos nacionais e internacionais.

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    Escândalos do ator Armie Hammer e sua família são expostos em trailer de série documental

    10 de agosto de 2022 /

    A Discovery+ divulgou o trailer de “House of Hammer”, uma série documental de “true crime”, que parte dos escândalos que abalaram a carreira do ator Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”) para abordar o histórico sombrio de sua família. A prévia é forte e traz declarações de ex-namoradas do ator, com a exposição de mensagens de celular sobre atos violentos. E se completa com a denúncia de Casey Hammer, tia do ator, sobre tudo o que há de errado em sua família, prometendo revelar várias gerações de Hammers envolvidos com histórias escabrosas. “Por fora, éramos uma família perfeita”, diz Casey Hammer no trailer. “Mas amplie ‘Succession’ um milhão de vezes e essa era minha família. Se você acredita em fazer acordos com o diabo, os Hammers estão no topo dos negócios. Cada geração da minha família esteve envolvida em crimes sombrios. E isso só foi ficando pior e pior e pior.” A inspiração da série foi uma reportagem da revista Vanity Fair, intitulada “The Fall of House of Hammer”, que no ano passado revelou o histórico conturbado da família milionária, dona de um império de petróleo nos Estados Unidos e envolvida em décadas de escândalos sexuais, financeiros, de luta de poder e de vício. Armie Hammer viu sua carreira implodir em janeiro de 2021, após virem à tona mensagens privadas em que se confessava canibal, seguidas dois meses depois pelo processo de uma ex-namorada, identificada como Effie, por estupro e violência sexual, com elementos de tortura. Segundo a suposta vítima, o crime ocorreu em 2017, quando ele era casado com Elizabeth Chambers. Assim que a história explodiu na mídia, outras mulheres reiteraram diálogos com o ator de 34 anos sobre fetiches envolvendo canibalismo, abuso e estupro. Em entrevista ao Page Six, Courtney Vucekovich, que ficou com o ator por alguns meses do ano passado, disse que conviver com Hammer era como namorar Hannibal Lecter — o famoso personagem canibal de “O Silêncio dos Inocentes” e da série “Hannibal”. Como consequência, ele foi afastado de várias produções, como os filmes “Shotgun Wedding” e “Billion Dollar Spy”, e a série “The Offer”, sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão”. Sua agência também o dispensou. Em sua única manifestação desde as acusações, ele qualificou as denúncias como “alegações de m*rda”. As últimas notícias de seu paradeiro revelaram que ele tinha se internado em uma clínica de reabilitação localizada na Flórida, onde ficou por nove meses, e recentemente encontrou trabalho num resort nas Ilhas Cayman.

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    Ellen Pompeo troca “Grey’s Anatomy” por minissérie

    3 de agosto de 2022 /

    A atriz Ellen Pompeo vai se afastar de “Grey’s Anatomy” para estrelar uma minissérie. Aproveitando o gancho do final da 18ª temporada da série médica, em que Meredith (a personagem de Pompeo) assume a função de chefe interina de cirurgia do Grey Sloan Memorial, ela estará “ocupada” e aparecerá em menos episódios. Ao todo, Pompeo atuará em apenas oito capítulo da 19ª temporada, que está começando a produção. Mas continuará a narrar e a atuar como produtora executiva de toda a temporada. A redução ocorre para ela atuar em seu primeiro papel diferente em quase duas décadas. Pompeo vai estrelar a minissérie “Orphan”, da plataforma Hulu, baseada numa história real que parece a trama do filme de terror “A Órfã” (2009). Criada por Katie Robbins (roteirista de “The Affair”), a série vai contar o que levou Kristine Barnett (papel de Pompeo) e seu marido Michael a abandonar a filha adotiva, Natalia, em 2013, quando a menina tinha apenas 9 anos de idade. A jovem Natalia era natural de Ucrânia e sofria de nanismo. O caso gerou uma comoção global quando se descobriu que os pais adotivos tinham colocado a garota num apartamento e se mudado para o Canadá. Porém, numa virada que parece ter saído diretamente do filme “A Orfã” (2009), Kristine e Michael alegaram que a menina era, na verdade, uma mulher adulta que sofria problemas psicológicos e estava se passando por uma criança. Os pais adotivos ainda afirmaram que Natalia passou a ameaçar as suas vidas e as vidas dos seus filhos biológicos. Após uma investigação, as acusações de abandono contra Kristine Barnett e Michael Barnett foram retiradas. Mas Natalia negou as acusações de que ela estavam enganado os seus pais. O projeto dessa série já está sendo desenvolvido há algum tempo. Em certo momento, o comediante Mike Epps (“The Upshaws”) chegou a se envolver com a produção. Além de estrelar, Pompeo também vai atuar como produtora executiva de “Orphan”.

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    Guilherme de Pádua grava vídeo com pedido de perdão pelo assassinato de Daniella Perez

    2 de agosto de 2022 /

    Após dizer que não se manifestaria sobre a morte de Daniella Perez (1970-1992), Guilherme de Pádua voltou atrás da “decisão definitiva” e gravou um vídeo para Gloria Perez, mãe da atriz. Nesta terça (2/8), o assassino de Daniella justificou-se dizendo que precisava pedir desculpas após o novo julgamento público causado pelo lançamento da série “Pacto Brutal”, da HBO Max. “Sempre disse que o meu maior sonho era poder pedir perdão”, declarou Pádua no vídeo, publicado no YouTube. “Talvez eu nunca tenha uma oportunidade real de pedir perdão. Por isso, Gloria Perez, eu te peço perdão por todo o sofrimento que te causei. Jamais esqueci daquele encontro na carceragem, nunca esqueci”, continuou. Ele também se dirigiu ao ex-marido da atriz. “Raul Gazolla, eu te peço perdão, nunca esqueci do dia que fui chamado na delegacia, você estava lá e se arrastou até mim, me abraçou chorando. Ali vi que era a pior pessoa do mundo”, afirmou. Agora pastor, Guilherme de Pádua deixou escapar que a gravação do vídeo era resultado de pressão de fiéis e não uma manifestação, digamos, espontânea. “Muitas pessoas, inclusive algumas que se dizem cristãs, têm me julgado e declarado que não acreditam na minha conversão porque não viram um vídeo meu com um pedido de perdão para a família, os amigos, as pessoas que fiz sofrer com o crime que cometi”, comentou. “Ainda que pareça estranho um cristão ‘lacrar’ ao julgar que outra pessoa não é cristã de verdade, não tiro a razão de quem duvida da minha conversão, até porque eu mesmo duvido muitas vezes da minha conversão. Não sou uma pessoa normal, é óbvio. Alguém que cometeu um crime tem mil pensamentos que não são comuns”, continuou. Para completar, ele demonstra consciência de que está fazendo o vídeo para ele e não para os familiares de Daniella. “Sei que esse pedido de perdão talvez não vá significar nada, mas quero deixar registrado. Não que isso vá realmente gerar um perdão, porque um perdão é um dom de Deus, tem mais a ver com quem perdoa do que com quem é perdoado. Se estivesse no lugar de vocês, provavelmente não perdoaria. Então, não espero, mas deixo registrado”. Guilherme de Pádua desativou os comentários para evitar maior reação do público ao vídeo.

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    Série sobre assassinato de Daniella Perez vira maior audiência da HBO Max no Brasil

    28 de julho de 2022 /

    A HBO Max anunciou que “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” virou a série original mais assistida da plataforma no Brasil e América Latina em seus primeiros dias de exibição, superando estreias bem sucedidas de títulos nacionais e internacionais. Apesar da afirmação, não foram revelados números de audiência – a Netflix é a única empresa de streaming que oferece dados para comparação de métricas. Em vez disso, trouxe como parâmetro a avaliação do público no IMDb, site americano aberto à votação e críticas de espectadores. Lá, a avaliação do primeiro episódio chega a 9,1 (a nota máxima é 10). Já a média de aprovação da série no site é 8,9. Os últimos três episódios foram disponibilizados na plataforma nesta quinta (28/7). Com direção de Tatiana Issa (“Dzi Croquettes”) e Guto Barra (“Yves Saint-Laurent: My Marrakesh”), que também assina o roteiro, o projeto foi idealizado por Issa, que começou a carreira como atriz e era próxima de Daniella Perez. Em 1992, ano do assassinato, ela atuava na novela “Deus nos Acuda” com o marido da vítima, Raul Gazolla. São ao todo cinco episódios documentais sobre o assassinato Daniella em 1992, com depoimentos doloridos da mãe da atriz, a autora Gloria Perez, de Gazolla, amigos – até Roberto Carlos! – e especialistas que estiveram envolvidos nas investigações. A morte brutal da estrela da Globo foi um dos crimes mais célebres do Brasil e em mais de um sentido, já que os envolvidos eram celebridades conhecidas. Maior estrela da telenovela “De Corpo e Alma”, escrita por sua mãe, Daniella foi assassinada por Guilherme de Pádua, ator com quem fazia par romântico na trama, e por Paula Thomaz, esposa de Guilherme na época. Seu corpo foi encontrado num matagal, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, perfurado com dezoito golpes fatais de arma branca. Segundo o processo, a motivação do crime foi o fato de Guilherme acreditar que seu papel na novela estava diminuindo por culpa da atriz. Gloria Perez gravou mais de 20 horas de depoimento para a série documental e, segundo relatos, a equipe de bastidores chorou durante as gravações.

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    Pacto Brutal: Gloria Perez cedeu fotos do assassinato da filha pra “mostrar o que fizeram”

    26 de julho de 2022 /

    Além de trazer depoimentos e resgatar os acontecimentos relacionados ao assassinato de Daniela Perez, a série documental “Pacto Brutal” tem chamado atenção por mostrar as imagens chocantes do crime, que mostram a atriz morta. Os registros foram cedidos pela mãe de Daniela, a escritora de novelas Gloria Perez. “Se você quer contar essa história, tem que mostrar o que eles fizeram”, explicou a escritora em entrevista à imprensa. Para a autora de novelas, as fotos não deixam que a história seja minimizada, como a defesa de Guilherme de Pádua e Paula Thomaz tentaram fazer na época. “Você olha e foi exatamente aquilo que foi feito. Então, me dói ver aquilo? Muito. Mas me doeu ver aquilo ao vivo, como eu vi. E ver depois como aquilo foi tratado de maneira a minimizar (o crime)”. A série da HBO Max opta propositalmente por não dar voz aos assassinos, que mudaram várias vezes as versões oferecidas para o assassinato. Em vez disso, segue o que consta dos autos do crime. Em uma das versões dada à polícia, Guilherme de Pádua alegou que matou Daniella para se defender. “Ele dizia que foi um acaso. Mas, não foi uma coisa casual. Quando você olha aquelas fotos, você vê que não tem nada de momento, foi feito de uma forma quase ritualística.” A atriz morreu após ser apunhalada mais de 18 vezes por um objeto cortante – uma tesoura ou um punhal. Gloria Perez disse ter confiado nos produtores da série, Tatiana Issa e Guto Barra, que tiveram total liberdade de usar os registros como quisessem. “Entreguei e confiei neles. Não vou discutir a proporção das fotos, mas sim a brutalidade contida naquelas fotos”.

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