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  • Filme

    A Freira: Novo terror do universo de Invocação do Mal ganha pôster inspirado em O Exorcista

    13 de agosto de 2018 /

    A Warner divulgou um novo pôster do terror “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”, que faz uma clara referência ao clássico “O Exorcista” (1973) A imagem apresenta um padre (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”) carregando uma mala diante de um prédio. No pôster de “O Exorcista”, o padre vivido por Max Von Sydow observava pelo portão a casa de Regan, a menina possuída pelo demônio. No filme atual, o prédio é uma grande catedral, e a freira demoníaca aguarda o protagonista na porta. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Na trama, Taissa Farmiga vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre, vivido por Demián Bichir. A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Megatubarão devora negativismo da imprensa com 1º lugar nas bilheterias da América do Norte

    12 de agosto de 2018 /

    “Megatubarão” trucidou as pitonisas profissionais da imprensa dos Estados Unidos ao faturar US$ 44,5m (milhões) em sua estreia na América do Norte. O maremoto causado pelo filme foi considerado uma grande surpresa, porque afogou bocas-abertas que gargantearam seu fracasso. O filme enfrentou enorme pressão negativa da mídia em seu primeiro fim de semana nos cinemas, e mesmo assim arrecadou mais que o dobro de “Missão: Impossível – Efeito Fallout” para conquistar o 1º lugar com folga. Especialistas em profecias cravaram que o filme seria um fracasso abissal. A revista The Hollywood Reporter chegou a apostar que a estreia faria só US$ 20m, afundando as pretensões da Warner. Isto foi na quinta (16/8), baseando-se apenas em projeções de pré-venda. Na sexta, a Variety aumentou a previsão para US$ 32m. No sábado, o Deadline corrigiu o montante para US$ 40m, mas manteve o tom alarmante: “Será suficiente?”. No mesmo tom, o THR tratou de encomendar o enterro do projeto de franquia que o lançamento pretende criar, num texto que recomendava Jason Statham a se focar no spin-off de “Velozes e Furiosos”. Neste domingo (12/8), “surpresa”… nos títulos dos artigos sobre bilheterias do fim de semana publicados nos três sites. O valor arrecadado representa a maior abertura de um filme de tubarão nas bilheterias da América do Norte em todos os tempos. E para envergonhar ainda mais os profetas, a maior abertura do ano para a Warner, à frente de “Jogador Nº 1” (US$ 41,7m) e “Oito Mulheres e um Segredo” (US$ 41,6m). E tem o detalhe: o filme do tubarão chamado Meg engoliu a concorrência não apenas nos Estados Unidos e no Canadá, mas também no mercando internacional, onde faturou o dobro. Só na China o faturamento foi de US$ 50m, resultando num montante mundial de US$ 141,5m nos primeiros dias de exibição. Trata-se, na verdade, de um começo muito positivo para a produção, orçada em US$ 130m. Nada indica que o filme dará prejuízo. E a Warner pode já começar a planejar sua continuação. Em 2º lugar, o novo “Missão Impossível” fez mais US$ 20m para chegar a US$ 161,9m em seu terceiro fim de semana em cartaz na América do Norte. Em todo o mundo, a arrecadação está em US$ 437,5m. Com isso, o objetivo de superar a bilheteria do filme anterior continua plausível – US$ 195m nos EUA e US$ 682,7m no mundo. Com mais dificuldades para recuperar o investimento, “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível” atingiu US$ 50m após dois fins de semana no mercado doméstico. Para piorar as contas, a fábula da Disney ainda engatinha o mercado internacional, por não ter sido lançada na maioria dos países. A estreia no Brasil está marcada para quinta (16/8). Duas estreias amplas da semana completam o Top 5. O terror “Slender Man” e a premiada comédia de época “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, vencedor do Grande Prêmio do Juri no último Festival de Cannes, abriram em 4º e 5º lugares com quantias muito próximas, respectivamente US$ 11,3m e 10,7m. Só que o segundo foi lançado em 700 cinemas a menos. Os dois também tiveram a pior e a melhor avaliação da imprensa norte-americana entre os lançamentos da semana. “Slender Man” foi destruído com somente 15% de críticas positivas, enquanto “Infiltrado na Klan” se tornou favorito ao Globo de Ouro – já que o Oscar não gosta de comédias – com impressionantes 97% de aprovação. Infelizmente, o filme bom só deve chegar ao Brasil em novembro, enquanto o ruim estará disponível em duas semanas. Para completar, a comédia de cachorros “Dog Days” implodiu e nem conseguiu entrar no Top 10. Distribuída em mais salas que “Slender Man”, rendeu apenas US$ 2,6m e amargou o 12º lugar no ranking norte-americano. Este filme nem tem previsão de lançamento no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Megatubarão Fim de semana: US$ 44,5m Total EUA e Canadá: 44,5m Total Mundo: US$ 141,5m 2. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 20m Total EUA e Canadá: US$ 161,9m Total Mundo: US$ 437,5m 3. Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível Fim de semana: US$ 12,4m Total EUA e Canadá: US$ 50m Total Mundo: US$ 62,1m 4. Slender Man Fim de semana: US$ 11,3m Total EUA e Canadá: US$ 11,3m Total Mundo: US$ 11,3m 5. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 10,7m Total EUA e Canadá: US$ 10,7m Total Mundo: US$ 11,1m 6. Meu Ex É um Espião Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 24,5m Total Mundo: US$ 26,2m 7. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 103,84m Total Mundo: US$ 280,8m 8. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 5,5m Total EUA e Canadá: US$ 89,6m Total Mundo: US$ 99,8m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 146,8m Total Mundo: US$ 378,2n 10. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 4m Total EUA e Canadá: US$ 203,5m Total Mundo: US$ 448,9m

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  • Filme

    Terror lésbico What Keeps You Alive ganha trailer sangrento

    12 de agosto de 2018 /

    O estúdio indie IFC divulgou o poster e o trailer de “What Keeps You Alive”, terror lésbico que transforma um romance no campo em chacina sangrenta. A trama gira em torno do casal formado por Hannah Emily Anderson e Brittany Allen (ambas de “Jogos Mortais: Jigsaw”), que resolve comemorar seu aniversário de um ano de relacionamento numa cabana em meio a uma paisagem paradisíaca de montanhas, lago e floresta. O cenário é velho conhecido dos fãs do gênero slasher. Mas há uma reviravolta na trama tradicional. Desta vez, não há um assassino mascarado à solta. Quem gosta de usar facas é uma das garotas. E a outra terá que lutar com todas as suas forças para sobreviver ao amor da sua vida. Além de viver a “mocinha” da história, Allen também é coprodutora. Mas apesar do tema, roteiro e direção são assinados por um homem, Colin Minihan, que já ganhou prêmios com seus terrores anteriores, “Fenômenos Paranormais” (2011) e “It Stains the Sands Red” (2107), além de ser conhecido como diretor de clipes de Carly Rae Jepsen, Papa Roach, Mother Mother e outros artistas. O filme teve première em março, durante o Festival SXSW, ocasião em que obteve 88% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 24 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Etc,  Série

    Atores de Fear the Walking Dead dão entrevista divertida para Danilo Gentili

    11 de agosto de 2018 /

    Dois dos principais atores de “Fear the Walking Dead” vieram ao Brasil para promover a estreia da segunda metade da 4ª temporada, e passaram pelo programa “The Noite”, do SBT, na sexta-feira (10/8). Para entrar no “clima”, o programa teve brincadeiras típicas da produção, com a participação de atores vestidos de zumbis, mas não foi isso que tornou a entrevista divertida – muito antes pelo contrário. Mesmo demonstrando não ter acompanhado as reviravoltas dos capítulos mais recentes, Danilo Gentili acabou realizando um bom bate-papo, em que, além de falar da série, os atores Alycia Debnam-Carey (Alicia) e Colman Domingo (Victor) revelaram detalhes de suas vidas pessoais, como a saudade de comida australina da atriz e a convivência do ator com Will Smith na época da escola. Veja abaixo. A série virou praticamente outra, agora que Alycia Debnam-Carey é a única sobrevivente do elenco do episódio inaugural, exibido em 2015. A mudança envolveu a introdução de novos personagens no começo da temporada, vividos por Maggie Grace (de “Lost” e “Busca Frenética”), Garret Dillahunt (série “The Gifted”), Jenna Elfman (série “Imaginary Mary”), Alexa Nisenson (“Te Pego na Saída”) e a chegada de Lennie James (o Morgan de “The Walking Dead”), que se juntaram aos sobreviventes dos episódios anteriores, agora reduzidos a Alicia, Victor e Luciana (Danay Garcia). Os próximos capítulos vão fazer ainda mais adições ao elenco, reveladas durante a San Diego Comic-Con. A série também ganhou novo dia de exibição no Brasil: às segundas, a partir de 13 de agosto, um dia após a transmissão nos Estados Unidos, pelo canal pago AMC.

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  • Filme

    Sony desiste de juntar Gata Negra e Sabre de Prata para priorizar filmes solos de coadjuvantes do Homem-Aranha

    9 de agosto de 2018 /

    A Sony Pictures não vai mais produzir “Silver & Black”, filme que juntaria Gata Negra e Sabre de Prata, coadjuvantes dos quadrinhos do Homem-Aranha. O projeto foi desenvolvido para apresentar as duas personagens, mas o estúdio agora planeja desenvolver filmes solo para elas, apurou a revista Variety. “Acreditamos que a Gata Negra é forte suficiente, com uma ótima história e vasto material, para justificar seu próprio filme”, disse Sanford Panitch, presidente da Columbia Pictures, e o executivo que supervisiona o que está sendo chamado, internamente, de Universo de Personagens Marvel da Sony (SUMC, na sigla em inglês). Embora uma decisão final ainda tenha que ser tomada, a cineasta Gina Prince-Bythewood (“A Vida Secreta das Abelhas”), que faria “Silver & Black”, deverá assumir a produção dos filmes solos das duas personagens, mas se sua agenda não permitir maior envolvimento, ela será substituída na direção por outra mulher. Segundo a reportagem, a Sony também pretende explorar mais personagens femininas dos quadrinhos do Aranha, como Silk, uma super heroína coreana-americana que foi mordida pela mesma aranha que transformou Peter Parker em herói, e Jackpot, uma vigilante mascarada de meia idade, que rompe o padrão de juventude do gênero. “Homem-Aranha se conecta a muitos personagens”, disse Panitch. “Existem vilões, heróis e anti-heróis, e muitas são personagens femininas com boas intenções, conflitos internos e absolutamente únicas.” Entre outros planos para filmes desse universo, Panitch confirmou os projetos de Morbius, o Vampiro Vivo, que será estrelado por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Kraven, o Caçador, que está sendo escrito pelo roteirista Richard Wenk (“O Protetor”), e Nightwatch, um herói negro que é resultado de um paradoxo, inspirado a virar vigilante ao ser salvo na infância por uma versão adulta de si mesmo, vinda do futuro. Spike Lee estaria negociando dirigir este filme. “Sentimos que não há motivo para os personagens da Marvel não poderem abraçar a diversidade”, acrescentou Panitch. A maioria desses projetos já vinha alimentando rumores na internet (clique em seus títulos para saber mais sobre cada um). De todos, apenas Jackpot não tinha sido aventada anteriormente. Entretanto, a moda dos planos de lançar “universos” de personagens tem rendido enormes fiascos em Hollywood. O chamado “Dark Universe” dos monstros da Universal foi cancelado após o lançamento de seu primeiro filme, “A Múmia”. E apenas o filme solo de Bumblebee sobrou dos planos do “Universo Transformers”. O futuro desse Universo de Personagens Marvel da Sony passa inevitavelmente pelo rendimento nas bilheterias de seu primeiro lançamento, o filme do vilão “Venom”, estrelado por Tom Hardy, que chega aos cinemas em outubro. Caso se comprove um fracasso, todos os planos anunciados da Sony podem seguir o caminho do “Homem Invisível” estrelado por Johnny Depp, na Universal, e literalmente desaparecer em pleno ar.

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  • Etc

    Causa da morte de Margot Kidder foi suicídio por overdose

    8 de agosto de 2018 /

    A morte da atriz Margot Kidder, intérprete de Lois Lane em quatro filmes de Superman (entre 1978 e 1987), foi confirmada oficialmente como suicídio. A filha da atriz, Maggie McGuane, revelou à agência Associated Press que já sabia a causa da morte no dia do falecimento e se sente aliviada por a informação vir a público, considerando que é importante discutir o assunto. “É um grande alívio que a verdade seja conhecida”, disse McGuane. “É importante ser aberto e honesto, e não ter vergonha ao lidar com isso.” Kidder foi encontrada morta em sua casa em Montana em 13 de maio. Na época, a causa da morte não foi revelada, mas a empresária da atriz, Camilla Fluxman Pines, disse que ela morreu pacificamente durante o sono. Na verdade, ela sofreu um overdose de drogas e álcool, segundo o relatório do médico legista Richard Wood. O boletim médico afirma que nenhum outro detalhe seria divulgado. A atriz de 69 anos tinha sido diagnosticada com distúrbio bipolar em 1996, e chegou a sofrer um acidente de carro que a deixou paralisada por dois anos. Sua longa carreira começou no final dos anos 1960, em diversas aparições em séries. Mas seu talento só ficou claro após o papel duplo de “Irmãs Diabólicas” (1972), primeiro suspense da carreira do diretor Brian De Palma, em que Kidder se alternou entre duas personagens, a gêmea boazinha e a gêmea psicopata. A repercussão do filme a transformou numa espécie de “scream queen” e a levou a outros lançamentos cultuados do terror, como o slasher “Noite do Terror” (1974), de Bob Clark, e o primeiro “Horror em Amityville” (1979), de Stuart Rosenberg. E esta poderia ter sido a tendência de sua filmografia, caso não tivesse sido “salva” por um super-herói voador. Ao ser escalada para formar par com Christopher Reeve em “Superman: O filme” (1978), Margot Kidder reivindicou um lugar de destaque na cultura pop. Ela não foi apenas a protagonista feminina de um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Ela foi destaque num elenco que tinha Marlon Brando e Gene Hackman roubando cenas. Sua atuação introduziu elementos cômicos ao papel da repórter determinada, além de dar a Lois um viés feminista, conforme ela tenta superar Clark Kent para virar a primeira jornalista a entrevistar Superman. Ao mesmo tempo, a química entre os dois personagens também aproximou a adaptação dos quadrinhos das tramas clássicas das comédias românticas, em que rivais se atraem. E, para completar, também comoveu com um arco dramático, a ponto de inspirar até música de Gilberto Gil: “Super-Homem – A Canção”, centrada no amor do herói por sua musa, tão forte que era capaz de “mudar o curso da História por causa da mulher”, numa alusão à trama. O papel de Lois Lane atingiu ainda maior desenvolvimento em “Superman II – A Aventura Continua” (1980), que foi além do que os quadrinhos ousavam mostrar na época, sugerindo sexo entre a repórter do Planeta Diário e Clark Kent/Superman. A atriz viveu Lois em mais dois filmes, até “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), mas eles não repetiram nem a qualidade nem o sucesso dos primeiros lançamentos. Ao mesmo tempo, sua opção por investir em comédias acabou estagnando sua carreira por falta de sucessos – mesmo contracenando com ases do humor, como Richard Pryor (“Apuros e Trapalhadas de um Herói”) e Ted Danson (“Pequeno Tesouro”). De forma inesperada para todos que a assistiram levantar voo no cinema, Kidder desapareceu no final dos anos 1980. Havia boatos de que ela se tornara uma atriz difícil de lidar. Mas a verdade é que seu comportamento resultava de uma luta, até então perdida, contra um transtorno bipolar. A situação se tornou pública de forma sensacionalista, quando ela foi descoberta morando nas ruas, como uma sem-teto, em 1996. O incidente teve uma repercussão enorme e ajudou Kidder a recuperar algo parecido com uma carreira, com participações em séries em filmes. Ela apareceu até em “Smallville”, série sobre a juventude do Superman, como homenagem dos produtores em 2004, e tornou-se porta-voz da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Seu último trabalho foi o filme B “The Neighborhood”, lançado em 2017.

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  • Série

    American Horror Story: Apocalypse confirma retorno das bruxas de Coven

    8 de agosto de 2018 /

    Ryan Murphy confirmou o retorno do elenco praticamente completo de “Coven”, a trama da 3ª temporada de “American Horror Story”, para retomar seus papeis na 8ª temporada da série, que recebeu o título de “Apocalypse”. As atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Lily Rabe e Frances Conroy, além da cantora Stevie Nicks, voltarão a viver bruxas na atração do canal pago FX. A 8ª temporada vai realizar um crossover de “Coven” com a história do arco inaugural da atração, intitulado “Murder House”, e trará Jessica Lange repetindo seu primeiro papel na série, como Constance Langdon, que ao final da história assumia a criação de seu neto sinistro. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton). Outros integrantes de temporadas anteriores da série já tinham sido confirmados, como Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman. “Apocalypse” também marcará a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”) na produção. A 8ª temporada vai estrear em 12 de setembro nos Estados Unidos. A série, que se encontra renovada até 2020, também é exibida no canal pago FX no Brasil. Guess who's coming back for AHS APOCALYPSE? Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Lily Rabe, Frances Conroy and….Stevie Nicks. So thrilled the family is together again! #AHSApocalypse — Ryan Murphy (@MrRPMurphy) August 7, 2018

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  • Série

    Fear the Walking Dead: Fotos e vídeos revelam clima de desesperança no retorno da série

    7 de agosto de 2018 /

    O canal pago AMC divulgou fotos, um novo trailer, duas cenas e um vídeo de bastidores da segunda metade da 4ª temporada de “Fear the Walking Dead”. As prévias mostram situações de conflito entre os personagens, que se mostram desesperançados após a morte de dois dos personagens centrais da produção. Uma das cenas, inclusive, traz Morgan (Lennie James) avisando que pretende voltar a Alexandria (cenário da série “The Walking Dead”) e convida Alicia (Alycia Debnam-Carey) a acompanhá-lo. A série virou praticamente outra, agora que Alicia é a única sobrevivente do elenco do episódio inaugural da série, exibido em 2015. A mudança envolveu a introdução de novos personagens no começo da temporada, vividos por Maggie Grace (de “Lost” e “Busca Frenética”), Garret Dillahunt (série “The Gifted”), Jenna Elfman (série “Imaginary Mary”), Alexa Nisenson (“Te Pego na Saída”) e a chegada de Lennie James (o Morgan de “The Walking Dead”), que se juntaram aos sobreviventes dos episódios anteriores, agora reduzidos a Alicia (Alycia Debnam-Carey), Victor (Colman Domingo) e Luciana (Danay Garcia). Os próximos capítulos vão fazer ainda mais adições ao elenco, reveladas durante a San Diego Comic-Con. A série também ganhou novo dia de exibição no Brasil: às segundas, a partir de 13 de agosto, um dia após a transmissão nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Purge: Série derivada de Uma Noite de Crime ganha novo trailer repleto de violência e matança

    7 de agosto de 2018 /

    O canal pago USA Network divulgou o segundo trailer de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). A prévia revela diversas histórias paralelas passadas na noite mais violenta do ano. O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situada em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama seguirá vários personagens que vivem na mesma cidade durante a vigência do “purgatório”. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). A 1ª temporada com 10 episódios estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    American Horror Story anuncia o Apocalipse no primeiro teaser da 8ª temporada

    6 de agosto de 2018 /

    O canal pago FX divulgou o primeiro teaser de “American Horror Story: Apocalypse”, nova temporada da série de antologia de terror. A 8ª temporada vai continuar a história do arco inaugural da atração e trará Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) como a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton). A trama também incluirá as bruxas da 3ª temporada, “Coven”, no primeiro crossover completo entre diferentes arcos da série. O novo capítulo tem confirmados os retornos de Jessica Lange, Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman, além de marcar a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”) na atração. Ainda foram convidadas, mas por enquanto não confirmadas, as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe e a cantora Lady Gaga. A 8ª temporada vai estrear em 12 de setembro nos Estados Unidos. A série, que está renovada até 2020, também é exibida no canal pago FX no Brasil. It's time. #AHSApocalypse pic.twitter.com/z2FO9tKCZm — AmericanHorrorStory (@AHSFX) August 6, 2018

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  • Filme

    A Noite Devorou o Mundo transforma zumbis em metáfora para a solidão

    5 de agosto de 2018 /

    Responsável por revitalizar o mito do zumbi para as gerações modernas, o cineasta George Romero nos ensinou algo simples e importante: zumbis são metáforas. Seja abordando os conflitos sociais (como em “A Noite dos Mortos-Vivos”) ou para o consumismo desenfreado da sociedade (vide “Zombie – O Despertar dos Mortos”) é comum, nos filmes deste subgênero, que o maior perigo enfrentado pelos humanos seja os próprios humanos e não os zumbis – uma vez que estes servem para explicitar os problemas que já enfrentávamos, ou que tentamos disfarçar. O francês “A Noite Devorou o Mundo” explora bem essa temática, mostrando a rotina de um personagem cuja solidão representa a sua salvação e a sua ruína. Baseada no livro de Pit Agarmen, a trama acompanha Sam (Anders Danielsen Lie), um jovem músico que vai até uma festa da sua ex-namorada para buscar as suas coisas. Embora não torne isso explícito, o roteiro nos dá dicas a respeito dos motivos que levaram à separação do casal. A namorada fala para ele se misturar com as pessoas, conversar, e quem sabe até se envolver com alguém. Ele, por sua vez, prefere se isolar, ignorando os olhares interessados de algumas mulheres da festa. Sam encontra um quarto vazio e se tranca lá para ficar sozinho. Quando acorda no dia seguinte, a cidade – e talvez mundo – foi tomada por zumbis. Em vez de buscar ajuda ou procurar outros sobreviventes, ele se tranca no prédio, organizando-se para sobreviver o máximo de tempo possível com as provisões que recolheu dos outros apartamentos. O diretor estreante Dominique Rocher explora bem o isolamento do protagonista, apresentado isso, inicialmente, como algo positivo. Assim, são várias as cenas em que o vemos aproveitando a sua solidão para dedicar-se à sua música e criando uma rotina diária que o mantém ocupado. Porém, a sua fortaleza logo se transforma numa prisão, e o racionamento de comida parece apenas adiar o inevitável. O ritmo lento da narrativa é condizente com essa proposta de retratar o tédio da situação em que o personagem se encontra. Ao mesmo tempo, o filme abre espaço para uma discussão sobre do que significa estar vivo. Afinal, estaria Sam garantindo sua sobrevivência ou morrendo mais devagar? “Estar morto é o novo normal. Eu que não sou normal”, explica Sam, parecendo simpatizar com isso. Porém, essa ideia da individualização do ser humano encontra a sua contrapartida na necessidade de nos relacionarmos com outras pessoas. E Sam explicita essa necessidade ao manter um zumbi preso no elevador, com quem ele trava conversas unilaterais. “Sabe qual é seu problema? Você é um tédio. Não sabe se divertir”, diz ele em certo momento, reproduzindo o que parece ser uma das muitas das discussões que já teve com a namorada. “Um dia eu vou enjoar disso tudo e fugir daqui”, conclui ele, sabendo que isso dificilmente acontecerá. Sam é o seu maior inimigo. Isolado no alto do prédio, ele chama de volta os zumbis quando estes tinham saído da rua, apenas para manter-se ilhado em meio a um mar de mortos-vivos. Esta situação de proximidade e distanciamento em relação aos outros o conforta. Desta forma, é bastante significativo que, em determinado momento, ele precise enfrentar o seu maior medo, caminhando entre as pessoas, aproximando-se de fato de quem ele manteve uma distância segura o tempo todo. “A Noite Devorou o Mundo” não trata de finais felizes e não busca a salvação do herói. Mas utiliza muito bem os ensinamentos de Romero, usando os zumbis como metáforas para algo diferente. Neste caso, os esforços e perigos enfrentados pelo protagonista se relacionam com a nossa necessidade de conviver em sociedade. E é aí que reside a principal qualidade deste ótimo filme.

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  • Série

    Jessica Lange é confirmada na 8ª temporada de American Horror Story

    5 de agosto de 2018 /

    O canal pago FX anunciou a volta da atriz Jessica Lange para a série “American Horror Story”. A participação foi divulgada pelo Twitter oficial da série, que também confirmou seu papel. Ela voltará a viver Constance Langdon, sua personagem na 1ª temporada, batizada de “Murder House”. Intitulada “American Horror Story: Apocalypse”, a 8ª temporada vai continuar a história do arco inaugural da atração, que terminou com Constance assumindo a criação do neto pequeno. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton). A trama também incluirá as bruxas da 3ª temporada, “Coven”, no primeiro crossover completo entre diferentes arcos da série. O novo capítulo também já tem confirmados os retornos de Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman, além de trazer a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”). Ainda foram convidadas, mas por enquanto não confirmadas, as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe e a cantora Lady Gaga. A 8ª temporada vai estrear em 12 de setembro nos Estados Unidos. A série, que está renovada até 2020, também é exibida no canal pago FX no Brasil.

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  • Filme

    Jessica Chastain e Sophia Lilis contracenam em fotos inusitadas das filmagens de It: Capítulo Dois

    4 de agosto de 2018 /

    Fotos das filmagens de “It: Capítulo Dois” revelaram uma situação inusitada, em que as atrizes Jessica Chastain e Sophia Lilis aparecem contracenando nas ruas de Port Hope, uma vila do estado do Michigan habitada por menos de 300 pessoas, que serve como cenário para a produção. Veja abaixo. O detalhe é que ambas interpretam a mesma personagem, Beverly Marsh. Chastain é a versão adulta de Beverly, vivida por Lilis no primeiro filme. A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores. Além de Jessica, o elenco mais velho inclui James McAvoy (Bill), Jay Ryan (Ben), Bill Hader (Richie), James Ransone (Eddie) e Andy Bean (Stanley). Os atores mirins, no entanto, voltarão a aparecer em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. A continuação do sucesso “It: A Coisa” tem estreia prevista para setembro de 2019.

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