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  • Série

    Figurante de The Walking Dead vai caçar zumbis em Z Nation

    20 de agosto de 2018 /

    A atriz Katy O’Brian, que figurou como um dos Salvadores prisioneiros em Hilltop na recente 8ª temporada de “The Walking Dead”, vai ganhar mais destaque no mundo do apocalipse zumbi. Ela entrou no elenco fixo da 5ª temporada de “Z Nation”, a série trash de zumbis do canal pago Syfy. O’Brian vai interpretar Georgia (também conhecido como George) St. Clair, uma jovem heroína que não passava de uma caloura da faculdade há oito anos, durante o começo do surto zumbi, mas ajudou a conduzir um grupo de colegas e professores para a Newmerica, onde se tornou uma líder política, tentando formar um novo país para sobreviver ao apocalipse. Bem diferente de “The Walking Dead”, “Z Nation” gira em torno de um grupo originalmente encarregado de levar um homem imune às mordidas de zumbis ao Centro de Controle de Doenças de Los Angeles. A missão foi abandonada há duas temporadas, quando a série assumiu que o objetivo de seus episódios é apenas mostrar variações inusitadas de zumbis, caprichando no estilo trash. Com isso, já mostrou desde zumbis radioativos até zumbis transgênicos, que, cultivados numa plantação de cannabis, rendem uma maconha mais potente. Apareceram também zumbis alienígenas, a versão zumbi de George R.R. Martin e zumbinardos, vindos do céu em tornados, como os famosos tubarões dos telefilmes do canal. Isto porque a produtora que faz a série, Asylum, é a mesma da franquia “Sharknado”. “Z Nation” foi criada por Karl Schaefer (roteirista de “The Dead Zone” e produtor de “Eureka”) e o elenco ainda inclui Kellita Smith (série “The Bernie Mac Show”), Russell Hodgkinson (“Candidatos a Encrenca”), DJ Qualls (série “Sobrenatural”) e o estreante Nat Zan. A 5ª temporada estréia no final deste ano no Syfy.

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  • Filme

    Demitido pela Disney, James Gunn vai lançar terror “surpresa” ainda este ano

    20 de agosto de 2018 /

    Demitido pela Disney de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, James Gunn já tem filme novo em andamento. Ele está dando os toques finais num longa de terror “surpresa”, que será lançado pela Sony Pictures ainda neste ano. A Screen Gems, divisão da Sony, agendou um filme ainda sem título oficial do cineasta para o dia 30 de novembro. Pelo cronograma, a obra foi filmada em segredo, antes mesmo da polêmica envolvendo o cineasta. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e petição de fãs na internet, que já reuniu mais de 380 mil assinaturas. Originalmente, o projeto seria anunciado durante o painel do estúdio na San Diego Comic-Con deste ano, mas foi retirado de última hora, quando a direita atacou o diretor, levando a Disney a implodir os planos da Marvel. Não há qualquer informação disponível sobre a trama ou o elenco do filme, mas não faltam boatos, desde uma adaptação do mangá “Berseck” até uma versão de cinema do game “Bloodborne”, do Playstation 4.

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  • Série

    Primeiras fotos de American Horror Story: Apocalypse voltam a reunir as bruxas de Coven

    19 de agosto de 2018 /

    O produtor Ryan Murphy divulgou em suas redes sociais as primeiras fotos dos bastidores da 8ª temporada de “American Horror Story”, que ganhou o subtítulo de “Apocalypse”. As imagens retratam o reencontro do elenco feminino de “Coven”. Caracterizadas como suas antigas personagens, diante de uma escadaria que evoca o cenário da 3ª temporada, aparecem as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Frances Conroy, Sarah Paulson, Lily Rabe, Emma Roberts e até cantora Stevie Nicks. Só faltou Jessica Lange, que mesmo assim participará da trama, mas como sua personagem da 1ª temporada. “Apocalypse” vai marcar o encontro das bruxas de “Coven” com o anticristo que nasceu no final da 1ª temporada, “Murder House”. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton). A 8ª temporada vai estrear em 12 de setembro nos Estados Unidos. A série, que se encontra renovada até 2020, é exibida no Brasil pelo canal pago FX. The Return. Cordelia, Stevie and Misty casting a bewitching spell. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 19 de Ago, 2018 às 10:26 PDT The Coven Returns. What a thrilling night with the legend Stevie Nicks on the set of AHS. pic.twitter.com/wsI1FlfN1W — Ryan Murphy (@MrRPMurphy) August 19, 2018

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  • Filme

    James McAvoy se machuca enfrentando Pennywise nas filmagens da continuação de It: A Coisa

    19 de agosto de 2018 /

    James McAvoy parece ter se acostumado a filmar numa cadeira de rodas após viver Charles Xavier nos filmes dos “X-Men”. Ele machucou as pernas durante as filmagens de “It: A Coisa – Parte 2” e está fazendo tratamento para retomar o trabalho. O intérprete da versão adulta de Bill Denbrough (vivido por Jaeden Lieberher no primeiro filme), revelou o “ferimento de guerra” aos seguidores das redes sociais, contando que estirou os músculos das coxas durante uma “luta” com o palhaço do mal. “Amando essa compressa fria. Destendi as coxas lutando com Pennywise”, escreveu como legenda de uma imagem de seu tratamento, usando ainda as hashtags #oldman (“homem velho) e #gonnatakehimdowntoclowntown (algo como “vou fazê-lo rolar para a cidade dos palhaços”). Pouco tempo depois, ele trocou o post por uma atualização. “Com o índice de preocupação pública abaixo do esperado, à exceção de estranhos comentários em um par de tabloides de celebridades, gostaria de dizer que estou muito bem. Pennywise, fique esperto”, completou, repetindo as hashtags e acrescendo outras, como #40yearoldclownfighter (“lutador de palhaços de 40 anos”). A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores, mas atores mirins aparecerão em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. A estreia está prevista para setembro de 2019. #UPDATE . In the wake of underwhelming public concern but a couple of weirdly concerned internet celeb sites I’d like to let you all know that I’m Doing just fine. Slight double thigh strain,caught it early,no worries. Pennywise look out . #pennywiseburgersandfries ? ? ? #40yearoldclownfighter Love a Compresse Froide . Pulled my thighs fighting pennywise… #oldman #gonnatakehimdowntoclowntown #itmovie? #it2 #pennywise Uma publicação compartilhada por James Mcavoy (@jamesmcavoyrealdeal) em 17 de Ago, 2018 às 2:59 PDT

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  • Filme

    Podres de Ricos surfa na onda da diversidade para ultrapassar Megatubarão nas bilheterias norte-americanas

    19 de agosto de 2018 /

    Diversidade está em alta e patriotismo intervencionista em baixa neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. Mostrando que Hollywood só tem a ganhar ao dar mais espaço para minorias, “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. O filme é uma bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, baseada num best-seller popularzão. Mas a minoria que embasa seu sucesso não são os 10% mais ricos: o elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). O longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) faturou US$ 25,2m (milhões) no fim de semana. E como teve lançamento antecipado na quarta-feira (15/8), já soma 34m na América do Norte. Não chega a ser um fenômeno, como os super-heróis da diversidade “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra”, mas é um desempenho muito bom para seu nicho e orçamento. Vale lembrar que a última comédia romântica a fazer mais de US$ 20m em sua estreia foi “Descompensada” em julho de 2015 – abriu com US$ 30,1m. O lançamento também contou com boa vontade da crítica, que deu 92% de aprovação para uma história que não teria tanta repercussão se fosse estrelada por brancos – afinal, qual a graça de ver gente branca, bonita e rica encontrando o amor e o final feliz, quer dizer, após mil filmes disso? “Este é um filme culturalmente significativo, ponto”, disse o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, para o site da revista The Hollywood Reporter, faturando o discurso de inclusão. “Isso mostra a todos nós que precisamos olhar para fora da caixinha”. “Podres de Ricos” custou só US$ 30m de produção e deve faturar alto quando chegar na Ásia na próxima semana. No Brasil, porém, a estreia só deve acontecer em novembro, quando já tiver saído de cartaz na maioria dos demais países. O romance asiático-hollywoodiano derrubou “Megatubarão” para o 2º lugar no ranking norte-americano. O filme do bicho boca-aberta fez mais US$ 21,1m e chegou a US$ 83,7m em duas semanas no mercado doméstico. Mas o total mundial já está em US$ 314,1m, para fechar a boca de quem profetizou seu fracasso. Foram US$ 117,2m apenas na China, onde o longa desfruta de seu maior êxito comercial. Por falar em fracasso, a bilheteria de “22 Milhas” é um aviso bastante claro para o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg. É o quarto filme consecutivo que os dois fazem juntos, todos com a valorização de patriotas da classe trabalhadora e cada um rendendo menos que o anterior. Este mais recente tem a ver com o primeiro, “O Grande Herói”, de 2013, mas também com um filme anterior do diretor, “O Reino”, de 2007, ao fazer a apologia do intervencionismo americano no exterior. A trama, inclusive, se passa num país inventado para não ofender sensibilidades, já que é francamente ofensiva em sua valorização do “grande herói” americano encarnado por Wahlberg. Foi eviscerado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e rendeu meros US$ 13,6m em seu lançamento nos cinemas, a pior abertura ampla nos 20 anos da carreira cinematográfica do diretor Peter Berg. A estreia no Brasil está marcada para 20 de setembro. E Berg já está filmando seu quinto filme consecutivo com Wahlberg… A terceira estreia ampla da semana também se deu mal. A aventura pré-histórica “Alfa”, que conta uma espécie de fábula da domesticação do primeiro lobo, abriu com US$ 10,5 milhões, virtualmente empatado com “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Por sinal, o longa de ação de Tom Cruise ultrapassou uma marca importante em sua quarta semana, superando os US$ 500m mundiais. E com um detalhe significativo: o filme ainda não estreou na China. Já “Alfa” chega em 9 de setembro no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25,2m Total EUA e Canadá: 34m Total Mundo: US$ 34,7m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 21,1m Total EUA e Canadá: US$ 83,7m Total Mundo: US$ 314,1m 3. 22 Milhas Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 13,6m Total Mundo: US$ 14,1m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 180,7m Total Mundo: US$ 501,4m 5. Alfa Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 10,5m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 66,8m Total Mundo: US$ 89,6m 7. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 24,9m 8. Slender Man Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 21,1m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 3,6m Total EUA e Canadá: US$ 153,8m Total Mundo: US$ 425,9n 10. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 111,2m Total Mundo: US$ 319m

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  • Filme

    Terror de O Nó do Diabo mostra que o Brasil é um país assombrado pela injustiça social

    18 de agosto de 2018 /

    Muitas histórias de terror usam o arquétipo do “lugar ruim”: a casa assombrada, o cemitério, o castelo do cientista louco… E é sempre melhor quando eles têm uma história. Por exemplo, um dos mais famosos lugares ruins do terror, a Hill House do romance de Shirley Jackson – adaptado duas vezes para o cinema, no clássico “Desafio do Além” (1963) e no pavoroso, no mau sentido, “A Casa Amaldiçoada” (1999) – tinha uma história longa de eventos tenebrosos, exposta logo no início da obra, abrangendo várias décadas. Um catálogo de coisas ruins é um elemento que dá um sabor especial a um exemplar do gênero. O filme de terror brasileiro “O Nó do Diabo” é sobre um lugar ruim, e um lugar ruim com história. Uma fazenda, antigo engenho no sertão paraibano, serve como palco para cinco histórias assustadoras envolvendo o passado do lugar. As histórias se passam entre 2018 e 1818, regredindo no tempo, e sempre se relacionam de alguma forma ao trabalho escravo que havia no local. Trata-se de uma proposta não muito comum no cinema de gênero do Brasil, a de filme de antologia. Cada uma das histórias teve seu diretor – são eles Gabriel Martins, Ian Abré e Jhésus Tribuzi, com Ramon Porto Mota dirigindo duas – e seus próprios roteiristas, mantendo em comum os trabalhos do montador Daniel Bandeira, que confere um admirável ritmo fluido à produção – o filme chega a dar a impressão de ser mais curto do que as suas duas horas reais e as transições entre as histórias são suaves e inteligentes – e do diretor de fotografia Leonardo Feliciano, que explora de maneira brilhante tanto a luz quanto a escuridão, além de uma ou outra paisagem mais estranha. Ambos contribuem de maneira excepcional para o clima inquietante de maior parte da projeção, e esses dois elementos, a montagem e a fotografia, conferem ao filme uma unidade que filmes de antologia de terror no cinema dificilmente conseguem. O que também ajuda a manter viva a unidade temática central do projeto, a noção de um mal histórico, algo que se propaga no tempo e é tão essencialmente brasileiro. O mal da escravidão e das desigualdades sociais decorrentes assombra os personagens e está sempre presente como pano de fundo das histórias. A primeira delas, a atual, faz breves alusões à situação política conturbada dos últimos anos no país e toca de leve em questões raciais e econômicas, ressaltando a boa e velha capacidade do cinema de gênero de abordar essas questões, muitas vezes de forma até mais incisiva do que filmes, ditos, mais “sérios” e “elevados”. A tônica se mantém nas demais histórias, trazendo fantasmas; uma interessante desconstrução do espaço e tempo fílmicos (na quarta história); uma figura vilanesca vivida pelo ótimo ator Fernando Teixeira que, de maneira emblemática, aparece em todos os segmentos; e até zumbis na história final, com momentos que lembram o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968) do norte-americano George A. Romero. É o tipo de filme que, quanto menos se falar das tramas, melhor para o espectador. Claro, nenhuma das histórias reinventa a roda – qualquer espectador mais escolado no gênero terror consegue adivinhar como elas vão se desenvolver, e há um pouco de desnível entre elas. A quinta e última acaba sendo a menos interessante, e nem todos os espectadores devem abraçar a “viagem” da quarta história. Mesmo assim, “O Nó do Diabo” merece elogios, e muitos, por ser tão consistente, interessante, bem defendido pelos seus atores e tão incisivo na sua visão compartilhada sobre o horror de se viver no Brasil. Um país onde a propriedade é colocada muito, mas muito mesmo, acima do ser humano, onde a violência é constante, e o passado escravocrata e de séculos de exploração ainda está vivo, um espectro pairando sobre a sociedade. No mesmo ano em que também tivemos o excepcional “As Boas Maneiras”, “O Nó do Diabo” é mais uma prova de que o horror cinematográfico no Brasil está muito vivo. E deve mesmo: afinal, a vida real e a História são fontes de inspiração quase ilimitada. Seria o Brasil mais um “lugar ruim”? Talvez não seja para tanto, mas com certeza é um lugar assombrado.

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  • Série

    Ian Somerhalder vira-casaca e revela-se caçador de vampiros na primeira foto de sua nova série

    18 de agosto de 2018 /

    O ator Ian Somerhalder publicou no Instagram a primeira foto de seu novo personagem no universo das séries. Após viver o vampiro Damon Salvatore por oito temporadas em “The Vampire Diaries”, ele vai agora caçar vampiros como protagonista de “V-Wars”, atração de dez episódios da Netflix. Na foto, ele aparece com a mão suja de sangue, usando um jaleco médico que traz o nome de seu personagem. Somerhalder irá interpretar o Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror após uma estranha doença transformar o seu melhor amigo em um predador que se alimenta de pessoas. A doença se espalha rapidamente, dividindo a sociedade entre vampiros e pessoas que não foram infectadas. Além de estrelar, Somerhalder será produtor e vai dirigir episódios da atração, que terá como showrunners a dupla William Laurin e Glenn Davis (criadores da série sci-fi trash “Aftermath”). “V-Wars” é baseada em quadrinhos criados por Jonathan Maberry e publicados pela editora IDW (a mesma de “Locke & Key”) e ainda teve sua data de estreia divulgada. Here he is… @drlutherswannofficial aka Dr. Luther Swann. Would you trust this man? #vwars @vwarsnetflix @vwars @vwarsofficial Uma publicação compartilhada por iansomerhalder (@iansomerhalder) em 15 de Ago, 2018 às 12:24 PDT

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  • Série

    Mary J. Blige entra na 3ª temporada da série de terror Scream

    17 de agosto de 2018 /

    A 3ª temporada de “Scream”, série da MTV norte-americana inspirada na franquia cinematográfica de terror “Pânico”, adicionou em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”. Blige interpretará Sherry Elliot, mãe do protagonista Deion (RJ Cyler, de “Power Rangers”), um jogador de futebol americano cujo passado trágico volta para persegui-lo, ameaçando o seu futuro e o de seus amigos. Em seu retorno à televisão, a série sofrerá um reboot, trazendo novos personagens e atores para a trama, que não se conectará com os acontecimentos dos dois primeiros anos. A ideia é oferecer histórias fechadas a cada temporada, como a série de antologia “American Horror Story”. A mudança acompanha a entrada do novo showrunner Brett Matthews (“The Vampire Diaries”) e da atriz Queen Latifah (“Star”) como produtora executiva. O elenco da temporada será completamente diferente, incluindo ainda Keke Palmer (“Scream Queens”), Tyler Posey (“Teen Wolf”), Giorgia Whigham (“13 Reasons Why”), Giullian Yao Gioiello (“Julie’s Greenroom”), Jessica Sula (“Fragmentado”), o rapper Tyga e o filho do rapper Notorious B.I.G., C.J. Wallace, Além disso, serão menos episódios: seis no total, que serão exibidos nos EUA em apenas três noites, na base de dois capítulos por semana. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix e ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Terror sul-coreano Invasão Zumbi vai ganhar continuação

    15 de agosto de 2018 /

    O terror sul-coreano “Invasão Zumbi” (Train to Busan, 2016), que surpreendeu com sucesso em todo o mundo, vai ganhar uma sequência. O filme atingiu 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a melhor avaliação do gênero desde “A Noite dos Mortos-Vivos”, de 1968, e foi considerado inovador por combinar o terror com uma trama de desastre, acompanhando o desespero dos passageiros de um trem durante a eclosão da epidemia zumbi. Yeon Sang-ho, diretor do filme original, confirmou que já está trabalhando no projeto e as filmagens começam em 2019. O título da sequência será “Peninsula” e irá mostrar a evolução da epidemia, com toda a Coreia do Sul tomada por zumbis. Além destes filmes, Yeon Sang-ho tem outro filme de zumbis. Ele escreveu e dirigiu a animação “Seul Station” (2016), uma espécie de prólogo de “Invasão Zumbi” e excelente exemplar de desenho para adultos. O diretor só fazia animação antes de estourar com “Invasão Zumbi”. Neste ano, ele lançou seu segundo longa “live action”, “Psychokinesis”, disponibilizado pela Netflix em abril.

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  • Filme

    Novo vídeo de A Freira foi considerado tão assustador que o YouTube tirou da página oficial

    14 de agosto de 2018 /

    A Warner não poderia desejar propaganda melhor para “A Freira”, o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”. O YouTube tirou um novo vídeo do terror da página oficial do estúdio, oficialmente por considerá-lo muito assustador. Veja o tuíte da justificativa abaixo. De acordo com uma política de anúncios que veta “conteúdo violento e chocante”, o YouTube proíbe “imagens horríveis” e “promoções que podem chocar ou assustar” o público. Mas o vídeo foi rapidamente copiado e sobreviveu em endereços não oficiais. E ele não faz jus ao “hype”, com um susto costumeiro de passeio de Trem Fantasma. Mostra apenas a criatura do título emergindo subitamente da escuridão por um segundo, acompanhada pelo som estridente de uma trilha sonora histérica – típica do gênero. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Na trama, Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”). A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Appreciate you bringing this to our attention! This ad violates our shocking content policy and it's no longer running as an ad. More info here: https://t.co/dOUocjUevh — Team YouTube (@TeamYouTube) August 14, 2018

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  • Filme

    A Freira: Demián Bichir é enterrado vivo em novo vídeo do terror

    14 de agosto de 2018 /

    A Warner divulgou novos pôsteres e vídeo do terror “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”, centrados em Demián Bichir (de “Os Oito Odiados”). A prévia mostra o personagem do ator desesperado, ao ser enterrado vivo num caixão. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Na trama, Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre (Bichir). A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Castle Rock: Série inspirada nos livros de terror de Stephen King é renovada para a 2ª temporada

    14 de agosto de 2018 /

    A plataforma Hulu anunciou a renovação de “Castle Rock”, série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. “‘Castle Rock’ é uma ideia profundamente original de dois dos maiores contadores de histórias do mundo”, disse o vice-presidente do serviço de streaming, Craig Erwich, em comunicado. “É uma história centrada em algo que muitas e muitas pessoas ao redor do mundo amam. As nossas expectativas já eram altas, mas a série ultrapassou todas elas”. A produção vai seguir o formato de antologia de séries como “American Horror Story” e “American Crime Story”, contando uma história diferente e completa por temporada. O segundo ano ainda não tem previsão de estreia. A história de “Castle Rock”, desenvolvida por Dustin Thomason e Sam Shaw (criador e roteirista de “Manhattan”), não adapta nenhuma obra específica de King, mas mergulha no universo de personagens do autor, como demonstrou a participação do xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”) na série. O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). A ideia é usar a locação de Castle Rock, citada pela primeira vez no livro “Dead Zone” (de 1979, por sua vez transformado no filme “A Hora da Zona Morta” em 1983), como ponto de confluência de personagens e horrores da carreira do escritor. Graças às adaptações dos livros de King, o nome da cidadezinha fictícia do Maine se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação de King passada nesse lugar imaginário. Na 1ª temporada, que chega ao sexto episódio nesta quarta-feira (15/8), o advogado Henry Deaver (André Holland) volta para a sua cidade natal de Castle Rock, para ajudar um rapaz sem registros (Bill Skarsgard, o Pennywise de “It: A Coisa”) encontrado num buraco da prisão de Shawshank (citada no filme “Um Sonho de Liberdade”), que quando começa a falar se torna ainda mais misterioso. O elenco da atração inclui ainda Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Terry O’Quinn (série “Lost”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original) e Chosen Jacobs (o Mike de “It: A Coisa”). A 2ª temporada deve estrear em 2019.

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    The Purge: Série baseada na franquia Uma Noite de Crime ganha coleção de pôsteres

    14 de agosto de 2018 /

    O canal pago USA Network divulgou uma coleção de pôsteres de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). As artes destacam alguns dos psicopatas mascarados que estarão à solta na versão televisiva da noite mais violenta do ano. O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situada em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama seguirá vários personagens que vivem na mesma cidade durante a vigência do “purgatório”. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). A 1ª temporada com 10 episódios estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos.

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